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Nordeste Show / Informativo do Forró

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Publicação com informação e análise das realidades e aspirações nordestinas

IS T GRÁ Mai. Mai. // 2018 2018 -- O O Informativo Informativo do do Forró Forró (TRI (TRI MESTRAL) MESTRAL) Ano I - Nº 2 - Duque de Caxias - RJ - Fundado em 1 / 2 / 2018 / E-mail - fabianosilvanordesteshow@gmail.com - Tel.: 97677-2819 (WhatsApp)


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Nordeste Show

Fabiano Silva

A mola propulsora do Forró em Duque de Caxias É com muito prazer que apresento a você leitor, um informativo totalmente voltado para a promoção e divulgação da cultura nordestina em Duque de Caxias – NORDESTE SHOW – O INFORMATIVO DO FORRÓ. sse informativo conta com o apoio da colônia nordes tina incluindo nesse bojo o comércio, artistas e todos que amam a cultura nordestina. Um dos nossos destaques será, com certeza, o forró, do tradicional (vamos relembrar os grandes ícones como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, João do Vale) aos mais novos. E mais: O Cantinho do Cordel e as receitas de pratos típicos do nordeste prometem muitas novidades. Nordeste Show vai tratar também do turismo dando dicas pra você que pretende viajar e conhecer os estados da região. Vamos publicar a história de todos os estados do nordeste: fundação, curiosidades, personalidades, etc. Apoio total ao artesanato, feiras e demais eventos que tenham como objetivos a divulgação do que há de melhor na cultura do nordeste. Além do nosso informativo, teremos também um carro de som, uma página na Internet e um canal no You Tube. Além da cultura nordestina, o Informativo Nordeste Show também quer divulgar a sua marca. VENHA FAZER PARTE DESSE PROJETO ANUNCIANDO O SEU NEGÓCIO NO ÚNICO JORNAL VOLTADO PARA A COLÔNIA NORDESTINA DA NOSSA REGIÃO. ENTRE EM CONTATO E CONHEÇA OS NOSSOS PACOTES DE APOIO CULTURAL.

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CONTO COM VOCÊ – FABIANO SILVA

Expediente Publicação com informação e análise das realidades e aspirações nordestinas Santa Cruz da Serra - Duque de Caxias - RJ fabianosilvanordesteshow@gmail.com Tel.: 97677-2819 (WhatsApp) Fundado em 01/02/2018 por Fabiano Silva Fotos: Arquivo Nordeste Show Diagramação, Arte Final e Pesquisa: Equipe Campinarte Relações Públicas e Supervisão Geral: Fabiano Silva O S ARTIGOS ASSINADOS SÃO D E EXCLUSIVA RESPONSABILIDADE D E SEUS AUTORES , ONDE NEM SEMPRE REFLETEM O PENSAMENTO D O N ORDESTE SHOW, O I NFORMATIVO DO FORRÓ. Tiragem: 2.000 exemplares.

Av. Automóvel Club, Lt 12, Qd. 10 - Santa Cruz da Serra


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CANTINHO

Culinária Nordestina

DO CORDEL

A LITERATURA DE CORDEL É UMA MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA. ELA TÍPICA DO NORDESTE DO PAÍS, SENDO MUITO NOTÓRIA NOS ESTADOS DE PERNAMBUCO , ALAGOAS, PARAÍBA, PARÁ, RIO GRANDE DO NORTE E CEARÁ.

