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NO CONVENTO DO BEATO
Vulcano celebra 40 anos com jantar para 700 convidados Animação musical, dança suspensa, jantar com ementa desconstruída e uma surpreendente atuação do humorista Aldo Lima. Um sucesso HI E½VQEpnS HE MQEKIQ de uma marca portuguesa fundada em 1977 e que desde então já produziu mais de 20 milhões de esquentadores. texto e fotos por Carlos Alberto Costa
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Vulcano, deus grego do fogo, filho de Júpiter e Juno, era o mais laborioso no Olimpo, sempre de martelo e tenazes a fabricar objetos. E como um fogo nunca vem só, o jovem Vulcano, apesar de feio, conseguiu ainda casar com a miúda mais gira do baile, a desejada Vénus. Na verdade, os portugueses conhecem-no menos pelos seus méritos mitológicos e mais por ser uma espécie de ‘deus dos esquentadores’, inspirador de uma das marcas mais reputadas no setor da água quente. E é assim há 40 anos. A Vulcano assinalou a data em grande estilo, com um jantar a 3 de Junho reunindo mais de 700 convidados no Convento do Beato, em Lisboa. Foi também a ocasião para a afirmação dos valores de compromisso da marca que recentemente reajustou a sua imagem face às novas tendências da comunicação visual. Nadi Batalha, Coordenadora de Marketing da Vulcano, salientou na ocasião a vontade de “celebrar 40 anos de intenso e árduo trabalho, mas sobretudo a parceria, a interação, a cooperação entre colaboradores e todos os parceiros que ao longo deste tempo estiveram ligados por uma única motivação, que foi fazer chegar produtos de qualidade e inovadores aos lares de todo o país, construindo uma relação de proximidade”. “Na vida de um português será quase impossível não ter usufruído de um equipamento Vulcano. E esta presença tão próxima na vida de tantas pessoas, tão paralela à história do país, tão objetiva nas
diferentes etapas da vida de tantas famílias não foi obra do acaso, mas sim fruto de uma paixão e de um trabalho bem feito”, afirmou Nadi Batalha.
Força e vitalidade José Ignacio Mestre, vice-presidente de vendas para a Iberia, África e América Latina, exaltou a celebração “tão especial de uma marca portuguesa tão importante para os presentes e em geral para os consumidores”. “Devo evidenciar a forma como chegámos até aqui, com a força e a vitalidade com que chegámos, só possível graças a todos os parceiros e colaboradores. Pressupõe a motivação desta marca para contribuir para que as pessoas tenham mais conforto, para que a sua vida seja mais agradável, e não encontro homenagem mais justa para estes 40 anos da Vulcano do que ver pessoas
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E o hidrogerador, outra grande invenção patenteada pela Vulcano? Ou mais recentemente, uma panóplia de esquentadores, sejam eles os aparelhos ventilados, a gama Sensor, ou a coqueluche que lançámos em 2015, o Sensor Conect, o primeiro aparelho da gama que pode ser controlado remotamente a partir de um dispositivo móvel, PC, tablet ou smartphone”, referiu João Fernandes, lembrando que “a Vulcano não foi, nem é apenas esquentadores”. “Numa segunda fase alargámos o nosso potencial a outras áreas de negócio acompanhando as necessidades do mercado. Entrámos também na área do aquecimento. Quem não se recorda ainda da caldeira BabyStar ou da LifeStar? Depois, com o advento das energias renováveis, iniciámos um novo ciclo com a transformação da nossa fábrica em Aveiro para passarmos a produzir também o solar térmico, e mais recentemente apostámos na área da climatização, com a introdução do ar condicionado. Logicamente, isto vem alargar a posição da Vulcano em termos de liderança de mercado. Essa liderança só foi possível com uma importante componente humana, uma componente de investigação e de dedicação de todas as pessoas que participarem neste percurso de quatro décadas”, salientou João Fernandes.
Património corporativo Nuno Mileu, responsável de vendas da Vulcano, afirmou o caráter líder da marca no mercado português, assumindo que as motivações e os esforços usados para sustentar o percurso dos 40 anos passados serão replicados para impulsionar o futuro desenvolvimento da marca. “A confiança, a fidelidade e, sobretudo, a proximidade. Da investigação e desenvolvimento, passando pela produção, o apoio comercial, pelos pedidos, até ao consumidor, todo o processo, com todos os intervenientes, terá que ser marcado pela mesma ideia essencial – apoio total Vulcano. Este acompanhamento está apoiado numa forte componente técnica, está suportado por uma ação permanente de divulgação e esclarecimento, quer através das nossas plataformas digitais específicas, quer pela formação, gabinete de estudos e dimensionamento do pós-venda”, explicou Nuno Mileu. 66
“Quero deixar bem vincado o profundo reconhecimento pelo trabalho realizado pelos nossos parceiros. Vocês são sempre a nossa ligação ao consumidor, são a nossa cara, transmitem as nossas palavras, defendem os nossos benefícios e vantagens. O nosso sucesso deve-se também à vossa capacidade de entender a mais-valia dos nossos produtos, a eficácia dos nossos serviços, a excelência das nossas soluções. Esta ligação é para nós fundamental e queremos mantê-la e reforçá-la
Atualização da marca A Vulcano procedeu recentemente à atualização da marca no sentido de acompanhar as novas tendências da comunicação visual, transmitindo um novo posicionamento, ganhando mais valências e respeitando melhor a cultura sem perder a sua identidade. “Mantivemos o logotipo, o nome, as nossas cores, mas sentimos que era necessário humanizar a nossa linguagem centrando a mensagem à volta das pessoas, do conforto, da segurança e bem-estar que os nossos produtos e serviços oferecem. Queremos também tornar o ambiente da GSQYRMGEpnS QEMW TVS½ WWMSREP I IQ GSR cordância com os nossos pontos fortes, ou seja, comunicar a Vulcano da mesma forma como trabalhamos, como nos envolvemos com todos os nossos parceiros e como somos percecionados pelos consumidores: uma marca pioneira, inovadora, tecnológica, especialista, mas acima de tudo uma marca com história, com paixão e proximidade”, explicou a responsável de Marketing da Vulcano, Nadi Batalha.
no futuro”, concluiu o responsável de vendas da Vulcano. Após as intervenções dos responsáveis da empresa, o jantar concebido para ser uma degustação inversa (primeiro a ‘sobremesa’ e no final a ‘sopa’…) revelou-se uma surpreendente sucessão de alimentos que não eram o que pareciam ser (o que parecia um pastel de nata era afinal… bacalhau, a sopa revelou-se…gelado com frutos vermelhos). A refeição decorreu ao som de violinos e com dança contemporânea. Mais tarde atuariam os bailarinos suspensos pelas longas “lianas” de tecido, oferecendo um efeito combinado entre risco e espetáculo. O humorista Aldo Lima finalizou a noite com um reportório que demonstrou que não há nada mais saudável do que rir de nós próprios. Foram ainda sorteados entre os presentes dois esquentadores Vulcano de última geração.