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Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes - Edição 09

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Informativo Trimestral - Distribuição Gratuita Jan. / Fev. / Mar. / 2017 Ano 3 - N.º 9 - Irajá - RJ - Fundado em 01/01/2016

Breve História do bairro de Bento Ribeiro e modo geral, a cidade do Rio de Janeiro cresceu e se desenvol veu sem muito controle, organização e planejamento. Contudo, alguns bairros foram projetados. Um deles é Bento Ribeiro, primeiro bairro planejado da Zona Norte. Em 1913, durante a prefeitura de Bento Manuel Ribeiro Carneiro (o Bento Ribeiro), surgiu a ideia de projetar o bairro. Bento Ribeiro, que era neto do famoso militar Bento Manuel Ribeiro, também foi comandante da Escola Militar de Realengo e do Estado Maior do Exército.

D

Acidente na estação em 1924

Com a (à época) moderna estação de trem, praças, ruas retas e arborizadas, casas padronizadas, a intenção era fazer algo na linha dos melhores bairros proletários da Europa. “A ideia era que todo o subúrbio carioca fosse assim projetado. Mas, em dois anos, ou seja, em 1915, esse planejamento foi abandonado”, destaca o historiador Milton Teixeira. A ESTAÇÃO DE TREM, REFERÊNCIA CENTRAL DE BENTO RIBEIRO, FOI TOTALMENTE FINALIZADA EM 1914. FUNDAMENTAL PARA O FUNCIONAMENTO DO BAIRRO, ESSA CONSTRUÇÃO COLABOROU BASTANTE PARA O DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO. Tombado, o bairro, nos primeiros anos de existência, recebeu um número grande de imigrantes Portugueses e Italianos. Entre os moradores mais famosos estão Xuxa Meneghel e Ronaldo Fenômeno. Ronaldo nasceu e foi criado em Bento Ribeiro, se mudando no início dos anos 1990, quando sua carreira de jogador de futebol começou a decolar. (FONTE / DIARIODORIO.COM / TEXTO - FELIPE LUCENA - JORNALISTA, ROTEIRISTA E ESCRITOR. FILHO DE NORDESTINOS, NASCEU E FOI CRIADO NA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO. APESAR DA DISTÂNCIA, SEMPRE FOI (E PRETENDE CONTINUAR SENDO) UM ASSÍDUO FREQUENTADOR DAS MAIS DIVERSAS REGIÕES DA CIDADE MARAVILHOSA. RE S P O N S Á V E L T É C N I C A : DRA. VILMA MARTINS DURAÇÃO DO CURSO / 3 MESES ESTÁGIO GARANTIDO NO LAR MÃE RITINHA

Curso de Cuidador de Idosos e Auxiliar de Creche Local / Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes

Terças e Quintas das 18 às 21 hs Sábados das 13 às 18 hs

Rua / Sta. Barbara, nº 6 / Parque Bom Menino / Irajá / WhatsApp 98770-7725 /E-mail: vilmamartins11@hotmail.com


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ESCOLA VINDE MENINOS

DICAS DE LIVROS

UM TOQUE DE POESIA

Canção do Exílio (Gonçalves Dias) MINHA TERRA TEM PALMEIRAS , ONDE CANTA O SABIÁ; AS AVES, QUE AQUI GORJEIAM, NÃO GORJEIAM COMO LÁ. NOSSO CÉU TEM MAIS ESTRELAS,

Todas as cores do negro Texto e ilustrações de Arlene Holanda. Brasília/ DF: Conhecimento, 2008. Aborda em linguagem de prosa poética o universo da cultura e herança dos povos africanos no Brasil. Passeia pelo processo histórico da escravidão, com foco na resistência e se demora no período pós-abolição: as condições de abandono a que foram submetidos os negros, as estratégias de sobrevivência, o preconceito, a segregação social. Público: infanto-juvenil (de 8 à 12 anos, ou alunos do 3º ao 6º ano). Número de páginas: 31

NOSSAS VÁRZEAS TÊM MAIS FLORES, NOSSOS BOSQUES TÊM MAIS VIDA, NOSSA VIDA MAIS AMORES. EM CISMAR, SOZINHO, À NOITE, MAIS PRAZER ENCONTRO EU LÁ; MINHA TERRA TEM PALMEIRAS , ONDE CANTA O SABIÁ. MINHA TERRA TEM PRIMORES, QUE TAIS NÃO ENCONTRO EU CÁ; EM CISMAR — SOZINHO, À NOITE — MAIS PRAZER ENCONTRO EU LÁ; MINHA TERRA TEM PALMEIRAS , ONDE CANTA O SABIÁ. NÃO PERMITA DEUS QUE EU MORRA, SEM QUE EU VOLTE PARA LÁ; SEM QUE DESFRUTE OS PRIMORES QUE NÃO ENCONTRO POR CÁ; SEM QU’INDA AVISTE AS PALMEIRAS, ONDE CANTA O SABIÁ.

Amor (Álvares de Azevedo) AMEMOS! QUERO DE AMOR VIVER NO TEU CORAÇÃO! SOFRER E AMAR ESSA DOR QUE DESMAIA DE PAIXÃO! NA TU ’ALMA, EM TEUS ENCANTOS E NA TUA PALIDEZ E NOS TEUS ARDENTES PRANTOS SUSPIRAR DE LANGUIDEZ!

Soneto da Fidelidade (Vinicius de Moraes) DE

TUDO , AO MEU AMOR SEREI ATENTO

ANTES, E COM TAL ZELO, E SEMPRE, E TANTO QUE MESMO EM FACE DO MAIOR ENCANTO DELE SE ENCANTE MAIS MEU PENSAMENTO. QUERO VIVÊ-LO EM CADA VÃO MOMENTO E EM LOUVOR HEI DE ESPALHAR MEU CANTO E RIR MEU RISO E DERRAMAR MEU PRANTO AO SEU PESAR OU SEU CONTENTAMENTO. E ASSIM, QUANDO MAIS TARDE ME PROCURE QUEM SABE A MORTE, ANGÚSTIA DE QUEM VIVE QUEM SABE A SOLIDÃO, FIM DE QUEM AMA EU POSSA ME DIZER DO AMOR (QUE TIVE): QUE NÃO SEJA IMORTAL, POSTO QUE É CHAMA MAS QUE SEJA INFINITO ENQUANTO DURE.

Via Láctea (Olavo Bilac) ORA (DIREIS) OUVIR ESTRELAS! CERTO PERDESTE O SENSO!” E EU VOS DIREI, NO ENTANTO, QUE, PARA OUVI-LAS, MUITA VEZ DESPERTO E ABRO AS JANELAS, PÁLIDO DE ESPANTO… E CONVERSAMOS TODA A NOITE, ENQUANTO A VIA LÁCTEA, COMO UM PÁLIO ABERTO, CINTILA. E, AO VIR DO SOL, SAUDOSO E EM PRANTO, INDA AS PROCURO PELO CÉU DESERTO. DIREIS AGORA: “TRESLOUCADO AMIGO! QUE CONVERSAS COM ELAS? QUE SENTIDO TEM O QUE DIZEM, QUANDO ESTÃO CONTIGO?” E EU VOS DIREI: “AMAI PARA ENTENDÊ-LAS! POIS SÓ QUEM AMA PODE TER OUVIDO CAPAZ DE OUVIR E DE ENTENDER ESTRELAS.

Timidez (Cecília Meireles) BASTA-ME UM PEQUENO GESTO, FEITO DE LONGE E DE LEVE, PARA QUE VENHAS COMIGO

QUERO EM TEUS LÁBIOS BEBER OS TEUS AMORES DO CÉU, QUERO EM TEU SEIO MORRER NO ENLEVO DO SEIO TEU! QUERO VIVER D’ESPERANÇA, QUERO TREMER E SENTIR! N A TUA CHEIROSA TRANÇA QUERO SONHAR E DORMIR!

E EU PARA SEMPRE TE LEVE…

-

MAS SÓ ESSE EU NÃO FAREI.

U MA

PALAVRA CAÍDA

DAS MONTANHAS DOS INSTANTES DESMANCHA TODOS OS MARES E UNE AS TERRAS MAIS DISTANTES…

- PALAVRA QUE NÃO DIREI. PARA QUE TU ME ADIVINHES, ENTRE OS VENTOS TACITURNOS ,

Menina bonita do laço de fita Texto de Ana Maria Machado e Ilustraçõeso de Claudius. 7. ed. São Paulo: Ática, 2005. Traz uma linda história de valorização da beleza negra, onde um coelho branquinho queria casar-se e ter uma filha “bem pretinha”. Durante a obra, o coelho tenta descobrir o segredo para conquistar o seu tão sonhado desejo. Leia o livro e acompanhe a busca do coelhinho! Público: infantil Número de páginas: 24

VEM, ANJO, MINHA DONZELA, MINHA ’ALMA , MEU CORAÇÃO ! QUE NOITE, QUE NOITE BELA! COMO É DOCE A VIRAÇÃO! E ENTRE OS SUSPIROS DO VENTO DA NOITE AO MOLE FRESCOR, QUERO VIVER UM MOMENTO, MORRER CONTIGO DE AMOR!