Origem

ESTA RECEITA DE COSTELA ASSADA COM CANJICA, ALÉM DE FICAR UMA DELÍCIA, É UMA ÓTIMA OPÇÃO PARA SURPREENDER SUA FAMÍLIA NO FINAL DE SEMANA, EXPERIMENTE! Tempo: 2h40 (+4h de descanso) Rendimento: 8 porções Dificuldade: fácil Ingredientes da costela assada com canjica · 1 pedaço de costela bovina (com aproximadamente 1kg) · 1 lata de cerveja (350ml) · 4 colheres (sopa) de azeite · 1 ramo de alecrim picado · 1/2 xícara (chá) de cebolinha picada · 4 dentes de alho picados · Sal e pimenta-do-reino a gosto Canjica · 2 colheres (sopa) de manteiga · 1 gomo de linguiça calabresa picada · 1 xícara (chá) de bacon picado · 1 dente de alho picado · 1 cebola picada · 1 cubo de caldo de legumes · 2 xícaras (chá) de canjiquinha · 8 xícaras (chá) de água morna · 1 cenoura em cubos · 200g de tomates-cereja cortados ao meio · Sal e salsa picada a gosto Modo de preparo Tempere a costela com a cerveja, o azeite, o alecrim, a cebolinha, o alho, sal e pimenta. Cubra e deixe descansar na geladeira por 4 horas. Para a canjica, aqueça uma panela de pressão com a manteiga e frite a calabresa, o bacon, o alho e a cebola até dourar. Adicione o caldo de legumes e a canjiquinha e refogue por mais 2 minutos. Junte a água, tampe a panela e cozinhe por 20 minutos depois de iniciada a pressão. Desligue e deixe sair a pressão. Abra a panela, adicione a cenoura, o tomate-cereja, tempere com sal e salsa a gosto, volte ao fogo e cozinhe por mais 10 minutos ou até cozinhar e amaciar todos os ingredientes, se necessário adicione mais água. Desligue e reserve. Transfira a costela com a marinada para uma fôrma, cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio, preaquecido, por 1 hora. Retire o papel e asse por mais 30 minutos ou até dourar. Retire da fôrma, transfira para uma travessa e sirva acompanhado da canjica. COLABORAÇÃO: ÂNGELA CARDOSO/FERNANDO SANTOS

O termo “Cordel” é de herança portuguesa. Essa manifestação artística foi introduzida por eles no país em fins do século XVIII. Na Europa, ela começou a aparecer no século XII em outros países, tais quais França, Espanha, Itália, popularizando com o Renascimento. No Brasil, a literatura de cordel representa uma manifestação tradicional da cultura interiorana do nordeste que adquiriu força no século XIX, sobretudo, entre 1930 e 1960. É por meio da oralidade e da presença de elementos da cultura brasileira que ela possui uma importante função social: informar e divertir os leitores. Em sua origem, muitos poetas vendiam seus trabalhos nas feiras das cidades. Todavia, com o passar do tempo e o advento do rádio e da televisão, sua popularidade foi decaindo. No Brasil, a literatura de cordel influenciou diversos escritores, por exemplo: João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Guimarães Rosa, dentre outros. Oposta à literatura tradicional (impressa nos livros), a literatura de cordel é uma tradição literária regional. Sua forma mais habitual de apresentação são os “folhetos”, pequenos livros com capas de xilogravura que ficam pendurados em barbantes ou cordas, e daí surge seu nome. A literatura de cordel é considerada um gênero literário geralmente feito em versos. Ele se afasta dos cânones na

medida em que incorpora uma linguagem e temas populares. Além disso, essa manifestação recorre a outros meios de divulgação, e nalguns casos, os próprios autores são os divulgadores de seus poemas.

Em relação à linguagem e o conteúdo, a literatura de cordel tem como principais características: · Linguagem coloquial (informal) · Uso de humor, ironia e sarcasmo · Temas diversos: folclore brasileiro, religiosos, profanos, políticos, episódios históricos, realidade social, etc. · Presença de rimas, métrica e oralidade

Literatura de Cordel e Repente A literatura de cordel e o repente são duas manifestações populares e culturais distintas. Embora sejam parecidas, essa relação gera muita confusão. O repente, feito pelos repentistas, é baseado na poesia falada e improvisada, geralmente acompanhado de instrumentos musicais. Já o cordel, feito pelos cordelistas, é uma poesia popular, com traços de oralidade divulgada em folhetos. Nas feiras de antigamente, com o intuito de vender sua arte, os cordelistas utilizavam de técnicas de criatividade para atrair o público. A partir disso, a poesia era recitada (e algumas vezes acompanhada de viola, pandeiro, etc.) e dramatizada nos locais públicos como forma de despertar o interesse da população. Foi justamente esse fato que gerou muita confusão em relação à diferença entre o repente.

