ARAUTOS | 02
POUSADA
arautosdovale@hotmail.com
A
em novos conhecimentos e preparados para o novo começo de ano. Que sejamos sempre mais felizes e agradecidos apesar dos percalços da estrada. Nesta edição mais uma vez sentimos nos revigorados em oferecer aos nossos leitores, cultura de qualidade, através das colunas, matérias e reportagens que a nossa Arautos proporciona. Feliz ano novo, a velha frase se repete mais com certeza com novas e sinceras expectativas que Deus esteja no leme assim sendo temos a certeza de que Tudo dará certo. Um abraço a Todos! Sandoli Diógenes
REV IST A
tualmente a palavra Fim, tem estado muito em evidência, referindo-se ao ano atual só nos resta lembrar que todo fim é precedido de um novo começo. O tempo é implacável, ele não para, não espera, continua sua trajetória e quando damos Fé chegou o fim. Mais um ano que se foi e é muito bom fazer uma retrospectiva de seu rastro, mas só como motivo de aprendizado. Porque o importante mesmo é agradecer por estarmos vivos com saúde, ricos
ARAUTOS | 03
Índice 01 Capa 02 Parceiros 03 Editorial / Reflexão 04 TUBOARTE MÓVEIS 05 Herika Gomes 06 Parceiros 07 Matéria ARAUTOS 08 FVS NEWS 09 Gente que Faz 10 Reportagem ARAUTOS 11 Era um sonho 12 Parceiros 13 Efigênia Alves 14 Parceiros 15 Jerry Diógenes 16 Na contramão 17 Parceiros 18 Gata ARAUTOS 19 Parceiros 20 Parceiros
R UTOS
DO VALE
Tempo: Matéria prima da vida.
A REVISTA DA FAMÍLIA JAGUARIBANA Todos os direitos reservados. Proibido a reprodução total ou parcial, por qualquer meio, sem a prévia autorização escrita do autor ou da diretoria. Todas as matérias aqui veiculadas, são de responsabilidades de seus idealizadores.
EXPEDIENTE E o vento levou 2017.
H
oje o tempo voa e escorre pelas mãos, mesmo sem se sentir não há tempo que volte amor” (Luiz Mauricio Pragana Santos). Costumo buscar inspiração para este espaço naquilo, que vejo, percebo sinto, leio e escuto. Os especialistas quanto a saúde do corpo, são categóricos em afirmar que as nossas massas físicas são o resultado daquilo que nos alimentamos. Se o corpo é o que comemos, nossa mente e interior é o que Lemos. Das situações,
dos desafios, dos amigos e da vida. Ainda ontem me empregava em produzir um texto para a virada de 2016/2017, o ontem escorreu pelas mãos e como o poeta enfatizou não há tempo que volte. Mas ainda temos tempo pois estamos vivos e o ditado diz que: “Enquanto houver vida existe esperança”. Que o vento que abrevia o tempo, que pode ser nesse caso também, citado como as ocupações fúteis que pouco agregam ao nosso SER, não leve os nossos sonhos ao esquecimento, pois sem sonhos estaríamos todos fadados ao fracasso e sem perspectiva de dias melhores. Ramon Gomes
arautosdovale@hotmail.com
Sandoli Diógenes Editora Chefe Ramon Gomes Gestor Administrativo Herika Gomes Supervisão Ruth Gomes Reportagem
“QUEM MAL LÊ, MAL OUVE MAL FALA E MAL VÊ“
“MONTEIRO LOBATO“
(85) 99900-0062 / (88) 98867-9526
ASSINE JÁ!
ARAUTOS | 04
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 05
Então é natal...
