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POUSADA
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que nos impulsionam pra frente. Àqueles que colecionam o nosso acervo em seus domicílios, tenham plena certeza que terão o que mostrar às próximas gerações. Agradecemos SOBRETUDO A DEUS, que não nos desampara e segue norteando nossos passos. Das muitas incertezas temos uma convicção inabalável de que: “Até aqui nos ajudou o Senhor”. Nesta edição temos uma entrevista sensacional com cantor Gospel J Neto, também conhecido como “Roberto Carlos dos Evangélicos”, pela ocasião de sua passagem em Jaguaribe com apresentação única na Igreja Assembleia de Deus Templo Central. Temos o registro de um feito histórico em solo jaguaribano, que foi o casamento coletivo de 34 casais em uma celebração coletiva, realizada pelo Padre Regis e um grupo de anônimos que soma de forma expressiva em nossa cidade, aliás, o pároco completou no último mês, dois anos de ordenamento e nos concedeu uma entrevista exclusiva em nosso programa Arautos no Rádio. O empresário Carlos Queiroz, conversou com nossa equipe sobre o empreendimento que será instalado em nossa cidade: O Super Queiroz. Temos o registro de três perdas irreparáveis de pessoas de suma importância à nossa sociedade. Beleza em alta, mais uma vez se faz presente com o quadro da Gata em nossa Arautos. Boa leitura e até a próxima!
Sandoli Diógenes
“Nosso salário”
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ão é novidade que a palavra “salário” é originada do sal, que representava uma especiaria e, por algum período, fora utilizado como pagamento e uma espécie de recompensa por parte dos empregadores aos seus empregados. A ideia é mergulharmos na reflexão: de que tipo de salário torna-se satisfatório? Como se saciar diante de uma insaciável sede de realização, contentamento? O consumismo deixou de ser encarado como inimigo em muitos lares e por diversas vezes somos driblados por ele, que recebe inúmeros nomes sutis para que não seja encarado como vilão e sim como algo prazeroso. Estamos todos em êxtase! Afinal de contas chegamos a um marco inatingível. Refiro-me às 80 veiculações de um coquetel de cultura riquíssimo, que só ganha forças e vitalidade nos últimos tempos. Temos um alvo que é extremamente claro aos nossos olhos, e o perseguiremos com afinco e determinação como de alguém que ainda não fez nada, mas sabe que pode contribuir MUITO. Nestas linhas me propus a fazer um balanço
sobre qual é o tipo de recompensa que nos estimula e, sem sombra de dúvidas, nossos olhos brilharam mais do que o rotineiro ao lembrar da satisfação de fazer parte de inúmeras famílias que amam e torcem por este trabalho. Por receber o caloroso abraço das “donas de casas”, que vibram com o recebimento dos nossos periódicos; dos empresários; comerciantes e anônimos que nos dão dicas, que sentimos vir do íntimo de cada um deles, que se sentem e são de fato parte dessa empreitada. Lembro da satisfação de saber que somos os únicos a lembrar e ressaltar a contribuição de inúmeros cidadãos anônimos, com legados imensuráveis, e que fizeram e fazem história com suas vidas. Temos o registro do avanço, falamos de vidas, registramos as mortes, enaltecemos e vibramos com cada conquista da sociedade. Somos bem pagos, afinal de contas, o diálogo no mundo contemporâneo tem se tornado artigo de luxo, e cada vez mais restrito a camadas pequenas e isoladas da nossa sociedade conectada. Utilizamos o método primitivo de comunicação que, sem sombra de dúvidas, é o mais assertivo quando se fala ao coração. Muito obrigado a todos pelo preço incalculável que nos é retribuído. Por nos ajudarem a fazer da ARAUTOS cada vez mais: A NOSSA REVISTA!
