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Arquitectura 9 - 1915

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La ley de edificación

Extra cto del infonne de la Comisión de Fomento redactado por el doctor Atilio Narancio. « El Proyecto de Ley que tratamos comprende, auna y reune las leyes actuales y los proyectos en estudio o a sanción del H. Senado.

Modifica en su primera parte la ley del 8 de Julio de 1885, y era necesario hacerlo así. Dicha ley dictada hace treinta años, l1ena sus primeros ar tículos con detalles que sólo deberán formar el cuerpo de un reglamento. Muchos de ellos han sido der-ogados por el desuSo o por la imposibilidad de ser cumplidos, otros obligan al mantenimiento de prácticas añejas que los modernos conocimientos han perfeccionado.

Mantiene además en su articulado que la inscripción de un titulo profesional, académi co o universitario, de haber hecho estudios profesionales, la rendición de exámene s de competencia, bastarán para autorizar el planeamiento y dirección de un edificio. En los tiempos que fué dictada, cuando aún nuestra Fac ultad de Matemáticas estaba en embrión, y cuando las construcciones no pasaban de una vulgar c asa de azotea, con una altura máxima de cinco metros, podía admitirse ese solo requisito de anotación.

Pero aún así, aparecen en dicho registro inscripciones sumamente curiosas; títulos otorgados por una sociedad y que no revelan estudios universitarios; inge1tieros agrónomos qu e olvidaban la especifi cación de la ca lidad de sus estudios, haciendo presente só lo la primera parte de su título y como tales podían construir; maestros qbra c. u-yo examen de competencia era dado por el simple hec ho de hacer tma casa, etc.

Nuestra ley corta tales abusos y da a la zí11ica persona que la Universidtul otorga patente de capacidad, el derecho de hacer planos y dirigir la edificación. Ganará con esta medida el ornato de la ciudad, pues los planos que lleven la firma de un arquitecto, tendrán seguramente el sello que imprimen los conocimientos adquiridos en el amor a los libros, y el acicate de la emulación, hará s entir a sus a utores la ne cesidad del triunfo.

Ganará la segutidad de los habitantes, porque serán bien cumplidas las leyes. matemáticas de resistencia de materiale s, y ganará, por fin, la higiene porque la disposición interior de los edificios con fácil acceso de aire y luz serán aplicadas intepor los que han aprendido en la Facultad, que en esta difícil ciencia, se encierra a menudo el porvenir de la raza. Lamenta vuestra Comisión que tal disposición tenga qtie restringirse a la Capital, pero no está lejano el dfa en que la nueva Facultad de Arquiteclura, pueble el pa(s con sus egresados, y la generalización · de la medida hará enton ces palpables los beneficios innúmeros que espera-

• mos de ' la sanción favorable de este artículo

Al terminar el ultimo periodo ordinario de setdones del Cuerpo Legislati':'o fué presentado a la inara de Representantes un _proyecto de ley de ficación, confeccionado por la Comisión de Fomento; Este proyecto viene a poner término al estado de confusión originado actualmente ror la infinidad de leyes dictadas en diferentes épocas, muchas de las cuales son contradictorias, Algunas resultan · hnposibles de aplicar en la practica, y otras que datan de una respetable antigüedad requieren una reforma: éompleta de sus arcaicas disposiciones.

El proyecto se propone ademie suprimir una multitud de articulo& que figuran Indebidamente en las leyes vigentes y que deben ser materia de reglamentación municipal, de manera que puedan ser modificados a medida que lo vayan requiriendo las circunetanciae forzosamente variables; en vez de formar parte de la legislación, con lo que sólo se consigue, como lo ha demostrado la experiencia, e que sirvan de rémora a cuanto progreso impongan loe nuevos conocimientos sobre higiene, ornato y seguridad edilicia».

La ley proyectada, por su indiscutible importancia, por el criterio que ha g lado su redacción y por el espíritu progresista que anima todas sus disposiciones, merece la aprobación general y ea .·digna de un estudio detenido que prometemos ir realizando oportunamente con la dedicación que su complejidad exige.

Comenzaremos hoy esa tarea, ocupandonoe de uno de sus puntos de mayor trascendencia, por el cual entrega a loe Arquitectos el ejercicio pleno y exclusivo de la Arquitectura. Las sensatas del informe de la Comisión, reproducidas en el epigrafe de estas lineas, encara!l la cuestión con una lógica que no puede ser rebatida y que justi fica completamente loa artlculoe del proyecto referentes a esa importante Peforma, que trancrlbimoa a continuación.

Art. 2.0 Los planos y memorias descriptivas de construcciones en la Capital, llevari.n la firma de un Arquitecto con tftulo expedido o revalidado por la Univenidad de la República. • Art. S·" En teda cuestión que verse construccioneS ' y que se sometan a infonne o peritaje, lu oficinas públicas se asesorarán con peritos, considerando como tales únicamente a las personas comprendidas en el artfculo 2.o de la presente le)'.

Art. 7.0 Toáa obra tendrá eu la Capital un Arquitecto director responsable. Cuando no se especifique claramente ante el Municipio, será considerado como tal, el titulado que firme el plano y memoria descriptiva correspondientes. •

ARQUITECTURA

Para apreciar en su justo valor toda la importancia de las reformas propuestas conviene recordar que, de acuerdo c on la ley de construcciones de 1885, los proyectos presentados a las oficinas clpales deben llevar la firma de «persona reconocida como competente y que se halle registrada como ingeniero, arquitecto o maestro de obras 1 ( construc-

De las tres c.ategorías de personas autorizadas por esa venerabl e 'ley de treinta años atras, el nuevo proyecto sólo mantiene a una de ellas, la de los Arquitectos, que son en las únicas personas que, por la especialización de sus estudios y pou su preparación profesional, estan habilitadas para ejercer la arquitectura .

