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GUIA ANARRIÊ JUNINO 2024 - IV Festival do Mago Véi - Etapa Ceará Junino

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ANARRIÊ JUNINO GUIA

IV FESTIVAL DO MAGO VÉI - ETAPA CEARÁ JUNINO 2024

QUADRILHA CAMPEÃ

GRUPO JUNINO FLOR DO CAJU PACAJUS-CE

ENTENDA SOBRE O PROJETO

“VALEI-ME JESUS CRISTIN - O SALVADOR VOLTOU”

APRESENTADO PELO GRUPO

PERFIL DE TODOS

OS GRUPOS PARTICIPANTES Com links para todas as apresentações

GRUPOS PARTICIPANTES

“Grande

parceria em prol da Cultura Junina”

A idealização do festival surgiu em 2017, quando planejamos a realização de um festival junino aqui em Pacajus. E de lá para cá, entre idas e vindas, pandemias e paralizações, realizamos neste ano de 2024 a 4ª edição do nosso festival. Mas com um diferencial, agora como uma etapa do FESTEJO CEARÁ JUNINO, do Governo do Estado do Ceará. Sempre primamos por focar nos grupos juninos em nossas atividades de festival, dando oportunidade para a nossa comunidade de prestigiar culturas populares juninas de várias regiões do estado.

Neste ano, ampliamos o escopo, realizando parcerias com agentes culturais de Pacajus e criando um espaço de gastronomia, artesanato, artes manuais e apresentações culturais – tudo isso com conforto, em um espaço amplo, para o público. Para os grupos juninos, dedicamos um espaço dedicado para entrada e saída, com logística acompanhada por equipe técnica dedicada e uma área de concentração ampla.

Foram dois dias de festejo onde só colhemos frutos e elogios, desde o público quanto da equipe da gestão dos Festejos – e que seja o início de uma grande parceria em prol da cultura junina. E em 2025 tem mais!

Equipe de Produção

Angelo Mozart

Produtor Executivio

Produtor Cultural e Presidente do Grupo Parafolclórico Mago Véi. Pós graduado em Gestão Cultural. Secretário Executivo de Cultura, sendoFuncionário Público efetivo na cidade Pacajus. Membro da Diretoria do Conselho Municipal de Politica Cultural de Pacajus

Maria Lucia Izabela de Jesus Johnathas Timoteo

Produtora e Articuladora Cultural

Ex-Presidente e Articuladora Sociocultural da ABCAI - Associação Beneficente da Criança, do Adolescente e do Idoso do bairro Buriti e Adjacências, desenvolvendo várias ações sociais e culturais em nosso município. Produtora do Festival do Mago Véi

Produtora e Social Mídia

Produtora Cultural, atriz, brincante e fazedora de cultura, atua em atividades de diversos ciclos da cultura popular desde a infância. Desde 2022 realiza atividades de marketing, social midia e direção artistica de eventos e quadrilhas juninas na região de Pacajus/ Horizonte.

Produtor e Articulador

Produtor Cultural em diversas frentes culturais e amante da Cultura Junina, Johnathas produz atividades em diversos ciclos da cultura popular - além de já ter mais de 15 anos de produção de quadrilhas e festivais. Avaliador Junino desde 2017, já participoous de diversas etapas por todo o estado.

Maria Lucia Gomes e Ângelo Mozart - Associação ABCAI

QUADRILHA INFANTIL JEITINHO JUNINO

A SEGUNDA GERAÇÃO

ABRINDO O NOSSO FESTIVAL, O GRUPO INFANTIL DE PACAJUS, QUE PARTICIPOU COMO UM GRUPO REPRESENTANDO A CATEGORIA DA

Aquadrilha intanfil JEITINHO JUNINO, da cidade de Pacajus, nos deu a honra de abrir a primeira noite do nosso festival. Oriunda de uma região periférica da nossa cidade, é a segunda geração de brincantes da quadrilha JEITO JUNINO, também da cidade de Pacajus. Com crianças de 3 até 6 anos, o grupo conta com crianças filhas dos primeiros brincantes do grupo “MÃE”, que já cresce-ram e passaram para seus filhos o amor pelo são João. O grupo está em seu quarto ano de atividade, surgiu como a oportunidade de tirar da ociedade - e da vontade de dançar - os pequenos.

