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Summit Climate Ventures

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1ยบ SUMMIT climate ventures 2018


A mudança não virá se esperarmos por outra pessoa ou outros tempos. Nós somos aqueles por quem estávamos esperando. Nós somos a mudança que procuramos.” Barack Obama


POR QUE MEDIR O IMPACTO? Um dos temas mais relevantes no mercado de organizações de impacto na atualidade é a gestão do impacto social, ambiental e econômico gerados. Os direcionamentos internos das instituições para essa temática visam incrementar a compreensão sobre os resultados de impacto e implementar ações de potencialização da agenda positiva e mitigação das externalidades negativas, além de ampliar a efetividade da participação e comunicação dos esforços emprenhados para os stakeholders envolvidos em suas cadeias. O processo de medição de impacto está em pleno desenvolvimento e há muito não se via um movimento tão maduro em prol dessa abordagem, que possui, hoje, diversas linhas de pensamento e de estruturação. O relato do impacto, por parte dos responsáveis das organizações, tem sido alvo de esforços de pesquisa e desenvolvimento de vários centros pelo mundo, e no Brasil não é diferente. Esbarra-se no tema nos mais diversos cenários e organizações. Mesmo com todo o empenho, a mensuração e gestão do impacto são temas em maturação no cenário operacional de diversos setores, constituindo-se em oportunidade de investimento para os diversos atores de mercado.

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Neste trabalho utilizamos três matrizes globais como referência para traduzir os impactos do 1º Summit da Climate Ventures, que são:

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU - Agenda 2030 Materializam o estudo feito por 193 países sobre as principais problemáticas socioambientais do mundo.

IRIS (Impact Reporting and Investment Standards) Catálogo de métricas de performance amplamente aceitas e usadas por investidores de impacto.

GRI (Global Reporting Initiative) Pioneira em relatórios de sustentabilidade desde 1997

“A mensuração e gestão dos impactos socioambientais gerados por projetos e negócios são pilares fundamentais para a potencialização dos seus resultados positivos e mitigação das externalidades negativas para a sociedade e o meio ambiente. Esses processos permitem uma maior transparência e confiabilidade da atuação organizacional, com ampliação da comunicação e envolvimento dos stakeholders em sua operação. O Relatório de Impacto é uma materialização desse movimento institucional, constituindo-se em ativo para as organizações ampliarem a sua ação transformadora.”

Gabriela Ferolla COO ImpactLAB

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OUVIR O DESAFIO Atingimos um momento crítico para o futuro do nosso planeta. As mudanças climáticas nos desafiam a inovar, buscar novos caminhos de desenvolvimento e formas de fazer negócios. As metas que buscam limitar o aquecimento global, estabelecidas em 2015 durante a COP21 em Paris, são ambiciosas e dependem de um imenso esforço coletivo de governos, sociedade civil e do setor empresarial. Após décadas de estudos,publicações, recomendações e metas estabelecidas, precisamos mais do que nunca de ações concretas para que a economia de baixo carbono se torne uma realidade.

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CONSTRUIR A SOLUÇÃO

Uma idealização;

2018 marcou o nascimento da Climate Ventures articulando lideranças das esferas de clima, tecnologia e negócios. Plataforma de inovação multisetorial com o propósito de acelerar uma economia regenerativa e de baixo carbono no Brasil.

LAB DE INOVAÇÃO

CÉLULA DE CONHECIMENTO

CHAMADA DE BONS NEGÓCIOS PARA O CLIMA

A plataforma foi estruturada com base em referências

U.Lab desenvolvido no MIT/EUA pelo Presencing Institute e o e-Lab, do Rocky Mountain Institute , ambos thinking partners desta iniciativa.

globais para transformação de sistemas, como o

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íNDICE

SUMMIT 2018 10 SOBRE A CLIMATE VENTURES 09 SUMÁRIO 07 INTRODUÇÃO 05 POR QUE MEDIR O IMPACTO 03

MENSURAÇÃO DE IMPACTO 15 MAPA DE ODS 22

DEPOIMENTOS 26 FUTURO DA CLIMATE 28 FICHA TÉCNICA 30

7


A estratégia da Climate Ventures em 2018 contou com 3 frentes principais de atuação:

LAB DE INOVAÇÃO Construção de uma comunidade viva e pujante de líderes realizadores

CÉLULA DE CONHECIMENTO A sistematização e disseminação de conhecimento buscando engajar novos atores

CHAMADA DE BONS NEGÓCIOS PARA O CLIMA Conexão profunda com empreendedores e startups que têm o potencial de transformar o paradigma de como fazemos negócios

10

Protótipos construídos

1

Mapa do Conhecimento

315

Negócios mapeados

+50

Instituições participando

29

Mentores

CONFIRA OS PRIMEIROS RESULTADOS DO LAB DE INOVAÇÃO 2018

ACESSE O LINK

VEJA A ANÁLISE DO MAPEAMENTO DA 1º CHAMADA BONS NEGÓCIOS PELO CLIMA

8


O 1ยบ SUMMIT climate ventures 2018

9


O SUMMIT 2018

O Summit reuniu em São Paulo, no dia 22 de novembro de 2018, cerca de estão

200 atores do ecossistema , que

pesquisando

e

desenvolvendo

soluções

em

resposta às mudanças climáticas. Entre eles estavam empreendedores,

pesquisadores,

empresários,

investidores, startups e representantes de projetos e movimentos sociais. O evento contou com o fechamento e apresentação dos protótipos trabalhados no Lab de Inovação, com a apresentação da Chamada de Bons Negócios Pelo Clima e das Startups selecionadas, além da realização de Rodadas de Negócios, Feira de Expositores e Premiação das melhores startups pelo clima 2018.

Realização

Co-Realização

Apoio

Parceiros Estratégicos

10


o que aconteceu

Fechamento do Lab de inovação Climate Ventures

Pitch das 10 melhores startups mapeadas na Chamada de Bons Negócios pelo Clima para investidores

VESPÉRA DO EVENTO Workshop “Meu Pitch de Impacto” com o objetivo de treinar e aprimorar a apresentação das startups selecionadas para parceiros e investidores

Apresentação dos 10 Protótipos criados no Lab de Inovação

Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, apresentou o mais recente relatório "Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Brasil 1970 2017", no Summit do Clmate Ventures 2018

+5H DE CAPACITAÇÃO +7H DE MENTORIAS ONLINE + CONVIDADOS ESPECIAIS

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Lançamento da Publicação e do Protótipo #DaviGo: “Como matar uma startup” Reflexões e recomentações sobre a conexão duradoura e replicável entre startups de impacto e grandes empresas

Rodada de Negócios

4 51 58

rodadas oportunidades de negócio

Ato de abertura com Tudoquetocotutocas Música Instrumental: "Quede água?"

conexões

Feira de Expositores

Análise do 1ª mapeamento de Bons Negócios pelo Clima

Lançamento da Impulsionadora 2019

12


Premiaçþes e Reconhecimentos

13


+1615 conexões feitas 7 a 9 conexões por pessoa.

Faz parte do objetivo da Climate Ventures, conectar as esferas de clima, tecnologia, negócios e finanças em uma plataforma de inovação e ação coletiva e por isso, as conexões feitas entre os negócios são de grande importância.

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MENSURAÇÃO DE IMPACTO DO EVENTO

Participantes de

11

Brancos

Estados diferentes

92%

Classe social dos participantes

71%

São Paulo

8%

Minas Gerais

4%

Rio de Janeiro

38

A

21%

B

33%

C

31%

D

3%

Mulheres

45%

5%

Pardos

3%

Prefiro não dizer

Homens

55%

média de idade dos participantes

15


Papel dos participantes no ecossistema:

Demanda de Capital 31% Oferta de Capital 27% Empresas 13%

Área de interesse dos participantes:

Finanças e Negócios

19,02%

Tecnologia e Inovação

17,79%

Floresta

17,18%

Energia

9,82%

Resíduos

7,98%

Empreendedor 12%

Agropecuária

7,36%

Intermediário 8% Outros 7%

Água

6,75%

Mudanças no Uso da Terra

5,52%

Políticas Públicas

5,52%

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Considerando o tipo de atuação, temos os seguintes resultados: Serviços

Produtos

22%

27

Contratos de prestação de serviço foram feitos para a execução do Summit

não era fornecedor já era fornecedor

33%

já praticam ações intencionais de impacto

22%

A maior parte dos fornecedores é equilibrada com representantes tanto do sexo feminino quanto masculino mas quando há apenas um representante, ele é em sua maioria do sexo masculino.

