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Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes - Set. Out. Nov. / 2018

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Informativo Trimestral - Distribuição Gratuita Set. / Out. / Nov. / 2018 Ano 3 - N.º 11 - Irajá - RJ - Fundado em 01/01/2016

Lançamento de Livro, Exposição de Telas, Tapeçarias e Trabalhos em Madeira

Curso de Cuidadores de Idosos (Formatura)

Dia 10 de novembro foi mais um dia de muita festa na Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes. A organização caprichou na produção e organização e o resultado foi excelente. Páginas 06 e 07

Dia 17 de novembro tivemos a formatura da Turma de Cuidadores de Idosos, o evento aconteceu na Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes. Página 07

O que fizeram das Sagradas Escrituras?

Página 12 RE S P O N S Á V E L T É C N I C A : DRA. VILMA MARTINS DURAÇÃO DO CURSO / 3 MESES ESTÁGIO GARANTIDO NO LAR MÃE RITINHA

Curso de Cuidador de Idosos e Auxiliar de Creche Local / Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes

Terças e Quintas das 18 às 21 hs Sábados das 13 às 18 hs

Rua / Sta. Barbara, nº 6 / Parque Bom Menino / Irajá / WhatsApp 98770-7725 /E-mail: vilmamartins11@hotmail.com


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ESCOLA VINDE MENINOS

BIOGRAFIAS

UM TOQUE DE POESIA

MANUEL BANDEIRA

Quando Entramos no Caminho do Amor Eterno!

(1886 – 1968)

Existem problemas quando o Caminho é o Amor? Existem barreiras quando o Caminho é o Amor? Existem tristezas quando o Caminho é o Amor?

FIQUE SABENDO

Quando o Caminho é o Amor, vai tudo bem, Quando o Caminho é o Amor, há luz no horizonte, Não há secura na fonte, quando o Caminho é o Amor, Na vida da gente. Quando o Caminho é o Amor, o escuro se faz claro, Quando o Caminho é o Amor, nunca estamos tristes, Pois o Amor do Caminho não nos deixa sozinhos, Com Ele, o Amor, vamos, pois a tudo resiste!

I

Intelectual brasileiro nascido em Recife, PE, construtor de e uma das maiores obras poéticas da moderna literatura brasileira. Foram seus pais o engenheiro Manuel Carneiro de Sousa Bandeira e Francelina Ribeiro de Sousa Bandeira, desde os 10 anos morou no Rio de Janeiro, onde cursou o secundário (1897-1902) no Externato do Ginásio Nacional, hoje Colégio Pedro II, e bacharelou-se em letras. Matriculouse engenharia na Escola Politécnica de São Paulo (1903) mas abandonou o curso no ano seguinte vítima de tuberculose. Em busca de cura esteve em Campanha, Minas Gerais, Teresópolis e Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro, e, por fim, Clavadel, Suíça (19131914). Curado passou a se dedicar a crítica de artes plásticas, crítica literária e musical para vários jornais e revistas. Nessa atividade colaborou (1925) na seção Mês modernista do jornal A Noite, na revista A Idéia Ilustrada e na revista musical para o Diário Nacional, de São Paulo, escreveu crítica de cinema para o Diário da Noite, do Rio de Janeiro, e para A Província, do Recife (19301931) e fez crítica de artes plásticas em A Manhã, do Rio de Janeiro (1941). Começou a escrever crônicas para o Jornal do Brasil (1955) e, depois, escreveu crônicas semanais para o programa Quadrante, da Rádio Ministério da Educação (1961-1963) e para os programas Vozes da Cidade e Grandes poetas do Brasil, da Rádio Roquette-Pinto (1963-1964). Publicou livros de poemas como Poesias (1924), Poesias escolhidas (1937), Poesias completas (1940), Poemas traduzidos (1945), Obras poéticas (1956) e Estrela da tarde (1960). Também escreveu em prosa obras sobre poetas, biografias, ensaios literários, histórias da literatura etc, além de antologias como Antologia dos poetas brasileiros da fase romântica (1937), Antologia dos poetas brasileiros da fase parnasiana (1938) e Antologia dos poetas brasileiros bissextos contemporâneos (1946). Foi eleito em 29 de agosto de 1940 para a cadeira nº 24 da Academia Brasileira de Letras, na sucessão de Luís Guimarães Filho, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, aos 82 anos de idade.

Quando o Caminho é o Amor, e por ele entramos, Todos os tropeços vão ficando para trás, Quando o Caminho é o Amor, tudo novo se faz, Novos horizontes, olhando para os montes, Socorro nos trás. Quando o Caminho e o Amor reluzente, Que entra na vida da gente, tudo se faz novo, Pois o Amor do Caminho é JESUS! Que me deu a Luz para sempre! Confiante prossigo, neste Caminho, Caminhando juntinho ao Amor que é Jesus, Seguindo a Palavra do verso 6, do cap. 14 que diz... Eu sou o Caminho e a Verdade e a Vida! Caminhando vou neste Caminho de pura LUZ! Nenhum mal pode resistir quando; o Caminho e o Amor! Mª da Gloria. 23 – 06 – 2018.

VENHO DE LONGE Venho de longe e ainda não cheguei, E nem sei quando chegarei, mas sei que; Caminhando vou até chegar, Passe o tempo que passar. Caminhando vou, no Bom Caminho, Embora possa parecer apertado, Por ele seguirei ao encontro do Rei Que me ama... Com Amor verdadeiro, que abrangendo, O mundo inteiro, a mim incluindo. E o Portal, que por Ele se abriu, já passei. E deste Caminho não voltarei. Venho de longe avistando Ou contemplando tantos que comigo Vieram, e por mim passaram voltando. Mas como isto se pode explicar? É preciso conhecer o Amor Verdadeiro Aquele que abrange o mundo inteiro, E está sempre à frente como um Fanal, É só para Ele olhar e nunca se desviará. Em nossas mãos coloca uma Carta aberta, Ou um mapa que nos guia pelo caminho, Com Ele aprendemos cada dia, As voltas que mundo dá. Para ele jamais voltar, É bom neste Caminho estar, até Jesus voltar! Eu venho de longe. Maria da Gloria, 23 – 11 – 2017.

ESCOLA VINDE MENINOS COM CLASSE NAS ARTES

EXPEDIENTE FUNDADO EM 01/01/2016 POR MARIA DA GLORIA F. PACHECO DIAGRAMAÇÃO, FOTOS, ARTE FINAL E PESQUISA: EQUIPE CAMPINARTE E-MAIL: PROJETOVINDEMENINOS@GMAIL.COM BLOG / ESCOLAVINDEMENINOS.BLOGSPOT.COM

RUA STA. BÁRBARA 06 - IRAJÁ - RJ - 99313-4419


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COM CLASSE NAS ARTES

HOMENAGEM

NOVIDADES

Dia do Marinheiro - 13 de Dezembro

FEMICÍDIO

A História registra e a sociedade reconhece os vultos notáveis que, efetivamente, contribuíram para a formação do País. No caso específico da Marinha, o seu Patrono, o Almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, se inclui entre essas personagens.