Como forma de manter viva a chama do fazer junino, “muito dos participantes do grupo infantil sairam desse grupo, pois isso a importancia do mantenimento dessa ação cultural”, disse a coordenadora, Dulcelina Morais. “Eles viam a Jeito Junino e queriam ir dançar, mas eram muito pequenos. Meu filho era um. Então falei com a Dulce e o João e resolvi criar a Jeitinho Junino. Meu amor pelo São João nasceu quando dancei pela primeira vez na Jeito Junino, no primeiro ano. E o do meu filho foi com a Jeitinho. É muito gratificante.” (Lucilaya Ribeiro, Presidente do Grupo)

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Aquadrilha junina CORDAPES foi fundada no ano de 2007 a partir da Associação Companhia de Ritmos e Danças Populares para divulgar as diferentes manifestações culturais populares, visando facilitar a aproximação das comunidades à cutura junina. Ao longo de 17 anos de existência tem possibilitado que crianças, adolescentes, jovens e adultos possam vivenciar a cultura junina.

Através da Quadrilha Junina CORDAPES apresentamos o projeto que tem como tema “Boi Pretinho: Um Boi negro querido”. Vamos fazer uma homenagem ao boi, muitas vezes definido como um folguedo popular, o bumba meu boi extrapola o aspecto lúdico da brincadeira para fazer sentido como uma grande celebração em cujo centro gravitacional encontram-se o boi, o seu ciclo vital e o universo místico-religioso.

Mãe Catirina e Pai Francisco é um casal de escravizados que vive em uma fazenda no sertão. Grávida, Catirina sente o desejo de comer a lín gua do boi mais bonito do dono da fazenda. Para satisfazer o desejo de sua mulher, Pai Francisco rouba o boi preferido do dono da fazenda, mata o animal e retira a língua para que sua esposa possa comê-la.

JUNINA CORDAPÉS

O grupo da Cidade de Fortaleza, que abriu a mostra compertiva no primeiro dia do nosso festival, trouxe para os Arraiás a temática “Boi Pretinho: Um Boi negro querido”

“O auto do boi retrata as diferentes visões sobre o boi e a sua imponência. Para os escravizados e trabalhadores rurais, o animal era companheiro de trabalho e sinônimo de força. Para os proprietários de fazendas, investimento seguro e uma fonte de renda.”

Presidente: Enio Marques Martins

Noivos: Edgleison Rodrigues (@edrodrigues25) e Greiciele Freire (@greicielefreire)

Rainha: Laryssa Barbosa (@laryssabarbosap)

Marcador: Pâmela Rocha (@pamela_rooccha)

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QUADRILHA JUNINA NORDESTINA

Ogrupo da cidade de Fortaleza levou para a arena de apresentações a temática “São João: uma festa que transforma a sociedade”. Com doze pares, o grupo encantou o público com a sua alegria e simplicidade.

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QUADRILHA PINGA FOGO

No ano de 2024, completando 08 anos de tradição, a Quadrilha Junina Pinga Fogo de Aquiraz, apresenta o projeto: O Circo Encantado em uma Noite de São João, para homenagear a população circense que, com sua itinerância e arte, encanta plateias por todo o país. Este projeto visa celebrar a magia e a diversão proporcionadas pelo circo, resgatando elementos tradicionais dessa manifestação cultural e incorporando-os às festividades juninas.

A ligação do circo com o São João está relacionada ao fato de que ambos representam tradições populares e festivas, cada um com suas características únicas. Nas festas juninas, o circo muitas vezes é incorporado como parte das festividades. Isso ocorre porque tanto o circo quanto as festas juninas compartilham elementos de entretenimento, como performances artísticas, música, dança e teatro, que agregam à atmosfera festiva e animada dessas comemorações. Além disso, ambas as tradições celebram a cultura popular e proporcionam momentos de alegria e diversão principal para as comunidades mais pobres.