APAGO MEUS PENSAMENTOS , PONHO VESTIDOS NOTURNOS ,

E,

QUE AMARGAMENTE INVENTEI . ENQUANTO NÃO ME DESCOBRES, OS MUNDOS VÃO NAVEGANDO NOS ARES CERTOS DO TEMPO, ATÉ NÃO SE SABE QUANDO… E UM DIA ME ACABAREI

ESCOLA VINDE MENINOS COM CLASSE NAS ARTES

EXPEDIENTE FUNDADO EM 01/01/2016 POR MARIA DA GLORIA F. PACHECO DIAGRAMAÇÃO, FOTOS, ARTE FINAL E PESQUISA: EQUIPE CAMPINARTE E-MAIL: PROJETOVINDEMENINOS@GMAIL.COM BLOG / ESCOLAVINDEMENINOS.BLOGSPOT.COM

RUA STA. BÁRBARA 06 - IRAJÁ - RJ - 99313-4419


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COM CLASSE NAS ARTES

HOMENAGEM

NOVIDADES

Aprenda a criar uma biblioteca pública na sua comunidade NO

DIA 20 DE AGOSTO DE 1889, CIDADE DE GOIÁS – GOIÁS NASCEU A NA LINS DO G UIMARÃES P EIXOTO BRÊTAS, CONHECIDA COMO CORA CORALINA . FALECIMENTO: 10 DE ABRIL DE 1985 ( POETISA E CONTISTA BRASILEIRA ) NA

O primeiro passo é definir o local: no condomínio onde você mora, no trabalho, na associação de bairro etc. Feito isso, é preciso uma infraestrutura mínima, composta por prateleiras, mesa e cadeiras, um fichário e, de preferência, um computador para controle dos livros e dos usuários.

ELEVAR CORA C ORALINA PROFESSOR, “SOIS O SAL DA TERRA E A LUZ DO MUNDO”. SEM VÓS TUDO SERIA BAÇO E A TERRA ESCURA. PROFESSOR, FAZE DE TUA CADEIRA, A CÁTEDRA DE UM MESTRE. SE SOUBERES ELEVAR TEU MAGISTÉRIO, ELE TE ELEVARÁ À MAGNIFICÊNCIA . TU ÉS UM JOVEM, SÊ, COM O TEMPO E COMPETÊNCIA, UM EXCELENTE MESTRE. MEU

JOVEM

PROFESSOR, QUEM MAIS ENSINA E QUEM O PROFESSOR OU O ALUNO?

DE

MAIS APRENDE?

QUEM MAIOR RESPONSABILIDADE NA CLASSE , DO PROFESSOR OU DO ALUNO?

PROFESSOR, SÊ UM MESTRE. HÁ UMA DIFERENÇA SUTIL ENTRE ESTE E AQUELE. ESTE LECIONA E VAI PRESTES A OUTROS AFAZERES. AQUELE MESTREIA E AJUDA SEUS DISCÍPULOS. O PROFESSOR TEM UMA TABELA A QUE SE APEGA. O

MESTRE EXCEDE A QUALQUER TABELA E É SEMPRE UM MESTRE.

FELIZ A

É O PROFESSOR QUE APRENDE ENSINANDO.

CRIATURA HUMANA PODE TER QUALIDADES E FACULDADES .

PODEMOS A

APERFEIÇOAR AS DUAS .

MAIS IMPORTANTE FACULDADE DE QUEM ENSINA É A SUA ASCENDÊNCIA SOBRE A CLASSE

ASCENDÊNCIA

É UMA IRRADIAÇÃO MAGNÉTICA , DOMINADORA

QUE SE IMPÕE SEM PALAVRAS OU GESTOS, SEM CRIAR ATRITOS , ORDEM E APROVEITAMENTO .

É

UMA FORÇA SENSÍVEL QUE EMANA DA PERSONALIDADE E A FAZ QUERIDA E RESPEITADA, ACEITA .

PODE

SER CONSCIENTE, PODE SER DESENVOLVIDA NA ESCOLA, NO LAR , NO TRABALHO E NA SOCIEDADE.

UM

PODER CONDUTOR SOBRE O AUDITÓRIO, FILHOS, DEPENDENTES, ALUNOS.

É

TRANQUILA E ATUANTE . E SEMPRE PRESENTE.

A

É É

UM ALTO COMANDO OBSCURO A MARCA DOS LÍDERES.

ESTRADA DA VIDA É UMA RETA MARCADA DE ENCRUZILHADAS .

CAMINHOS

CERTOS E ERRADOS, ENCONTROS E DESENCONTROS DO COMEÇO AO FIM.

FELIZ

AQUELE QUE TRANSFERE O QUE SABE E APRENDE O QUE ENSINA.

O

MELHOR PROFESSOR NEM SEMPRE É O DE MAIS SABER,

É SIM AQUELE QUE, MODESTO , TEM A FACULDADE DE TRANSFERIR E MANTER O RESPEITO E A DISCIPLINA DA CLASSE.

O passo seguinte... é obter as obras que farão parte do acervo. Você pode solicitar doações a amigos, parentes, colegas de trabalho, vizinhos e também a órgãos municipais e estaduais ligados à cultura. Outra saída é negociar com editoras e revendedores de livros a compra com desconto, caso você tenha verba para isso. Com os livros em mãos, é preciso catalogá-los e organizá-los por temas (ficção, auto-ajuda, infantil, técnicos, enciclopédias etc.). O empréstimo deve ser feito por meio do preenchimento de uma ficha, onde o usuário coloca seu nome, número de documento, endereço e telefone. A retirada de livros pode ser gratuita ou ter uma taxa simbólica. “Para melhor controle dos empréstimos, o gestor da biblioteca pode estabelecer uma multa para quem atrasar a devolução”, sugere João Gonçalves, gerente da ONG Leia Livros, que mantém um programa de caminhões bibliotecas em 50 escolas públicas do país. A finalidade da multa não é punir o usuário, mas desenvolver nele o sentido de responsabilidade.


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ESCOLA VINDE MENINOS

DICAS DE LIVROS

Fábulas

Meio Ambiente

P

ASSEAR, CONHECER LUGARES MARAVILHOSOS ONDE A NATURE

ZA PREDOMINA E ALÉM DE TUDO CUIDAR DO MEIO AMBIENTE.

NÃO É FANTÁSTICO PODER FAZER TUDO ISSO AO MESMO TEMPO??? POIS É ESSA A PROPOSTA DO TURISMO ECOLÓGICO OU ECOTURISMO, SEGMENTO DO TURISMO QUE UTILIZA O PATRIMÔNIO NATURAL E CULTURAL DE FORMA SUSTENTÁVEL, PRIORIZA A CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE E BUSCA A FORMAÇÃO DE UMA CONSCIÊNCIA AMBIENTALISTA.

SEUS FUNDAMENTOS BÁSICOS SÃO A EDUCAÇÃO, CONSERVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE, ASSIM, TRAZ CONTRIBUIÇÕES SIGNIFICATIVAS PARA O BEM-ESTAR AMBIENTAL, SOCIAL, CULTURAL E ECONÔMICO DAS COMUNIDADES ENVOLVIDAS.

COMO SURGIU O ECOTURISMO SURGIU A PARTIR DE UM MOVIMENTO AMBIENTAL MUNDIAL NO FINAL DE 1970, EM RESPOSTA ÀS PREOCUPAÇÕES COM A DEGRADAÇÃO DO MEIO AMBIENTE RELACIONADO AO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E ÀS QUESTÕES SOCIAIS PROVOCADAS PELO TURISMO EM MASSA SEM A DEVIDA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL.

