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[introdução]

O design é uma área criada pelo agenciamento de conhecimentos provenientes das mais diversas origens e naturezas, constituindo uma ferramenta de pensamento multidisciplinar extremamente dinâmica e complexa. Por esse aspecto, desde sua origem encontra-se constantemente confrontado com fenômenos imprecisos e conceitos vagos. Com o objetivo de se auto-afirmar como disciplina especializada, os pioneiros da profissão viram-se obrigados a desenvolver uma espécie de lógica do provável e do impreciso, e de aprender a servir-se dela com extremo rigor (o que não exclui jamais todos os riscos que comporta intrinsecamente este procedimento).


Paralelamente, e em especial a partir da segunda metade do século XX, algumas das Ciências Naturais (amparadas pela matemática e pela computação) passaram a se preocupar com o funcionamento dos sistemas ditos dinâmicos, isto é, complexos e não-lineares. Como conseqüência, acabaram fornecendo modelos teóricos capazes de explicar fenômenos de comportamento indeterminado, servindo como ferramentas de análise para diversos outros campos de conhecimento, como a economia, a geografia, a sociologia, a psicologia e etc. Este seminário, tem como objetivo apresentar um desses modelos como ferramenta útil à compreensão dos fenômenos do mundo das formas.


Vale ressaltar que a utilização de tais modelos deve preferencialmente ser operada por metáforas, sem alimentar a ilusão inocente de que estes funcionem exatamente como formulados em suas áreas. Entretanto, imagens, analogias e metáforas desempenham um papel importante e muito menos negativo do que a epistemologia racionalista tende a admitir, sendo responsáveis em boa medida pelo desenvolvimento e pela inovação científica. Nessa apresentação portanto, corro seriamente o risco de cometer erros e abusos naturais a todo e qualquer processo de transposição de conceitos entre áreas do conhecimento muito díspares - principalmente porque esta tarefa foi realizada por um curioso e não por um especialista.


.I [os campos morfogenĂŠticos e a teoria das catĂĄstrofes]


[os campos morfogenéticos e a teoria das catástrofes]

A idéia de fazer um seminário sobre este tema nasceu da leitura do livro 'Einstein, Gertrude Stein, Wittgenstein e Frankenstein - reinventando o universo', de John Brockman, emprestado pelo professor André Monat. Por se tratar de um livro sobre pesquisa científica escrito em meados da década de 80, diversas informações publicadas encontram-se um pouco defasadas, o que entretanto não fez o livro deixar de ser bastante interessante. Na metade da publicação, numa parte destinada a apresentar algumas teorias do campo da biologia (e áreas afins), o autor faz uma breve apresentação do trabalho de dois pesquisadores: o matemático René Thom, pai da Teoria das Catástrofes e o biólogo D'Arcy Thompson.


René Thom, filósofo e matemático francês, é reconhecido por ter traduzido em termos algébricos diversos conceitos intuitivos. Em seu jeito peculiar de fazer ciência, sempre que pôde limitou-se a lançar novas idéias que inspiraram outros a ir mais além, pois não gostava dos infinitos detalhes técnicos envolvendo a prova de um teorema. Brilhante em sua área (recebeu em 1958 a prestigiada medalha Fields), seu trabalho veio a auxiliar alguns importantes questionamentos do ramo da biologia.


No início do século XX, o biólogo D'Arcy Thompson observou que as formas de muitos seres vivos se pareciam com as estruturas de certos fenômenos inanimados (por exemplo, a semelhança existente entre a forma de uma medusa e a forma de uma gota de tinta se difundindo na água).


Thompson se perguntava se existiria alguma teoria abstrata e puramente geométrica da morfogênese dos organismos vivos que pudesse predizer suas formas e dimensões independentes das forças biológicas que as criavam. Buscando explicações para diversos fenômenos da natureza, ele deduziu isso em relação a alguns padrões e estruturas biológicas, como por exemplo a forma hexagonal dos favos de uma colméia de abelhas.