N

Nascido na cidade do Rio Grande, no Rio Grande do Sul, em 13 de dezembro de 1807, durante o período das Guerras Napoleônicas e às vésperas de grandes mudanças para a então Colônia, desde a infância demonstrou, por influência do seu pai, o Patrão-Mor da barra daquele porto, forte vocação para o mar. Sua vida confunde-se com a consolidação da nossa Instituição e da própria Nação brasileira. Com apenas quinze anos, ingressou como voluntário na embrionária Esquadra nacional, permanecendo no serviço ativo por quase sessenta e sete anos, tendo participado das lutas da Independência e de todas as campanhas do Império, sem que seu pavilhão jamais conhecesse a derrota. Como reconhecimento, pela Lei nº 10.796, de 5 de dezembro de 2003, teve o seu nome inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Praticou a coragem, revestida de bondade. Foi austero e simples. Seu legado de liderança, dignidade, lealdade e abnegação é a maior herança que temos a honra de receber e o dever de transmitir aos sucessores. Hoje, tão justamente designado o ?Dia do Marinheiro?, nos engalanamos para trazer à memória o nascimento desse insigne Chefe, neste ano em que se comemora o seu Bicentenário e no qual foram realizadas intensas atividades alusivas ao fato, iniciadas em 20 de março e promovidas em todas as nossas Organizações.

É, também, um dia de reflexão Embora alguns pensadores tenham vislumbrado o declínio dos Estados como protagonistas nas relações entre os povos, a realidade é que vivemos uma época em que conflitos de diversas naturezas tornam o ordenamento mundial incerto e instável, com os atores alterando-se ao sabor de injunções econômicas e políticas. É cada vez mais notória a importância do Brasil fazer-se forte para, com autonomia e independência, ter voz ativa junto à comunidade internacional. Isso exige, dentre outros aspectos, o respaldo de um poder militar com credibilidade, que garanta um indiscutível efeito dissuasório. Só assim poderemos garantir, às futuras gerações, que seremos livres, respeitados e capazes de decidir sobre o nosso destino. Desse modo, fica claro que não se pode prescindir de uma Força Naval moderna, corretamente equipada e apta a cumprir o seu dever na garantia de nossos interesses e soberania e a desempenhar o seu papel social em apoio aos desassistidos.

Nesse contexto, urge: A alocação de recursos, aumentando o patamar orçamentário, o que já há perspectivas favoráveis para 2008. A implementação do Programa de Reaparelhamento, cujo início de algumas de suas metas já foi autorizado, de maneira a sermos capazes de atuar na vigilância e na proteção de nosso imenso patrimônio no mar e nas águas interiores, e que deverá estar compatível com o Plano Nacional Estratégico de Defesa, atualmente em discussão. A conclusão do Programa Nuclear, que proporcionará a capacidade de construir um submarino com propulsão nuclear, e que é absolutamente dual, contribuindo para o nosso progresso através de sua possibilidade de gerar energia elétrica e pelo arrasto tecnológico que produz; e A valorização da profissão militar, pela elevação dos salários, de forma a diminuir a acentuada defasagem com relação às demais carreiras de Estado.

Marinheiros, Fuzileiros Navais e Servidores Civis! Sabedor que o maior patrimônio da Instituição são os homens e as mulheres que a compõem, servindo em terra ou singrando as águas dos nossos rios, da Amazônia Azul e dos mais diversos e longínquos oceanos e mares, onde nossa presença for exigida, incito-os a participarem da construção do Poder Naval que almejamos e a manterem o rumo na singradura traçada por nosso Patrono, cujo destino final será o porto seguro da ética, da disciplina, da dedicação ao trabalho e, sobretudo, do amor à Pátria. Tenho um profundo orgulho de poder trabalhar com as senhoras e os senhores: BRAVO ZULU! JULIO SOARES DE MOURA NETO / Almirante-de-Esquadra / Comandante da Marinha

Fonte: www.defesanet.com.br

F

Femicídio é, em um sentido geral, o assassinato de mulheres especificamente porque elas são mulheres. Este termo pode ter várias aplicações diferentes, e um único significado não é necessariamente abrangente. Pode descrever um assassinato em massa de mulheres, semelhante a um genocídio, dirigido apenas a um gênero e não a um contexto cultural ou étnico semelhante. O femicídio também pode se referir a outras formas de assassinato que são perpetradas especificamente para as mulheres, tais como a morte de mulheres por seus parceiros ou maridos e “mortes por honra” de mulheres da família e esposas. Em geral, o feminicídio é visto como um crime de ódio que atinge especificamente as mulheres devido à misoginia ou sexismo sentida pelo perpetrador do crime contra a vítima. O termo foi cunhado pela primeira vez no início do século 19 e foi inicialmente usado como um termo geral para se referir ao assassinato de uma vítima do sexo feminino; Desde então, foi refinado para ter significados mais específicos. Normalmente, é mais fácil diferenciar os assassinatos de mulheres vítimas de femicídios considerando o gênero da vítima e as atitudes do assassino. Se a vítima foi morta porque era mulher, então normalmente se qualifica como femicídio. O termo “femicídio” geralmente tem duas aplicações principais: uma é em grande escala e a outra é mais restrita. Como um termo em larga escala, é tipicamente usado de maneira similar ao “genocídio”, em referência a assassinatos em massa de mulheres ou mulheres simplesmente porque elas são mulheres. Isso pode ser usado em situações como os assassinatos de mulheres em alguns países, especialmente lésbicas ou mulheres pobres. Também pode se referir a práticas em países nos quais os bebês do sexo masculino são mais respeitados que os bebês do sexo feminino, e as fêmeas podem morrer de fome ou de outra forma. Um feminicídio passivo desse tipo é tão destrutivo quanto os crimes mais ativos e ainda se qualifica no sentido de que é conduzido especificamente contra as mulheres. Femicídio também pode se referir a crimes individuais que compõem um padrão maior e são direcionados às mulheres. Isso pode incluir situações de abuso conjugal, visando uma mulher em um relacionamento, que em última análise, aumenta até que a mulher seja assassinada. Existem também certas culturas ou países nos quais podem ocorrer “crimes de honra” que visam as mulheres. Tais assassinatos geralmente são feitos por um membro da família ou marido de uma mulher que é vista como tendo agido de uma maneira que “desonrou” sua família, e a mulher é morta para restaurar essa honra perdida. O femicídio é usado como uma forma específica de “gendercide”, que se refere a qualquer assassinato que tenha como alvo um gênero específico, e está em contraste com assassinatos que visam homens ou “viricídio”. O termo foi cunhado pela socióloga americana Diana EH Russell em 1976 , que define “o assassinato de mulheres por homens porque elas são mulheres”. ” O termo aparece em um fundador livro feminicídio: a Política da Mulher Killing, em 1992, escrito por dois sociólogos Diana EH Russell e Jill Radford Columbia. O dicionário The Robert menciona pela primeira vez o termo feminicídio em 2015: “Assassinato de uma mulher, de uma menina, por causa de seu sexo. O feminicídio é um crime reconhecido por vários países latino-americanos”.

