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Nordeste Show / Ago. 2018

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Publicação com informação e análise das realidades e aspirações nordestinas

IS T GRÁ Ago. // 2018 2018 -- O O Informativo Informativo do do Forró Forró (TRI (TRI MESTRAL) MESTRAL) Ago. Ano I - Nº 3 - Duque de Caxias - RJ - Fundado em 1 / 2 / 2018 / E-mail - fabianosilvanordesteshow@gmail.com - Tel.: 97677-2819 (WhatsApp)

Dicas para que vai viajar para o Nordeste

Cidade de Alcântara... No Maranhão ... A parte alta da cidade foi reservada para a senhores, ficando o comércio mais próximo ao baseava na plantação e engenhos de cana, cuja até São Luís, onde se concentravam o comércio e

burocracia, igrejas e casas dos porto. A economia da vila se produção era levada de barco os serviços... Pág. 06

Rua: J, 437 - área 2 - Nova Campinas - Tel.: 3652-4948


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Nordeste Show

Fabiano Silva

A mola propulsora do Forró em Duque de Caxias É com muito prazer que apresento a você leitor, um informativo totalmente voltado para a promoção e divulgação da cultura nordestina em Duque de Caxias – NORDESTE SHOW – O INFORMATIVO DO FORRÓ. sse informativo conta com o apoio da colônia nordes tina incluindo nesse bojo o comércio, artistas e todos que amam a cultura nordestina. Um dos nossos destaques será, com certeza, o forró, do tradicional (vamos relembrar os grandes ícones como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, João do Vale) aos mais novos. E mais: O Cantinho do Cordel e as receitas de pratos típicos do nordeste prometem muitas novidades. Nordeste Show vai tratar também do turismo dando dicas pra você que pretende viajar e conhecer os estados da região. Vamos publicar a história de todos os estados do nordeste: fundação, curiosidades, personalidades, etc. Apoio total ao artesanato, feiras e demais eventos que tenham como objetivos a divulgação do que há de melhor na cultura do nordeste. Além do nosso informativo, teremos também um carro de som, uma página na Internet e um canal no You Tube. Além da cultura nordestina, o Informativo Nordeste Show também quer divulgar a sua marca. VENHA FAZER PARTE DESSE PROJETO ANUNCIANDO O SEU NEGÓCIO NO ÚNICO JORNAL VOLTADO PARA A COLÔNIA NORDESTINA DA NOSSA REGIÃO. ENTRE EM CONTATO E CONHEÇA OS NOSSOS PACOTES DE APOIO CULTURAL.

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CONTO COM VOCÊ – FABIANO SILVA

Expediente Publicação com informação e análise das realidades e aspirações nordestinas Santa Cruz da Serra - Duque de Caxias - RJ fabianosilvanordesteshow@gmail.com Tel.: 97677-2819 (WhatsApp) Fundado em 01/02/2018 por Fabiano Silva Fotos: Arquivo Nordeste Show Diagramação, Arte Final e Pesquisa: Equipe Campinarte Relações Públicas e Supervisão Geral: Fabiano Silva O S ARTIGOS ASSINADOS SÃO D E EXCLUSIVA RESPONSABILIDADE D E SEUS AUTORES , ONDE NEM SEMPRE REFLETEM O PENSAMENTO D O N ORDESTE SHOW, O I NFORMATIVO DO FORRÓ. Tiragem: 2.000 exemplares.

Av. Automóvel Club, Lt 12, Qd. 10 - Santa Cruz da Serra


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Culinária Nordestina

Tapioca de carne-seca

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CANTINHO

DO CORDEL

GRANDES CORDELISTAS Zé Maria de Fortaleza / José Maria do Nascimento é natural de Aracoiaba, Ceará. Aos 13 anos veio para Fortaleza, onde iniciou sua carreira como violeiro, tornando-se conhecido pelo seu talento poético e sua maneira de cantar. Já representou o Ceará em diversos festivais realizados em vários estados do Brasil, destacando-se duas viagens que marcaram época em sua carreira, quando esteve no Rio Grande do Sul, por ocasião do 2º Congresso Nacional de Turismo, e quando esteve em Brasília, cantando para as maiores autoridades do país. Lançou, juntamente com Benoni Conrado, um dos primeiros discos de violeiros que se tem notícia no Brasil. Tem um livro inédito intitulado “Fagulhas do Estro”, publicou vários folhetos de cordel, destacando-se “Folclore também é cultura” e “Miscelânea de motes e glosas”.

Zé da Luz / Severino de Andrade Silva, nasceu em Itabaiana, PB, em 29/03/1904 e faleceu no Rio de Janeiro-RJ, em 12/02/1965. O trabalho de Zé da Luz é conhecido pela linguagem matuta presente em seus cordéis.

