ARAUTOS do vale "Tudo é possível ao que crê."
Edição 98, ano 9 - Fevereiro de 2019
CENTRAL
DAS BEBIBAS
VOLTA ÀS AULAS
Educação começa em casa! Pág. 09
OCUPANDO A MENTE:
Caça palavras é uma ótima opção para exercício mental. Pág. 12
LIVRAMENTO EM BRUMADINHO:
Taxista aceita corrida que salva sua vida. Pág. 16
BR 116km 299 Jaguaribe-CE (88) 3522-1272
arautosdovale@hotmail.com
E, APESAR DE TUDO...
ÍNDICE
01 03 05 07 09 11 13 15 17 19
CAPA EDITORIAL EFIGÊNIA ALVES LUÍS ANTÔNIO FIQUE LIGADO MATÉRIA DE CAPA CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA DANIEL CAVALCANTE PARCEIROS PARCEIROS
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PARCEIROS TUBOARTE TOMIX CFX DICA ARAUTOS OCUPANDO A MENTE PARCEIROS LIVRAMENTO EM BRUMADINHO GATA ARAUTOS PARCEIROS
Amanhã o sol vai nascer, a vida continua, e recomeçar é preciso. Isto é o que diríamos a cada uma das pessoas que sofreram perdas imensuráveis neste mês de janeiro. O livro dos livros, a Bíblia, contém um verso que diz: “Diga ao fraco que Sou Forte”, dentre outros, alguns que são tão inspiradores que são verdadeiras pérolas de consolo para quem pensa que tudo acabou. Como disse Deus a Josué: “Não temas, nem te espantes”. Eu estou contigo, e precisamos mesmo é ter Fé em Deus e dizer como disse Jó: “Deus me deu e ele tirou”. Ele é Deus. Vamos seguindo aqui em nossa realidade. Graças a Deus, estamos às vésperas da edição de número 100! E que Benção maravilhosa, meu Pai. Agradecemos a Deus todos os dias pelas conquistas, e a todos que acreditam e investem em nossos sonhos. Temos uma surpresa em virtude da centenária edição. Aguardem, pois vem do coração. Que Deus continue abençoando nossos parceiros, colunistas e leitores que nos acompanharam até aqui. Nesta edição, continuamos a ratificar o nosso compromisso de dividirmos com a nossa sociedade em geral conteúdos de qualidade que enalteçam o que é positivo e que agreguem valores. Quando iniciamos, sabíamos do desafio, mas focávamos o alvo, e este continua a nos nortear. Boa leitura a todos e que sigamos em frente. Ah! faltam duas edições para a centésima edição da Arautos: A revista da Sandoli Diógenes família Jaguaribana!
TODA SEGUNDA
EXPEDIENTE
9 às 10
Sandoli Diógenes Fundadora
Ramon Gomes
EDITORIAL
RÁDIO JAGUARIBE FM
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Diretor
Hérika Gomes Supervisão
Ruth Gomes Reportagem
Francisco Fernandes Daniel Cavalcante
Revisão
87,9
(85) 9 9900-0062
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Liberdade FM 87,9 MHZ
A COMUNITÁRIA DE FEITICEIRO
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ARAUTOS do vale
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CRÔNICA
O MEU PRIMEIRO CRIME.
