JORNAL DE CAMPANHA

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JORNAL DE CAMPANHA

Concluídos dois mandatos ao serviço de Beja, Paulo Arsénio presta contas, explica como foram lançadas as sementes de um novo ciclo de desenvolvimento para o concelho e assume prioridades para o próximo mandato.


CASIMIRO HEITOR
Mandatário da Candidatura de Arsénio de Beja
O voto é a arma mais poderosa que a democracia concede a cada cidadão e votar significa escolher, entre os candidatos que se apresentam a sufrágio, aqueles em quem confiamos. Nas eleições autárquicas, os candidatos podem ser apresentados por partidos políticos, por uma coligação de partidos ou por um grupo de cidadãos.
Sendo os candidatos apresentados por um partido ou coligação de partidos, a escolha tem forçosamente em conta a ideologia de cada um, a sua orientação política, a sua prática política.
Em relação ao PCP já pouco mais haverá a dizer, é um partido anti-sistema.
O Chega é o novo protagonista face aos últimos resultados eleitorais e André Ventura não podia ser mais claro quando diz ao que vem: o que o Chega defende é o regresso do aparelho repressivo, da censura, o “Estado Novo”, o “Novo Regime”. Votar Chega não é um voto de protesto, é votar no regresso ao regime que antecedeu o 25 de Abril. A memória do passado tem de prevalecer, é preciso honrar os que lutaram pela liberdade e pela democracia, combatendo o populismo, o discurso de ódio, a discriminação e a intolerância.
O PPD (Partido Popular) é o partido das promessas eleitorais, sejam elas de âmbito nacional ou autárquico.
Na oposição, Luís Montenegro prometeu um “plano de emergência para a saúde” que, em 60 dias, resolveria os problemas nessa área. A saúde está um caos.
A esta coligação juntou-se agora a IL. E vejam só o que defende a nova presidente da IL. Nas relações laborais “liberdade contratual total”. Esqueçam o Código do Trabalho, os direitos e regalias dos trabalhadores.
Os candidatos da coligação PPD, CDS, IL irão utilizar, na campanha eleitoral das autárquicas, a mesma receita: promessas, muitas promessas. Irão prometer piscinas, pavilhões gimnodesportivos, este mundo e o outro, como se tivessem descoberto petróleo na cidade.
AFINAL, PROMETER NÃO CUSTA NADA. FAZER SIM. Para fazer obras são necessários fundos europeus, disponíveis para finalidades específicas. Nos próximos quatro anos, haverá dinheiro para a Defesa e Tecnologia e teremos de pagar a fatura do PRR. Ou seja, a torneira dos fundos europeus está prestes a fechar-se. O que vale fazer promessas se não as podem concretizar? Isso revela, desde logo, desconhecimento, incompetência e falta de seriedade. O trabalho, a obra, a competência de Paulo Arsénio está à vista de todos. Nas diversas áreas de intervenção da autarquia, na requalificação e melhoria do parque escolar, na ação social, na saúde, na proteção civil, na cultura, no património, na habitação, no desporto. Na cidade e nas freguesias o trabalho realizado salta à vista. Paulo Arsénio fez as escolhas possíveis, em função do orçamento e dos fundos europeus disponíveis. Prometeu aquilo que era possível executar e demonstrou seriedade ao executar aquilo que prometeu. E é fundamental para a cidade, para cada uma das freguesias continuar esse trabalho, Competência e seriedade são os requisitos fundamentais num autarca. Por tudo isto aceitei ser mandatário da lista liderada por Paulo Arsénio. Por isso, eu voto Paulo Arsénio e nos candidatos das listas que ele lidera.

Em jeito de balanço, lembramos as principais obras e projetos realizados nos dois mandatos do PS na Câmara Municipal de Beja. Projetos e obras que recuperaram património que se encontrava degradado, infraestruturas de base e equipamentos municipais.
No parque escolar, foram eliminadas todas as estruturas de amianto que ainda existiam em muitas escolas da cidade e das freguesias e reabilitados paredes, tetos, espaços exteriores, recintos desportivos e demais instalações escolares.
As infraestruturas desportivas ganharam dimensão, qualidade e projetos que proporcionam acesso à atividade física regular e aprendizagem e prática desportiva pelos clubes e associações, com destaque para os novos relvados sintéticos dos campos de Albernoa e Salvada, para a renovação dos campos de jogos do Penedo Gordo e do Bairro da Conceição, para a reabilitação do Complexo Desportivo Fernando Mamede e para os grandes investimentos feitos nas Piscinas Municipais, cobertas e descobertas, que as adaptaram às novas exigências funcionais e de sustentabilidade e as devolveram aos bejenses depois de anos fechadas.
Em 2020, criámos também uma das maiores zonas de lazer e de atração turística de Beja: o Parque Fluvial de Cinco Reis, que é, desde então, um dos locais mais frequentados por moradores e visitantes no verão. É uma praia

