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Edição 171 barroso em dia final site

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Ano 11 - Número 171 - Sábado, 11 de Março 2017 - Barroso/MG - Distribuição Gratuita

PERIGO

Escorpiões invadem casas na vizinhança do cemitério Casas vizinhas estão infestadas de escorpiões. Um morador chegou a “colecionar” mais de 50 em um pote de vidro. Os escorpiões que estão à mostra na foto acima foram coletados por um morador que fez questão de exibir os escorpiões já mortos. Página 5

Eles podem perder seus Pontos

Para todos os gostos Diversidade Cultural em Barroso

Com uma mega estrutura na Praça Salvador da Silva, a sexta edição do Encontro da Diversidade Cultural em Barroso reuniu um bom público, entre os dias 15 e 19 de fevereiro. Pág. 4

Taxista com mais de 40 anos de serviço pode perder o ponto Os mais de 30 taxistas que atualmente prestam serviço em Barroso podem perder seus pontos devido a um Inquérito Civil Público (ICP) da Promotoria do Ministério Público, através do promotor Pedro Estiguer Henriques. No dia 21 de fevereiro, os taxistas se reuniram com a promotoria e com o prefeito, Reinaldo Fonseca (PSDB), no Salão do Júri, no Fórum de Barroso, e receberam a “bomba”. Página 3

Fábrica volta a realizar coprocessamento A LafargeHolcim vai voltar a realizar o processo na cidade O comando da LafargeHolcim, em reunião realizada no dia 10 de fevereiro, anunciou que a Unidade Barroso voltará a usar o coprocessamento como fonte de energia para a produção de cimento. Página 5


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Março 2017 Editorial sucesso total, ou seja, aqui o povo tem voz e sempre terá. Aliás, voz e cara, já que são identificados pelos seus perfis e comentários. Destaque para a fala da Secretária de Cultura, Renata Nogueira, que soube entender as críticas e junto com sua equipe diz repensar vários aspectos referentes ao carnaval. SenBruno Ferreira do assim, o objetivo do meio de comunicação Editor-chefe foi alcançado. Um breve adeus aos ignoranNa última semana, o Barroso EM DIA publi- tes que muitas das vezes nem leem o que cou na sua Fanpage (página do Facebook) e de fato uma matéria ou uma enquete está no site (barrosoemdia.com.br) uma enque- questionando. Saem, desvairadamente, na te com a seguinte pergunta: Você aprovou vibe da rebeldia digital linchando aquele ou o carnaval no centro? Ponto de partida para aquilo como se o Facebook fosse um mundo inúmeros desinformados e eternos torcedo- à parte. Pode parecer utópico, mas acredires políticos tentarem tamos que a solução denegrir a imagem do das ofensas e do ódio “Um breve adeus meio de comunicação. que são vistos todos os aos ignorantes que Santa Paciência! Pridias na internet possa meiro: ninguém era vir da Noruega onde muitas das vezes nem obrigado a participar. um site obriga leitores leem o que de fato uma Segundo: não se trata a mostrar que leram matéria ou uma enquete os artigos antes de os de uma pesquisa sobre a qualidade do evento, deixar comentar. Perfeiestá questionando.” e sim, única e exclusito! Muitos nem sabem a vamente, sobre a locaque o artigo, a crônica lidade da festa popular, a qual foi escolhida, ou a matéria está se direcionando e já saem, também, através de enquete realizada pela por vários problemas e desavenças pessoais, Prefeitura Municipal. Ora, será que antes metralhando e ofendendo tudo e todos. Fica da escolha a opinião pública era importante a dica: o mundo digital, por sinal muito bem e depois da festividade, quando vemos as vindo se soubermos aproveitá-lo, é o mesmo consequências, a mesma já não tem mais em que você vai encontrar na calçada aquele valor? Mas os tolos perderam! E de goleada. amigo ou amiga que você ofendeu sem mesResultado: centenas de participações e um mo saber o porquê.

Sessão Flash

?João Interrogação?