O formato hexagonal não decorre de nenhum plano prévio que implica na escolha dessa forma, mas de uma explicação matemática bastante simples. O que ocorre é que o trabalho de cada abelha, para maximizar a área do favo que está construindo, a leva a tentar construir uma forma circular. Contudo, ao redor de um círculo só é possível colocar seis outros círculos do mesmo tamanho: neste caso, outros favos sendo construídos por outras abelhas. As forças físicas (tensão superficial) interagem para deformar as esferas, levando-as a assumir a forma de hexágonos.


Não é “intenção” de qualquer abelha a construção de hexágonos. Entretanto, dada a interação entre as ações autônomas das abelhas e as restrições impostas pelo mundo físico (observado pela matemática), o hexágono é a única possibilidade resultante.


No começo da década de 80, René Thom, por sua vez, sugeriu que a teoria das catástrofes talvez pudesse proporcionar de forma convincente essa formulação à biologia. Grosso modo, a teoria das catástrofes é um ramo da matemática que trata de formular modelos abstratos para auxiliar a compreensão de fenômenos marcados por transições em saltos, descontinuidades e alterações súbitas, onde mudanças contínuas na causa podem provocar mudanças abruptas no efeito.


Em seu livro Structural Stability and Morphogenesis (publicado em 1972), Thom escreveu que os parâmetros que governam a curva da cauda da andorinha podem ser representados por uma equação matemática intrigantemente concisa. Mais ainda, Thom observou que a curva definida pela equação se repete numa variedade de fenômenos, tanto vivos como inanimados, em toda a natureza.


Thom acreditava que a formulação de uma série de modelos matemáticos poderia ser uma maneira eficiente para tentar compreender alguns enigmas da ciência. A partir de seus estudos, sugeriu que esses modelos estão operando na criação de todas as formas da natureza através do que ele chamou de campos morfogenéticos.

[campo = área de influência / morfogenético = criador de forma] ou seja, um campo morfogenético é um ambiente (físico / conceitual) gerador de forma.


Ele postulou ainda que nesses campos (sistemas dinâmicos) a forma física final dos fenômenos é diretamente influenciada por uma ou mais forças de atração, os chamados atratores. O conceito de atrator é utilizado por diversas áreas da matemática e da física, e pode ser definido como um comportamento responsável por fazer um sistema dinâmico convergir para um ponto.

[atratores = situações / condições que determinam a morfogênese]


Concluiu então, que toda morfogênese “pode ser descrita pelo desaparecimento dos atratores iniciais e sua substituição, por captura, pelos atratores que representam as formas finais.” René Thom acreditava que em virtude da amplitude das idéias desenvolvidas, a teoria das catástrofes poderia oferecer explicações a diversas áreas de pesquisa, tendo portanto mais abrangência que uma simples aplicação à compreensão de estruturas biológicas: talvez fosse possível utilizá-la para definir certos parâmetros de comportamento (sociais, psicológicos, meteorológicos, econômicos).


Durante uma breve pesquisa na internet pude encontrar a noção de campos morfogenéticos aplicada como ferramenta de análise em diversas áreas de pesquisa.


. II [os atratores tecnol贸gicos]


[os atratores tecnológicos]

A partir da leitura deste capítulo do livro, como designer naturalmente passei a projetar os conceitos recém adquiridos na minha área de interesse e no meu objeto de estudo (o design gráfico, a tipografia, a ilustração, a caligrafia e etc). Refletindo, ainda que de forma desordenada, questionei se as ferramentas tecnológicas do nosso tempo não atuam como poderosos atratores, capazes de interferir e condicionar o processo criativo, transformando a tecnologia digital numa espécie de complexo campo morfogenético.


Percebi então que todos estamos cercado por atratores, de todas as naturezas e espécies (tecnológicos, político-ideológicos, sociais, culturais) e compreendi que esta ferramenta de análise poderia ser interessante para outras pessoas deste curso.