A Cor da vida Texto de Semíramis Paterno. Belo Horizonte/MG: Editora Lê, 2008. É um livro ilustrativo que trabalha a diferença ao contar a história de duas crianças que se conhecem e ficam amigos quando passeiam com suas mães. Elas se olham e brincam, se distanciando do local onde estavam. Quando as mães percebem o desaparecimento dos filhos, ficam enraivecidas e saem correndo em busca dos dois. Mas, uma surpresa as aguarda. Por meio de um jogo poético com as cores, duas crianças mostram para suas mães que a luta pela igualdade não significa apagar as diferenças. Público: infantil. Número de páginas: 8

NO BRASIL, O CONCEITO FOI INTRODUZIDO PELO EMBRATUR EM 1985 ATRAVÉS DO PROJETO TURISMO ECOLÓGICO. DELE SURGIU, DOIS ANOS DEPOIS, A COMISSÃO TÉCNICA NACIONAL RELACIONADA AO TURISMO, A PRIMEIRA INICIATIVA COM INTENÇÃO DE REGULAMENTAR O SEGMENTO. ATRAVÉS DESSA COMISSÃO TAMBÉM SURGIRAM OS PRIMEIROS CURSOS PARA GUIAS ESPECIALIZADOS. EM 1994, COM A PUBLICAÇÃO DAS DIRETRIZES PARA UMA POLÍTICA NACIONAL DE ECOTURISMO, O TURISMO ECOLÓGICO PASSOU A SER CONCEITUADO E DENOMINADO COMO ECOTURISMO.

IMPORTÂNCIA ALÉM DO PRINCIPAL BENEFÍCIO DE CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, EXISTEM OUTROS TANTOS QUE FAZEM ESSE TIPO DE TURISMO SER REALMENTE UM DIFERENCIAL: PROPORCIONA EMPREGOS E RENDA PARA A POPULAÇÃO LOCAL; PROPORCIONA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA VISITANTES ENCORAJANDO TAMBÉM A MELHORIA DA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E DO PATRIMÔNIO; PROPORCIONA MAIS INVESTIMENTOS EM HOTÉIS E INSTALAÇÕES DE ALOJAMENTO DE MODO GERAL, RESTAURANTES, SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO, SISTEMAS DE TRANSPORTE, PRODUÇÃO DE ARTESANATO, SERVIÇOS GUIA, ETC.

TIPOS DE ECOTURSMO SEGUE ALGUNS TIPOS DE PRÁTICA DO ECOTURISMO PARA VOCÊ VERIFICAR QUAL MAIS COMBINA COM VOCÊ:

BÓIA-CROSS: O PRATICANTE DESCE AS CORREDEIRAS SENTADO NA A MELHOR OPÇÃO É IR DEITADO DE BRUÇOS, MAIS FÁCIL PARA REMAR E DIRECIONAR A CÂMARA-DE-AR DESVIANDO DE PEDRAS. ASSIM COMO NO RAFTING, NO BÓIA-CROSS É NECESSÁRIO INFORMAR-SE SOBRE A CLASSIFICAÇÃO DAS CORREDEIRAS DOS RIOS. CANOAGEM: PODE SER PRATICADA EM ÁGUAS CALMAS, NO MAR OU EM CORREDEIRAS DE RIOS. RAPEL: É A DESCIDA DE PAREDÕES, ABISMOS E CACHOEIRAS, COM O AUXÍLIO DE CORDAS. CAVALGADA: É UM MEIO EFICIENTE DE PERCORRER LONGAS DISTÂNCIAS E ATINGIR REGIÕES CUJO TERRENO APRESENTA OBSTÁCULOS. CICLISMO: APROVEITANDO A PRÁTICA DO ESPORTE EM AMBIENTE NATURAL. VOO LIVRE: PARA ESSA PRÁTICA É FUNDAMENTAL A CHECAGEM DOS EQUIPAMENTOS, QUE DEVEM SEGUIR NORMAS DE SEGURANÇA, DAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS E DA EXPERIÊNCIA DO PILOTO, O QUE REQUER UM CURSO ESPECIALIZADO. CANYONING: É A EXPLORAÇÃO DE CÂNIONS USANDO TÉCNICAS DE ESCALADA. TREKKING: SÃO AS CAMINHADAS COM OBJETIVO DE DESBRAVAR LUGARES SELVAGENS, CRUZANDO FLORESTAS, RIOS, MONTANHAS E DUNAS DE AREIA. EXIGE PLANEJAMENTO E, MUITAS VEZES, A COMPANHIA DE GUIAS EXPERIENTES. BÓIA OU DE PEITO SOBRE ELA.

Obax Texto e ilustrações de André Neves. Rio de Janeiro/ RJ: Brinque-Book, 2010. Quando o sol acorda nos céu das savanas, uma luz fina se espalha sobre a vegetação escura e rasteira. O dia aquece e é hora de descobrir muitas aventuras. OBAX percorre a savana africana com a sua imaginação. Ela conhece girafas e outros animais selvagens, mas o seu passatempo preferido é contar histórias! Algumas delas são tão incríveis que mais parecem um sonho. As ilustrações são excepcionais e o texto nos proporciona um passeio pela diversidade e pluralidade do continente africano. Público: infantil Número de páginas: 33

ECOTURISMO NO BRASIL E NO MUNDO PELA VARIEDADE DE PAISAGENS QUE APRESENTA, O BRASIL É UM DOS ECOTURISMO.

LUGARES DO MUNDO MAIS PROCURADO PARA PRÁTICA DO

CURIOSIDADE O DIA DO TURISMO É PROMOVIDO PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL TURISMO - OMT - DESDE SETEMBRO DE 1979, QUANDO UMA ASSEMBLEIA GERAL DA ENTIDADE DECIDIU QUE 27 DE SETEMBRO SERIA CELEBRADO COM UM TEMA DIFERENTE A CADA ANO. O DIA ESCOLHIDO COINCIDIU COM O 9º ANIVERSÁRIO DA ADOÇÃO DOS ESTATUTOS DA OMT, OCORRIDA EM 1970, CONSIDERADA UM ACONTECIMENTO DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA O TURISMO MUNDIAL. (FONTE: GUIA DOS CURIOSOS) DO

C

AÍA A TARDE NA SELVA .

E

AO LONGE PELOS

CAMINHOS , OUVIA - SE A PASSARADA QUE RE

GRESSAVA A SEUS NINHOS .

NA

BEIRA DE UMA

LAGOA , OS SAPOS EM PROFUSÃO , CANTAVAM BEM RIT MADOS, A SUA VELHA CANÇÃO.

NO

M A I S , TUDO ERA

SILÊNCIO.

NO

ENTANTO , NESSE MOMENTO , SURGIU UM VELHO

LEÃO , À PROCURA DE ALIMENTO .

A N D A V A ORGULHO E POR ONDE ELE PASSAVA , OS BICHOS APAVORADOS , FUGIAM PARA SUAS TOCAS , DEIXANDO LIVRE O CAMINHO . P ORÉM , EIS QUE DE REPENTE , SURGIU UM POBRE RATINHO . O L E Ã O N Ã O PERDEU TEMPO E A S S I M ES TENDENDO A PATA, ALCANÇOU O POBREZINHO QUE CORRIA PELA MATA. - V EJAM SÓ , QUE SORTE A MINHA ! A BOCANHEI - TE S E U M O Ç O . T U N Ã O ÉS L Á M U I T O G R A N D E , M A S J Á SERVE PARA O ALMOÇO! - T ENHA PIEDADE SENHOR ! - O H , SOLTE - ME POR FAVOR! DO QUE LHE SERVE MATAR-ME! POIS VEJA BEM , SE ME COME , EU SOU TÃO PEQUENININHO , QUE M A L POSSO M A T A R - LHE A FOME . - P ENSANDO BEM , TENS RAZÃO ! E U VOU SOLTAR TE RATINHO . O QUE I A FAZER CONTIGO , A S S I M PE QUENO , M A G R I N H O . S EGUE EM P A Z O TEU P A S S E I O . N ÃO VÊS , SOU TEU AMIGO , PARA MIM DE NADA SER VES , QUASE NÃO PODE CONTIGO ! - S EU L EÃO , ESSE FAVOR , EU JAMAIS ESQUECEREI . S E PUDER , ALGUM DIA , AINDA LHE PAGAREI . - O H! - PAGAR-ME ? O RA ! TU MAL AGUENTA CON TIGO ! O QUE PODERIAS FAZER A MEU FAVOR , POBRE AMIGO! - N Ã O SEI , NÃO SEI MAJESTADE , M A S PROMETO L H E OUTRA V E Z , A L G U M D I A , HEI D E P A G A R - L H E , O GRANDE BEM QUE ME FEZ ! E A S S I M DIZENDO , O RATINHO CORREU E MUITO FELIZ ENTROU NO SEU BURAQUINHO . E O LEÃO TRAN QUILAMENTE , EMBRENHOU - SE N A FLORESTA . E NTRETANTO , DE REPENTE , O POBRE ANIMAL , CAIU NA REDE DE UM CAÇADOR . E A FERA SE DEBATENDO DE RAIVA E PAVOR , URRAVA ! E QUANTO MAIS SE ESFOR ÇAVA , MAIS A CORDA O ENLAÇAVA . N ESSE INSTANTE , O TAL RATINHO , QUE DE LONGE TUDO OUVIA , CHEGOU PERTO DO LEÃO , QUE URRANDO SE DEBATIA . - N Ã O SE AFLIJA MEU AMIGO , AQUI ESTOU PARA SALVÁ - LO . E SPERE . F IQUE TRANQUILO , POIS VOU TEN T A R L I B E R T Á - L O . D E I X E - M E ROER A C O R D A Q U E O PRENDEU ... A S S I M ... A S S I M ... NÃO SE M E X A POR F A VOR , DESCANSE E CONFIE EM MIM . E O RATINHO FOI ROENDO , ROENDO INSISTENTE MENTE , ATÉ QUE A CORDA CEDEU E ARREBENTOU FI NALMENTE! - P RONTO , ESTOU LIVRE AFINAL ! - M UITO OBRI GADO RATINHO . O QUE SERIA DE MIM SEM TUA AJU D A, AMIGUINHO! E O RATINHO HUMILDEMENTE , CHEIO DE SATISFA ÇÃO, ESTENDEU SUA PATINHA AO GRANDE E VELHO LEÃO! - AMIGO, NÃO ME AGRADEÇA, ENTRETANTO APRENDA BEM, NÃO FAÇA POUCO DOS FRACOS, CONFIE NELES TAMBÉM! SAMENTE , COM PASSOS LENTOS , PESADOS .


