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ANO III - NÚMERO 17 JUNHO / JULHO 2013
EDITORIAL
Diretoria Almir Fernandes Iso-Metro Comercial Ltda Ney Pasqualini Bevacqua Winnstal Indústria e Comércio Ltda
UM ANO PROMISSOR
Diretoria
Nesta edição, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, discerne sobre a importância do Vale do Paraíba no cenário da economia do país e aquecimento do cenário industrial frente aos investimentos já anunciados. Ele destaca também as parcerias bem sucedidas entre a iniciativa privada e os poderes públicos que possibilitarão a instalação do Centro de Pesquisa da Boeing em São José dos Campos, a abertura de uma unidade da Chery em Jacareí, o acordo de cooperação mútua entre o porto de São Sebastião e o porto belga de Antuérpia e a chegada de mais de 50 novas empresas ao Parque Tecnológico. São realizações que confirmam a vocação da região para os setores automobilístico, aeroespacial e de serviços.
Antônio Augusto Guimarães Oliveira Tremembé Indústrias Químicas
Por outro lado, o setor terá que somar ainda mais esforços em 2013 para driblar problemas como, excesso de tributação, burocracia, alto custo do capital e infraestrutura deficiente que, somados, impõem um custo adicional de 34% pra se produzir no Brasil, fora a concorrência com outros países, especialmente a China.
Luciano Radici Radicifibras Indústria e Comércio Ltda
Fabio Soares Duarte Olgber Especialidades Ltda
José Lourenço Junior Pinha Serviços Industriais
Diretoria Ricardo de Souza Esper FMR Esper Constr Projetos Cons. Ltda. Cláudia Pinto de Oliveira Juntas Brasil Ind. Com. Serv. Ltda. José Carlos Peloia Cerâmica Jacareí Ltda.
E se o momento é de arregaçar as mangas, o Ciesp iniciou 2013 em plena atividade, com a realização do evento Almoço&Negócios desde o mês de janeiro e a primeira Rodada de Negócios, que apresentou resultados muito positivos e terá mais três edições até dezembro. Outra novidade é a segunda versão do Guia Regional das Indústrias, que será lançado em breve e terá um importante estudo socioeconômico elaborado pelo Nupes da Unitau, que servirá como referência para atração de novos investimentos nas regiões do Vale do Paraíba e Alto Tietê. A notícia ruim que infelizmente temos que anunciar aos nossos associados é o falecimento do Prof. Teixeira no mês de fevereiro, nosso fiel colaborador desde a primeira edição. Durante muito tempo o acadêmico nos emprestou sua sabedoria, simpatia e bom humor para falar com muita propriedade sobre o tema Inovação. Confira a homenagem que fizemos ao intelectual e seu último artigo. Com certeza vai deixar muita saudade, e esperamos que em breve tenhamos um sucessor à altura.
Boa leitura e até a próxima edição!
Conselho Editorial Revista CIESP Vale do Paraíba e Litoral Norte
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Conselheiros Titulares
Conselheiros Titulares
Conselheiros Titulares
Sidiney Peruchi de Godoy ESRA - Engenharia, Serviços e Representações Aeronáutica Ltda. Fernando de Moraes Lima M. S. Ambrogio do Brasil Ltda. João Francisco do Amaral Giovani Monsanto do Brasil Ltda. Marco Antonio Buck Silva TI Brasil Indústria e Comércio Ltda. Osman Alves Cordeiro Minoica Global Logística Ltda. Felipe Antônio Cury Gespi Indústria e Comércio de Equipamentos Aeronáuticos Ltda. Alcides Sulimam Junior Johnson & Johnson Industrial Ltda. Luiz Rodolfo da Silva Petróleo Brasileiro S/A - Petrobras Breno Sávio Mattesco Sodero Horta PSS - Indústria e Comércio Ltda. Carlos Alberto Pozzato Calfér Usinagem Industrial Ltda. Tarcísio José de Souza e Silva Knopp & Souza e Silva Comunicação Social Ltda. Waldomiro de Freitas Gonçalves Suturbras Indústria e Comércio Ltda. Hélio Ikedo Compsis Computadores e Sistemas Indústria e Comércio Ltda. Luiz Antônio Durgante Pasquotto Kodak Brasileira Comércio de Produtos para Imagem e Servs. Ltda. Edoardo Bonetti Uniprev - Cooperativa Serv. Benef. Prev. Med. Tr. Eng. Seg. Tr. E M. Amb. Francisco Redondo Muñoz Indústria Metalúrgica Fesmo Ltda. Nerino Pinho Junior Acquire Gerencimento de Compras Ltda. Adilson Micheletto Proterm - Projetos e Tecnologia em Tratamento Térmico Ltda. Fernando Flávio Machado Pró-Quali Indústria e Comércio Ltda. Cláudio Braz Seabra de Oliveira Marques LJU do Brasil Indústria Eletrônica e Comércio Ltda. Wagner Campos do Amaral Silva Mectron - Engenharia, Indústria e Comércio S/A. José Luiz Fragnan ELEB Equipamentos Ltda. Francisco Manoel Corrêa Dias Cenic Engenharia Indústria e Comércio Ltda. Gregório Pugliese Neto Conselheiro Plande Planejamento e Desenvolvimento de Produtos Ltda. Cesar Augusto da Silva Akaer Engenharia Ltda. Gianni Cucchiaro Friuli Aeroespacial Ltda. Fabio Battistella Nestlé Brasil Ltda. Alcione Maria Araujo Viana General Motors do Brasil Ltda Luiz Antonio Lopez de Oliveira Embraer S/A. David Raphael Fernand Petitjean
Joaquim Albertino de Abreu IFF Essências e Fragâncias Ltda Carlos Inocêncio Nunes Guanacre Inds Alimentícias Ltda Wilson Rosa Cordeiro Apolo Mecânica e Estruturas Ltda Kooshi Miki Colmaq Com. E loca e Manut Máquinas Carlos Eduardo de Figueiredo Ferraz Sociedade Extrativa Dolomia Ltda Edison Carmona Moraes Daruma Telecomunicações e Inf. Ltda Gabriel Diego de Almeida Associação Indústrias de Cruzeiro e Região Cássio Ciula Malteria do Vale S/A Enilson Peixoto Lins Oxiteno S/A Ind e Comércio Joaquim Carlos Simões de Araujo Comércio Ind Princesa do Norte Ltda Airton Fukunaga Yakult S/A Ind e Comércio Waleska Almeida de Lima Sagem Orga do Brasil S/A Luiz Tuan Neto Belém Indústria de Artefatos de Madeira Nicolas Palhares Serra Confab Industrial S/A José Francisco R. Gomes Cooperativa de Latic Médio Vale Paraíba Odilon Rodrigues Coelho Bonali Alimentos Ltda Nelson Biondi Cimil Com e Ind de Minérios Ltda Sandra Teixeira de Alencar Morales Associação Comercial Industrial Taubaté Ulisses Shinji Fucuda Associação Comercial Industrial Lorena Valentim Bonfim de Paula Alitec Com Indústria Ltda Claudio José Issao MB Metalbages do Brasil Ltda
Orlando Bartticiotto Filho Bartticiotto Corretora Seguros Ltda Ali Ahmad Zoghbi Conselheiro Volex do Brasil Ltda. Fernando César Craveiro Latapack Ball Embalagens Ltda. Lázaro Humberto Chaves HE Indústria Mecânica Ltda. José Nestor Peloggia Adatex S/A Indl. Coml. Adriano Merkx Fabaraço Ind. Arames e Molas Ltda. Dobson Murta Nunes Freire Fabril Tec. Elem. Padronizados Ltda. Margarida Maria Fontenesi Pereira Lanobrasil S/A Sheila Lopes da Silva Fademac S/A Paulo Sérgio Gaia Maciel Fibra Celulose S/A Walker Antonio Ferraz Control Serviços Especializados Ltda. Vlademir de Andrade Alves Açoport Ind. Com. Telhas Metálicas Ltda.
Conselheiros Suplentes Richard Klinke Mecânica Caçapava Ltda. Mário Vedovello Sarraf Precitech Indústria e Comércio Ltda. Wolfram Quintero Gonzalez Quinabra - Química Natural Brasileira Ltda. Darci Araújo Eaton Ltda. Luiz Roberto Gonçalves Andrade Granitaria Paraibuna Ind. e Com. de Pedras Decorativas Granitos e Marmores Ltda. Mauro Aparecido de Paula Ferreira Globo Central de Usinagem Ltda. Donizeti Eloizio dos Reis Status Usinagem MEC Ltda. Denise Cristina Miquelotte Luizari Heatcraft do Brasil Ltda. Clovis Lessa de Oliveira Panasonic do Brasil Ltda. Juliano Augusto A. de Oliveira Pilkington Brasil Ltda. Claudio José de Lima Hitachi Ar Condicionado do Brasil Ltda. Erika Cesar Ribeiro Companhia Brasileira de Estireno Geraldo Donato Vieira Usinagem Lomavir Ltda EPP Célia Aparecida Silva Natale Moscardi Conexão Desenvolvimento Empresarial Ltda.
