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jornal curumim pipoca no cinema

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nĂŁo pode ser vendido separadamente Domingo, 1 de setembro de 2019


Domingo, 1 de setembro de 2019

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Repórter Curumim

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Burger King traz brindes de Liga da Justiça ao King Jr No total são 8 personagens: Batman, Mulher-Maravilha, Coringa, Mulher-Gato, Superman, Arlequina, Flash e Batgirl. Os bonecos trazem um visual muito bonito com um estilo mais cabeçudinho, que lembra bastante os famosos Funko Pop!. A novidade já está disponível nos restaurantes do Burger King espalhados por todo o Brasil. Os consumidores levam como brinde na compra do King Jr, mas também podem adquirir os brinquedos separadamente nas unidades do BK pelo preço de R$ 14,90.

Garrafas de ‘Star Wars’ da Coca-Cola são banidas de voos nos EUA A Coca-Cola e a Disney fecharam uma parceria para a produção de garrafas exclusivas de ‘Star Wars’ para venda nos parques temáticos da franquia na Disney World. As garrafas Star Wars da Coca-Cola que estão disponíveis em quatro versões para os produtos Coca-Cola, Diet Coke, Sprite e água Dasani possuem embalagens que se assemelham ao invólucro de um detonador termal da mitologia da franquia. E essa semelhança com o explosivo faz com que o Departamento de Segurança cheguasse a decisão de proibir o embarque do produto em voos comerciais. Até o momento não houve nenhum posicionamento da Disney ou Coca-Cola sobre o assunto.

Curumim é uma publicação da

Amazônia O último herói da

Expediente Diretor Presidente Mário Adolfo

Diretor Executivo Mário Adolfo Filho

Diretor de Criação Marcus Vinícius

Desing e ilustração Carol Cavalcante

Editoração eletrônica Victor Costa (MTb-359/AM)

contatos:

99984-8570 Avenida Constantino Nery, edifício Empire Center, Chapada - Manaus


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3 CURUMIM ADVERTE: PIPOCA FAZ BEM À SAÚDE Pode até ser psicológico, mas eu não consigo entrar numa sala de cinema se não levar a minha pipoca. Tem coisa melhor que assistir a uma boa fita comendo o crocante grão de milho estourado, bem quentinho? De vez em quando eu costumo dizer que, ao invés de invadir as terras dos índios, permitir presença de garimpeiros em suas terras e levar doenças para os índios, nós deveríamos estar aprendendo com eles. Isso mesmo, você sabia que foram os índios que inventaram a pipoca? É verdade! A pipoca já era apreciada pelos nativos americanos muito antes da chegada dos europeus. A pipoca, na verdade, é um alimento milenar, que foi introduzida na alimentação das pessoas na América e através dos índios. Inclusive seu nome deriva do tupi, “pi” que significa pele e “poka” referente a estourar. Em outras palavras, pipoca significa “estalando a pele”. Desta forma, os povos que chegaram nas novas terras descreviam o lanche como um alimento salgado derivado do milho e que tinha grande utilização pelos povos nativos da América. Os índios usavam a pipoca até como guirlandas e adereços

de cabeça. Já pensou? Estudos mostram grande benefícios da pipoca porque contem fibras, polifenóis, antioxidantes, vitaminas do complexo B, manganês e magnésio e seu consumo pode trazer inúmeros benefícios à saúde. Atualmente há pesquisas que mostram que a pipoca pode conter mais antioxidante e ser mais eficiente ao sistema imunológico do que muitas frutas e hortaliças. Mas tem uma coisa. Cuidado com a forma de preparar a pipoca, hein! Dependendo da forma como é consumida, pode quase que anular os benefícios da pipoca. O seu limite como um alimento saudável termina quando começa a adição exagerada de sal, manteiga, conservantes industrializados ou outros aromas e coberturas sobre ela. O calor é tudo o que o milho de pipoca precisa para estourar. E agora que você leu tudo isso, que tal pedir para a mamãe fazer uma pipoquinha quentinha e correr para assistir um filme na TV? Afinal, hoje não tem aula. Oba! Então, bom domingo, curuminzada!