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COM CLASSE NAS ARTES

História Brasileira

FIQUE SABENDO

PERÍODO JOANINO

MONTEIRO LOBATO (1882 – 1948)

scritor brasileiro nascido em Taubaté, SP, expressão máxima da literatura infantil brasileira. Filho do fazendeiro José Ben to Marcondes Lobato e de dona Olímpia Augusta Monteiro Lobato, além de inventor e maior escritor da literatura infanto-juvenil brasileira, tornar-se-ia um dos personagens mais interessantes da história recente desse país. Seus primeiros estudos foram feitos em Taubaté, transferiu-se para São Paulo matriculando-se na Faculdade de Direito pela qual se bacharelou (1904). Depois residiu durante sete anos em Areias, SP, onde trabalhou como promotor público. Abandonou o cargo e, por algum tempo, viveu na fazenda que herdara do avô. Nessa época começou a publicar os primeiros contos em O Estado de S. Paulo. Comprou a Revista do Brasil (1917), da qual já era colunista e nela editou sua primeira coletânea de contos, Urupês (1917), criando o personagem Jeca Tatu. O livro trouxe-lhe finalmente a fama, e algum tempo depois, o grande autor passou a se dedicar a à literatura infantil (1921), onde escreveu obras de grande imaginação, em que se valeu de recursos ficcionais como veículos didáticos da matemática, da geografia, da história e das ciências, entre eles Reinações de Narizinho (1921), O saci (1921), O marquês de Rabicó (1922), A caçada da onça (1924), Viagem ao céu (1932), Novas reinações de Narizinho (1933) e O Pica-Pau Amarelo (1939), que fizeram a alegria e paixão de muitas gerações de crianças no Brasil. Essas histórias desenvolviam-se em um local imaginário, o sítio do Pica-Pau Amarelo, habitado por uma encantadora galeria de tipos como a irreverente Emília, o sentencioso visconde de Sabugosa, a bondosa e disciplinadora Dona Benta, o marquês de Rabicó, envolvidos com muitos personagens do folclore e lendas brasileiras. Na política foi caracterizado como um intelectual engajado na causa do nacionalismo. Adido comercial nos Estados Unidos (1926-1931), de volta ao Brasil, publicou América (1932) e deu início a uma campanha nacionalista pela produção de aço e petróleo. Simpatizante comunista, publicou também O escândalo do petróleo e do ferro (1936) e tentou, sem êxito, organizar uma companhia petrolífera mediante subscrições populares, o que lhe valeu uma condenação pelo Tribunal de Segurança Nacional a seis meses de prisão. Após cumprida a metade da pena, foi libertado e mudou-se para a Argentina, mas logo voltou a morar no Brasil. Crítico de costumes, no qual não falta a nota do sarcasmo e da caricatura, em sua obra há livros de ficção e outros sobre questões sociais, políticas e econômicas, mas todos apresentam caráter nacionalista e interesse pelos problemas do país e pela construção de seu futuro. Esta luta pelo petróleo acabaria por deixá-lo pobre, doente e desgostoso. Morreu na madrugada de 5 de julho (1948) na capital de São Paulo, de um acidente vascular, e sob forte comoção nacional, seu corpo é velado na Biblioteca Municipal e o sepultamento realizado no Cemitério da Consolação. Além de Urupês, destacam-se Cidades mortas (1919), Negrinha (1920), A onda verde (1921) e O macaco que se fez homem (1923).

E

Por Cristine Delphino Após a chegada da família real portuguesa no Brasil, iniciou-se o período joanino (1808-1821). A transferência do Estado Português para o Brasil foi fundamental para que o país pudesse encaminhar seu processo de emancipação política. Na época, D. João VI, era príncipe- regente e dirigia o governo no lugar de sua mãe doente, dona Maria I, a rainha de Portugal. Em 1808, foi autorizado o livre comércio entre o Brasil e as demais nações nãoaliadas da França, conhecido como a Abertura dos Portos. Com isso, os contrabandos diminuíram bastante. Naquele mesmo ano também foram autorizadas as atividades industriais na colônia. Surgiram muitas fábricas e manufaturas, o que contribuiu para o desenvolvimento do Brasil, que até aquele momento era completamente agrário. Foi criado o Banco do Brasil, que passou a servir de agente financeiro do governo, administrando os fundos orçamentários e ampliando a disponibilidade de moeda e crédito para o público. Foram fundadas Escolas médico-cirúrgicas em Salvador e no Rio de Janeiro e transformadas em Academias em 1813. A Impressa Régia era a imprensa oficial no Brasil, e foi criada para veicular as publicações do governo. Em 1810, foram criadas a Academia Real Militar e a Biblioteca Real, com um acervo de cerca de 60.000 livros trazidos de Portugal por D. João VI. Em 1811, foi criado o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Também foram criadas as Fábricas de Ferro de Ipanema e Patriota. A primeira em Sorocaba, São Paulo e a segunda em Congonhas, Minas Gerais. Em 1813, foi inaugurado o Real Teatro de São João no Rio de Janeiro, onde eram encenados os espetáculos frequentados pela Corte. Em 1815, o Brasil deixou de ser colônia e passou a condição de “Reino Unido a Portugal e Algarves” e as capitanias passaram a chamarem-se províncias. Em 1818, aconteceu a aclamação de D. João VI, após a morte da rainha, assumindo o trono como D. João VI. Naquele mesmo ano foi criado o Museu Real, que deu origem ao Museu Nacional, instalado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. D João VI também enfrentou alguns conflitos durante seu governo no Brasil. Em 1817, ocorreu a Revolução Pernambucana, que era um movimento autonomista de inspiração republicana e maçônica. Em 6 de março de 1817, um grupo de revolucionários assumiu o poder na província, declarando-a uma república separada do resto do país. Tropas portuguesas invadiram o Recife e debelaram o movimento. Em 1820, o povo português, liderado pela burguesia comercial do Porto, exigia o retorno de D. João VI para Portugal. Pressionado pelos súditos que estavam insatisfeitos com as mudanças nas relações colônia- metrópole ocorridas após 1808, D. João VI anunciou sua partida através de um decreto e entregou ao seu filho D. Pedro, a regência do Brasil . Fontes: http://www.brasilescola.com/historiab/dom_joao.htm http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/vinda_familia_real.htm http://www.sofi.com.br/node/503 http://pt.wikipedia.org/wiki/História_militar_do_Brasil


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Primeira Oficina de Brincadeiras Antigas

Turma o Curso de Auxiliar de Creche realizando Primeira Oficina de Brincadeiras Antigas: pular corda, amarelinha, cabo de guerra e outras, com crianças, na Praça da Light na Rua Calumbi em Irajá, uma manhã gostosa e bem proveitosa.

Após as brincadeiras tivemos lanche: cachorro quente e suco de frutas.

ESCOLA VINDE MENINOS

Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes MUITAS NOVIDADES EM 2018!!! O retorno se deu no dia 06 de janeiro e começamos com um boa frequência e com um número considerável de novos alunos, a maioria, moradores do Parque Bom Menino. A grande novidade deste início de trabalho será a construção de um livro cujo título é: “Angelina, a menina que não queria ficar velha”, de autoria de Maria da Gloria e o diferencial é que neste livro, as ilustrações serão todas em “Tangram”, feitas pelos alunos da classe Boas Novas.

