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{VENTILAÇÃO NO MUNDO}
Fundada perto de Barcelona em 1951 pelos engenheiros Eduard Soler e Josep Palau, a S&P é hoje uma marca reconhecida em todo o mundo na área da ventilação, que conta com uma estrutura composta por filiais próprias em mais de vinte países e distribuidores exclusivos em mais de sessenta países. Carlos Barbas dirige os destinos da filial S&P em Portugal, uma empresa muito dinâmica que conta apenas com um total de 23 colaboradores. Segundo este responsável, a multinacional “sempre teve uma clara visão de que o futuro da organização passava por uma expansão, virada inicialmente para a Europa, para posteriormente se alargar pelo resto do mundo”. Hoje, este gigante da ventilação tem uma estrutura composta por filiais próprias em mais de vinte países e distribuidores exclusivos em mais de sessenta países. Desta forma a S&P está presente em todo o mundo. Em concreto, é possível adquirir produtos e equipamentos desta marca nas suas várias filiais comerciais a operar na grande maioria dos países da União Europeia, nomeadamente Portugal, Espanha, França, Itália, Inglaterra, Alemanha, Áustria, Bélgica, Suíça, Holanda, Roménia, Países Bálticos… Na América, designadamente nos Estados Unidos, Canadá, México, Colômbia, Guatemala e na Ásia, em Singapura, Taiwan, Hong Kong, Filipinas, Coreia, Índia, China, Malásia, Tailândia, Indonésia. A S&P está ainda presente através de uma filial instalada no continente australiano.
A EMPRESA EM PORTUGAL A estratégia desta marca é transversal aos vários países, mas localmente cada país define e ajusta a sua própria política comercial. “A nossa organização em Portugal acabou por ser o resultado de um acordo inicial de distribuição da marca S&P em Portugal, já que a nossa empresa era, no seu inicio, um importador e distribuidor de material eléctrico, que representava com carácter de exclusividade, entre outros produtos, a ventilação da S&P”, explica Carlos Barbas. “Na sequência da aposta de internacionalização assumida desde sempre pela casa mãe, o simples acordo de distribuição acabou por resultar na aquisição da companhia pela S&P, em Outubro de 1989, atento o potencial de crescimento do sector da ventilação que entretanto se foi manifestando no resto da Europa, surgindo assim mais uma das filiais S&P no mundo, a S&P Portugal”, explica Carlos Barbas. Depois de um percurso de várias décadas virado para o mercado internacional e de aperfeiçoamento contínuo, a S&P posicionase hoje como uma multinacional fabricante de equipamentos para ventilação mecânica doméstica e industrial. Outro segmento de
referência é ocupado por produtos virados para o aquecimento eléctrico também na área doméstica e industrial. Em Portugal, a S&P, está também presente nestas áreas de negócio com equipamentos produzidos nas unidades industriais do grupo S&P instaladas na Europa e Ásia. De acordo com este gestor, a distribuição da S&P em Portugal “é efectuada através de uma rede de clientes espalhada pelo continente e ilhas, que apoiada numa rede comercial própria e exclusiva, e complementada com o serviço de assessoria técnica gratuito enquadrado num atendimento personalizado, vem procurando satisfazer da melhor forma as necessidades dos seus clientes.”
INVESTIGAÇÃO E QUALIDADE A estratégia da S&P no mundo passa pela aposta na tecnologia própria e internacionalização das unidades fabris, hoje espalhadas por vários países. E, a este propósito Carlos Barbas sublinha: “a S&P possui tecnologia própria, com patentes próprias e inúmeros modelos industriais registados”. Na concepção de cada produto, esta multinacional privilegia os ensaios e a sua aplicação em casos reais de funcionamento. “Nesta fase, são es-
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INSTALAÇÕES DE REFERÊNCIA NO MUNDO Poderíamos descriminar inúmeras obras emblemáticas distribuídas um pouco por todo o mundo, nas quais os produtos S&P mereceram a preferência e distinção, justificando a confiança de prescritores e instaladores na fiabilidade da marca, nas mais variadas aplicações e soluções de ventilação mecânica. De entre elas poderemos destacar algumas, nomeadamente: › Aeroporto Cidade de México (México) › Aguas Perrier (França) › Banco Comercial Português (Portugal) › Bolsa Cidade do México (México) › Caixa Geral dos Depósitos (Portugal) › Carrefour (Espanha) › Cascais Shoping (Portugal) › Central Térmica Huesca (Espanha) › Centro de Diamantes Amberes (Bélgica) › Clínica Univ. de Pamplona (Espanha) › Coca Cola Marselha (França)
nómico”. E adianta que “obviamente teremos de considerar extremamente importante e limitativo o enorme parque residencial disponível e a fraca procura que se manifesta, aliada às dificuldades aumentadas do recurso aos créditos, pela progressão das taxas de juro e ainda ao alto endividamento das famílias, a que se junta finalmente uma preocupação crescente pela segurança no emprego. Atente-se para o facto de que a construção de habitação, representa por si só cerca de metade da produção do sector, e continua em quebra pelo sexto ano consecutivo, sem que se vislumbrem ainda verdadeiros sinais de reanimação. Aliás, outra coisa não seria de esperar de um mercado que deveu a sua expansão exclusivamente à redução das taxas de juro”. Mas para este gestor, a dinâmica regulamentar que recentemente se instalou pode vir a ajudar. “Aliando a esta realidade a recente entrada em vigor da nova regulamentação aplicável ao sector da construção, na parte tocante à ventilação e aquecimento, temos pois pela frente um futuro que deverá passar por uma maior qualificação e exigência dos recursos humanos na rede de vendas, não só pela perda progressiva que se poderá
› EDP Central Termoeléctrica (Portugal) › Estádio do Dragão (Portugal) › Estádio Alvalade XXI (Portugal) › Estádio da Luz (Portugal) › Estádio do Sp. de Braga (Portugal) › Estádio Cidade de Coimbra (Portugal) › Estadio do Algarve (Portugal) › Honda Automóveis (México) › Estádio FC Barcelona (Espanha) › Renault Valadolid (Espanha ) › Repsol (Espanha)
verificar na gama habitação mais elementar, como naturalmente pelo aparecimento de produtos com uma maior componente técnica.
› Hotel Sheraton (Espanha) › Torre Eiffel (França) › Twin Towers Lisboa (Portugal) › China Life Tower (China) › China Museu Nacional Artes (China) › Palacio da Justicia (Malasia) › Grand Marhata Sheraton Tower ITC (India) › Min. dos Assuntos Interiores (Singapura) › Skyway Twin Corners (Filipinas) › 101 Tower (Taiwan)
mercado, e simultaneamente contribuir para um beneficio claro do consumidor, porquanto, se é verdade que por um lado é assegurado um nível de qualidade dos produtos, por outro lado acaba por garantir uma equidade competitiva aos fabricantes, impulsionando sistematicamente a demanda. Complementarmente, e pela própria evolução das vendas, o crescimento significativo que se vem manifestando na área industrial, vem exigir uma maior componente técnica nas abordagens aos potenciais clientes, e deste modo a rede de vendas deverá merecer a nossa atenção imediatamente afim de obviar a uma perda evidente de oportunidades”.
Para mais informações A 101 Tower, em Taiwan, foi instadala com variadas aplicações e soluções de ventilação mecânica da S&P
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Aliás, esta mesma dinâmica legislativa, criando regras e limites, vem disciplinar o
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