HOSPITAL
DA LUZ
Pontifícia Universidade Católica de Campinas Centro de Ciências, Exatas e tecnologias Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Trabalho final de graduação
Orientanda: Bruna Bernardo Orientador: Antonio Kfouri
CAMPINAS 2020
arquitetura não é um curso, é um caminho, percurso. dentre todas as artes, esta me satisfaz, tira de mim tudo o que sou capaz.. Emanuel Souto
AGRADECIMENTOS
Gostaria de iniciar meus agradecimentos enfatizando o fato de acreditar que tudo acontece por algum motivo e que sou grata por esses 5 anos na universidade, por ser muito privilegiada com tanta oportunidade, por tantas pessoas e tantos momentos nesse tempo.
Agradeço então aos meus pais e minha irmã que sempre acreditaram muito em mim e fizeram a realização de me tornar arquiteta ser possível.
Aos professores que contribuiram para minha formação mas em especial ao meu orientador Antonio Kfouri que me apoiou em todo processo, me orientando a consolidar cada vez mais meu partido e meu projeto. Aos meus avós Lúcia e Oswaldo por todo apoio e carinho nesses últimos anos e ao meu primo, Luiz Gustavo, que não esteve presente esses últimos tempos mas que fez e faz uma grande diferença na minha vida.
Aos meus parceiros de trabalho, aos meus amigos e principalmente ao Diogo, por entenderem essa fase muito importante e muito delicada e por não desistirem de mim. Enfim, a todos que colaboraram de alguma maneira durante esses anos, que acreditaram em mim e me trouxeram até aqui. Obrigada pela dedicação e paciência.
01 4
área de estudo hospital de pequeno porte
Esse memorial é a extensão do plano urbano Região Sudoeste e Aeroporto de Viracopos - Conexões Urbanas. O trabalho aborda a principal fragilidade da área: a conexão com o restante de Campinas. Sendo assim, foram propostos novos eixos de transporte público e projetos indutores que qualificam melhor o espaço e os que vivem nele. Neste mapa a esquerda demonstra o Trecho 1, escolhido pela equipe devido a maior quantidade de projetos indutores e por ser a região mais próxima ao Aeroporto. Entre os projetos implantados, foi escolhido um hospital de pequeno porte, já que a área contempla dois equipamentos de saúde de escala regional (o Hospital da Puc-Campinas e o Complexo Hospitalar Edvaldo Orsi - Hospital do Ouro Verde), a área, portanto não é prioridade, e traz uma precariedade no setor ambulatorial e emergencial. Além destes, existem alguns outros que são bem distribuidos pela área e são voltados para consultas e exames, como os centros de saúde e algumas clínicas particulares.
1 o 2edifício referências 3
introdução ao projeto
1.a programa 1.b partido
2.a espacialização dos programas 2.b estrutura e vedações
3.a Hospital do Rocio 3.b Hospital Sarah Kubichek 3.c FAU USP
4 5 bibliografia
pranchas
1
introdução
1
O projeto indutor do Hospital da Luz foi pensado para atender as demandas citadas e também para atender a expansão do Aeroporto de Viracopos trará para área. Este fica localizado estrategicamente na Avenida da Terra, locada entre a Avenida Br Smith de Vasconcellos que comporta o Corredor Perimetral (um dos principais projetos urbanos) e a Avenida do Pium, criada pela equipe, que realiza uma melhor ligação do bairro, facilitando o acesso não só dos residentes mas dos pacientes externos. A partir disso, o edíficio se molda a partir desses fluxos, da topografia e das circulações, além do fato de trazer aos pacientes o máximo de ambientação, recuperando a ideia de relação entre interno/externo, com possíveis passeios ao ar livre, iluminação e ventilação natural na maioria dos ambientes. O hospital então, traz a luz. Sendo essa a referência do nome dado, além de todo hospital trazer um foco de esperança e de luz para os que irão aproveitar do espaço. O projeto conta com setores, fluxos, circulações e acessos que são fundamentais para o entendimento do ambiente hospitalar e este é considerado de pequeno porte por conter apenas 30 leitos. O objetivo desse trabalho final de graduação é então, trazer esse novo equipamento com qualidade dando atenção a população residente.