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Conselheiros Suplentes Nicolau Kohle Biomass Soluções Ambientais Ltda. Marilene de Paula Martins Leite Conttec Assessoria S/C. Ltda. David Leite David Leite Maquetes EPP Néliton Aparecido da Silva Micromec Micro Mecânica Ltda. Benedito Aparecido Faria Zenller Ind. Com. Prod. Met. e Cerâm. Ltda. Mário Jovelino Del Nunzio Mixing Química Ind. Com. Ltda. EPP
Conselheiros Suplentes Marcos Spalding Terwan Engenharia e Eletr Ind Com Ltda Luiz Sérgio Bueno de Mattos Orica Brasil Ltda Ângelo Donizete Tibério Novametal do Brasil Ltda Antonio Carlos Gaban Pfaudler Equipamentos Industriais Ltda Assis Francisco da Silva Air Shield do Brasil Ltda-ME Willian Santos Lumem Química Ltda Cláudio M de Oliveira Coelte Engenharia Ltda Eduardo Rezende Padilha Eduardo Ind Com de Embalagens Ltda-ME Luiz Lucas Ribeiro Luiz Lucas Ribeiro Ltda
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Publicação bimestral do CIESP São José dos Campos, Taubaté e Jacareí. Toda correspondência deve ser encaminhada para o CIESP, Avenida Tivoli, 563, Vila Betânia, São José dos Campos - SP CEP: 12245-230 - Tel. (12) 3921-7922 - Fax: (12) 3921-7089 E-mail: revista@ciespsjc.org.br Coordenação: Luiz Carlos Bassit - Bassit Comunicação Editora Responsável: Patrícia Siqueira (MTB: 25480-SP) Reportagem: Patrícia Siqueira Editoração: Binah Propaganda Comercial: Silvio Américo de Araújo Colaboração: Fabiano de Sousa (São José dos Campos), Willian Martins (Jacareí), Odair R. Souza e Mariana. Tiragem: 3.000 exemplares Impressão: Resolução Gráfica
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ANO III - NÚMERO 17 Junho / Julho 2013
SEDE Por um Brasil mais competitivo
CURTAS
Profº. Teixeira: Um homem a serviço da inovação Revap terá parada programada em 2013 Schrader - 60 anos de Brasil com o apoio do CIESP Jacareí CIESP Jacareí promove 250ª Reunião Plenária Boeing terá centro de pesquisa em São José dos Campos CIESP na Campanha do Agasalho
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CAPA Primeira Rodada de Negócios aponta para um ano promissor Almoço&Negócios
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MEIO AMBIENTE CIESP representado no CEIVAP Dia Mundial do Meio Ambiente
ESPAÇO ASSOCIADO COM A PALAVRA
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Atendimento das urgências / emergências Para muitas PMES o padrão IFRS ainda é supérfluo Política de captação de recursos
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RADAR SERVIÇOS AOS ASSOCIADOS CURSOS
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SEDE
Por um Brasil mais competitivo POR PAULO SKAF
Foto Divulgação
Foto: Divulgação
O Vale do Paraíba sempre foi uma referência para o Brasil. Seus municípios mantém uma forte atração de investimentos e hoje figuram em relatórios governamentais como importantes geradores de empregos, fato que se deve, em grande parte, a parcerias cada vez mais bem sucedidas entre a iniciativa privada e os poderes públicos. Essa união de esforços está permitindo, somente este ano, a instalação do Centro de Pesquisa da Boeing em São José dos Campos, a abertura de uma unidade da Chery em Jacareí, que deverá entrar em operação até dezembro, o acordo de cooperação mútua entre o porto de São Sebastião e o porto belga de Antuérpia, e a chegada de mais de 50 novas empresas ao Parque Tecnológico. São realizações que confirmam a vocação da região para os setores automobilístico, aeroespacial e de serviços. Agora, é preciso somarmos esforços novamente. As empresas brasileiras têm arcado com pesos exorbitantes: excesso de tributação, burocracia, alto custo do capital e infraestrutura deficiente que, somados, impõem um custo adicional de 34% pra se produzir em nosso país. Se pegarmos a empresa mais eficiente do mundo e colocarmos no Brasil, ela terá que arcar com os custos que só existem aqui e perderá sua competitividade. A concorrência com importados prejudica o parque nacional e exporta milhares de empregos, que deveriam ficar aqui. Recentemente, o Brasil obteve importantes conquistas, como o corte na taxa de juros, a redução nas tarifas de energia, o câmbio em patamares mais equilibrados e a desoneração da cesta básica. Conseguimos também barrar
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Paulo Skaf Presidente do Ciesp e da Fiesp
a volta da CPMF, aquele imposto do cheque. Todas essas bandeiras foram erguidas pela Fiesp e pelo Ciesp, com a mobilização da sociedade e dos setores produtivos. São vitórias que mostram que o governo começa a ouvir mais a Indústria, mas que é preciso fazer muito mais. A realidade é que o Brasil não vai resgatar a sua competitividade enquanto mantiver uma carga tributária em torno de 37% do PIB, que prejudica em especial os setores mais sensíveis à concorrência internacional. É uma carga que não facilita nem um pouco a vida dos que que-
rem trabalhar e empreender. Muito pelo contrário, só reforça a certeza de que é possível obter mais eficiência gastando menos, desde que sejam feitas correções nos focos de desperdício. O Brasil precisa de uma ampla reforma tributária, assim como um choque de gestão que resolva nossos gargalos de logística e infraestrutura para resolver o problema da competitividade. E a indústria pode fazer muito para sanar essa questão, unindo esforços na busca de soluções por um Brasil mais competitivo. Forte abraço !
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CURTAS
Prof.Teixeira : um homem a serviço da Inovação É com muita tristeza que nos despedimos do Prof. Dr. Antonio de Souza Teixeira Junior (1920-2013), um intelectual a serviço da Educação e Inovação, colunista da Revista Ciesp desde sua primeira edição (out\nov 2009), e presença constante nos eventos promovidos pela entidade.
Foto: Divulgação
Sua sabedoria e visão de futuro contribuíram enormemente para o desenvolvimento do setor industrial na região. Teixeira era um exímio multiplicador de conhecimentos e deixa um grande legado para as futuras gerações. Empenhado na melhoria da qualidade do ensino no País, o Prof. Teixeira sempre expôs suas ideias por intermédio de inúmeros artigos que foram publicados em jornais e revistas nacionais e internacionais; publicou mais de 10 livros didáticos sobre Física e Matemática para o Ensino Médio; produziu mais de 100 artigos científicos completos publicados em periódicos; orientou centenas de alunos na elaboração de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) ou no desenvolvimento de dissertações de Mestrado; autor do livro Relatividade Restrita e coautor de outras dezenas de publicações. Juntamente com outros pesquisadores, foi responsável pela implantação da primeira incubadora de empresas em São José dos Campos, a Incubadora Tecnológica Univap, em 1996, e estimulou a criação de outras, entre elas, a Incubadora Tecnológica Univap/Revap, a Polovale, o Cecompi e a Incubaero; e ainda outras que foram surgindo nos municípios vizinhos e que na sua implantação foram buscando informações na Universidade do modelo que deu certo e que merecia ser seguido.