Um pouquinho da história do Tangram? Conta a lenda que um jovem chinês despediu-se de seu mestre, pois iria iniciar uma grande viajem pelo mundo. Nessa ocasião, o mestre entregou-lhe um espelho de forma quadrada e disse: - com este espelho você registrará tudo que vir durante a viagem, para mostrar-me na volta. O discípulo indagou: Mas mestre, como, com um simples espelho poderei eu lhe mostrar o que encontrar durante a viagem? No momento em que fazia esta pergunta, o espelho caiu-lhe das mãos, quebrando-se em sete peças. Então o mestre disse: agora você poderá com essas sete peças, construir figuras para ilustrar o que viu durante a viagem. E É DESSA MESMA MANEIRA QUE NÓS PROFESSORES E ALUNOS DA ESCOLA VINDE MENINOS COM CLASSE NAS ARTES VAMOS CONSTRUIR A HISTÓRIA DA MENINA CHAMADA ANGELINA. VEJA ABAIXO IMAGENS DOS ALUNOS DA ESCOLA VINDE MENINOS COM CLASSE NAS ARTES TRABALHANDO NA FEITURA DO LIVRO:

Evento realizado em 03/03/2018. Responsável / Vilma Martins - Veja algumas imagens!


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COM CLASSE NAS ARTES

Cerimônia de Colação de Grau da Professora Maria da Gloria

Escola Vinde Meninos Com Classe nas Artes “Se tem arte na cozinha, teremos almoço de classe”

Viver não é apenas querer que a vida seja perfeita. Viver é lutar todos os dias para que a vida seja a melhor que possa ser. (Mundo da Pedagogia)

Em 07/04/2018, comemoramos o nosso décimo primeiro aniversário com um almoço preparado por alunos e cooperadores da Escola.

Formatura de Maria da Gloria - 74 anos - (pedagogia - Universidade Estácio de Sá / Campus - Nova América) no Garden Party em Jacarepaguá em 25 de março de 2018. Além da bela homenagem feita pelo presidente da cerimônia de colação de grau, Maria da Gloria também foi a aluna escolhida para fazer o juramento da turma de pedagogia.

JURAMENTO PEDAGOGIA “Prometo, no exercício de minha profissão, enfrentar os desafios que a educação me propõe, dentro e fora da escola, com criatividade, perseverança e competência, buscando novos caminhos para o processo educacional. Prometo trabalhar por uma educação para a responsabilidade social, ética e política. Por uma educação comprometida na luta pela conscientização da sociedade e pela formação de pessoais críticas e conscientes, pois são elas que constroem a história.”

A abertura (como sempre) foi com uma bela oração de agradecimento seguido do Hino da escola.

Tivemos a leitura bíblica (Prov. 22: 6) e logo após, a professora Maria da Glória fez um breve histórico da Escola.

Palavras que se encaixam perfeitamente no perfil de Maria da Gloria: ”Eu não escolhi a Pedagogia, apenas, como minha profissão. Eu não escolhi a Pedagogia, somente, para ensinar. Eu não escolhi a Pedagogia, exclusivamente, para me sentir realizada. Eu escolhi a Pedagogia como profissão para poder ensinar às crianças muito mais do que conteúdos. Eu escolhi ensiná-los a pensar criticamente, sobre da sociedade em que vivem. Escolhi ajudá-los a sair desse estágio de alienação, em que a sociedade se encontra. Eu optei pela Pedagogia para usá-la como “arma” contra a ignorância, alienação, opressão, corrupção, violência, miséria.... A sociedade clama por transformação! Não dá mais para vivermos nesta situação! Eu quero segurança, transporte público de qualidade, saúde digna, moradia, redes de água e esgoto, infraestrutura..... Eu quero EDUCAÇÃO de qualidade! Cansei de ser explorada.... quero viver com dignidade!” (Lorena de Sousa)

Dando proseguimento a programação tivemos também a apresentação da equipe que trabalhou na festa, o cardápio foi - Feijão- arroz, salpicão, farofa de cenoura, filé de frango ao molho de tomate (Sobremesa: Gelatina). Ao final antes de servir o almoço mais uma oração de agradecimento (Pai Nosso).


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Vamos ao Museu?

Fique Sabendo

O tempo da educação

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empo, a mais humana e uma das mais cruéis variáveis de nossas vidas: tirano, parceiro, ameaçador. Submetê-lo ou, no mínimo, administrá-lo é o grande desafio de cada minuto na jornada da vida. Na educação, no entanto, a gestão do tempo tem peculiaridades que devemos considerar com extremo cuidado, pois, como tudo o que diz respeito a tão delicada tarefa, os desvios podem trazer consequências desastrosas. É muito frequente ouvirmos pais, alunos e professores usarem bordões de enganos educacionais: “perdi tempo demais nessa matéria”; “o professor perdeu muito tempo da aula conversando com a classe”; e, no limite dos equívocos, “meu filho não pode perder um ano de sua vida com essa reprovação!”. Em tempo: sobre reprovações, há que se refletir com extremo cuidado sobre essa delicada ocorrência! Já pertence à categoria do conhecimento consagrado a questão apontada por Piaget dos “tempos de cada indivíduo”. Mas modismos equivocados nos fazem perder de vista princípio tão elementar e essencial: indivíduos e grupos têm seus próprios ritmos de aprendizagem e desrespeitá-los é assumir riscos desnecessários, senão descabidos. Cumprir, cegamente, programações, apesar dos alunos, é imolar aos deuses do mercado o educando. É sujeitar a educação aos ditames da visibilidade comercial. O acesso ao conhecimento depende de uma sutil carpintaria que vai do insinuar, passa pelo desmistificar e deve chegar ao encantar. Para tanto, não pode haver engessamentos de cronogramas frios ou de metas propostas pela síndrome dos vestibulares, por exemplo: é um tempo que deve ser comandado pelas sutilezas do tempo do aluno e não pela tirania de fatores externos a ele. O tempo do aprender requer a paciência infinita e, quase sempre, insuficiente que permita ao educando o autoconhecimento, a penetração na lógica das ciências e, acima de tudo, a validação do conhecimento pela sua conexão com a realidade. Qualquer outro parâmetro cronológico na educação será violência contraproducente e, quase sempre, destrutiva.

Centro Cultural Cartola “[...] DESENVOLVE DIVERSAS ATIVIDADES VOLTADAS À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E ARTÍSTICA POR MEIO DE OFICINAS DE TEATRO, DANÇA E MÚSICA.”

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Centro Cultural Cartola – CCC é uma organi zação dedicada à inserção social da juventu de local pela arte, educação, construção da cidadania, valorização da cultura e preparação profissional com vista ao resgate da dignidade humana. Tendo como referência a vida e obra de Angenor de Oliveira, o Cartola, morador da Mangueira, poeta sofisticado e um dos maiores ícones da música popular brasileira, o CCC desenvolve diversas atividades voltadas à capacitação profissional e artística por meio de oficinas de teatro, dança e música. Promove rodas de leitura, mostra de vídeos, debates, palestras, shows e exposições. Duas exposições disponibilizam ao público o fruto da pesquisa sobre a obra de Cartola, realizada por sua neta Nilcemar Nogueira, e sobre o samba, resultado do trabalho de pesquisa e documentação realizado no CCC, contribuindo de forma decisiva para o reconhecimento do Samba como Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Centro de referência de pesquisa do samba Reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN como Pontão de Memória do Samba Carioca, o centro desenvolve o Projeto do Inventário das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro, dedicado à documentação do samba e de sua manifestação, seja nas rodas de samba, nas quadras das escolas e outras agremiações carnavalescas, nos terreiros ou na atuação dos seus atores sociais. O resultado inicial desse trabalho encontra-se disponível à consulta no Banco de Dados do CCC. Encontro de Gerações, Educação Artística e Memória do Samba Dentre outros projetos desenvolvidos pelo CCC, vale menção o Projeto Ação Griô – Gerações, laureado com o Prêmio Cultura Viva, conferido pelo Ministério da Cultura - MinC, visa o estímulo à troca de experiência entre gerações, sedimentando o hábito de conversar e de ouvir. O Projeto Educação Artística Orquestra de Violinos contribui para a autoestima e o aprimoramento do convívio em grupo, a divulgação da diversidade cultural brasileira, a expansão do universo musical dos alunos, a formação de novos talentos e a formação de novas plateias. Com o Projeto Depoimentos “Memória das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro, ligado ao Plano de Salvaguarda do samba carioca, coleta e registra os depoimentos de personalidades do samba e líderes comunitários, expoentes e responsáveis pela prática e manutenção desse bem cultural, símbolo da cidade do Rio de Janeiro.