Outro dia estava na padaria e ouvi uma mulher falar assim: Adoro aquele João de Barro lá do jornal. Adorei a ideia! Agora é João de Barro, com o mesmo humor de sempre! Bem que o Gambá falou que ia fazer um carnaval mais barato e fez mesmo! Mas com pouca opção também, né!? Até eu faço economia lá em casa uai. É só parar de comprar Coca-cola no domingo e comprar suco Fresh. Mas em animação Barroso tá de parabéns! Ô povo bão! Ver a cantora Wanderléia escorregando não teve preço!!! Acho legal esse tipo de atitude humana e divertida, mas pra quê chorar pra escorregar, gente? Wanderléia! Se tá chorando porque escorregou na grama da rodoviária, imagina quando for na Disneylândia! Menos Deléia! Mas foi divertido, sinceramente! Foi humano... natural, parabéns! Feio é ver que tem gente que não desgruda da política. Pra que enfeitar a rua com as cores da campanha? Pra que usar o mesmo slogan da campanha? Pra que criar um bloco com o nome Algodão Doce Folia? Gentinha demais pro meu gosto, ô pobreza de espírito. Foi bonito ver o Gambá no meio do povão os dias todos... isso foi! Parabéns, Gambá! Isso a Japa nunca fez mesmo não! Agora, cá entre nós, secretária: não dá né?! Num cabe! Os tempos são outros. O centro não suporta mais um carnaval! E a bandidagem? Cansaram de assaltar os postos de combustíveis e agora estão indo para os supermercados! Qual será o próximo segmento? E na Câmara, será como anda a amiga Vera e seus legisladores? O irmão do Huguinho e do Zezinho, o Luizinho, tá querendo acabar com a tal verba de indenizar os vereadores! Isso vai dar... Luizinho, daqui a pouco aparece um lobo-mal atrás de você hein... Fica esperto, garoto! Sua casa é de palha? Verdade seja dita: todo mundo lá tem medo do tal Luizinho! E tem sim. Não adianta falar que não porque eu sei que tem! Boa quaresma! Não vou comer carne desta vez. Não adianta insistir, vizinha! APOIO:

TEL. 3351-1550 R. JOAQUIM FERREIRA, 27. CENTRO - BARROSO - MG.

Família Carbonaro O neto Henrique fez questão de enviar este registro hitórico para as páginas do Barroso EM DIA. Aniversário de 89 anos do seu avô William Carbonaro. O Flash foi ao lado da avó Otília de Melo. Na oportunidade, filhos, netos e toda a família se reuniram para a comemoração que merece palmas, aliás, muitas palmas. Parabéns, senhor William! O aniversário foi em 31 de outubro de 2016. Mande você também seu registro: barrosoemdia@yahoo.com.br

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EXPEDIENTE

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Rua Maria José Melo, 13 - Centro - Barroso/MG Telefone: (32) 3351-2896 / 98845-2896

Co-fundador: Antônio Marcos (in memoriam) Editor Chefe/Jornalista: Bruno Ferreira - 11.558/MG CNPJ: 12.772.555/0001-30 (E.I.) - Tiragem: 2 mil Repórter - Maria Cecília Estagiário - Douglas Gonçalves - (UFSJ) Diagramação - Rafael Ferreira Pinto Colaborador: Paulo Terra E-mails: barrosoemdia@yahoo.com.br Internet: facebook.com/barrosoemdia twitter/barrosoemdia

Megaf

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A CASA VERDE JÁ ERA... Na década de 1960 escrevi um poema intitulado “A casa verde e a casa velha”, dedicado a Dona Cici, que na época era diretora do Grupo Escolar (hoje Escola Estadual) Francisco Antônio Pires, que então funcionava numa casa antiga, de propriedade da Paróquia de Sant’Ana. O poema enfatizava o percurso diário de Dona Cici, desde 1947, da sua Casa Verde até a casa velha. A casa velha há muitos anos foi demolida; a Casa Verde, desde janeiro deste ano, também já era.

Até quando se aposentou em 1968 a elegante diretora todos os dias fazia a caminhada da sua casa para a sua escola, atravessando o jardim da Praça. Como educadora ela foi um dos paradigmas da formação escolar e humana de Barroso, criando a fama que até hoje é mantida pelo FAPI, agora em sua sede própria. De fato, no primeiro mandato do prefeito Baldonedo, de 1971 e 1972, o FAPI fora transferido para o prédio do Centro Cívico, onde permaneceu até sua

mudança para a nova sede. A partir deste começo de ano em poucos dias a bela Casa Verde da Praça Sant´Ana se transformou num triste lote vazio onde aqui já teve uma bela casa de uma das famílias tradicionais de Barroso. É possível que no lugar surja algum moderno edifício de cimento armado, que apagará em definitivo a lembrança do pouco de histórico que ainda restava da Praça. É possível que no futuro alguém descubra, no fundo de alguma gaveta, uma cópia do poema “A casa verde e a casa velha”, e consiga reviver um pouco da nossa história que está sendo apagada pelo tempo e pela falta de cuidado de quem deve preservá-la. Quem sabe, com a nova administração e com nova: Secretária de Cultu-

ra, Barroso comece a valorizar sua História e suas tradições culturais, acrescentando novos fatos aos “Subsídios para a História do Município de Barroso”, livro publicado em 1979 por Geraldo Napoleão de Souza, com apoio do então prefeito José Meneghin, em comemoração dos 25 anos da emancipação política de Barroso.