Idealizou com outros colegas da Universidade, em meados de 2002, a criação do Parque Tecnológico Univap, inaugurado em 2005, o pioneiro no Vale do Paraíba. Intermediou para que a FVE/Univap fosse, em 2009, a gestora do Programa Prime da Finep (Programa Primeira Empresa Inovadora da Financiadora de Estudos e Pesquisa), o que acabou por beneficiar mais de 90 empresas do Vale do Paraíba. Criou também na Universidade o
Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), entre tantas outras ações que resultaram na assinatura de convênios e de outras parcerias, entre eles, com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). Ainda nesta edição (pág. 28 e 29) publicamos o último artigo do Professor Teixeira, que trata da importância da política de captação de recursos. Fonte: Site Univap
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CURTAS
REVAP TERÁ PARADA PROGRAMADA EM 2013 Está em fase de planejamento a próxima Parada Programada de Manutenção da Refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos, que acontecerá em setembro de 2013. Essa é uma das etapas mais importantes do trabalho, para que tudo saia conforme o previsto e acordado. A Parada deste ano será a maior da história da Revap e a meta é realizar todos os serviços de manutenção em tempo recorde. As Paradas Programadas de Manutenção visam atender a Norma Regulamentadora de Caldeiras e Vasos de Pressão - NR-13 – que prevê que os equipamentos de cateFoto: Edher de Souza
Caldeiras e Turbo - REVAP
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goria 1 devem ser inspecionados a cada 72 meses (6 anos), que é o prazo máximo. Desde a inauguração da Revap já ocorreram diversas paradas, todas com o objetivo de realizar a manutenção das unidades operacionais para a próxima campanha, ou seja, para o período de produção entre as paradas. Além disso, as paradas de manutenção também tem como objetivo implementar possíveis projetos para melhoria de desempenho da unidade. De acordo com a Petrobras, durante esse trabalho, a refinaria estará parada, deixan-
do de produzir os derivados de petróleo, porém, por ser uma Parada planejada o mercado não será prejudicado. O cenário de atendimento às demandas, bem como toda a logística de movimentação de produtos foram estudadas e poderá existir operações de transferências entre pólos ou uso de estoques locais. No total estima-se que seis mil pessoas estarão envolvidas direta e indiretamente na Parada, durante o período determinado. São profissionais altamente capacitados, provenientes de cidades do Vale do Paraíba e de outras regiões do país.
CURTAS
SChRADER - 60 ANOS DE BRASIL COM O APOIO DO CIESP JACAREÍ A Schrader comemorou 60 anos de atuação no mercado brasileiro no dia 7 de maio deste ano. Associada ao Ciesp Jacareí desde 07 de março de 1957, a empresa participa ativamente dos eventos e projetos desenvolvidos pela Regional. Com fábricas em países como Estados Unidos, França, Irlanda e China, a Schrader possui cerca de 2.600 funcionários no mundo e é uma das empresas pioneiras no setor automotivo.
Fundada em 1844, a Schrader participou de maneira direta no desenvolvimento do setor de autopeças no mundo, através de produtos inovadores no segmento automotivo. Fundada no dia 7 de maio de 1953, a fábrica da Schrader em Jacareí fornece diversos produtos para montadoras em todo o território nacional, além de possuir mais de 1.000 clientes de revenda ativos por toda a América Latina.
CIESP JACAREÍ PROMOVE 250ª REuNIÃO PLENÁRIA No dia 23 de maio, a Diretoria Regional do CIESP em Jacareí promoverá a 250ª Reunião Plenária, contando com a participação do prefeito Hamilton Ribeiro Mota (PT).
Divulgação CIESP Jacareí
O chefe do Executivo Municipal falará sobre o momento econômico vivido pelo município, as perspectivas para os próximos anos e um balanço dos primeiros cinco meses de gestão. O evento faz parte da série de comemorações ao Mês da Indústria. Plenária Data: 23/05/2013 Horário: 19h00 Local: CIESP Jacareí End.: Av. Dr. Antonio Ferreira Rizzini, 450 – Jardim Elza Maria – Jacareí (SP).
Ricardo Esper e o prefeito de Jacareí Hamilton Ribeiro Mota, durante Encontro com Prefeituráveis em 2012.
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CURTAS
Boeing terá Centro de Pesquisa em São José dos Campos A Boeing anunciou em abril que implementará seu Centro Brasileiro de Pesquisa e Tecnologia no pólo da indústria aeroespacial no Parque Tecnológico de São José dos Campos. O novo Centro da Boeing no Brasil será inaugurado este ano, após reforma de um espaço já existente no parque tecnológico. A unidade será composta por até 12 pesquisadores e cientistas da Boeing que vão investigar e desenvolver projetos de tecnologia aeroespacial com instituições de tecnologia do governo brasileiro, incluindo o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), bem como empresas bra-
sileiras, entre elas, a Embraer. Além disso, o Centro de Pesquisa e Tecnologia servirá como ponto central de colaboração da Boeing com universidades de todo o Brasil, incluindo a Universidade de São Paulo e a Universidade Federal de Minas Gerais. Sendo a sexta unidade de pesquisa avançada da Boeing fora dos Estados Unidos, o Centro de Pesquisa e Tecnologia da Boeing Brasil concentrará seu trabalho em biocombustíveis sustentáveis para aviação, gestão avançada de tráfego aéreo, metais e biomateriais avançados e tecnologias de suporte e de serviços.
Foto: Divulgação Boeing
NOTÍCIAS ciesp taubaté - O Ciesp de Taubaté, em parceria com a Associação Comercial, Industrial, dos Autônomos e Liberais de Lorena (ACIAL), realizou no dia 7 de maio um Encontro de Negócios. O objetivo foi prospectar fornecedores para a empresa Comil Ônibus S/A, que irá se instalar na cidade do Vale Histórico. - “Gestão do Tempo = Produtividade + Qualidade de Vida, uma equação possível” foi o tema da palestra proferida aos funcionários que exercem todas as funções nas empresas no dia 16 de maio, no auditório do Ciesp de Taubaté. O evento foi promovido pelo Develop, em parceria com o Ciesp da cidade. - O Encontro de Negócios da Serra da Mantiqueira, e que envolve a participação das cidades de Santo Antônio do Pinhal, Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí e Monteiro Lobato, foi realizado dia 22 de maio, às 15h no restaurante A Bodega, em Santo Antônio do Pinhal. O intuito foi apresentar as empresas locais/ regionais e desenvolver ações que favoreçam o desenvolvimento econômico, turístico e social nessas localidades, fortalecendo a bandeira Ciesp naquela região, com o crescimento do quadro de associados. - De 14 a 16 de junho São Bento do Sapucaí sedia o 5º Workshop da MR9, com participação dos diretores e gerentes dos Ciesp’s do Alto Tietê, Jacareí, São José dos Campos e Taubaté. Em pauta o planejamento de ações para o último trimestre de 2013 e exercício de 2014, atividades e demandas de cada regional e a troca de experiências, resultados socioeconômicos, ações políticas locais e regionais.
Centro da Boeing será implantado no Parque Tecnológico em São José dos Campos
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- A próxima Rodada de Negócios do Ciesp Taubaté ocorre em 17 de julho na Escola Senai. Como de praxe, os Ciesp’s do Alto Tietê, Jacareí e São José dos Campos participarão, apoiando a divulgação e também suporte no dia do evento.
CURTAS
Ciesp na Campanha do Agasalho O Ciesp de São José dos Campos apoia a Campanha do Agasalho 2013, realizada pelo Fundo Social de Solidariedade e que tem como tema “ Dê uma mãozinha para quem tem frio.” Um posto fixo de coleta foi montado no hall de entrada da entidade. Até o mês de julho serão arrecadadas roupas, cobertores, sapatos, lençóis, meias e botas em condições de uso. As doações serão encaminhadas para as entidades assistenciais cadastradas no Fundo Social de Solidariedade, centros comunitários e para a população necessitada do município. A meta da Prefeitura é arrecadar mais de 300 mil peças em 375 postos fixos distribuídos por toda a cidade.
Foto: Charles de Moura / PMSJC
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C A PA
por Patrícia Siqueira
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Foi um sucesso a primeira Rodada de Negócios de 2013 promovida pelo Ciesp no dia 17 de abril no Parque Tecnológico de São José dos Campos. A iniciativa conta com o patrocínio da Caixa Econômica, Governo Federal e Petrobras. De acordo com a diretoria do Ciesp, os resultados foram bastante positivos. No total, estiveram reunidas 19 empresas âncoras, 25 compradoras, 139 empresas vendedoras, 158 participantes e foram realizadas 1376 reuniões. Além de fechar negócios, as empresas aproveitaram o momento para prospectar novos clientes e estabelecer parcerias.
A Petrobras/Revap participa ativamente das rodadas, e nessa última edição atendeu 62 empresas.
Contratação e Serviços da Revap (SOP/ CS),que fez parte da mesa diretora representando a Petrobras, comenta:
“Esse evento é muito importante para a região como um todo e em especial para nós da Revap, pois trata-se de uma forma de identificar novos fornecedores, aumentando a competitividade de nossos processos de contratação e suprimento”, afirma Alcides Eduardo Jacomassi, Gerente de Suporte Operacional da Revap.
“A Petrobras tem como missão contribuir para o desenvolvimento do Brasil e contamos com a parceria de empresas fornecedoras para juntos fazermos parte do crescimento da região e do país”, disse Marcelo, analista de comercialização e logística da gerência de Contratação e Serviços da Revap (SOP/CS).