AVE (CO NIDA RR ED O
IDA
A R R
A D I
DA
TE
N E AV
BR S OR MITH PER D IME E VAS TRA CO NC L) E
LLO
S
DO
PIU
M
introdução
AVE N
INTERNAÇÃO CIRÚRGICO
EMERGENCIAL TÉRREO SUPERIOR
EXAMES CONSULTAS
1.a
APOIO SERVIÇOS ADM TÉRREO INFERIOR
programa
O programa do projeto foi pensado a partir do critério de setorização. Em um hospital todos os espaços são setorizados mas todos se conectam de alguma maneira. _consultas Consultórios, clínicas, farmácia, medicação, leitos para observação médica, consultórios especializados, triagem, sala de gesso, imunização, medicação, nebulização e curativos. _exames Radiologia, preparo de contraste, coleta, tomografia, sala de controle, ressonância magnética, ultrassonografia, leitos para preparação e recuperação anestésica, endoscopia, preparo e limpeza do endoscópio, banheiros, preparo de equipamentos, laboratório e laudos. _cirúrgico salas de cirurgia, leitos para preparação e recuperação anestésica, materiais esterilizados, vestiários, pré natal, equipamentos, farmácia, rouparia e ambientes de transição. _internação Unidades de terapia intensiva (UTI), centro de terapia intensiva (CTI), apartamentos, quartos duplos, enfermaria, enfermagem, quartos de isolamento, recepção. _serviços Tratamento do lixo hospitalar, necrotério, lavanderia, suprimentos. _administração Salas de reunião, salas de trabalho, banheiros, copa. _apoio Quartos, vestiários, copa, sala de descanso, cozinha, refeitório, recepção.
Os acessos ao hospital são divididos em 4: 1_ acesso principal Este é um saguão de entrada que subdividide-se em duas esperas, a de internação e a de exames e consultas; 2_ emergencial Voltado apenas para ambulância para a ligação direta com o setor cirúrgico ou de exames; 3_ funcionários O 3 e o 4 tem a mesma portaria e o mesmo acesso, mas são guiados para caminhos diferentes, para facilitar o acesso externo; 4_ serviços Com uma carga e descarga, este é ligado diretamente ao setor de serviços voltados ao hospital e é separado do restante do programa.
1.b
1
2
partido
3 4
Outro partido, foi criar a partir dos setores, circulações que possibilitam a equipe de funcionários transitar com maior facilidade, com mais rapidez de se deslocar, e que isolam os pacientes dos fluxos de serviço do hospital. Para que isso fosse possível, foi criada uma circulação de funcionários principal e esta é desmembrada nos demais setores. Para que os pacientes externos não tivessem conexão e nem visibilidade dos internos, as circulações voltadas para o interno do hospital são fechadas. Além disso, foi pensado para que a maioria dos espaços internos tenha iluminação e ventilação natural, pensando principalmente na qualidade de espacialização para os pacientes, já que os mesmos quando são internados em lugares que tem uma aparência semelhante ao lar, tem maiores chances de recebem alta antes do previsto. Nesse quesito ainda da ambientação, as principais circulações tem janelas que vão do chão ao teto, fazendo também a relação interno/externo. Já as circulações que não tem essas grandes aberturas, recebem iluminação zenital a partir de domus.
1.b térreo superior
1
2 3
6 8
7 9
4
partido
5
CIRCULAÇÕES 1 - internação acesso restrito - pacientes internos, visitantes, funcionários 2 - exames acesso restrito - pacientes internos, externos e funcionários 3- consultas acesso livre - pacientes internos, externos e funcionários 4- circulação principal acesso restrito - prioritariamente funcionários, eventualmente pacientes 5- cirúrgico acesso restrito - funcionários e pacientes 6- cirúrgico acesso restrito - funcionários 7- cirúrgico acesso restrito - funcionários e pacientes (circulação limpa) 8- cirúrgico acesso restrito - funcionários (circulação suja) 9- emergencial acesso restrito - funcionários e pacientes
1.b
Esse pavimento é exclusivo dos funcionários e prestadores de serviço do hospital. Porém suas circulações se subdividem em categorias que facilitam a setorização e o entendimento.