Assim, é comum encontrar apresentações circenses em eventos de São João, onde artistas circenses contribuem para a atmosfera festiva com suas habilidades e espetáculos.mais pobres.

O noivo representa o mágico, que tem o papel de encantar e surpreender o público com suas habilidades e truques.

A noiva é uma bailarina circense que traz graça e elegância à apresentação. E a rainha é a dona do circo que comanda com maestria todas as atividades.

Presidente: Missilene Barbalho de Oliveira

Noivos: Bruno Lopes de Araujo e Yasmim da Silva Vieira

Rainha: Gessica Maria Barbalho de Sousa

Marcador: Gerson Cavalcante

Tema: O Circo Encantado em uma Noite de São João

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QUADRILHA FILHOS DO SÃO JOÃO

Filhos do São João é uma quadrilha da Cidade de Guaiuba e que trouxe para o nosso festival a temática “O SAPATEIRO, O MESTRE NA ARTE DE CALÇAR”. Encantou o público com a sua beleza e animação. Tendo como presidente Sabrina Ribeiro,

saiu bastante aplaudida por todo o público. O casal de Noivos eram a Paula Santa e Clécio Medeiros, a Sabrina Ribeiro foi a Rainha e a marcação ficou por conta do Diego Derick

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QUADRILHA FILHOS DA ROÇA

Em 2024 a Junina Filhos da Roça traz para vocês o tema “Onde houver dúvidas que eu leve a fé”, uma frase memorável da oração de São Francisco de Assis.

Em nosso trabalho temático procuramos trazer para o público junino uma aproximação com Canindé e a Fé a São Francisco de Assis que anualmente faz com que milhares de peregrinos cheguem na cidade cearense movidos pela fé ao santo e pela gratidão com diversos milagres alcançados.

Nosso repertório busca ligar Canindé, Fé, São Francisco e Peregrinação. As músicas “a Oração de São Francisco”, “É preciso ter fé”, “Andar com fé” e “Toda prece no Sertão tem sua História” ligam o público a fé que os peregrinos têm no Santo e nos milagres alcançados. As músicas “Imaginário Canindé” e “Traga-me um copo d’água tenho sede” lingam o público as experiências dos peregrinos no caminho a Canindé ao mesmo tempo que narram aspectos geográficos e culturais do local.

Por falar em milagres alcançados, nosso casamento narra a História de Margareth dos Óleos das Chagas de São Francisco. Margareth, interpretada por Carol Alves, nossas noiva, é uma vendedora de artigos religiosos e de produtos naturais “milagrosos”. Ela é mais uma que alcançou uma graça através da fé em São Francisco de Assis. No meio de nosso casamento, Margareth se apaixona por um cigano, interpretado por Beto Costa, nosso noivo. A união dos dois parece improvável, mas uma reviravolta em nossa história faz com que o improvável se torne realidade. Convidamos vocês a assistirem nosso casamento, a festejar com nossa quadrilha e a entender um pouco da História de São Francisco de Assis e dos seus milagres. Consequentemente, visitaremos Canindé, Cidade cujo Santo é padroeiro.

Presidente: Edilberto de Sousa Colsta

Noivos: Beto Costa e Carol Alves

Rainha: Hellen Café

Marcador: Lara Nás

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QUADRILHA JUNINA SONHO REAL

Em 2024 o Grupo Junino Sonho Real te apresenta as “Gonzagueanidades de Luiz – O cantador da Alma Nordestina” como um conjunto de narrativas históricas, culturas, gêneros musicais e dançantes que se conectam sob a trajetória do rei do baião.