por Paulo Terra


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Março 2017

Ministério Público quer cassar permissão de taxistas Atuais e novos taxistas terão que passar por processo licitatório na Prefeitura Municipal Bruno Ferreira Repórter

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s mais de 30 taxistas que atualmente prestam serviço em Barroso podem perder seus pontos devido a um Inquérito Civil Público (ICP) da Promotoria do Ministério Público, através do promotor Pedro Estiguer Henriques. No dia 21 de fevereiro, os taxistas se reuniram com a promotoria e com o prefeito, Reinaldo Fonseca (PSDB), no Salão do Júri no Fórum de Barroso, e receberam a “bomba”. De acordo com a Assessoria de Comunicação do Ministério Público, o ICP tem o objetivo de apurar possíveis ilegalidades e inconstitucionalidade da Lei Municipal 1.251 de 1991, que regulamentou o serviço de táxi no município. O Inquérito foi instaurado pelo MP após denúncia feita em 2008 pelos então vereadores Anderson Geraldo de Paula, José Bernardo Meneghin, Rubem Geraldo de Castro e Tadeu de Moraes, que alegaram que o então prefeito, Arnaud Baldonero Napoleão, estava concedendo vários pontos de táxi de maneira irregular. Segundo a denúncia, seriam oito novos pontos e cinco transferências. Ainda segundo a Assessoria do MP, a promotoria entendeu que a Lei Municipal vai contra a Constituição Federal (artigo 175), Constituição Estadual (artigo 15) e as Leis Federais 8.666 de 1993 e 8.987 de 1995. A Lei de 1991 permitiu que as concessões da prestação de serviço de táxi a particular fossem realizadas sem

Taxistas estão indignados

licitação, o que, segundo o promotor, vai contra as leis maiores. O Ministério Público propôs que o prefeito municipal assine um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para adequar a Lei Municipal para que a concessão seja feita por licitação. A reportagem não teve acesso aos termos do TAC, mas apurou que, entre as imposições da promotoria, estaria a revogação de todas as permissões atuais e consequente envio pelo prefeito de um Projeto de Lei para a Câmara, solicitando que a Lei de 1991 seja revogada e propondo uma nova legislação municipal. Como qualquer TAC, se assinado, o descumprimento implicaria em sanções e multas severas ao prefeito. O MP deu um prazo de 30 dias para que o prefeito se posicione sobre a assinatura, o que, até o fechamento desta edição, ainda não havia sido feito. O Ministério Público tentou, sem sucesso, desde meados de 2016, que a exprefeita Eika Oka de Melo assinasse o Termo de Ajuste de Conduta para corrigir as supostas irregularidades, mas a então chefe do exe-

cutivo se esquivou até o fim de seu mandato e passou a “bomba” para seu sucessor. “Para o MPMG, todos os interessados deverão concorrer no procedimento licitatório, inclusive os atuais taxistas, com os quais foi realizada reunião a fim de explicar a situação. Na oportunidade, foi esclarecido que a questão jurídica precisa ser resolvida. Caso a solução consensual não seja possível, o MPMG deverá ingressar com Ação Civil Pública,” diz a nota do Ministério Público. “Eu criei minha família com este trabalho que faço há mais de 40 anos”, declara o senhor Trindade Alves Ferreira, 74, taxista que recebeu a condição de trabalhar junto com a inauguração da rodoviária em 1972. Segundo Trindade, que tem como ponto a

rodoviária, a decisão pode atrapalhar a vida de muitos barrosenses que sempre trabalharam honestamente. Em nota enviada à reportagem, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal informou que o prefeito está avaliando se assina ou não o Termo de Ajuste de Conduta com o MP. Ainda na nota, o prefeito afirma que a situação chegou a este ponto devido à denúncia feita em 2008. “A justiça age quando é acionada. Se não houvesse essa denúncia feita lá em 2008, o Ministério Público não iria tomar essa iniciativa, assim como ocorre em vários municípios da nossa região, que funcionam ainda com o sistema antigo de concessões,” declarou.