História de uso do termo A palavra feminicídio é composta pelos termos “feminino” e “homicídio”, como é a palavra ” infanticídio “, por exemplo. Em vários países latino-americanos , o femicídio é a circunstância agravante do assassinato quando cometido contra uma mulher por seu marido ou ex-companheiro. Em alguns países asiáticos, particularmente na China, na Índia, no Paquistão e no Afeganistão, o nascimento de meninas está sendo travado por várias razões, levando à falta de mulheres. O termo feminicídio é assumido pelas Nações Unidas (ONU) ou pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A OMS distingue quatro categorias: Feminicídio “íntimo” quando se trata do cônjuge atual ou anterior. O crime de honra é praticado por um homem ou uma mulher, membro da família ou do clã da vítima, a fim de proteger sua reputação. É cometido quando a mulher transgride leis morais como o adultério ou mesmo depois de ser estuprada. O feminicídio ligado ao dote corresponde ao homicídio de uma mulher por seus sogros no casamento devido a um dote insuficiente, particularmente na Índia. O feminicídio não pessoal é um crime que visa explicitamente mulheres ou envolve agressão sexual. Fonte: www.wisegeek.com/fr.wikipedia.org


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ESCOLA VINDE MENINOS

DICAS DE LIVROS

Meio Ambiente Aquecimento global: para salvar o planeta, temos que reduzir o consumo de carne em 75% De acordo com a análise mais abrangente já feita sobre o impacto do sistema alimentar no meio ambiente, reduções enormes no consumo de carne no mundo todo são essenciais para evitar mudanças climáticas perigosas. Isso significa que o cidadão médio precisa comer 75% menos carne bovina, 90% menos carne de porco e metade do número de ovos, enquanto triplica o consumo de feijões e leguminosas e quadruplica o de nozes e sementes. A pesquisa também descobriu que enormes mudanças na agricultura são necessárias para evitar a destruição da capacidade do planeta de alimentar as 10 bilhões de pessoas que o habitarão dentro de algumas décadas. Esse é o estudo mais completo já feito até o momento, combinando dados de todos os países para avaliar o impacto da produção de alimentos e propondo soluções para a crise alimentar iminente.

“Esverdear o setor de alimentos ou comer o nosso planeta” Malala, a Menina que Queria Ir Para a Escola / No primeiro livro-reportagem destinado ao público infantil, a jornalista Adriana Carranca relata às crianças a história da adolescente paquistanesa Malala Yousafzai, baleada por membros do Talibã aos catorze anos por defender a educação feminina. Na obra, a repórter traz suas percepções sobre o vale do Swat, a história da região e a definição dos termos mais importantes para entender a vida desta menina tão corajosa.

A produção de alimentos já causa grandes danos ao meio ambiente. Estamos falando dos gases de efeito estufa provenientes da pecuária, do desmatamento, da escassez de água e das vastas zonas mortas oceânicas devido à poluição agrícola. Se não fizermos nada, seu impacto ficará ainda pior à medida que a população mundial aumentar em 2,3 bilhões de pessoas até 2050 e a renda global triplicar, permitindo que mais pessoas se alimentem com dietas ocidentais ricas em carne. Essa trajetória extrapolaria os limites ambientais críticos além dos quais a humanidade poderá sobreviver. “É muito chocante”, disse Marco Springmann, da Universidade de Oxford (Reino Unido), que liderou a equipe de pesquisa. “Estamos realmente arriscando a sustentabilidade de todo o sistema”. “Alimentar uma população mundial de 10 bilhões é possível, mas apenas se mudarmos a maneira como comemos e a maneira como produzimos alimentos”, complementou o professor Johan Rockström, do Instituto Potsdam para Pesquisa sobre o Impacto Climático (Alemanha). “Esverdear o setor de alimentos ou comer o nosso planeta: é isso que está no cardápio hoje”.

Dieta “flex”

Clarice Lispector. Para Meninas e Meninos - Volume 3 / Clarice Lispector, uma anti escritora popular do Brasil, que rompeu as regras literárias e abandonou uma vida de princesa para voltar a sua terra. Escrevia contos, novelas e crônicas enquanto seus filhos brincavam ao seu redor, e tinha um cachorro louco que comia cigarros.

Recentemente, cientistas alertaram que temos apenas cerca de doze anos para manter o aquecimento global abaixo de 1,5 graus Celsius. Se passarmos sequer meio grau, isso piorará significativamente os riscos de seca, inundações e calor extremo. O novo estudo explica que comer menos carne e laticínios é importante para manter essa meta, mas as tendências atuais seguem na direção oposta. Os pesquisadores descobriram que uma mudança global para uma dieta “flexitariana” é necessária para manter a mudança climática abaixo de 2 graus Celsius. Isso reduziria pela metade as emissões de efeito estufa. Nas nações ricas, as mudanças dietéticas necessárias são ainda maiores. Os cidadãos do Reino Unido e dos EUA precisam reduzir a carne bovina em 90% e o leite em 60%, enquanto aumentam o consumo de grãos entre quatro e seis vezes. Já milhões de pessoas em países pobres estão desnutridas e precisam comer um pouco mais de carne e laticínios.

Fábulas A Leiteira “Não se deve contar hoje com os lucros de amanhã” Uma leiteira ia a caminho do mercado. Na cabeça, levava um grande balde de leite. Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia com a venda do leite: - Comprarei umas galinhas. As galinhas botarão ovos todos os dias. Venderei os ovos a bom preço. Com o dinheiro dos ovos, comprarei uma saia e um chapéu novos. De que cor? Verde, tudo verde, que é a cor que me assenta bem. Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes me admirarão, me acompanharão, me dirão galanteios, e eu sacudirei a cabeça ... assim! E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite todo espalhou-se. A leiteira voltou com o balde vazio.