Ramon Gomes arautosdovale@hotmail.com
R UTOS
DO VALE
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hegou o mês “deles”, dos que assumem e fazem jus ao nome de “Pai” que lhes fora dado. Procriar a natureza se encarrega, mas proteger, dar amor, acompanhar, são atributos de gente de verdade, que não fogem de suas responsabilidades. Por ocasião de tal data, disponibilizamos um mural representativo em homenagem aos mesmos. Mas vamos falar também de diversos assuntos que abrilhantam essa edição, que tem em sua ordem cronológica, não o número oito de edições veiculadas e sim OITENTA! Marca que nos enche de alegria e vigor, ratificando que estamos no caminho certo do desenvolvimento cultural. Nossa capa faz uma viagem em algumas das várias capas que registram e fazem história em nossa sociedade interiorana do Ceará. Até aqui muita gente boa coloriu as páginas do nosso trabalho e tornaram o sonho em realidade. Agradecemos de coração aos nossos colunistas que, mês após mês, se esmeram em proporcionar leitura de qualidade; aos parceiros que subsidiam fielmente a manutenção da Arautos; os assinantes, admiradores e críticos dessa façanha, pois são eles
REV IST A
Agosto de Deus
Índice 01 Capa 02 Parceiros 03 Editorial / Reflexão 04 TUBOARTE MÓVEIS 05 Herika Gomes 06 LATICÍNIOS JAGUARIBE 07 Efigênia Alves 08 BUDEGGA VINHO 09 Palavras da Idealizadora 10 Casamento Coletivo 11 Casamento Coletivo 12 FVS NEWS 13 Entrevista Carlos Queiroz 14 Entrevista J. Neto 15 Sérgio Barreto 16 Jerry Diógenes 17 Francisco Fernandes 18 Gata ARAUTOS 19 Parceiros 20 Parceiros
A REVISTA DA FAMÍLIA JAGUARIBANA Todos os direitos reservados. Proibido a reprodução total ou parcial, por qualquer meio, sem a prévia autorização escrita do autor ou da diretoria. Todas as matérias aqui veiculadas, são de responsabilidades de seus idealizadores.
EXPEDIENTE Sandoli Diógenes Editora Chefe Ramon Gomes Gestor Administrativo Herika Gomes Supervisão Ruth Gomes Reportagem
“QUEM MAL LÊ, MAL OUVE MAL FALA E MAL VÊ“
“MONTEIRO LOBATO“
(85) 99900-0062 / (88) 98867-9526
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Das coisas importantes da vida...
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osto de sentar à calçada da minha mãe e, cercada da minha família, observar o vai e vem das pessoas. Sinto-me bem ao cumprimentá-las ou, quando alguém senta junto e puxa conversa, gosto de trocar ideias principalmente quando são diferentes da minha. Um dia li em algum lugar que ideias e pontos de vista são algo que só cresce, que quando duas pessoas inteligentes se encontram com
pontos de vistas opostos, cada um sai com três ideias diferentes: a dele, a da outra pessoa e a que construíram juntos. Sinto-me bem ao perceber que os bons ainda são maioria e que mais importante do que aquilo que elas possuem é aquilo que elas
significam para nós e como nos fazem sentir. Espero que sejamos cada dia mais humanos, uns com os outros e que percebamos o quanto antes, que a vida é uma vela acesa e que o brilho dela é mais importante do que a quantidade de cera que ela tem. Você tem valor! Não deixe que te façam acreditar no contrário. O Deus que te fez tem planos grandiosos pra você! Faça com que sua presença seja um presente. As pessoas boas merecem o seu melhor e as pessoas ruins precisam dele. Hérika Gomes
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Comunicação
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omos seres sociais, portanto, gregários e precisamos nos comunicar. Estamos em constantes processos comunicativos, seja entre família, entre amigos, nas relações de trabalhos ou ambientes sociais mais amplos. O semioticista Fiorin afirma que a linguagem tem um grande potencial de convencimento e trabalha com diferentes sentidos, podendo provocar o que os comunicadores profissionais chamam de ruídos. Pela necessidade que temos de nos comunicar, os fios da comunicação se intercruzam em diferentes níveis e perspectivas, formando uma grande teia. As instâncias comunicativas são as mais diversas, como a familiar, comunitárias, trabalhistas e profissionais. Comunicar é um ato social e de grande responsabilidade. E quando essa comunicação torna-se institucionalizada e se dirige a diferentes pessoas, a responsabilidade aumenta, em virtude do potencial de ser um formador de opi-
nião. Os veículos de comunicação sempre cumpriram importante papel social, principalmente na forma impressa. Hoje, com os meios de comunicação digitais, manter-se impresso se constitui um grande desafio, visto ser um produto de consumo imediato. A Revista Arautos do Vale surgiu em um contexto de desafios, quando a comunicação impressa já não tinha o mesmo prestígio. No entanto, a despeito das dificuldades enfrentadas, tem se ampliado e conquistado a sociedade jaguaribana e atravessado fronteiras. E o que considero um grande valor da Arautos do Vale é por ser uma revista que discute questões sociais sem ser partidária. Talvez seja esse viés que tem a tornado um veículo de comunicação respeitado. E quantas pessoas
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saíram do anonimato para as páginas da Arautos! Pessoas de grande contribuição social, mas sem notoriedade; pessoas que fazem diferença na vida de outras pessoas, pelo trabalho de doação, mas não reconhecidas. Outras pessoas figuram como personalidades pelo destaque que tem enquanto cidadão jaguaribano e a Arautos faz esse reconhecimento público, estampando fotos e feitos! Por todo cuidado na comunicação, responsabilidade que tem no que faz, parabenizo a Arautos por ter chegado à edição número oitenta, primando pela qualidade de seu conteúdo. A Arautos se faz a partir de muitas mãos. E minhas felicitações são extensivas a cada mão que se lança na feitura desse veículo de comunicação, principalmente às mãos que recolhem o conteúdo, faz todo processamento e que entrega o produto final. Parabéns a dona Sandoli, pela importante iniciativa e ao Ramon, que fez da Revista uma meta pessoal, em benefício da população. E acredito, pelo potencial que tem se tornado, que a Arautos terá vida longa! Efigênia Alves
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Alimentando a política
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ma reflexão para as eleições de 2018: Dizem que a política é suja. Mas são os sujos que a fazem assim por serem maioria diante dos limpos que estão em minoria.