Professor Henrique Vailati Neto é diretor do Colégio FAAP – SP. Formado em História e Pedagogia, com mestrado em Administração. É professor universitário nas disciplinas de Sociologia e Ciência Política. Tem quatro filhos e quatro netos. Troque ideia com o professor: col.diretoria@faap.br

Rio de Janeiro, RJ / Rua Visconde de Niterói, 1296 - Mangueira / Telefone: (21) 32345777 / cartola@cartola.org.br / Horário: 2ª a 6ª de 10h às 17h.


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Educação

ABOLICIONISTAS NEGROS Luiz Gama (1830-1882) Luiz Gonzaga Pinto da Gama, baiano de nascimento, era filho de uma negra livre e pai branco, lusitano. No entanto, mesmo tendo nascido livre, foi feito escravo aos 10 anos de idade e assim permaneceu até os 17, quando conseguiu provar que nascera de ventre livre. Só depois de ter passado pela experiência da escravidão, Gama conseguiu alfabetizar-se. Como autodidata, tornou-se jornalista, advogado e escritor literário. Luiz Gama não chegou a ver a abolição dos escravos, pois morreu em 1882. Em São Paulo, onde residiu a maior parte de sua vida, exerceu com destaque a profissão de jornalista e fundou, com o caricaturista Angelo Agostini, o jornal humorístico O Diabo Coxo, em 1864. Foi nessa mesma época que entrou em contato com os ideais abolicionistas e republicanos por meio da Loja Maçônica América, que era frequentada também por Ruy Barbosa e Joaquim Nabuco. Como advogado, Gama chegou a defender muitos negros de graça e ajudou a conseguir a alforria para centenas de outros. Ele faleceu em 24 de agosto de 1882 sem ver a abolição dos escravos, que só aconteceria em 1888.

José do Patrocínio (1853-1905) José Carlos do Patrocínio era filho de um clérigo, o vigário Monteiro, com uma escrava chamada de Mina, que servia ao vigário nos afazeres em sua paróquia, em Campos dos Goytacazes. Ao contrário de Luiz Gama, Patrocínio, tendo nascido escravo, cresceu como liberto e protegido pelo pai, que, mesmo não o reconhecendo formalmente como filho, preparou-o para a vida escolar e depois para trabalhos modestos. De Campo de Goytacazes, Patrocínio seguiu, ainda adolescente, para a cidade do Rio de Janeiro a fim de trabalhar e estudar para se formar em Medicina. Conseguiu ingressar no curso de Farmácia, que concluiu em 1874. No tempo de estudante, entrou em contato com o republicanismo e o abolicionismo quando começou a frequentar o Clube Republicano carioca. Nesse grupo conheceu personalidades como Lopes Trovão, Quintino Bocaiuva e Pardal Mallet. José do Patrocínio, além de abolicionista, também era propagandista do ideal republicano Em 1875, José do Patrocínio começou a atividade jornalística com o jornal satírico Os Ferrões, escrito em conjunto com Dermeval da Fonseca. O jornalismo lhe abriu portas para a luta contundente contra a escravidão, mas também para a propaganda pró-republicana, que incendiava o país na década de 1880. No ano de 1880, fundou, com Joaquim Nabuco, a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, um dos principais órgãos abolicionistas do período.

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Educação Moral e Cívica deverá voltar às salas de aula na capital do país Lei foi aprovada na Câmara Legislativa do DF e deve entrar em vigor em 2019

BRASÍLIA - Quase 25 anos depois de ser extinta por lei federal, a disciplina de Educação Moral e Cívica, instituída no país durante a ditadura militar, deverá voltar às salas de aula no Distrito Federal. A matéria foi ressuscitada por lei aprovada na Câmara Legislativa local e deverá entrar em vigor já no ano letivo de 2019. O autor da lei, deputado distrital Raimundo Ribeiro (PPS), nega ter tido inspiração militar, mas na justificativa do projeto repete expressões inteiras do decreto-lei número 869, de 1969, época do governo do general Costa e Silva, um dos mais duros do regime. Estão no texto do parlamentar, por exemplo, expressões como “o fortalecimento da unidade nacional e do sentimento de solidariedade humana”, “aprimoramento do caráter, como apoio na moral, na dedicação à família e à comunidade” e “preparo do cidadão para o exercício das atividades cívicas, com fundamento na moral, no patriotismo e na ação construtiva, visando o bem comum”. Todos esses trechos foram tirados integralmente do decreto militar. Em 1993, oito anos após o fim da ditadura, o presidente Itamar Franco revogou o decreto e acabou com a disciplina, por considerá-la desnecessária, incorporando o conteúdo de formação da cidadania às áreas de Ciências Humanas e Sociais. — Não tive inspiração militar, sou professor e advogado da União. Não me baseei no decreto-lei, mas é claro que tudo me serviu como fonte de consulta, inclusive ele. Uma das coisas boas que os militares fizeram foi essa demonstração de amor à pátria — admite o deputado Ribeiro, argumentando que o ensino de Moral e Cívica foi indevidamente associado ao regime de exceção. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) é contra a volta da disciplina e chegou a vetar o projeto aprovado na Câmara Legislativa. Mas os deputados distritais derrubaram o veto e ressuscitaram a Moral e Cívica, determinando inclusive a contratação e formação de professores especificamente para este fim. O texto diz que a lei deverá ser regulamentada em 120 dias. Mas o secretário de Educação do DF, Júlio Gregório, lamenta a criação da lei e diz que não há razão para a volta da disciplina: — O projeto contraria o que se pretende para a Educação. A Moral e Cívica tem de permear todo o currículo, como já está previsto na lei de diretrizes da Educação, mas não na forma como está estabelecido na lei. É claro que os valores cívicos devem ser trabalhados, mas não precisamos de mais uma disciplina específica para isso. É uma maneira extremamente conservadora de interferir no currículo, uma visão completamente ultrapassada de como devemos construir os projetos pedagógicos atualmente. O secretário pedirá à Procuradoria do Distrito Federal para questionar a constitucionalidade da lei na Justiça, sob o argumento de que os deputados criaram novas despesas sem indicar as fontes de custeio, o que é proibido. Ele também pretende que o Conselho de Educação vete a criação da disciplina: — Imagina se cada deputado resolve criar uma disciplina? Dança, educação para o trânsito, uma quantidade imensa de assuntos. Como poderíamos administrar a Educação assim? O professor Célio da Cunha, da Universidade Católica de Brasília, diz que a volta da Moral e Cívica vai trazer à tona a péssima memória do que foi a educação brasileira durante a ditadura militar. Mas o deputado Ribeiro diz que está sendo aplaudido por pais e professores pelas escolas por onde passa. — A escola hoje consegue cumprir sua finalidade? Temos alunos que batem em professores, xingam, não conhecem o Hino Nacional, não sabem que foi Juscelino Kubitschek. Os alunos precisam conhecer seus direitos e deveres, ter respeito ao próximo, ter conhecimento sobre o papel das instituições e do Estado. Acho que a lei tem apoio popular. (POR RODRIGO TAVES)


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Sancionado projeto que prevê direito à educação ao longo da vida

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oi sancionado e virou lei (Lei 13.632/18) projeto (PL 5374/16) aprovado pelo Con gresso Nacional que obriga o País a garantir educação e aprendizagem ao longo da vida a jovens e adultos que estão fora da idade escolar e às pessoas que têm necessidades especiais. Na prática, isso elimina idades máximas e mínimas para a educação de adultos. O objetivo é obrigar as escolas a buscarem maneiras de inserir pessoas que não conseguem frequentar o ensino regular em seus modelos de ensino. A lei prevê que a educação ao longo de toda a vida passa a ser um dos princípios do ensino brasileiro. O projeto original foi apresentado pelo deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG). Para ele, o Brasil não tem conseguido oferecer oportunidades educacionais a pessoas com deficiência e a adultos. “O adulto vai poder buscar a escola e encontrar, quem sabe, um modelo diferenciado que permita conciliar estudo com a vida de pai, de mãe, de alguém inserido no mundo do trabalho, que tem ritmo diferente de aprendizagem. E essa escola vai ter que se organizar para atender este público que precisa de uma escola com um novo currículo, uma nova proposta pedagógica”. Segundo o Censo Populacional de 2010, mais de 60% da população com 15 anos ou mais, com alguma deficiência, não tem instrução ou não concluiu o ensino fundamental. Entre os maiores de 15 anos sem deficiência, esse percentual é de quase 40%. De acordo com o professor Célio da Cunha, especialista em educação, a nova lei pode permitir a inclusão dessas pessoas. “O sistema educacional brasileiro é excludente. Então, precisa abrir várias janelas e portas para dar conta das necessidades educacionais de vários segmentos sociais. Por intermédio de uma escola regular, eles jamais vão ter oportunidade.” A Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/15), também aprovada pelo Congresso Nacional, já prevê o direito ao aprendizado ao longo da vida para as pessoas com deficiência. A nova lei incorpora este princípio agora à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a LDB (Lei 9.394/96).

