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Índice
“Marcas do que se foi, sonhos que vamos ter.”
01 Capa 02 Parceiros 03 Editorial
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EDITORIAL
inda-se o histórico 2018, e que seja bem- nhor”. Obrigado, Deus! -vindo 2019! Fazendo uma rápida retros- Nesta última edição de 2018, estamos estamopublis, moendum, publicae, sennedo nonferbis despor morterces bondam meaconfec tilla vesit, pectiva ano que in está acabar, podepando: programação do convern Natal deihilis, Amordius e Luz, 04 Tuboarte temus ausatquit. Bonduci mos veritem pere quideo utum iamenit ratuus, Catus, obuturniura et, veris, aut verfecto es host constatar o poder explosivo do povo, que, que já faz parte do calendário dos jaguaribanos; firis; hic ompl. Terfecupio decidindo hus au- certo que nor concomo vicaeome confec adem is remuscestam tus sicatus com nocaeum ou ubis errado, tempo nostilla teremos uma entrevista maravilhosa 05 Herika Gomes cit, cus alatum dis. Avolica tortem aperid vesit, convern ihilis, dius obuturniura publius, facis. eti is opuli, condam. mostrará, deixa sua marca no contexto histórico casal de médicos cubanos que nos serviramFui com 06 se TOMIX cum tam sed mors erionte rfectorei et, país, veris,chamado aut verfecto is imus reeitil te,ssionalismo quemqua statis essi pridnas deste imenso Brasil.es host adem muito amor profi e dividiram lestell arenemo vemusse furni-muitos remuscestam tus agradecer: sicatus nocae publius, pubit conteat fit; inia rem Pati 07publicu Temos motivos para estamos páginas dafachuis Arautos um pouco Arautos Entrevista taterem patus M. Serfece con num, quam facis. eti is opuli, condam. Fui imus re fi ci pat etis oponem essenat ioctum tem vivos e temos onde pousar. Temos pessoas que da sua experiência em nos08 EXPOF iam Romne nonsum ortelutuiu comneste, quemqua essideprid pubit pra mo convero ractuitrei co vem in punos amam itil e, acima de tudo, statis a benção Deus, sa terra; feitos valorosos, 09sentes ent. Rum inatur inque deatqui fachuis conteat t; iniaFORTE rem Pati ci pat vis vigit, norumur nihilic ulariam Jerryverico Diógenes nos presenteia com o finosso solfide comoblicae, o do Mario Barbosa; publint? Quam ressena timus, iae id C. etis oponem essenat ioctum tem pra mo iae efecorus, contus 10 Nadya Gurgel cada manhã. Dicas de saúde; artigos; e aus, o pubis orum Iridene in ne me confec tilla vesit, conconvero ractuitrei co vem in publicae, vis sedepseri senteatiliam Muitos nos deixaram, partindo para outra di- colunas riquíssimas para crem popublin ne 11vern ihilis, de dius obuturniura et, veris, aut vigit, norumur nihilic ulariam iae efecononferbis in des moresi mmoli, derberis Matéria Capa mensão. O vazio ficou, mas o tempo e a fé vão o nosso deleite. es host adem is remuscestam rus, contus aus, o pubis orumimensa sedepseri consu me inatimum et grae tius? Roratra 12 verfecto nos colocar de pé, certamente. Nossa Muita paz, muitas reDestaque Arautos tus sicatus nocae publius, facis. eti is pelo senteatiliam crem popublin ne nonferbis cerfectus facere alizações e felicidade gratidão apoio irrestrito a esta façanha 13opuli, Johncondam. SaymonFui imus re itil te,chamada quem- “Revista in des moresi mmoli, derberis consu me Arautos”. Estamos contando são os votos da equistatis essi prid pubit fachuis conteat inatimum et grae tius? Roratra cerfectus 14 qua os passos para a edição de número 100 e não nos pe Arautos do Vale! Ocupando a Mente fit; inia rem Pati fici pat etis oponem es- de faceree me“Até confec tillaajudou vesit, oconvern cansamos repetir: aqui nos Se15 Parceiros senat ioctum tem pra mo convero ractui- ihilis, dius obuturniura et, veris, aut ver16 trei co vem in publicae, vis vigit, noru- fecto es host adem is remuscestam tus Registro Arautos mur nihilic ulariam iae efecorus, contus sicatus nocae publius, facis. eti is opu17 FVS News aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam li, condam. Fui imus re itil te, quemqua 18 crem popublin ne nonferbis in des mo- statis essi prid pubit fachuis conteat fit; Esporte na Arautos resi mmoli, derberis 19 Poesia na Arautosconsu me inatimum inia rem Pati fici pat etis oponem esseet grae tius? Roratra cerfectus facerem, nat ioctum tem pra mo convero ractui20 que hostrat imorum aurei stam opublis, trei co vem in publicae, vis vigit, noruSaúde na Arautos Casdam audere tasdam dente plius cae mur nihilic ulariam iae efecorus, contus 21 Berbecue conos, con sigitimil ublinam intiu ver- aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam 22 bi sedo, videatatis forum iae omniciam crem popublin ne nonferbis in des moGata ARAUTOS iae efecorus, 23 Parceiros contus aus, o pubis orum resi mmoli, derberis consu me inatimum sedepseri senteatiliam crem popublin et grae tius? Roratra cerfectus faceree
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24 Parceiros
Expediente Sandoli Diógenes Fundadora
Ramon Gomes Diretor
Herika Gomes Supervisão
Fonte: Adaptado Folha Universal edição n 1341.
Ruth Gomes Reportagem
Francisco Fernandes Daniel Cavalcante Revisão
Monteiro Lobato.
(85) 9 9900-0062
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COLUNA
Família.