O Galo e a Raposa "Muitas vezes, quem quer enganar acaba sendo enganado" Empoleirado em um alto galho de árvore, o galo estava de sentinela, vigiando o campo para ver se não havia perigo para as galinhas e os pintinhos que ciscavam o solo à procura de minhocas. A raposa, que passava por ali, logo os viu e imaginou o maravilhoso almoço que teria se comesse um deles. Quando viu o galo de vigia, a raposa logo inventou uma historinha para enganá-lo. - Amigo galo, pode ficar sossegado. Não precisa cantar para avisar às galinhas e os pintinhos que estou chegando. Eu vim em paz. O galo, desconfiado, perguntou: - O que aconteceu? As raposas sempre foram nossas inimigas. Nossos amigos são os patos, os coelhos e os cachorros. Que é isso agora? Mas a espertalhona continuou: - Caro amigo, esse tempo já passou! Todos os bichos fizeram as pazes e estão convivendo em harmonia. Não somos mais inimigos. Para provar o que digo, desça daí para que eu possa lhe dar um grande abraço! O que a raposa queria, na verdade, era impedir que o galo voasse para longe. Se ele descesse até onde ela estava, seria fácil darlhe um bote. Mas o galo não era bobo. Desconfiado das intenções da raposa, ele lhe perguntou: - Você tem certeza de que os bichos são todos amigos agora? Isso quer dizer que você não tem mais medo dos cães de caça? - Claro que não! - confirmou a raposa. Então o galo disse: - Ainda bem! Porque, daqui de cima estou avistando um bando que vem correndo para cá. Mas, como você disse, não há perigo, não é mesmo? - O que?! - gritou a raposa, apavorada. - São os seus amigos! Não precisa fugir, cara raposa. Os cães estão vindo para lhe dar um grande abraço, como esse que você quer me dar. Mas a raposa, tremendo de medo, fugiu em disparada, antes que os cães chegassem.


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COM CLASSE NAS ARTES

História Brasileira

Revolta do Vintém no Rio de Janeiro Por Cristine Delphino

FIQUE SABENDO Curiosidades históricas do bairro de Piedade

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Localizado na Zona Norte, Piedade começou a ser ocupada em meados do século XVIII. Desde então, viveu muita história. Algumas mais inusitadas, outras mais tristes, mas todas marcantes. O motivo para o nome do bairro é uma dessas histórias inusitadas. Daquelas que quando contadas, há quem duvide seriamente. A estação ferroviária, que ficou pronta em 1873, onde hoje se encontra o bairro de Piedade, ficou conhecida como “Estação dos Gambás”, devido ao grande número desta espécie de animal na região.“No momento de expansão ferroviária do Império em direção à Zona Norte da cidade do Rio, o Imperador resolveu fazer uma parada em uma região onde havia vários gambás. Por conta disso, o lugar ficou conhecido como Parada Gambá ou Estação Gambá“, conta o historiador André Nunes.

A Revolta do Vintém, ou revolta do bonde aconteceu no final de 1879, na cidade do Rio de Janeiro, que era a capital do Brasil Imperial. Quase 5 mil manifestante se posicionaram em frente ao campo de São Cristóvão, para exigir a diminuição da taxa cobrada pelo transporte público. Os revoltosos foram contidos pelas autoridades policiais e permaneceram a espera de uma resposta do jornalista republicano Lopes Trovão, um dos principais lideres do protesto. O imperador prometeu negociar, a fim de resolver a disputa, mas Trovão rejeitou o seu pedido e convocou a população, através do jornal Gazeta da Noite, a reagir com violência contra a medida imperial.

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Em 1º de janeiro de 1880, data em que a nova taxa seria oficializada, a população incitada por Lopes Trovão, se dirigiu até o Largo São Francisco, local de partida e chegada da maioria dos bondes da cidade. A presença das autoridades policiais só aumentou o clima de tensão, e os revoltosos impacientes começaram a gritar “fora o vintém”, matar as mulas que carregavam os bontes e bater nos condutores. Os policiais precisaram da ajuda do Exército para acalmar os ânimos daquela confusão, mas em vez disso a população ficou ainda mais nervosa e passou a lançar pedras contra a cavalaria oficial. Os oficiais abriram fogo contra a multidão fazendo com que os manifestantes fossem dispersos a custa de muitos mortos e feridos. Em alguns dias o motim já havia cessado. A revolta pode ser considerada um sucesso, apesar dos mortos e feridos, pois as autoridades mantiveram os preços antigos das passagens do transporte. Fontes: http://www.brasilescola.com/historiab/revolta-vintem.htm http://mpljoinville.blogspot.com/2007/11/primeira-revolta-contra-tarifa-foi-em.html

A população local não gostou nada da ideia e, então, uma senhora enviou uma carta ao diretor da Estrada de Ferro pedindo por piedade que o nome fosse mudado. “O diretor respondeu: ‘Minha senhora, será feito. E o nome será Piedade’. Ela gostou, e ficou assim“, conta André Nunes. Logo, o nome da Estação virou nome do bairro. No dia 15 de agosto de 1909, uma história triste marcou as memórias do bairro. Um crime passional envolveu o escritor Euclides da Cunha – autor de Os Sertões. Euclides foi assassinado pelo amante de sua esposa, o militar Dilermando de Assis, em sua residência na Estrada Real de Santa Cruz (atual Avenida Dom Hélder Câmara). Outros momentos históricos estão ligados ao bairro. A Igreja gótica do Divino Salvador é um símbolo. A primeira Universidade do subúrbio carioca, a Universidade Gama Filho, foi fundada em 1939, no bairro. As informações não são precisas, mas há quem diga que Piedade foi o primeiro bairro do subúrbio a ter luz elétrica. Por essas e muitas outras, Piedade faz parte da história carioca. E como. (Fonte / Felipe Lucena Felipe Lucena é jornalista, roteirista e escritor. Filho de nordestinos, nasceu e foi criado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Apesar da distância, sempre foi (e pretende continuar sendo) um assíduo frequentador das mais diversas regiões da Cidade Maravilhosa. http://malditaid.blogspot.com.br/2018/01/meus-links_31.html)


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ESCOLA VINDE MENINOS

Lançamento do Livro, Exposição de Telas, Tapeçarias e Trabalhos em Madeira Dia 10 de novembro foi mais um dia de muita festa na Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes. A organização caprichou na produção e organização e o resultado foi excelente. Muita gente prestigiando o trabalho dos alunos que a cada evento demonstram claramente uma impressionate evolução surpreendendo em quantidade e qualidade, confira nas imagens:

Programa da Festa do Livro: Angelina a Menina que não queria ficar velha. Exposição de Telas pintadas pela classe Pintando o Sete. Tapeçarias, trabalhos em madeira, e etc. I – Abertura: com Oração II – Leitura Bíblica: Salmo 89: 15 a 18. III – Uma pequena explanação do Texto Bíblico IV – Apresentar Histórico da Escola V – Hino da Escola + as cores, o Arco-íris VI – Apresentação da Angelina, protagonista da história. VII - Poesia com Luciana VIII – Homenagem a Luciana e Angelina IX – Poesia pela Vilma X – Encerramento com os Hinos: A Bíblia, e Personagens da Bíblia


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Angelina a Menina que não queria ficar velha

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Curso de Cuidador de Idosos (Formatura)

LIVRO ESCRITO PELA PROFESSORA MARIA DA GLORIA INSPIRADO EM SUA NETA ANGELINA QUE FOI UMA DAS ATRAÇÕES DO EVENTO

Aconteceu na Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes dia 17 de novembro, a Formatura da Terceira Turma de Cuidadores de Idosos, curso ministrado pela Enfermeira Vilma Martins.