Considerando detenidamente esta modificación, a todas luces titil y conveniente para el progreso urbano no se halla que pueda levantar ninguna resistencia verdaderamente justificada. Cuando el campo de acción de la ingenieria era todavía muy restringido en nuestro país y suSJ estudios se asemejaban a los de arquitectura, que aun no hab;ian :alcanzado suficiente desarrollo, S(' explicaba qni'Zas que aquellos profesionales buscaran fuera de su carrera, en el ejercicio de la arquitectura, el empleo de las actividades que no podían desplegar en su propio terreno.

Las circunstancias han cambiado hoy totalmente

• El progreso general de la República ; la creación de numerosos organismos técnicos en la Capital y en el Interior; la fundación de Institutos especiales ; el nacimiento de establecimientos o explotaciones industriales dehido a la iniciativa privada que empieza a producir sus primeros frutos: el poderoso impulso

• alcanzado por todas las obras de IngeniE-ría, caminos, puentes, puertos, faros, ferrocarriles, lineas eléctricas, canalizaciones urbanas, etc., han abierto últimamente a la profesión, nuevos y amplios horizontes donde nuestros ingenieros pueden aplicar con éxito su recoüocida preparación y competencia, contribuyendo al adelanto del país con el ejercicio de su meritoria labor.

No puede existir, por consiguiente, interés alguno de parte de los Ingenieros de Puentes y Caminos en a bandonar los trabajos que son del resorte exclusivo de su competencia para dedicarse a una profesión como la arquitectura, que no es la suya, y cuyos estudios profesionaleH, por otra parte, han ido divergiendo constantemente de los de ingeniería hasta exigir su completa separación para formar una Facultad independiente.

La segunda categoría de personas autorizadas por la legislación vigente esta formada por los llamados constructores. La supresión de la autorización concedida in illo tempore a dichas personas requiere un estudio detenido que, por no prolongar dE'masiado las presentes lineas, sera materia de un articulo en nuestro próximo número.

Terminaremos con un voto de aplauso a la Comisión de Fomento de la Cámara de Diputados por la iniciativa que acaba de tomar al presentar el proyecto de ley cuya critica dejamos empezada, y del cual cabe afirmar, que señalara sin duda alguna • una nueva etapa en la arquitectura nacional, ante la cual abre una perspectiva de progreso que ha de llevar a un alto grado de perfección las condiciones de comodidad, higiene y belleza que deben ca. racterizar a la edificación moderna.

Memoria de la Comisión Directiva

Correspondiente al ejercicio, primar 1914-15

( Con ti nua ció n )

7.0 Gestionar ante el Poder Ejecutivo la creación de una escuela de sobrestantes, capataces y albafiiles, auxiliares sin los cuales el Arquitecto no puede hacer obra perfeccionada.

En el proyecto de ley aprobado por la Cámara de Diputados se somete a la Facultad de Arquitec · tura la creación de todos aquellos cursos que se consideren convenientes para la preparación de elementos idóneos que puedan se11-vir eficazmente de auxiliares en los trabajos de Arquitectura.

Sólo resta aguardar, por consiguiente, a la próxima inauguración de la Facultad para establecer en ella y gestionar también en caso necesario la formación en otras instituciones de e.aseñanza pro. feslonal, como la Escuela de Artes y Oficios, los cursos especiales para sobrestantes, capataces, dibujantes, etc.

8.0 Re copilar la mayor cantidad posible de datos sobre

la hi s toria artística de la ciudad de Montevid eo , e s timulando el estudio de estas cuestiones por medio de concursos, c onfe• renc1a s, etc. ' Fomentar el estudio d e la arqueología America na.

La vasta tarea señalada en este principio del programa, por su misma importancia y por los obstáculos de d iversa índole que se oponen en nuestro ambiente a una obra de tal naturaleza, no ha podido hasta el momento ser llevada a la práctica: a cuyo resultado ha contribuido en primer término la consideración de que esos trabajos, a • causa de las erogaciones que forzosamente demandan, solo seria factible emprenderlos con la cooperación pecuniaria del Estado, la cual no puede ser esperada mientras persista la presente crisis finan• ct e ra

Parece oportuno incluir dentro de este punto del programa la gestión realizada por la Sociedad

ARQUITE;CTURA ,

con objeto de conservar en toda su integridad las lineas arquitectónicas de la Catedral puestas en peligro por una construcción que actualmente se está terminando sobre su fachada meridional.

Es del dominio gelieral que la acción llevada a cabo por la Sociedad de Arquitectos ha sido la que provocó una intensa corriente de opinión en el público haciendo surgir una iniciativa de intervención legislativa la cual está todavia a resolución del senado.

Sea cual fuere el resultado fhial de este asunto, no puede negarse qu e la Sociedad, al salvar su responsabilidad, ha ee1;1tado un precedente ünico entre nosotros por el cual se solicita la preservación de un monumento por consideraciones de carácter estético, obteniendo al mismo tiempo un verdadero tril1nfo en el sentido _ de interesar la opinión en un tema esencialmente de arquitectura, lo que señala un verdadero despertar en nuestro medio tan reacio a esa clase de manifestaciones artísticas, des• pertar que deja prever para el porvenir una mayor comprensión P.Qr parte del público para las cuestlonea que tenjfan relación con la madre de las Bellas Artes.

