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ABB apresenta YuMi®: robot de braço múltiplo verdadeiramente colaborativo

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ABB apresenta YuMi®: robot de braço múltiplo verdadeiramente colaborativo

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ABB, S.A. Tel.: +351 214 256 000 · Fax: +351 214 256 247 comunicacao-corporativa@pt.abb.com · www.abb.pt

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O YuMi, mais um passo na estratégia Next Level da ABB, anuncia uma nova era de colegas de trabalho robóticos capazes de trabalhar de forma colaborativa nas mesmas tarefas com seres humanos e ainda garantir a segurança das pessoas ao seu redor.

A ABB apresenta o YuMi®, o primeiro robot de braço duplo industrial verdadeiramente colaborativo. A ABB, grupo líder em tecnologia de energia e automação, apresentou o YuMi, o primeiro robot de braço duplo industrial verdadeiramente colaborativo do mundo, na Feira de referência mundial de tecnologia industrial, a Hannover Messe. A apresentação do YuMi é mais um passo na estratégia Next Level da ABB para acelerar a criação de valor sustentável. A estratégia está a construir-se sobre três áreas de foco da ABB de crescimento rentável, execução contínua e colaboração induzida pelas empresas. A empresa está a impulsionar o crescimento rentável ao deslocar o seu centro de gravidade para os mercados finais de elevado crescimento, aumentando a competitividade e reduzindo os riscos em modelos de negócios. “A nova era de colegas de trabalho robóticos chegou bem como uma parte integrante da nossa estratégia Next Level”, disse o CEO da ABB Ulrich Spiesshofer. “O YuMi torna a colaboração entre humanos e robots uma realidade. É o resultado de anos

de pesquisa e desenvolvimento, e vai mudar a forma como os humanos e os robots interagem. O YuMi é um elemento da nossa estratégia da Internet das Coisas, Serviços e Pessoas criando um futuro automatizado em conjunto.” Em 1974, a ABB introduziu o primeiro robot industrial controlado por microprocessador do mundo, totalmente elétrico, e deu o pontapé de saída para a revolução robótica moderna. A ABB tem agora uma base instalada de mais de 250 000 robots em todo o mundo. Com a introdução do YuMi, a ABB está mais uma vez a empurrar as fronteiras da automação robótica, fundamentalmente por expansão dos tipos de processos industriais que podem ser automatizados com robots. Poucos cenários de produção estão a mudar tão rapidamente como o da montagem de pequenas peças. A indústria eletrónica, em particular, tem assistido ao crescimento excecional da procura de produtos além do fornecimento de mão-de-obra qualificada. À medida que os métodos de montagem convencionais diminuem em valor, os fabricantes per-

cebem que é estrategicamente e economicamente imperativo investir em novas soluções. A BCG Research, por exemplo, prevê que até 2025 a adoção de robots avançados irá impulsionar a produtividade em até 30% em muitas indústrias e reduzir os custos totais do trabalho em 18% ou mais em países como a Coreia do Sul, China, os EUA, Japão e Alemanha. Apesar do YuMi ter sido projetado especificamente para satisfazer as necessidades de produção flexíveis e ágeis da indústria de eletrónica de consumo, tem igual aplicação em qualquer ambiente de montagem de peças pequenas graças aos seus braços duplos, mãos flexíveis, sistema de abastecimento de peças universal, localização de peças baseada em câmaras, programação segurando a mão do robot e movendo-a para as posições desejadas e um controlo preciso de movimento de última geração. O YuMi pode funcionar em estreita colaboração com os seres humanos graças à sua conceção inerentemente segura. Tem um esqueleto de magnésio leve mas rígido, coberto com um invólucro de plástico que flutua envolto num enchimento macio para absorver impactos. O YuMi é também compacto, de dimensões humanas e movimentos humanos, o que faz com que os colegas de trabalho humanos se sintam seguros e confortáveis – uma caraterística que rendeu ao YuMi o prestigioso “Prémio de design ‘melhor dos melhores’ Red Dot.” Se o YuMi detetar um impacto inesperado, tal como uma colisão com um colega de trabalho, pode parar o seu movimento dentro de milissegundos, e o movimento pode ser reiniciado novamente tão facilmente como pressionar o botão Play num comando à distância. O YuMi também não tem pontos de esmagamento de modo que nada sensível pode ser danificado conforme os eixos abrem e fecham.