Principais Representantes Os autores da literatura de cordel são denominados “cordelistas”. Segundo pesquisas atuais, estima-se que há no Brasil cerca de 4.000 artistas em atividade, dos quais se destacam: · Apolônio Alves dos Santos · Cego Aderaldo · Cuica de Santo Amaro · Guaipuan Vieira · Firmino Teixeira do Amaral · João Ferreira de Lima · João Martins de Athayde · Manoel Monteiro · Leandro Gomes de Barros · José Alves Sobrinho · Homero do Rego Barros · Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves da Silva) · Téo Azevedo · Gonçalo Ferreira da Silva · João de Cristo Rei


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Jackson do Pandeiro O REI DO RITMO

araibano de Alagoa Grande, Jackson nasceu em 31 de agosto de 1919, no Engenho Tanques, com o nome de José Gomes Filho. Ele era filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão. Através dela Jackson começou a tomar gosto pelo ritmo como tocador de zabumba. Após a morte do pai, José Gomes, no início dos anos 30, a família decide mudar-se para Campina Grande. A pé, Flora e três filhos. José (Jackson), Severina e João, vão tentar uma nova vida, após quatro dias de viagem. Em Campina Grande, Jackson trabalhou como engraxate, ajudante de padaria etc., nas feiras conviveu com artistas populares, como coquistas e violeiros. Seu nome artístico originou-se das brincadeiras de criança, ainda em Alagoa Grande, dos filmes de faroeste, no tempo do cinema mudo, onde se autodenominava Jack, inspirado em Jack Perry, artista dos referidos filmes. O apelido pegou, e em Campina Grande, após iniciar como pandeirista ficou conhecido como Jack do Pandeiro, e passando a acompanhar artistas da terra. Mudou-se para João Pessoa nos anos 40 e continuou sua vida de músico tocando em boates e cabarés, sendo, logo a seguir contratado pela Rádio Tabajara para atuar na orquestra daquela emissora, sob a batuta do maestro Nozinho. Quando o maestro Nozinho foi contratado para a Rádio Jornal Comércio-Recife, levou alguns membros da orquestra Tabajara, entre eles Jackson do Pandeiro. Portanto Jackson já chegou em Recife formado no mundo dos ritmos, pois em Campina Grande e João Pessoa entre os anos 30 e 48 passou por zabumba, bateria, bongô, até chegar profissionalmente ao pandeiro. A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado. Somente em 1953, com trinta e cinco anos, Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: “Sebastiana”, de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: “Forró em Limoeiro”, rojão composto por Edgar Ferreira. Foi na rádio pernambucana que ele conheceu Almira Castilho de Albuquerque, com quem se casou em 1956, vivendo com ela até 1967. Depois de doze anos de convivência, Jackson e Almira se separaram e ele se casou com a baiana Neuza Flores dos Anjos, com quem viveu até seus últimos dias de vida. No Rio de Janeiro, já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com “O Canto da Ema”, “Chiclete com Banana” e “Um a Um”. Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval. O fato de ter tocado tanto tempo no Casino Eldorado aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a música, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele. Muitos o consideram o maior ritmista da história da Música Popular Brasileira e, ao lado de Luiz Gonzaga, foi um dos principais responsáveis pela nacionalização de canções nascidas entre o povo nordestino. Sua discografia compreende mais de 30 álbunslançados no formato LP. Desde sua primeira gravação, “Forró em Limoeiro”, em 1953, até o último álbum, “Isso é que é Forró!”, de 1981, foram 29 anos de carreira artística, tendo passado por inúmeras gravadoras.