Silvino Pirauá Ingredientes 2 xícaras (chá) de polvilho doce 1/2 xícara (chá) de água Recheio 3 colheres (sopa) de azeite 2 cebolas em rodelas finas 1 colher (sopa) de alho picado 1 pimentão amarelo picado 1 cubo de caldo de legumes 4 tomates sem sementes picados 4 xícaras (chá) de carne-seca dessalgada, cozida e desfiada Sal e pimenta-do-reino a gosto 1/2 xícara (chá) de cebolinha picada 1 xícara (chá) de requeijão cremoso

Modo de preparo Em uma panela, em fogo médio aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Adicione o pimentão, o caldo de legumes e o tomate e frite até amaciar. Acrescente a carne desfiada e misture bem. Tempere com sal e pimenta a gosto, desligue o fogo, adicione a cebolinha e reserve. Para a tapioca, misture o polvilho com a água, aos poucos, e vá esfregando com as mãos até obter uma farinha granulada e úmida, se necessário acrescente mais água. Passe a mistura por uma peneira e reserve. Coloque uma frigideira anti-aderente seca no fogo baixo até aquecer um pouco e espalhe uma porção da mistura reservada até que cubra o fundo da frigideira. Espere a massa firmar e vire com uma espátula. Coloque uma porção do recheio em metade da massa junto com uma porção do requeijão e dobre ao meio. Repita o procedimento até que acabe a massa e o recheio. Transfira para uma travessa e sirva polvilhado com cebolinha. COLABORAÇÃO: Denise Bologna Amantini

/ Silvino Pirauá de Lima nasceu em Patos, em 1848 e faleceu em

Bezerros, Pernambuco, em 1923. Cantador e poeta popular, foi tido como o discípulo amado de Romano do Teixeira, o célebre cantador que travou com Inácio da Catingueira legendária peleja. Ao lado de Ugolino Nunes da Costa e Romano Caluete, seu mestre, Silvino é considerado um dos maiores da poesia popular nordestina. Juntamente com Leandro Gomes de Barros, é considerado um dos criadores da literatura de folhetos. Além de bom improvisador e glosador, introduziu várias inovações formais na poesia popular: foi um dos primeiros a usar a sextilha e é tido como criador do “martelo agalopado”. Autor de uma das várias versões que se conhece da peleja de Romano do Teixeira com Inácio da Catingueira, escreveu, entre outros títulos: “História do capitão do navio”, “As três moças que quiseram casar com um só moço”, “Verdadeira peleja de Francisco Romano com Inácio da Catingueira” e “A Vingança do sultão”.

Severino Milanês / Severino Milanês da Silva nasceu em Vitória de Santo Antão, Pernambuco. Faleceu em seu estado natal, em 1956. Repentista e poeta de bancada, exerceu com aprumo sua atividade poética, tanto na cantoria quanto no folheto. De sua bibliografia constam vários títulos dos gêneros discussão e peleja. A considerar também a lista de romances de amor e histórias de princesas e príncipes encantados, é de se atribuir a Milanês predileção por esses dois temas.

Raimundo Santa Helena / Raimundo Luiz do Nascimento nasceu em Santa Helena, município fundado por seu pai, que morreu em 1927 combatendo o bando de Lampião. Saiu de casa aos 11 anos, disposto a vingar a morte do pai. Em Fortaleza, no Ceará, trabalhou como trocador de ônibus, garçom, baleiro e engraxate. Em 1943 ingressou na escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará. Participou da Segunda Guerra mundial, sendo por duas vezes condecorado pelo presidente da República. Em 1945 publicou seu primeiro cordel, “Fim da guerra”. Fundou a Cordelbras. Em 1983 recebeu juntamente com Gilberto Freyre, Augusto Ruschi e Jorge Amado o Prêmio Porto de São Mateus de Resistência cultural. Tem cerca de 2 milhões de exemplares de mais de 300 títulos em circulação. Foi criador da Feira de São Cristovão, no Rio de Janeiro. Escreveu ainda os livros “Lampião e o sangue de meu pai” e “Um marujo na esquina do mundo”.