térreo inferior
2
4 3
5
partido
1
CIRCULAÇÕES 1 - funcionários (médicos e enfermeiros) acesso ao apoio e a circulação principal (que segue o mesmo alinhamento do pavimento superior) 2 - funcionários (administração) acesso a administração e a circulação principal (que segue o mesmo alinhamento do pavimento superior) 3 - circulação principal acesso a todas as áreas do térreo inferior seguindo o mesmo alinhamento do pavimento superior 4 - serviços crculação limpa seguindo o mesmo alinhamento do pavimento superior 5 - serviços circulação suja seguindo o mesmo alinhamento do pavimento superior
2
o edifício
2.a espacialização
O edíficio foi implantado de maneira que os acessos de paciente estejam todos voltados a Rua das Bromélias e os de serviço e funcionário estejam para rua José de Jesus Moreira. As curvas de nível fazem o terreno ser um fundo de vale. A implantação, então, aproveitou disso para possibilitar essa diferença de acesso. O perfil natural do terreno foi alterado apenas para o aterramento do térreo inferior. Nesta planta os acessos ficam mais claros, sendo notável o acesso, por exemplo, da ambulância, que entra pela Rua das Bromélias e sai pela Avenida da Terra.
IMPLANTAÇÃO
60
6
60
8
60
9
61
0
61
1
61
2
60
7
2.a espacialização
Os cortes de implantação reafirmam a locação do edifício nas curvas de nível e mostram a relação dos pavimentos com as respectivas ruas.
IMPLANTAÇÃO
N
5
5
2
1
4
3
2.a espacialização
Fica claro nesse desenho os dois acessos da Rua das Bromélias para pacientes e visitantes, o primeiro e principal que subdivide-se em duas recepções e o emergencial. É evidente a entrada de iluminação natural na maioria dos ambientes, em alguns lugares devido a posição do edifício, em outros, pelos vazios propostos. Aproveitando também da estrutura de laje nervurada e pra trazer volumetria em alguns espaços, foram propostos pergolados em algumas áreas do edifício.
PLANTA TÉRREO SUPERIOR
5,00
5,00
6,00
11
10
10
13
9
14
13
8
14
7
7
15
6
6
16
17
5
5
17
18
4
4
18
19
3
20 21 22
2 1
21 22
20
23
19
2
23
3
1
12
9
8
15 16
11 12
1
3
2
5,00
4
5,00
5,00
0
5
10
SETORES 1. Cirurgico 2. Emergencial 3. Exames 4. Consultas 5. Internação
2.a espacialização
O centro cirúrgico precisa ficar próximo ao emergencial devido as eventuais emergências que podem ocorrer e o acesso precisa ser fácil e rápido, para isso, o setor emergencial tem uma entrada externa e o paciente pode ser levado tanto ao fluxo central do hospital quanto ao centro cirúgico direto. O programa foi prioritariamente definido devido a circulação, onde as salas de cirurgia dividem duas delas: a limpa e a suja. As duas são ligadas a circulações verticais que dão continuidade a essas no pavimento térreo inferior, mais precisamente no setor de serviços. Apesar de no programa estar descrito a Unidade de Terapia Intensiva e o Centro de Terapia Intensiva no setor de internação, este aparece também no cirúrgico-emergencial por conta de sua ligação direta.
TÉRREO SUPERIOR
2
1
1. e 2. SETOR CIRURGICO E EMERGENCIAL
2.a espacialização
Como citado, o setor de exames fica localizado estrategicamente no centro do edifício para ter fácil acesso dos demais setores. Esse e o de consultas possuem a mesma recepção, que facilita a entrada e a direcionar o paciente quando o mesmo ingressa no edifício. A característica que difere os dois setores é o fato dos exames serem mais privativos, para controle de acesso tanto dos pacientes internos do hospital quanto dos externos.