Trindade Alves Ferreira, 74 anos, mais de 40 como taxista

Vem aí mudança no trânsito da cidade A Rua Dehud José de Matos, mais conhecida como Rua da Cadeinha, que atualmente permite o trânsito nos dois sentidos, vai passar a ser mão única. Com isso, aos motoristas será permitido apenas descer a referida rua. De acordo com o Secretário Municipal de Obras, José Maria da Silva, a rua é estreita demais para com-

portar o trânsito em mão dupla, além de ser sinuosa e de não possuir calçadas, o que obriga os pedestres a transitarem junto com os veículos.“Estamos divulgando a informação para que os motoristas comecem a se acostumar. Dentro de algumas semanas, vamos instalar a sinalização de trânsito e efetivar a mudança”, decla-

ra. A medida, portanto, tem como finalidade melhorar a segurança para motoristas e pedestres. Após a mudança, não será permitido subir a Rua da Cadeinha sentido ao centro da cidade. Os motoristas que vierem sentido centro terão que subir a Rua Geraldo Pinto, a Rua do Geraldo do Guede, ou outra rua paralela.

A Rua Dehud José de Matos, Rua da Cadeinha


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Março 2017

Da capoeira ao heavy metal, teve de tudo A Praça Salvador da Silva, no centro da cidade, voltou a ser o palco da Diversidade Cultural Douglas Gonçalves Estagiário

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om uma mega estrutura na Praça Salvador da Silva, a sexta Edição do Encontro da Diversidade Cultural em Barroso reuniu um bom público, entre os dias 15 e 19 de fevereiro. A atração, que já se tornou tradição no verão barrosense, apresentou mais uma vez, uma série de atrações culturais. Do pop ao rock, do sertanejo ao heavy metal, da capoeira ao samba, enfim, não faltaram

opções nos dias de festa no centro da cidade. A grande novidade de 2017 foi o patrocínio da Copasa para o evento, que aconteceu através da Lei Rouanet, a Lei de Incentivo à Cultura. Cerca de R$140 mil foram investidos no evento que teve bandas e cantores de toda a região. “Quero agradecer a todos que de alguma forma colaboraram para a realização do evento, em especial aos deputados Cristiano e Reginaldo, que nos apoiaram desde o começo”, declara Valmir Vitor Grego, Presidente da Associação da Diversidade Cultural de Barroso. Publieditorial

CONTRA O DESPERDÍCIO DO DINHEIRO PÚBLICO O eleitor precisa entender que o papel do cidadão vai muito além do voto. Após as eleições é essencial acompanhar a atuação dos eleitos. Por isso, a Internet tem um arsenal de informações. É só arrumar um pouquinho de tempo e de interesse. Como cidadão barrosense, sempre defendi a moralização no serviço público combatendo o fim de privilégios imorais de alguns políticos. Atualmente, como primeiro suplente de vereador da minha coligação, essa atuação se tornou ainda mais sólida. É com essa plataforma de ação que venho, inicialmente, fiscalizando as ações da nossa Câmara Municipal. Luiz Moreira Mas, por quê começar a fiscalização pela Câmara? Pode parecer estranho um cidadão fiscalizar os gastos de um órgão que fiscaliza os gastos do Executivo Municipal, mas não é! Se esta é uma das funções básicas do Poder Legislativo, consequentemente é necessário que a Casa seja um lugar modelo no controle e eficiência na gestão, ausente de qualquer desconfiança. A partir de fevereiro de 2016, passei a acompanhar, mensalmente, os seus gastos constatando algumas despesas desnecessárias e excessivas como, por exemplo, Diárias de Viagens, incluindo “Passagens e Despesas com Locomoção e a Verba Indenizatória”. DIÁRIAS: PASSAGENS E DESPESAS COM LOCOMOÇÃO: O servidor e vereador que se deslocar da cidade, a serviço, tem direito à diária de viagem para as despesas com alimentação, pousada e transporte, normatizadas pela Resolução 125/2003, alterada pelas Resoluções 129/2003 e 160/2005. No entanto, após os levantamentos surgiram diversas dúvidas relacionadas à liberação e utilização de Diárias para “Passagens e Despesas com Locomoção”, divergentes do que institui o § 7º, do art.1º, da Resolução 125/2003”, com fortes suspeitas de desperdícios. VERBA INDENIZATÓRIA: Além do salário de R$4.058,00/mês, cada vereador tem direito a uma verba indenizatória de R$600,00/mês, ou seja, R$7.200,00/ano para restituição de gastos no desempenho de suas funções legislativas com impressões gráficas, despesas postais, publicações e manutenção de veículo particular, incluindo combustíveis e lubrificantes. Uma verba desnecessária que, por isso, vem sendo utilizada por alguns vereadores para outras finalidades particulares, com indícios de complementação salarial. Diante do que vem ocorrendo, ela pode ser extinta, visto que os recursos orçamentários, disponíveis no orçamento, são suficientes para a estrutura funcional. A sua extinção não inviabilizará o trabalho dos vereadores e ainda resultará em uma economia de aproximadamente R$40.000,00/ano. Para elucidar os fatos, protocolei dois requerimentos na Câmara: O primeiro, no dia 20 de fevereiro, requerendo esclarecimentos e documentos comprobatórios sobre as divergências encontradas na liberação e utilização das Diárias; e o segundo, no dia 02 de março, solicitando cópia dos documentos fiscais, anexados aos Sub Empenhos, que deram origem à restituição a alguns vereadores através da Verba Indenizatória, nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, por enquanto. Barroso, como os demais municípios, enfrenta uma grande crise. Por isso, para superar as dificuldades é imprescindível reduzir desperdícios e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade do gasto público, possibilitando o aumento dos recursos disponíveis para atender melhor à população. Portanto, reafirmo que, diante dos dados, estou convencido de que é possível economizar gastos no Legislativo Municipal com a liberação consciente e legítima das Diárias de Viagens, especialmente com “Passagens e Despesas com Locomoção; e com a extinção da Verba Indenizatória”. Contudo, não podemos deixar de criticar e cobrar legalidade e moralidade dos atos da administração pública, tanto no Executivo quanto no Legislativo, pois esses devem ser sempre objeto de fiscalização da própria sociedade, com o auxílio do Ministério Público. Por fim, continuarei acompanhando e informando a população sobre os resultados desse trabalho, na certeza de uma Câmara evolutiva e racional. Assim sendo, todos se beneficiarão, pois será bom para os vereadores ilibados, adquirindo mais credibilidade política; ótimo para o legislativo, no fortalecimento da sua condição moral como órgão fiscalizador, e excelente para a comunidade, a principal beneficiada nisso tudo. Que cada um faça a sua parte! “O dinheiro que sobra para a manutenção de privilégios é o que falta para garantir a oferta de serviços essenciais”. Ismar Viana