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Quem inventou a Curumim chegou da cidade trazendo um saquinho e mastigando de forma deliciosa. Mastigava com tanto gosto que deixou a tartaruga Sarah Patel e sua amiguinha, a indiazinha Murupí com água na boca. —Chomp! Chomp! Chomp! – mastigava o indiozinho. — Mas rapaz, o que será que o Curumim tá comendo, Murupí? – perguntou a tartaruga. — Sei não, tartaruga, mas seja lá o que for é crocante e parece delicioso! – respondeu a indiazinha. — Ei Curumim! O que tu estais comendo, indiozinho maroto? – perguntou Sarah Patel. — O nome é pipoca. Fui em Manaus e resolvi entrar no cinema. Lá, os carinhas só assistem filmes comendo pipoca. É uma delícia!

Gentil, Curumim ofereceu um pouco de pipoca e as “meninas” mastigaram deliciosamente. — Puxa vida! Que coisa gostosa essa pipoca! Quem inventou isso, Curumim? — Ah, garotas. Aí vamos ter que falar com o pajé Pacatatu. Ev lá foram eles, conversar com o pajé. — Ei, Pajé Pacatatu, o senhor sabe quem inventou a pipoca? — Não só sei quem inventou como também já fiz pipoca na aldeia! — Não me diga, índio velho! E quem foi o gênio que inventou essa delícia? – empolgou-se Sarah Patel. — Ah, vocês vão cair duro. Quem inventou a pipocas foram os nossos antepassados índios. — Não me diga! Eita povinho inteligente! – gritou Curumim. Com sua voz mansa e fumando seu velho cachimbo fedorento, o Pajé Pacatatu contou a bela história da pipoca: — Ninguém sabe ao certo. Há indícios de que no Antigo Egito, na Antiga China e na Civilização Inca já se comia pipoca, mas tudo

indica que ela surgiu na América há mais de mil anos. Os primeiros europeus que chegaram ao continente descreveram a pipoca, desconhecida para eles, como um salgado à base de milho usado pelos índios tanto como alimento quanto como enfeite para o cabelo. — Já pensou? Enfeitar cabelo com pipoca? Hi, hi, hi – riu a indiazinha Murupí. — É verdade Murupi – completou o Pajé. Os índios astecas usavam a pipoca em diversas cerimônias. O navegador espanhol Bernardino de Sahagun fala em seus escritos que, em uma delas, as mulheres dançavam usando coroas feitas com o petisco. Sementes de milho usadas para fazer pipoca foram encontradas por arqueólogos não só no Peru, como também no atual Estado de Utah, nos Estados Unidos, o que sugere que ela fazia parte da alimentação de vários povos americanos. — Mas eles já fazia pipoca na panela? – perguntou Curumim. — Ainda não. Inicialmente os índios


a Pipoca?

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5 preparavam a pipoca com a espiga inteira sobre o fogo. Depois, eles passaram a colocar só os grãos sobre as brasas até inventarem um método mais sofisticado: cozinhar o milho numa panela de barro com areia quente. O princípio é sempre o mesmo: fazer o grão de milho explodir. Algumas tribos indígenas americanas costumavam dizer que os espíritos viviam dentro de cada grão de pipoca. Os espíritos estavam em paz, mas quando suas “casas” eram aquecidas eles ficavam furiosos, fazendo com que o grão pulasse e finalmente estourasse libertando o espírito, que saía sob a forma de uma névoa. Mas atenção: não se deixe enganar! O que acontece é que dentro de cada grão de pipoca existe uma pequena quantidade d’água, cercada por uma pequena camada macia. Quando você aquece o grão de pipoca, seja com óleo ou microondas, essa água começa a se expandir, e a pressão se torna tão intensa que ela explode o grão e expande a camada macia, que é a

parte branca da pipoca (onde você coloca sal). Essa é a verdadeira explicação científica de porque a pipoca estoura. — Mas pipoca não engorda? Estou com um corpinho tão bonitinho! – questionou Sarah Patel. — Pipoca é milho, tartaruga, e contém fibras solúveis, carboidratos complexos, alta quantidade de proteína, além de sais minerais importantes para a nutrição, como ferro e cálcio. Moderando o sal e evitando a gordura ou manteiga, pode-se comê-la normalmente, mesmo estando de dieta. — Ah, meu indiozinho, para haver fogo, é preciso combinar: fontes de ignição (naturais, como raios, ou antrópicas, como isqueiros ou cigarros); material combustível (ter o que queimar, como madeiras e folhas); e condições climáticas (seca). Mas aí, quando querem fazer roças, fazendeiros e a própria população rural toca fogo no mato. No caso da Amazônia, quase todas as queimadas são