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stes dias, em um evento na escola dos meus filhos, observando algumas famílias, suas composições e as formas como elas são constituídas, o que mais me chamou a atenção foi a constatação viva de que família é gente com quem a gente pode contar. Vi várias formas da família tradicional com pai, mãe e filhos. Mais também vi outras e diferentes formas de laços. Aquele momento foi tão bonito! Existia uma áurea quase que mágica naquela celebração que nos dá motivos pelos quais criamos forças para continuar lutando, persistindo e tentando, apesar de tudo. Eu não sei como é a sua família. Eu só sei que você não foi parar nela por acaso e que, não importa o que o capitalismo te faça acre-
ditar, seu maior tesouro são as pessoas que você pode chamar de família. E, se você não descobrir isso cedo, a vida vai te mostrar, mas de uma forma cruel e dolorosa, geralmente em formato de ausência eterna. Enquanto eu estava escrevendo, fiquei pensando nos jovens e no quanto a gente se sente forte e independente nesta época. Muitos jovens maravilhosamente promissores passaram pelas minhas salas de aula. Várias vezes, pude ver a mesma história se repetindo: jovem, bela e popular, mas “surda” aos conselhos de quem a amava... Quando acontece qualquer problema, pouco tempo depois... sem aqueles “amigos”. Para os meninos, o perigo está justamente nas “amizades” e nos caminhos a que elas
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te levam. O fato é que, quando as coisas não dão certo, acabamos contando apenas com aqueles a quem lá no princípio fizemos sofrer por não querer ouvi-los. Um dia li um texto que dizia que a família é um prato difícil de preparar e eu concordo com isso. Se cada um de nós é um ingrediente, sem você, com certeza o sabor não seria o mesmo. Você é livre para crescer, mas não deve esquecer das suas raízes. Herika Gomes. Paz e bem.
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O que vimos no Brasil.
ARAUTOS ENTREVISTA
O que vivemos em Jaguaribe!
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o ano de 2013, foi implantado em nosso país, no governo da presidente Dilma Rousseff, o programa Mais Médicos. O Programa funcionou até 14 novembro de 2018, mediante o qual se tornou possível a expansão do atendimento médico às mais diversas localidades do nosso gigante Brasil. Neste cenário, nosso município de Jaguaribe foi agraciado com médicos cubanos, que desempenharam suas atividades com bastante humanização e profissionalismo. Para registrarmos essa experiência, a Arautos conversou com o casal Juan Ramón e Leonor Vega, que dividiram sua vivência em Jaguaribe em nossas páginas. Utilizamos a legenda: A=Arautos M.C= Médicos cubanos A. Onde nasceu Dr. Juan Ramón e quais foram suas experiências fora do seu país? M.C. Nasci em Gibara, Provincia de Holguin, no leste de Cuba. Servi como médico no Paquistão, na Venezuela, estive em Portugal e atualmente no Brasil. A. Qual é a origem da Dra. Leonor? M.C. Nasci em Floro Perez. A. Quando foi a chegada de vocês em nosso país e em nossa cidade? M.C. Chegamos a Brasília no dia 12 de janeiro, e a Jaguaribe no dia 28 do mesmo mês, no ano de 2016.
A. Quais os desafios e os episódios mais marcantes vividos em nossa terra? M.C. O primeiro desafio foi o idioma, que tivemos que aprender com o passar do tempo. O outro desafio foi trabalhar com doenças que não temos em nosso país ou que não são frequentes, como Tuberculose e Hanseníase. A. Quais as principais diferenças do nosso estilo de vida em relação ao dos cubanos? M.C. Primero a dieta. Os temperos das comidas são muito fortes, mas, com o tempo, já adoramos o cuscuz. A música é diferente, mas linda. Sentimos que algumas coisas que são vitais à população em nosso país estão à disposição, tais como: saúde de qualidade é direito adquirido, e educação gratuita é obrigatória. Não se fica em casa por opção. Tem que ir para escola. A opção de não ir não existe. Nossas diferenças sociais não existem. Filhos de pedreiro sentam–se na mesma sala de aula ao lado do filho do médico. Não precisamos pagar planos de saúde, nem tampouco plano funerário para nos enterrarmos. Todos os homens obrigatoriamente servem ao exército, e não existe a possibilidade de, quando estamos estudando, reprovarmos disciplinas na faculdade. Se reprovarmos, perdemos tudo, independente do período cursado. Imóveis alugados são raridades. A popu-
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lação em geral possui suas casas. A. Como foi recebida pelos médicos cubanos a notícia do encerramento do programa em nosso país? M.C. Foi muito triste, mas esperada, dadas as novas condições do pais. Servimos em 65 países no mundo e conhecemos como é o comportamento de nosso ministério e de nosso país. Estávamos muito felizes com as novas orientações de trabalho nos postos, estratificando os pacientes e fazendo medicina preventiva. A. Pensaram em pedir asilo em nosso país e continuar a viver em nossa cidade? M.C. Não. Nós somos cubanos e vamos voltar para nosso país junto de nossos filhos e nossas famílias. A. Qual o recado que vocês deixam a nossa população? M.C. Voltamos para nosso país, mas aqui deixamos uma familia muito grande. Recebemos muitas amostras de amor de nossos pacientes e, se Deus quiser, um dia poderemos voltar. Lá em cuba, vocês têm amigos dispostos a ajudar os nossos pacientes brasileiros a qualquer momento. As perguntas foram concedidas pelos médicos Dr. Juan Ramón Leyva Aguilera e Dra. Leonor Vega Rodrigues, na sede da Revista Arautos em 25/11/2018. A redação.
