VERALÁXIA Projeto integrado: Ciências e Língua Portuguesa | Escola Vera Cruz | 4o ano - 2016 | ANO 1 - 4o C e 4o E
Descobrindo o universo
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EDITORIAL
Arquivo pessoal
lizaram procedimentos como grifar, tomar notas, indicar dúvidas e selecionar as informações principais para encontrarem respostas às inúmeras perguntas que surgiram, como “por que dizem que a Lua tem relação com as ondas do mar?”, “os planetas têm luz própria?” e “quantas estrelas tem o universo?”.
Olá, caro leitor, se você se interessa pelos mistérios do nosso Sistema Solar, pelo que é visível e invisível em relação à luz e por pesquisas feitas por crianças curiosas, navegue pelas revistas digitais elaboradas pelos alunos do 4o ano da Escola Vera Cruz. São três volumes intitulados: Ciência Mirim, dos alunos dos 4os anos B e F, Universo em Palavras, dos alunos dos 4os anos A e D, e Veraláxia, dos alunos dos 4os anos C e E. Motivados pela exploração dos caminhos da luz e do comportamento dela ao incidir em diferentes materiais, os alunos buscaram informações em textos expositivos de enciclopédias e livros didáticos. Para o estudo dos textos, eles uti-
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Com essas leituras, os alunos aprenderam sobre as fases da Lua, as estações do ano, as histórias dos cientistas e das suas criações, e se assombraram com as quantidades monumentais das distâncias, dos tamanhos e de outras medidas relatadas nos estudos.
Direção Regina Scarpa
Coordenação
Por estarem em processo de aprendizagem, os alunos ainda utilizaram expressões próximas das fontes que pesquisaram. Entendemos que esse é o caminho para a apropriação e produção de textos sobre o tema.
Eloisa Ponzio
As revistas foram elaboradas com o empenho de todos os alunos do 4o ano e o acompanhamento da nossa equipe de professores, em parceria com a editora da escola, a Casa Vera Cruz. Parabéns a todos e boa leitura!
Foto de capa
Gabriela Mendonça de Macedo Orientadora do 4o ano
Orientação Gabriela Mendonça de Macedo
Professoras de classe Luciana Novaes Antoniazzi Juliana Shimizu Almeida
Professora auxiliar Dalila Gonçalves Luiz
Vista da rotação das estrelas no Observatório de La Silla, norte do Chile. European Southern Observatory (ESO) Foto sob licença Creative Commons wikimedia.com
Edição e Editoração
SUMÁRIO 4 Marte, o planeta vermelho Ana Lavrador Xavier Rodrigo Nemi Porta Enrique Vieira Pellaes
5 Meteoros que caíram na Terra Alice Moraes Vitória Berti
6 Um planeta invisível no nosso Sistema Solar André Felippe Felipe Pujol Beatriz Lapa
7 Os asteroides Antônio Perassi da Cunha Maria Carrara Marchetti
8 O mundo das estrelas Carolina Pan Nina Grinbaum Gabriela Haipek
9 A espetacular invenção de Galileu Bento Torres Junqueira Tiago Pereira de Holanda Porto Pedro Achcar Cardoso
10 O que são, na verdade, as estrelas cadentes? Fernando Darvas Gustavo Viola Thomas Bottai
11 Aurora boreal, o fenômeno noturno Bruno Fechio Costa Felipe Lago Miranda
12 Instrumentos para ver o espaço Manuela Medeiros Isadora Quintella Sofia Ferraz
13 Como surgem os buracos negros? Maria Eduarda Cardoso Lamy Julia André Mirshawka Lucas Stecconi Duran
14 Sol, nossa estrela central Manuela Zanni Luiza Leão Marina Schussel
15 O ciclo da vida de uma estrela Lorena da Costa Astolpho Eleonora Rhein Raphael
16 O que é uma galáxia? Piraci Ubiratan Vieira de Oliveira Joaquim Grimaldi Roso
17 Interessantes fatos sobre a Lua Laura Testa Stifelman Camila de Souza Junqueira João Danelon Vaisman
18 O primeiro homem a pisar na Lua Teresa Schutzer Beatriz Molina Luca Giovannetti
19 O que é um cometa? Do que ele é composto? Manuela Chaia Silvaroll Maya Krause Tiago Marchi Pujol
20 Novos planetas Tiago Michieletto Arthur Andrade Oliver Schulz
21 O Big Bang, a grande explosão Tom Siqueira Lucas Luna Martin Goichberg Maria Luiza Rocha Freitas
22 A rotina da Lua Texto coletivo do 4o ano C
23 Existe outro planeta com possibilidade de vida Texto coletivo do 4o ano E
24 A iluminação tem seu lado bom e ruim Texto coletivo do 4o ano E VERALÁXIA | 3
NASA
Uma comparação das diferenças de Marte com a Terra
Marte, o planeta vermelho Conheça Marte e suas características
Você sabia que há água congelada em Marte? Você já viu Marte sem usar nenhum instrumento para ver o espaço? Descubra tudo isso neste texto. Marte tem a distância de aproximadamente 228 000 000 km em relação ao Sol, por isso é o quarto planeta do Sistema Solar, com diâmetro de 6 794 km. Tem uma superfície rica em ferrugem e sua temperatura máxima é estimada entre –5 ºC e 30ºC, e a mínima é de –120 ºC a – 87 ºC. Além disso, o planeta é coberto por uma poeira formada por pequenos grãos semelhantes à ferrugem, que o vento espalha por todo planeta, dan-
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do-lhe um aspecto avermelhado. Por isso o nome planeta vermelho. O quarto planeta do Sistema Solar tem algumas semelhanças com a Terra: os dois têm o mesmo tempo de rotação, possuem luas, calotas polares e várias estações em um ano. Marte tem uma lua chamada Fobos e a outra, Deimos, que são bem menores que a nossa. Suas calotas polares são formadas principalmente por água congelada situada no Norte e no Sul de Marte, como na Terra. “Já vi Marte sem nenhum instrumento para ver o espaço”, disse Rodrigo Nemi Porta, de nove anos. Marte pode ser visto em certas horas da noite a cada 26 meses, porque os planetas têm um tempo de translação diferente, então, acabam passando perto um do outro.
