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POUSADA
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Índice
O êxodo rural ainda é uma realidade em nossa cidade, temos uma fuga de talentos enormes. Precisamos buscar meios de consolidação de nossa população que sofre com a divisão de interesses distintos. Nossa Arautos, vem nessa edição destacar um anonimato espetacular: A atitude de uma conterrânea que a cenário nacional eleva o nome da nossa cidade a outros patamares.
Temos o registro da incansável e inexpressiva contribuição ao desenvolvimento do comércio local propiciado através de uma resiliência fantástica. É o nosso gente que faz, quadro que se consolida e não cansa de enfatizar as boas obras dos cidadãos de bem da nossa cidade, colunas de filhos da nossa terra, verdadeiras pérolas em forma de crônicas, dicas de saúde, é prestação de serviços de utilidade pública em nossa revista, o povo mais uma vez tem seu espaço garantido em nossas páginas com o quadro o povo fala que traz reivindicações e reconhecimento da nossa população. A beleza se faz presente com a página de nossa Gata do Mês, e inúmeras empresas parceiras do nosso trabalho divulgam suas marcas e tem outras chegando com bastante vontade de somar ao mesmo, aproveitamos para agradecer e desejar uma boa leitura a todos e até a próxima edição. Sandoli Diógenes
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R UTOS
A REVISTA DA FAMÍLIA JAGUARIBANA Todos os direitos reservados. Proibido a reprodução total ou parcial, por qualquer meio, sem a prévia autorização escrita do autor ou da diretoria. Todas as matérias aqui veiculadas, são de responsabilidades de seus idealizadores.
EXPEDIENTE
Correndo pra onde? odos os dias temos uma rotina quase que imutável em nossas vidas. Pelo menos é assim de segunda a sexta feira de nossas semanas. O relógio parece que funciona como um “senhor implacável” e agimos como se fossemos “escravos do mesmo”. É hora para acordar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, comer e dormir. Uma enxurrada de atividades que nos sobrecarregamos em nossos dias que Deus nos dá. Temos um mundo dinâmico em constante mutação, uma hora almejamos isso, outrora aquilo torna-se nosso desejo de consumo, e de desejo em desejo estamos todos em uma constante disputa.
Capa Parceiros Editorial / Reflexão TUBOARTE MÓVEIS Herika Gomes Dicas de saúde na Arautos Gente que faz Matéria da capa Matéria da capa Jerry Diógenes FVS NEWS Osmar Negreiros Francisco Fernandes Gata ARAUTOS Parceiros Parceiros
DO VALE
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hegamos ao mês das “quadrilhas”, ainda bem que essas são de paz e alegria. Um período em que as festividades mais uma vez se fazem presentes. É a reunião de jovens que unidos por um mesmo ideal embelezam nossa sociedade com os sonhos de diversão alegria e paz. É um período de marco no ano. Estamos concluindo o primeiro semestre e é hora de avaliarmos nossos atos até aqui. Que possíveis erros podem se tornar acertos nessa nova etapa do calendário?
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Na metade do Ano
mente de celebridades do tipo daquelas que espelham, inferem nas tendências comportamentais da galera em processo de formação pessoal e até nos mais velhos. Acho que nessa corrida estamos perdendo alguma coisa e acredito que você caro leitor deva concordar mesmo que não seja em plenitude mais em partes no meu manuscrito. Tem coisas que caíram e cairão que não poderemos mais recuperar, pois estamos fazendo parte de um “bando”, que corre e está desaprendendo parar. Ramon Gomes
Sandoli Diógenes Editora Chefe Ramon Gomes Gestor Administrativo Herika Gomes Supervisão Ruth Gomes Reportagem
“QUEM MAL LÊ, MAL OUVE MAL FALA E MAL VÊ“
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Pra quê meu Deus? será que existe uma real necessidade que nos coloquemos nessa situação? de viver a vida não, mais de VÊ a vida passar. O ápice da vida de um adulto é a estabilidade, o bom nome na sociedade o status, Será? Não são poucos os casos que são veiculados constante-
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Desabafo de uma gordinha
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mundo não foi feito para nós. As lojas não vendem roupas do nosso tamanho.
estou falando só das gordinhas. Tenho um colega que tinha problemas por ser magro demais, outra que vivia fazendo loucuras no cabelo porque não via beleza nos seus cabelos lindos e ondulados. Sempre vai existir algo em você que fará com que se sinta diferente mas ser diferente, é normal.
A sociedade não aceita nossas medidas e se você além de gorda for fraca vai despencar ladeira abaixo se afundando cada vez mais. O que eu quero dizer é que a sociedade criou um padrão e se você está fora dele; vai ser apontado, menosprezado e muitas vezes fará loucuras para se enquadrar. Não
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Não somos produtos, não fomos fabricados em série. Cada ser humano é único e as nossas diferenças nos fazem especiais. Se você não está satisfeito com alguma coisa mude, mas mude por você e não pelos outros. As opiniões das pessoas mudam e se você tentar agradá-los vai viver insatisfeito. Sei de alguém que te aceita do jeito que você é e que conhecia cada traço do teu rosto ou fio de cabelo antes mesmo de você nascer. Da próxima vez em que você se sentir triste ou inferior lembre-se dAquele que é o único pelo qual vale a pena mudar e sem o qual não estaríamos mais nem aqui. Um junho abençoado para nós. Hérika Gomes
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A desculpa é o calendário!