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uando eu era criança, tinha necessidade de impressionar meu pai. Eu era a última filha de oito, num tempo em que não se tinha fartura de alimentos nem abundâncias de risos. A vida era dura e parecia que essa dureza enrijecia sorrisos. A nossa sorte era ter um pai palhaço. Mas quando eu nasci, ele já havia abandonado o circo. Manteve a graça, para a nossa alegria. Ele gostava de caçar. Se embrenhava no mato com espingarda e cartucheira. Naquele tempo parece que não se tinha os cuidados que os tempos de hoje exige. As pessoas também pareciam se respeitar mais. Andar armado era comum, como era comum as cortesias, a pesar dos poucos risos. Hoje os risos são mais frouxos e a intolerância mais rasa. Se mata por pouca coisa. E a morte sempre me impressionou! Meu pai voltava da caçada com animais mortos, que serviam de alimento. Quando cozidos, me esquecia da morte, mas olhar para eles estirados no chão, meu coração se enchia de piedade. Eu pensava nos familiares do bicho, fosse de voar ou de correr. Imaginava como teria ficado os filhos, a casa deles, o vazio e a tristeza. Eu falava dos meus sentimentos, mas os adultos não me levavam a sério. Muitos ainda não me levam. Um dia, para impressionar meu pai, matei um passarinho. Era uma manhã de maio. Ele me entregou a espingarda e deu um jeito de amarrar a cartucheira na minha cintura fina, de menina esguia. Já havia me ensinado como armar e atirar. Eu já atirava em latas, na presença dele. Me encomendou uma caça. Eu fiquei empolgada. Ele já havia me contado histórias de Lampião e Maria Bonita. Eram histórias de justiça, as que ele me contava. A valentia era para defender os menos favorecidos. Eu gostava e achava justo. Só depois, já adulta, soube de narrativas cruéis, desse mesmo personagem. Mas na época, Lampião era um herói no inconsciente coletivo da minha comunidade rural. Ele não foi o meu primeiro herói que virou vilão. Guardo outras tantas decepções.
Então, quando estava de cartucheira na cintura e espingarda na mão, me sentia Maria Bonita. Eu sou Maria. E naquele tempo me diziam que eu era bonita. Queria impressionar meu pai. Saí, procurando qualquer ser vivo que não fosse gente e servisse para comer. Numa tocaia de galhos de moita sob uma marizeira, avistei um passarinho de papo amarelo pousado no galho da árvore que me abrigava. Armei a espingarda com tremor, era meu primeiro crime. Mirei e apertei o gatilho. O estouro, como sempre, me ensurdeceu temporariamente. Olhei para o galho, não havia mais pássaro. De não o ver, meu coração explodiu e a aflição de um assassinato invadiu meu pensamento de menina, num desassossego assombroso. Saí calmamente da tocaia, ainda trêmula, me recusando a olhar a vítima. Durante o tempo de espera pelo pássaro, imaginava chegando feliz ao mostrar o produto da caçada, meu pai me elogiando pela mira certeira. Mas agora não. Tudo que eu pensava é que eu havia matado um ser vivo. Era, portanto, uma assassina. E pior que Lampião, eu pensava. Havia matado sem causa, só pela vaidade. Me veio também um sentimento de culpar meu pai. Era ele o responsável pelo que eu me tornara. Ele havia me ensinado a atirar. Carregou os cartuchos, me entregou a espingarda e me estimulou ao crime. Mas não o via como assassino, ele matava animais para nos alimentar. E eu matara para alimentar o meu status. Vi, mas não peguei o passarinho. Cheguei em casa chorando. Ser vista como fracassada pelo meu pai, fosse talvez um pouco da remissão desse pecado. Depois cometi outros crimes, talvez mais graves. Mas matar ser vivo nunca mais seria combustível para alimentar a minha vaidade. Te n h o o u t r a s fo r m a s d e mostrar força e valentia. Efigênia Alves
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COLUNA
A IMPORTÂNCIA DA LEI MARIA DA PENHA NO COMBATE AOS CASOS DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER.