Casal De Noivos: Wilane Sales E Roberto

Martins

Rainha: Lais Santos

Marcador: Érick Dias

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GRUPO DA DIVERSIDADE QUADRILHA JUNINA MINHA SINHÁ

Aquadrilha junina minha sinhá é formada por adolescentes e jovens quilombolas do alto alegre, que tem como missão principal valorizar a identidade da comunidade, especialmente as memórias que remontam às origens do quilombo. Essas memórias preservam os mais variados processos de lutas, de sofrimento e de resistência do povo do alto alegre e funcionam como fios condutores da preservação da história e da identidade local. Em 2024, por meio do projeto “O FRÁGIL PANO DO QUAL TE CRIEI” iremos exaltar a identidade e a historicidade da nossa comunidade quilombola por meio da visibilização do saber-fazer das artesãs de bonecas negras do quilombo do Alto Alegre. Essas artesãs, em sua maioria donas de casa, desenvolvem uma arte de fazer, que, além de garantir um reforço na renda familiar, gera uma autoestima, não só

pessoal, mas para a comunidade como um todo, uma vez que a prática da confecção de bonecas, que exaltam a beleza da mulher negra, valoriza a identidade étnico-racial dos quilombolas. Enfim, suas práticas culturais representam modos de saber-fazer que têm relações com a história e a identidade do território quilombola de Alto Alegre e Base.

Étoda essa riqueza cultural e esses talentos artísticos que iremos abordar no ciclo junino de 2024, para o qual produziremos o nosso casamento matuto, figurinos e adereços juninos fazendo referências aos ofícios artesanais das bonequeiras do quilombo, que exercem um grande protagonismo feminino em sua comunidade, bem como a importância delas na preservação dos saberes e fazeres afro-brasileiros.

RAINHA - Eduarda Gomes
NOIVOS - Yasmin e Rafael
MARCADORA - Michelly Costa
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QUADRILHA QUILOMBOLA AFROJUNINA

Sendo uma das apresentações culturais do Festival, a Quadrilha Quilombola Afrojunina foi um dos Grupo Homenageados no nosso Festival, sendo um grande coletivo cultural junino do Nosso Estado.

AQuadrilha QUILOMBOLA Afrojunina é uma ação do COLETIVO BASE e que atua desde 2008 em Pacajus-Ce. Com jovens, adolescentes e adultos da Comunidade Quilombola da Base, o grupo, em suas apresentações culturais procura exaltar as particularidades históricas e identitárias dos quilombolas. Com isso, a Afrojunina abraça para si um dos seus principais objetivos, que é, através das ações culturais, objetivar o enfrentamento do racismo e estigmas socioculturais, uma vez que ela valoriza a história e a identidade cultural da nossa comunidade por meio da exaltação do protagonismo estético expressivo dos quilombolas. Além disso, o projeto coopera para a preservação das expressões culturais que constituem o patrimônio cultural afro-brasileiro, especialmente, em suas raízes africanas. O grupo existe desde 2008, mas somente pós pandemia, com os levantes culturais incentivados pelas leis emergenciais de incentivo à cultura percebemos a importante e a singularidade dos nossos coletivos. Até que no ano de 2022 nosso grupo desenvolveu o projeto “RIACHOS, LUTAS E QUILOMBOS – RESISTÊNCIA E UNIÂO”. Uma história real onde dois quilombos - Comunidade quilombola da Base, em Pacajus; e comunidade do Alto Alegre, em Horizonte - que são separadas por um riacho, tiveram que se unir como forma de resistência aos processos de desmonte, tomadas de terras e apagamento das memorias quilombolas dos nossos povos. Conseguimos pela primeira vez democratizar nossa quadrilha e nos apresentamos em várias cidades e locais do nosso estado. Levamos a nossa história para festivais, apresentações e espaços públicos por onde passamos – e a percepção de valorização que nosso grupo/cultura vivenciou nos motivou a continuarmos com essa linha de projetos. O grupo toma para si o objetivo de tratarmos em nossos trabalhos temáticas ligadas as nossas representações e práticas culturais quilombolas das nossas comunidades. A partir de 2022 estamos utilizando o nosso grupo como agente de reconstrução identitária para as pessoas do nosso quilombo. Estamos em um processo de redescoberta da nossa ancestralidade identitária, negra e histórica; e a Afrojunina para o nosso quilombo se tornou uma aproximação com as nossas origens. Foi assim com o projeto 2023, com o projeto: “QUILOMBOS, DIVERSIDADE E INCLUSÃO: 20 ANOS DA LEI 10.639/03 NA EDUCAÇÃO”