Muitos aventureiros estão chegando como se fossem o “novo”, mas são apenas a velha roupa da enganação disfarçadas de novos tempos. Cuidado na hora da escolha. Os antigos já conhecemos (votamos ou não) e diante dos novos muitos estão disfarçados de solução. Por isso muita calma nessa hora e busque se informar sobre
os candidatos velhos e novos. O voto deve ser consciente. Lembre-se que existem as opções de nulo ou branco que são respaldados pela Lei Eleitoral. Voto é sério e deve ser bem usado para que depois não fiquemos chamados os eleitos de ladrões e esqueçamos que nós os colocamos lá. Apenas uma dica de um aprendiz de feiticeiro. Sérgio Barreto
PARABÉNS 16/08 é a data mais importante do calendário há 9 anos, pois é nessa data que comemoramos seu aniversário e sua existência em nossas vidas. Você veio para nos alegrar, para unir corações e tornar o mundo ainda melhor com seu amor. Feliz aniversário, nossa Princesa! Você está crescendo e ficando uma mocinha. Que você possa ser feliz hoje e sempre! Que o anjo do Senhor ilumine sempre seus passos e lhe guarde. Obrigado por ser uma fonte de energia para todos que te rodeiam, que você possa continuar vivendo a verdadeira felicidade das coisas que você faz. Que ao crescer possa continuar sendo uma pessoa cada vez melhor. Parabéns e aproveite muito seu dia! De sua mãe Gretchen Mary sua Avó Gloria e seu Padrinho Márcio.
Patrícia Cristina de Oliveira Castro
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Tempo de arautos!
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a octogésima edição da revista, tenho tentado olhar a nossa atual comunicação. Seja ela escrita, falada, bastando um olhar, para um passado nem tão distante, percebe-se que nem sempre foi fácil fazer jornalismo, transmitir informações. A isso a comunicação principalmente no nosso interior, penou, sendo um reflexo de um Brasil rural, onde a notícia, a informação teria primeiro que ir ao encontro, ser agradável, às vistas e ouvidos dos grandes latifundiários. Nos rastros das tentativas de informar, de reclamar, muitos aspirantes a jornalistas, radialista sucumbiram sobre as ocultas e estrondosas balas! Ocultaram-se os crimes, ninguém viu, só ouviu-se di-
zer. Oitenta edições são oitenta meses de um veículo de comunicação que, mais do que informar, quer saber também! Se levarmos em conta os “ismo” que tanto mancharam a história desse interior de meu Deus, onde o coronelismo e o mandonismo se caracterizaram pelas práticas
manifesta na troca de favores, em uma relação de poder, que envolvia os donos de terra e Estado. Entre essa relação ficavam expressas as primeira manifestação de comunicação. Para fazermos apologia à comunicação, não devemos nunca esquecer os radialistas, os jornalistas, todos que tiveram suas vidas ceifadas numa tentativa de calar a voz, de silenciarem aquilo que com certeza seria a grande manifestação de democracia, o direito de informar, de ser informado. Na história de nossa comunicação, muito ficou pelo caminho, muito ficou por dizer, ao matarem os “dizedores”. Impediram muitos de serem sabedores! Arautos hoje é um mensageiro, de mando e coerção realizadas pela com ênfase na imparcialidade, na elite agrária, ou seja, os grandes honestidade do que transmite, É fazendeiros mandavam em tudo, as um reflexo de uma nova época! “leis” eram as deles, onde também imperava o clientelismo, que se Jerry Diógenes
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Dindim Gourmet