associadas à atividade humana. É o homem botando fogo, de forma irracional e pensando somente nos seus interesses. É claro que, em alguns casos, menos comuns, há os incêndios acidentais, causados por pontas de cigarro, casos de incêndios espontâneos, provocados por raios. Mas são raros e não se alastram porque às vezes a floresta não está tão seca. Outra prática comum que causa queimadas é a grilagem. Mello explica que grileiros. — Mas por que o chefe os homens brancos não combate as queimadas, Pajé Pacatatu? – cutucou Curumim. — Você quer dizer, o governo federal, não é. O caso é que combate, mas nos últimos tempos o governo não tem investido na fiscalização e aí as queimadas cresceram. Infelizmente, de acordo com os dados do Inpe, a metade delas está na Amazônia neste ano. — Chuif, é de cortar o coração! Tupã vai ter muito trabalho ara replantar o que foi destruído!


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VAMOS COLORIR


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7 CURI

• Tio Sam pipoqueiro

SIDADES

Fatos divertidos que você nem imaginava

Os maiores consumidores de pipoca são os americanos. Cerca de 17 bilhões de litros desse alimento são consumidos a cada ano. Apenas para ilustrar, essa quantidade poderia preencher o Empire State Building 18 vezes;

• Antes do Colombo

• Milho estourado

• Pipoca gigante

A palavra pipoca tem sua origem do tupi e significa milho “rebentado” (estourado);

A PIPOCA

• Astecas

Segundo registros, os astecas acreditavam que existiam espíritos dentro da casca do milho e a transformação em pipoca era considerada um fenômeno sobrenatural;

• Enfeite de cabeça

Os índios astecas usavam a pipoca em diversas cerimônias. Coroas, colares e ornamentos com a pipoca enfeitavam as estátuas dos deuses;

• Água no grão

Os grãos de milho armazenam água na parte interna, por isso o milho se transforma em pipoca. Com o calor, a água evapora e faz com que a casca do milho estoure e o grão se torne uma massa de amido e fibras;

A origem da pipoca ainda é desconhecida, mas pesquisas apontam que ela já era consumida pelos índios da América bem antes de Cristóvão Colombo descobrir o continente; 3,65 metros de diâmetro e 2.267 quilos: esse era o tamanho da maior pipoca do mundo, de acordo com o Guinness Book, o livro dos recordes. Foram necessários 2.000 quilos de milho, 40.000 quilos de açúcar, 280 galões de xarope de milho e 400 galões de água;

• Matou fome na crise

A pipoca se tornou bastante popular nos Estados Unidos durante a Grande Depressão, ocorrida em 1929, principalmente em função ao preço acessível à população pobre;

• Pipoca de Micro-ondas

A pipoca de micro-ondas surgiu em 1940. O Brasil é considerado o segundo país que mais consome pipoca de micro-ondas, vendendo cerca de 70 toneladas anualmente.

SALV EO

Kipling, Timberland e Vans suspendem compra de couro brasileiro

Qual origem da palavra Rock’n’Roll? O rock é um movimento musical norte americano, com música bastante agitada e intensa, e ligado aos jovens. O rock’n’ roll poderia ser traduzido, de maneira mais livre, no sentido de agito, rebeldia, que acabou popularizando esse período da música popular nos EUA.

NETA A PL

A VF Corporation, empresa americana que controla 20 marcas de vestuário e calçados - entre elas a Timberland, Vans, Kipling e The North Face, confirmou nesta que não vai mais comprar couro de produtores brasileiros. O anúncio ocorre em meio à crise ambiental e de imagem que o Brasil enfrenta por causa das queimadas e aumento do desmatamento na Amazônia. A empresa diz que só vai retomar compras quando tiver segurança de que o material não contribui para a degradação do meio ambiente.


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jornal curumim pipoca no cinema by Victor Rodrigues da Costa - Issuu