No total foram 10 alunos que receberam o diploma, numa solenidade muito bem organizada que teve o seu início às 10 horas. Foi verdadeiramente um sucesso o lançamento do Livro “Angelina, a menina que não queria ficar velha”. O evento aconteceu dia 10 de novembro, na Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes. Uma excelente presença de público e a mais que agradável surpresa, a presença daquela que inspirou a professora Maria da Gloria, a sua neta, Angelina acompanhada de seu pai e de seus dois irmãos. Agelina foi apresentada ao público e recebeu da organização muitas homenagens.

Destaque para o buffet com direito a bolo, salgadinhos, etc. A responsável pelo curso (Vilma Martins) deu início aos trabalhos com uma oração acompanhada respeitosamente por todos.

Formandos (e seus convidados) muito contentes e satisfeitos com os primeiros objetivos alcançados.


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DICAS DE LIVROS

Vamos ao Museu?

MUSEU CIÊNCIA E VIDA

Frida Kahlo: para meninas e meninos (Volume 1) / Decidimos nos aventurar e conhecer um pouco sobre grandes mulheres e homens da nossa história. E começamos por uma das muitas mulheres que não se conformaram em fazer o que esperavam delas. Por isto Frida Kahlo é nossa primeira antiprincesa (ou princesa asteca, talvez): uma mulher que mostrou o corpo embora fosse manca, que pintou em uma tela os momentos mais tristes e mais felizes de sua vida, que, apesar de todos os seus sofrimentos físicos, procurou a arte, a alegria e lutou pelo bem do mundo não só para ela, mas também para muitas outras pessoas.

Em atividade desde julho de 2010, o Museu Ciência e Vida, tem como missão popularizar e difundir a cultura, a ciência e a arte. Ampliando sua função social, o grande desafio do museu é estimular nos visitantes, diferentes sensações que os levem a novas experiências do saber e despertar o gosto pela ciência. Com a interatividade, o público é sempre instigado a fazer as suas próprias descobertas. No coração de Duque de Caxias- RJ, o Museu Ciência e Vida, possui aproximadamente 5.000m2 ao mesmo tempo diversas exposições temporárias, planetário, auditório e salas para oficinas, o que possibilita, a cada visita, uma nova experiência museal.

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Violeta Parra. Para Meninas e Meninos - Volume 2 / Saímos atrás dos passos de Violeta Parra. Uma caminhante que foi procurar canções nos lugares mais distantes do Chile para que não se perdessem com o passar dos anos. E embarcamos, como em uma máquina do tempo, para viver a aventura de ouvir histórias de avôs e avós, e conhecer a vida de uma artista que sentiu seu povo muito perto do coração.

Atualmente, a instituição oferece gratuitamente várias atividades culturais, artísticas e educativas, além das exposições: oficinas para professores, programas de atendimento diferenciado para grupos, oficinas de robótica, atividades lúdicas educacionais, cineclube, palestras e seminários, além das espetaculares sessões de planetário. O Museu Ciência e Vida é um empreendimento da Fundação Cecierj – Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de janeiro e apoio da Faperj. Endereço: R. Aílton da Costa, S/N – Jardim Vinte e Cinco de Agosto, Duque de Caxias – RJ, 25071-160 – Telefones: (21) 2671-7797 / 2334-9680


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COM CLASSE NAS ARTES

Fique Sabendo

Educação

Alunos da rede pública receberão livros literários a partir de 2019

Ligações para o CVV agora serão gratuitas em todo país

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Estudantes da rede pública receberão livros de literatura em 2019, além do material didático, de acordo com o novo formato do Programa Nacional do Livro e do Material Didático Literário (PNLD). A escolha das obras pelas escolas credenciadas ainda não foi iniciada e deve ocorrer em outubro. De acordo com o Ministério da Educação, a escolha será feita pelas escolas, a partir de uma lista, e levará em conta a opinião dos professores e diretores de escola. No catálogo para o ensino médio, estão livros como a biografia da paquistanesa Malala - a mais jovem a receber um Prêmio Nobel da Paz; o clássico de ficção Admirável Mundo Novo, de Aldous Juxley; e poemas de Cecília Meireles. Até este ano, o programa destinava as obras literárias apenas para as bibliotecas e para serem usadas em salas de aula. A previsão é que os estudantes recebam os dois livros literários. Para a assessora de projetos da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda, é importante o aspecto individual da leitura, mas o papel didático da biblioteca não se deve ser esquecido. Ela defende que a escolha dos livros deve ser a mais democrática possível, envolvendo não só os professores, como prevê o programa, e que os alunos também sejam consultados. “Sempre falamos da necessidade sobre o processo de gestão democrática dentro da escola. Então, a escolha dos livros didáticos também tem que passar por isso, existe todo um trabalho que é feito e pensado para que as escolas possam ter de fato gestão democrática”, disse. “Se os professores, os diretores, os coordenadores pedagógicos puderem discutir com os estudantes a escolha dos livros de literatura e também os livros didáticos, isso sempre é muito mais frutífero porque uma gestão democrática gera apropriação de cultura, então gera educação e aprendizado”, acrescentou. Na avaliação de Cândido Grangeiro, sócio de uma pequena editora que teve livros escolhidos para o catálogo literário do programa, houve conquistas com o novo modelo. “Isso é uma conquista enorme [o livro ficar com o estudante] porque o aluno tem um acesso maior à literatura”, disse, ressaltando ser mais um incentivo para publicações no mercado editorial. Os professores terão acesso a um guia com resenhas das obras selecionadas pelo programa e a escolha será feita após uma reunião de professores e diretoria da escola. Ainda de acordo com as regras, uma mesma editora não poderá ter dois livros escolhidos. As obras serão devolvidas às escolas depois do período de um ano para reutilização. Cada editora pode inscrever quatro obras para serem selecionadas para o catálogo. O PNLD não permite que as editoras, com obras selecionadas para o catálogo, façam ações promocionais, distribuam brindes ou visitem as escolas. Grangeiro alerta para um disputa desigual entre as grandes e pequenas editoras. “Essas editoras [grandes] trazem toda uma tradição de chegada, um poder comercial mesmo, tem distribuidor, tem dinheiro, enfim, de chegar nas escolas e conseguir concentrar todas as adoções [de livros]. As editoras pequenas não dominam esse universo comercial, nem tem recursos financeiros para esses estudos. A disputa é extremamente desigual”, disse. Sobre a questão, o MEC foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou até a publicação. *Colaborou Nelson Lin, da Rádio Nacional http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2018-09/alunos-darede-publica-receberao-livros-literarios-partir-de-2019