Marcelo Ragnelli, analista de comercialização e logística da gerência de
No decorrer do ano, serão realizadas outras rodadas com a participação de todas as regionais.
Foto: Divulgação Ciesp
Dezenove empresas âncora participaram das negociações na I Rodada de Negócios de 2013.
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C A PA
Estatísticas/ Resultados Nível Técnico do evento: - 46,84% consideraram ótimo - 49,37% consideraram bom Expectativas atendidas: - 72,15% sim
Quantidade de contatos/ reuniões realizadas: - 45,57% - de 1 a 10 reuniões - 36,71%- de 11 a 15 reuniões - 12,66%- de 16 a 20 reuniões - 5,06%- 21 ou mais reuniões
Cumprimento dos horários de trabalho:
Visitantes que participariam de uma nova rodada de negócio:
- 46,84% ótimo - 48,1% bom
- 97,47% sim
Reuniões produtivas: - 93,67% sim Foi realizado algum contato com grandes possibilidades de negócios? - 79,75% sim
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Estimativas em reais que o visitante acredita que pode a vir a ser gerado: - 39,24% até R$ 10.000,00 - 29,11%- de R$ 10.001,00 a R$ 50.000,00 - 16,46%- de R$ 50.001,00 a R$ 100.00,00 - 7,59%- de R$ 100.001,00 a R$ 200.000,00 - 7,59%- acima de R$ 201.000,00
Programe-se para as próximas Rodadas de Negócios: - Rodada de Negócios MR9 Taubaté – 17/ julho /2013 - Rodada de Negócios MR9 Jacareí- 11/setembro/2013 - Rodada de Negócios MR9 Mogi das Cruzes – 27/novembro /2013
DRs da região estiveram envolvidas na organização do evento.
Rodada fechou com 1.376 reuniões e possibilidades de novos negócios. Fotos: Divulgação Ciesp
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SOCIAL
Almoço&Negócios As 14 edições do Almoço&Negócios no primeiro quadrimestre do ano foram focadas principalmente na apresentação dos membros da atual administração municipal de São José dos Campos e da mesa diretora da Câmara Municipal. Essa ação é de extrema importância para os associados, que tem a oportunidade de reivindicar melhorias e propor soluções aos problemas que incomodam a classe industrial diretamente ao prefeito e secretários. O evento também abriu espaço para os benefícios de se investir em Paraibuna e oportunidades de negócios no aeroporto de Viracopos. As edições dos dias 25 de fevereiro, 25 de março e 29 de abril foram reservadas para as Reuniões Plenárias do Ciesp. Os 33 anos de atividade da Revap/Petrobras em São José dos Campos também foram lembrados em um dos eventos.
O prefeito Carlinhos Almeida, abriu o ciclo de eventos Almoço&Negócios em janeiro.
Secretário de Desenvolvimento Econômico - Sebastião Cavali
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Secretário de Transportes de São José dos Campos - Wagner Balieiro
Secretário de Esportes de São José dos Campos - João Bosco da Silva
Secretária do Meio Ambiente de São José dos Campos - Andréa Bevilacqua
O representante do aeroporto de Viracopos falou sobre oportunidades de negócios no novo aeroporto de Campinas.
Secretária do Meio Ambiente de São José dos Campos - Andréa Bevilacqua Fotos: Divulgação Ciesp
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M eio A mbiente
CIESP REPRESENTADO NO CEIVAP O conselheiro do Ciesp de São José dos Campos, Tarcísio Silva, tomou posse como Secretário Executivo do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap) no dia 18 de abril, em Resende (RJ). Ele foi indicado pela Macro Região 9 e vai representar a Indústria no segmento usuário. O mandato dos novos membros é bianual e vai até 2015. Criado pelo Decreto Federal nº 1842, de 22 de março de 1996, é o fórum democrático e participativo para os debates e decisões descentralizadas sobre as questões relacionadas ao uso das águas da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul. O Comitê é constituído por representações dos poderes públicos, dos usuários e de organizações sociais com importante atuação para a conservação, preservação e recuperação da qualidade das águas da Bacia. Foto: Charles de Moura / PMSJC
Rio Paraíba do Sul - Trecho de São José dos Campos
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Tarcísio Silva, conselheiro do Ciesp de São José dos Campos.
MEIO AMBIENTE
5 DE JuNhO: DIA MUNDIAL MEIO AMBIENTE O Dia Mundial do Meio Ambiente foi instituido pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1972, marcando a abertura da Conferência de Estocolmo. Celebrada anualmente no dia 5 de junho, a data simboliza a atenção e ação política dos países para aumentar a conscientização a respeito da preservação ambiental. Nos dias atuais, investir em ações sustentáveis representa agregar valores intangíveis às empresas. O Grupo de Profissionais de Meio Ambiente das Indústrias do Vale do Paraíba (GPMAI) do Ciesp congrega 140 empresas e 330 participantes ativos. Eles se reúnem periodicamente para discutir os problemas e soluções a respeito das questões ambientais. O grupo é coordenado por Levidar Pereira. Outras informações sobre a atuação do grupo podem ser obtidas em: www.ciespsjc. org.br/gpmai.
Imagem Ilustrativa
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E S PA Ç O A S S O C I A D O
A Viobrás vem realizando obras de grande porte em diversas regiões do país, implantando importantes complexos industriais, atendendo aos rigorosos padrões de qualidade e prazos exigidos pelos seus clientes. Essa experiência e a contínua busca da excelência do padrão de qualidade vêm sendo aplicadas nos empreendimentos próprios e de terceiros. Todos os projetos são desenvolvidos por equipes multidisciplinares, que dominam os aspectos técnicos e legais relativos às obras de implantação de empreendimentos. Nosso quadro de profissionais está capacitado para soluções técnicas de implantação em tempo real. Este é o começo de uma história de realizações.A Viobrás, utilizando-se de conhecimento e experiência de seus profissionais acumulados ao longo dos anos, continuará contribuindo para o progresso e desenvolvimento de nosso país, rumo a novos horizontes. Atuação Indústrias – Automotivas, bebidas/alimentação, papel e celulose, química, siderúrgicas, metalúrgicas, entre outras. Infraestrutura – Barragens, irrigação/canais, infraestrutura urbana e drenagem, urbanização de favelas e sistemas viários urbanos. Loteamento – Implantação, aprovações, aprovação de projetos, estudo de viabilidade técnica e comercial, estudo de vocação de áreas, análise de passível ambiental e análise de projeto viabilizando a redução de custos na implantação. Recuperação ambiental – Projeto e execução de recuperação ambiental em áreas de preservação permanente. Saneamento – Adutoras, estações de tratamento de esgotos, estações de tratamento de água e reservatórios, rede água e esgoto. Alguns clientes:
- CIA DE BEBIDA DAS AMÉRICAS – AMBEV - CHERY BRASIL IMP, FAB. E DIST. DE VEÍCULOS - TEKNIA TECNOTUBO AUTOMOTIVE LTDA. - PARKER HANNIIFIN IND. E COM. LTDA. - MASTERFOODS BRASIL ALIMENTOS LTDA. - PETROBRAS – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PREFEITURA MUNICIPAL DE JACAREÍ - RODOBENS NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS LTDA.