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a primeira semana do ano 2019, quando todos ainda estavam vivenciando um clima de festa e de confraternização, surgiu uma enorme quantidade de manchetes de jornais noticiando casos de violência doméstica contra a mulher ocorridos no Brasil. Os telejornais exibiam diariamente casos sucessivos de agressão à mulher, alguns ocorridos já nos primeiros minutos do ano novo. Nomes como o de Tamires Blanco da Silva, Christini Cardoso de França, Luciana Sinzimbra, Rebeca Kodaira, Iolanda da Conceição e tantas outras vítimas de agressões por seus próprios companheiros foram constantemente citados pela mídia. O caso que vitimou Iolanda da Conceição, por exemplo, aconteceu ainda na festa de réveillon, quando seu próprio companheiro, não aceitando o fim do relacionamento, desferiu-lhe 30 facadas, ocasionando sua morte em razão da gravidade dos ferimentos. Esses casos entram nas estatísticas e chegam ao conhecimento de autoridades e do público em geral simplesmente porque a mídia faz o papel de divulgá-los, mas é preciso lembrar que muitas mulheres são vítimas de agressões por seus próprios parceiros e familiares sem que essa violência seja comunicada ou percebida pelas outras pessoas. É que sendo a violência contra a mulher cometida principalmente no âmbito doméstico, se a própria mulher não se dispuser a comunicar às autoridades, dificilmente haverá a necessária punição ao agressor, resultando em impunidade. Criada com o objetivo de coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06) foi inspirada no caso da farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes. A cearense que deu nome
à lei foi vítima de tentativa de homicídio em duas ocasiões: uma por arma de fogo e a outra através de choque elétrico no chuveiro. Em todos esses acontecimentos, porém, havia algo em comum: o agressor era seu próprio companheiro. A referida lei elenca cinco tipos de violência praticada contra a mulher: física, psicológica, sexual, moral e patrimonial. É importante destacar que a violência patrimonial deve ser entendida como qualquer conduta que importe em retenção, subtração ou destruição parcial ou total de objetos da mulher, no claro exemplo daquele agressor que chega em casa e destrói objetos e utensílios domésticos. Além disso, a lei estabelece mecanismos para a proteção da mulher em situação de violência doméstica, a exemplo da Medida Protetiva de Urgência que pode ser requerida ao juiz com a finalidade de obrigar o agressor a afastar-se do lar, manter um raio de distância da vítima e seus familiares, deixar de frequentar determinados lugares, etc. O descumprimento faz com que o agressor seja punido com uma pena que varia de 3 (três) meses a 2 (dois) anos ou ter sua prisão preventiva decretada. Apesar da existência da Lei Maria da Penha, o que já constitui um grande avanço, muito se tem criticado sobre sua efetividade, já que os casos de violência doméstica estão cada vez mais frequentes. Contudo, é preciso destacar que a simples existência de uma lei não será capaz de transformar o contexto social. Mais do que isso, é necessária a construção de uma cultura de não-violência, alicerçada no respeito ao próximo e na garantia de que todos devem Luís Antonio ter seus direitos assegurados.
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FIQUE LIGADO
A EDUCAÇÃO COMEÇA EM CASA.
Saiba como orientar e preparar as crianças quanto às más influências e aos ensinamentos dados durante as aulas
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epois das férias de verão, as crianças voltam às aulas. Para algumas, é hora de novidade: no ambiente escolar, elas começarão a explorar o mundo fora de casa e longe dos pais. Para outras, já veteranas, é só a retomada da rotina de horários, deveres e disciplina. Todas elas, independentemente da idade, estarão expostas tanto ao que é ensinado nas salas de aula (conteúdo didático e comportamental) – que nem sempre está em sintonia com as convicções e princípios da família – como ao que aprendem fora daquelas quatro paredes nos momentos de convivência com os colegas. Sem sombra de dúvida, a escola é de suma importância na vida de todos. Mas a educação para a vida começa antes mesmo que a criança frequente a escola. Ela tem início em casa, onde se prepara a criança para se blindar de más influências e ensinamentos ruins – e depois também, pois pais e responsáveis devem acompanhar o que a criança ou o adolescente estão aprendendo. Para os novatos, que estão na transição casa-escola, tudo é novo, mas os pais devem fazer um tipo de “introdução” para facilitar a adaptação deles à nova realidade. “O preparo para a transição escolar tem início com a escolha da escola. Precisamos lembrar que, geralmente, novos ambientes causam desconforto tanto em crianças quanto em adultos. Por isso, é importante tornar o novo ambiente o mais familiar e confiável possível. Conhecer os ambientes físicos da escola, a metodologia de ensino, os princípios, a forma de adaptação, os profissionais e até mesmo alguns pais de outros alunos traz confiança ao processo”, orienta a neuropsicóloga Carina Silva de Oliveira (foto a esq.), de São Paulo. A preocupação de pais e responsáveis pelo que está sendo passado às crianças em classe e que influenciará suas escolhas vida afora é a mesma tanto no caso dos iniciantes quanto dos que já estão na estrada do ensino há alguns anos. Estamos em uma época em que se ensina que gênero é algo que não deve ser levado em conta, numa espécie de vale-tudo comportamental, sem considerar o conceito de certo e errado ou de família tradicional e, muitas vezes, com foco Adaptado: <https://www.universal.org/blog/2019/01/27/a-educacao-comeca-em-casa/>.