41% 19%

O que representa uma oportunidade para maior engajamento de toda a cadeia na temática.

Produtos Serviços

Homens e Mulheres

Mulheres

37%

Homens 17


Os participantes foram questionados quanto às práticas ambientais realizadas dentro das instituições e empresas em que atuam.

68%

55%

Avaliação de fornecedores com base em seu desempenho social e ambiental

37%

Reciclagem de resíduos

55%

Assistência ao desenvolvimento e despesas com conservação e uso sustentável da biodiversidade e dos ecossistemas

13%

não aplicam nenhuma das ações descritas acima

24%

Reciclagem e reuso de água

45%

Uso de insumos reciclados

49%

aplicam de 1 a ações descritas acima

Compra m de energia gerada a partir de fontes renováv eis

37%

Controle de emissão de gases de efeito estufa (GEE)

3

36%

aplicam de 4 a ações descritas acima

7

18


EMISSÕES DE CO2 DO 1º SUMMIT CLIMATE VENTURES Com base no meio de transporte e quilometragem percorrida, consumo de energia elétrica dos equipamentos e resíduos sólidos gerados no evento, foi possível estimar as emissões de Gases de Efeito Estufa através da ferramenta do Programa Brasileiro GHG Protocol:

Deslocamento por avião, deslocamento organizadores e resíduos sólidos As emissões do evento somaram

Deslocamento dos participantes

Total Escopo 3 Energia elétrica

Total Escopo 1

1,170 tCO2e Emitidos

8,074 tCO2e

9,873 CO2 (t)

Emitidos Total Escopo 2

0,029 tCO2e Emitidos

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COMPENSAÇÃO CLIMATE VENTURES

1,8 mil m serão

A Climate Ventures fechou uma parceria com

2

o Programa Carbono Neutro Idesam para

reflotrestados até 2019.

neutralizar as emissões de CO₂ de toda a parte logística e de consumo de energia elétrica de

O modelo de plantio utilizado desde 2010 pelo

todos os encontros realizados no ano de 2018 pela plataforma, por meio do plantio de mudas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã.

50,3 ton

de carbono emitidas no meio ambiente

compensadas através do plantio de 185 árvores

5.961,46

Sistema Agroflorestal (SAF)

– é

R$ foi o valor do custo social referentes a danos ambientais causados pelas emissões .

uma forma de uso da terra que combina

Via Environmental Priority Strategies

agricultor, permitindo a diversificação da

espécies

arbóreas

(frutíferas

e/ou

madeireiras) e cultivos agrícolas: os dois elementos interagem ecologicamente e se complementam, otimizando a produção do produção e o uso mais eficiente dos recursos naturais.

Foram produzidos

resÍDUOS

Programa Carbono Neutro Idesam – chamado

100 KG

de resíduos orgânicos gerados no evento

Os resíduos orgânicos foram compostados pela Morada da Floresta 20


conheça os ODS

líderes dos 193 Estados-membros das Nações Unidas aprovaram , p o r c o n s e n s o , e m N o v a I o r q u e , a a d o ç ã o d a Agenda 2030 e d o s 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Em 25 de setembro de 2015,

O novo marco da comunidade inter nacional foi o re sultado de um processo que teve início na Conferência Rio+20, em 2012. No cerne do documento e s t á a preocupaç ão em integr ar os trê s pil are s do desenvolvimento — social, econômico e ambiental. O seu surgimento iniciou muito antes, em 2000, quando foram aprovados os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que perdurou por 15 anos e muito se aprendeu sobre medição dos impactos globais. Foi um grande movimento de globalização, colaboração e aprendizado, que permitiu um avanço sem sombra de dúvidas que não tinha precedentes. O Brasil foi referência na implementação dos ODM no mundo. Uma grande evolução do modelo anterior, os ODM, para o atual, os ODS, foi o envolvimento maior de toda a comunidade. Por isso a tradução dos impactos gerados pelo Summit tendo como base o entendimento do projeto em apoio aos objetivos globais se faz importante e necessário, por um lado apoiando o movimento global que busca soluções para problemas complexos, e por outro lado mostrando o alinhamento do projeto que atua localmente em prol de um propósito maior.