inclusiva, segura, ambientalmente sustentável e com oferta de zonas de recreio, desporto e centro de atividades náuticas.
O Mercado Municipal também foi alvo de profundas obras de renovação, num investimento de 2.6 milhões de euros. Reabriu em setembro de 2024 com um novo conceito e espaços comerciais modernos que estão a incentivar a criação de novos negócios, a acolher eventos e a dar uma nova centralidade a essa zona da cidade.
Numa outra área de intervenção, investimos na reabilitação das estradas municipais, melhorando os acessos das várias localidades do concelho à cidade: a EM 511 que liga à Salvada e Cabeça Gorda, a EM 513 a Quintos, a EM 529 que foi executada em dois troços entre Santa Vitória e Mina e entre Mombeja e Santa Vitória.
Foram várias empreitadas num montante global de 6 milhões de euros, a que se somam diversas pavimentações nos arruamentos da cidade.
Destaque ainda para o investimento feito na iluminação pública do centro da cidade, melhorando significativamente as condições de fruição e segurança de várias ruas e praças. Entre o restauro de 188 lanternas antigas e a substituição de 65 por novas, foram intervencionadas 253 luminárias.
Para aumentar a oferta de habitação estamos a construir 85 fogos de renda acessível, num investimento global de 13 milhões de euros, que vai suprir as necessidades de habitação identificadas na Estratégia Local de Habitação de Beja. Dispersas por várias zonas da cidade, são casas para disponibilizar a jovens e famílias da classe média que não conseguem aceder aos valores do mercado.





Paulo Arsénio
Há 8 anos mereceu a confiança dos Bejenses e conquistou a Câmara Municipal à CDU, que governou o concelho durante décadas.
Apresentou-se, desde o primeiro momento, como candidato a dois mandatos, prometendo RECUPERAR, VALORIZAR e PROMOVER Beja.
Passado esse período, Paulo Arsénio presta contas nesta entrevista, em jeito de balanço, confessando que “só não vê o trabalho feito quem não quiser ou estiver de má-fé”, e responde às críticas de inércia e falta de visão para desenvolver o concelho.
PASSADOS DOIS MANDATOS, QUE BALANÇO FAZ DA SUA PRESIDÊNCIA NA CÂMARA DE BEJA?
Faço um balanço muito positivo. Foram oito anos de transformação contínua, da cidade e das freguesias. Recuperámos e valorizámos o património e muitas das infraestruturas de base: a rede viária e diversos equipamentos, como as piscinas municipais, o mercado, o nosso Museu Regional, há décadas a implorar por obras, o Pax Júlia e tantos outros equipamentos culturais, educativos e desportivos.
ENTÃO, COMO PODE ESTAR A SER ACUSADO DE INÉRCIA E DE FALTA DE VISÃO?
Essas críticas vêm de quem se apresenta agora qual D. Sebastião que vem salvar Beja, numa manhã de nevoeiro. Vêm fazer promessas vãs, megalómanas e saudosistas de um passado retrógrado sem qualquer consequência no presente e no futuro do concelho. Mas os cidadãos sabem bem quem esteve a trabalhar de forma abnegada e honesta com os meios que teve ao alcance. Saberão distinguir e escolher quem melhor os servirá no próximo mandato.
SE LHE PEDIR PARA DESTACAR DUAS MARCAS DOS SEUS MANDATOS, O QUE ESCOLHE?
Se o foco for a qualidade de vida dos munícipes, destaco a renovação do Parque Escolar, que acabou com o amianto nas escolas, e as medidas de apoio social, como a Tarifa Social Automática da Água, as Bolsas de Estudo para os estudantes do concelho que frequentam o ensino superior e a duplicação dos benefícios associados ao Cartão Municipal Sénior em despesas de saúde. Dos projetos decisivos para o desenvolvimento do território, destaco as obras no IP8, decididas no Governo do PS, porque sem melhorar as acessibilidades não nos tornamos mais competitivos, a Estratégia Local de Habitação, que nos permite disponibilizar 85 novas casas de renda acessível, num investimento global de 25 milhões de euros, e a atração de investimentos com que podemos projetar, agora, um novo ciclo de desenvolvimento para Beja.
ESTÁ A REFERIR-SE A NOVOS NEGÓCIOS, QUE ESTÃO A INSTALAR-SE?
Estou a referir-me à maior residência universitária do país, com mais de 500 camas, que está em fase de conclusão de obra, é estratégica para a atratividade do Instituto Politécnico e tem a dupla vantagem de acolher mais estudantes e libertar para as famílias muitas das casas do mercado de arrendamento que hoje estão ocupadas por estudantes.
E estou também a referir-me ao novo Palácio da Justiça, ao CEBAL, o Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo, aos investimentos feitos no aeroporto e a muitos novos negócios agrícolas que o regadio, a água do Alqueva, permitiu e que estão em franca expansão.
VÊ, ENTÃO, UM FUTURO PROMISSOR PARA BEJA?
Sem dúvida alguma. Podemos falar sem reservas num novo ciclo de desenvolvimento, que já começou e está a criar emprego qualificado e a dinamizar a economia de toda a região do Baixo Alentejo.