Viobras Construções Ltda. Estrada Velha Rio/São Paulo- km 99 Jacareí- SP Escritório Comercial - Av. Barão do Rio Branco, 678 Jd. Esplanada – São José dos Campos-SP - (12) 3911-6660 contato@serviobras.com.br - www.serviobras.com.br
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ANO III - NÚMERO 17 JUNHO / JULHO 2013
Há quatorze anos no mercado, a Coelte dedica-se a atividades direcionadas as áreas de Engenharia Elétrica e Telecomunicações. Realizamos serviços de Engenharia Elétrica desde o projeto das obras de baixa e alta tensão, além de prestar consultorias em qualidade de energia, fator de potência, análise de contas de energia, medições e ensaios de tensão aplicada, teste de isolamento e aterramento, bem como a emissão de laudos técnicos e projetos de eficiência energética. Nossa empresa conta com profissionais altamente qualificados que se adaptam continuamente às necessidades e às evoluções do mercado. Possuímos uma equipe que coloca seu desempenho a seu serviço. São profissionais especializados, responsáveis e motivados, que permanecem ao lado da Coelte e de nossos clientes. A Coelte é Esco (Energy Service Company), Empresa de Energia, que busca sempre aperfeiçoar estratégias, processos e equipamentos. Nossos profissionais visam à garantia de um atendimento de alto nível para o segmento de serviços em eficiência energética. Somos uma empresa de engenharia, cujo objetivo é promover a eficiência energética e de recursos hídricos, com performance gerenciada através de contratos. Nossa companhia possui uma localização estratégica e privilegiada,entre os eixos RJ e SP, localizada na região do Vale do Paraíba, onde oferecemos as mais modernas ferramentas de monitoramento, análise e viabilidade. Fornecemos a nossos clientes suporte técnico às mais diversas atividades no uso de recursos energéticos, qualidade e controle de energia. Apoio consultivo técnico e jurídico de viabilidade técnica e econômica para otimização dos custos de energia. Com infraestrutura e serviços de qualidade, a Coelte possui clientes em diversas regiões do Brasil, os quais são atendidos com os princípios básicos de nossa empresa, que são: qualidade, técnica, eficiência, segurança, confiabilidade e garantia. Entre em contato conosco para nos conhecer melhor. Teremos prazer em atendê-lo. Segmentos de atuação: Indústrias, Comercio e Serviços, Concessionárias, Saneamento, Comunidades de baixo poder aquisitivo. COELTE - Construções Elétricas, Telecomunicações e Engenharia Rua Expedicionário José Antonio Moreira, 78 - Taubaté - SP Tel.: (12) 3621-6020 / 3622-1817 / 8160-2999 / 8160-3003. A partir de junho estaremos em nova sede: Av. Willy Conrado Bohlen, nº 195 – Pq. Aeroporto Taubaté – SP - CEP 12051-381 www.coelte.com.br
E S PA ç O A S S O C I A D O
va, realinhamento capilar e coloração, focando sempre na qualidade e inovação. Dentre seus principais reconhecimentos em 13 anos de história e trabalho se destaca seu primeiro prêmio “Top of Quality” recebido em 2007 pela Ordem dos Parlamentares do Brasil e seus prêmios internacionais “Quality of Business International 2009 e 2012” como empresa padrão de qualidade internacional, somando 20 prêmios em sua trajetória. A Raiz Latina, empresa de cosmético profissional, presente no mercado de beleza há 13 anos, nasceu do sonho de oferecer produtos diferenciados com qualidade inigualável para o segmento de cosmética capilar, se desenvolveu e alcançou credibilidade em todo o território nacional. Situada na cidade de São José dos Campos, a Raiz Latina foi a primeira empresa do Vale do Paraíba na área de cosmético profissional, oferecendo soluções para diversas linhas com a mais alta tecnologia e qualidade, proporcionando todo o tratamento necessário para o cabelo. As unidades produtivas são terceirizadas e localizadas em São Paulo e São José dos Campos. Suas linhas abrangem produtos profissionais, de uso diário, finalizadores, tratamento reconstrutor, relaxamento, escova definiti-
Focada em oferecer produtos com qualidade para profissionais, a empresa possui bem definido seus objetivos e metas, de acordo com sua missão, visão e valores. Missão: Criar soluções de sucesso na cosmética profissional, com enfoque em tratamentos com responsabilidade, promovendo a beleza e realizando desejos. Visão: Estar presente com os produtos da Raiz Latina em todos os estados brasileiros. Valores: Sustentabilidade, Empreendedorismo e Profissionalismo, Seriedade e Comprometimento, Flexibilidade e Diversidade, Ética e Transparência, União e Equipe. Rua Búzios, 121 – Chácaras Reunidas São José dos Campos- SP Tel.: 12 3933-1146/ 3937-9931 - raizlatina.com.br
(Foto: Divulgação)
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As opiniões divulgadas nos artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam necessariamente a opinião do CIESP.
Dr. Cláudio C. M. dos Santos Coordenador do Serviço de Emergência do Hospital Alvorada e Médico Cirurgião Geral e do Trauma Emergencista CRM 577-12
C O M A PA L AV R A
Atendimento das Urgências / Emergências As urgências/emergências constituem o ponto crítico do atendimento médico nos Pronto-Socorros dos hospitais. Enquanto nas urgências o paciente corre risco potencial de morte, nas emergências, esse risco é iminente requerendo atendimento médico imediato. O local do atendimento deve ser adequado e dimensionado, contando com os recursos técnicos e de pessoal necessários como: acesso fácil, macas, desfibriladores, oxímetro de pulso, monitor cardíaco, eletrocardiógrafo, respiradores, materiais de suporte e arsenal terapêutico de drogas que devem estar disponíveis, imediatamente, quando solicitados. Outros recursos institucionais como laboratórios, serviços de imagem, centro cirúrgico, unidades de terapia intensiva, etc, também devem estar rapidamente acessíveis para que o atendimento tenha sequência e seja adequado. O mesmo deve acontecer com a equipe de atendimento, (médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares), que deve estar preparada e sempre pronta para intervir. Esses profissionais precisam possuir algumas qualidades essenciais como: conhecimento, experiência, treinamento e calma, características essas que os levam ao desenvolvimento de uma das mais importantes habilidades para o atendimento emergencial: saber priorizar. Essa habilidade permite à equipe determinar quem deve ser atendido primeiro e qual a conduta inicial a ser tomada. Adquirida apenas ao longo dos anos, dá aos profissionais, visão e controle da situação, possibilitando a identificação rápida e precisa dos sinais e sintomas que evidenciam a condição que coloca o paciente em risco iminente de morte. A partir das décadas de 60/70 ocorreram algumas mudanças no perfil e nas estatísticas de morbimortalidade dos atendimentos nos
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Pronto-Socorros com diminuição do fluxo e óbitos por doenças infectocontagiosas e aumento das patologias cardiovasculares e das causas externas (trauma). Essa tendência se mantém atualmente, sendo que as moléstias cardiovasculares, de uma maneira geral, continuam liderando as estatísticas de atendimento e morte seguidas pelo trauma que, apenas nas quatro primeiras décadas de vida, supera as doenças do coração em número de mortes. O atendimento das doenças cardiovasculares vem acompanhando a evolução da medicina ao longo desses anos e apresentando estatísticas animadoras, principalmente se considerarmos os avanços da fase pré-hospitalar. O trauma por sua vez, só a partir da década de 70 nos Estados Unidos e 90 no Brasil, foi reconhecido como doença e, por isso, seu atendimento tem avançado de forma mais lenta e complexa. Basta considerar que muitas escolas de Medicina no Brasil ainda não têm a doença trauma na sua grade curricular de ensino evidenciando a extensão do problema. Muitos médicos buscam métodos alternativos para suprir essa deficiência através de cursos e treinamentos teórico-práticos disponíveis no mercado (ATLS, PHTLS, etc).
“
Os hospitais devem buscar um processo de adaptação, criando as condições necessárias para oferecer um atendimento adequado.
”
Dentro desse contexto, os hospitais devem buscar um processo de adaptação, criando as condições necessárias para oferecer um
atendimento adequado das Urgências/Emergências. O Hospital Alvorada, sob administração da Ativia Saúde, vem aperfeiçoando seu atendimento emergencial contratando médicos e enfermeiros qualificados e com experiência, reequipando e redimensionando o Pronto Socorro que está passando por uma reforma geral, além de investir no treinamento desse pessoal. Assim, os ambulatórios de especialidades foram deslocados para outra localidade e foi criada, próximo ao Hospital, uma unidade de Cardiologia e Pneumologia desafogando as dependências do PS. O espaço do PS, agora totalmente climatizado, reformado e redistriImagem Ilustrativa buído, destina-se exclusivamente ao atendimento das Urgências/Emergências nas áreas de Clínica Médica, Ortopedia e Pediatria. Ao todo, são quatro profissionais médicos, diariamente, em regime de plantão no local sendo: dois clínicos, um ortopedista e um pediatra, além dos especialistas, a distancia, que podem ser acionados quando necessário. Nesse novo formato as crianças e os adultos são atendidos em espaços diferentes e não se misturam. Está em andamento um programa periódico de treinamento para todo esse contingente de profissionais, que consta de atividades teóricas e práticas além de atividades educativas desenvolvidas durante o período de trabalho. É preciso, também, que as demais unidades da instituição estejam afinadas com a emergência para que o atendimento inicial possa ter continuidade com a mesma eficiência. Sem dúvida é uma tarefa árdua e o investimento é pesado, mas, se o objetivo é a qualidade no atendimento, essas etapas têm que ser encaradas e vencidas com determinação.
