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O Salto de um Sonho

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Nelson Évora é um dos mais consagrados atletas portugueses de sempre. Nascido na Costa do Marfim em 1984 e naturalizado português, destacou-se no triplo salto, modalidade em que conquistou títulos de relevo mundial. Tornou-se campeão olímpico em Pequim, 2008, trazendo para Portugal a medalha de ouro, e sagrou-se também campeão do mundo em 2007 e da Europa em 2018.

É considerado a segunda maior referência da atualidade desportiva nacional, a seguir a Cristiano Ronaldo. Ao longo da sua carreira, representou clubes como Benfica, Sporting ou Barcelona, mantendo, sempre, uma postura de superação, humildade e resiliência que o tornou uma figura inspiradora no desporto nacional.

Fora das pistas, é também reconhecido pelo seu compromisso com causas sociais e pela capacidade de motivar as gerações mais jovens.

É precisamente dessa vontade de inspirar e de devolver ao desporto e à sociedade aquilo que aprendeu ao longo do seu percurso que nasce O Salto de um Sonho, projeto pedagógico que Nelson Évora abraça, motivado pelo seu sentido de responsabilidade e intervenção social e pela necessidade de se aproximar das vivências, desafios e pressões que muitas crianças e jovens enfrentam no seu dia a dia.

Partindo da sua experiência no desporto de alto rendimento, o projeto trabalha temáticas como a saúde física e mental, a gestão emocional, a resiliência, a pressão do desempenho e a importância da rede de apoio, com o principal objetivo de sensibilizar os jovens, promover comportamentos mais saudáveis e contribuir para o seu desenvolvimento pessoal e social.

Era exatamente dia 1 de agosto quando aterrei em Portugal e soube que estava prestes a iniciar uma nova vida. Deixei amigos e familiares na minha terra natal. Sabia que ia sentir muitas saudades e o medo aumentava a cada segundo, enquanto esperávamos pelas malas, ainda no aeroporto.

Os meus pais estavam ao meu lado. Pareciam tranquilos, e a minha mãe, como sempre, sabia exatamente o que dizer para me acalmar:

— Tu és forte! Tenho a certeza de que aqui vais ser feliz! Tenho a certeza de que aqui terás uma vida incrível! — O medo passou a entusiasmo. Queria muito viver essa vida incrível.

Chegámos àquela que seria a nossa nova casa e o nosso bairro. A partir daquele momento, entrava em contagem decrescente. Tinha pouco mais de um mês para me ambientar e integrar, até começar a escola. Sabia que precisava de criar ligações, fazer novos amigos. Essa seria a melhor estratégia para depois a integração na escola ser mais fácil.

Depois de tudo arrumado, saí à rua e fiquei à espera, na porta do prédio, que algo acontecesse. Que a tal “vida incrível” começasse.

— És o nosso novo vizinho? O meu nome é Rui! Vou agora jogar rugby com os outros miúdos do bairro. Queres vir? — Será que iria ser assim tão fácil? Em menos de nada já tinha feito um amigo?

Sim, o Rui foi o meu primeiro amigo. Como também me chamo Rui, fizeram a junção ao meu último nome, Carvalho, e fiquei conhecido no bairro como Ruca. Segui ao lado do meu novo amigo e lá estava o grande grupo de rapazes e raparigas que também viviam no bairro. Tive muita sorte, fui morar para um sítio cheio de jovens da minha idade. Além disso, tive também sor-

te por ser verão e os dias serem mais compridos, assim conseguia ter mais tempo para brincar e jogar.

A parte do jogar foi talvez a mais estranha. Nunca tinha ouvido falar de rugby. Tinha alguma ideia de ter visto uns minutos de um jogo na televisão, mas admito que nunca havia dado grande importância. Todavia, o pai do Rui era treinador de uma equipa de rugby e como “filho de peixe sabe nadar”, ele sabia todas as regras e as melhores técnicas. Rapidamente aprendi e todos me queriam na sua equipa. Era divertido e foi uma excelente forma para me integrar neste novo país.