E A CIDADE ESTÁ PREPARADA PARA ACOLHER NOVOS MORADORES?
A cidade e as freguesias. Temos um bom parque escolar, infraestruturas desportivas renovadas, com novos pisos sintéticos e iluminação, zonas urbanas reabilitadas, espaços públicos e centro histórico requalificados.
E A DINÂMICA SOCIAL E CULTURAL, COMO TEM EVOLUÍDO?
Voltemos a 2017, porque a memória das pessoas é muito curta e é preciso lembrar que ganhámos a Câmara quando esta se encontrava num estado de atrofia e incapacidade total para modernizar a gestão autárquica e desenvolver o concelho. Foi preciso um primeiro mandato para pôr os serviços a funcionar de outra forma, desenvolver parcerias, fazer candidaturas e conseguir o compromisso e financiamentos da administração central para projetos como o novo Palácio da Justiça, a reabilitação do Museu Regional, a residência de estudantes, o IP8, entre outros.
Uma coisa é certa: tal como prometemos, recuperámos, valorizámos e estamos a fazer um caminho sólido na promoção de Beja, passo a passo.
REJEITA, ENTÃO,
“UMA CIDADE PARADA NO TEMPO”?
Naturalmente. A obra que fizemos está à vista de todos, a oferta de serviços e atividades para usufruto dos munícipes aumentou em todas as áreas, a programação cultural é cada vez mais diversificada…
Noutra área, reabilitámos as nossas estradas municipais, melhorando os acessos a Beja: da Salvada e Cabeça Gorda, de Quintos, Mombeja e Santa Vitória.
Claro que o trabalho numa autarquia de uma cidade como Beja, que é central em toda a dinâmica e desenvolvimento da região, nunca
está concluído e tem de ser capaz de se adaptar constantemente a novas necessidades e estilos de vida. Por isso mesmo, iremos apresentar em breve um programa para o próximo mandato que traz novidades, novas prioridades e investimentos naquilo que sabemos que temos a obrigação de fazer melhor e de modernizar.
PODE DESVENDAR JÁ UM POUCO DESSAS PRIORIDADES PARA O PRÓXIMO MANDATO?
Como já disse, candidato-me agora para continuar a fazer de Beja uma cidade de oportunidades, uma cidade mais viva, aberta e solidária. Apresento um conjunto de novos projetos e novas respostas para os novos desafios que enfrentamos: o aumento da imigração, a criação de emprego qualificado, o fomento da economia verde e da sustentabilidade ambiental que prepare melhor o concelho para fazer face às alterações climáticas. Nas áreas de funcionamento da Câmara, já contemplámos neste último orçamento um conjunto de verbas para melhorar a limpeza da cidade, a recolha de resíduos e o espaço público.
QUE MENSAGEM QUER DEIXAR HOJE AOS MUNÍCIPES DE BEJA?
Beja é uma terra de gente trabalhadora, com um enorme potencial, para a qual todos desejamos o melhor. Quero continuar a ser o seu digno representante, prometendo muito trabalho, seriedade e uma liderança responsável e transparente, que todos os dias contribua para construir um concelho bom para viver, trabalhar, crescer e envelhecer.
Há duas faixas da população que merecerão a nossa melhor atenção: os jovens e os menos jovens. Os jovens porque é preciso reter o seu talento, os menos jovens porque é preciso cuidar de quem já tudo deu à sociedade. Conto com o apoio e a crítica responsável e construtiva de todos os que se queiram juntar.
PERFIL
Nome
Paulo Arsénio
Idade 53 anos
Naturalidade
Nasci em Évora, mas cresci e vivo no concelho de Beja
Educação
Licenciado em História, pela
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade
Nova de Lisboa; pós-graduado em História
Contemporânea. É quadro da Direção de Finanças de Beja
Política
Foi deputado na Assembleia da República entre 1995 e 1999, presidente da Juventude
Socialista do Baixo Alentejo, presidente da Assembleia de Freguesia de Salvador entre 1997 e 2013, eleito na Assembleia
Municipal de Beja, presidente da Concelhia de Beja do PS desde 2013 e presidente da Câmara desde 2017.