Saúde é Vital

Medida determina que unidades de saúde notifiquem conselhos tutelares em caso de ocorrências com crianças e adolescentes Por Paula Ferreira / RIO – O governador Luiz Fernando Pezão sancionou uma lei que obriga hospitais, clínicas e postos de saúde a notificarem os conselhos tutelares sempre que um menor de idade receber atendimento por embriaguez ou por uso de drogas. A nova lei, no entanto, é vista com cautela por especialistas. Segundo eles, é importante garantir que o estado tenha estrutura para que ações efetivas sejam tomadas após essas notificações, como o acompanhamento da família do jovem e o encaminhamento a programas específicos. A lei, de autoria da deputada Enfermeira Rejane (PC do B), estabelece que as unidades de saúde também notifiquem os pais ou responsáveis das crianças e adolescentes que receberem atendimento. O descumprimento da medida implica em uma multa de cerca de R$141,2 mil. — A lei é importante, porque muitos adolescentes chegam ao sistema de saúde numa emergência, em coma alcoólico ou abuso de droga. Mas há questões importantes: o sistema de saúde notifica, mas e depois? Os Conselhos Tutelares muitas vezes não têm pessoas treinadas e nem em número suficiente para fazer o acompanhamento da família e identificar por que o adolescente bebeu demais ou usou droga. Muitas vezes há necessidade de se fazer um acompanhamento psicoterapêutico — analisa a Evelyn Eisenstein, professora da Uerj e membro do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente (Nesa). Para que a política pública seja eficaz, seria necessário um olhar atento sobre a prevenção. — No Brasil, qualquer bar vende cerveja sem fiscalização da idade. É importante notificar, mas é necessário antes disso ensinar, fazer campanhas nas escolas para a prevenção de drogas. Temos crianças iniciando consumo de álcool com 9 ou 10 anos. Não estamos falando de adolescentes, mas sim de crianças. O álcool é uma droga psicoativa e causa problemas a crianças e adolescentes em desenvolvimento cerebral, além de problemas hepáticos e cardiovasculares — argumenta Evelyn. Embora a prevenção seja um consenso entre os estudiosos do tema, ela não é uma realidade no próprio estado onde a lei foi sancionada. Segundo a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social do Rio, não há no âmbito da pasta nenhum programa para a prevenção do uso de álcool e drogas por crianças e adolescentes. O órgão afirma que há intenção de se desenvolver projetos como esses na Fundação para Infância e Adolescência (FIA) assim que “o estado se reestruturar financeiramente”. Em nota, a FIA comemorou a nova legislação estadual e afirmou que “antes da criação da lei, as unidades de saúde liberavam crianças e adolescentes aos responsáveis, mas não comunicavam ao Conselho Tutelar. Agora, com as notificações chegando aos Conselhos Tutelares, o órgão aplicará as medidas protetivas que forem necessárias.” A Secretaria de Estado de Saúde afirmou que o acolhimento a usuários de álcool e drogas é uma atribuição municipal, mas que o estado dispõe de aparatos como os Centros de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas (CAPs AD), o Observatório de Gestão e Informação sobre Drogas do Rio de Janeiro e a Subsecretaria de Prevenção à Dependência Química. Nesses locais, segundo a pasta, há ações de prevenção e acolhimento aos usuários e também formação de professores para trabalharem essas questões em sala de aula. Há ainda os Centros de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente (CRIAAD), que desenvolvem ações com

adolescentes em regime de semiliberdade. Para a juíza aposentada Maria Lúcia Karam, presidente da Associação dos Agentes da Lei Contra a Proibição (Leap), que também atua em questões relacionadas à política de drogas, a lei é ineficaz. — É mais uma lei inútil, sobretudo, no estado falido do Rio. É mais importante que haja preocupação em promover bons serviços de saúde. Ela pode inibir a própria busca de socorro médico por parte de adolescentes e seus amigos, já que pode levar a um caráter repressivo. A verdadeira preocupação com a saúde certamente não implica em uma espécie de delação, mas em efetivamente prover bons serviços de saúde, acessíveis a todos, e educação no sentido de evitar e prevenir o uso de qualquer droga por crianças e adolescentes. Já no município do Rio, um dos projetos para prevenir o uso de drogas e álcool por menores de idade é o “Rap — Rede de Adolescentes Promotores”. O programa prevê a contratação e treinamento de 20 jovens por cada área regional de saúde para ampliar o acesso à informação e ao sistema de saúde por meio de atividades culturais, entre outras ações. Há ainda o Bike da Prevenção, na qual agentes atuam na redução de danos entrando em contato com populações vulneráveis, como moradores de rua. Em relação à efetividade da nova lei, Rodrigo Simas, assessor na área de álcool e drogas na Superintendência de Saúde Mental da prefeitura do Rio, afirma que, para o município, ela não trará muitas mudanças: — Essa notificação não é algo novo para gente. Já há fichas de notificação no sistema de saúde para reportar essas ocorrências à Secretaria de Saúde. Também é de praxe que a equipe da unidade de saúde entre em contato com os conselhos tutelares em caso envolvendo crianças e adolescentes. Na verdade, é uma lei em cima de outra lei, que é o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). AMPLIAÇÃO DA ESTRUTURA DOS CONSELHOS O ECA, que foi criado em 1990, prevê a intervenção dos conselhos tutelares em casos onde a integridade de crianças e adolescentes estejam em risco. Enfermeira Rejane, autora da lei, afirma que esse é mais um mecanismo para efetivar as ações previstas pelo Estatuto. — A lei não é para reprimir o usuário. Temos que criar instrumentos de apoio e de orientação. A lei vai servir para que tenhamos mais estatísticas e condições de criar políticas públicas. Vamos identificar onde isso acontece mais se é nas metrópoles, no interior. Não adianta ter o ECA e não criar mecanismos para que a autoridade pública consiga atuar e criar políticas públicas — defende. Ela admite que a estrutura atual dos conselhos tutelares é insuficiente e afirma que é necessário expandir o sistema para dar mais eficácia ao cumprimento da lei: — O conselho tutelar trabalha de forma mais social que um hospital e ele tem que informar à delegacia e ao judiciário sobre esses casos. O número de conselhos tem que aumentar, não pode ficar como está. Existe uma movimentação dentro da Alerj para uma ampliação para trabalhar de forma adequada. A lei é para avançar um pouco mais.

Fonte: O Globo


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Turismo

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PORTO SEGURO

Intervenção x Educação: o que realmente precisamos no Rio e no Brasil? Em artigo, especialista questiona efetividade da intervenção federal e aposta na educação de qualidade como enfrentamento às desigualdades sociais e à violência.

Porto Seguro é a segunda cidade turística mais visitada do nordeste. A cidade está sempre cheia, impulsionada pelos muitos “pacotes” oferecidos por agências de turismo que tornam a viagem bem mais barata. Há programas para se fazer durante todo o dia. Belas praias com as famosas e enormes barracas que oferecem de tudo para quem as frequenta.