TÉRREO SUPERIOR
4
3
3. e 4. SETOR DE EXAMES E CONSULTAS
2.a espacialização
O setor de internação contempla os apartamentos, os quartos duplos, a enfermaria, a enfermagem, os isolamentos e apesar de não aparecer nessa planta, também o Centro de Terapia Intensiva e Unidades de Terapia Intensia. O hospital é considerado de pequeno porte por haver apenas 30 leitos, sendo 25% deles enfermaria, 25% apartamento e 50% quarto duplo.
5
TÉRREO SUPERIOR
5. SETOR DE INTERNAÇÃO
N
2.a espacialização
Esse pavimento é basicamente serviços e apoio voltados ao hospital. Ele é restrito aos funcionários. Ele contempla 3 vazios que são muito importantes para trazer o partido do projeto pra esse pavimento também, mesmo sendo aterrado, este possui tanto iluminação quanto ventilação natural em todos seus ambientes.
8
7
6
PLANTA TÉRREO INFERIOR
8
7
6
SETORES 6. Serviços 7. Administração 8. Apoio
0
5
10
2.a espacialização
O setor de serviços foi locado no térreo inferior para facilitar a carga e descarga em um fluxo não visível para os pacientes, já que este contempla fluxo de lixo hospitalar, necrotério, suprimentos e lavanderia. Ele segue o alinhamento do centro cirúrgico, com as duas circulações e o programa centralizado entre elas estrategicamente, pois assim as roupas (por exemplo) entram pela circulação suja, tem o tratamento na lavanderia e retornam para o hospital pela circulação limpa.
6
TÉRREO INFERIOR
6. SETOR DE SERVIÇOS
2.a espacialização
Locado entre dois vazios, a administração recebe a luz e ventilação natural mas indiretamente, o que é uma qualidade pro espaço. Além de não gerar poluição sonora para o pavimento superior (no setor cirúrgico).
7
TÉRREO INFERIOR
7. SETOR DE ADMINISTRAÇÃO
2.a espacialização
Esse setor foi criado para atender ao estar dos funcionários. Este contempla um espaço para o estar destes, com um pátio que também recupera o partido da iluminação e ventilação natural e traz uma área de estar ao ar livre também. Além deste, a cozinha (que é apoio para os funcionários, mas também serviço para o hospital) foi implatantada na área mais próxima da rua, para que a poluição sonora e os odores provenientes dela não sejam direcionados para as áreas internas do hospital. Juntamente com a cozinha o refeitório foi localizado no centro do pavimento inferior, tendo fácil acesso das circulações verticais e horizontais.
8
TÉRREO INFERIOR
8. SETOR DE APOIO AO HOSPITAL
corte 1
corte 2
corte 3
corte 4
corte 5
detalhe 1 sem escala
estrutura
2.b
Um hospital, por ter grandes salas, equipamentos e circulações, precisa de uma estrutura que prevesse os grandes vãos. Com esse critério, as opções consideradas foram: estrutura metálica, estrutura em madeira ou concreto com laje nervurada. Apesar da estrutura metálica se aplicar bem nesse caso, quando esta precisa de manutenção a poluição sonora é muito grande. A madeira por ter muita manutenção e também ser rugosa não se encaixa no projeto (já que é necessário evitar qualquer rugosidade que acumule sujeira), sendo assim, o concreto foi a melhor opção. Para aumentar os vãos sem precisar de uma viga muito espessa, implantou-se um sistema de lajes nervuradas. Além das questões acima mencionadas, esse sistema se encaixa muito bem também para caso o hospital venha a crescer, essa estrutura está prevista para receber outros pavimentos. Os eixos estão locados de 12,5m em 12,5m e contém subeixos que tornam os vazios possíveis. As nervuras tem em torno de 1,40m e altura de 0,70m. Nos espaços internos, foi utilizado forro de gesso acartonado nos locais onde a ambientação precisa ser maior (como os quartos) e forro removível a 0,30m para passagem de tubulação e para facilitar a manutenção.