O verão passou e a ansiedade disparou. As aulas iam começar! Será que ia conseguir acompanhar a matéria? Será que iria gostar dos professores? Será que eles iriam gostar de mim?

— Bom dia, Ruca! É hoje o grande dia, não é verdade? E parece que vais começar mesmo bem. Será comigo e com uma bela aula de Matemática. — A professora Olga acelerou o passo para me acompanhar a caminho da escola. Era minha vizinha, mas não sabia que era professora e muito menos que iria ser a minha professora de Matemática. Sempre foi muito simpática comigo e com os meus pais, mas em sala de aula… será que seria diferente?

A primeira aula foi muito complicada. Era muita informação para conseguir acompanhar. Os meus pensamentos andavam às voltas mais depressa do que um furacão, mas a professora Olga foi incrível. Sempre me ajudou, não só na disciplina de Matemática, mas também na minha integração na escola. Tornou tudo mais fácil. Os meus amigos também me acompanharam sempre. Era mesmo um miúdo cheio de sorte!

FIRST THINGS FIRST I’MA SAY ALL THE WORDS INSIDE MY HEAD

Hoje em dia, sabe-se que a saúde mental e a saúde física estão ligadas. Segundo a Ordem dos Psicólogos Portugueses, pessoas que vivem com uma condição de saúde mental apresentam, geralmente, maior risco de desenvolver problemas físicos. Isso acontece porque podem adotar hábitos menos saudáveis, praticar menos atividade física ou envolver-se em comportamentos de risco.

Da mesma forma, quem tem uma doença crónica tem duas a três vezes mais probabilidade de sofrer de uma doença mental em comparação com a população em geral. Esta relação é bidirecional: os problemas de saúde mental não só podem surgir como consequência de uma condição física, como também podem agravar doenças já existentes.

Já chegaste a alguma conclusão?

Se estes dados ainda não te convenceram, vou deixar aqui mais:

• Doenças crónicas em Portugal: em 2022, quase metade da população com mais de 16 anos vivia com uma doença crónica ou prolongada (44,7%), sendo mais comum em mulheres (47%), pessoas acima dos

65 anos (71,1%) e em quem tem baixo nível de escolaridade (até 71,5%) (INE, 2023).

• Principais causas de morte: nesse mesmo ano, as principais causas de mortalidade foram o AVC (9,9%), a doença coronária (6,4%) e o cancro, sobretudo o do pulmão (3,8%) e o colorretal (3,4%). A covid-19 representou 5,7% das mortes (OCDE, 2021).

• Saúde mental na Europa e em Portugal: em média, 11% dos adultos na União Europeia apresentam sintomas de problemas psicológicos. Em Portugal, essa prevalência é muito mais alta: 23%, quase um em cada cinco adultos, pondo o país 12 pontos percentuais acima da média europeia (OCDE, 2020).

CONSELHO PARA A VIDA: O BEM-ESTAR FÍSICO E O BEM-ESTAR MENTAL ANDAM

SEMPRE DE MÃOS DADAS!

O corpo e a mente são como dois lados da mesma moeda — diferentes, mas inseparáveis.

São como a raiz e a copa de uma árvore — invisível e visível, mas ambas vitais.

São como o volante e as rodas de um carro — um guia, o outro move.

São como o Sol e a Lua – distintos, mas ambos essenciais para o equilíbrio do planeta.

São como o hardware e o software de um computador — um não vive sem o outro.

São como o coração e os pulmões — diferentes funções, mas interdependentes para a vida.

São como a respiração e o batimento cardíaco — ritmos diferentes, mas sempre sincronizados.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que crianças e jovens se mexam todos os dias: cerca de uma hora de atividade física moderada a intensa, como correr, saltar ou andar de bicicleta. Pelo menos três vezes por semana, essa atividade deve ser mesmo puxada, incluindo exercícios que fortaleçam músculos e ossos.

Outra dica importante: passar menos tempo sentado, sobretudo em frente a ecrãs, para não cair no sedentarismo.