Projeto Show de Bola é lançado em Barroso Ação visa desenvolvimento social através do esporte Foi lançado, no dia 23 de fevereiro, na sede da fábrica da LafargeHolcim em Barroso, o Projeto Social Show de Bola. A iniciativa da Associação de Cultura, Esporte e Lazer Movimenta Brasil, com patrocínio da LafargeHolcim e parceria da Prefeitura de Barroso e do Instituto Holcim, será desenvolvida ao longo dos próximos 12 meses, com a realização de aulas em quatro modalidades (futsal, basquete, handebol e vôlei) a jovens de 7 a 14 anos. O projeto conta ainda com o apoio do Governo do Estado de Minas Gerais, por meio do Minas Esportiva Incentivo ao Esporte. “A LafargeHolcim entende que o esporte é um poderoso instrumento de transformação

Reunião de lançamento na sede da LafargeHolcim

social. Neste sentido, o apoio ao projeto Show de Bola em Barroso ganha uma dimensão além da prática esportiva em si”, diz Juliano Menezes, gerente-geral da fábrica em Barroso. “Por meio deste projeto, será possível fortalecer a rede esportiva da cidade, a partir do envolvimento de diferentes agentes”, afirma Tatiana Nogueira, coordenadora de Responsabilidade Social do Instituto Holcim. Além do

caráter esportivo, as ações e classes visam ao desenvolvimento social e cidadão dos jovens, por meio de trocas de experiências entre si. O projeto adotará a proposta metodológica de iniciação esportiva nas modalidades de futsal, basquete, handebol e vôlei. As aulas serão ministradas por dois professores de Educação Física que foram selecionados em um edital realizado em janeiro passado.


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Março 2017

“Já matamos até 15 escorpiões por dia”, diz vizinha do cemitério Lixo e falta de dedetização colaboram para o crescimento da praga no local. Vizinhos deram seus depoimentos Bruno Ferreira Repórter

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e para muitos matar uma barata ou até mesmo uma lagartixa ou rato dentro de casa já é uma tarefa difícil, imagina ter que matar todos os dias escorpiões. É pelo que passa a dona de casa Rosilene da Silva Mandu, 45, moradora da Rua 1º de Maio, no Bairro Santa Maria. De acordo com Rosilene, dependendo da época, ela chega a matar 15 escorpiões por dia entre sua casa e a casa da sua sogra, na Rua Julieta. “Tenho um menino de nove anos de idade que praticamente não engatinhou. Eu não tinha coragem de deixar meu filho engatinhar. Ele passou a infância inteira quase que no colo”, explica Rosilene que mora há cerca de 10 anos próximo ao Cemitério. “Minha sogra já foi picada no dedo e já foi para o hospital, aliás, muitos vizinhos aqui também já foram picados. Corremos risco aqui todos os dias. Às vezes estamos assistindo televisão e sobe um na parede ou passa pelo