As aulas de lambaeróbica que fazem o maior sucesso entre os visitantes acontecem em diversos pontos da orla. História, cultura e natureza privilegiada encantam a todos. Para os mais aventureiros não faltam programas de ecoturismo e esportes radicais, passeios de escuna, de ultraleves e helicopteros pela costa. A proximidade com Trancoso, Arraial d’Ajuda e Santa Cruz Cabrália aumenta as opções de passeios. O centro histórico é mais visitado à noite. As lojas ficam abertas até tarde e a Passarela do Álcool, verdadeiro corredor de bares e restaurantes, dura até a madrugada. Embalada por muita música baiana, a cidade praticamente não pára. (Luciana Gomide Vieira)

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stamos, atualmente, testemunhando mais um triste capítulo da história do Estado do Rio de Janeiro. Na novela da falta de planejamento, objetivos, pensamento estratégico, transparência e avaliação de resultados, o último capítulo é a intervenção federal na segurança pública, recentemente aprovada pelo Congresso. Apesar de bem recebida por boa parte da população e por alguns especialistas, muitos questionam a sua efetividade para mudar, a médio e longo prazo, o dia a dia de violências sofridas principalmente pelas populações mais carentes e de comunidades. Ainda não há um plano claro, metas ou clareza sobre o que vai acontecer até dezembro. Como se pretende desarticular o crime organizado, diminuir o poder do tráfico de drogas, das milícias e a atuação dos criminosos? De que forma a liderança diminuirá a corrupção policial? O exército está preparado para lidar com o desafio? Como o sucesso será mensurado? Não temos essas respostas, mas pesquisas nacionais e internacionais nos dão dicas importantes de como enfrentar a violência. Spoiler: não é com a utilização de exércitos. A publicação “Tornando as Cidades mais Seguras”, do Instituto Igarapé, por exemplo, nos ensina que as intervenções precisam ser orientadas por estratégias claras, com objetivos de curto e longo prazos e priorizando os locais, pessoas e comportamentos que apresentam maior ameaça. De acordo com a publicação, “boa parte da solução é visar os riscos específicos da violência urbana – desigualdade estrutural, desemprego entre os jovens, fragilidade de instituições de segurança e Justiça e a presença de crime organizado alimentado pelo tráfico de drogas. Ao mesmo tempo, medidas isoladas – como as medidas de dissuasão, terapia para a juventude vulnerável, assistência para a primeira infância e para cuidar dos filhos, além de esforços concentrados para reduzir a pobreza – também parecem ser parte da solução para reduzir drasticamente a violência e melhorar a segurança”. O jornalista e sociólogo Marcos Rolim, em sua tese de doutorado em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), apontou uma relação clara entre a violência extrema e a evasão escolar. Ele ouviu histórias de vida de adolescentes e jovens cumprindo pena na Fundação de Atendimento Socioeducativo (FASE), de amigos desses jovens que seguiram caminho fora do crime, de detentos no Presídio Central, condenados por homicídios, e de um grupo de estudantes de uma escola. Com isto, Rolim constatou que a violência extrema está relacionada a abusos e agressões praticados na infância, sugerindo que há uma dinâmica social no Brasil que faz com que jovens da periferia sejam excluídos da escola muito precocemente, a partir dos 10 anos de idade. Ao saírem da escola, eles se aproximam desses grupos armados e, nestes grupos, são socializados de forma perversa. Como ele mesmo disse; “no Brasil, onde a escola falha, o crime é bem sucedido. A escola exclui e o crime acolhe”. Se a violência nas cidades está relacionada à desigualdade, desemprego entre jovens, falta de assistência para a primeira infância e pobreza, qual é o melhor investimento para a redução da violência? Educação! Uma população mais bem educada terá melhores salários e condições de empregabilidade; mais creches de qualidade são a melhor resposta para a primeira infância. Além do caso das UPPs no Rio de Janeiro, outro bastante conhecido por ter diminuído de forma consistente a violência é o da cidade colombiana de Medellín. A cidade, que nos anos 90 foi considerada a mais violenta do mundo, conseguiu reduzir em 90% o número de homicídios após investir em educação e cultura. Para competir de frente com o tráfico de drogas e a criminalidade foram construídos parques, bibliotecas, museus, escolas e áreas de convivência para a população. A cidade apostou em uma construção integral e articulada da sociedade civil, do governo, das organizações comunitárias, empresas privadas e universidades públicas e privadas. Uma análise do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) de 2016 concluiu que destinar mais recursos para a educação é o melhor caminho para a redução da taxa de homicídios. Investir em educação, cultura e saúde dá mais perspectivas de vida e devolve cidadania às pessoas. Educação é a nossa única bala de prata. Rafael Parente é doutor em Educação pela NYU, CEO da Aondê/Conecturma e co-fundador do Agora!


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Qual o mais importante: Bençãos Materiais ou a Benção da Salvação?

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aço esta pergunta por que percebo que ao chamado “povo de Deus” está faltando o principal, ou seja, ensinamentos Bíblicos é claro. Sendo assim voltamos àquela questão antiga “Qual a oração que Deus responde”? Vamos citar alguns poucos exemplos de como este povo anda desorientado na questão oração. É preciso estar atento em tudo. Quando Jesus fala, pois ele não falou, Ele fala, pois vivo está, sendo assim pela ordenação que deu aos discípulos: “Ide por todo mundo e pregai o meu Evangelho...” (Mc. 15: 16), entende-se que na verdade deve-se entrar primeiro com a Palavra na vida do pecador, as Boas Novas de Salvação, certo? E não promessas de coisas terrenas e transitórias. É comum no meio dos crentes as mães coniventes ou alcoviteiras sofrendo por conta de filhos adultos mal educados, desobedientes, levando uma vida promiscua e ficam suas mamães importunando a Igreja pedindo oração para que sejam abertas portas de emprego, saúde, em fim coisas que venha beneficiar a vida material destes filhos ou mesmo de outros parentes, isto representa uma falta de conhecimento Bíblico sem tamanho, pois o que Jesus ensina em sua Palavra é coisa bem diferente. Ele diz que o dever de todos os discípulos é levar a Palavra de salvação e mostrar que aquele que recebe de bom grado o Evangelho tem direito a todas as bênçãos no céu e na terra. (Ef. 1: 3) e ainda recebem o primeiro grande poder que é ser chamado: filho de Deus (João 1: 12). Este é o dever de todos que conhecem a Palavra de Jesus, sim, pois na verdade o que conhece pratica e o que pratica não é somente crente torna-se discípulo, esta é a diferença, crente todo mundo é, cristão toda a humanidade é, agora ser discípulo é verdadeiramente ser seguidor do Mestre, aquele que está sempre aprendendo, pois não sai do lado do Mestre. Ainda acontece coisa pior no meio desses crentes, quando supõe que os seus queridinhos filhos receberam a “benção” testemunham diante da Igreja. Cuidado crentes, só para que não entrem em condenação diante do Todo Poderoso, o Senhor não se deixa escarnecer (Gal. 6: 7). Portanto é preciso ter muito cuidado nestas questões, tudo diante de Deus principalmente neste tempo atual em que os crentes gostam de chamar de: “tempo da Graça”, o grande sacrifício de Cristo não ficará assim tão baratinho como muitos estão pensando, pensando porque infelizmente atualmente estão aprendendo um outro evangelho que Jesus não pregou. Só estão aprendendo que Jesus cura e liberta, e a salvação onde fica? Será que Jesus agora está passando a mão por cima de pecado como fazem as mamãs cheias de amorzinho? De modo algum. Certa vez Jesus estava falando à multidão de repente chegou alguém e disse-lhe: “Estão aí fora sua mãe e seus irmãos, pretendendo falar-lhe. Ele respondendo, disse ao que lhe falara: quem é minha mãe? E quem são meus irmãos? E estendendo a sua mão para os seus discípulos

disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos; porque qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe”. (Mat. 12: 46 a 50) Não estamos aqui para dizer que alguém deva deixar de amar os seus parentes e filhos muito pelo contrário, a maior prova de amor que uma pessoa pode dar aos seus é justamente levar a Sã palavra de salvação e daí viverem como Igreja, firme como Igreja, feliz como Igreja, sem culpa como Igreja, e não compactuando com pecados domésticos se afadigando porque o filho ou a filha está com problemas, enfim, os que assim fazem estão piores do que o infiel. Até quando a Bíblia Sagrada ficará fechada nas mãos dos crentes? Até quando estarão seguindo o falso profeta que se levanta todos os dias como arauto do mal apregoando vitórias. Saiba ó povo crente que vitória lembra luta e luta é para os desobedientes, mas existe uma coisa muito boa que acontece na vida dos salvos sabem o que é? As PROVAS mandadas por Deus, as provas são as verdadeiras bênçãos, pois só os salvos passam por elas. Luta, volto a dizer - são para os desobedientes, e a missão do falso profeta é levar o povo néscio (ignorante) a ser cada vez mais desobediente e assim estar sempre na luta para correr atrás deles, de outra forma como vão encher os bolsos? Portanto é preciso OBEDECER.

IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS DO SENHOR É A TERRA E TODA A SUA PLENITUDE - SALMO 24 Terças - Culto de Doutrina - 18:30h / Quartas - Culto de Consagração - 09:00h Quintas - Culto de Libertação - 15:00h / Sábados - Evangelização e Culto ao Ar Livre - 19:00h Domingos - Escola Dominical - 09:00h / Culto Público - 18:00h Rua da Associação, 21 - Irajá - Telefone: 99313-4419 - Rio de Janeiro - RJ / E-mail: projetovindemeninos@gmail.com


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Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes - Edição 09 by Huayrãn Ribeiro - Issuu