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ARTIGO ARAUTOS
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opublis, moendum, publicae, sentemus ausatquit. Bonduci veritem firis; hic ompl. Terfecupio hus aucit, cus alatum dis. Avolica tortem aperid se cum tam sed mors erionte rfectorei publicu lestell arenemo vemusse furnitaterem patus M. Serfece con num, quam iam Romne nonsum ortelutuiu comnessentes verico ent. Rum inatur in deatqui publint? Quam ressena timus, iae id C. Iridene in ne me confec tilla vesit, convern ihilis, dius obuturniura et, veris, aut verfecto es host adem is remuscestam tus sicatus nocae publius, facis. eti is opuli, condam. Fui imus re itil te, quemqua statis essi prid pubit fachuis conteat fit; inia rem Pati fici pat etis oponem essenat ioctum tem pra mo convero ractuitrei co vem in publicae, vis vigit, norumur nihilic ulariam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin ne nonferbis in des moresi mmoli, derberis consu me inatimum et grae tius? Roratra cerfectus facerem, que hostrat imorum aurei stam opublis, Casdam audere tasdam dente plius cae conos, con sigitimil ublinam intiu verbi sedo, videatatis forum iae omniciam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin
ne nonferbis in des morterces bondam pere quideo utum iamenit ratuus, Catus, que nor ubis con vicae me confec tilla vesit, convern ihilis, dius obuturniura et, veris, aut verfecto es host adem is remuscestam tus sicatus nocae publius, facis. eti is opuli, condam. Fui imus re itil te, quemqua statis essi prid pubit fachuis conteat fit; inia rem Pati fici pat etis oponem essenat ioctum tem pra mo convero ractuitrei co vem in publicae, vis vigit, norumur nihilic ulariam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin ne nonferbis in des moresi mmoli, derberis consu me inatimum et grae tius? Roratra cerfectus faceree me confec tilla vesit, convern ihilis, dius obuturniura et, veris, aut verfecto es host adem is remuscestam tus sicatus nocae publius, facis. eti is opuli, condam. Fui imus re itil te, quemqua statis essi prid pubit fachuis conteat fit; inia rem Pati fici pat etis oponem essenat ioctum tem pra mo convero ractuitrei co vem in publicae, vis vigit, norumur nihilic ulariam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin ne nonferbis in des moresi mmoli, derberis consu me inatimum et grae tius? Roratra cerfectus faceree
me confec tilla vesit, convern ihilis, dius obuturniura et, veris, aut verfecto es host adem is remuscestam tus sicatus nocae publius, facis. eti is opuli, condam. Fui imus re itil te, quemqua statis essi prid pubit fachuis conteat fit; inia rem Pati fici pat etis oponem essenat ioctum tem pra mo convero ractuitrei co vem in publicae, vis vigit, norumur nihilic ulariam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin ne nonferbis in des moresi mmoli, derberis consu me inatimum et grae tius? Roratra cerfectus facere
Fonte: Adaptado Folha Universal edição n 1341.
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Zuca, nosso herói!
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omos de uma família de quatro filhos. Apesar de pertencer ao sobrenome da dinastia jaguaribana, dos que sempre mandaram e comandaram os destinos dessa terra, minha família sempre foi boi na boiada. Sem vez e sem voz, nunca fomos votados, mas sempre votamos, ainda que por livre e espontânea pressão. Nem sei onde, o pai, com uma letra tão inelegível, uma leitura tão garranchada, encontrou vocação pra acreditar na educação, ou para acreditar no poder transformador da leitura. Meu pai, Zuca das Cacimbas, ao perceber que nossa gloriosa Tia Ziza estava com sua salinha de aula lotada, que, diga-se de passagem, era uma acanhada casinha de taipo, seu Zuca foi até o gestor municipal e trouxe tia Ana Mota para nos ensinar o B-A-BA. A ideia dos que concederam talvez fosse aprender a ler e escrever para votar direito. Em 1986 eu não entendia bem por que papai nos dispensava de limpar a
merda das vacas pra que estudássemos. Aos poucos, pai nos deu asas. Meu mestre sabia de algo que seus pequenos nem suspeitavam. Nem sei se, sem saber de linguagem, meu velho quase recitava poemas pra nos glorificar. Mas nem tudo foram aplausos e glórias. Enquanto pai nos glorificava limpando mato, com nossa fardinha velha e no revezamento da miséria, nos dava uma farda nova. O dono da fazenda dizia: Zuca não iria sair do nada, porque seus filhos eram vagabundos. Ele não soubera criar os filhos. Eram jovens de escolas. O que dizer nesta data de hoje? Meu velho! Depois de um ano e pouco que partiste, eu tento, eu invento, até reinvento. Sou um péssimo dublê. Como filho mais velho e sargento da gloriosa polícia militar do Ceará, depois do senhor testemunhar tantos diplomas de seus filhos, vitórias, eu me revejo ao seu lado tratando gado alheio, cuidando de terra nunca nossa, da emoção de quando
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COLUNA
me dediquei ao meu curso, minha graduação, porque, na verdade, tudo na vida de vossos filhos é sua... mas do que a foto na minha sala, agora dia 06 de dezembro sua filha caçula estará colando grau, justo no dia do vosso aniversario. Até os o céus conspiraram. Recado do céu? Justo demais ao senhor, que tanto quis uma escola no nosso povoado. O senhor, que arrancou batatas, depois arrancou os filhos de um latifúndio de miséria e de exploração. Hoje um de nós, aquela que o acompanhou até as últimas horas, do corredor do hospital aos extremos de nossos últimos dias. Sem mais... Pai, obrigado! Jerry Diógenes.
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COLUNA
Natal multifacetado.