no lado sexual. Como preparar a criança para aproveitar o ensino de verdade e evitar que se gere confusão na sua mente que está em formação? Dever de casa. Segundo Carina, os pais precisam proporcionar em casa um ambiente em que as crianças tenham liberdade para falar tudo o que acontece com elas. “Os pais devem reservar tempo para ouvir seus filhos, saber o que estão vivendo em sala de aula e com os colegas, pois, dessa forma, poderão explicar a eles que alguns conteúdos ensinados na escola não são compatíveis com a fé ou crença professada pela família. É importante conhecer quem são as pessoas que estão perto da criança e a influência que exercem. Com isso, qualquer princípio que estiver fora do que os pais pretendem ensinar para seus filhos logo poderá ser questionado e invalidado e reforçado o princípio correto.” É o que Fabio Camargo, de 41 anos (foto a dir.), supervisor de TV, de Jundiaí, São Paulo, sempre fez com os dois filhos. “Sempre questiono o tipo de tarefa que a escola está passando a eles, para que eu possa orientá-los. Nos dias de hoje, temos que ficar de olho em tudo, pois, se eu não tirar uma dúvida sequer deles, vão procurar outra pessoa que tire. Agindo assim, sinto mais firmeza neles, por causa das conversas que temos, pois eles me passam isso sempre. Nunca deixe para depois o que você pode falar hoje para seu filho ou filha. Às vezes, posso até não estar muito bem para conversar, mas a minha consciência logo me ‘dá um empurrão’ e vou conversar. E essa atitude me revigora.” Também é bom prestar atenção para não cair na armadilha da superproteção dos filhos, adverte a psicóloga Carina: “ao contrário do que muitos pensam, o excesso de cuidado pode mais atrapalhar do que ajudar. Pais que fazem muito pelos filhos quando eles já são capazes de fazer não dão a eles a oportunidade de crescer e se desenvolver. Assim, os sufocam e os tornam imaturos. As crianças crescem com muita dependência, tornando os desafios, inclusive na fase escolar, muito mais difíceis do que deveriam ser”. 09
DICA ARAUTOS
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CENTRAL
DAS BEBIBAS
Atender bem é o que nos faz bem! Rua Padre João Bandeira, n° 1535
Com suas atividades iniciadas no município de Jaguaribe no ano de 2018, a central das bebidas, franquia autorizada da AMBEV, vem se consolidando como uma das melhores opções do mercado de bebidas para quem busca preço e qualidade. Com uma política de trabalho voltada à satisfação dos clientes, disponibiliza as principais marcas do segmento, tendo como grande diferencial um atendimento peculiar e preço justo. Faça-nos uma visita, comprove o que estamos anunciando e venha crescer conosco.
ENERGY DRINK
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CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA
MANUEL NOGUEIRA DE QUEIROZ GRANJA (TRISAVÔ PATERNO DO DEPUTADO ANTÔNIO GRANJA E BISAVÔ PATERNO DE MATEUS PEIXOTO NOGUEIRA).