NASA/JPL-Caltech/University of Arizona
Ana Lavrador Xavier Rodrigo Nemi Porta Enrique Vieira Pellaes
Um pouco de gelo de Marte
Como foi possível notar, Marte não é tão diferente da Terra. Pelo tempo de translação dos corpos celestes serem diferentes, acabam passando perto um do outro, possibilitando a visão do planeta sem instrumentos para ver o espaço.
BBC Brasil. Disponível em: <http://www.bbc.com/ portuguese>. Acesso em: set. 2016 BRETONES, Paulo Sérgio. Os segredos do universo. São Paulo: Atual Editora, 2011. DRISCOLL, Michael. Céu noturno: uma introdução para crianças. São Paulo: Panda Books, 2009.
Conheça um pouco mais sobre os meteoros que já caíram na Rússia e no Brasil Vitória Berti Alice Moraes
Um meteoro é um corpo feito por rochas ou por metal que vem do espaço e cai diretamente na atmosfera terrestre. A maioria dos meteoros pega fogo ao entrar em contato com a atmosfera, criando um rastro de luz conhecido como estrela cadente. Quando um meteoro não se desfaz durante a queda e alcança a superfície, passa a se chamar meteorito.
Meteoro que atingiu a Rússia
Outro meteoro que atingiu a Terra, caiu no Brasil e foi encontrado pelo menino Bernardinho da Mota Botelho, em 1784, no município de Monte Santo. Chamado meteoro de Bendegó, ele já foi considerado o segundo maior, mas hoje ocupa o 16o lugar em tamanho. BATES, Johanna. Cae un meteorito em la India dejando muerto y 3 heridos. Tiempos Proféticos, 9 fev. 2016. Disponível em: <http://www.tiemposprofeticos. org/cae-meteorito-la-india-dejando-muerto-3-heridos/>. HE, Daniel. As dez maiores crateras des asteroides na Terra. Epoch Times, 6 set. 2013. Disponível em: <https://www.epochtimes.com.br/ dez-maiores-crateras-asteroides-terra/#.V8CUUvkrLcs>. METEORO e meteorito. Britannica Escola Online. Disponível em: <http:// escola.Britannica.Com.Br/article/481890/ meteoro-e-meteorito>. METEOROLOGIA acerta previsão do tempo de Retirolândia nesta sexta-feira (18). Retiro Notícias, 18 jan. 2013. Disponível em: <http://retironoticias.com.br/maior-meteoro-achado-no-brasil-caiu-na-bahiaha-110-mil anos/meteoro>. Acesso em: set. 2016.
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Ao se chocar com a Terra, o meteorito causa um impacto que cria buracos denominados crateras. Uma das vezes
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Meteoros que caíram na Terra
em que isso aconteceu foi no dia 15 de fevereiro de 2013, quando um meteoro atingiu a Rússia, provocou pânico e deixou quase mil feridos. Esse meteorito tinha 17 metros de diâmetro e 10 mil toneladas antes de entrar na atmosfera terrestre. Esse mesmo meteorito é o maior já visto desde o evento tunguska, que destruiu uma floresta de 2 mil km2 na Sibéria, em 1908.
Meteoro de Bendegó
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Nagualdesign/Creative Commons
Localização do nono planeta no nosso Sistema Solar
Um planeta invisível no nosso Sistema Solar Tyche, o planeta escondido André Felippe Felipe Pujol Beatriz Lapa
distância média entre a Terra e o Sol, cerca de 93 000 mil milhas (150 milhões de km).
Você sabia que existem planetas não vistos pela raça humana? Um desses planetas se chama Tyche.
Você sabia que é muito difícil achar informações sobre esses planetas? Nem mesmo os astrônomos sabem muito sobre eles, porque ficam atrás de outros planetas, o que dificulta a visão deles.
Os astrônomos identificaram dois desses planetas pelo seu brilho e por sondas que emitem raios infravermelhos mandados para o espaço. E um telescópio da Nasa, chamado Wise, foi verificar o que existe atrás de outros planetas e descobriu o Tyche. Cientistas identificaram que a média de temperatura de Tyche é de 100 °C. E seu tamanho é três vezes a massa de Júpiter. A distância entre Tyche e o Sol é de cerca de 30 000 unidades astronômicas. Unidade astronômica é a 6 | VERALÁXIA
BARBOSA, Cassio. O mistério dos planetas invisíveis. G1, 23 jan. 2015. Disponível em: <http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/blog/observatorio/ post/o-misterio-dos-planetas-invisiveis.html>. NONO planeta do sistema solar ainda é invisível. Suptnik News. Disponível em: <http://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/20160121/3356005/ planeta-invisivel.html>. Space. Disponível em: <http://www.space.com/>. THOTh3126. Telescópio Wise da Nasa pode ter encontrado o Planeta X. Thoth3126, 23 jul. 2016. Disponível em: <http://thoth3126.com.br/ nasa-o-telescopio-wise-pode-ter-encontrado-outro-planeta-tyche/>. Acessos: set. 2016.
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Asteroides
Os asteroides Saiba um pouco mais sobre os principais asteroides do Sistema Solar
Os asteroides são corpos rochosos e metálicos de tamanho médio. Com menos de 1 000 km de diâmetro, são os menores corpos do sistema solar. Eles possuem órbita definida ao redor do Sol. Entre as órbitas de Marte e Júpiter existe um cinturão de asteroides que pertence ao Sistema Solar. Essa enorme faixa de asteroides possui aproximadamente um bilhão desses corpos rochosos, mas a maioria tem no máximo 400 km de diâmetro. Os
maiores asteroides são: Pallas, com 530 km de diâmetro; Vesta, com 510 km; Hygea, com 410 km. Todos no cinturão de asteroides.