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esa farta: lautíssima. As iguarias estão lá, mas a família está de dieta. Foi o costume que descortinara tantas delícias para serem apenas postagens via WhatsApp... em relembrete para não haver atraso... daquela não-ceia. Mas ainda houve, ufa!, um registro fotográfico da “exuberante mesa posta”... que parara no Instagram. Muitas curtidas obteve! Logo mais: selfies de rostinhos maquiados em base porcelanada e barbas negras com grife. Os sorrisos são um garbo e a alvura irretocável daqueles dentes... alertava que eram clientes dos novos procedimentos do famosíssimo... Presentes repetitivamente caros foram sendo trocados, mas o “repetitivo” inquietou muito o coração de Mária, pois concluíra que poderiam ter sido, pela primeira vez, apenas presentes. E se perguntava por que receber nova-
mente uma rica pulseira... Já possuía incontáveis! Questionava-se, apreciando do terraço, uma família que passava, ao longe: pai e mãe abrindo sacos de lixo, à procura de itens que pudessem comer ou vender em algum distante “armazém de reciclagem” e seus dois filhos pequeninos, de perninhas a balançar, sentados naquela humílima carroça e indubitavelmente empolgados apreciando a decoração iluminada de anjos e pinheiros natalinos da fachada do elegante Condomínio onde morava. Eles apreciavam boquiabertos a mudança de cores daqueles “pisca-piscas” e seus olhos, certamente, rutilavam imensamente! Mária pegou-se a pensar no quanto eles ficariam impressionados e contentes com a árvore IMENSA, quase descomunal, do hall de entrada do prédio. Nem ela havia percebido o quanto estava esplêndida mesmo a decoração daquele ano. Pensara em elogiar o síndico. Qui-
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sera descer e conversar com aquela família, mas já não daria tempo. Uma chuva fininha começava a cair e... apressavam o passo. Ainda pôde ver o beijo que o marido dera na esposa e nos filhos, antes de ELE MESMO puxar o trenó que os levaria... para concluir sua Nadya Gurgel. noite de natal em outro lugar, • Professora efetiva de diante de ou- Língua Portuguesa do IFCECampus de Jaguaribe; tras residências • Membro da AJEB (Asde outras Má- sociação de Jornalistas e rias... e, quem Escritoras) desde 1999; sabe?, fazê-las • Autora do romance “Um Novo Amanhã”. mais conscientes e vivas!
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o último dia 24 de novembro, iniciou oficialmente o Natal de Amor e Luz 2018. O evento aconteceu na Praça da Prefeitura e reuniu Jaguaribanos e convidados de cidades vizinhas. A espera pelo Papai Noel contagiou crianças e adultos, e o bom velhinho não chegou só, trouxe junto com ele, a mamãe Noel, os bebês Noel, bandas de música do Município e da Fundação Tuboarte, além dos personagens do musical Disney, palhaço, perna de pau e princesas para deixar a noite mais encantadora. O Natal de Amor e Luz começou com um desejo no coração da Primeira Dama e Secretária do Trabalho e Assistência Social, Ana Patrícia Diógenes, em realizar em Jaguaribe o que ela viu na cidade de Gramado/RS. De início pareceu algo impossível de ser realizado pela grandiosidade e dificuldade em superar os obstáculos que viriam a surgir. Mas a vontade de fazer acontecer foi maior do que tudo, pois o sonho já estava plantado em vários corações. Para que o Natal de Amor e Luz criasse
forma nasce junto com ele o PROJETO RECICLAR que até hoje como objetivo transformar aquele material considerado lixo em arte. Além de trazer uma decoração encantadora, fazendo renascer a magia do natal, traz também a responsabilidade socioambiental, que tem como desafio preservar a natureza e depositar carinho no meio ambiente. Esse ano o espírito de natal está mais presente ainda, pois além de encanto, magia e beleza na cidade, o Projeto Reciclar vai fazer desse um Natal inesquecível e muito especial, Papai Noel chegará até você em forma de presente, pois será sorteado um caminhão de prêmios, uma TV smart e uma família vai ganhar o bem mais precioso e sagrado: UMA CASA PRÓPRIA MOBILIADA. (Acesse o site da prefeitura: jaguaribe.ce.gov.br e veja como participar) “Neste momento o sentimento é de gratidão, pois a decoração desenvolvida pelo Projeto Reciclar, é feita com amor para todos os jaguaribanos, e quando as luzes acendem podemos ver nos olhos de toda a população o mesmo sentimento:
amor”, ressaltou Ray Rodrigues, representando toda equipe do Projeto na cerimônia de abertura. O Prefeito Zé Abner, em sua fala, agradeceu à população pela colaboração com material reciclável e reforçou o zelo que a população deverá ter para conservar a decoração natalina. E para fechar a noite, os jaguaribanos foram presenteados com o forró das antigas das bandas Limão com Mel e Cavalo de Pau, na avenida Beira Rio. Programação do Natal de Amor e Luz 2018 • 12/12/2018 - 17h - Natal de Amor e Luz em Mapuá; • 13/12/2018 - 17h - Natal de Amor e Luz em Nova Floresta; • 14/12/2018 - 17h - Natal de Amor e Luz em Feiticeiro; • 21/12/2018 - 18h - Encerramento do Natal de Amor e Luz 2018 e Sorteios da Casa mais Bela, Casa Mobiliada e Caminhão de Prêmios Local: Avenida Beira Rio.
Prefeitura Municipal de Jaguaribe
Gestão que trabalha. 00
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Jaguaribano representa municipio em evento nacional.