· En el cuerpo legislativo ha nacido la idea de crear úna Comialón encargada velar por la conservación de loe público&, hermosa iniciativa en cierto modo provocada indirectamente por la actitud de la Sociedad.

g.o Inftuir para que los puestos dirigentes de la Administración en materia sean confiados a arquitectos.

10.0 en cuaqto sea posible en la formación de jurados y en la confección pr.ogramas de los com:unos de • Arquitectura.

La segunda de proposiciones no ha tenido ocasión de realizarse por la carencia de concurgos originada por la actual poraUzación de lo edificación, pero la Sociedad df' Arquitectos no dejara de velar, llegado el caso, para que la redacc-ión de loe programas y la designación de jurados constituyan una garantia efectiva de seriedad y competencia. Dentro de la primera proposición pueden incluirse las declaraciot;tee formuladas por la Sociedad epla prensa con motivo de la discusión parlamentaria sobre ampliación de las obras del Palacio Le· gislativo, por medio de las cuales se renovaron protestas anteriores haciendo constar el error fundamental -cometido al .entregar la dirección de las obras de ese monumento a una .persona mente agena a la arquitectura, rectificando al mismo tiempo otros lamentables errore"B en que incurrieron ' algunos señoree represelitantes sobre la naturaleza y fines de la ptofeeióa de

La Sociedad ha ftitervenido· también cerca de la Alta Corte de Justicia, los Jueces Letrados y de Paz, y el Directorio del Banco de Seguros para que lo8 peritos y árbitros qué deban nombrarse en cueetio· nes relativas a la construcción, sean designados, como corresponde, entre loe arqulteetoe nacionales,

con exclusión de las personas agetlae a la profeeion que suelen al ocupar esos cargos. '

Con motivo de figurar como a la Dirección de Arquitectura del Mtnieterlo de Obras Públicas, un ingeni ero d e puente• y lfl Sociedad entabló diversas gestiones para impedir semejante nombramiento.

Laé justleimas pretensiones de la al reclamar que un cargo por su misma naturaleza se refiere exclusivamente a cuestiones arquitectura, sea ocupadb por un arquitecto, único profe· sional capacitado para deeempellarlo : con ·la compe· tencia y preparación necesarias, han sido eoronadae con el pues la vacante acaba 'de ser llenada con el nombramiento de un colega. · ·

11." Presentarse a la Municipalidad la promulgación de una ordenanza de carácter estético, que P,fOhiba romper las líneas arquitectónic.as y ocultar los detalles de los edificios con lamparillas de luz, sobre todo si éstas tienen caráoter permanente.

En del propósito consignado anteriormente, la Sociedad ha dirigido una nota a la Dirección de Inetracción Pública y a la Jefatura Politica, cuyos edificios soti los que reaultan mas deshonrados por la instalación permanente destinada a la iluminación de sus fachadas, sollcl,tando en nombre de la estética y del respeto debido a buenos edlficio8, que supriman las actuales iDstaláciones, sustituyéndolas por otras que pudieran ser retiradas cuando no se utilizaran, o, en caso de que fueran fijt.ls, eetablecerlae de manera que no perjudiquen las líneas arquitectónicas.

12.o Cooperar a la fuudación de la Biblioteca Social, con la donación de libros de arquitectura de positivo valor.

• La fórmación de la Biblioteca Social E"sta a pE"nas en sus comienzos, no habiendo sido posible dar mayor actividad a su creación por carecer del mobiliurio indispen8a ble.

En la s.ctuslidad, este ya s• esta confel·cionando, de manera que muy pronto llf'.gara la dtacudir a la generosidad de loa se6.ores para establecer con eu cooperación un orgRniMmo tan importante en una tn&.titución de indole proft-,..fonal.

13.0 Provocar un CongreSQ de Arqnitectos, a fin de tratar y estudiar cuestiones de interés profesional, en s.us faces ·téc· nica, legal, artlstica e histórica. · · ·

• Desde sus primeras sesiones, la Comittión ti va, se na de preparar el terJ!eDO para este : prlnter CongresO de ArquitectOs Americanos• Con tal fin un qne a las univenddades y d•l Cqntinente por intermedio de legaciont' ....

• 1 Se ha originado con ese motivo un · de - ' notas entre la- SOctedad 'y los sellores Ace védo Dfaz,

• •

ARQUITECTURA

Blanco Sienra, Posalba y Silva y Antuña, Ministros respectivamente en Brasil, Perú y Ecuador, Cuba y Paragu ay, los cuales han remitido interesantes informes que serviran para poder planear mas adelante la forma mas practica de llevar a cabo la importante Iniciativa de la Sociedad. ·

I.f.° Fundar un museo o exposición permanente de materiales de construcción con sede en el edificio de la Sociedad.

El Museo Exposición se instaló contando con el concurso de 33 expositores, número que al hacerse la instalación del mismo se vió considerablemente reducido a causa de la crisis producida por la guerra europ ea

A pesar de esa circunstancia, que nos ha alejado muchos elementos, cuenta hoy con la exposición de interesantes ma"teriales de construcción que exhiben importantes casas.

Los múltiples resultados de diferente índole que se obtienen con esta exposición, deben animar a la Sociedad a desarrollar cada vez mas tan útil iniciativa, a fin de aumentar aquellos , y de contribuir a hacer del Museo un exponente, lo mas completo de los progresos alcanzados por la industria y el comercio nacionales en el importante ramo de la construcción.

Fuera de los puntos consignados en el programa que ha servido de pauta a las lineas anteriores, han de mencionarse otros de no menor importancia, que se han llevado a la practica durante el que termina en el día de hoy.