A

partir do mês de julho, as ligações para o Centro de Valori zação da Vida (CVV), passam a ser de graça, em todo o país. O número de prevenção ao suicídio, 188, pode ser acionado por qualquer pessoa que passa por momentos de crise e precisa de apoio emocional. A gratuidade das ligações vinham se expandindo pelo país desde o ano passado. Agora, os últimos estados que passam a ter o serviço de graça são Bahia, Maranhão, Pará e Paraná. Somente no ano passado, o Centro de Valorização da Vida recebeu 2 milhões de ligações de pessoas pedindo ajuda porque pensavam em tirar a própria vida. Segundo o Ministério da Saúde, o número foi o dobro do registrado em 2016. Além do telefone 188, as pessoas podem buscar ajuda pela internet, no site cvv.org.br ou nos 87 postos de atendimento presencial. O CVV é uma associação civil sem fins lucrativos que trabalha com prevenção ao suicídio. São 2.400 voluntários que atuam no serviço e foram capacitados em curso específico. Qualquer pessoa pode ligar e todas as chamadas têm sigilo. Os atendentes buscam abordar os cidadãos de forma acolhedora e segura para aliviar a ansiedade e o desespero de quem procura ajuda. Segundo o Ministério da Saúde, a média de suicídios no Brasil, por ano, é de 5,5 habitantes para cada 100 mil, o equivalente a 11mil pessoas. Mas os idosos são os que mais preocupam os órgãos de saúde. A taxa de suicídio nessa faixa etária vem crescendo, principalmente entre os homens e os solteiros.


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ESCOLA VINDE MENINOS

Saúde é Vital

FIQUE SABENDO

Estudo mostra ligação entre álcool e suicídio na faixa de 25 a 44 anos

U

Um estudo feito pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) divulgado este ano em um jornal científico reforçou a ligação entre o consumo de álcool e o suicídio. Foram analisados 1,7 mil casos na cidade de São Paulo entre 2011 e 2015 a partir de exames toxicológicos e mais de 30% das vítimas apresentavam diferentes concentrações de teor alcoólico no sangue. Entre os homens essa porcentagem chegou a 34,7%. A maior parte dos analisados (49%0 corresponde a adultos jovens, com idade entre 25 e 44 anos. Dentro dessa faixa etária mais de 61% apresentavam álcool no sangue. Desde 2012 a taxa de suicídio em brasileiros de 15 a 29 anos subiu quase 10% de acordo com a edição de 2010 do Mapa da Violência, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a segunda causa mundial de mortes entre pessoas dessa faixa etária - mais de 90% estão ligados a distúrbios mentais. Segundo o psiquiatra Teng Chei Tung, coordenador dos Serviços de Pronto-Socorro e Interconsultas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, sob efeito do álcool as pessoas podem apresentar diminuição da capacidade de julgamento, do senso crítico e do autocontrole, assim como tendem a adotar comportamentos agressivos. Esse efeito pode ser ainda maior entre os adolescentes. “O cérebro do adolescente ainda está em desenvolvimento e os efeitos do álcool são mais nocivos nessa idade, com impacto ainda maior sobre a tomada de decisões e o autocontrole. Estamos falando de uma faixa etária em que o imediatismo é mais evidente e a exposição ao álcool pode ser mais perigosa quando pensamos no risco para o suicídio”, explicou. De acordo com Tung, é possível desenvolver programas educativos sobre o consumo de drogas e álcool entre os jovens, mas é preciso lembrar que há outros fatores que também merecem atenção como o bullying e transtornos psiquiátricos, como a depressão. “É importante lembrar que um transtorno mental como a depressão pode alterar a percepção que o indivíduo tem da realidade. Por isso, os casos de suicídio não devem ser encarados como expressão do livre-arbítrio.”

Campanha digital No próximo mês será lançada a campanha digital #SAIADASOMBRA, para contribuir para as atividades educativas da campanha global Setembro Amarelo, que tem como foco o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, celebrado no próximo dia 10. A mensagem será lançada em forma de vídeo nas redes sociais com o objetivo de atingir os mais jovens. A campanha é feita em parceria com o Centro de Valorização à Vida (CVV) e o laboratório Pfizer. "O objetivo desta vez é focar nos adolescentes e jovens que apresentam sinais de alerta em relação à depressão e à possibilidade de cometer suicídio num prazo próximo ou mediano. Nossa intenção é alertar, trazer informação e levar as pessoas a poder identificar esses sinais e, em seguida, ajudar, seja pessoalmente ou encaminhando para um profissional adequado", disse o diretor médico da Pfizer, Eurico Correia. Segundo ele, as pessoas que têm sinais ou sintomas depressivos têm um sofrimento inerente à doença e à condição clínica pela qual estão passando. "É importante lembrar que as pessoas que têm depressão, de alguma maneira, estão sofrendo e, para algumas delas, a saída

para esse sofrimento é o suicídio. Vamos ter isso em mente e reconhecer que há mitos que envolvem a doença". Correia ressaltou que é necessário ainda eliminar a ideia de que suicídio é uma consequência natural de uma série de situações na vida da pessoa. "Mais de 90% das pessoas que se suicidaram ou tentaram tem alguma doença envolvida. Não é questão meramente comportamental. Essa é uma das mensagens mais importantes: é uma morte evitável. Essa pessoa que tentou ou cometeu suicídio não precisava ter feito isso se a gente ouvisse, visse e desse atenção", completou. O presidente do CVV, Robert Paris, destacou que a entidade criou um serviço via chat com o intuito de atrair jovens. Segundo ele, a adesão desse público foi rápida. "Um dado que nos chamou muito a atenção é que no atendimento em geral cerca de 5% a 10% das pessoas manifestam intenção ou planejamento para o suicídio. Parece pouco, mas se pensarmos que temos 3 milhões de contatos por ano, isso significa um número de pessoas em alto risco e que, felizmente, estão pedindo ajuda de alguma maneira". Paris disse ainda que entre aqueles de 15 a 29 anos, a taxa dos que mostram planejamento ou intenção para suicídio é de 50%. "O jovem fala abertamente sobre isso. Ele pede ajuda e demonstra seu desespero. O problema é grave, estamos cada vez mais buscando voluntários para atender em todos os nossos meios de apoio, mas especificamente nesse. E buscamos trazer voluntários mais jovens." Mudanças bruscas de personalidade, alterações no desempenho escolar ou no trabalho podem ser sinais de que a pessoa sofre de algum transtorno que pode levar ao suicídio. Perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas, isolamento familiar ou social, pessimismo, perda ou ganho inesperado de peso, frequência de comentários autodepreciativos ou sobre morte, ou a doação de pertences que antes o indivíduo valorizava também são sinais que devem ser notados. http://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/201808/estudo-mostra-ligacao-entre-alcool-e-suicidio-na-faixa-de-25-44-anos