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Antônio Perassi da Cunha Maria Carrara Marchetti
Giuseppe Piazzi, homem que descobriu o primeiro asteroide, Ceres
O primeiro asteroide a ser descoberto foi Ceres. Acontece que ele não se parece muito com os outros asteroides por causa de seu tamanho: é considerado um planeta-anão, pois possui 950 km de diâmetro. Ele foi descoberto por um astrônomo chamado Giuseppe Piazzi, que nasceu em 1746 e faleceu em 1826. Ceres, o maior asteroide do sistema solar emite jatos de vapor-d’água. Época, jan. 2014. Disponível em: <http://epoca.globo.com/tempo/ noticia/2014/01/ceres-o-maior-asteroide-dosistema-solar-emite-bjatos-de-vapor-daguab.html>. Quantos asteroides existem no sistema solar. Britannica Escola Online, 2016. Disponível em: <http://escola.britannica.com.br>. Wikipédia. Disponível em: <pt.wikipedia.org>. Acessos: set. 2016.
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passam por vários estágios, que são: protoestrela, anã marrom, gigante azul, anã vermelha, supergigante, anã branca, anã negra e supernova.
O mundo das estrelas Saiba do que são feitas as estrelas, suas cores, sua temperatura e mais características
Você sabe do que são feitas as estrelas? Elas são feitas de: gás, plasma, matérias e hidrogênio. Elas têm cores e cada cor tem uma temperatura diferente: a vermelha tem aproximadamente 3 000 ºC, a laranja chega perto de 4 000 ºC, a amarela tem quase 6 000 ºC, a azul, cerca de 25 000 ºC e, por último, a branca, perto de 11 000 º C.
Quando olhamos elas à noite, parecem ser brancas ou azul-claras. Mas não, elas podem ser brancas, azuis, vermelhas, amarelas e laranjas. Os gases das estrelas são como um “combustível” que se queimam por completo, e as estrelas vão se apagando. Até isso acontecer, elas
ARAGÃO, Wildson. O Blog do Físico. Disponível em: <https://oblogdofísico.wordpress. com/?s=o+que+são+estrelas>. Acesso em: 14 ago. 2016. CESAR, S.; SANCHES, P. S. B.; SILVA Jr., C. Ciências: entendendo a natureza (O Mundo em que Vivemos). São Paulo: Saraiva. DRISCOLL, Michael. Céu noturno: uma introdução para crianças. São Paulo: Panda Books. INSTITUTO HOUAISS. Míni Houaiss dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva. KDE Documentation. Disponível em: <http:// docs.kpe.org>. Acesso em: 10 ago. 2016. KOLACZEK, Marie. O espaço. Tradução de Luciano V. Machado. São Paulo: Salamandra, 2003. (Coleção Criança Curiosa). Plasma. Wikipédia. Disponível em: <https:// pt.wikipedia.org/wiki/Plasma>. Acesso em: 16 ago. 2016.RIDPATH, Ian. Astronomia. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar.
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Essas estrelas são tão distantes da Terra, que até os telescópios mais potentes as enxergam como me-
ros pontos de luz. Além disso, elas nunca se movimentam. Tem mais algumas coisas que talvez você não saiba, por exemplo: as estrelas não são pontudas como as pessoas costumam desenhar, na verdade, elas são circulares. Também variam em: tamanho, massa, cor, idade, temperatura e muito mais.
Glossário Plasma: é um gás ionizado, o quarto estado da matéria.
Estrelas
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Carolina Pan Nina Grinbaum Gabriela Haipek
Os cientistas descobriram que as estrelas são feitas de: plasma, gás, matérias e hidrogênio. Variam em temperatura e cor. Elas são muito distantes da Terra. Passam por vários estágios e existem vários tipos de estrelas.
O espaço com estrelas de luz
A espetacular invenção de Galileu Bento Torres Junqueira Tiago Pereira de Holanda Porto Pedro Achcar Cardoso
O cientista Galileu Galilei realizou uma invenção importante para a humanidade: ele criou a luneta. Esse instrumento era formado por um tubo de 92,7 cm, coberto com couro vermelho, desenhado com ouro. Com o tempo, esse instrumento ficou amarronzado, mas continuou um belo instrumento. Galileu nasceu em Pisa (1564) e faleceu em Arceti (1642) na Itália, com 78 anos. Com esse aparelho, em 1610, esse astrônomo descobriu algumas manchas solares, a composição estelar da Via Láctea, os quatro satélites de Júpiter, as fases de Vênus e os anéis de Saturno. Galilei inventou sua primeira luneta com capacidade de aumentar 3 vezes a distância entre a luneta e os corpos celestes e depois aprimorou esse instrumento para aumentar 30 vezes essa distância.
Encontro de Jovens Cientistas. Disponível em: <https://encontrodejovenscientistas. files.wordpress.com/2015/4/ revistajovenscientistas4web.pdf>. LAS CASAS, Renato. Aconteceu no final de 1609. Observatório Astronômico Frei Rosário, UFMG, 11 dez. 2009. Disponível em: <http://www. observatorio.ufmg.br/Pas93.htm>. LUNETAS. História da luneta. Lunetas, 27 out. 2014. Disponível em: <http://lunetafisica.blogspot. com.br/2014/10/historia-da-luneta.html>. Wikipédia. Disponível em: <pt.wikpedia.org>. Acesso em: set. 2016.
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Com o passar do tempo, a luneta de Galileu foi sendo aprimorada por outros cientistas. Em 1733, por exemplo, Chester More Hall melhorou a luneta acrescentando duas lentes.
Galileu Galilei
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Descubra o que está por trás do mistério do que são realmente as estrelas cadentes Fernando Darvas Gustavo Viola Thomas Bottai
Se olhar para o céu e ver um astro celeste passando pelo espaço, você pensa: “é uma estrela cadente”, mas não! Muitas pessoas acham que tudo o que deixa rastro de luz no céu são estrelas cadentes. Os meteoros e cometas são diferentes, mas, na verdade, todos eles são conhecidos como estrela cadente.
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O que são, na verdade, as estrelas cadentes? Chuva de cometas de outro ponto de vista
Quando um cometa passa muito perto do Sol, ele perde partículas de gás e de poeira. Essas partículas são chamadas de meteoroides. Um meteoroide é um fragmento sólido do Sistema Solar que vaga pelo espaço. Quando entra na atmosfera terrestre, se queima totalmente e deixa um rastro de luz, formando o meteoro. Cometa é um fragmento formado pela junção de gelo e de vários gases. Ao se aproximar do Sol, ele forma uma cauda de gás fina e reta, que pode atingir até 100 milhões de km de comprimento. Quando olhamos para o céu e vemos esse fenômeno, pensamos “Olha, é uma estrela cadente!”. Mas não, isso é um cometa. Um exemplo desse tipo é o cometa Halley, que também pode ser considerado uma estrela cadente, mas que orbita o Sol. Ele é um dos cometas mais conhecidos e brilhantes (visíveis a olho nu) do cinturão de Kuiper (um cinturão de cometas do Sistema Solar) e foi visto pela última vez em 1986 nas proximidades da órbita terrestre. Calcula-se que a próxima visita seja em 2061, e algumas pessoas talvez se confundam ao vê-lo, pensando que ele é uma simples estrela cadente.