T
irando o mês de agosto,este ano passou numa velocidade enorme. E cá entre nós graças a Deus, pense num ano desafiador! Foi tanta corrupção, desastres da natureza e escândalos, que não sei se vivemos ou sobrevivemos. Eita 2017! Mas como tudo é possível ao que crer, um novo ano bate à porta e teimosos como somos, vamos teimar em acreditar que 2018 vai ser diferente e melhor. Não sei o porquê, nem de onde saiu
isso, no entanto sempre achei que os anos pares são melhores do que os ímpares e mesmo sem comprovação cientifica ne-
nhuma, vou acreditar nisso no ano que vem. Chegou a hora de fazermos aquele
arautosdovale@hotmail.com
velho e bom balanço. Depois de muitos anos escrevendo praticamente as mesmas metas, este ano resolvi mudar. Por exemplo: Minha terceira meta sempre foi emagrecer, este ano essa meta será substituída por me aceitar e me amar como sou. Não sei se vai dá certo mas pelo menos eu vou tentar. Meu convite para você é esse: 2018 vai ser o seu ano e você vai vivê-lo e ama-lo, como se fosse o último sem esquecer que muitos outros virão, mas que este é o começo de um novo começo. Que tal? Vamos tentar? Herika Gomes
ARAUTOS | 06
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 07
Experiência inesquecível.
Jovens de Jaguaribe se reuniram a vinte mil pessoas em evento no RN.
D
os dias 15 a 19 de novembro do ano corrente, um grupo de Jovens jaguaribanos e residentes no município, participantes de um grupo organizado pela igreja Adventista do sé-
timo dia, denominado de Desbravadores, que objetiva retirar da vulnerabilidade a juventude atual e proporcionar aos integrantes desenvolvimento físico mental e espiritual, participaram do CAMPORI
(grande reunião de adolescentes e jovens adventistas) da união nordeste brasileira em um evento de proporções inimagináveis na cidade de Parnamirim –RN. Veja o relato de alguns dos integrantes:
“Na ocasião aprendi que diante das dificuldades da vida devemos ser fieis a Deus assim como José do Egito da Bíblia, por isso que o tema do encontro foi Inabalável”. (Felipe Daniel de 15 anos e morador do Américo Bezerra na sede do município). “Embora a televisão a mídia queira demonstrar que tudo está perdido e não existe solução, a juventude está sedenta de coisas boas e através do evento realizado, com a aglomeração de pessoas que existiu, sem nenhum tipo de incidente podemos afirmar que isso
ainda existe”. (Ruth Gomes de 35 anos). “Gostaria de agradecer a gentileza da Revista Arautos de registrar, publicar e divulgar o evento e aproveito o espaço para estender a nossa gratidão a inúmeras pessoas que colaboraram financeiramente para que esta experiência incrível fosse proporcionada aos jovens de nossa cidade”. (Izilda Jeronimo, de 63 anos uma das responsáveis pelo clube e moradora do centro da cidade). “O clube de desbravadores em Jaguaribe-CE, já funciona há 4 anos em nossa cidade,
com reuniões semanais que acontecem aos domingos. Atualmente contamos com 30 integrantes e não existem restrições nem tampouco contraindicação. Se seu filho tem entre 10 e 15 anos de idade, será um prazer tê-lo conosco em uma IASD-Igreja Adventista do Sétimo dia, mais próxima de sua casa, ou em nossa sede; situada na Avenida 08 de novembro, 1038 no centro da cidade”. (Yuri Ramon, um dos responsáveis pelo clube em Jaguaribe e residente na Vila Pinheiro). A Direção.
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 08
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 09
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 10
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 11
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 12
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 13
Dia dos mortos.