Anúncio RESOLUÇÃO GRÁFICA
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Luciano De Biasi
C O M A PA L AV R A
Contador e sócio-diretor da De Biasi
PARA MUITAS PMEs O PADRÃO IFRS AINDA É SUPÉRFLUO Em 2008, foi adotado no Brasil o padrão contábil internacional – IFRS e ao longo de 2008, 2009 e 2010, as normas internacionais de contabilidade foram traduzidas, adaptadas e promulgadas para serem compulsoriamente aplicadas em território nacional, por todas as empresas no Brasil, não importando quão grande era a organização. Havia apenas um padrão específico mais enxuto aplicável para pequenas e médias empresas, o CPC PME (tradução literal do IFRS SME) e um padrão IFRS full para empresas de grande porte. De acordo com a Lei 11.638/07, empresa pequena e média é empresa que aufira um faturamento anual inferior a R$300 milhões e possua um ativo total menor que R$240 milhões. Empresas que estão acima destes patamares são obrigadas a adotar o padrão IFRS completo (IFRS “full”). Dentro desse universo de pequenas e médias entidades, estão as microempresas e empresas de tamanho considerável. Assim, o padrão contábil IFRS no Brasil trata uma empresa que fature R$250 milhões da mesma forma que trata uma padaria. E esse é apenas o primeiro problema. Para se adequarem ao novo padrão contábil, muitas empresas tiveram que lançar mão de consultoria de especialistas, avaliadores, além de adaptarem e seus sistemas ERP ao novo padrão, atividades essas que podem resultar em custos significativos. Por exemplo, por imposição do novo padrão IFRS as empresas devem reavaliar a vida útil de seus ati-
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vos imobilizados e também foram encorajadas, na transição para a nova norma, a adotarem o valor justo (virtualmente o valor de mercado) para valoração de seus ativos imobilizados. Para atendimento dessas exigências, as empresas tiveram que obter laudos-técnicos para embasamento dos novos valores, custos esses que podem ser impraticáveis para pequenas organizações.
Vemos que na grande “maioria dos acasos, a adoção do novo padrão IFRS nas PMEs somente ocorre por necessidade do mercado.
”
Adicionalmente, essas empresas, por serem de pequeno porte não possuem estruturas que permitam o desenvolvimento de política de governança corporativa com o consequente aprimoramento de controles internos. Normalmente, em empresas de menor porte temos pessoas multifuncionais e pouco espaço hierárquico que permita a execução de uma política de supervisão, controle e o desenvolvimento de manuais de procedimentos e práticas de controles internos. Ainda, o novo
padrão exige uma maior integração entre administração em contabilidade nas tomadas de decisões estratégicas. Porém, empresas de pequeno porte são geralmente empresas em que o “dono” decide individualmente cada questão e muitas vezes não possuem escrituração contábil, restringindo-se somente à escrituração do livro-caixa ou até mesmo não possuem sequer o departamento de contabilidade, pois são empresas que são assessoradas por escritórios de contabilidade de pequeno porte, especializados somente em empresas optantes pelo SIMPLES e pelo Lucro Presumido. Ainda que essas empresas tivessem um porte um pouco maior e fossem obrigadas ou optassem pela tributação pelo Lucro Real e, portanto, obrigadas à elaboração das demonstrações financeiras, há o fato de não haver a necessidade de publicação dessas demonstrações financeiras. Assim, as empresas não sentem que a necessidade de se adequarem às novas normas é prioritária, uma vez que o usuário interno é o principal usuário da informação contábil e não o usuário externo. Soma-se a isto o fato de que ainda hoje a Receita Federal não aceita o novo padrão contábil como base inicial de cálculo dos tributos federais IRPJ, CSLL, PIS e da COFINS. Dessa forma, as empresas que adotaram o padrão IFRS têm que efetuar ajustes como forma de anular todo e qualquer impacto do padrão IFRS na base de cálculo dos tributos federais acima voltando ao lucro contábil que seria
apurado caso o novo padrão contábil não fosse apurado.
de seus controles internos importantes ferramentas administrativas.
Finalmente, outro componente que não encoraja a maioria das PMEs a não adotarem o padrão IFRS é o fato que não há punição às empresas que não adotam o padrão IFRS. O CFC tem somente o poder de exigir que os contadores sigam o padrão contábil em vigor, sob pena de punição em uma eventual fiscalização.
Portanto, como incentivar a adoção do novo padrão contábil poder-se-ia criar um padrão para empresas extremamente pequenas, dispensando-as de obrigações custosas para a manutenção de uma contabilidade mais simples. O IASB (órgão internacional responsável pela elaboração e promulgação do IFRS) está em processo de desenvolvimento de uma subseção da IFRS PME com as principais normas e princípios aplicáveis as microempresas, cuja publicação está prevista para início de 2013.
Assim, vemos que na grande maioria dos acasos, a adoção do novo padrão IFRS nas PMEs somente ocorre por necessidade do mercado. Empresas que procuram financiamentos de longo-prazo ou que estão em fase de pré M&A ou que são reguladas por órgãos governamentais são exemplos de empresas que se sentem obrigadas ou motivadas a adotar o novo padrão contábil e há aquelas raros casos de empresas de pequeno porte que possuem um sistema de governança corporativo bem estruturado e que fazem de suas demonstrações financeiras e
Segundo, deveria ser exigido que empresas de médio porte fossem obrigadas também a terem seus balanços auditados por auditores independentes para fins de registro do comércio e outras exigências legais ou que entidades financeiras exigissem dessas organizações demonstrações financeiras auditas de forma mais incisiva para empréstimos e recursos de grande
monta, ou para fins de cadastro. Terceiro, poderia ser desenvolvido um programa de educação continuada obrigatória para os contadores nos moldes do que já existe para os auditores independentes. Esses treinamentos poderiam ser oferecidos pelos CRCs regionais e também pelas entidades de classe da categoria e por entidades de ensino privados e escritórios de contabilidade e auditoria credenciados pelo CFC. Por último, há a necessidade de fortalecimento da fiscalização mais incisiva sobre os profissionais de contabilidade em geral, no que tange à aderência ao padrão IFRS das demonstrações financeiras preparadas por eles. Desta forma é possível que haja um crescimento na adesão de empresas de pequeno e médio porte, mas até isso tudo ser implementado, termos no Brasil um número significativo de empresas gerando demonstrações financeiras com base em padrão contábil que não mais existe.
Imagem Ilustrativa
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Antonio de Souza Teixeira Júnior Pró-Reitor de Integração Universidade-Sociedade
C O M A PA L AV R A
POLÍTICA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS As Pró-Reitorias de Extensão das Universidades têm a seu cargo a apresentação de projetos de parcerias de interesse de empresas em aplicá-los, na produção e comercialização de produtos e serviços, após estudos. Projetos inovadores, em conjunto empresa/universidade, como se deduz das parcerias já realizadas. A atuação da FVE, além do ensino, é de aglutinação de suas pesquisas com empresas e financiadoras, de modo a propor, desenvolver e colocar os resultados ao alcance da sociedade. No caso do Projeto Prime, como Agente Operacional FINEP, este foi o objetivo: foram colocadas cerca de 25% das 81 empresas candidatas, em condição de produção inicial já em 2010, a partir de 23/10/2009, seguidas de visitas às empresas. Resultados dos 12,2 milhões de reais colocados à disposição: 9.9 milhões de faturamento no ano de atuação do projeto, com 3,1 milhões da empresa “líder”, GeoPixel, das 80 empresas remanescentes. A Pró-Reitoria de Integração Universidade-Sociedade, como responsável, buscou a participação da FVE e de sua mantida, a UNIVAP, ajudando na redação dos projetos, e buscando empresas para parcerias. Os resultados são sempre mais promissores nas parcerias, e a atuação é mais eficaz pela interação de visões e interesses diferenciados, mas tendo em vista que a inovação requer sempre aplicação útil.
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Os projetos de PDI são, via de regra, associados a empresas emergentes interessadas, no caso da atuação da Pró-Reitoria de Integração Universidade-Sociedade – PRIUS existe para esse fim. O trabalho é descobrir lideranças acadêmicas e empresariais dispostas a correr riscos, dedicando seu tempo e recursos à consecução de ideias, estas nem sempre entendidas pelos que assistem aos esforços aplicados, ou aos resultados previstos. As incubadoras ilustram esse contexto, com empresas frágeis incubadas para se tornarem fortes, competitivas, faturando, empregando, progredindo. Quantas conseguem? Poucas, de 20% a 25%, talvez. Mas são geradas empresas, hoje com produção visível, ganhando prêmios, possibilitando empregos e contribuindo para maior valor do PIB. Citemos algumas, bem conhecidas por nós, pelos seus progressos: Quimlab, Intercientífica, Geo Pixel, TNX-9. A geração e crescimento das empresas inovadoras são compreendidas pela participação das universidades, que as animam, conseguem-lhes visibilidade e, pela sua experiência e potencial, conseguem facilitar-lhes a ascensão rumo ao êxito.