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amais contemplei tão belo crepúsculo! A cidadezinha com características provincianas localiza-se entre uma autoestrada federal e a margem direita de um rio. A aurora se dá por trás de uma cordilheira de serras que divisa um estado de outro e o sol, vermelho como uma grande bola de fogo, se oculta do outro lado do rio. São, precisamente, 30 de novembro de 1993 e chego de uma grande metrópole para adaptar-me a uma cidadela de aproximadamente 30 mil habitantes, que se distribuem entre a sede do município e cinco distritos. A urbe se localiza entre os dois postos de combustível que estão nas duas extremidades, pois é uma faixa populacional espremida entre a citada BR e o famoso rio. As pequeninas casas do Cruzeirinho de Aluísio Diógenes, sem o mínimo de infraestrutura e saneamento básico, se difundem entre ruelas enlameadas e a esperança política de suas reconstruções em regime de mutirão. Na outra extremidade, na parte de cima da cidade, às margem do rio Jaguaribe, está o Curralinho, comunidade de uma rua só, sem iluminação elétrica e sem calçamento, onde a bodega de Juvenal puxa energia da fazenda de Zé de Mundim. O hospital de Zé Campelo concorre com o SESP e o Colégio Clóvis Beviláqua com o Carmela Dutra. Do outro lado da BR 116, para os lados de quem vai para o Icó, inicia-se um novo bairro, a vila Zé Pinheiro, e com o valor de um salário mínimo é possível adquirir um lote de terra que pode ser escolhido da beira da rodagem até a orilha do riacho da barragem de seu Dé. O point
do momento é a lanchonete do Miquim, “Antes e Depois”, que está no calçadão do centro da cidade, onde tem a melhor batata frita já degustada e o artista Osmar Negreiros - como ele não existe para os lados de cá, quiçá em todo o vale do Jaguaribe - inicia suas obras de arte no paredão do parque de vaquejada. Como ainda não me adaptei a esta pacata vida interiorana, ansiosamente espero o final de semana para embarcar no “seletivo” da Empresa Vale do Jaguaribe. O ônibus é de luxo, com ar condicionado, TV com vídeo e rodomoça para servir lanches durante o longo trajeto de 300 km, rumo à Grande Fortaleza. Ouvi dizer que é nesta região onde há uma
das maiores desertificações do país. A caatinga, bioma não encontrado em nenhum outro lugar do planeta, somente no sertão nordestino, está sendo quase que completamente arrasada. Isso ocasiona um grande desequilíbrio ambiental e logo desaparecerão os preás e as aves de arribação que sobejam nas feiras de sábado. Essas iguarias sempre fizeram parte da mesa e da cultura do sertanejo, basta lembrar das narrativas de “O sertanejo”, “Os sertões”, “O quinze” e os inúmeros romances que contam a saga desse povo aguerrido. Não é à toa que o uso de nomes de animais dessa fauna alcunhem algumas famílias daqui. Para nós, forasteiros, pode até ser cômico, mas, na verdade, deveriam fazer parte do patrimônio imaterial dessa gente. Talvez os próprios membros dessas famí-
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lias se sintam envergonhados com o apodo, porém, tanto os Urubu, como os Caçote, os Gato, os Cururu, estarão sempre em qualquer registro futuro deste município. É estranho também para mim, quando me perguntam quantos “bichim” eu tenho e demorei pouco para entender que perguntam da minha prole. Respondo que chego aqui com uma “bichinha”, na certeza de que terei um lugar tranquilo e seguro para educá-la. Ambiente totalmente oposto da imagem negativa que me passaram, quando disse que iria morar em Jaguaribe, pois todos a denominavam de “terra da pistolagem”. Prefiro a insígnia “terra do queijo”. Chego à sombra da minha esposa, que vem a trabalho e já sei, devido à minha insignificância, que serei chamado de Francisco de Alcinete, pois essa peculiaridade da região muito me encanta e não vejo algum demérito nisso. São muitos os populares que recebem no nome a marca indelével de um ente próximo, seja pai ou mãe, marido ou mulher: Maria de Zé Albenes, Maria da Cabocla, Zezim de Eli, Maria de Marcelo, Toim de Zé Olímpio, Paulo de Netim, Dedé de João do Óleo etc. Bem aventurado aquele que traz no seu nome a lembrança de pessoas respeitadas, queridas, amadas. Estranho um pouco, mas somente em Jaguaribe conheci uma das variações linguísticas mais exóticas da Língua Portuguesa e não adianta pensar de forma pejorativa, quando te convidarem para chupar uma “cafona”. Dê uma mordida na ponta ou no fundo do saco e se delicie com o prazeroso sabor desse manjar, que futuramente será chamado de dindim gourmet. 25 anos depois... aguarde na próxima edição. Francisco Fernandes
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