Segundo o Inquérito aos Hábitos Desportivos da População Escolar Portuguesa (2021/22), da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, a maioria dos alunos cumpre o limite recomendado de tempo sentado ou deitado (até duas horas seguidas por dia). Isto acontece tanto nas atividades escolares como nas de lazer: 58% durante a semana e 49% ao fim de semana.

Ainda assim, os tempos de inatividade aumentam ligeiramente ao fim de semana, sobretudo nas atividades de lazer. O estudo mostra também que há alunos que passam mesmo muitas horas parados: 7% passam mais de seis horas por dia a estudar sentados ou deitados durante a semana, e 6% fazem o mesmo em atividades de lazer. Ao fim de semana, estes valores sobem para 8% (estudo) e 10% (lazer).

Fonte: Inquérito aos Hábitos Desportivos da População Escolar Portuguesa, 2021/2022 | Principais Resultados

Em 2022, quase uma em cada três crianças portuguesas (31,9%) tinha excesso de peso, das quais 13,5% estavam em situação de obesidade. Estes números representam um aumento em relação a 2019, quando a obesidade era de 11,9% e o excesso de peso de 29,7%.

O estudo analisou ainda alguns hábitos:

• O consumo de fruta aumentou (de 63,1% em 2019 para 71,2% em 2022) e o de refrigerantes açucarados desceu ligeiramente (de 71,3% para 69,1%).

• Já o tempo sedentário aumentou, sobretudo no uso de computadores para jogos (de 18,1% para 27,4% durante a semana, pelo menos 2h/dia).

• A maioria das crianças (69,2%) vai para a escola de carro e apenas 20,3% a pé.

No ambiente escolar, houve boas notícias: menos snacks e bebidas açucaradas disponíveis e mais oferta de fruta e legumes.

Fonte: Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal – Relatório 2022

Porque misturamos todos estes assuntos?

Porque é preciso fazer muito exercício — físico e mental — para encontrarmos um equilíbrio.

E sempre foi assim?

Século XIX

A ginástica começa a entrar nas escolas. Professores como Paulo Lauret2 escrevem manuais e abrem ginásios que inspiram os primeiros alunos.

1940

Nasce o Instituto Nacional de Educação Física (INEF) para formar professores especializados. Pela primeira vez, a atividade física é vista como parte da “educação integral” — tão importante como as outras disciplinas.

1920

O Governo português cria o Regulamento Oficial de Educação Física. Já não era só “brincar”: passa a haver regras e aulas de ginástica e jogos organizados nas escolas.

Anos 1930–1960 (Estado Novo)

A Educação Física tem um lado mais “militar”: disciplina, marchas e ginástica com fins ideológicos. Ainda assim, consolidou-se como obrigatória.

2 Paulo Alfredo Emílio Lauret (1852-1918) foi professor, ginasta e divulgador da Educação Física em Portugal, fundador do primeiro periódico nacional especializado (O Gymnasta) e autor de manuais que ajudaram a integrar a ginástica e a atividade física no currículo escolar.

Anos 1990

O desporto escolar ganha força. Criam-se competições e clubes dentro das escolas, mostrando que o desporto também é convivência e espírito de equipa.

2018/2019

A nota de Educação Física começa a contar para a média de acesso ao ensino superior. A disciplina passa a ter estatuto académico igual às restantes.

Depois de 1974 (25 de Abril)

Com a democracia, a disciplina moderniza-se. Passa a valorizar o bem-estar, o desporto para todos e a saúde física e mental, deixando para trás a visão rígida e militarizada.

Hoje

A Educação Física é vista como muito mais do que correr e jogar à bola. É uma área que promove saúde física, mental e valores como cooperação, respeito e resiliência.