Quais Instituições poderíamos ter como parceiras, para desenvolvimento de novos projetos? A pergunta refere-se, no nosso caso, às parcerias com a FVE/UNIVAP. Temos tido relacionamentos construtivos, mediante parcerias com o INPE e seu laboratório LIT, que, sobretudo, possibilitam a tramitação dos projetos com mais segurança. São exemplos de parcerias: 1) Rede Mantiqueira de Inovação Trata-se de programa reunindo seis entidades de P&D: LNA-Laboratório Nacional de Astrofísica (Itajubá); CTI – Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (Campinas); FVE – Fundação Valeparaibana de Ensino (São José dos Campos); ABTLUZ – Associação Brasileira de Tecnologia da Luz – Sincroton (Campinas); CPAWB – Centro de Pesquisas Avançadas Wernher Von Braum (Campinas); INPE/MCT – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (São José dos Campos). É bom exemplo de reunir entidades de P&D em tema de interesse comum: Propriedade Intelectual. E cada empresa foi provida de um NIT, recebendo do MCT a parte de dinheiro para contratar um bolsista, participar de reuniões e equipar-se.
As opiniões divulgadas nos artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam necessariamente a opinião do CIESP.
Temos um NIT funcionando na FVE/ UNIVAP, com um aluno estagiário e um bolsista do CNPq para conduzir o programa. Reuniões têm sido realizadas, nos diversos locais e sedes de cada parceiro, que acabam se conhecendo e trabalhando em conjunto. 2) O mesmo ocorreu a partir da RedeVale, que reuniu, no mesmo Projeto, as quatro incubadoras da cidade e as instituições respectivas a elas ligadas: Prefeitura Municipal de São José dos Campos/Cecompi, ITA/CTA e a UNIVAP/FVE. Esse Projeto possibilitou, a seguir, a participação da FVE no Projeto Prime, como Agente Operacional FINEP. Esses desdobramentos mostram que o trabalho em conjunto de entidades de P&D pode produzir resultados positivos, rápidos, que justificam os esforços da FINEP na instituição dos NITs.
“
O trabalho é descobrir lideranças acadêmicas e empresariais dispostas a correr riscos, dedicando seu tempo e recursos à consecução de ideias.
”
No que tange às atividades internacionais, com entidades de P&D internacionais, têm ocorrido, porém, com resultados pouco significativos, a não ser a participação de bolsistas do CNPq que são altamente significativos, com esforços acadêmicos de aumento de capital intelectual, como
é o caso de alguns pesquisadores da UNIVAP, em viagens para estágios em Universidades europeias. 3) Há, também, participação da FVE/ UNIVAP no Virtual Educa, relativa a ensino a distância, com ampla atuação internacional e reuniões em diferentes países, sendo que a última ocorreu no Brasil, na UNIVAP. Há mecanismos por meio dos quais empresas e associações sociais podem apresentar mais demandas ou dialogar com a unidade?
e muito atuantes. Dessas, têm, ainda, as spin offs, as quais possibilitam projetos de P&D empresariais como, por exemplo, a PROBES, empresa de projetos de parcerias com empresas inovadoras. O diretor da PROBES, empresa instalada no Parque Tecnológico Univap, pesquisador associado ao CNPq, Airton Martin, apresentou seis propostas de desenvolvimento em parceria com empresas no SIBRATEC – Sistema Brasileiro de Tecnologia – FINEP.
A Pró-Reitoria de Integração Universidade-Sociedade é a principal articuladora dessas atividades.
Da mesma forma, a Univap Virtual, dedicada a projetos empresariais de comunicação, associou-se à Virtual Educa, já descrita, para Ensino a distância, parceria que, no período de 2009 a 2011, resultou em projetos, com a empresa DARUMA – Telecomunicações e Informática SA, com base na Lei de Informática, com valores da ordem de dois milhões de reais.
Alguns resultados interessantes, frutos dessas atividades, gerando setores que atuam com muita independência têm sido gerados, com grande atuação. É o caso do Parque Tecnológico Univap, hoje com direção autônoma e que dá lugar a 25 empresas de base tecnológica, independentes,
4) O conjunto das atuações da FVE/UNIVAP/Pró-Reitoria de Integração Universidade-Sociedade estende-se, ainda, à gerência de duas incubadoras, cada uma com 10 empresas residentes, e, também, de associadas não residentes, em número variável.
Há instâncias de relacionamento permanente com o setor produtivo? Resposta afirmativa. Essa atividade vem sendo desenvolvida com eficácia na FVE.
Colaborador da revista Ciesp desde a sua primeira edição em 2009, o Professor Teixeira vai deixar saudades. Somos gratos pela sua dedicação.
As opiniões divulgadas nos artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam necessariamente a opinião do CIESP.
Antonio de Souza Teixeira Júnior (1920 - 2013)
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RADAR
BRASIL PERDE ExPORTAçÕES PARA PRINCIPAIS PARCEIROS O Brasil vem perdendo espaço em todos os seus principais mercados no exterior e a fatura dessa presença cada vez mais tímida tem sido alta para as contas do país: só neste ano, já deixou de ganhar pelo menos US$ 6 bilhões com exportações. O valor corresponde ao que o país teria vendido para China, Estados Unidos, União Europeia e Argentina nos dois primeiros meses deste ano caso tivesse mantido a mesma participação nas importações totais desses blocos em 2012. Os quatro mercados são destino de mais de metade dos produtos brasileiros
que seguem para o exterior. O cálculo feito pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) considera dados bimestrais diante da ausência de informações de todos os países estudados para o quadrimestre.O montante apurado representaria um forte alívio à balança comercial (diferença entre importações e exportações), que até abril registra um resultado negativo histórico de US$ 6,2 bilhões. Entre as razões para a derrocada brasileira
no exterior, estão a baixa produção da Petrobras, o atraso de embarques devido a problemas logísticos e a baixa competitividade dos manufaturados. Fabrizio Panzini, especialista da CNI, afirma que a pauta de exportações brasileira é pouco diversificada e muito dependente dos produtos básicos, cujas vendas, em queda, não têm conseguido compensar o fraco desempenho dos manufaturados. “Neste ano, temos os dois caindo. É o pior cenário possível”. Fonte: CIN
Expectativas de Mercado
Mediana Agregado
2012
2013
há 4 semanas
há 1 semana
hoje
Comp. Semanal
há 4 semanas
há 1 semana
hoje
IPCA (%)
5,70
5,71
5,71
=
IGP-DI (%)
4,87
4,81
4,80
(1)
5,70
5,71
5,76
(1)
(1)
5,18
5,10
5,00
IGP-M (%)
(1)
4,93
4,92
4,75
IPC-Fipe (%)
5,16
5,12
4,92
(1)
5,31
5,31
5,28
(1)
(1)
5,00
5,00
5,00
=
Taxa de Câmbio - fim de período (R$/US$)
(6)
2,02
2,00
2,00
=
(10)
2,05
2,05
2,05
=
(7)
Taxa de Câmbio - média do período (R$/US$)
2,00
2,00
2,00
=
(5)
2,04
2,04
2,04
=
(2)
Meta da Taxa Selic - fim de período (% a.a.)
8,50
8,25
8,25
=
(2)
8,50
8,25
8,25
=
(1)
Meta da Taxa Selic - média do período (% a.a.)