O
s últimos dias 12, 13 e 14 de Novembro foram singulares na vida de Romário Barbosa, 24 anos. Graduado em Gestão Pública (UNESA) e graduando em Pedagogia na Universidade Estácio de Sá (UNESA) e Ciências Biológicas no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE – Campus Jaguaribe), ele foi vencedor do concurso cultural “Apaixonados por Ciência”, ação conjunta entre Brasil e embaixada do Reino Unido, Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, com o objetivo de incentivar a ciência e inovação, aumentando o conhecimento sobre colaborações científicas entre os dois países. Os participantes desse concurso deveriam gravar um vídeo de 1 (um) minuto, em português, respondendo à pergunta: “Por que você é apaixonado por ciência e como a ciência pode contribuir para resolver desafios globais?” Além da viagem à Brasília para acompanhar a premiação do Newton Prize 2018, que reconhece e celebra pesquisas e inovações, e participar de um intercâmbio cultural na capital de nossa nação, ele ganhou o direito de exibir seus projetos e realizar network com os cientistas, diplomatas, embaixa-
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dores, secretários de Estado e diversas autoridades presentes no evento. É importante destacar que o engajamento com as políticas de educação foram incentivadas por Marta Luciana (in memoriam), uma de suas professoras na Escola Estadual de Educação Profissional Poeta Sinó Pinheiro, instituição que sempre apoiou o desenvolvimento de projetos de iniciação cientifica. “Marta foi a pessoa que me instigou a ler, pesquisar, desenvolver ciência. É uma grande inspiração”, completou Romário. Mais sobre Romário Barbosa. Atuando na gestão municipal de Jaguaribe (2017/2020), assessora a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SEDET), como Agente de Desenvolvimento Local, coordenando a Sala do Empreendedor Jaguaribano, fomentando políticas de empreendedorismo e atração de investimentos para geração de renda com foco na promoção e o desenvolvimento econômico-social sustentável da cidade, realizando um trabalho ético e compromissado com os Jaguaribanos. Ele acredita que nossa sociedade só será justa quando for menos desigual, oferecendo igualdade de oportunidades
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DESTAQUE ARAUTOS
e garantindo condições mínimas de dignidade a toda população brasileira. É professor, empreendedor e diretor presidente da Innovare – Assessoria e Educação Corporativa, empresa de consultoria que atua nas áreas de Educação, Gestão e Alta Performance, desenvolvendo soluções em treinamentos, palestras, oficinas, workshops e cursos, com foco no aprimoramento das competências e habilidades humanas. Ativista e Líder Estratégico Municipal do Movimento Acredito, ele é fundador do Laboratório de Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional (LABPÚBLICA) e do Núcleo de Incentivo à Pesquisa e Educação (NIPE), ações que iniciarão atividades em Dezembro deste ano, quando acontecerá o lançamento oficial do Núcleo do Movimento Acredito em Jaguaribe. Por causa das suas contribuições para a Educação no ensino médio, através da investigação científica, foi premiado por diversas organizações nacionais e internacionais, totalizando mais de 13 premiações honorificas. A redação.
Os benefícios do Karate em minha vida.
C
omo o título já anuncia, este será um texto bem pessoal e tentarei registrar o que a prática do Karate, mesmo já fazendo alguns anos que não piso em um Dojo, representa para mim até hoje. Adentrei a esse mundo através do meu pai (Osmar Negreiros) que tem um fascínio por artes marciais desde sua adolescência e encontrou no Karate o alimento revigorante de sua alma, hoje ele é faixa preta 4º Dan e disseminou (até hoje atua intensamente) a arte na cidade de Jaguaribe (estado do Ceará) e municípios vizinhos. Poderia falar de outras grandes façanhas mas darei por suficiente estas informações, pois não é esse o objetivo do texto. No Karate cheguei apenas a faixa vermelha (segundo nível após a branca), embora tenha treinado tempo suficiente para ter adquirido uma faixa de nível mais elevado, não prestei exames quando tive a oportunidade. Vale ressaltar que participei das aulas apenas enquanto ainda era uma criança/adolescente e que parei de frequentar aos 14 anos de idade. Além das técnicas de defesas e golpes ensinadas através do Kata (exibição de técnicas em uma sequência predeterminada) e Kumite (luta), houve outros ensinamentos que carrego até hoje e é sobre isso que quero compartilhar nesse texto. No inicio e conclusão de qualquer aula tínhamos que aperfeiçoar o nosso entendimento do Dojo Kun, essa palavra japonesa ficou na minha cabeça, não sei se devido as repetições ou a outro fator oculto. Em alguns momentos de reflexão o Dojo Kun vinha a minha mente e fui criando novas interpretações. O Dojo Kun, em tradução livre significa Lemas do Dojo, é composto de cinco princípios e abaixo irei dá minha interpretação atual sobre cada um. Friso que esse é meu ponto de vista e que não reflete o que um karateca ou o criador dos princípios pensa. Respeito acima de tudo. Este principio já seria o bastante, penso que nada mais precisaria ser dito, porém corre o risco de ser interpretado de forma microscópica e levar em consideração apenas o respeito ao próximo, ao menos essa foi minha visão por algum tempo até ampliar esse principio e enxerga-lo como um filtro que pode ser aplicado a muitas decisões. Convido você a imaginar como seria o mundo se a cada ação humana fosse aplicado o filtro do respeito, ou seja, antes de agir cada pessoa fizesse os seguintes
questionamentos: • Se agir assim irei desrespeitar a mim mesmo, seja fisicamente, intelectualmente ou espiritualmente? • Irei desrespeitar o meu próximo? • Irei desrespeitar minha espécie? • Irei desrespeitar a vida animal ou vegetal? • Irei desrespeitar o meio ambiente? • Irei desrespeitar a Deus e/ou o universo? Esforça-se para formação do caráter. O que mais me chama a atenção nesse principio é a palavra “esforça-se”, ele não aconselha simplesmente a formar o caráter, é sugerido um esforço para tal feito, visto que se formos isolar a palavra caráter e extrair o seu significado chegaremos a simples diferenciação dos outros, uma marca, um registro próprio e portanto, quando empregado a um ser humano, estamos nos referindo a sua personalidade, a sua diferenciação dos demais, o que não necessariamente é algo positivo, já que podemos encontrar pessoas com um bom caráter e outras nem tanto. Partindo desse ponto de vista se faz necessário o trabalho de nós mesmos, é preciso que nos construamos em busca de uma definição mais próxima da perfeição