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Agora você já sabe. Quando você olhar para o céu e ver uma estrela cadente, lembre-se que pode ser um desses corpos vagando pelo céu noturno.
Chuva de cometas
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CHUVA de cometas similar à que houve antes da vida na Terra é detectada. Ache tudo e região. Disponível em: <http://www.achetudoeregiao.com.br/ noticias1/ciencia481.htm>. CHUVA de meteoros. Britannica Escola Online. Disponível em: <http://escola.britannica.com.br/assembly/180602/ A-chuva-de-meteoros-ocorre-quando-detritos-de-rocha-e>. Acesso em: set. 2016.
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Aurora-boreal em forma completa
A aurora boreal acontece nos polos Sul e Norte do planeta. No Hemisfério Norte, ela tem dois nomes conhecidos, que são aurora boreal e aurora polar, e no Hemisfério Sul ela é chamada de aurora austral. Ela é formada pelo choque das partículas produzidas pelos ventos solares com o campo magnético da Terra. Esse fenômeno pode ter várias formas, as mais famosas são: cortinas, ondas, faixas e nuvens com cores fracas.
Essas formas podem mudar de uma para outra, o brilho e as luzes também mudam. Além disso, ela pode dar interferência em quase todos aparelhos elétricos. Um outro detalhe é que não é possível ver a aurora boreal aqui no Brasil, ela só acontece nos polos da Terra. Que pena!
Aurora boreal
Você gostou de saber o que é aurora boreal? Conheça um pouco de sua beleza observando as imagens. Britannica Escola Online. Disponível em: <escola. britannica.com.br>. InfoEscola. Disponível em: <www.infoescola.com.br>. Mundo Estranho. Disponível em: <www.mundoestranho.abril.com.br>. Acessos em: set. 2016.
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Bruno Fechio Costa Felipe Lago Miranda
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Aurora-Boreal, o fenômeno noturno
Aurora boreal
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Instrumentos para ver o espaço Saiba mais sobre diversos instrumentos que usamos para ver o universo
Você sabia que existem vários tipos e modelos de equipamentos para enxergar o céu? A luneta foi um dos primeiros instrumentos criados para ver o espaço. Ela é composta por uma lente de aumento. Hans Lippershey foi quem inventou esse equipamento, no começo do século XVII.
Existem três tipos principais de telescópios, os refratores, que captam e focam luz com uma lente, os telescópios refletores, que usam um espelho para o mesmo fim, e os telescópios catadióptricos, que usam uma combinação de espelhos e lentes. Os homens inventaram vários modelos de telescópios modernos que são de grandes dimensões e contam com numerosos elementos
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Galileu Galilei aperfeiçoou a luneta e inventou o primeiro telescópio no ano de 1609. Os telescópios evoluíram muito e ficaram mais potentes, funcionando com um espelho ou com um mosaico de espelhos. Inclu-
sive inventaram um ótimo telescópio chamado Hubble, que aproxima grandes distâncias que não imaginamos e produz fotos muito boas para mandar aos satélites, que as repassam para a Nasa. Apesar de altamente tecnológico, já houve um pequeno problema na lente do Hubble.
Telescópio
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Outro instrumento é o binóculo, que é um dos instrumentos mais simples. Ele não é capaz de enxergar muito longe, mas é excelente para observações amadoras. São mais fáceis de encontrar, porém tem dois tubos. Os astrônomos costumam muito frequentemente usar a carta celeste (um mapa do céu noturno), que serve para ajudar os estudos dos cientistas e que, além disso, tem a função de facilitar a encontrar estrelas, galáxias e constelações. A humanidade sempre gostou de observar o espaço e sempre buscou novas maneiras de fazer isso. Com o passar do tempo, evoluíram muito e inventaram novos e potentes instrumentos para ver o céu, e, com certeza, vai continuar assim.
ANSELMO, Denise. Observando o céu: não comece pelo telescópio. Denise’s Blog: astronomia, 24 jul. 2009. Disponível em: <https:// teacherdeniseselmo.wordpress.com/2009/07/24/ observando-o-ceu/>. FARIA, Caroline. Telescópio Hubble. InfoEscola. Disponível em: <http://www.infoescola.com/ telescopios/telescopio-hubble/>. Acessos em: set. 2016.
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auxiliares para movê-los com precisão.
O telescópio Hubble
NASA/CXC/M.Weiss
Buraco negro sugando a sua luz
Como surgem os buracos negros? Maria Eduarda Cardoso Lamy Julia André Mirshawka Lucas Stecconi Duran
acordo com a teoria de Einstein, a força da gravidade seria uma manifestação da deformação no espaço, causada pela massa dos corpos celestes.
Os buracos negros seriam estrelas em seu último estágio de evolução, depois de consumir combustível. A estrela teria massa maior que três massas solares, e, quando isso acontece, a estrela se transforma em uma supernova.
As deformações que isso pode causar ao espaço são muito grandes porque os buracos negros podem ter qualquer tamanho, alguns podem ser fusões de outros buracos negros. Eles têm três características: massa, mometum angular e carga elétrica. Buracos negros são estruturas muito compactas.
Para escapar de um buraco negro, é preciso ter mais que a velocidade da luz, ou seja, nem a luz pode escapar. Em 1968, o físico Jonh Archibald Wheeler usou pela primeira vez a expressão “buraco negro”. Até hoje a melhor teoria para explicar esse fenômeno é a Teoria Geral da Relatividade, feita por Albert Einstein. De
FARIA, Caroline. Buraco negro. InfoEscola. Disponível em: <www.infoescola. com/astronomia/buraco-negro/>. REX. Buracos negros?! Ciência Hoje das Crianças, 6 nov. 2012. Disponível em: <http://chc.org.br/buracos-negros/>. Só Geografia. Disponível em: <www.sógeografia.com.br>. Acessos em: set. 2016.