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OS PRINCIPAIS OBJETIVOS DA ONU QUE MAIS REPRESENTAM A ABORDAGEM DO 1º SUMMIT CLIMATE VENTURES

Esta análise foi realizada com a aplicação de metodologia exclusiva, desenvolvida pela ImpactL AB, sobre a influência proporcional dos ODS na abordagem e propósito do 1º Summit Climate Ventures. O trabalho resultou na definição da relação de cada objetivo com análise por meta, traduzida no Mapa de ODS, como mostra a figura ao lado.

O Mapa de Afinidades possui como objetivo permitir uma análise estratégica do impacto gerado pelo evento por cada problemática trazida pelos ODS. Essa análise possibilita o alinhamento da estratégia do Summit com as diretrizes e tendências globais de impacto e inovação.

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Metas

Analisando mais profundamente os 4 primeiros Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU selecionados após aplicação de metodologia do Mapa de ODS, realizamos a priorização das metas que mais se conectam com a abordagem do Summit. 13.3 Melhor ar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima

13 - Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos

Unfccc Unfccc Unfccc

13.a Implementar o compromisso assumido pelos países desenvolvidos par tes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima [UNFCCC] para a meta de mobilizar conjuntamente US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020, de todas as fontes, para atender às necessidades dos países em desenvolvimento, no contexto das ações de mitigação significativas e transparência na implementação; e operacionalizar plenamente o Fundo Verde para o Clima por meio de sua capitalização o mais cedo possível.

13.B Promover mecanismos par a a criação de capacidades par a o planejamento relacionado à mudança do clima e à gestão eficaz, nos países menos desenvolvidos, inclusive com foco em mulheres, jovens, comunidades locais e marginalizadas.

15.2 Até 2020, promover a implementação da gestão sustentável de todos os tipos de florestas, deter o desmatamento, restaur ar florestas degr adadas e aumentar substancialmente o florestamento e o reflorestamento globalmente

15 - Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade.

15.9 Até 2020, integrar os valores dos ecossistemas e da biodiversidade ao planejamento nacional e local, nos processos de desenvolvimento, nas estratégias de redução da pobreza e nos sistemas de contas

15.A Mobilizar e aumentar significativamente, a partir de todas as fontes, os recursos financeiros para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos ecossistemas.

15.b Mobilizar recursos significativos de todas as fontes e em todos os níveis para financiar o manejo florestal sustentável e proporcionar incentivos adequados aos países em desenvolvimento para promover o manejo florestal sustentável, inclusive para a conservação e o reflorestamento

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12.2 Até 2030, alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais

12.6 Incentivar as empresas, especialmente as empresas grandes e transnacionais, a adotar práticas sustentáveis e a integrar informações de sustentabilidade em seu ciclo de relatórios.

12 - Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis

12.8 Até 2030, garantir que as pessoas, em todos os lugares, tenham informação relevante e conscientização para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em harmonia com a natureza

7.2 Até 2030, aumentar substancialmente a participação de energias renováveis na matriz energética global

7 - A ssegur ar o acesso confiável , sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos

x2 x2 x2

7.3 Até 2030, dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética

7.A Até 2030, reforçar a cooperação internacional para facilitar o acesso a pesquisa e tecnologias de energia limpa, incluindo energias renováveis, eficiência energética e tecnologias de combustíveis fósseis avançadas e mais limpas, e promover o investimento em infraestrutura de energia e em tecnologias de energia limpa

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DEPOIMENTOS

“

O evento foi emocionante. Concluiu com chave de ouro o Lab 2018 e todo o processo relacionado. A metodologia U é fantástica e a CV foi brilhante maestro em sua execução.