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ção em ambientes agressivos, tais como em fundições), os robots colaborativos têm uma utilização de recursos muito menos intensiva em termos de conceção do sistema, instalação, preparação para funcionamento e funcionamento, quando comparados com robots industriais convencionais. De facto, muitos sistemas robóticos convencionais já abarcaram alguns destes benefícios graças aos avanços no controlo da segurança de software e hardware, como a tecnologia SafeMove da ABB combinada com diferentes tipos de sistemas de visão e monitorização ambiental, tornando-os “parcialmente” colaborativos. Em particular, a automação totalmente colaborativa, sem restrições de segurança e em espaços compactos, permite uma instalação em fábrica mais fácil utilizando pegadas já existentes. A programação no ambiente colaborativo também pode ser feita ao “ensinar” o robot em vez de utilizar uma linguagem de codificação. Apesar dos operadores do sistema poderem sempre utilizar a poderosa linguagem de programação fonte RAPID da ABB se optarem por tal, a capacidade de interagir com o robot ao mover e treinar o mesmo, como ir do ponto A ao ponto B, significa que muitas novas tarefas podem ser treinadas numa questão de minutos em vez de ser em horas. Tudo somado, o sistema de colaboração de componentes da ABB, incluindo o robot, permitem uma integração muito mais simples de automação robótica. Em 3.º lugar, os robots colaborativos elevam a natureza do trabalho, permitindo que as pessoas façam os trabalhos que exigem mais atenção e são fisicamente menos exigentes. Além disso, quando os seres humanos e os robots trabalham em conjunto, resulta muitas vezes na superação da precisão e velocidade do trabalho somente humano, dando origem a produtos de maior qualidade e menor quantidade de desperdício. À medida que se altera a demografia em todo o mundo e os padrões de vida em todo o planeta aumentam, as pessoas tendem cada vez mais a procurar postos de trabalho que sejam mentalmente mais gratificantes. Para acompanhar esta alteração, os robots colaborativos tornam simultaneamente os locais de trabalho mais atraentes e substituem as técnicas de fabrico que estão a desaparecer da força de trabalho.

ROBOTS E EMPREGOS Dado que o mercado da robótica continua a apresentar um crescimento explosivo, locais de trabalho colaborativos Humano-Robot serão um grande fator desse crescimento graças ao aumento da facilidade de implementação e operação, bem como a automação de muitas indústrias que foram previamente consideradas impossíveis de automatizar de forma eficaz. O modo como este aumento da quantidade de robots na força de trabalho afetará os empregos é um tema que tem captado muita atenção. A ABB acredita num desfecho mais otimista relativamente à crescente adoção de robots e à explosão na automação, como resultado do aumento da colaboração Humano-Robot e da convergência de outras tecnologias. Esse otimismo não é corroborado de um sentido de idealismo, mas em vez disso é enraizado em experiências que nos são transmitidas pela história. Todos os grandes avanços ao longo dos últimos cem anos de industrialização resultaram numa economia mais forte e não numa economia mais fraca. Sendo verdade que, depois de cada um destes avanços, alguns tipos de postos de trabalho se tornam desnecessários. No entanto, muitos mais postos de trabalho foram criados como resultado desses avanços, restringindo-se a perda de emprego apenas às áreas que se tornaram obsoletas e o efeito global foi o de crescimento do trabalho – mais significativamente em áreas que ninguém poderia ter imaginado antes da invenção da tecnologia que permitiu esses trabalhos. A libertação de seres humanos do trabalho penoso de tarefas que devem ser automatizadas irá provavelmente resultar num novo tipo de economia focada em aproveitar a criatividade humana ao invés da produtividade humana. Não é o caso dos robots estarem a tirar emprego aos seres humanos, porque os seres humanos é que nos primeiros anos da industrialização executaram os trabalhos que os robots têm vindo a fazer – e agora a tecnologia de automação alcançou finalmente o mesmo nível para permitir que os robots façam os trabalhos que lhes são mais adequados. Certamente, a economia do futuro será radicalmente diferente da economia dos primeiros cem anos da sociedade industrializada. Não sabemos exatamente

como será esse futuro, mas partindo do princípio que a história é uma lição, o futuro vai provavelmente estar cheio de postos de trabalho que se adaptam melhor aos seres humanos e não causam os tipos de acidentes de trabalho, tanto físicos quanto mentais, que podem existir nos ambientes de fabrico da atualidade. Na ABB não estaríamos a perseguir este tipo de tecnologia, se não acreditássemos que irá resultar num mundo melhor para todos os seres humanos.

CONCLUSÃO Com a ascensão dos robots colaborativos iremos assistir a uma mudança drástica na forma como no futuro o fabrico é automatizado e conduzido. Também assistiremos a uma mudança de paradigma na forma como os seres humanos trabalham e nos tipos de trabalho que são considerados valiosos. Tal como qualquer outro grande avanço na história da industrialização, a crescente automação de um número cada vez maior de empregos irá resultar numa explosão de novos e melhores postos de trabalho, alguns dos quais não podemos sequer imaginar agora. A ABB está empenhada em tornar o mundo num lugar melhor, e os robots colaborativos vão ter um papel importante nessa missão. Com a era dos robots colaborativos reconhecemos que os seres humanos e os robots têm ambos as suas próprias forças, e ao trabalharem juntos, lado a lado, de forma segura, os locais de trabalho do futuro serão mais flexíveis, permitindo produtos de melhor qualidade com menos recursos, bem como ambientes de trabalho mais seguros, melhor qualidade de vida dos empregados e empresas mais competitivas.


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