Com um trabalho de musicalidade que percorreu por toda a história da educação da nossa comunidade – que passa desde a primeira escola, que foi em baixo de um Cajueiro, depois para um alpendre de uma casa, e depois, em 1992, foi construída uma pequena escola em um terreno doado pelo líder comunitário quilombola da época; e, por fim, em 2008 a comunidade conquistou a aquisição da atual escola quilombola municipal, mas passando pelo maior apagamento histórico-cultural que nossa comunidade já passou – narraremos uma história de luta e de resistência que transpassou por várias frentes histórica-culturais-educacionais da nossa comunidade. Criamos uma apresentação narrativa que trabalhou a importância da educação em sua forma inclusiva e a importância da execução plena da Lei em nossa sociedade – lei que versa e estabelece a obrigatoriedade do ensino de “história e cultura afro-brasileira” dentro das disciplinas que já fazem parte das grades curriculares dos ensinos fundamental e médio.

O Grupo Realizava uma festa em homenagens aos três santos juninos e a Padroeira da Comunidade, Nossa Senhora da Saúde.

UM GRUPO DE

FORÇA, RESISTENCIA E UNIÃO

UMA PRODUÇÃO CULTURA QUE VAI ALÉM DE UMA SIMPLES

QUADRILHA JUNINA, É UMA ESPERIÊNCIA HISTORICA-CULTURAL DO QUILOMBO

Para 2024 o grupo apresentou o projeto “EI, MANÉ CABOCLO ARROCHA O NÓ – QUE VAI TER QUILOMBO NO ARRAIÁ!”, no qual mostraram dois pontos reais e importantes para a criação e mantenimento da identidade quilombola na nossa comunidade. “FORRÓ DO MANÉ CABOCLO” foi um importante espaço de cultura da nossa comunidade, e a realização da “Mostra Anual da Consciência Negra” tem se tornado ao longo de décadas a culminância cultural no Quilombo da Base. Na nossa História serão apresentados uma mescla de espaços, momentos e personagem que representam a arte a cultura do povo quilombola da comunidade da Base. O evento da Consciência Negra acontecerá no Forró do Mané Caboclo, onde os coletivos culturais (reais da comunidade) terão seu palco para fazer suas apresentações – e que estarão introduzidos organicamente dentro da apresentação -; Grupo Arte Quilombola (capoeira e Maculelê), Mulheres Empod-

eradas do Quilombo (Artesãs e Bonequeiras), Grupo de Teatro Basart, Encantos da Base (grupo infantil escolar), Afrobanda, Associação Arquiba e Afrojunina, todos es- ses coletivos serão representados e terão o seu espaço dentro da nossa apresentação. Levou para os Arraiás do Estado do Ceará a verdadeira Mostra de Arte, Cultura, Resistência e Consciência Negra do Quilombo. Entretanto, foi um tremento pesar que a quadrilha não conseguiu fazer a sua apresentação cultural no Nosso Festival, pois uma grande matriarca da Comunidade faleceu enquanto se realizava a primeira noite do nosso evento. Dona Maria Raimunda foi uma das primeiras parteiras da comunidade e tinha alguns familiares como brincantes do grupo, por isso não conseguiram fazer a sua apresentação, nosso festival se solidarizou e homenageou essa grande mulher do Quilombo da Base.

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QUADRILHA INFANTIL JEITO JUNINO

AQuadrilha Junina infantil Jeito Junino, do bairro Croata I, região periférica de Pacajus-Ce, foi fundada em 2002 por líderes comunitários e mestres da cultura local. Em 2024, em comemoração aos seus 25 anos de resistência artística, apresenta o espetáculo junino que ainda está em processo de construção, mas que será um verdadeiro trabalho de reconstrução social e representação da cultura popular do nosso município, trazendo para dentro dos arraiás toda a magnitude das representações das tradições juninas tradicionais para os arraiás, tornando a apresentação uma verdadeira viagem pelo encantamento e (re)descoberta das culturas populares genuinamente nordestinas.