Depois de rabiscar na parede da cozinha da minha casa uma série de esquemas, fórmulas e diagramas; Depois de anotar em meu caderno de estudo diversos postulados (todo campo de criação depende exclusivamente de 3 aspectos: o operador, o suporte e a ferramenta; que a técnica é por natureza um campo morfogenético; que tanto o suporte como a ferramenta funcionam como atratores); Depois de perder o sono tentando ordenar um conjunto de reflexões completamente amorfo, inconcluso e não-linear; Cheguei a algumas conclusões.


. III [considerações pessoais]


Habitamos um mundo gerenciado e manipulado por toda sorte de ferramentas, muitas delas operando em níveis altíssimos de complexidade e especialização. A evolução gradual dessas ferramentas proporcionou no último século o maior salto tecnológico da história da humanidade, e ao que parece, estamos ainda longe de termos compreendida a dimensão aproximada de suas conseqüências.


Observadas com algum distanciamento (uma espécie de hipermetropia científica), podemos perceber claramente que as mudanças tecnológicas não alteram apenas os hábitos da vida cotidiana ou as práticas produtivas de uma sociedade, mas toda a estrutura de pensamento e o sistema de valores de uma determinada época. Nossos valores tradicionais, visceralmente baseados na experiência humana têm sido consideravelmente afetados pelos meios eletrônicos, pelo seu caráter de simulação, e pela sua condição dinâmica e imaterial.


Talvez por isso, muitas pessoas encontrem grande dificuldade em analisar esta questão sem evitar uma atitude de repúdio e pânico moral (mesmo em ambientes intelectualmente desenvolvidos), tendendo a transformar o instrumental técnico em bode expiatório para grande parte dos males do mundo. Em contrapartida, existem ainda os que ignoram por descuido ou intenção os aspectos negativos do aparato técnico-científico de seu tempo, excluindo-os de qualquer tipo de questionamento moral.


No universo de criação digital - por natureza um ambiente de simulação - questionar a ferramenta por seu aspecto tecno-determinista torna-se um desafio bastante complexo, na medida que em muitos aspectos a forma dos 'objetos' é apenas uma questão de convenção e referência.


Como designer, acredito ser substancialmente importante identificar quais são os potenciais e eventuais atratores dentro do meu ambiente de produção profissional, procurando exercer um nível maior de interação consciente sobre eles. Sem diminuir o processo criativo, o que chamamos de expressão pessoal na verdade parece ser uma combinação particular do controle exercido sobre um complexo conjunto de atratores: tecnológicos, culturais, ideológicos e psicológicos.


Logo, para evitar que características inerentes a determinado meio se sobreponham aos interesses e as intenções do designer, é imprescindível possuir o pleno conhecimento da ferramenta tecnológica, impedindo que o processo criativo transforme-se numa atividade delimitada (quando não resumida) a simples reorganização de um conjunto de variáveis pré-estabelecidas. Em muitos casos, não é o que acontece.


. IV [opini천es comparadas]


Para complementar a discussão, achei interessante contrapor a opinião de três autores a respeito do assunto, utilizando algumas citações retiradas de seus livros.

Pierre Lévy - As Tecnologias da Inteligência (1990) e O que é o Virtual? (1995) Vilém Flusser - Filosofia da Caixa Preta (1983) Marshall McLuhan - Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem (1964)


[campos morfogenéticos]

"O estado das técnicas influi efetivamente sobre a topologia da mega-rede cognitiva, sobre o tipo de operações que nela são executadas, os modos de associação que nela se desdobram, as velocidades de transformação e de circulação das representações que dão ritmo a sua perpétua metamorfose." [Pierre Lévy - As Tecnologias da Inteligência]


[campos morfogenéticos]

"Importa no entanto sublinhar que o aparecimento ou a extensão de tecnologias intelectuais não determinam automaticamente este ou aquele modo de conhecimento ou de organização social. Distingamos portanto cuidadosamente as ações de causar ou de determinar, de um lado, e as de condicionar ou tornar possível de outro. As técnicas não determinam, elas condicionam." [Pierre Lévy - O que é o virtual?]