La Comisión Directiva ha entablado cordiales relaciones con la Mesa del Congreso de Españoles, con el Instituto de Arquitectos de Norte América y con la Unión Pan Americana de Washing. ton, las cuales han de ser, sin duda alguna, de gran utilidad para el cumplimiento del plan de acción que se - propone realizar la Sociedad.

Con motivo de los lamentables destrozos ocasionadoe en la Catedral de Reíms por el bombardeo de la ciudada la Gomisión Directiva envió una nota especial_ a la Comisión de Históricos, a la Sociedad Central de los Arquitectos y a la Sociedad de los Arquitectos Diplomados por el -Gobierno, establecidas en Francia:

U no de los trabajos de mayor importancia emprendido-s por la Sociedad, es el estudio y sanción del Arancel de Honorarios que aca ba de ser remi.f · tido para su y apro'ba Cion a la Alta Corte de Justicia.

La Comisión Redactora del proyecto de Arancel . .estaba formada por los arquitectos Acosta y Lara, Baroffio, Fernandez, Geranio, N adal y Vazq uez Vareta.

La Comisión Directiva ha encomendado a varios colegas la preparación de una serie de conferencias

con proyecciones luminosas que se darf\n en la como un medio de propagar la cultura y vulgarizar en el seno del público los conoctmtentos de la arquitectura, preparando asi un ambiente que sea mas propicio a las manifestaciones relacionadas con nuestra profesión

Durante el año ppdo., sc dictaron en la Sociedad dos cursos dedicados a los alumnos de la Facultad de Estas clases estuvieron bajo la detnnteresada dtrección de los arquitectos Conforte Y Lerena J uanicó, y versaron respectiva mente sobre residtencia de y estereotomia.

La Comisión Directiva designó Accesores Letrados de la Sociedad, en caracter honorario, a los doctores Carlos Garcia Acevedo y Pedro Figari, quienes aceptaron gentilmente d puesto que se les c onfiaba.

en cuenta la preparación profesional de los referidos jurisconsultos y el interés que han demostrado sentir por la Sociedad, facil es prever que su actuación sera de positivos resultados para los fines que persigue nuestra institución.

La Sociedad de Arquitectos, por intermedio d e su Asamblea General, ha otorgado el titulo de socioR honorarios al arquitecto Jos é P. Carré, querido pro · fesor de la Facultad, y al doctor Brum, autor del proyecto de reforma de la Facultad de Matematicas que ha dado origen 8 la iniciativa de crear Ja Facultad de Arquitectura.

Tatnbién ha sido designado socio corresponsal en Aires, el arquitecto Alejandro Christophersen, cuyas vinculaciones en nuestro medio "on bien notorias.

En la sede social, se han celebrado con notable exito algunas fiestas que han dejado Jos más gratos recuerdos. Entre éstaR deben anotarse laM d4t_mostraciones a los arquitectos Lerena Acevedo y Sambucetti; la recepción al arquitecto Cayetano Moretti, director de las obras del Palacio Legislativo, y el gran banquete de confraternidad celebrado con todo brillo el 2 de Enero ppdo., el cual piensa establecerse como fiesta anual de la Sociedad con - . el propósito de vincular cada vez mas estrechamente a todos los arquite c tos nacionales.

La práctica ha indicado la conveniencia de introducir ciertas reformas en los Estatutos, algunas ya sancionadas como el aumento de las cuotas de los • socios y la admisión como socios susc riptores de tedos los estudiantes de arquitectura que .lo deseen, y otras que aconseja es.ta Comisión Directiva sean tratadas en la próxima Asamblea General Ordinaria ; siendo de éstas la mas importante la que se relaciona con la renovación total de los suplentes todos los años; pues la forma actual establece suplentes elegiJos en dos reuni-ones que,

p o r hab e r obt e nido di fe r e nt e p1 oporc i ó n d e vo t o s ,

r e s ulta difi c il ord e nar s u co l oc a c i ó n

Tal es, a grand es l a o br a r ea li z ad a p o r

l a S o c i e dad e n s u prim e r a ñ o d e ex ist e n c ia. L as brillant e s conqui s ta s o bt en id as e n t a n c orto l a pso

d e · ti e mpo s e d e b e n e n prim e r t é rmino a la uni ó n

inquebrantabl e d e tod o s l os c o l ega s , a c uyo resul-

t a d o h a c ontl'ibui do tambi é n l a c o o p e r ac i ó n pr estada por a lgun os a l as mtiltipl e s t a r ea s d e esta C omisi ó n Dir ec ti va

Al c onsid e r a r l a m a r c h a as ce n d e nt e seg uid a p o r

A• la inst i t u c i ó n , a l pasa r e n r e vista los progresos a l c a n zados m e di a nt e s u acc i ó n co nstante y decidida, l:iÓ l o cab e d e c l a r a r , co n l a ma s intima satisfacción, q u e l a So c i e d a d d e A rquit ec t os tiene ya asegurada una ex i s t e n c i a pl e t ó ri c a d e vida y de entusiasmos, . , y qu e s u co rto p as ado h ace preve r un porven1r aun m as pr ós p e r o, q u e s e rá f ec undo e n iniciativas de tod o g é n e r o, l a s c ttal e s han d e protuover un flor ec imi en t o m ayor e n nu es tra patria de la hermosa pr o f es i ó n a l a qu e h e m o s co nsagrado todas nuest ra s e n e r g ia s y to d as nu es tras e speranzas.