Saltimbancos são integrantes de um elenco de artistas populares itinerantes, que se exibem em circos, feiras e praças públicas do interior conhecidos também como pelotiqueiro, que são indivíduo que exibe suas habilidades nas feiras ou na via pública, vendendo elixires reputados milagrosos, seduzindo o público com discursos e trejeitos espalhafatosos. Uma das expressivas obras de teatro musical dedicada ao público infantil OS SALTIMBANCOS narra as aventuras de quatro bichos que, sentindo-se explorados por seus donos, resolvem fugir para a cidade e tentar a sorte como músicos.

Numa livre readaptação, a Jeito Junino ousa desafiar o próprio tempo, resgatando na memória do nosso público um

humor tão enraizado na nossa cultura nacional. Nosso objetivo é fazer a criançada rir, os adultos relembrarem, e todo o nosso público experienciar um espetáculo que contém a receita do humor d’Os Trapalhões para o nosso espetáculo de 2024. Nossa criançada trás para ao tablados “OS SALTIMBANCOS TRAPALHÕES” para comemorar as festas juninas, prestando essa justa homenagem, nas aventuras dessa fábula teatral musical traduzida por Chico Buarque, e abençoada por São João e Santo Antônio. Traremos para as noites de São João Uma Grande Viagem em torno das crendices populares, adereços e coreografias que levarão para todos uma experiência singular. Vamos resgatar a memória efetiva da melhor fase de nossas vidas, a descoberta do mundo junino e as vivências culturais de se trabalhar no São João através dessa grande trupe circense que encantou o Brasil: os trapalhões. Uma viagem de histórias, risos e fantasias, que homenageará os saberes e fazeres da alegria das noites de São João. Uma celebração à tradição, ao folclore e à identidade cultural cearense.

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A princesinha do grupo Laira Lais encantou o público do nosso festival. Assim também como o casal de noivinhos, Adriel Moreira e Julia Rodrigues.

Terceiro Lugar QUADRILHA IMPÉRIO NORDESTINO

Penultima Quadrilha do Nosso Festival, a Quadrilha Junina Império Nordestino, da cidade de Paraipaba apresentou a Tenática “TEMPO, O RECOMEÇO”

A história narrada conta a história de Roberto, que recebe a oportunidade de voltar no tempo, conseguir se declarar para a sua amada, casar com a sua amada, tudo isso com apoio de Santo Antonio e Atraavés do Senhor do Tempo. O Noivo enfim retorna para o dia 12 de junho de 1970, no dia da festa do Milho

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MELHOR NOIVO

O NOIVO DO GRUPO CONSAGROU-SE BICAMPEÃO DA ETAPA METROPOLITANA DO FESTEJO CEARÁ JUNINO.

VICE-CAMPEÃ CHAPÉU DE PALHA

Ajunina Chapéu de Palha em 2024 traz o imaginário das festas juninas e suas tradições numa licença poética própria. O grupo mostra dentro de quadra, através de um programa televisivo ao vivo, toda a simbologia e significado dos festejos juninos, Tais como balões, colheita, musicalidade, fogueira é fogos. Através dessa transmissão televisionada, onde o prefeito anuncia que a cidade está em festa e fará uma transmissão ao vivo do evento da colheita do Milho. O marcador trás o personagem de apresentador do evento, narrando as simbologias de cada parte do espetáculo apresentado em quadra. Fazendo uma interação do evento com o público presente no arraiá. A rainha traz a antiga tradição da rainha do milho trazendo dentro desse espetáculo a representação da colheita, até a produção dos derivados do milho (milho, pamonha, pipoca, etc).

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Os noivos vêm representando a musicalidade dos festejos juninos, englobando a tradicionalidade em todo o momento do casório do noivo. O grupo encantou o público e os jurados, conquistando o segundo lugar do festival.