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Rua: J, 437 - área 2 - Nova Campinas - Tel.: 3652-4948


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Eu te vi lá no Show do Cristiano Neves!!!

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Eu te vi lá no Show do Frank Aguiar!!!

Eu te vi sim, lá no Miragem, dia 18 de maio no Show de Cristiano Neves. Foi muito legal, Cristiano Neves é sem dúvida nenhuma um grande artista e para aqueles que não o conheciam foi uma grata surpresa, já para os seus fãs e admiradores apenas a ratificação de um talento provado e aprovado, principalmente pelo seu carisma e respeito ao público. Valeu ou não valeu a pena? Me aguardem, ainda vem muita coisa boa por aí!

Eu te vi lá no Show do Déo!!!

Esse show acontecem no dia 03 de março no Miragem Club em Santa Cruz da Serra. Eu te vi lá, e olha que o Mitagem estava muito cheio e digo mais: valeu a pena porque o Déo deu um verdadeiro banho de simpatia e pelo Déo aquele show não acabaria tão cedo, esse vai ficar na lembrança de muita gente.

Foi no dia 06 de Abril no Miragem Club em Santa Cruz da Serra. Frank Aguiar além de cantar os seus grandes sucessos, mostrou muitas novidades para o povão de Duque de Caxias. O Show foi muito bom (como sempre), destaque para o público: muitas famílias, muita gente bonita, animada, dançando e cantando junto com o Frank Aguiar que recebeu com muita alegria as manifestações de carinho dos fãs. Veja abaixo:


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Nordeste Show

Dicas para que vai viajar para o Nordeste Maceió, Alagoas Porto Seguro, Bahia

Banhada por lagoas e um mar verde-azulado, a capital de Alagoas é também conhecida como o “Caribe Brasileiro”. Suas paisagens incomparáveis podem ser exploradas com um passeio pela ciclovia da Praia do Pontal da Barra até a Praia da Jatiúca. O passeio de barco na Lagoa Mundaú e Manguaba, e o passeio de jangada até a piscina natural de Pajuçara são praticamente obrigatórios. Para se lambuzar, sorvete de cajá ou graviola, ou ainda as delícias na Praia de Riacho Doce como bolo de macaxeira, beiju e as cocadas.

A festa em Salvador acontece o ano inteiro. O complexo de lazer à beira-mar Axé Moi, na agitada praia de Taperapuan, garante a diversão todos os dias. O Corredor Cultural Pacatá, conhecida como a Rua do Mangue, abriga charmosos bares, pousadas e restaurantes e também reúne eventos, oficinas e apresentações culturais. Distante uma hora do centro, dá pra conhecer o Quadrado de Trancoso ou ainda passar o dia no Arraial d’Ajuda Eco Park.

São Luís, Maranhão

João Pessoa, Paraíba

Dona do maior conjunto arquitetônico de azulejos portugueses da América Latina, São Luís abriga cerca de 3.500 belas construções em seu charmoso centro histórico. A mistura da cultura nordestina com a excentricidade da região Norte é outra marca forte nos seus costumes e tradições. Dá pra conferir muito dessa história na Casa do Maranhão e na Casa de Nhozinho. Reserve um dia para apreciar o pôr do sol em frente ao Palácio dos Leões.

A simpática capital paraibana ostenta um pôr do sol de se emocionar, principalmente ao som de um bolero. Na Praia do Jacaré, todos os dias às 17h o saxofonista Jurandy do Sax executa o ‘Bolero de Ravel’ em um barquinho, enquanto o sol se põe. Embaixo d’água, as piscinas naturais do Seixa e de Picãozinho são um prato cheio para os amantes do mergulho. Em Tambaú você encontra os produtos típicos no Mercado de Artesanato da Paraíba, destaque para o licor de umbu.


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