[ferramenta e configuração]

"Uma certa configuração de tecnologias intelectuais em um dado momento abre certos campos de possibilidades (e não outros) a uma cultura." [Pierre Lévy - As Tecnologias da Inteligência]


[repúdio e pânico moral]

"Não há dúvida que os aparelhos foram originalmente produzidos por homens. Revelaram portanto, sob análise, intenções humanas e interesses humanos, como acontece com todo produto da cultura. Que intenção humana e que interesses humanos são esses? Precisamente chegar a algo que dispensa futuras intenções humanas e futuras intervenções humanas. O propósito por trás do aparelho é torná-los independentes do homem." [Vilém Flusser - Filosofia da Caixa Preta]


[campos morfogenéticos]

"Uma visão estreita da informática, a reduz a um conjunto de ferramentas para calcular, escrever e comunicar mais depressa e melhor. A plena abordagem retórica descobre nela um espaço de produção e de circulação dos signos qualitativamente diferente dos anteriores, no qual as regras de eficiência e os critérios de avaliação da utilidade mudaram. A questão portanto não é avaliar sua 'utilidade' mas determinar em que direção prosseguir um processo de criação cultural irreversível." [Pierre Lévy - O que é o virtual?]


[interação consciente e repúdio]

"Não é um exagero dizer-se que o futuro da sociedade moderna, bem como da estabilidade de sua vida interior, dependem em grande parte da manutenção de um equilíbrio entre a força das técnicas de comunicação e a capacidade de reação do indivíduo. Durante séculos, o fracasso da humanidade a esse respeito tem sido característico e total. A aceitação dócil e subliminar do impacto causado pelos meios transformou-os em prisões sem muros para seus usuários." [Marshall McLuhan - Os meios de comunicação como extensões do homem]


[atratores tecnológicos]

"Se compararmos as intenções do fotógrafo e do aparelho, constataremos pontos de convergência e divergência. Nos pontos convergentes, aparelho e fotógrafo colaboram; nos divergentes se combatem. Toda fotografia é resultado de tal colaboração e combate. Ora, colaboração e combate se confundem. Determinada fotografia só é decifrada quando tivermos analisado como a colaboração e o combate nela se relacionam." [Vilém Flusser - Filosofia da Caixa Preta]


[atratores tecnológicos]

(qualidade)

"Se compararmos as intenções do fotógrafo e do ap Usar bem o equipamento (explorando

de convergência e divergência. Nos pontos converge

seus atratores) dentro de determinado

colaboram; nos divergentes se combatem. Toda foto

padrão estético - retrógrado, vigente ou

colaboração e combate. Ora, colaboração e combate

de vanguarda.

fotografia só é decifrada quando tivermos analisado combate nela se relacionam."

Investir contra o equipamento desafiando seus atratores.

[Vilém Flusser - Filosofia da Caixa Preta]


.V [ferramenta te贸rica aplicada]


Quadro 1 - resumo do esquema

campo morfogenético

Para encerrar, um modelo de aplicação (quantitativo?) da ferramenta teórica apresentada em relação a dois campos morfogenéticos observados no meu projeto: a Caligrafia e o Ambiente Digital.

atratores

interferências morfológicas


Quadro 2

uniforme inconstante regular

irregular

estrutura de preenchimento

Caligrafia

legenda //

alta

baixa

baixa

alta

baixa

alta

pequena

grande

vertical

horizontal

definição do contorno

complexidade formal

características morfológicas resolução (complexidade estrutural)

dimensão

orientação

outros

inconstante irregular


Quadro 3 - Caligrafia: atratores // características // interferência morfológica

campo morfogenético // caligrafia atratores

características

interferência morfológica

aderência

preenchimento, definição, complexidade

textura

preenchimento, definição, complexidade, resolução, orientação

resistência

preenchimento, complexidade, dimensão

substrato

viscosidade/densidade

preenchimento, definição, complexidade, resolução

(condições materiais da tinta/grafite)

concentração

preenchimento, definição, complexidade, resolução

superfície de contato

preenchimento, definição, complexidade

flexibilidade

preenchimento, definição, complexidade

mobilidade (dim peso)

complexidade, dimensão

postura (inclinação)

definição, complexidade, dimensão, orientação

velocidade

preenchimento, definição, complexidade

força

preenchimento, definição, resolução, complexidade, dimensão

suporte (condições materiais da superfície)

ferramenta (condições materiais do instrumento)

técnica (condições operacionais)