E
u tinha poucos janeiros e minha mãe já me levava para visitar os mortos. Enchia minhas mãos de flores para eu ofertar no túmulo de um irmãozinho do qual guardo vaga lembrança. Naquele tempo eu já gostava de flores. Só não entendia porque ofertar aos mortos, que nada viam, ouviam, nem sentiam. Acendiam-se velas. Isso me incomodava. Dia claro e as finas labaredas vacilantes, apagando e acendendo, apagando e acendendo. Alguns, os de maiores posses, eu julgava, acendiam as velas numa espécie de redoma, que suportava o calor e embarreirava o vento. Presa ali, a chama ficava erguida, enquanto outras pendiam para diferentes direções, conforme o roteiro traçado pelo desordenado vento. Sempre achei que a luminosidade das velas não romperiam o limbo, não atravessariam essa barreira etérea. Não gostava das visitas à cidade dos mortos. O muro do cemitério me suscitava estranheza. Via como barreira que esconde o depois; parecia guardar mistérios insondáveis. Atrás das paredes era imobilidade e silêncio. Até o vento era cauteloso por aqueles campos tristes, eu suspeitava. Era tudo angustioso. O cheiro das velas emanava um sentido de morbidez, alargado pelas falas baixas, as expressões pesarosas, sentidas ou simu-
ladas. As visitas eram silenciosas, com ânsias de choro e preces apressadas. A saudade saltava aos olhos, em alguns. Em outros parecia prestação de contas; haviam aqueles que aparentavam cumprir uma função social. Estavam todos ali, ano após ano, com as velas, as flores e a mesma expressão de pesar. E depois, ao final do dia, os mortos voltavam à sua solidão. E se algo soubessem, lamentariam a anualidade das visitas e a brevidade delas, talvez a duração da chama de uma vela. Eu ficava, naquela época, com pena da solidão dos mortos, quando ainda não entendia a divisão entre o espírito e a sustância corpórea, o pó do que é corruptível e a essência do que é eterno. A minha mãe não sabia ler nem escrever, mas aproveitava de quase tudo para nos dá lição de vida. Sem conhecimentos formais, ela tinha muita sabença, adquirida no currículo da vida, matizado por dificuldades de diferentes conotações. Fazia do cemitério uma aula de humanidade, matéria que sinto falta nos centros acadêmicos. Ela dizia haver ali a mistura de tudo que é breve; a síntese da vida. Estavam unidos naquele mesmo chão homens e mulheres, ricos e pobres, pretos e brancos, magros e gordos, bonitos e feios. Partilhavam a mesma frieza e o mesmo silêncio. Eu sentia, desde menina, que a morte não faz concessões. Perguntei, certa vez, porque só se ofertavam flores para os mortos. Eram sempre tantas! De todas as cores e for-
arautosdovale@hotmail.com
matos, como uma primavera sem perfume. Ficava tentando adivinhar os nomes das flores, muitas das quais nunca havia visto em nenhum jardim. Ficavam lá, enfeitando os túmulos, sem nada esperar, porque nem o orvalho lhes serviam, tão mortas quanto os que jaziam nas sepulturas. Não costumava ver flores nas casas dos vivos, só as de criação, plantada em vasos e negadas para doações. Nasciam e ornamentavam os espaços, mas nunca eram oferecidas. Minha mãe falava da contenção dos sentimentos humanos, dos perigos para os corações a oferta de flores. Os mortos, ela dizia, recebiam as flores sem comoção, permaneciam no seu eterno silêncio. Vivos não, estes sentem cheiro e o pulsar. Flores para vivos pode causar rebuliço na alma. Flores para vivos podia ser perigoso, ela insistia. A minha compreensão era curta para entender esses perigos de perfumes e pulsações. Ainda é. Voltávamos do cemitério quase sempre silenciosas. Eu fingia uma saudade que não sentia. Meu irmão não teve lugar de falta na minha vida porque nunca teve presença. Já a minha mãe tinha tristeza sincera. No coração dela, ele teve existência longa, na sua breve vida. Mas eu voltava triste. Talvez pela finitude de tudo. Talvez por começar a entender que os princípios são sucedidos por finais; perplexa diante do mistério do nascimento e da morte, essa que une a todos, enfim. Efigênia Alves
ARAUTOS | 14
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 15
Jose Irineu e a transformação da serra do Pereiro.