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Vamos explorar o Sol e algumas de suas características
NASA/European Space Agency
Sol, nossa estrela central
Sol
Será que o Sol é mesmo amarelo como nos desenhos infantis? Nós, seres humanos, o vemos alaranjado, mas o Sol emite luz branca. Ele é o centro do Sistema Solar, nossa estrela central, mas, com o passar do tempo, ele se modificará. Nossa estrela central tem quatro planetas mais próximos e quatro mais distantes. Os quatro mais perto são: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. Os quatro mais longe são: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Sol jogando um pouco de lava
Essa estrela tem cerca de 4,5 bilhões de anos, idade calculada por meio da quantidade de hidrogênio disponível, usando uma técnica chamada espectroscopia, na qual a luz atravessa um prisma e se decompõe em sete diferentes cores, como se fosse o arco-íris. Entre essas faixas, aparecem linhas pretas que representam cada elemento químico. Uma delas é a do hidrogênio. “Quanto mais intensa é a linha, maior a quantidade de elementos”, explica o astrônomo Carlos. Os astrônomos concluíram que o Sol emite luz branca, mas todos enxergam amarelado ou alaranjado. Ele brilha há cinco bilhões de anos e continuará brilhando por mais cinco bilhões de anos. Depois irá aumentar, engolindo os planetas mais próximos, inclusive a Terra. Ao engolir os planetas, ele ficará menor que seu tamanho atual, depois, se transformará em uma nebulosa planetária e anã branca gelada.
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Ele é formado principalmente de hidrogênio (75%) e de hélio (23%). Sua temperatura na superfície é de aproximadamente 5 500 ºC, a temperatura do núcleo. O centro do Sol é de 15 milhões ºC e tem cerca de 1,4 milhões de km de diâmetro. O Sol tem sete camadas: coroa, esfera de cor, esfera de luz, núcleo, camada radiativa, camada de convenção. Há ainda uma camada chamada cromosfera, feita de hidrogênio e cálcio, sua temperatura pode variar de 4 000 ºK e 20 000 ºK.
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Manuela Zanni Luiza Leão Marina Schussel
Sol e os planetas mais próximos e mais distantes
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MODERNA. Ciências da Terra e do universo. São Paulo: Moderna, 2008. CALDINI,Vera; ISOLDA, Leda. Atlas geográfico Saraiva. São Paulo: Saraiva, 2004. DRISCOLL, Michael. Céu noturno: uma introdução para crianças. São Paulo: Panda Books, 2009. O SOL: mesmo sem oxigênio não se apaga. Site de Curiosidades. Disponível em: <http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/o-sol-mesmo-sem-oxigenionao-se-apaga.html>. ÁTICA. O universo. São Paulo: Ática, 1995 (Atlas Visuais). REX. Quantos anos tem o sol? Ciência Hoje da Criança, 9 ago. 2012. Disponível em: <http://chc.org.br/quantos -anos-tem-o-sol>. Acesso em: 23 jun. 16. SILVA, Débora. Planetas. Estudo Kids. Disponível em: <http://www.estudokids. com.br/planetas-classificacao-criterios-e-sistema-solar/>.
O ciclo da vida de uma estrela Como nasce uma estrela
Lorena da Costa Astolpho Eleonora Rhein Raphael
A vida da estrela varia conforme sua massa. As estrelas mais massivas vivem até milhões de anos, e as menos massivas vivem até trilhões de anos. Os cientistas não conseguem acompanhar o crescimento das estrelas, porque elas crescem muito devagar. A morte também vai depender de sua massa. Quando a estrela tem menos que oito vezes a massa do Sol, ela vai esfriando até liberar alguns gases e, depois, ela morre. Então ela vira uma estrela de nêutron ou um buraco negro, e assim por diante. Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Disponível em: <www.cbpf.br>. DRISCOLL, Michael. Céu noturno: uma introdução para crianças. São Paulo: Panda Books, 2009. WINTERS, Pierre. Estrelas e planetas. Ilustração de Margot Senden. São Paulo: Brinque Book, 2011. (Descobrindo o Mundo). Wikipédia. Disponível em: <pt.wipedia.org>. Acessos em: set. 2016.
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A estrela é um corpo celeste que nasce nas nebulosas — um conjunto de gás hélio, hidrogênio e poeira. A estrela também é feita de massa, fogo, cálcio e ferro. Há regiões em que há maior concentração de gases. Se uma estrela estiver em uma dessas regiões, ela começa a se contrair mais rápido até virar uma protoestrela. Nesse estágio, a estrela ainda não começou a brilhar nem a queimar, mas à medida que seus gases vão se aglomerando, ela começa a queimar e brilhar.
Todas as estrelas passam por estágios, e o primeiro deles é a protoestrela, como nós já falamos lá antes. O segundo é a anã marrom, que acontece quando a estrela nunca chega a ponto de brilhar. Gigante azul é a fase em que a estrela está bem quente e brilhante, a anã vermelha é quando a estrela tem pouca energia e brilha muito pouco, diferente da gigante azul. Supergigante, como o nome diz, é muito grande e pode ser muito maior que o Sol! A anã branca é a fase em que a estrela está muito pequena. Quando acaba o seu combustível, a anã branca se transforma em uma anã negra. As estrelas maiores, em vez de diminuírem, se transformam em supernova. Elas duram algumas semanas e são muito raras.
Ciclo de vida de uma estrela
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O que é uma galáxia?
Você sabia? O efeito Doppler supõe que havia um deslocamento do espectro. Hoje se sabe que, na verdade, são galáxias distantes que estão se afastando.
O grande mundo das galáxias, suas curiosidades e suas explicações no incrível mundo da ciência
Você sabia que uma galáxia é formada por vários corpos celestes? Esses corpos são: a Lua, o Sol e todos os planetas e estrelas que se aglomeram formando uma galáxia. Uma galáxia é um grande sistema gravitacional formado por estrelas, um meio interestelar de gás e poeira.