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João do Vale

(João Batista do Vale)

* 11/10/1933 Pedreiras, MA + 6/12/1996 São Luís, MA antor. Compositor / Foi o quinto de oito irmãos, dos quais apenas três sobreviveram à infância pobre. Os pais eram agricultores pobres e sem terra. Por volta dos seis anos de idade foi apelidado de "Pé de xote", pois vivia pulando e dançando. Um de seus avós fora trazido de Angola como escravo e posteriormente fugiu. Chegou a perder a vaga no Grupo Escolar Oscar Galvão para dar lugar ao filho de um coletor de impostos. Auxiliava nas despesas da casa, vendendo balas, doces e bolos que a mãe fazia. Com 12 anos mudouse com a família para São Luís, onde trabalhou vendendo laranjas nas ruas. Nesse período participou do Noite Linda, um grupo de bumba-meu-boi, como fazedor de versos, o chamado "amo". De 14 para 15 anos fugiu de casa, indo de trem para Teresina, onde conseguiu emprego como ajudante de caminhão. Fazia viagens entre Fortaleza e Teresina. Um dia viajou até Salvador e resolveu ficar por lá, por estar mais perto do Rio de Janeiro, para onde tencionava ir. Mais tarde foi para Minas Gerais, onde trabalhou como garimpeiro na cidade de Teófilo Otoni, onde obteve dinheiro para a sonhada viagem à então capital da República. Foi para o Rio de Janeiro de carona em caminhão e arranjou emprego de pedreiro em Copacabana, numa obra na Rua Barão de Ipanema. Trabalhava e dormia na obra, visitando periodicamente as rádios, principalmente a Nacional, à procura de artistas que gravassem suas composições. Mostrava suas músicas a muitos artistas, inclusive à cantora Marlene e a Tom Jobim, que naquela época tocava piano num inferninho em Copacabana. (Site: dicionariompb.com.br/joao-do-vale/biografia) Quando Cirilo e Leovegilda do Vale, camponeses de Pedreiras, sertão do Maranhão, surpreenderam o filho João, de cinco anos, cantando os temas do Boi Bumbá, estavam ainda longe de suspeitar que aquele menino se tornaria um dos maiores nomes da música popular nordestina. Ponho-me a imaginar um país que desse aos seus cidadãos iguais oportunidades ou um mínimo de chance de educação. Analfabeto, negro, pobre e sertanejo, João do Vale sofreu na pele toda a sorte (melhor seria dizer azar) de mazelas e preconceitos. Mas não suficientes para deter sua prodigiosa veia artística e o dom divino da melhor poesia. Edu Lobo chamava simplesmente de puro talento. Chico Buarque foi seu admirador e depois protetor. Toda uma geração de artistas nordestinos que viria a seguir beberia da sua fonte, como Fagner, Alceu, Geraldinho e Zé Ramalho, ou os pós-modernos Chico César, Zeca Baleiro, Lenine, Carlos Malta, entre outros. O maranhense João do Vale chegou ao Rio em 1950, com 17 anos, para trabalhar como ajudante de obras e, nos raros momentos de folga, rabiscava suas poesias. Trabalhando numa obra em Copacabana, todas as noites, depois do trabalho, batia ponto nas rádios Nacional e Tupi. Com o destino dando uma mãozinha, foi apresentado a Luiz Vieira, que prometeu dar uma olhada nos seus versos. O sucesso da parceria foi imediato. Disposto a apresentar suas próprias canções, João começou então a aparecer no bar carioca ZiCartola, onde conheceu Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha, que o convidou para fazer parte do lendário show “Opinião”, ao lado de Zé Kéti e Nara Leão. A partir daí, gravou seu LP "A Voz do povo" e teve mais dois discos produzidos por Chico Buarque, além das famosas canjas no Forró Forrado, no Catete. Em conseqüência de um derrame cerebral e suas complicações, em dezembro de 1996, morria o poeta do povo, deixando como principal legado um exemplo de vida simples, seu jeito anárquico, irreverente e sua gargalhada irresistível. Um cantador genuíno e brasileiro que representou o grito contido das massas contra todo o tipo de injustiça social. E de quebra, ainda se transformou num dos maiores nomes da música nordestina de todos os tempos. (Márcio Paschoal)

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Eu te vi lá no Show do Cintura de Mola!

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Eu te vi lá no Show do Swing & Simpatia!

OBRIGADO AO MARQUINHO, PALOMA SHOW E TODA A BANDA CINTURA DE MOLA PELO CARINHO COM TODOS / Show realizado no Miragem Club em 13 de julho.

O Grupo Swing & Simpatia se apresentou no Miragem Club Santa Cruz da Serra no dia 10 de junho (Dom.) arrastando um bom público que apesar do frio fez questão de comparecer, cantar e sambar os grandes sucessos de um dos melhores grupos do gênero. Abaixo, algumas imagens do show do Swing...

QUERO AGRADECER A BANDA CHAPAS DO BRASIL PELO SHOW E O CARINHO COM O PÚBLICO DO NORDESTE SHOW!

AO GRANDE CANTOR DE FORRÓ ELTON MÁXIMO E AS MENINAS DO SEU FÃ CLUB QUE MARCARAM PRESENÇA, O MEU MUNTO OBRIGADO DE CORAÇÃO!


