Boletim Diário ECONOMIA | EMPRESAS E MARCAS
Quinta - feira, 27 de Julho de 2026, Ano 06, n0 967 Contacto: +258 871 850 850
Editor: Aurélio Muianga | Paginação: Cleiton Chemane
e-mail: redaccao@mbc.co.mz
DEPÓSITOS A PRAZO RECUAM 2% EM JUNHO PARA 295,9 MIL MILHÕES DE METICAIS
O
s depósitos a prazo no sistema bancário moçambicano recuaram 2% em Junho de 2026, face ao mês anterior, para 295,876 mil milhões de meticais. O valor compara com os 302,043 mil milhões de meticais registados em Maio, correspondendo a uma redução mensal de 2,0%. Em termos homólogos, os depósitos a prazo registaram uma queda de 3,3%, face aos 305,871 mil milhões de meticais contabilizados em Junho de 2025. Segundo dados do Banco de Moçambique (BdM), citados pelo "D.E", os depósitos a prazo iniciaram 2026 nos 304,675 mil milhões de meticais, em Janeiro, tendo recuado em Fevereiro e Março. Em Abril, recuperaram, antes de voltarem a cair em Maio e Junho. O máximo histórico mantém-se nos 305,871 mil milhões de meticais, alcançados em Julho de 2025. Em sentido contrário, os depósitos à ordem retomaram a trajectória de cresci-
mento em Junho, atingindo 515,145 mil milhões de meticais, contra 501,385 mil milhões de meticais em Maio. Em Junho de 2025, estes depósitos situavam-se em 452,447 mil milhões de meticais. No conjunto, os depósitos bancários as-
cenderam a 811,021 mil milhões de meticais em Junho, acima dos 803,428 mil milhões de meticais registados no mês anterior. O crescimento dos depósitos à ordem compensou, assim, a redução dos depósitos a prazo.
APME ESPERA QUE PAVILHÃO DAS MPMES NA FACIM FACILITE FECHO DE NEGÓCIOS
A
quatro dias do arranque da 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM-2026), o presidente da Associação das Pequenas e Médias Empresas (APME), Pedro Silva, considera que a criação, pela primeira vez, de um pavilhão exclusivo para Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) e cooperativas poderá constituir uma importante plataforma para a concretização de negócios. Pedro Silva, que falava esta quarta-feira (26), na janela “A Caminho da FACIM”, do Jornal da Noite, da MBC.TV, explicou que o espaço pretende concentrar a oferta das MPMEs, facilitar contactos comerciais e criar novas oportunidades de negócio para o sector. Para o responsável, as empresas nacionais ainda não têm conseguido tirar o devido proveito da participação em feiras anteriores, defendendo que a FACIM
deve ser utilizada para aproximar as MPMEs de investidores nacionais e estrangeiros. “Nós não fazemos negócios. Temos de começar a fazer negócios e, com esta
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plataforma e a oportunidade de ter investidores nacionais e internacionais, temos de potenciar as nossas micro, pequenas e médias empresas para que possam crescer”, afirmou.