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COM CLASSE NAS ARTES

Turismo

Rio de Contas (BA)

FIQUE SABENDO

Bairro do Irajá ( História e Curiosidades

Rio de Janeiro)

(Fonte/iraja.jorgerodrigues.com.br)

Fundação do Bairro de Irajá / (ENSAIO)

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Os primeiros habitantes da região de Rio de Contas foram escravos alforriados que se reuniram no Arraial dos Creoulos. No início do séc. XVIII, com a chegada de bandeirantes interessados em novas regiões de exploração do ouro, um novo arraial (hoje chamado de Mato Grosso) foi fundado, atraindo mais pessoas para a região. Também nessa época chegaram os padres jesuítas. Em 1746, o arraial dos Creoulos passou a chamar-se Vila Nova de Nossa Senhora do Livramento das Minas do Rio de Contas, nome herdado da transferência de uma vila vizinha que, devido a constantes enchentes, sofria de uma epidemia da "febre de mau carater".

Rico em ouro de aluvião, o município viveu na segunda metade do século XVIII uma época de grande prosperidade econômica. As tradicionais famílias importavam da Europa peças de uso pessoal e de decoração e, numa celebração à abundância, pó de ouro era lançado nos Imperadores e Rainhas durante as procissões da festa do Divino Espírito Santo. Também são desta época os casarões em estilo colonial, hoje tombados pelo patrimônio. Toda esta prosperidade decaiu já por volta de 1800 com a escassez do ouro, e agravou-se com a descoberta de diamantes na Chapada Diamantina quatro décadas depois. Grande parte da população de Rio de Contas que havia fundado a cidade transferiu-se para Mucugê em busca de novas riquezas. O artesanato passou a ser sua principal atividade econômica.

A preservação da memória do passado em função do presente, sempre deve prevalecer. IRAJÁ, segundo Theodoro Sampaio, engenheiro brasileiro contemporâneo, nascido na Bahia e na época, considerado o notável conhecedor brasileiro de assuntos indianistas e autor do o Tupi, significa na língua tupi-guarani, "O mel brota ou se produz". Este Ensaio, extraído da pesquisa histórica iniciada em meados de 1991 sobre o bairro de Irajá, subúrbio do Rio de Janeiro, salvo uma melhor interpretação histórica convincente, caracteriza ser a data de fundação (aniversário) do bairro de Irajá, o ano de 1613, sem nenhuma outra condição de que se possa estabelecer o dia e o mês, por estar elas ignoradas em todos os escritos à respeito do até então, salvo o "in fine" em forma de sugestão que é exposto, se não vejamos: Com entusiasmo ensejo, cheio de esperança ansiosa, ao IRAJÁ eu desejo, prosperidade grandiosa. IRAJÁ, teve origem nas Sesmarias ainda sob a regência de Portugal. Seu primeiro donatário, foi o jesuíta Gaspar da Costa, cujo filho, em 30 de dezembro de 1644, objetivou as transformações necessárias da então Capela barroca de Irajá, criada em 16l3, instituindo a Paróquia Nossa Senhora da Apresentação de Irajá, tornando-se o seu primeiro vigário e devidamente confirmada por Alvará de funcionamento assinado por D. João IV em 10 de fevereiro de 1647. Isto porque as Capelas não eram obrigadas, pelo menos na época, ter Alvará para funcionamento. Eram erguidas pelos fiéis católicos nas propriedades coloniais, geralmente pelo próprio donatário dos respectivos engenhos, mais tarde fazendas. Surge então a pergunta: - Por que não existe dia e mês? A resposta é lógica: ou a Capela já existia de janeiro à abril de 1613, quando o jesuíta Gaspar da Costa, recebeu as extensões de terras ou então ela foi erguida no período compreendido de abril à dezembro de 1613, partindo-se do pressuposto da data de 02 de fevereiro de 1613, por apresentar uma forte evidência com relação ao também proprietário de terras, o pároco Antonio Martins Loureiro, fundador da Igreja da Candelária, que também recebeu grande extensão de terra neste citado ano. Uma nova pergunta é cabível: - Como chegou-se a esta conclusão? Contatando com o ilustre Acadêmico Correspondente da AILA, Escritor e Poeta, Joaquim Francisco de Castro, de Fânzeres – Gondomar/Portugal, o ilustre Acadêmico fez a máxima gentileza de comparecer a Torre de Tombo e, após pesquisa, os dados colhidos, são os mesmos, sem quaisquer possibilidades de alteração. Padre Antonio de Freitas, em entrevista ao Rio Ilustrado de 1937, destaca o tempo da existência da Igreja como uma das mais antiga do Brasil, considerando mais velha do que ela apenas algumas Igrejas da Bahia que segundo o pároco é "célula mater da nacionalidade brasileira" e uma ou duas no Maranhão, tendo em vista a data de 1613 até hoje gravada em pedra no frontispício da Igreja. No livro Templos Históricos do Rio de Janeiro – 1946 (MCMXLVII) – 2a. edição – do escritor Augusto Maurício, que entre outras observações, retrata: "... Os portais, tanto das janelas como da entrada, são de grama, vendo-se no centro deste último a data gravada de 1613." O livro Cento e Sete Invocações da Virgem Maria do Brasil da Escritora Nilza Botello Megale – Editora Vozes – Petrópolis/RJ – 1980, dá uma aproximação da realidade dos fatos relativo a Capela, uma vez que em outras observações registra: "No Brasil, a primeira paróquia dedicada a esta invocação foi de Natal, no Rio Grande do Norte, fundada em 1559." No Jornal "Folha Leopoldinense" - 1987, numa reportagem de Egbért Fernandes, intitulada "As Memórias de Irajá", em apoio ao concurso de monografias contando a história do bairro, promovido pelo Rotary Club de Irajá, também retrata a data de fundação registrando: "... Sem precisão de idade, os registros cronológicos mostram que em 1613 ela já existia, sendo de propriedade de uma das fazendas que ocupavam o local na época." No Jornal "O Globo – Madureira" – 1985, numa entrevista junto ao Monsenhor Luiz Machado, da Igreja Nossa Senhora da Apresentação, no Irajá, não encontrou os dados sobre a construção "iure" antiga capelinha barroca que lhe foram entregues pela Cúria, quando fez uma pesquisa sobre os monumentos sacros. Mas sei que ela é superior a 1613 ou dessa época ....(grifo meu)". Freguesias do Rio Antigo do autor Fernando de Noronha (1965), também reporta dados que leva ao ano de 1613. As concretizadas e ratificadas memórias de antigos moradores do bairro, tão bem registradas no volume 6 – MEU IRAJÁ – Agostinho Rodrigues – 1997, intitulado "Paróquias, Igrejas, Capelas (Católica Apostólica Romana), Educação Religiosa e Cultural – Cemitério. Conclusão: Se há um interesse enorme de que se tenha dia e mês que caracterize o marco das festividades do bairro de Irajá, não só pela sua grande participação histórica no progresso do Rio de Janeiro mas também do próprio bairro, segue em forma de sugestão as seguintes datas abaixo, diante do aspecto social do lugar em que todas as afirmações dão conta que o bairro desenvolveu-se por muitos anos em função da Igreja. A data de 30 de dezembro, quando se comemora o Aniversário da Paróquia de N.S. da Apresentação de Irajá, dia que a imagem, vinda de Portugal em 1644 na Igreja se estabeleceu, segundo declarações do Padre Antonio de Freitas, estão Vigário de Irajá e do Padre Januário Tolomey - Rio Ilustrado de 1937; e/ou A data de 21 de novembro, quando pela tradição antiga é a N.S. da Apresentação festejada, conforme incluso no Missal Cotidiano – Completo – 1936 – Ano do II Congresso Eucarístico no Brasil, reimpresso pela Impressora Beneditina Ltda.– Salvador/Bahia – D. Beda Keckeisen – ºS.B. de 27/11/1954, cortesia da Acadêmica da AILA, Jarnete Ferreira Soares/RJ. Espero que este ensaio venha se constituir um marco a mais na nossa história, que defino através da mensagem elaborada no período da pesquisa histórica cultural do bairro.