Candidata à Presidência da Assembleia Municipal de Beja
Pela segunda vez abraço, com enorme honra e sentido de responsabilidade, a candidatura à Assembleia Municipal pelo Partido Socialista.
Ao meu lado trago uma equipa plural, paritária, feita de pessoas competentes, sérias e profundamente comprometidas com a nossa terra. Juntos, partilhamos um verdadeiro espírito de missão.
É um privilégio integrar a candidatura liderada por Paulo Arsénio – um homem cuja competência e seriedade são a melhor garantia de que o trabalho iniciado continuará a ser feito com dedicação, rigor e responsabilidade.
Ele é, sem dúvida, o candidato mais preparado para servir Beja e todos os bejenses.
Da minha parte, reafirmo o mesmo compromisso de sempre: dedicação total, seriedade inabalável e espírito de serviço público. Quero continuar a dignificar a Assembleia Municipal e a fortalecer o poder local, porque acredito que é aqui, junto das pessoas, que a democracia se constrói todos os dias.
Temos experiência, temos empenho, temos energia. Mas acima de tudo temos uma visão clara: valorizar o imenso potencial humano e natural do concelho de Beja e responder, com responsabilidade, às exigências deste órgão deliberativo que é a verdadeira Casa da Democracia. É isso que nos move. É isso que nos inspira.
Contem connosco.
No próximo dia 12 de outubro, contamos também convosco.
Votem no Partido Socialista para juntos, continuarmos a construir o futuro que Beja merece!

Num caminho paralelo à intervenção exclusiva do município, Beja ganhou, na última década, um conjunto de investimentos que nos permitem agora projetar um novo ciclo de desenvolvimento sem paralelo nos últimos 50 anos.
Ao nível das acessibilidades, destaca-se a obra do IP8, no valor de 33 milhões de euros, nas atividades económicas de base como a agricultura, o regadio tem dado à região novos negócios que estão em franca expansão e, nas áreas do ensino e da investigação, Beja deu passos de gigante.
O Instituto Politécnico ganhou, no início deste ano letivo, a maior residência universitária do país com mais de 500 camas, construída em terrenos cedidos pela autarquia, que lhe conferiu atratividade, quer de estudantes quer de professores, e que, em simultâneo, permitirá, a breve prazo, libertar habitação até agora ocupada por estudantes para o mercado de arrendamento.
O CEBAL - Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Baixo Alentejo abriu um caminho novo para Beja: o da ciência e investigação. Cria emprego qualificado e conhecimento, atrai novos moradores e investimentos, valoriza a economia assente nos recursos endógenos e nas atividades de elevado índice tecnológico. Já conta com mais de uma dezena de investigadores doutorados, que cobrem os domínios das Ciências da Saúde, Engenharia Alimentar, Engenharia Química, Biologia e Bioquímica.
Em março, foi aprovada a candidatura do Município de Beja para a construção do novo edifício do CEBAL, que está em curso. Entre projeto e obra, já foram executados 1,7 milhões de euros.
As obras do Centro de Incubação de Base Tecnológica do NERBE também já foram adjudicadas, o que vai permitir acolher dezenas de novas empresas e start-ups em Beja.
Contribuirão ainda para aumentar a atratividade do concelho, estimular a economia e criar emprego qualificado, o novo Palácio da Justiça, a expansão do Hospital de Beja e o hospital privado cuja construção arrancou no dia 1 de setembro e que se prevê entrar em funcionamento no próximo ano.
Os investimentos financiados pelo PRR já somam 69,5 milhões de euros e a lista do património e equipamentos reabilitados já vai longa, sendo emblemática a grande intervenção em curso no Museu Regional de Beja. Depois de décadas a implorar por obras, conseguimos realizar, entre 2022 e 2024, as obras de preservação do edifício, e está agora em fase de conclusão a segunda fase do projeto, que incide na preservação do acervo e num percurso expositivo com seis núcleos temáticos. Abrirá ao público, completamente renovado, em 2026.
Assente em três pilares fundamentais - Coesão Social, Sustentabilidade Ambiental e Dinamização Económica, Cultural e Social, o nosso programa para o mandato 20252029 é muito mais que uma listagem de propostas.
É um compromisso com uma governação de proximidade, responsabilidade financeira e inovação, garantindo que cada investimento público tenha retorno social, económico e comunitário.
O programa está estruturado em 11 eixos estratégicos, que cobrem as principais áreas de intervenção municipal, e estabelece, para cada medida apresentada, previsão de execução, montantes estimados e respetivas fontes de financiamento.
1. Um novo Centro Escolar e a requalificação da Escola EB 2,3 de Santiago Maior são prioridades máximas na área da Educação
2. Vamos projetar a construção de um novo Pavilhão Municipal de Desporto
3. Reabilitar o Estádio Flávio dos Santos
campo de futebol de onze,
campo de futebol de nove,
dois campos de futebol de sete,
campo de futebol de praia,
seis balneários,
gabinete médico,
ginásio,
sala de formação e áreas de trabalho.
4. Além do Programa Municipal de Habitação Acessível, assumido na Estratégia Local de Habitação, vamos criar o Gabinete Multidisciplinar de Apoio ao Parque Habitacional do Município que visa a reabilitação social e do edificado dos nossos bairros.
5. Na área da limpeza urbana, a recolha de resíduos será modernizada através da instalação de ilhas ecológicas inteligentes e novos circuitos de recolha
6. Instalação de rede de videovigilância em zonas críticas e reforço da iluminação pública
7. 1M€ para o comércio local - constituir um Fundo de Apoio ao Comércio Local e potenciar o Bairro Comercial Digital
8. Projetar um Centro de Congressos para Beja
9. Infraestruturar a futura Zona Industrial de Vale do Bispo
10. Projetar a circular Sul
11. Reabilitação das Estradas Municipais n.º 529 (Vila Galé - Monte da Juliana), n.º 513 (Santa Clara de Louredo - Penedo Gordo) e Construção da estrada de acesso de Beja a 5 Réis, entre outras
12. Construir um crematório