E
ra conhecido como Manuel Nogueira da Fazenda da Serra, nasceu em 13/05/1832 e faleceu em 08/12/1916, na Fazenda da Serra – Distrito de Santa Rosa (antiga Jaguaribara - CE), freguesia do Riacho do Sangue (atual Jaguaretama - CE). Era filho de Antônio Nogueira de Queiroz e de Dona Joana Francisca de Jesus Granja, neto materno de Anna Ribeiro Granja e de Francisco Carlos da Silva Saldanha (1º). Casou, entre 1854/1855, com Dona Maria Adelina Saldanha Granja, filha de Domingos da Silva Saldanha Granja e de Dona Maria da Penha Conceição Granja. O casal teve 11 filhos: Casimiro, Ananias, Jeremias, Francisco, Anna, Emília, Maria, Brígida, José, Manoel (Granjinha) e Antônio (Toinho). Os irmãos de Manuel Nogueira eram: Francisco, Antônio, José (Zéo), Joana, Maria (Mindona), Brígida e Filismina. Foi vereador em Jaguaribe-Mirim de 1869/1871 e, em 1869, foi designado, juntamente com o Coletor, para proceder a demarcação dos limites do Município de Jaguaribe-Mirim e fazer o lançamento da décima dos prédios urbanos no quadriênio 1870/1873. Foi presidente da Câmara Municipal entre 1869 e 1870. Por decreto, do Presidente Manoel Deodoro da Fonseca, em 30/10/1890, foi nomeado Capitão da Guarda Nacional e recebeu a patente em 11/12/1890. Em 15/03/1892, foi nomeado 1º Suplente de Juiz Municipal de JaguaribeMirim. A casa sede da Fazenda da Serra foi inaugurada com uma grande festa, em 1882, no dia do casamento de sua filha Dona Maria Nogueira Granja (Quenquenia) com o Sr. Osório Saldanha Granja (Diógenes). A família de Manuel Nogueira entrelaçou-se, acentuadamente, com a família Diógenes de Jaguaribe, já que se casaram nove filhos seus na respectiva família. Manuel Nogueira da Fazenda da Serra, era bisavô paterno de Mateus Peixoto Nogueira, fazendeiro e empresário do ramo de restaurante, fabricação de queijo e posto de combustível, residente na Fazenda Baltazar, zona rural de Jaguaribara – CE, onde tradicionalmente ocorre, na primeira semana de julho, desde 1995 uma grande vaquejada, no PARQUE ZÉ NOGUEIRA DO BALTAZAR, tornando-se a melhor e mais popular FESTA DE GADO do Vale do Jaguaribe, até mesmo do Ceará e conhecida em todo o Nordeste Brasileiro. Observações: Era o trisavô paterno do médico e Deputado Estadual Antônio Pinheiro Granja, filho do Sr. Ananias Granja e Dona Elvira Granja Pinheiro. O Dr. José Edmar Nogueira Peixoto – Engº Civil, pesquisador e jaguaribano, era bisneto materno do biografado e foi
Manuel Nogueira de Queiroz Granja.
quem forneceu o material fotográfico, aqui exposto, pertencente ao seu acervo particular. O Sr. Gilson Nogueira, também bisneto paterno do biografado, é um grande sabedor com detalhes de acontecimentos na família.
Data da Fotografia 23/02/1877.
Casa Sede da Fazenda da Serra.
Sérgio Barreto Engenheiro Agrônomo (UFC) e Licenciado em Ciências (EUCE).
Colaboração: Fotografias cedidas José Edmar Nogueira Peixoto - Engenheiro Civil e pesquisador; pesquisa auxiliada por Francisco Guimarães Diógenes (Chico Guimarães).
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COLUNA
A VIDA É HOJE! O MOMENTO É AGORA!