“

Parabéns por usar esta energia disruptiva ao mesmo tempo que construtiva para produzirmos novas soluções para mudanças climáticas!

”

“

É em eventos como esse que as conexões acontecem. Aprendi muito e tenho muito ainda a aprender. Boas parcerias estão se alinhavando a partir do evento e que irá enriquecer muito nossa iniciativa.

”

” “

Esse evento chega em um momento único, com oportunidade de trabalho em conjunto, de forma colaborativa e pela comunidade. O momento não poderia ser mais oportuno, visto que essa agenda perde em relevância com o novo cenário político no Brasil, se torna ainda mais importante existir e se fortalece, pois as empresas e pessoas que querem fazer podem ver na rede uma referência ainda maior.

25


26


futuro da climate Dentre os vários desafios que temos hoje, as mudanças climáticas são consenso como assunto emergencial global.

2ª Chamada

de Bons Negócios pelo Clima

Queremos continuar gerando oportunidades de contribuir para o fortalecimento

Impulsionamento

dos negócios vencedores da

Chamada do Summit 2019

deste ecossistema e fomentar melhores negócios para o planeta, que possam gerar mais distribuição de riquezas, mais inclusão social e valorização dos ativos da sociobiodiversidade brasileira.

Até

Labs (temáticos/ territoriais)

Impulsionamento de protótipos de alto impacto

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28


F ICH A T ÉCNIC A

Gestão do Projeto André Menezes Gabriela Ferolla Comunicação e Design Alex Fonseca Silva Agatha Martins Bruno Teodoro Pesquisa e Desenvolvimento Daniela Perdigão Felipe Barbosa Luisa Brasil

Soluções com Impacto e Inovação impactlab.com.br

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INDICADORES MATRIZ

IRIS

GRI

IRIS

ODS

COD

DESCRIÇÃO

ODS

(OI3324)

Quantidade de energia comprada consumida pela organização a partir de fontes renováveis durante o período coberto pelo relatório.

7.2

(OI6697)

Quantidade de redução no consumo de energia alcançada como um resultado direto das iniciativas de conservação e eficiência de energia empregadas pela organização durante o período coberto pelo relatório.

7.3

(OI1697)

Volume de água utilizado para as operações da organização durante o período coberto pelo relatório.

12.2

(303-3)

Água reciclada e reutilizada

12.2

(301-1)

Materiais usados por peso ou volume

12.2

(301-2)

Insumos reciclados usados

12.2

(PI8168)

Receita percentual gerada a partir de produtos e serviços socioambientais

12.2

(OI4739)

Indica se a organização tem uma política escrita de avaliação de organizações de fornecedores com base em seu desempenho social e ambiental e um sistema para monitorar a conformidade com essa política.

12.6

(OI4953)

Indica se a organização implementou algum esquema de incentivo de funcionários relacionado a metas de desempenho social durante o período do relatório.

12.8

(OI3943)

Indica se algum dos funcionários da organização participou de treinamentos relacionados a algum aspecto da gestão do desempenho ambiental ou social durante o período do relatório.

12.8

(OI1479)

Quantidade de gases de efeito estufa (GEE) emitida pelas operações da organização durante o período coberto pelo relatório. Isso deve incluir as emissões de GEE de fontes diretas e indiretas.

13.B

(PD2243)

Quantidade de gases de efeito estufa (GEE) que teria sido emitida pelo produto substituído durante a vida útil do produto da organização.

13.B

(PI4907)

Área de terra que foi reflorestada pela organização durante o período coberto pelo relatório.

15.2

(PI1489)

Área de terra que foi desmatada pela organização durante o período coberto pelo relatório.

15.2

(PI3848)

Área de terra na qual espécies nativas de árvores foram plantadas pela organização durante o período do relatório.

15.2

15.A.1

Assistência oficial ao desenvolvimento e gastos com conservação e uso sustentável da biodiversidade e dos ecossistemas

15.A 30


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