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edição 12 | fevereiro | 2º semana


MERCADO Planos de saúde tem de melhorar regulamentação, avalia ANS

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado discute, neste momento, o atendimento prestado por planos de saúde no Brasil. O secretário executivo da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), João Luiz de Barroca, disse que o sistema avançou, mas reconheceu que o serviço ainda não está consolidado. Segundo ele, os principais problemas dizem respeito à falta de regulamentação do setor. Ele lembrou que, há cerca de 15 anos, não havia lei que direcionasse o atendimento oferecido pelos planos de saúde no país. A situação, segundo ele, abria caminho para que algumas operadoras chegassem a oferecer um número máximo de cinco consultas ao ano e apenas três dias de internação em unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

“Em 1998, ao Legislativo atacou uma das pendências da Constituição”, disse. “Mas é importante que se tenha clareza de que é um sistema em construção. Temos o maior sistema de saúde pública do mundo e o segundo maior mercado de saúde suplementar”, completou.

Durante a audiência pública, o representante da ANS lamentou a morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira,

no último dia 19. Segundo a família, ele passou mal e teve o atendimento negado em dois hospitais particulares porque não tinham convênio com o plano de saúde do servidor público.

A presidente da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas), Denise Rodrigues de Brito, concorda que a maior preocupação em relação ao tema, neste momento, deve ser a regulamentação do sistema de saúde suplementar.

“Temos um marco regulatório provisório, não temos ainda uma resposta definitiva do Congresso Nacional em relação a esse marco regulatório”, disse. “No ano passado, fizemos oito audiências públicas, mas não houve consenso entre os parlamentares e não conseguimos avançar”, explicou.

As pequenas operadoras, de acordo com a Unidas, estão desaparecendo em razão da tendência de concentração de mercado. Há, segundo Denise, um crescimento no número de usuários de planos de saúde acompanhado de um decréscimo na quantidade de operadoras.

“Seja na saúde pública ou na saúde privada, temos hoje uma situação que nos pede uma resposta e um olhar FONTE: Portal SEGS DATA DE PUBLICAÇÃO: 05/02/2012


muito mais atenciosos. Há uma tendência de maior longevidade e menor natalidade, a população está ficando mais idosa. Há uma mudança no perfil demográfico e epidemiológico”, destacou.

Para o diretor executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Pedro Armengol, a carência de atendimento na saúde pública serve de estímulo para o que chamou de mercado da saúde. As operadoras, segundo ele, são vistas pela população brasileira como “salvadoras” do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O problema hoje é que a demanda está muito grande. Não conheço um dirigente sindical no Brasil que não tenha como uma das bandeiras principais a defesa do SUS. Mas o que a gente vê no dia a dia é a gente negociando com os empregadores para que a base de trabalhadores tenha atendimento pela saúde suplementar.”

Armengol defendeu que o Congresso brasileiro discuta uma forma de regulamentação do sistema de saúde suplementar em que prevaleçam os valores humanos e não os lucros.

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MERCADO Allianz Saúde reformula plano Excellence e amplia benefícios para novos contratos

Segurado pode realizar até as vacinas necessárias para viagens nacionais e internacionais Os novos contratos do plano Excellence da Allianz Saúde contam com mais coberturas e serviços. Em todo país, os segurados têm à disposição a vacina do viajante, escleroterapia e cirurgia refrativa. Já na grande São Paulo, a novidade também inclui a coleta domiciliar, check-up cardíaco e tratamento por radioterapia conformacional. "As mudanças nesse plano irão permitir que os nossos usuários acompanhem mais sua saúde preventivamente e, com isso, aumentem a qualidade de vida", lembra o diretor comercial da Allianz Saúde, Giuliano Mourão. As vacinas de cólera, hepatite A e B, febre amarela e tifóide, meningocócica A + C, raiva, tétano e sarampo já participam do plano. A escleroterapia, tratamento eficaz para prevenção de varizes, pode ser realizada em 12 sessões anuais. As cirurgias refrativas, realizadas para corrigir miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia, passaram a ser realizadas em pacientes que tenham a partir de dois graus. Em São Paulo, o check-up cardíaco não precisa mais de pedido médico e a coleta domiciliar pode ser utilizada até cinco vezes por ano. Os segurados contam, ainda, com atendimento em novos hospitais na capital e interior. conferida no site www.allianz.com.br. FONTE: Portal SEGS DATA DE PUBLICAÇÃO: 06/02/2012


Diminui o ritmo do aumento dos beneficiários dos planos de saúde no país

No 3° trimestre de 2011, o número de beneficiários dos planos de saúde alcançou 47 milhões, um crescimento de 0,2% em relação ao trimestre anterior, conforme o Caderno de Informação da Saúde Suplementar divulgado pela ANS. A taxa de crescimento de 5,5%, no acumulado em 12 meses, retornou para valores próximos à média verificada entre janeiro de 2005 e setembro de 2011 (5,3%). “O número de beneficiários em planos coletivos continua crescendo a taxas acima da média do mercado, porém com diminuição de ritmo. Vale destacar que o crescimento do número de beneficiários havia alcançado 9,3% ao ano em março de 2011 - período marcado pelo aquecimento da economia do país”, analisa Luiz Augusto Carneiro, Superintendente do IESS, Instituto de Estudos de Saúde Suplementar. Segundo o IESS, o decréscimo de 0,3% de beneficiários de planos médicos individuais, no 3º trimestre de 2011, recém-divulgado pela ANS, reflete o momento econômico. No mesmo período, a renda média real da população ocupada teve variação muito próxima de zero, em relação ao 2º trimestre de 2011 (0,02%), reflexo da taxa de inflação, que compromete a renda disponível.

Os beneficiários de planos de saúde na faixa etária de 19 a 59 anos é a que mais cresce, 6,6% nos últimos 12 meses, impulsionada pelo crescimento dos planos coletivos empresariais. A faixa etária de 0 até 18 anos tem perdido representatividade relativa, apesar do crescimento em número absoluto constatado recentemente pela ANS: 3,4% nos últimos 12 meses. E a faixa a partir de 59 anos, com crescimento de 4,1%, tem mantido sua representatividade relativa. Outro destaque do Caderno é o Rio de Janeiro, único estado brasileiro com crescimento maior de planos de saúde no interior. Conforme os dados, 71,5% dos beneficiários de planos de saúde se concentram nas regiões de maior atividade econômica do país, como capitais e regiões metropolitanas. Dentre os estados compreendidos na pesquisa mensal do emprego do IBGE, o Rio de Janeiro é o único cujo interior ganhou proporcionalmente mais beneficiários de planos de saúde do que a região metropolitana (9,3% contra 4,5%). “Esta interiorização do mercado de saúde suplementar é fruto do desenvolvimento econômico no interior do estado. São destaques de crescimento no número de beneficiários as cidades do sul fluminense, como Barra Mansa (13,5%) e Volta Redonda (8,9%), pólos de indústria siderúrgica, e Macaé (13,1%), na região petrolífera”, afirma Luiz Augusto.

Faixa etária entre 19 a 59 anos está entre os maiores beneficiários de planos de saúde FONTE: Portal SEGS DATA DE PUBLICAÇÃO: 08/02/2012

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Clipping 10.02.12