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ocê já parou para pensar que, muitas vezes, vivemos em função do futuro? Passamos a infância e adolescência na escola com o objetivo de facilitar o exercício de uma profissão, a qual nos dará dignidade e condições de aproveitar a vida. Aproveitar a vida depende, por vezes, de três fatores: tempo, dinheiro e energia. Quando adolescentes, temos muita energia, muito tempo e pouco ou nenhum dinheiro. Aí deixamos para aproveitar na fase adulta. Mas aí percebemos que temos o tão almejado dinheiro, um pouco menos de energia (mas ainda o suficiente), mas pouco ou nenhum tempo livre. E então vem a velhice, quando temos bastante tempo livre, toda uma aposentadoria de décadas investidas, e pouca energia. E logo você se dá conta de que deixou o tempo passar, sempre esperando pelo momento perfeito: o momento perfeito para aproveitar a vida; o momento ideal para viajar e conhecer o mundo; o domingo oportuno para conhecer aquele museu da sua cidade, que fica bem perto da sua casa; a Internet cair para esquecer um pouco o Whatsapp e efetivamente ligar para
aquele(a) amigo(a) e ouvir sua voz em tempo real, depois de tanto tempo; o dia livre para para visitar seus avós, que você tanto queria ter por perto mas tão pouco tempo lhes dedica; a semana sem pendências para ler aquele livro que você ganhou de presente ano passado; o mês ideal para começar ou voltar a fazer aquela atividade física de que você tanto gostava; e a vida perfeita para viver. Aí você acorda e percebe que ainda dá tempo. Que a vida é agora e não amanhã ou ano que vem. Que seus avós estão vivos agora, mas talvez não estejam mais entre nós no mês que vem. Que você pode aproveitar cada momento e cada oportunidade dando o seu melhor e extraindo o máximo de proveito possível. Que o que faz você feliz amanhã é a coleta do que vo cê p l a n t o u h o j e . Q u e , quando a gente quer, a gente dá um jeito e faz acontecer. A vida é hoje! O momento é agora! Daniel Cavalcante
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LIVRAMENTO EM BRUMADINHO
“ERA UMA CASA LINDA, MAS ACABOU”.
O taxista Romeu Simões de Brito decidiu aceitar uma corrida de última hora: 'Foi o tempo de acontecer a tragédia'. Do local onde vivia não sobrou nada
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esmo depois de dias do rompimento da barragem, o taxista Romeu Simões de Brito, de 69 anos, não se cansava de vasculhar os destroços da tragédia, caminhando por uma trilha forrada de telhas. No entorno, despontavam da lama vigas, tábuas, um canto de sofá, uma cama de casal retorcida. Mas da casa do pequeno sítio que ele construiu com a mulher, Maria das Dores, na zona rural de Brumadinho, não sobrou nada: nem um documento, um objeto pessoal, ou qualquer indício do lugar onde os dois gostavam de descansar quando deixavam o centro do município. Eles estavam prontos para ir até lá na hora do almoço de
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sexta-feira 25, mas Brito mudou de plano ao decidir aceitar uma corrida de última hora, de um passageiro que precisava ir a um hospital no município vizinho de Betim. “Foi o tempo de acontecer a tragédia. Nós poderíamos estar aqui na hora”, relembra, apontando para a região onde, provavelmente, ficava a casa mais próxima à sua. “Meu vizinho e grande amigo, que morava aqui, está desaparecido.” Os animais domésticos atolados na terra também despertavam a preocupação do taxista, aliviado apenas quando viu voluntários de uma ONG de defesa dos bichos empenhada no resgate. Adaptado: <https://veja.abril.com.br/brasil/era-uma-casa-linda-mas-acabou/>.
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Hívina Gomes Peixoto.
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Idade: 17 anos. | Profissão: Estudante. Cor: Branca. | Hobby: Dançar/Maquiar. Estado Civil: Namorando. | Frase: "Floresça onde Deus plantar." Filme: Enquanto Você Dormia.
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Fonte: Adaptado Folha Universal edição n 1341.
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