VERSO 1

Cheguei com medo na mala

Nova casa, novo bairro

Um país tão diferente

E saudade que não me larga

A minha mãe disse baixinho

“Tu és forte, vais conseguir”

E o medo virou coragem

Quando eu decidi ir e tentar

PRÉ-REFRÃO

Bastou só um “Olá”

E eu fui sem pensar

A vida começa assim

Estou quase a descobrir

Quem eu posso ser

REFRÃO

Foi na escola que eu percebi

Que um sonho também se estuda

Do talento à decisão

Com a cabeça ainda na lua

Se eu corro atrás do que sinto

Mas esqueço o que há a fazer

O salto fica a meio caminho

Entre querer e não saber

VERSO 2

Tantos números na sala

Pensamentos a correr

Não queria desiludir

Quem nunca deixou de crer

Diziam que eu tinha algo

Difícil de explicar

Nunca pensei ter talento

Se não sei cantar nem sei dançar

PRÉ-REFRÃO

Eu ri-me sem acreditar

Corri, mas parei para pensar

Se a vida começa assim

Se estou quase a descobrir

Quem eu posso ser

REFRÃO

Foi na escola que eu percebi

Que um sonho também se estuda

Do talento à decisão

Com a cabeça ainda na lua

Se eu corro atrás do que sinto

Mas esqueço o que há a fazer

O salto fica a meio caminho

Entre querer e não saber

PONTE

Escondi erros, mas o peso ficou

Vi desilusão no teu olhar

Doeu mais do que cair

Será que é melhor parar?

REFRÃO

Foi na escola que eu decidi

Que um sonho também se estuda

Do talento à decisão

Aceitei o peso da luta

Se eu corro atrás do que sinto

Sem largar o que há a fazer

Salto mais alto, nunca sozinho

Hoje sei quem quero ser

O que a história nos conta: Roger Federer e a conquista de Wimbledon em 2017.

Uma vitória: em 2017, com 35 anos, Roger Federer regressou de uma lesão grave no joelho que o afastou do circuito durante a segunda metade de 2016. Muitos duvidavam de que ele pudesse voltar ao nível mais alto.

Contudo, provou o contrário, vencendo o Open da Austrália em janeiro e, em seguida, conquistando o seu oitavo título em Wimbledon, sem perder um único set.

Esta vitória histórica não só o tornou o maior campeão do torneio, como também o mais velho a conquistar o título na “Era Aberta”, cimentando o seu estatuto como um dos maiores atletas de todos os tempos.

Fonte: TNT Sports

Nelson Évora ficou em primeiro lugar, sagrando-se o grande vencedor do Dança com as Estrelas, da TVI, na edição de março de 2024. Mas sabias que também conquistou a medalha de ouro no triplo salto nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008? E, em 2016, ganhou a medalha de bronze no triplo salto nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro!

Uma derrota: a final do campeonato europeu de 2004 da Seleção Portuguesa.

A Seleção Portuguesa, anfitriã do Euro 2004, chegou à final do torneio com todas as expectativas de ser campeã. A equipa, com nomes como Luís Figo, Rui Costa e o jovem Cristiano Ronaldo, tinha tudo para vencer, especialmente por jogar em casa.

No entanto, a Grécia, uma equipa considerada outsider, chocou o mundo do futebol ao vencer por 1-0 na final, no Estádio da Luz, em Lisboa. Esta derrota foi devastadora e amarga para Portugal, que via o título fugir-lhe em casa, num momento de grande desilusão nacional.

A geração que viveu a desilusão de 2004, liderada por Cristiano Ronaldo, amadureceu e aprendeu a lidar com a pressão e a adversidade. Doze anos depois, no Euro 2016, em França, a mesma geração (agora com novos talentos) alcançou a glória, conquistando o primeiro grande título na história da Seleção Portuguesa.

Fonte: Jornal Público

Uma lesão: o milagre de Adrian Peterson e o regresso após a

lesão no ligamento cruzado anterior.

Em 2011, Adrian Peterson, estrela do futebol americano, sofreu uma lesão devastadora no ligamento cruzado anterior (LCA), uma das piores lesões para um atleta. A sua recuperação era considerada improvável, e muitos duvidavam de que ele voltasse a jogar ao mesmo nível.

A lesão foi tão grave que o seu futuro na NFL estava em questão. No entanto, com uma dedicação e uma força de vontade sobre-humana, superou todas as expectativas.