chão. É um perigo eminente”, relata a moradora que diz nunca ter visto o Cemitério ou as casas no entorno passarem por uma rigorosa dedetização. “É um descaso muito grande conosco, moradores. Estes lixos acumulados e a falta de cuidado dos responsáveis colaboram para essa invasão de escorpiões”, ressalta. A reportagem do Barroso EM DIA também recebeu fotos de entulhos e de lixo no Cemitério e outros relatos de moradores vizinhos, inclusive de tias que tiveram seus sobrinhos picados. “Meu sobrinho tinha 15 anos quando foi picado e levei ele para o Hospital. O médico me disse que se ele tivesse cinco anos a menos teria corrido o risco de morrer”, diz Lúcia Santos, 48, também moradora da Rua 1º de Maio. AUTORIDADES Quando o assunto é a responsabilidade do Cemitério, um novo problema se instaura. Administrado pela Paróquia, o local tem uma espécie de parceria com a Prefeitura que cede alguns funcionários para a reali-

zação de algumas tarefas no local. E é aí que começa o dilema dos moradores. “Já procuramos Prefeitura e Paróquia e é um jogo de empurra e ninguém faz nada”, ressalta. Sobre o lixo, que muitas vezes é acumulado no cemitério, o Barroso EM DIA entrou em contato com a Paróquia e o responsável pelo Cemitério garantiu que a retirada dele é de responsabilidade da Prefeitura, que vem atrasando este recolhimento. O Executivo declarou que o problema está sendo solucionado e que já estão sendo licitados os produtos para a dedetização no Cemitério. NINHO DE ESCORPIÕES Outro problema seriam as árvores que foram plantadas na calçada do Cemitério. Segundo a moradora Lúcia, as raízes, além de quebrar as calçadas, estão servindo de ninhos de escorpiões. “A Vigilância Sanitária esteve aqui e constatou que debaixo destas árvores existem ninhos de escorpiões”, diz. As árvores, segundo a moradora, devem ser retiradas do local. Enquanto as autori-

dades e responsáveis não tomam atitudes drásticas, Rosilene, assim como inúmeros vizinhos, segue na luta, de olhos bem abertos, matando e “colecionando” escorpiões em vidros. “Tenho vários na minha casa. Faço questão de colocar dentro de vidros e mostrar para as pessoas que duvidam da nossa guerra”, conta. VÍDEO COM MAIS DE 50 ESCORPIÕES Além dos relatos desesperadores e depoimentos dramáticos, um dos moradores enviou um vídeo em que é possível ver mais de 50 escorpiões que foram mortos pelo proprietário de uma das casas vizinhas. Posicione o leitor de código do seu celular na imagem abaixo e assista ao vídeo. Senão tiver o aplicativo, baixe na sua loja, basta digitar leitor de código de barras.

Morador chegou a “colecionar” mais de 50 escorpiões

Com atraso, a Prefeitura retirou os entulhos e lixos. Foto enviada por outro morador, Jurandir Moreira

Fábrica vai voltar a realizar coprocessamento em Barroso O comando da LafargeHolcim, em reunião realizada no dia 10 de fevereiro, anunciou que a Unidade Barroso voltará a usar o coprocessamento como fonte de energia para produção de cimento. A tecnologia é considerada uma alternativa sustentável e ambientalmente correta para destinação de resíduos industriais e urbanos que não podem ser reciclados. De acordo o gerente, Juliano Meneses de Melo, os documentos já foram enviados para Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM) para obtenção da Licença Ambiental necessária

para realizar as atividades. A licença pleiteada junto ao órgão ambiental é para a nova fábrica, inaugurada em maio do ano passado. A previsão é de que a LafargeHolcim retorne com a atividade no segundo semestre deste ano, sendo o coprocessamento responsável por 15% da energia gerada para o forno da empresa, que é a única do grupo que ainda não faz uso da prática. LEGISLAÇÃO RIGOROSA Desde setembro de 2014, quando a LafargeHolcim deixou de utilizar o coproces-

samento, a Legislação Municipal ficou mais rigorosa. No mesmo ano em que a fábrica de cimento suspendeu as atividades, Barroso ganhou três leis diretamente ligadas ao coprocessamento. A Lei Municipal 2.558, de autoria do exvereador Fernando Terra, aumentou a alíquota do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) de 4% para 5%, limite máximo para cobrança deste imposto de acordo com a Lei Federal. Já a Lei 2.574, de autoria do vereador Eduardo Pinto (PV), determina que a empresa que use o coprocessamento

faça ampla divulgação de dados como materiais usados, emissões, licenças ambientais e até o valor recebido pela empresa para realizar o procedimento. Por fim, a Lei 2.589, também de autoria do vereador Fernando Terra, criou a Taxa Municipal de Fiscalização Ambiental da Atividade de Coprocessamento. Tal taxa tem o objetivo de custear os serviços de fiscalização a ser cobrada anualmente pelo Poder Executivo. EFEITOS “Os filtros já estão instalados na nova Fábrica”, respondeu