Curiosidades: • Para medir a velocidade de uma galáxia, usa-se o efeito Doppler. Esse efeito acontece quando uma galáxia se aproxima da Terra e a luz desse conjunto fica azul e, quando vai se distanciando da Terra, a luz fica vermelha.
Adam Evans/Wikimedia Commons
As três formas principais de galáxias são: elípticas, espirais e espirais barradas. A forma da elíptica é uma bola
esticada que não apresenta pontas, a espiral é uma bola no centro com listras arredondas em volta, e as espirais barradas são como a espiral, mas muito lisa e deitada. A galáxia em que vivemos é a Via Láctea, que tem a forma da espiral barrada.
Uma galáxia
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Algumas galáxias são tão grandes que, se pegarmos a espaçonave mais veloz do mundo inteiro, demoraria mais de 100 anos para atravessá-la. Uma galáxia pode ter 10,7 trilhões de estrelas. A galáxia Andrômeda tem 11,4 trilhões de estrelas, e todas fazem sua órbita no centro de uma galáxia.
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Galáxias diferentes podem se chocar e até se fundir, se juntar. Quando elas se aglomeram e se chocam, também pode acontecer de uma estrela ir de uma galáxia para outra, mas isso é muito raro.
MEDEIROS, Marcos Ferreira. O que acontece quando duas galáxias se chocam? Astronomia e Universo, 9 maio 2011. Disponível em: <http:// astronomy-universo.blogspot.com. br/2011/05/ o-que-acontece-quando-duas-galaxias-se.html>. MEDEIROS, Marcos Ferreira. Poeira interestelar. Astronomia e Universo, 23 fev. 2010. Disponível em: <http://astronomy-universo.blogspot.com. br/2010_02_23_archive.html>.
NASA/ESA/Hubble/Creative Commons
Piraci Ubiratan Vieira de Oliveira Joaquim Grimaldi Roso
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Colisão das galáxias
NASA/Wikimedia Commons
Interessantes fatos sobre a Lua Conheça melhor nosso satélite natural
poeirento, seco e cheio de crateras. As crateras existem porque, às vezes, meteoroides caem sobre alguns astros, e isso também ocorre com o nosso satélite natural (Lua). Quando eles caem sobre a superfície da Lua, formam-se crateras. Na Lua, não existe atmosfera, chuva e vento, por isso as marcas permanecem no solo lunar. Existem crateras tão profundas que podem ser vistas da Terra. A temperatura de dia é muito quente, a média é de 107ºC, e, de noite, ela é muito fria, a média é 153ºC negativos.
Laura Testa Stifelman Camila de Souza Junqueira João Danelon Vaisman
JeanLucMargot/Wikimedia Commons
Dois homens pisaram pela primeira vez na Lua, no dia 20 de julho de 1969: o comandante Neil Armstrong e Edwin Aldrin Buzz. Antes disso, a primeira espaçonave que aterrissou na Lua foi a sonda soviética, em 1959. Tudo isso porque uma das ideias mais antigas do homem era aterrissar na lua e voltar são e salvo, e isto finalmente havia acontecido.
Cratera
Quando Neil Armstrong chegou na Lua, reparou que o solo lunar era
Você sabe quais são as camadas do nosso satélite natural? A primeira camada é a crosta (a superfície), a segunda camada se chama manto e tem cerca de 1 000 km de espessura, a terceira camada é o núcleo externo semissólido, e a quarta camada é o pequeno núcleo interno, com a temperatura de 1500 °C.
As camadas da Lua
Kelvinsong/Creative Commons
Neil Armstrong
Atualmente, tem se discutido muito sobre a possibilidade de realizar turismo na Lua, pois até agora somente os astronautas têm acesso a esse corpo celeste. Depois de saber de todas essas informações, você ficou com vontade de visitar a Lua?
FARIA, Caroline. Eclipse lunar. InfoEscola. Disponível em: <http://www.infoescola.com/ sistema-solar/eclipse-lunar> A viagem do home à Lua, o maior espetáculo. Superinteressante, ed. 21, jan. 1989. Disponível em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/a-viagemdo-homem-a-lua-omaior-espetaculo>. Acessos em: set. 2016.
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O primeiro homem a pisar na Lua
Saiba mais sobre o primeiro homem a pisar na Lua e sua chegada Teresa Schutzer Beatriz Molina Luca Giovannetti
Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na Lua. Vocês sabem que contribuições o seu feito trouxe à humanidade? Em 1969, um grupo de 29 astronautas foram treinados pela Nasa com o objetivo de ir à Lua, mas apenas três foram escolhidos: Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins. Eles se tornaram a tripulação da Apolo 11.
As câmeras do módulo lunar filmaram a primeira viagem à Lua e foram transmitidas à Terra. Foi muito emocionante, pois muitos bilhões de pessoas puderam ver ao vivo aqui da Terra quando os astronautas deixaram a bandeira americana sobre a Lua. Pela televisão, Armstrong disse uma frase “Este é um pequeno passo
para o homem, mas um grande salto para a humanidade.” Armstrong voltou do espaço com muitas informações para a humanidade. Conseguiu o pó e a pedra da Lua, voltar com esses dois elementos faria a alegria dos cientistas. Depois, instalou na Lua um refletor de raios lasers, uma antena de comunicação, um painel para o estudo dos ventos solares e uma câmera de TV. Quando voltaram, a sensação era de que realmente se tornou verdade o sonho do homem de ir até a Lua e voltar são e salvo. Depois dessa primeira viagem, houve mais seis, da Apollo 12 a Apolo 17. CHAVES, Edu. O homem pisou na lua sim! Sequelanet, 21 jul. 2009. Disponível em: <http:// www.sequelanet.com.br/2009/07/ o-homem-pisou-na-lua-sim.html>. NEIL Armstrong. Wikipédia. Disponível em: <https://en.wikipedia.org/wiki/Neil_Armstrong>. Acessos em: set. 2016.