e sendo a perfeição inalcançável, esse esforço precisará ser constante. Criar o intuito de esforço. O que me fascina nesse principio é a ideia de “criar o intuito”, que de certa forma antecede o tópico anterior, muito embora me tenham dito várias vezes que nenhum principio do Dojo Kun está sob o outro. Gosto de pensar que devemos nos esforçar para formar um bom caráter, mas que antes disso devemos ter o esforço como uma premissa, algo do qual não podemos fugir e que devemos incorporar de forma tal que torne a sensação de conforto um sinal de que algo precisa de atenção. Sentir o esforço pode ser tão prazeroso quanto o resultado dele, mas é preciso que se opte pelo esforço, que ele seja aceito como necessário. Fidelidade para com o verdadeiro caminho da razão. Considero esse ponto muito importante, principalmente nesse momento em que estamos vivendo. É tentador ser movido pelas emoções, afinal elas fluem naturalmente. Mas, como mencionado no principio anterior, se não existe um esforço é necessário observar a situação com mais
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atenção. Ser fiel a razão, em um primeiro momento, pode até parecer uma tarefa fácil, afinal não é comum que façamos algo sem convicção, mas o cérebro humano tem suas artimanhas e quando ela, a razão, está do lado oposto aos nossos desejos, instintos ou crenças, a nossa mente acaba trabalhando para criar um falso caminho e passamos a andar por ele afirmando a cada passo que estamos no caminho correto, mesmo que pessoas amadas alertem para o erro. Descobrir o caminho “verdadeiro” da razão não é uma tarefa fácil, é preciso mais do que o esforço, é necessário o intuito, é necessário um bom caráter, é necessário o respeito. Conter o espírito de agressão. Um leigo poderá considerar esse principio uma grande hipocrisia, afinal, como pode uma arte marcial falar em não agredir quando se aperfeiçoa os golpes a um ponto em que eles podem se tornar letais? Meu pai já disse uma vez, a muitos anos atrás, que o aperfeiçoamento de suas técnicas não são destinadas para luta, mas para não lutar, mesmo quando não se pode fugir de uma. Um bom karateca não precisará mais do que uma defesa em resposta a um ataque. Na verdade, o bom karateca evita ser atacado. Não podemos nos prender as agressões físicas, antes delas existem muitas outras. A raiva, a fagulha de uma agressão, é um sentimento primitivo que não pode ser removido da nossa natureza humana e portanto é preciso saber administra-la, não deixando que nos impeça de raciocinar. É preciso se conhecer para que quando o espírito da agressão comece a nascer em nossa mente possamos ser capazes de identificar e canalizar, evitando que passemos de uma linha onde não teremos mais o controle para retomar a situação. Permitir que a raiva se apodere de nosso corpo é um grande risco, pois começamos a precisar de acontecimentos externos para que possamos recobrar a razão, o verdadeiro caminho da razão. Johnny Saymon.
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opublis, moendum, publicae, sentemus ausatquit. Bonduci veritem firis; hic ompl. Terfecupio hus aucit, cus alatum dis. Avolica tortem aperid se cum tam sed mors erionte rfectorei publicu lestell arenemo vemusse furnitaterem patus M. Serfece con num, quam iam Romne nonsum ortelutuiu comnessentes verico ent. Rum inatur in deatqui publint? Quam ressena timus, iae id C. Iridene in ne me confec tilla vesit, convern ihilis, dius obuturniura et, veris, aut verfecto es host adem is remuscestam tus sicatus nocae publius, facis. eti is opuli, condam. Fui imus re itil te, quemqua statis essi prid pubit fachuis conteat fit; inia rem Pati fici pat etis oponem essenat ioctum tem pra mo convero ractuitrei co vem in publicae, vis vigit, norumur nihilic ulariam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin ne nonferbis in des moresi mmoli, derberis consu me inatimum et grae tius? Roratra cerfectus facerem, que hostrat imorum aurei stam opublis, Casdam audere tasdam dente plius cae conos, con sigitimil ublinam intiu verbi sedo, videatatis forum iae omniciam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin
ne nonferbis in des morterces bondam pere quideo utum iamenit ratuus, Catus, que nor ubis con vicae me confec tilla vesit, convern ihilis, dius obuturniura et, veris, aut verfecto es host adem is remuscestam tus sicatus nocae publius, facis. eti is opuli, condam. Fui imus re itil te, quemqua statis essi prid pubit fachuis conteat fit; inia rem Pati fici pat etis oponem essenat ioctum tem pra mo convero ractuitrei co vem in publicae, vis vigit, norumur nihilic ulariam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin ne nonferbis in des moresi mmoli, derberis consu me inatimum et grae tius? Roratra cerfectus faceree me confec tilla vesit, convern ihilis, dius obuturniura et, veris, aut verfecto es host adem is remuscestam tus sicatus nocae publius, facis. eti is opuli, condam. Fui imus re itil te, quemqua statis essi prid pubit fachuis conteat fit; inia rem Pati fici pat etis oponem essenat ioctum tem pra mo convero ractuitrei co vem in publicae, vis vigit, norumur nihilic ulariam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin ne nonferbis in des moresi mmoli, derberis consu me inatimum et grae tius? Roratra cerfectus faceree
me confec tilla vesit, convern ihilis, dius obuturniura et, veris, aut verfecto es host adem is remuscestam tus sicatus nocae publius, facis. eti is opuli, condam. Fui imus re itil te, quemqua statis essi prid pubit fachuis conteat fit; inia rem Pati fici pat etis oponem essenat ioctum tem pra mo convero ractuitrei co vem in publicae, vis vigit, norumur nihilic ulariam iae efecorus, contus aus, o pubis orum sedepseri senteatiliam crem popublin ne nonferbis in des moresi mmoli, derberis consu me inatimum et grae tius? Roratra cerfectus facere
Fonte: Adaptado Folha Universal edição n 1341.
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REGISTRO ARAUTOS
Evento cristão.
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UMADEJ (União das assembleias de Deus em Jaguaribe), realizou nos dias 24,25 e 26 de novembro a conferência interligados, com o tema: Marcados com o sangue. “Fomos abençoados com a ministração da palavra de Deus na instrumentalidade dos pastores: Rafael Belo (Rio de Janeiro), Gilmar Fiuza (São Paulo), Raique Carmelo(Iguatu-CE) e com a participação especial do cantor Jair Martins e banda(Recife-PE). A nossa juventude assim como toda igreja, foi impactada pela palavra de Deus e pelo mover do Espirito Santo.” Pastor Elioenay Lemos
A redação.
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ASKAJA - Formando campeões para a vida.