Apenas nove meses depois da cirurgia, Peterson não só regressou aos relvados, como teve uma das melhores épocas da sua carreira. Em 2012, ele correu para 2097 jardas3, a segunda maior marca da história da NFL, e foi nomeado Jogador Mais Valioso da liga.

Levante a mão no ar (mesmo que mentalmente) quem já ouviu esta frase dos pais: MAS O TEU TRABALHO É ESTUDAR!

Vamos então ao Mapa das Influências?
Fonte: Minnesota Public Radio

Liga-te a quem te faz bem:

• Nelson Évora (@nelson_evora)

Além de campeão olímpico, sou divertido.

• Patrícia Mamona (@patriciamamona)

A atleta de triplo salto partilha os seus treinos e a sua dedicação. Um exemplo de perseverança, superando lesões e a pressão das competições.

• Sociedade Portuguesa de Psicologia do Desporto (SPPD): www.sppd.com.pt

Embora seja uma entidade profissional, o site da SPPD oferece informações relevantes sobre eventos, formações e apoio técnico-profissional na área da psicologia do desporto.

• As Dicas do Salgueiro (@DicasdoSalgueiro)

Reúne mais de 900 vídeos com treinos práticos, dicas de nutrição e conteúdos motivacionais explicados de forma acessível e divertida.

Encontras exercícios para todos os níveis, desde treinos em casa com o peso do corpo até alongamentos, séries temáticas e entrevistas inspiradoras.

LIVROS.

OS TEUS MELHORES AMIGOS.

A Vida de Pi, de Yann Martel.

Vencedor do Man Booker Prize 2002. Embora não seja sobre desporto, o livro retrata a história de um jovem que sobrevive num barco no meio do oceano, mostrando a resiliência, a fé e a força mental.

A Coragem de Ser Imperfeito, de Brené Brown.

Aborda a importância da vulnerabilidade e da autenticidade. Um livro útil para atletas que lidam com a pressão e com o medo de falhar.

O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway.

Um clássico. A história de um pescador que luta contra um peixe gigante. É uma metáfora sobre a perseverança, a resiliência e a dignidade na derrota.

FILMES, OS TEUS MELHORES AMIGOS PARA UM DOMINGO DE DESCANSO.

Silver Linings Playbook, 2012.

Após uma crise que o levou a perder a casa, o emprego e o casamento, Pat Solitano Jr. regressa a casa dos pais depois de ter alta de uma instituição psiquiátrica. Determinado a reconquistar a sua ex-mulher, ele tenta reconstruir a vida.

A sua jornada ganha um novo rumo quando conhece uma mulher, também com problemas emocionais, que irá desafiar os seus planos e, talvez, mudar o seu futuro.

Assiste ao trailer em: https://www.youtube.com/watch?v=kVS-6k2tQAA

E se o desporto fosse mais do que competir e ganhar?

O Salto de um Sonho, com Nelson Évora convida-te a entrar numa viagem de descoberta em que o corpo, a mente e as emoções caminham juntos. Inspirado na história de vida de um campeão olímpico, este livro mostra que cada sonho se constrói com esforço, equilíbrio e apoio: dentro e fora das pistas. Através de uma narrativa envolvente, inspirada em experiências reais, vais acompanhar um jovem na descoberta do seu talento, nas dúvidas, nas derrotas, nas lesões e nas decisões que marcam o crescimento. Pelo caminho, o livro desafia-te a refletir sobre temas como a saúde física e mental, a pressão do desempenho, a gestão das emoções, a importância da escola, dos amigos e da família, e o papel do desporto na construção de uma vida mais saudável. Organizado em três capítulos, O Salto de um Sonho combina história, conteúdos informativos e desafios práticos que te ajudam a ligar a leitura ao teu dia a dia. Aqui, não há heróis perfeitos nem soluções mágicas, mas aprendizagens reais que mostram que cair faz parte… e levantar também!

Mais do que um livro, é um projeto pedagógico que usa o desporto como ponto de partida para falar de escolhas, equilíbrio, saúde e crescimento pessoal, mostrando que o caminho se faz passo a passo.

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