El primer Aniversario

p e nas fundada la S o c i e d a d d e A rquit ec t os par ec ió indisp e ns a bl e l a c r e ació n d e una r ev i s t a qu e , s i e ndo órgano d e l a mi s tn a , s irvi e r a d e port avoz a sus id e as y a stt s as pir ac ion es, y co ntribuy e r a c on su influ e nci a al d es arr o ll o d e l a c ultura na c ional.

Asi surgi ó en se ti e mbr e d e 1914 A RQ U ITE C TURA que a l c an z a con e l pr ese nt e num e r o s u prim e r año d e vida. La s ola s ub s i s t e n c i a d e un p e ri ó di c o d e indol e profe sion a l e n un m e di o c o m o e l nue s tr o , r e a cio e n ab s oluto a esa c l ase de publi bats t a r á p a r a ha ce r co mpr e nd e r la m ag nitud d e l reali z. ad o y l a s difi c ult a d es q u e han d e bido

s e r v e n c id as por e l ó r ga n o d e l os a r q uit ec t os uru g ua yos e n la e tap a ini c i a l d e s u ca rr e r a

Pe r o, s i h a h a b i d o lu c h as, podemos c r e er tambié n, s in pe c a r d e pr es untuos ol:i, qu e ha habido asimismo triun fos.

La s prim e r at> te mplar á n los áni.tuos para las d e l futur o, - l os últimos serún e l mejor estimulo

p a r a e mpr e nd e r co n e ntusiasmo la marcha .al por• v e ntr.

A l c umplir s u prim e r ani ve rsario, ARQUIT ECT U RA, q u e ti e n e f e e n s us d es tinos , - porque tiene plena confia n za e n e l va l o r d e l os profesionales cuyo p e msa miento es e l v e rb o d e s u programa,n o d e sm :\ya r e n l a l a bor t a n f e lizmente iniciada e n c umplimi e nto d e l os a lt o s id ea l e s que sirven de norm a a s u pr o pa ga nda.

Castillos de antaño

Ent r e l os tip o s d e arqui t e c tut•a qu e la s gt' n e r acion ets e ntr e garon a la admir ac i ó n d e l p o r venir so n c a s tillo s se ñ o rial es un o d e l os ma s int e r es ant e s p a r a e l es píritu arthst a.

A tr avés d e l as Yi cis itud es d e l ti e mp o qu e ha impr es o e n s us s illare s la pátina inimitable d e su 3 años; a trad e los acont ec imi e nto s humanos qu e han dejado bajo su s bóYedas ce nt e n a ri a s el r ec u e r-

CASTILLO DE B RIEG

• c ruzados por costurones, injuriados por la vejez y pot· los hombres:, como • • e sos anctanos gu erreros cuyas h e ridas heróicas iluminan su cuerpo c aduco con un nimbo d e glot:ia.

Cada g e n e rac i ó n añadió a su c onjunto una nota c aractet:istica, c ada épo c a dejó e n s u arquitectura su huella inequívoca , c ada estilo puso su nota original en aquellos libros d e piedra.

Los c astillos do imborrabl e d e l p asa d o , l os v i ej os cas till os , t e stigos sil e n c io s o s d e l as e dad es qu e n o h a n d e vo lve r , ye rgu e n s u m a s a impon e nt e, s a lpi ca d os d e m a n· c ha s , c on la s c i catri c es d e s u s g ri e t as,

ale manes cuya fotog r afia r e pr od u c im os e n e sta s lineas pertenecen a l a é po c a d e l R e n aci mi e nt o E l primero que es el cas tillo d e Bri eg e n S il es i a o fr ece tres cuerpos de e di fi c i o d e di fe r e n te e stUo, habi e ndo sido construido

ARQUITECTURA

an sus part es principales e n el p e riodo que va de T571 a 158 U. U n a de las alas d e l cas tillo esta de c orada co n un orden j ón i co d e los llamados « colosal es». La otra ostenta un a ri ca d eco ra c ión orname n -

CASTILLO DE B ÜRRESHEIM

t a l y entre ambas se halla e n c l avada una ca pi ll a provi s ta de contrafuertes exteriores

El s eg undo grabado r e produ ce e l cas tillo d e Bürresheim, co n la e ntrad a princip a l sobre c uyo co ronamiento esta n esc ulpidas las armas d el propi e tario y otra e ntrad a subterránea. El edificio data d e fin es del siglo X VI.

El cas tillo de Plassenburg, ce r ca d e Kulmbach fué l e vant ado en s u parte ese n c ial por Arbelin Tr e -

ts c h y Bl as ius Be rwart, d e 1559 a La vista d e l p a t i o interior llamado «hermoso patio» está tom ada desd e una d e las arcadas que lo circundan.

La lamina XVll repr ese nta el castillo del conde Erba c h-Fürstenau en Odenwald ( B a den ) qu e es ta 8it u ado a orillas del agua. S u c onstruc c ión fu é e j ec utada del s iglo XIV a l XYll. El gran arco que se abre 80 br e e l p a tio, dándol e un carácter o rigin a l y pintore sco , fu é l eva nt a d o en 1588.