Juliano sobre os questionamentos a respeito das emissões pelas chaminés da LafargeHolcim. Já com relação aos casos de câncer que são sempre indagados, ele disse que sua família mora na cidade, a cerca de 200 metros da Fábrica, e que jamais a colocaria em risco. “Posso fazer toda a defesa baseada em números e diagnósticos positivos, mas prefiro me reportar dessa forma, ou seja, eu colocaria minha vida e minha família em risco se soubesse que traria algum problema?”, declara. Outro ponto interessante levantado na reu-

nião foi sobre a queima dos resíduos na região, por exemplo, a sobra de couro, que gera confusão e atrito entre a Prefeitura e os empresários da cidade vizinha, Dores de Campos, que hoje pagam por isso. De acordo com Pedro Carsalade, do Executivo Comercial, existe a possibilidade de uma conversa entre as autoridades locais e a empresa para que este resto de material possa ser coprocessado. “É preciso fazer um estudo, ter as licenças de ambas as partes, mas é possível sim uma conversa”, diz.


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Março 2017

Carnaval retorna ao centro, mas população reprova Maioria das pessoas opinou contra a realização do evento no centro da cidade em enquete Bruno Ferreira Repórter

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hegou ao fim mais uma edição do Carnaval de Barroso. Uma série de atrações abrilhantou os seis dias de folia no centro da cidade, novidade deste ano de 2017. Além dos dois dias de desfile das Escolas de Samba, destaque para os blocos, em especial para o Boi Mamado, que abriu o carnaval, e para a Caminhada Alcoológica, que é hoje, sem sombras de dúvidas, o maior evento da festa popular barrosense. Mas nem tudo foi festa. Transtorno no trânsito central, desaprovação popular, brigas e até disparos de arma de fogo marcaram o carnaval negativamente. A festa começou na quinta-feira (23), arrastando a multidão com o desfile do Bloco Boi Mamado. Na sextafeira (24), foi a vez do Bloco Criançada Feliz e Bloco do Lar desfilarem pelo centro da cidade. Os Patrões também abrilhantaram a festividade. No sábado (25), Santa Maria, Unidos da Ponte e Unidos da Avenida deram o ar da graça na passarela do samba. No domingo (26), mesmo com chuva, o agito continuou com a 3ª Edição da Caminhada Alcoológica, quando uma massa caminhou pelas ruas de Barroso. Já na segunda-feira (27), os barrosenses prestigiaram o segundo dia de desfile das escolas de samba do município e o TDB trouxe Mc Marcinho em uma festa particular para celebrar os seus 10 anos de história. O encerramento do carnaval contou com mais desfile dos blocos da cidade, além dos shows do grupo Safadir e da cantora carioca Marina Júlia, que na tarde da

terça-feira se apresentou no Bar do Meio em um evento realizado pelos Brahmeiros. À noite, Marina subiu no palco do evento na Praça e fez a festa do povo. TIROS E FACADA O ponto negativo do carnaval aconteceu, principalmente, na noite de sábado (25), em que ocorrências de disparos de arma de fogo foram registradas pela Polícia Militar. Segundo a PM, dois ocupantes em uma moto preta fugiram em alta velocidade, tendo o ocupante da garupa efetuado três disparos. Um dos tiros acertou um dos apartamentos do prédio do Mercadinho Central, onde se localizava o trio elétrico do evento. Por sorte, ninguém da residência foi atingido, mas a bala atravessou o vidro e acertou o teto do quarto. Minutos depois, um outro disparo de arma de fogo foi constatado pela PM e a situação ficou tensa na cidade. Um segurança levou uma garrafada na cabeça e foi levado para o Hospital Macedo Couto. Os autores não foram identificados. Segundo dados da PM, das ações e operações realizadas no período compreendido das 18 horas do dia 23/02/2017 (quinta-feira) até às 07 horas do dia 01/03/2017 (quarta-feira), foram 81 registros, sendo que oito estão ligadas diretamente com a festividade. Além dos disparos, destaque negativo para a lesão corporal causada por faca durante uma briga e também lesão corporal causada por agressão física, vitimando um policial militar da Polícia Rodoviária Estadual que estava de folga e à paisana em Barroso. No que diz respeito ao público presente, a PM infor-