7,81
7,81
7,81
=
(2)
8,50
8,50
8,50
=
(7)
Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB)
34,50
34,50
34,80
(1)
33,63
33,90
34,00
(2)
PIB (% do crescimento)
3,00
3,00
3,00
=
(4)
3,50
3,50
3,50
=
(8)
Produção Industrial (% do crescimento)
3,00
2,83
2,39
(3)
3,85
3,75
3,55
=
(1)
Conta Corrente (US$ bilhões)
-68,00
-70,00
-70,00
=
(1)
-73,45
-73,30
-74,30
=
(1)
Balança Comercial (US$ bilhões)
11,00
10,25
10,00
(10)
12,00
11,05
10,80
(3)
(21)
60,00
60,00
60,00
(38)
(1)
4,00
4,10
4,35
=
(2)
Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)
60,00
60,00
60,00
=
Preços Administrados (%)
2,90
2,85
2,80
Comp. Semanal
*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento, diminuição ou = estabilidade) Fonte: CNI
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ANO III - NÚMERO 17 JUNhO / JULhO 2013
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SERVIçOS
SERVIçOS AOS
ASSOCIADOS CIESP SãO JOSé DOS CAMPOS ASSESSORIA E CONSuLTORIA ExPORTAçÃO - Centro Facilitador de Apoio à Ex-
portação através do NPC (Núcleo Promoção Comercial, incluindo emissão do Certificado de Origem);
BNDES - Posto Avançado de Atendimento; GESTÃO DA PRODuçÃO - Parceria com a empresa Ótima Estratégia e Gestão;
GESTÃO DA quALIDADE - Parceria com a em-
presa Qualitate, para implantação ou transição do sistema - até 50% desconto;
GESTÃO FINANCEIRA - Parceria com a empresa
O CIESP oferece inúmeros benefícios aos seus associados, seguindo o exemplo de milhares de empresas que hoje contam com Representação Política atuante e Serviços oferecidos por profissionais especializados. Como entidade de representação da Indústria Paulista, o CIESP está estruturado para ajudar tanto as empresas que estão iniciando suas atividades, como aquelas que desejam expandir mercados. Conheça algumas dessas parcerias nas DR’s de São José dos Campos, Jacareí e Taubaté:
FACuLDADES - ETEP, INPG, UNIP, UNIVAP (Consultar desconto);
LOCAçÃO - Salas e/ou Auditório com desconto de 50%;
CIEE - Na contratação de estagiário, empresas associadas terão descontos;
ExPORTAçÃO - Centro Facilitador de Apoio à Exportação através do NPC (Núcleo de Promoção Comercial, incluindo emissão de Certificados de Origem);
FINANCEIRO - Nossa Caixa (Programa de Crédito
GRuPOS DE TRABALhO GTRh – Grupo de Trabalho de Recursos humanos; GTComex – Grupo de Trabalho de Comércio Exterior; GTSênior – Grupo de Trabalho das Grandes Empresas; GTJus – Grupo de Assuntos Jurídicos.
Empresarial);
GRuPOS DE TRABALhO
Fomento ao Crédito; Empreendedorismo;
CIESP TAUBATé
TECNOLOGIA DA INFORMAçÃO - Parceria com
EDuCAçÃO
JuRÍDICA - Prestando Assessoria Jurídica, Trabalhista, Tributária e Sindical.
SERVIçOS
LOCAçÃO de Salas e/ouAuditório com desconto de 50%; NORMAS ABNT oferecendo agilidade na entrega; Acesso a todos os departamentos
FIESP/CIESP/SESI/SENAI/IRS; Representação Política por parte do CIESP.
CONVÊNIOS MéDICO - Ativia Saúde; ODONTOLóGICO - UNIODONTO;
NORMAS ABNT oferecendo agilidade e comodidade na entrega; Acesso a todos os departamentos FIESP/CIESP/SESI/SENAI/IRS; POLÍTICA - Representação Política por parte CIESP;
UNIVERSIDADE DE TAUBATé UNESP - novos Projetos de Pesquisa e Transferência Tecnológica; FACULDADE ANhANGUERA - Campus Taubaté e
CuRSOS abertos e “in company” com 50% de desconto, Palestras e Seminários de Reciclagem e Capacitação Profissional;
SERVIçOS
ESCOLA DE IDIOMAS - Callan Time;
ABS Consultoria;
a empresa Opentech, que oferece aos associados um “raio x” geral da área, sem custos, e em caso de consultoria oferece desconto de até 50%;
CIESP JACAREÍ
Pindamonhangaba
CIEE - na contratação de estagiários, empresas associadas só pagarão R$ 50,00 por estagiário; Convênio com o Banco de Fomento Paulista: NOSSA CAIxA DESENVOLVIMENTO - Programa de crédito empresarial.
FACULDADE DE PINDAMONhANGABA – FAPI
ESCOLA DE IDIOMAS - U.K. School - Curso de Língua Estrangeira: Para os associados que buscam expandir seus negócios e necessitam aprender um idioma de forma rápida e eficiente, a parceria com a U.K School oferece um método moderno e condições diferenciadas.
CONEXãO DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL - conveniada Fundação Getúlio Vargas – FGV Management
EDuCAçÃO
CETEC EDUCACIONAL - ETEP Faculdades
uMC - 20% desconto nas mensalidades dos cursos de graduação e pós-graduação. 10% desconto nas mensalidades dos cursos técnicos;
CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO DE SãO PAULO – UNISAL
ALPS Idiomas O CIESP TAUBATé oferece também cursos abertos e “In Company”, palestras e seminário com redução de 50% para as empresas associadas.
uNISuZ - 20% desconto nas mensalidades dos cursos de graduação e pós-graduação; LICEu BRAZ CuBAS - Cursos Técnicos: 15% desconto nas mensalidades dos cursos técnicos.
“COMPARTILhE CONOSCO SUAS NECESSIDADES, PARA JUNTOS ChEGARMOS A UMA SOLUçãO”. ASSOCIE-SE AO CIESP. Regional São José dos Campos www.ciespsjc.org.br Fone: (12) 3921.7922 E-mail: comercial@ciespsjc.org.br
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ANO III - NÚMERO 17 JUNhO / JULhO 2013
Regional Taubaté
www.ciesptte.com.br Fone: (12) 3632.4877 E-mail: gerencia@ciesptte.com.br
Regional Jacareí
www.ciespjacarei.org.br Fone: (12) 3952.1600 E-mail: comunicacao@ciespjacarei.org.br
Um movimento pela qualidade de vida! A Plani trabalha com determinação pela contínua evolução de seu potencial humano, pela qualidade de seus equipamentos e de suas instalações. Ao longo de seus 35 anos a Plani acompanhou com pioneirismo a evolução da tecnologia e se tornou uma referência na área de diagnósticos médicos por imagem no Vale do Paraíba. Trazer o 1º PET CT para a região e inaugurar a Medicina Nuclear alinha-se à necessidade de propiciar diagnósticos médicos de alto nível que contribua para e melhoria da qualidade de vida de todos nós.
O que é PET CT PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons ) é uma técnica que revela alterações do metabolismo celular em todo o corpo, através de uma pequena injeção de FDG - 18 F, permitindo gerar informações únicas que nenhuma outra modalidade de imagens consegue. CT ( Tomografia Computadorizada) utiliza o raio-x com a tecnologia computacional realizando imagens precisas, localização e forma de lesões de um órgão. A fusão das Imagens de PET e CT permitem um melhor diagnóstico com metabolismo celular integrado a anatomia de alta definição.
O que é Medicina Nuclear A Medicina Nuclear é uma especialidade que utiliza isótopos radioativos para o diagnóstico e tratamento das doenças. Por meio da administração dessas medicações (por via oral ou injetável), pode-se verificar a função de diferentes órgãos e sistemas do corpo, além de detectar e tratar alguns tipos de tumores.
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CURSOS
CURSOS CIESP Essa é uma previsão de cursos do Ciesp de São José dos Campos. A programação poderá ser alterada a qualquer momento, portanto é importante que o interessado acesse nosso site (www.ciespsjc.org.br). No portal também é possível ter acesso ao conteúdo programático e valores. Mais informações podem ser obtidas por meio do e-mail cursos@ciespsjc.org.br
Programação de Cursos para JUNHO Carga Horária
Cursos
Dias e Horários
Certificação Lean KPO – Facilitador Kaizen
80H
14/06, 28/06,12/07, 26/07 09/08, 23/08 e 06/09 das 8h30 às 17h30
Green Belt Lean6sigma Treinamento Modular
80H
14/06, 28/06,12/07, 26/07 09/08, 23/08 e 06/09 das 8h30 às 17h30
Administração de Recursos Humanos
16H
11, 12, 13 e 14/6 das 18h às 22h
VENDA BEM & RÁPIDO com as técnicas de Educação Emocional
8H
19 e 20/6 das 8h30 às 17h30
Comunicação Empresarial e Oratória
8H
22/6 das 8h30 às 17h30
Mapeamento de Processos
8H
22/6 das 8h30 às 17h30
Importação passo a passo
8H
29/6 das 8h30 às 17h30
Todos os treinamentos serão ministrados nas dependências do CIESP – Av. Tivoli, 563 – Vila Betânia – São José dos Campos - SP * Temas e Datas sujeitos a alteração
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ANO III - NÚMERO 17 JUNHO / JULHO 2013
TEM UMA COISA QUE TODO MUNDO JÁ NASCE SABENDO:
CUIDA MELHOR QUEM TEM PAIXÃO. Cuidar é se preocupar. É fazer tudo pensando no bem de outra pessoa. Para isso, é preciso ter mais que conhecimento e estrutura. É preciso ter paixão. Só a Ativia tem o que é preciso para cuidar de seus funcionários. A maior rede de atendimento do Vale • Mais de 550 profissionais de saúde à sua disposição. • Mais de 20 hospitais credenciados. • Os melhores laboratórios da região. • Programas gratuitos de prevenção de saúde.
* Exceto exames de alta complexidade
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Paixão por cuidar de você
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