En esa mi s ma lamina aparece tambi e n el hist ó ri co cas tillo de Chillón situado en so bt·e el L ago

L e m á n, entr e \'ill e n e uv e y l\1.ontr e ux Este castill o, mu y visitado por l os turistas , abriga int e r c -

CASTILLO DE PL ASSEMBURG

santes r ec u e rdos. Se lev a nta sobr e un p e iias co d e granito qu e e merge dentro del l ago y sólo esta unido a la orilla por llt'\ puente qu e no a l c anza a tcnct' c in co metros d e larg o Sus bóvedas ti e nen la p ar tic u l aridad d e hab e r s ido abiertas en la misma ro ca EL castillo d e Chillón fu é e mpezado por e l co nd e T o más 1 e n 1224 y co ntinuado del año 1 255 al 6S p or P e dro 11 <.le Saboya, siendo poet e riorm e nt c r es t a urado e n lo s tliglos XV y XVI.

Estudios de Arquitectura

P RI M ER CONCURSO DEL CUARTO A Ñ O ·

UO GRAN ESTABLECIMIENTO DE BAÑOS

E ste estab l eci miento , ed ificado dent ro d e una ciudad de p r im er orden, estará dividido en dos partes ig uale s , hombre s y mujeres Comprenderá : r. " Administración:

Dos o tres despa c hos para la ge ren c ia y con tabilidad.Conserj e - Vigilante gene ral. - Servicio médico, gabinete del médi co , pequ eña farma c ia. Lencería central de bastan te importancia.- Depó sito de objetos diversos Sala de pr eparació n de los medi camen t os 2 " Servicio de los bmios ordinarios.

Cada divi sió n (hombre s y muje r es), dos • PSIOS: Ve s tíbulo. Una g r an sa la de reuni ón y d esca nso que da acceso a Jos diferente s se rvicio s Cua rt os de baños , en número ap rox im ado d e so en cada piso. - Una gran p isci na co n pequeños c uart itos pa r a desnudarse.- Ba ños de vapo r. - Duc has ge n e r ales

3·" Servicio dt • bmios medici1wlcs.

Cada división co mprenderá en dos pisos:

Una sala o galería de espera. - 24 cua rtos de baño má s • •

o me nos e n c ad a pi so, y di v idido s en varios g rupos para las d i fe r e nt es natural eza s d e bJ ños: su lfuros o s, al calino s, tibios, etc. Nota. - En es ta part e d e los baños medicinales , cada c uarto de baño deb e e s tar en comuni cación dire c ta con un p equ e ño local pa r a de po sitar la ropa, el c ual estará re sguar-

•

dado por un ta b iqu e de v idrio s d e las emanacion es y lo s v apores d e l bañ o Sala de inhala cion es - S a la d e bañ os lo cal es con c uartito s para d es nudarse. Baños d e va por. - Du cha s. - Sala d e ma s aje s - B a ñ os de lu z - 2 o 3 pi eza s para se rvi cioW C., e t c 4.'' Sa la de R esta u ra u l :

• • ARQUITE C TO RA

Ca fé - Gabin e t e d e le c tura. 5·" Dep eudendas: Servicio de cale f a c ción de las aguas , usina con cald e ra s ) tanque s - Depósito de ca r bón - Caloríferos. - Caldera para la limpieza de la ropa - D e p ósito s

• S e r ese rvará n espacio s al aire libre para lo s j uego s : p e lo ta football, t e nnis, ciclis mo. El terr e no no exce d e r á d e 400 metro s e n s u ma yor d im e ns ió n. S e har á pára el p r im e r gr a do: Pl a nta, fa c ha da y cort e a la es ca la d e f 12 mm p o r m e tr o El proy ec t o d e finitivo se r á a 4 mm. por me tro

C0NSULTAS

«. La R eal Academia de A rquitectura en Francia

A unque con un r e tra s o involunta;io no qu e r e mo s d e jar de publicar a continua c ió n los intere s ante s datos remitido s p o r un colaborarlor an ó nimo s obre la Real A c ademia de Arquitectura en Fran cia.

Esta instituci ó n fu é fundada po r Colbert el año 167 I. Luis XIV confirmó e n J 717 la formación de e s ta A cademia, de la c ual se declaró protector, dándole un nu evo reglamento · qu e establecía que d e b e ría r ecibir órdene s del R e y por intermedio de l Director General d e Construccion es un principiQ cons tituida por Arquitecto s céle,.••

bre s , un profesor y un s ec r e tario qu e era esc ogido s iempre entre lo s Arquitecto s del R ey

D espu és s e dividieron los A cadé micos en dos clase s , que constaban cada una d e diez y s eis miembros, es tando comprendidos en la primera cla se un p r ofesor y un se c retario p e rpetuo. Los acad émi cos de la primera cla se no podían se r e mpresario s, y Jos de la s egund a s olamente podían contratar obra s del Rey Va c ante una plaza e n la p r imera clase, le. A c ademia elegía tre s mie mbros de la segunda, entre los c uales escogía el

Rey al nu e vo a cadémico Para llenar la s vacantes de la se gunda clase se seguía análogo sis tema, proponié ndo se a l monar ca una te rna de arquiLe c to s age no s a la co rporación

Más tarde. ha cia e l añ o J 788, el primer arquite c to d el Rey e ra Dire c tor de la A cademia, e x istiendo ad e m ás do s profesores, uno qu e en señaba Arquitech1ra y el otro Geometr ía, medidas, me cá nica, e t c Se dis tri b uían todos los años en e l día de San Luis dos medallas a lo s alumnos L a pri m er a ' de oro, daba der echo a se r pensionado de la A cademia de Rom a. Pos teriorment e , J. J Blond e l, emp e ñado en e l progre so de la e nse ñanza de la arquit ec tur a obtuvo del Rey, por in te rmedio del marqu és de Marignan, q u e pa ra tener dere ch o a pa rticipa r de es o s dos gran des premio s, los alumnos debían obte ner antts otras pequeña s re comp e nsas con sis tent es e n m edallas de plata que se distribuían anua lm e nte. La A c ade mi a c el e braba sus sesiones en el p a lacio del Louv re, e n un s al ó n d e lo s apartam e nto s d e la Reina.