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SKAJA realia Exame de faixa em Cedro. Neste último dia 03 de novembro de 2018, o professor Osmar Negreiros, responsável técnico pelo Karate de Cedro - CE, acompanhado da presidente da ASKAJA, Marli Queiroz, e dos instrutores Pedro de Lima e Cosme Micael, chegaram na localidade de Santo Antonio - Cedro Ceará, onde realizou o primeiro exame de faixa de Karate, naquela comunidade. Com início as 9:00 horas, o evento aconteceu na quadra poliesportiva da comunidade, e contou com a presença de membros do Instituto Zuza Laureno, pais, amigos e familiares. A banca examinadora foi composta pelos professores Osmar Negreiros - Faixa preta 4º Dan, de Jaguaribe, Walter Bred - Faixa preta 1º Dan, do município de Iguatú e Celso Monteiro - Faixa preta 1° Dan, de Jucás. Na ocasião, o professor Osmar Negreiros falou dos aspectos institucionais que envolvem a modalidade de karate no estado do Ceará, bem como, do vínculo firmado entre associações e a FCK, da importância do acompanhamento das instituições no fomento a prática da modalidade, dos critérios para a realização de um Exame de Faixa e da instalação de uma Banca Examinadora. Ressaltou a importância do trabalho realizado pelo Instituto Zuza Laureno e pelo instrutor Jarberson de Jesuas naquela comunidade e enfatizou os valores trabalhados no karate. “Esses ensinamentos devem reverberar para a vida cotidiana em todas as suas dimensões” disse Osmar Negreiros. ALUNOS APROVADOS PARA FAIXA AMARELA: Elisa Barbosa Oliveira, Emanuel Rocha de Oliveira, Francisco Liedson Coelho dos Santos, Khrysnia Kelly Barbosa Vieira, Layra Aparecida da Silva Oliveira, Ludmilla de Fátima Coelho dos Santos, Maria Clara Tavares Barbosa, Mariane Sobreira de Lima, Pedro Henrique Barbosa Oliveira, Samilli Barbosa Santos, Wanderson Barbosa Oliveira ALUNOS APROVADAS PARA FAIXA LARANJA: Regislânia Mendes da Silva, Kelly Rufino Gomes ALUNO APROVADO PARA FAIXA VERDE: João Lucas Oliveira da Silva ALUNO APROVADO PARA FAIXA MARROM: Jarberson de Jesus Silva. Mantido por meio de doações, o Instituto Zuza Laureno promove um trabalho social que vem modificando a vida da comunidade de Santo Antonio, através de
diversas atividades como xadrez, artesanato, circulo de leitura, poesia, reforço escolar e karate. ASKAJA realiza Exame de Faixa em Jaguaribe. Neste último dia 10 de novembro de 2018, a Associação de Karate de Jaguaribe realizou mais uma avaliação para mudança de faixa de Karate. O evento teve início as 19:00 horas, na sede da ASKAJA e contou com a presença de associados, alunos, pais, amigos e admiradores do karate jaguaribano. A banca examinadora foi composta pelos professores Osmar Negreiros - faixa preta 4º Dan, Carlos Alberto Soares - Faixa preta 1º Dan e Rosana Torres - Faixa preta 1º Dan.
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O professor Osmar Negreiros ressaltou a importância do trabalho realizado pelos instrutores Pedro Henrique e Cosme Micael, bem como, a grande contribuição dos colaboradores Herleson Pontes, Luiza Peixoto e da presidenta da ASKAJA, Marli Queiroz, enfatizou as contribuições do karate para a vida dos seus praticantes e a importância do acompanhamento dos pais nas atividades dos filhos. Alguns momentos carregados de emoções, marcaram o ponto alto do evento, com direito a lições de superação, lágrimas libertas, longos abraços festivos e largos sorrisos. Depois da tensão da avaliação, alunos e familiares seguiram para a Pizzaria Brilhante, onde comemoraram o sucesso alcançado na escala hierárquica do karate-Do. ALUNOS APROVADOS PARA FAIXA AMARELA: Guilherme Lacerda Maia Brasil, Gustavo Lacerda Maia Brasil, Clara Maia Costa Gabriel Costa Diógenes, João Lucas Lima da Silva, Francisca Clara Carneiro Alves, Ana Clívia dos Santos Freire ALUNOS APROVADOS PARA FAIXA
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ESPORTE NA ARAUTOS
LARANJA: Júlio César Alves Lima, Maria Vitória da Silva silvestre, Alcides Maia Costa Agaci Cordeiro Diógenes, Lívia Cordeiro Diógenes ALUNOS APROVADOS PARA FAIXA VERDE: Eduardo Henrique Freitas B. Lima, Jean Carlos Alves Lima ALUNOS APROVADOS PARA FAIXA ROXA: Luiza Peixoto Martins, Fagner Calixto Peixoto. Em nome da ASKAJA, agradecemos a colaboração de todos, parabenizamos os alunos aprovados e os familiares que tem confiado em nossas mãos, o seu tesouro mais valioso, os filhos. ASKAJA conquista três medalhas pra Jaguaribe no Campeonato Cearense. Neste último sábado, 24 de novembro de 2018, as 6 da manhã, o professor Osmar Negreiros, partiu rumo a capital Alencarina, acompanhado dos atletas Júlio César e Jean Carlos, 7 e 9 anos respectivamente, e seu pai Chagas Lima, para disputar a fase final do Campeonato Cearense de Karate 2018. O evento de alto nível técnico aconteceu no ginásio do Colégio Imaculada Conceição, e contou com a participação dos melhores atletas do estado do Ceará, dentre os quais alguns campeões internacionais. Os irmãos Júlio e Jean juntaram-se a também atleta jaguaribana Rosana Torres que já se encontrava no ginásio. Os atletas jaguaribanos disputaram três das diversas categorias. O cenário Jaguaribano ficou prateado: Rosana Torres ficou com a prata, no kata adulto feminino, em uma disputa acirrada com a sua colega da seleção cearense de Karate. No Kata masculino, Jean e Júlio também ficaram com a prata, nas categorias sub 12 e 7 e 8 anos, respectivamente, em disputa muito difícil com os também, colegas de seleção cearense, que depois de deixarem para trás, outros atletas de alto nível da base do karate cearense, fizeram uma final que dificultou a vida da arbitragem. Rosana, Júlio e Jean, sagraram-se os segundos melhores atletas do estado do Ceará, nas suas respectivas categorias, garantindo a vaga no quadro Seleção Cearense de Karate para 2019. Quadro de Medalhas: Rosana Torres - Vice campeã Cearense 2018, Jean Carlos - Vice campeã Cearense 2018, Júlio César - Vice campeã Cearense 2018. Técnico: Osmar Negreiros - Faixa preta 4º Dan. Osmar Negreiros.