No dia 20 julho de 1969, Neil Armstrong e Edwin Aldrin viajaram na Apolo 11, pousando com suavidade no solo lunar. Nas primeiras horas de 21 de julho, Armstrong abriu a escotilha, desceu pela escada e pôs o pé sobre a superfície da Lua, seguido, pouco depois, de Aldrin. Eles deram vários passos pela Lua e recolheram várias amostras do solo lunar. 18 | VERALÁXIA
NASA/Wikimedia Commons
Armstrong nasceu no dia 5 de agosto de 1930, em Ohio, e ele faleceu no dia 25 de julho de 2012, com 82 anos. Entrou para Nasa em 1962. A atenção de todos se voltou a Neil Armstrong ou Aldrin, porque um dos dois iria fazer a primeira pegada na Lua.
Neil Armstrong após volta da Lua
NASA/W. Liller
Cometa Halley
O que é um cometa? Do que ele é composto? Conheça mais sobre cometas e as aparições do cometa Halley Manuela Chaia Silvaroll Maya Krause Tiago Marchi Pujol
Cometa é um corpo celeste que gira em torno do Sol e da Terra. Quando um cometa passa perto da Terra, fica muito mais brilhante do que já é. Existem cerca de 30 trilhões de cometas. Eles são compostos de bolas de neve sujas, do tamanho de montanhas, que normalmente, quando nós olhamos da Terra, são muito pequenos. O cometa Halley tem esse nome por causa de Edmond Halley, que foi a primeira pessoa a visualizar esse
cometa. Sua primeira aparição no céu da Terra foi em 1910, e sua última foi em 1986. Esse cometa tem uma cauda de 150 milhões de quilômetros e corre a uma velocidade impressionante de 63,3 km/s. Curiosidades: •
A passagem de um cometa perto do nosso planeta é sempre um fenômeno interessante para o ser humano.
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A palavra cometa veio do latim cometes, que veio do grego Kone, que significa “cabeleira da cabeça”.
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Halley é o cometa mais raro de se visualizar.
E você? Conhece algum cometa que já caiu no nosso planeta? BIANCHI,Victor. Onde está o cometa Halley. Mundo Estranho, 19 ago. 2016. Disponível em: <http://mundoestranho.abril.com.br/ciencia/ onde-esta-o-cometa-halley/>. FERREIRA, Wilson. Uma mercadoria chaada cometa Haley. Jornal GGN, 26 nov. 2012. Disponível em: <http://jornaalggn.com.br/blog/luisnassif/ uma-mercadoria-chamada-cometa-halley>. Grande asteroide passará raspando na Terra no Halloween, dizem astrônomos. Folha Vitória, 30 out. 2015. Disponível em: <http://www. folhavitoria.com.br/geral/noticia/2015/10/ grande-asteroide-passara-raspando-na-terra-nohalloween-dizem-astronomos.html>. Acessos em: set. 2016.
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Novos planetas
que tem 700 km de diâmetro e 700 anos de translação, no caso de Plutão, são 248 anos. Em 2096, quando alcançar o ponto de sua órbita mais próximo do Sol, o novo planeta estará dentro da órbita de Plutão. No ponto mais afastado, seria 120 vezes a distância entre o Sol e a Terra, 18 bilhões de km do Sol.
Usando o telescópio Kepler, Nasa descobre 3 371 planetas Tiago Michieletto Arthur Andrade Oliver Schulz
Você sabia que a Nasa descobriu novos planetas? Ela achou com o telescópio espacial Kepler 3 371 novos planetas e 42 deles podem ter vida. Esse foi o maior número de planetas encontrados até o momento. O telescópio Kepler foi enviado para o espaço no dia 6 de março de 2009 e foi criado por Fohannes Kepler. Dentro do Kepler tem uma câmera frontal de 1,4 m de diâmetro, colocada sobre sensores digitais, como os de uma câmera fotográfica. Em 11 de maio de 2016, a Nasa descobriu uma nova técnica estatística, desenvolvida para analisar as informações do telescópio. Os cientistas, usando o Kepler, descobriram 42 exoplanetas (exoplanetas
são planetas fora do nosso Sistema Solar), destes, nove têm mais chance de ter vida e 33, menos. Os nove são: GJ 667 Cc (22 anos-luz), Kepler-442 b (1115 anos-luz), GJ 667 Cf (22 anos-luz), Wolf 1061 c (14 anos-luz), Kepler-1229 b (769 anos-luz), Kapteyn b (13 anos-luz), Kepler-62 f (1 200 anos-luz), Kepler-186 f (561 anos-luz) e GJ 667 C e (22 anos-luz). Esses novos planetas ficam em uma zona habitável de seu Sol.
Os cientistas descobriram que existem 3 371 novos planetas e 42 deles têm mais chances de ter vida, e todos foram descobertos utilizando o telescópio Kepler, os cientistas também descobriram que temos um novo planeta no nosso Sistema Solar chamado Planeta X e que em algum lugar no espaço pode existir outra estrela muita parecida com o Sol e também pode existir uma nova Terra. Você acha que isso pode ser verdade? COHEN, Nicolas. La Terre au sein du système solaire. Le site SVT de Nicolas Cohen. Disponível em: <http://lycee.nicolas-cohen.org/index.php/ seconde/terre-vie-seconde/188-tp1-seconde>. Kepler (sonda espacial). Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Kepler_(sonda_ espacial)>. MOREIRA, Isabela. Nasa encontra 1.284 novos planetas. Galileu, 10 maio 2016. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/ noticia/2016/05/nasa-encontra-mais-de-1284novos-planetas.html>. Acessos em: set. 2016.
Glossário Anos-luz: velocidade mais rápida do mundo que são quase 10 milhões de km de distância.
Você sabia que existe um novo planeta-anão no nosso Sistema Solar? Ele é o Planeta X, ou 2015-RR245,
Zona habitável
Novos planetas
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Ideal
Muito frio
Tamanho do planeta: 1=2x Terra
NASA
NASA. (Foto: NASA/W. Stenzel)
Muito quente
Esquema sobre zona habitável
Domínio Público. Creative Commons
Big Bang explodindo
O Big Bang, a grande explosão Conheça o Big Bang e suas pesquisas Tom Siqueira Lucas Luna Martin Goichberg Maria Luiza Rocha Freitas
são. Fred Hoyle que deu o nome do Big Bang – que em português significa “Grande Explosão”.
Os cientistas explicam o começo de tudo com a teoria do Big Bang. Antigamente, há 10.000.000 anos, existia uma bola gigante, quente e preta. Um dia, caiu um asteroide de gelo na bola e ela explodiu, separando as galáxias e criando o universo.