Tiro acertou a janela do apartamento

mou que a precisão de dados ficou prejudicada devido ao fato de os foliões não terem ficado concentrados em um determinado local. Eles permaneceram espalhados ocupando as praças Sant´Ana e Salvador Silva, bem como as ruas vicinais do centro da cidade, mas estima-se uma média de 2 a 3 mil pessoas por dia. ENQUETE Em uma enquete realizada na Fanpage e no site do Barroso EM DIA, a maioria dos internautas, 78%, reprovou o carnaval no centro da cidade. Já 22% foram a favor. A pergunta: “Você aprovou o carnaval no centro?” foi publicada no site e na Fanpage do Barroso EM DIA, às 16h, da quarta-feira de cinzas e ficou no ar até às 16h, da sexta-feira (3), ou seja, apenas 48h. E os números surpreenderam: ao todo, entre site e Facebook, foram mais de 900 votos, ou seja, mais votos obtidos pelo jornal que pela Prefeitura quando o questionamento aconteceu para a mudança da localização do evento. Apesar de requerer apenas a resposta #sim ou #não, muitos internautas aproveitaram para fazer suas críticas e elogios. É o caso do empresário e fotógrafo Leandro Cerqueira, que optou pelo #não e disse que o trânsito fica prejudicado com o carnaval no centro. Assim como Leandro, que investiu em madeirites para reforçar a segurança da sua loja, que por sinal fica perto do local onde foi instalado o trio elétrico, outros comerciantes da parte baixa, que também tiveram que investir em proteção, também reclamaram sobre o local da festa. Por outro lado, apesar de ter sido a opinião da minoria, 22%, sobraram elogios para a realização no centro. “Espaço no centro é muito melhor. Já na Avenida ou você sobe para o som de cima ou simplesmente desce. Já no centro temos a oportunidade de curtir perto do Point do Açaí, perto do Trailer do Ronaldo, perto do Gambá e ainda perto da Loteria. Ainda é mais fácil esconder das chuvas embaixo das marquises aproveitando o carnaval”, diz Alana Dias que votou na #sim. Divergências à parte, a pesquisa de opinião popular teve exatos 904 votos entre site e Facebook.

Carnaval retornou ao centro

A secretária de Cultura e Turismo do Município, Renata Nogueira, que esteve à frente do seu primeiro carnaval no cargo, fez questão de comentar o resultado da enquete. “Acho perfeitamente natural e sadio surgirem as opiniões pós-carnaval. Isto serve para fazermos uma avaliação para 2018. A Secretaria de Turismo e Cultura tentou ao máximo minimizar os transtornos que um evento de vários dias pode causar. A verdade é que o trânsito no centro de nossa cidade, independente de festa, já não é mais o mesmo. Há muito fluxo de veículos sem a quantidade suficiente de locais para estacionar e muito trânsito de pedestres também. Fato que já está sendo avaliado pela atual

administração. O povo de Barroso escolheu que o carnaval fosse no centro e nós o fizemos. Estamos aguardando outros dados sobre o evento para melhor estruturarmos outros eventos que

possam vir a acontecer no centro, incluindo o carnaval de 2018. Todas as opiniões e sugestões serão analisadas e bem-vindas”, agradece Renata.

Estandarte de Ouro O Presidente da Escola de Samba do Santa Maria, Marquinhos Dutra, no dia 21 de fevereiro, no Bairro Santa Maria, recebeu das mãos do carnavalesco Antônio Maria Claret de Souza, o Tonho, o Estandarte de Ouro Melhor Samba-Enredo 2017. Na oportunidade, Marquinhos agradeceu o prêmio e o “dividiu” com toda a escola. “Este prêmio é de toda a escola. Já começamos com o pé direito. Obrigado à população que votou e ao Barroso EM DIA que está sempre apoiando a cultura barrosense”, diz. Já Tonho parabenizou todas as escolas pelo envolvimento e dedicação ao carnaval de Barroso. A

Santa Maria levou o Estandarte de Melhor Samba-Enredo

escola obteve 43% dos votos, ou seja, 90 votos e foi a agremiação a mais votada na enquete que foi realizada no site do Barroso EM DIA, levando assim o Estandarte de Ouro Antônio Claret de

Souza. Em segundo lugar, aparece a Ponte, com 31%, 64 votos e em terceiro, a Unidos da Avenida com 26%, 55 votos. Ao todo, foram 209 votos.


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