Desde a minha primeira eleição, em 2017, assumi que este desafio por Beja era para cumprir em 8 anos. E estão cumpridos os grandes objetivos de Recuperar e Valorizar Beja.
No entanto, porque há muita coisa em curso e, sobretudo, porque estas eleições realizam-se num momento de grande exigência para a Democracia portuguesa, decidi propor-me a mais um mandato. Decisão tomada, elaborei um programa que visa consolidar o caminho que resgatou o concelho de uma governação comunista incapaz de modernizar a gestão autárquica e começou a projetar um novo ciclo de desenvolvimento para Beja.
A segunda tarefa que me propus é condição imperiosa para a execução desse programa: formar a melhor Equipa. Consegui. Efetivos e suplentes dão garantias de competência, conhecimento, dedicação ao serviço público e genuíno espírito de missão por Beja. E reúnem as qualidades exigidas aos titulares de cargos públicos: seriedade e honestidade.
Todos reconhecerão que vivemos tempos conturbados no Parlamento, que nos exigem participação e o dever de evitar que alastre ao poder local. Todos reconhecerão que se abriu a porta à extrema-direita, e é urgente que o voto assente numa relação de confiança entre eleitos e eleitores. A indiferença e o alheamento da vida da comunidade não resolvem nenhum problema e invalidam o seu direito a exigir mais e a reclamar.
Como cidadãos, somos os primeiros e os últimos responsáveis pelos destinos da nossa cidade e da nossa história coletiva. Como cidadãos, temos o direito e o dever que não podemos alienar quando somos chamados a escolher os nossos representantes.
Dia 12, os munícipes de Beja vão escolher quem querem a governar o município nos próximos 4 anos. Serão soberanos e sei que o farão em consciência e com confiança na democracia. Estou certo de que a sua escolha será, como já várias vezes o demonstraram, uma boa escolha.


ANTÓNIO GRADE
Candidato a Presidente da Junta de Freguesia Freguesia de São Matias
VÍTOR BESUGO
Candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Beringel
FRANCISCO AGATÃO
Candidato a Presidente da União de Freguesias Santiago Maior e São Batista




SÉRGIO BRAVO
Candidato a Presidente da União de Freguesias Santa Vitória e Mombeja

CARLOS CASIMIRO
Candidato a Presidente da União das Freguesias de Albernoa e Trindade
ANTÓNIO RAMOS
Candidato a Presidente da União de Freguesias Salvador e Santa Maria da Feira

MIGUEL MATA
Candidato a Presidente Freguesia Santa Clara do Loredo


Candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Baleizão
MARIA DE FÁTIMA TEIXEIRA
Candidata a Presidente da Junta de Freguesia da Nossa Senhora das Neves

DORA MARQUES
Candidata a Presidente Freguesia da Cabeça Gorda
GATINHO
a Presidente União de Freguesias Salvada e Quintas