Depois da teoria do Big Bang, o físico Albert Einstein criou a teoria das leis da gravidade – uma das razões para o Big Bang acontecer foi a gravidade. Porque se tivesse gravidade no espaço o asteroide de gelo não teria caído no Big Bang.
O primeiro cientista a pesquisar essa teoria foi Georges Lemaitre. Esse cientista chamava a teoria do Big Bang de teoria da grande explo-
Após o choque inicial, toda a matéria e a radiação luminosa que existia se separaram e o universo começou a ficar muito claro; devido à união
das pequenas partículas chamadas elétrons aos seus núcleos atômicos a luz poderia caminhar livremente. Edwin Robble pesquisou e descobriu que as galáxias estavam se afastando, por causa do Big Bang. Então, de acordo com as pesquisas dos cientistas, o Big Bang foi o começo de tudo. FARIA, Caroline. Cosmologia. InfoEscola. Disponível em: <www.infoescola.com/ cosmologia/big-bang>. Teoria do Big Bang. Sua Pesquisa.com. Disponível em: <www.sua pesquisa.com/o_ que_ e/teoria_ big_bang.htm>. Acessos em: set. 2016
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Domínio Público/Creative Commons
A rotina da Lua
Wikimedia Commons
Saiba qual é sequência das fases da Lua e suas características
Você sabe quais são as características da Lua e a sequência de suas fases? Ela não tem atmosfera e é formada principalmente por rochas. Sua superfície tem diversas crateras, causadas por uma chuva de meteoros e asteroides que aconteceu há mais de quatro bilhões de anos, que a atingiu e formou grande parte de suas crateras. A maior delas recebeu o nome de Clavius. Além das crateras, a Lua tem regiões planas que não foram atingidas por meteoros e são vistas pelos astrônomos como manchas escuras, chamadas de mares escuros. Outra característica é que provavelmente existe água congelada na Lua. Os cientistas ainda estão pesquisando e supõem que pode haver água nos locais onde há sombra ou em crateras. O nosso satélite natural, a Lua, tem quatro fases principais chamadas: nova, crescente, cheia e minguante. Ao contrário do Sol, que sempre o enxergamos como uma esfera no céu, a Lua, dependendo de sua fase, apresenta uma visão diferente de sua forma. Nós observamos as quatro fases principais da Lua porque o lado do nosso corpo celeste voltado para o Sol está sendo iluminado e a face oposta está escura. Como ela gira em volta da Terra, visualizamos a Lua de formas diferentes, ou seja, as suas diversas fases. Quando a Lua está entre o Sol e a Terra, a parte virada para nós não é visível, essa é a Lua nova. Sua face direcionada para o Sol chega a uma temperatura de 107 °C. Quando ela está ao lado da Terra, apenas enxergamos metade dela, essa é a crescente. Enxergamos a Lua cheia inteiramente iluminada porque ela está atrás da Terra. Sua parte escura chega a uma temperatura de 153 °C negativos. Como a fase crescente, mas do lado oposto do nosso planeta, somente conseguimos ver metade dela, é a minguante.
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Wikimedia Commons
Texto coletivo do 4o C
Fases da Lua
Todo dia, o tempo que cada fase fica visível para nós, aqui da Terra, é de aproximadamente doze horas. O horário em que a Lua nasce e se põe varia dependendo da fase que está. A nova aparece no céu às 6h00 e põe-se às 18h00, mas nós não a vemos. A Lua cheia surge às 18h00 e desaparece às 6h00 do dia seguinte. A minguante aparece às 24h00 e se põe ao meio-dia. Já a crescente, ao contrário da minguante, aparece ao meio-dia e vai desaparecendo da nossa vista à meia-noite. O Sol e a Lua são bem diferentes: o Sol não tem fases, porém ele tem luz própria, a Lua apenas reflete a luz solar e tem fases. O Sol sempre está parado, e a Lua não, porque possui três movimentos, são eles: rotação, quando ela gira ao redor de si mesma, translação, quando ela gira em volta da Terra e também ao acompanhar a Terra em torno do Sol. Os povos da Antiguidade observaram a Lua, e descobriram que ela é inconstante. Eles também perceberam que o nosso satélite natural muda de fase a cada sete dias ou mais, aproximadamente uma semana. Para uma fase se repetir, demora 29 dias. Além disso, descobriram que ela interfere nas marés. A Lua é inconstante porque ela sempre muda de fase. É importante também sua influência nas marés, calendários, e, na Antiguidade, indicava quando plantar e colher. ESCOLA VERA CRUZ. Lua, inconstante Lua. Disponível em: <http://site. veracruz.edu.br>. Acesso em: set. 2016.
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VOCÊ SABIA?
Próxima b
Existe outro planeta com possibilidade de vida Texto coletivo do 4o ano E
Em 2013, foi descoberto um planeta, porém os cientistas achavam que era uma estrela, então, nomearam de Pale Red Dot – Pequeno Ponto Vermelho. Assim que foi descoberto como um planeta, foi batizado de Próxima b.
Esse planeta é semelhante à Terra, tem quase o mesmo tamanho, apenas com um terço a mais de massa. Além disso, tem possibilidades de vida parecidas com a Terra como: temperatura, água em estado líquido, superfície rochosa e possivelmente pode ter atmosfera. Os cientistas estão estudando o Próxima b, mas ainda não possuem tecnologia suficiente para a obtenção de mais informações sobre esse planeta.
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NASA/Wikimedia Commons
VOCÊ SABIA?
Poluição luminosa
A iluminação tem seu lado bom e ruim Texto coletivo do 4o ano E
O uso excessivo de iluminação artificial pode interferir: em nosso sono, no brilho das estrelas e no trajeto de migração dos pássaros. Também interfere no trabalho de observação dos as24 | VERALÁXIA
trônomos, na visibilidade do universo. Uma das soluções para o problema é substituir as lâmpadas brancas pelas amarelas. TÁVORA, Fernanda. Muita Iluminação, pouca visão. Ciência Hoje das Crianças. Disponível em: <chc.cienciahoje.uol.com.br/muita-iluminacao-pouca-visao>. Acesso em: set. 2016.