Quadro 3 - Caligrafia: atratores // características // interferência morfológica

campo morfogenético // caligrafia atratores

características

interferência morfológica

aderência

preenchimento, definição, complexidade

textura

preenchimento, definição, complexidade, resolução, orientação

resistência

preenchimento, complexidade, dimensão

substrato

viscosidade/densidade

preenchimento, definição, complexidade, resolução

(condições materiais dabaixa tinta/grafite) alta

concentração

preenchimento, definição, complexidade, resolução

superfície de contato

preenchimento, definição, complexidade

flexibilidade

preenchimento, definição, complexidade

mobilidade (dim peso)

complexidade, dimensão

postura (inclinação)

definição, complexidade, dimensão, orientação

velocidade

preenchimento, definição, complexidade

força

preenchimento, definição, resolução, complexidade, dimensão

suporte

uniforme

irregular regular (condições materiaisinconstante da superfície) estrutura de preenchimento

alta

baixa

definição do contorno

complexidade formal

resolução

ferramenta baixa

alta

(condições materiais do instrumento) (complexidade estrutural)

pequena

grande

vertical

horizontal

inconstante irregular

dimensão

orientação

técnica

(condições operacionais)

outros


campo morfogenético // ambiente digital atratores

aspectos relevantes

interferência morfológica

armazenamento

complexidade limitada pela capacidade de processamento

natureza matricial

reprodutibilidade precisa - repetição e padronização

ambiente matemático

uniformidade e regularidade estrutural (tende à geometria)

substrato (píxel / vetor)

estrutura de construção

estrutura modular ou trama / construção geométrica

(matéria-prima de criação digital)

codificação (formato)

preenchimento, complexidade, resolução, definição, dimensão

características técnicas dos

limitações físicas

interferências e ruídos

instrumentos de captura

usabilidade

dimensão, definição, complexidade, resolução, orientação

(mesa digitalizadora, scanner, etc)

softwares de captura

taxas de amostragem padronizadas (default)

características dos

usabilidade

softwares de manipulação

recursos disponíveis

e criação digital

formato / arquivamento

características técnicas dos

caract. suprimentos

equipamentos de saída

recursos disponíveis

(impressora, monitor, etc)

condições físicas

suporte digital (características gerais)

dimensão, definição, complexidade, resolução

dimensão, definição, complexidade, resolução


Quadro 5 - Caligrafia: atratores // características // interferência morfológica - teste

campo morfogenético // caligrafia // teste atratores

papel

nanquim

pena

caligrafia tradicional

características

interferência morfológica

fibra compacta

preenchimento uniforme, contorno definido, desenho complexo

liso

preenchimento regular, contorno definido, alta complexidade, boa resolução, liberdade de orientação

alta gramatura

sem interferência

baixa viscosidade

preench. uniforme, contorno definido, boa complexidade e resolução

uniforme

sem interferência

ponta chata C-0

preenchimento uniforme, boa definição, tende a baixa complexidade e formatos maiores

metal

sem interferência

madeira (t. padrão)

permite complexidade

20°

sem interferência

lento / normal

sem interferência

leve / normal

preenchimento uniforme irregular, contorno definido, dimensão


atratores do suporte


"O erro é fruto do ato de errar - vagar, ora dentro de caminhos que não levam a nenhuma parte num labirinto de muros duros, com toda dureza do respeito que temos pela coação dedutiva da ciência tradicional, ora dentro da transgressão laboriosa das fronteiras, as quais se ligam o espírito criador individual dentro de uma insurreição que é a natureza mesma da existência."

[Abraham Moles]


Campos Morfogenéticos e atratores tecnológicos  

Palestra feita por Fábio Lopez no convescote XIV da Caos!

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