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Dicas para que vai viajar para o Nordeste HISTÓRIA da Cidade de Alcântara... No Maranhão uando os franceses chega ram à atual cidade de Alcân tara, encontraram uma aldeia tupinambá chamada de Tapuitapera (antiga aldeia dos Tapuias, rivais que haviam sido expulsos pelos Tupis). Com a retomada da região pelos portugueses, os índios perderam a proteção oferecida pelos franceses e se tornaram vítimas constantes de violências. Assassinatos, comércio, escravidão e até um surto de varíola, em 1663, que fez dos nativos as suas maiores vítimas, são os principais motivos do desaparecimento dos índios da região.A cidade tornou-se importante ponto de ligação por vias fluviais entre São Luís e Belém e serviu de base para os portugueses na expulsão dos holandeses em São Luís. Logo depois, em 1648, foi elevada a vila de Santo Antônio de Alcântara (esta palavra, de origem árabe, significa A Ponte e remete a uma antiga ponte romana de um sítio nos arredores de Lisboa, cidade de origem do donatário da capitania de Cumã, Antônio Coelho Carvalho). Segundo levantamentos, cerca de 8.000 pessoas circulavam por Alcântara nas épocas de maior movimento, número surpreendente já que sua população se dispersava pelo interior. Na sede foram construídos o pelourinho, a Câmara e igreja. A parte alta da cidade foi reservada para a burocracia, igrejas e casas dos senhores, ficando o comércio mais próximo ao porto.A economia da vila se baseava na plantação e engenhos de cana, cuja produção era levada de barco até São Luís, onde se concentravam o comércio e os serviços. Embora a vila já se firmasse como local preferido para residência dos senhores da região, sua atividade produtora era ainda pequena e desorganizada.Em 1682, com a fundação da Companhia de Comércio do Maranhão, a vila começa a estruturar suas fazendas, que atingiriam o auge a partir de 1755, data da criação da Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão. Arroz, açúcar, gado e algodão - este exportado para o mercado inglês em plena Revolução Industrial - eram os principais produtos da região. Nem epidemias de varíola, em 1799 e cólera, dois anos depois, impediram o súbito crescimento da vila. Dez mil escravos chegaram a trabalhar nas fazendas no auge do período exportador. Números de 1856

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A Igreja Nossa Senhora do Carmo é um símbolo da época de riqueza na cidade

Alcântara conservou a tranquilidade das pequenas cidades

Os azulejos também foram muito usados nos sobrados de Alcântara

indicam a existência de 81 fazendas de cereais, 22 engenhos de açúcar, 24 fazendas de gado e mais de 100 salinas na cidade.Tanta prosperidade econômica criou uma verdadeira aristocracia em Alcântara. As famílias abastadas pautavam-se pelas últimas modas inglesas e francesas, importando produtos e costumes. Uma visita do imperador D. Pedro II, que acabou nunca aparecendo, tornou-se motivo de disputa entre duas poderosas famílias da cidade. Os filhos dos senhores e barões iam estudar na Europa, formando uma elite intelectual que gerou governadores da província do Maranhão e representantes na Câmara e Senado do Império.A educação em Alcântara ficava com os padres mercedários e jesuítas. De calça de casemira e saias de balões, as famílias iam a São Luís desfrutar o intenso circuito cultural da cidade, em especial as peças no teatro União, futuro teatro Arthur Azevedo. Em suas casas, organizavam festas dançantes e saraus.Muitas são as causas apontadas para o declínio econômico em que Alcântara mergulhou no final do séc. XIX, para nunca mais se recuperar: abolição da escravatura, evolução de técnicas agrícolas, exploração excessiva do solo, recuperação do cultivo de algodão nos EUA após a Guerra de Secessão, fim da Companhia Geral de Comércio, lutas pela Independência do Brasil, maior facilidade no transporte da produção de outras áreas do país. Em 1896 a população se reduz a 4.000 habitantes, a Igreja Matriz está fechada e as plantações de algodão quase não existem mais. As áreas das fazendas foram ocupadas pelos ex-escravos, que deram origem a muitos povoados ainda hoje existentes. O patrimônio histórico da cidade sofreu inúmeras baixas, desde o roubo de peças das casas por colecionares e moradores até confisco de peças da igreja pelo governo federal em 1889. Estes saques, aliados a um total descaso pelas construções, significaram a decadência definitiva para a memória de Alcântara.O conjunto de sobrados que sobreviveram ao descaso e ao tempo, alguns com paredes de pedra e cal e ainda com fachadas revestidas por azulejos portugueses, foram tombadas pelo Ipham em 1948 como Patrimônio Nacional.


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Eu te vi lรก no Show do Amado Batista!

lubDia 18 de agosto no Miragem Club, muita gente bonita e elegante...


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Nordeste Show / Ago. 2018 by Huayrãn Ribeiro - Issuu