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QUADRILHA GRUPO JUNINO

VOZ DO PRESIDENTE

“A Flor do Caju hoje se tornou um coletivo cultural, uma quadrilha junina que tem uma gigantesca importancia dentro do Cenário Cultural da nossa cidade, pois mantemos ativo uma rede de produção que engloba cerca de 150 pessoas diretamente na sua produção. Pacajus tem dois grupos de quadrilha adulta na nossa cidade, e nós somos o único na área central. Manter a Flor do Caju viva também é manter a cultura popular da nossa cidade viva - e esperamos manter por anos e anos ainda.”

- Alisson Azevedo, Presidente do Grupo Flor do Caju

Para o ano de 2024 desenvolvemos o trabalho “VALEIME JESUS CRISTIN – O SALVADOR VOLTOU”. É um trabalho que será uma mescla de vivências da cultura junina, com uma narrativa Teológica do Retorno de Jesus aos dias de hoje. Abordaremos a especulação sobre as possíveis mudanças e impactos na sociedade contemporânea diante da suposta segunda vinda de Jesus Cristo. Partindo de uma perspectiva teológica e filosófica, exploraremos as implicações sociais, éticas e culturais desse evento. O cenário que exploraremos será o de uma comunidade periférica (uma favela), e que terá a experiência de vivencia o retorno de Jesus. Um líder comunitário tem o interesse de revitalizar um grupo junino da comunidade, e percebe que nas recentes atividades desenvolvidas pela sua associação, tem uma grande adesão de jovens, e vê uma oportunidade de realizar mais essa atividade cultural. Entretanto, o grupo encontra dificuldades para fomentar a quadrilha junina, e vai encontrar em um forasteiro os “milagres”

para conseguir montar o grupo. Nessa temática apresentaremos versos personagens que são personificações atuais de figuras bíblicas – a Noiva será prostituta; o noivo é um rapaz religioso, desenvolver trabalhos na comunidade, se apaixonando por uma moça que trabalha noite; Um casal de religiosos fundamentalistas, que tem uma igreja na comunidade, depositam muito do seu tempo em seu filho, mas ao se apaixonar por uma mulher com convicções diferentes, acabam gerando um conflito terá grandes proporções na comunidade;

O Ator Victor Lima interpretou o personagem “Nazareno”

QUADRILHA CAMPEÃ

FLOR DO CAJU

apresentaremos dipersonificações será uma que ao acaba trabalha na fundamentalistas, depositam ao vê-lo convicções conflito que comunidade;

Um andarilho moribundo aparece de uma hora pra outra na associação, muito prestativo, ajuda todos sem pedir nada em troca, logo se torna uma pessoa muito querida por todos, pois suas palavras são sempre de apoios e ensinamentos aos que estão a sua volta, causando um pequeno conflito com líderes da comunidade – e até São João, São Pedro e Santo Antonio vão ter que entrar nessa briga. O projeto 2024 será um projeto de grande impacto social, pois mostraremos os impactos e as percepções da nossa sociedade sobre um “suposto” retorno do filho de Deus em nosso meio.

Rosangela Feitosa, experiente Rainha do Vale do Caju, pelo segundo ano carrega a faixa da quadrilha, interpretando Rosa, a presidente da Associação do Bairro, e que tem um papel importante nessa história.

Repercussão do Projeto.

O grupo obteve uma repercussão extremamente positiva na temporada 2024, chegando até a final do Festejo Ceará Junino e levantando o público e sendo ovacionada - tanto na etapa, quanto na final. A quadrilha ainda consagrou-se terceira colocada na final do Campeonato Cearense produzido pela Federação das Quadrilhas Juninas do estado do Ceará - FEQUAJUCE.