Além disso foi pensado em um Domus, nas circulações onde não há iluminação natural pra resgatar novamente o partido do projeto. Esta aproximação do corte 4 acima caracteriza a forma e como ele se adequa na estrutura, aproveitando do espaçamento entre as lajes nervuradas. Este é em metal, para facilitar a manutenção, já que o mesmo pode ser substituído facilmente. Esse domus não contempla a ventilação natural, apenas a iluminação propositalmente, para ser mais fácil o controle da entrada de alguma impureza, poluição ou foligem. As aberturas também foram pensadas para que passasse ventilação natural no setor de consultas e exames. A face do edifício voltada para a rua contempla uma abertura menor que a voltada para o restante do edifício, priorizando a privacidade do paciente.
referências
3
3.a
HOSPITAL DO ROCIO - Manoel Coelho Arquitetura e Design Campo Largo - Paraná Para melhor entendimento das setorizações e fluxos de um hospital, a primeira refêrencia utilizada foi o Hospital do Rocio, onde no pavimento térreo os setores são divididos por uma circulação central, quase exclusiva para funcionários e os pacientes acessam os mesmos externamente. Além disso, entre os setores contém pátios que trazem iluminação e ventilação natural para os ambientes.
3.a
3.b
HOSPITAL SARAH KUBICHEK João Filgueiras Lima (Lelé) Salvador - Bahia Esse hospital foi uma referência devido a priorização de iluminação e ventilação natural. O Lelé abordou questões e soluções inusitadas para esse projeto. O ponto em comum entre a arquitetura do Sarah Kubichek e do Hospital da Luz é a separação dos setores de serviço por níveis. Deixando assim, o térreo mais acessível e voltado para os pacientes e melhorando os fluxos e setorizações.
3.c
FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - Villanova Artigas São Paulo - SP Apesar do programa não ter nenhuma semelhança com ao de um hospital, a referência usada foi em relação a estrutura. Utilizar das lajes nervuradas para construir grandes vãos e com elas também conseguir trazer iluminação natural para ambientes completamente fechados. Além de tudo a FAU-USP é referência como projeto na questão estrutural e arquitetônica.
5
GOÉS, Ronald. Manual Prático de arquitetura hospitalar - São Paulo: Edgard Blucher, 2004 ATENDIMENTO AMBULATORIAL E ATENDIMENTO IMEDIATO. Programação Arquitetônica de Unidades Funcionais de Saúde. Brasília: SUS, v.1, 2013. INTERNAÇÃO E APOIO AO DIAGNÓSTICO E À TERAPIA (REABILITAÇÃO). Programação Arquitetônica de Unidades Funcionais de Saúde. Brasília: SUS, v.2, 2013. APOIO AO DIAGNÓSTICO E À TERAPIA. Programação Arquitetônica de Unidades Funcionais de Saúde. Brasília: SOMASUS, v.3, 2013. “Hospital do Rocio / Manoel Coelho Arquitetura e Design” 04 Jun 2017. ArchDaily Brasil. Acessado 24 Nov 2020. <https://www.archdaily.com.br/br/872443/hospital-do-rocio-manoel-coelhoarquitetura-e-design> ISSN 0719-8906 Igor Fracalossi. “Clássicos da Arquitetura: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) / João Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi” 07 Dez 2011. ArchDaily Brasil. Acessado 24 Nov 2020. <https://www.archdaily.com.br/br/01-12942/classicos-da-arquiteturafaculdade-de-arquitetura-e-urbanismo-da-universidade-de-sao-paulo-fau-usp-joaovilanova-artigas-e-carlos-cascaldi> ISSN 0719-8906 “Hospital Público de Emergência de São Bernardo do Campo / SPBR Arquitetos” 15 Mai 2020. ArchDaily Brasil. Acessado 24 Nov 2020. <https://www.archdaily.com.br/br/939665/hospital-publico-deemergencia-de-sao-bernardo-do-campo-spbr-arquitetos> ISSN 0719-8906 Igor Fracalossi. “Clássicos da Arquitetura: Hospital Sarah Kubitschek Salvador / João Filgueiras Lima (Lelé)” 07 Mar 2012. ArchDaily Brasil. Acessado 27 Nov 2020. <https://www.archdaily.com.br/br/0136653/classicos-da-arquitetura-hospital-sarah-kubitschek-salvador-joao-filgueiras-lima-lele> ISSN 0719-8906
bibliografia