N
os anos oitenta, a cidade de pereiro era um pedaço de serra, localizado no sudeste do estado do Ceará. Sendo um dos municípios mais antigos do Ceará, sua emancipação política data de 1842. A bem da verdade é que, Pereiro só ocupava os noticiários policiais, era sim, uma terra dominada pelas oligarquias rurais, mandada pelo mato e pelo medo. Revirando a recente história, é fácil perceber que a hoje a sossegada serra de Santos Cosme e Damião, um dia, foi tema de matéria no Globo Repórter, o foco da matéria enfatizou a Chacina do Alto Santo. O Brasil naquele momento conhecia a serra do medo, a Pereiro que existiu até os anos oitenta, era dominada por fazendeiros “coronéis” que viviam sob a proteção de um poder paralelo, na verdade, seguranças ou pistoleiros, que devido às suas questões de políticas ou de conflitos de terras, tornava-se necessário aos mesmos. Na década de 1980, o coronel fazendeiro, ainda era um personagem muito forte da nossa região,
embora já com sinais de decadência, ainda assim, impunha o medo e violência aos adversários políticos e inimigos envolvidos em conflitos de terras. Nessa época já estampava a cicatriz de um ato terrorista na política. É nesse cenário que alguns cidadãos pereirense, vão buscar no sul do pais, Jose Irineu de Carvalho, jaguaribano nascido no sitio Maniçoba, que ainda criança, acompanhou seus genitores, que migraram de Jaguaribe para o município vizinho, de Pereiro. José Irineu, ou simplesmente Zé Irineu para os mais próximo, estaria predestinado, a mudar radicalmente o destino de um povo, após abandonar, a carreira bancária de sucesso, engajando na política do município que tanto ama, eis que uma nova ordem de coisas surge, no cenário estadual, empresários chegam ao comando político do estado, enquanto que as disputas do interior já tornara possível o acesso de empresários ou profissionais liberais comprometidos ou ligados ideologicamente à elite empresarial disputarem eleições com fazendeiros, é neste contexto, que José Irineu de Carvalho, assume o comando político de Pereiro, por 16 anos seguidos. O primeiro preito foi num
(88)9 9779-2484
arautosdovale@hotmail.com
cenário complicado, naquele momento, era também um ato de coragem, assim conquista a credibilidade não só do governador da época Tasso Jereissate, mas também a confiança de vários conterrâneos. As gestões de Jose Irineu transformaram vários setores, construção de estradas, educação, saúde, incentivo e desenvolvimento da cultura local e combate à violência. Um O modelo de gestão que racionaliza a administração e o poder político, seguindo um modelo próximo ao modelo racional-burocrático, segue o modelo empresarial nos moldes desenvolvido por Tasso Jereissati no estado do Ceará. Dessa forma colocou em prática muitos projetos de mudança administrativa, seguindo na contramão, da antiga política, de caráter autoritário e coronelista. Hoje esse grande administrador, afastou-se da vida pública, após suas gestões, surgiram boas administrações, mas a coragem, de enfrentar lá do começo, adversários que usavam de vários meios para não perderem um pleito eleitoral, torna Jose Irineu um marco na história da política de Pereiro!
Jerry Diógenes
ARAUTOS | 16
Na contramão.
Evento reúne dezenas de casais em prol do fortalecimento familiar.
N
o último dia 26 de novembro no conjunto da COHAB, uma reunião voltada para casais dos mais diversos níveis culturais da nossa sociedade, aconteceu com o objetivo de enaltecer a união a dois. Na ocasião os participantes participaram de uma recepção calorosa, com registro e música a caráter, logo depois da abertura, uma sequência de declarações foram realizadas, entre ca-
sais que já passaram por diversas etapas do convívio e reafirmaram em público, o sentimento que os sustentaram. Um delicioso jantar foi servido e na sequencia os convidados puderam participar de uma palestra elucidativa sobre o relacionamento conjugal, onde o Amor fora citado como o principal ingrediente de manutenção do relacionamento, conduzido pelos pastores Marcelo e sua esposa Viviane,
arautosdovale@hotmail.com
James e sua esposa Ciane, que vieram da capital cearense exclusivamente para ocasião. Na oportunidade todos os presentes saíram do recinto encantados com o atípico acontecimento social, levando uma lembrança do momento, idealizado pelo ministério Herdeiros do Eterno, que alugou o espaço e proporcionou aos presentes uma noite no mínimo diferenciada. A Direção.
ARAUTOS | 17
É tempo de renascimento e união: O espírito do Natal está entre nós!
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 18
arautosdovale@hotmail.com
ARAUTOS | 19
Tel: 88 3522.1344 F a r m á c ia
Sua farmácia com qualidade, saúde e bem estar em todos os momentos.
Tel: 88 3522.2247 / 3522.1186 arautosdovale@hotmail.com
a g e r E nt it a Gratu
(88) 3522-1047 3522-2228 CEL. 9708-3003
arautosdovale@hotmail.com