UM DOS DOS MAIORES GRUPOS

DO ESTADO DO CEARÁ

Fundado originalmente nos anos 90, conheça a história desse grande grupo de Pacajus

Fundada no ano de 1997, o grupo junino Fulô do Caju foi umq iniciativa da d ireção do Centro de Educação Municipal de Pacajus, o Colégio Municipal, como f orma de levar arte cultura para os seus alunos - E até hoje alguns daqueles brincantes a inda estão trabalhando nesse grupo. a o longo dos anos o grupo foi se destacando e nos anos de 1999 e 2000 se c onsagrou-se como uma das principais quadrilhas do Estado do Ceará, tendo as suas a tividades a ocorrendo até o ano de 2002. Parando as suas atividades em 2003. E m 2004, a quadrilha junina parou de sair, pelos falecimentos de alguns i ntegrantes, mudança de administração pública e falta de apoio. Em 2017 o grupo foi r estaurado por amantes das tradições do São João: Alison Azevedo, Davanilson José F ilho, Natália Sousa e outros amigosda cultura. No primeiro ano de retorno, em 2018, o grupo apresentou o projeto “A VIAGEM”. Projeto extremamanete elogiado, consagrando-se, logo em seu retorno, como um grupo de potência cultural e técnica no cenário junino cearense. Já no ano de 2019, com o projeto “NORDESTE INDEPENDENTE” , onde o grupo conseguiu sagrar-se campeão em diversos festivais no estado do Ceará, e

tornando-se Campeã Cearense, tanto da fequajuce, quanto do Circuito SESC ATIVO

Ainda no ano de 2019 o projeto “Ioiô - Um Herória da Resistência” começou a ser planejado. Entretanto, devido aa pandemia, o projeto ficou somente para 2022. E foi aqui que o grupo brilhou.

Um projeto de três anos de produção ativa conseguiu trazer grandes frutos. Com um total de 39 apresentações, e a marca de 22 primeiros lugares, o grupo consagrou-se como o grupo com a maior quantidade de vitotiras na história do Cenário Junino cearense. O grupo teve a oportunidade com esse projeto de representar o estado no FESTIVAL NORDESTÃO DE QUADRILHAS JUNINAS, produz ido pela UNEJ, no estado do Rio Grande do Norte e no FESTIVAL BRASILEIROS DE QUADRILHAS JUNINAS, no estado de

Belo Horizonte. O Brasil conheceu o Bode Ioiô e a Flor do Caju, e no Ceará o grupo ficou mais uma vez no topo do Ranking Cearense da Fequajuce e consagrou-se bicampeã do Circuito SESC ATIVO, na capital Cearense.

Após o estrondoso sucesso da tempodada 2022, o grupo se reformulou para 2023, mudando parte da equipe de direção e da equipe criativa. Fazendo um projeto mais simples e com uma mensagem tão poderosa quanto, o projeto “UM LUGAR CHAMADO BOROGODÓ” foi produzido. Mostando as singularidades de uma cidadezinha de interior, e todas as nuanses e personagens de uma cidade pequena. Encantou o público por onde passou.

Já para a temporada 2024, sendo uma junção de várias menstes criativas, o projeto “Valei-me Jesus Cristin - O Salvador Voltou”.

Link para Apresentação

PREMIAÇÕES INDIVIDUAIS

MELHOR RAINHA - ROSANGELA FEITOSA
MELHOR NOIVA - MARI ARAUJO
MELHOR MARCADOR - ALEXANDRE RILCKER
MELHOR CASAMENTO

UM EVENTO PARA TODOS

Interprete de Libras em todas as Apresentações

interprete de Libras para todas as apresentações

Segurança em todos os ambientes

Espaço Dedicado para as Artesãs Locais

Ambiente acomchegante e Familiar

Espaço Musical com Musica Ao Vivo nos dois dias
Espaço Musical com Musica Ao Vivo nos dois dias
Área Gastronomica de Comidas Típicas
Uma equipe

TODOS OS PÚBLICOS

Um evento cheio de experiências

equipe pronta pra realizar o melhor evento possível

Uma estrutura de ponta para os Grupos e Produção

Cuidado e Zelo com os Grupos Participantes

Espaços de Experiências Culturais

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GUIA ANARRIÊ JUNINO 2024 - IV Festival do Mago Véi - Etapa Ceará Junino by Associação ABCAI de Pacajus - Issuu