Tale s s on lo s inform es más inte re s ante s sobre la Real

A cad e mia de Arquitectura de Francia q ue dejó de ex istir, como las otras academ ias an á logas al <; Obrev e nir la tormenta de la Revolución.

Al fundar se en 1795 el In s tituto, se in cluyó, e n una d e s us cin c o se ccione s, la de Bella s Artes, que v ino a s er la s uce sora

de la fenecida A cade mia d e Arquite c tura, aunque figurando en e lla r eu ni das toda s la s rama s artís ti ca s

Ac tu a lmente co nsta de c uarenta socio s de n úmero, di ez soc ios libre s , diez ex tranjero s y c uare nta s ocios co rr espondientes. Los o c ho miemb r os fundadore s fueron los a rq uit ecto s Gondoin y de Wailly, Jos pintores Dav id y Van Spaendon ck, Jos esc ultore s Hou don y Pajou, e l m úsico Mehul y el actor Moté.

El 3 brumari o del año IV se di c tó un de c r eto que p e rmitía el in gr eso de diez arti stas ilus tres ext r anjeros en e l In stituto, co n · c uyo motivo entraron a formar parte de la A c ade mi a d e Bellas Artes los esc ultore s Ca nova y Catderari y el c ompositor Haydn.

EL 2J d e Marzo d e 1816, se aumentó el núme ro de miembros , que ya había s ido modific ado anterio rmente, hasta ll ega r al númer o que hoy ex is te.

E s t a Academia se ocupa con prefe r e ncia de r eda c tar el diccionario de las Bellas Artes, del c ual ha publ icado c in co ediciones. Entra además en s us c ometidos em itir d ic táme n es , pres e ntar la li s ta de candidatos para e l ca rg o de Dire c tor d e la A c ademia de Fran c ia en Roma, v igilar este establecim iento y la E scue la d e Bellas Artes, formar a ve ces el jurado de las exposicion es de a rte y disc ernir numeros os premios debidos todo s a fundacione s particulares.

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Arqu itectos C Pére-z Montero y Cía

El hot e l parti c ular que publi c amos c on estas lineas cons t a de s ub auel o, plant a baja y alta La planta baja c ontiene la sala, escritorio, cern e dor y s u s d ependencias, co n cocina y despensa. H ay ademas un espacio a jardín, d e l cual to m an luz las piezas interiores

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r ece sos t e nida por un a m é nHula Este m o ti vo t e rmina so bre l a co rnisa p o r un út i co on dulad o. E l r es t o d e l frente es t á coro n ado p or un a balustrad a.

Comisión Municipal de Fiestas

Con\:urso de dip l oma s

DIPLOMA PARA LA COMISIÓN M UNrCfPAL DE F IESTAS

En e l concu r so celeb rado por la Comis ión Municipal de Fiestas para elegir el tipo de diploma que se r á oto rgado a lo s vencedore s de los diversos certámenes organizados por la mi sma obtuvo el prim e r premio el seño r Mauricio Cravotto, aventajado es tudiante de Arquitectura, a quien pres e ntamos nue s tro s plácemes por s u he r moso triunfo

• El dibujo premiado que reproducimos e n es t e número, es t á ejecu ta do en blanco sobre fondo de oro, lo que le da un aspe c to de se riedad y riqueza, de acuerdo con la misión del d i ploma que es un documento de s tinado a recordar un momento de la vida que ha sido señalado por una victoria conqu i stada en ·m torneo pacífi c o y amable.

PLA NTA ALTA

AR QUITECTURA

El friso s upe rior si mboliza los cua tro e ss tados sucesivos por los que ha de pasar forzosament e el vencedo r de un co nc ur s o c ua lq uiera: el esfuerzo , el trabajo , el triunfo y el florecimiento de s u s aptitudes, esti mula da s por e l premio alc a n zado •

EEn cua drando e l lugar dest ina do -a la insc rip c ió n, hay dos gru pos. El de la derecha, que ostenta flo r es , cascabe les y otros atributos, repre se nta a las fies tas El de l a izqui e rd a repre se nta al Municipio soste nien do el esc udo d e Monte video.

Suelo mixto de cemento armado y pastas cerámicas

n e l número 111 d e es ta Revista nos ocupamos ya de este sistema d e construcción de suelos qu e tienden a ser empleados cada yez más en sustitución d e los suelos h ec ho s excl usivament e e n ce mento armado.

Publi ca mos hoy una nu eva disposi c ión que a c aba d e ser patentada e n e l Ministerio de Indus-

• DE T.\LLE DEL SISTEMA

trias por e l se ñ o r P e dro Azzolini, indu s tri a l italiano qu e ha ll ega d o a est e p n i s c on e l prop os ito d e regi s trar a lgunos in ventos qu e se rda c ionan c on la construcción.

Los sistemas d e scriptoH anteriorment e e n eH ta mis m a R ev ista se componian generalmente d e vigue"tas d e ce m e nt o armado y for j a d o, (dir e mos ) d e pi ezas hue cas de arcilla co c ida . •

En esta part e e l nu e vo sistema Azzoli n i aventaj a a aquellos e n qu e estando estas viguetas espac iad as a Om.12 de eje a eje los hierros se sustituy e n por alambres; y otras c osa más importante aun, base d e es te sistema, es que l as piezas hue cas d ese mp eñan aq uí un rol resist e nte, en tanto que e n l ns s ist e m as a nt e riores solo i nterv i enen como factor neutro destinado so-=--. • 1a m ente a d i s mi n u ir e 1

c ubo de ce m e n to armado y el peso propio de l a obr a .