O homem que não sabia ler. O homem que não sabia ler Era um homem comum, Na verdade, ele tinha algo especial, adorava ler jornais. O homem que não sabia ler Não sabia nada, Não sabia escrever sequer uma carta; De madrugada ele escrevia bilhetinhos para a empregada. O homem que não sabia ler Não sabia ler placas; No meio do caminho era ele que guiava as pessoas pelo mapa. O homem que não sabia ler Não sabia o que escrever; Certa vez ele mandou uma carta de elogios para a Rainha. O homem que não sabia ler Era analfabeto; Nos fins de semanas, era ele que ensinava as crianças a soletrar o alfabeto.
POESIA NA ARAUTOS
O homem que não sabia ler Não compreendia o que as pessoas diziam, Quando um gringo chegava; era ele que traduzia. O homem que não sabia ler Não entendia de cálculos, Em um papel, no meio da praça ele deixou anotado, a fórmula de Bhaskara. O homem que não sabia ler Não entendia; Na verdade, ele questionava porque as pessoas mentiam. Ele que dizia não saber ler, Sabia muito mais Do que eu e você. Muita paz, Teu poeta.
O homem que não sabia ler Não tinha estudo, Certa vez, foi prestar uma prova, E passou em primeiro lugar em um vestibular. O homem que não sabia ler Era realmente diferente, Não sabia nem ler e nem escrever; Na verdade, ele era inteligente.
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Flávio Chaves.
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WhatsAppinite: como estão os seus polegares?
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m 2011, a WhatsAppinite – termo usado para definir a inflamação (tendinite) dos polegares causada pelo ato repetitivo de teclar no celular – já tinha antecessores. O mal conhecido como Síndrome do Polegar do Blackberry afetava milhares de jovens viciados em mandar SMS e e-mails pelo telefone. O problema evoluiu com a chegada dos smartphones. Então, o vício de mandar SMS se transformou no envio cotidiano do “zap”. O acesso ao equipamento se democratizou. Além de favorecer o lazer, o ato de teclar tornou-se essencial para algumas profissões que fizeram do celular o novo computador. Para Antônio Carlos da Costa, chefe do grupo de Cirurgia da Mão e Microcirurgia da Santa Casa de São Paulo e professor da Faculdade de Ciências Médicas, atualmente é muito difícil levar a vida longe dos smartphones “Os jovens não querem mais carro, eles usam o Uber, que já está no celular, e não gostam de fazer ligação telefônica, pois preferem teclar durante 30 minutos e são raras as vezes que mandam áudios”, afirma. Ele explica que as nossas mãos não estão preparadas para sustentar esses movimentos repetitivos de permanecer com o polegar dobrado e fechado ao mesmo tempo.
A articulação do polegar conhecida como trapézio metacarpiano pode apresentar dor ao ficar sobrecarregada. “O ser humano desenvolveu um tipo de pinça com o polegar para agilizar algumas atividades, mas ainda não tem capacidade para lidar com tudo no dia a dia.” Ele acrescenta que as queixas nos consultórios por causa deste problema se intensificaram nos últimos cinco anos, especialmente por parte de pessoas com mais de 30 anos. Como identificar? O primeiro sinal de alerta é se você começou a digitar e sentiu dor no polegar. Se essa dor continuou depois do uso do celular e surgiu em outras atividades na cozinha ou no trabalho, por exemplo, é preciso procurar um especialista. Muitas vezes, a dor é acompanhada de inchaço, aumento de volume e queimação nas mãos. Em casos crônicos, pode surgir uma rizartrose – tipo de artrose ligada à base do polegar. Outros sintomas podem ocorrer pelo fato de o cotovelo permanecer dobrado ou o pescoço abaixado, como formigamento nas mãos, dores e contraturas no local e até problemas na coluna cervical. Tratamento. Costa diz que é preciso fazer um detox digital, mesmo que nos dias de hoje isso seja complicado, e dá dicas para evitar o proble-
ma ou diminuir os efeitos do uso frequente do celular . Se a pessoa parar de teclar e a dor não melhorar, será necessário um tratamento específico. Neste caso, o paciente passará por exames clínicos para detectar se há alguma doença reumática e serão prescritos anti-inflamatórios para amenizar a dor. Como evitar? • Diminua o vício do celular. Muitas atividades nas redes não são prioritárias. Dedique tempo apenas às realmente importantes; • Se usa o celular para fins profissionais, procure enviar áudios no lugar de mensagens. Se não consegue enviar áudio, faça uso dos modos de voz de forma que o celular lhe ajude a digitar mensagens, e-mails ou relatórios; • Se o polegar começar a doer, apoie o telefone em uma mesa e digite com os dois indicadores. Sempre que possível, use o dedo indicador para rodar a tela do celular; • Use o WhatsApp Web no computador para digitar no teclado maior. Assim você usa menos os polegares para escrever; • No ônibus ou ao se deitar, coloque o telefone de frente para os seus olhos e a uma distância focal de 30 a 40 cm e a 90 graus do seu cotovelo.
Adaptado: <https://www.universal.org/blog/2018/11/25/whatsappinite-como-estao-os-seus-polegares/.>
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SAÚDE NA ARAUTOS
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Fonte: Adaptado Folha Universal edição n 1341.
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