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ESCOLA VINDE MENINOS

O que fizeram das Sagradas Escrituras? Essa pergunta é referida aos que andam por aí se dizendo crentes em Jesus, pois crentes na verdade todo o MUNDO é, depende no que se crê. Mas voltando aos que se dizem crentes em Jesus, parte da resposta à pergunta acima está no Livro de Apocalipse cap. 13: 1 a 10, é exatamente como está escrito neste texto, no versículo 1 diz que uma besta subiu do mar com sete cabeças e dez chifres e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre a sua cabeça um nome de BLASFÊMIA.

N

Nos versículos 6 e 7 diz que esta besta abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, blasfemando do seu Nome e foi-lhe permitido fazer guerra contra os santos e vencê-los. Vemos neste texto claramente o cumprimento das revelações dadas a João, revelações para os tempos do fim, ou seja, nestes tempos em que estamos vivendo. A palavra blasfêmia hoje foi substituída por outra palavra: “liberalidade”. Os Mandamentos da Lei de Deus que eram ensinados nos Templos e requeridos o seu cumprimento por homens verdadeiramente chamados por Deus para guiar o rebanho do Senhor aqui na Terra foram quebrados e lançados fora. Hoje os valores do Antigo Testamento são chamados de velho testamento, ficaram para trás, na concepção dos falsos ensinadores os tempos mudaram, mas o que eles não sabem é que Deus não mudou nem jamais mudará. Ele vela pela sua Palavra para que seja cumprida. (Jr.1:12). Hoje são tantas denominações, seitas e cabanas com títulos evangélicos, ou seja, uma REBELIÃO GENERALIZADA.

Por que estou falando desta maneira? Porque esta é a triste realidade vista por toda a parte. Denominações dantes respeitadas por respeitarem os Mandamentos da Lei de Deus hoje se tornaram verdadeiros escândalos por conta da chamada liberalidade, por toda parte se ouve; “estou numa igreja liberal”! O que é isso? O que está acontecendo? As respostas estão no livro que foi fechado e lançado fora; a BÍBLIA! Com a rebelião generalizada posso citar uma das Denominações mais respeitadas do século vinte que foi a Igreja Assembléia de Deus. Hoje nem sombra daqueles saudosos ensinamentos, daqueles líderes responsáveis pelo rebanho, das Doutrinas ministradas que faziam dos crentes em Jesus pessoas separadas do pecado, santificação havia na vida do salvo, pois através dos ensinamentos BÍBLICOS procedia à Sabedoria e da Sabedoria vinha o Temor a Deus. As pessoas chegavam ao Evangelho com seus muros caídos, sem limites, mas à medida que iam aprendendo as verdades BÍBLICAS iam sendo restaurados os seus muros, os seus limites e assim ia havendo mudanças em suas vidas, transformação desde o interior até ao exterior sem represálias, pois o próprio Espírito Santo ia realizando no interior da pessoa um trabalho de conversão. Hoje nem mais se sabe o que virou a Assembléia de Deus! Agora se ouve por toda parte

que aquela Igreja se tornou liberal. Que será isso? Diz a Palavra de Deus que houve um tempo em que o Senhor olhou a Terra e não viu um justo sequer. Então Ele mandou seu Filho para ensinar tudo quanto o povo necessitava aprender, numa linguagem bem clara ensinando que toda a Escritura deve ser cumprida, aliás, Ele disse que veio para cumprir toda a Escritura e foi com grande sacrifício levando a cruz até ao calvário pagando o grande preço da Redenção. É bom ter sempre em mente que todo o sacrifício de Jesus é coisa muito séria, o Senhor não se deixa escarnecer como muitos estão pensando e fazendo e escandalizando, ridicularizando o nome do Senhor num proceder vergonhoso. Em 1 Pd. 1:13 a 16 está escrito a verdadeira condição em que o seguidor do Evangelho deve estar: SANTO! Ser santo é ser separado das concupsciências mundanas. É preciso aprender, mas como aprenderão se não tem quem ensine? E muito menos quem queira aprender? PENSE NISTO!

IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS DO SENHOR É A TERRA E TODA A SUA PLENITUDE - SALMO 24 Terças - Culto de Doutrina - 18:30h / Quartas - Culto de Consagração - 09:00h Quintas - Culto de Libertação - 15:00h / Sábados - Evangelização e Culto ao Ar Livre - 19:00h Domingos - Escola Dominical - 09:00h / Culto Público - 18:00h Rua da Associação, 21 - Irajá - Telefone: 99313-4419 - Rio de Janeiro - RJ / E-mail: projetovindemeninos@gmail.com


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