La s piezas de arcilla coc i da tiene n , co m o p u ede verse en e l grabado ad j u nto, sobre sus caras l ateral e s y superior unos diente s e n forma de co l a de milano, disposición q u e es tab l ece no sólo una cohesión más co mplei:a e ntre el ce ment o a rmado y las p i ezas d e arc illa , si nó también una solidaridad e n el trabajo dt eR t os dos materia l es, pu est o qu e l as v igu e t as y la plan c ha superior de cem e nto a rm ado c onstituida tambi é n por a l ambr et4 c ruzados, trab a jan forzosamente ayudadas por la r es ist e n cia d e l a:i Riezas hu ecatS. EtS t a di spos i c i ó n r e un e, pues , ventaja.s sobre l os otros s istemas qu e e n s ustancia se traducea por una c onstrucción má s eco nómi ca, más ligera y mas rapida e n su e j ec u c ión.

Primer concurso de Co m posición Decorativa

U n p uente D ecorativo

Este pue nte, edificado sob r e uno de los ca nal es que atraviesa n una ciudad como Ve n ecia, Malinas, Brujas, por ejemp lo, se r á, no la prolongaci ó n d e una ca ll e, s i no la unió n en tr e dos edificios s ituados en cada una de la s orilla s de l c anal. El puente se r á te c hado de modo d e fo rm ar entre los ed ificios un a gale r ía de comunic a c ió n

En cada orilla, a un niv e l un po co ma s alto que e l del agua, ex 1s t1ra un e spac to o c upad o por un a vereda qu e se extenderá a lo la rgo de la pared d e sos t enim ie nto de la te rr aza que co rre sponde a l n i ve l del sue lo del piso bajo de los edifici os. En t r e estos niveles, cuya di fe r e n cia se r á más o men os de 5 a 8 m , se d ispond r án esc a le r as ex teri ores en ca da ex tremidad de l puente

El puente se r á co nstruído en piedra y se r á t r atado de modo

CLASIFICADO 1.0 M CRAVOTTO • que tenga un aspe c to de co r ativo visto desde el cana l y desde la s orillas

Se deberá preo c upar ta mbien d e la vista s obre e l c an al. A es te efecto se dispondrá en la gale rí a de c omuni c aci ó n entre los do s edificios, una o varias loggias que c ontri bu ir án ta mbi én a aumentar el a specto decorat ivo del co njunto

El ancho del can al e ntre las ve red as se rá de 50 m. Se hará para el c roquis. p lanta, c orte y una de la s fachadas sob r e el ca nal con arranqu e de lo s e dificios a la escala de 2 mm. , po r m etro

CRÓNICA

Con c urso d e D i bu jo -

En el concu r so ce leb r ad o última ment e para proveer la cá te dra de Dibujo en la Sección de Enseñanza

Secu ndaria obtu\'O e l tr i unfo nu es tro estimable c olega el Arq. Lui s J Fern á ndez , a qu ien le fu é adjudi c ada por e1 jurado. Al pre s entar nuestros plá ceme s al nuevo Catedráti c o, de c uya a c tuación cabe esperar prove c hosos r es ultado s para La en sei'ianza uni versitaria, hacemos e x tensi va la feli c itación a l arquite c to Carlo s A Herr e ra que, habié ndose pr es entado también al c on c urso, tu vo el hono r de c onq uista r va rio s de lo s votos del tribunal.

• Ed ificio par a e l Ban co de C ré d it o

En el c o n c urso limit ado promovido por el Ban c o de Crédito para le vanta r s u nu ev o ed ifi cio, el jurado, cQnst i tuido por los arquite c to s Carr é, jones Bro wn y Vá zquez Vareta, c on ce di ó el premio al arquitecto Ernesto Mullin y otorg ó un acces it a los arquite c tos H. Acosta y Lara y A. Maini. Vaya nuestra c ord ial enhorabun a hasta lo s vencedo r es de este torneo 1

C L ASIFICADO 1." - F D ELGA D O

Del B o letrn d e la Un ión Pan ffmer ic a n a Tomamos de la edición inglesa del Boletí n d e la Unión P a n Ameri c ana ( mes de Julio ) los siguientes e logi osos c o nceptos sob re esta Revi s ta y sobre la a cc ió n d e la S. de A: e La Sociedad de Arquit ec tos de Montevideo, publica un intere sa nte e inst ru c tivo magazine ti tu lado « ARt-;}UITE CTU R A » Esta organización es tudia el llevar a la práctica en un futuro ce r cano, un CONGRESO DE ARQl.nTEGros , y ha dado Jo s pa sos prelimina r es hacia este fin. Se ha invitado a las diferentes Fac ultades de Arquitectura d e las Repúbli cas Pan Ameri c ana s y a dist inguidos Arqu i tectos de las tres Amé ri cas, so licitando s u c ooperadón en este sentido. La Direc tiva de la Sociedad esta c onstituida co n Hor ado A c osta y Lara, c omo pres idente y Diego Noboa Courras, secre tari o !!>

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Esta afluencia extraordinaria de visitantes y la agradable in1presión recogida por los n1ismos, pone una vez n1ás en evidencia la utilidad del M usEo E xPOSICióN que es el n1edio más conducente y práctico · de hacer y apreciar del público lo s artículos relacionados con la construcción y decoración de edificio s. .

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