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ais triste do que um menor abandonado são os maiores que abandonam!
Muitos criticam as datas que são alusivas, a alguma coisa, uns dizem que esses dias são feitos para o comércio vender, outros alegam que é produto de uma sociedade capitalista, por ai vai! Eu procuro ver de outro ângulo, se nós vivêssemos como seres humanos, se nos comportássemos como gente, não precisaria dessas datas, pois todo dia era dia dos pais, todo dia era natal, enfim, todos os dias éramos gente!
da mãe, e quanto tempo não passa sem ver a mãe? mas no dia das mães vai dá aquele presente como se recompensasse a ausência do resto do ano, outros vão depositar flores sobre o túmulo, com o remorso e a tristeza de saber que não foi em vida uma flor de filho, ali parado estático sentirá que o que foi não poderá deixar de ter sido, assim vivemos, uns fazem beicinho, raivinha, por achar que é menos amado do que seu irmão, outras chegam na escola e abraça exageradamente e dizem: oi amiga! Mas morre de vergonha da
mãe, as vezes uma senhora, judiada pela labuta da vida, de olheiras de tantas noites de sono preocupada com os filhos, mas o que é pior muito pior as dublê de mãe, aquelas mocinhas que nem aprenderam a ser filha, e por conta de uma relação sexual altamente irresponsável, colocam seres no mundo, já acham que podem ser mãe, adivinhem sobra pra quem? Para mães de verdade, claro! é muita vó sendo chamada de mãe, e assim temos vividos, filhos ausentes, tempo de maiores abandonados! Nossas mães estão cada vez mais só, então domingo dia das mães, te dou uma dica de presente, para entregarem as suas mamães, embalem seu orgulho, cubra-se de vergonha e diga: -minha mãe a partir de hoje vou ser mais presente, a partir de hoje serei enfim, mais filho!
A propósito do dia das mães, como outras datas nos convida também a uma reflexão, pois como sabemos existem filhos que residem a dois quarteirões
Jerry Diógenes
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Criar Intuito de Esforço
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lgumas pessoas vivem adiando aquela caminhada que há muito haviam planejado começar, ou uma dieta, uma visita, um projeto, etc. Com muita frequência eu tenho escutado pessoas relatarem sobre como estão cansadas e sem disposição para prosseguir, outros reclamam do fato de ter que levantar cedo e de como é chato, o barulho do despertador. Preocupadas com os compromissos ou até mesmo, no intuito de ficarem um pouco mais na cama, muitas pessoas programam o seu celular – na função soneca - para despertar um pouco mais cedo, com receio de perder a hora, alegando que não conseguem levantar logo que ouvem o despertador. A estratégia de acordar mais cedo, e relutar em levantar da cama, sob o barulaho irritante do despertador que soa a cada dez minutos, enquanto corpo e mente trava uma batalha entre o desejo de permanecer deitado e a necessidade de levantar para começar a rotina diária pode não ser a melhor saída. Essa procrastinação pode nos levar a um estado de angústia e de stress, em princípio, pela energia dispensada nessa luta entre o desejo e a necessidade e depois, por não conseguirmos cumprir com aquilo que nos propomos, no prazo estabelecido. Ainda que consigamos, esse processo dispende excessiva energia, já que passamos a nos preocupar demasiadamente com os tais compromissos que vão se acumulando. Na verdade, tudo parte da decisão tomada na noite anterior, quando programamos o despertador, ou seja, nós já nos consideramos incapazes de levantar ao primeiro toque. Assim sendo, já começamos o dia dando atenção demasiada a nossa incapacidade, ao invés de
nos desafiar, e superar nossas limitações. O dojo kun traz uma contribuição fabulosa para a resolução dessa problemática da vida moderna. Um dos princípios filosóficos contidos nesse harmonioso código de conduta é “Criar intuito de esforço”. Na etimologia a palavra “intuito”, vem do latim, intuitus que significa “o olhar” ou “vista de olhos”, dessa forma, podemos supor que intuito pode ser entendido como objetivo, uma meta a alcançar, um desejo a ser conquistado. Já o esforço é o ato de empregar mais força ou empenho em determinada ação, utilizando-se da força física, intelectual ou psicológica, com o objetivo de conseguir melhores resultados, significa ir além das suas possibilidades. Alimentar ideias de persistência e otimismo, mesmo diante das adversidades, ajuda a desenvolver o espírito de esforço. Através da prática constante do karate, aprendemos a lidar com a vida com calma, porém, com firmeza, canalizando as energias, conservando serenidade e gerando tranquilidade, conforme dizia Funakoshi: “Nós não aprendemos para lutar, nós lutamos – isto é, nos esforçamos – para aprender”. Paradoxalmente, depois de um dia inteiro de trabalho extenuante, muitos praticantes de karate seguem para o seu Dojo para mais um treinamento árduo, onde termina exaurido, mas ao mesmo tempo, tomado por uma inexplicável sensação de bem estar e revigoramento, com a certeza de que o “esforço” valeu a pena. Embora uma rápida consulta a biologia possamos encontrar uma explicação plausível para a razão da sensação de bem-estar, aquilo que move um sujeito já esgotado para mais uma sessão de esforço, requer um mergulho mais profundo no universo psicológico. Pra entender melhor esses processos mentais e físicos que envolvem o intuito de
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esforço, elencarei aqui, quatro situações de aplicação desse princípio filosófico: força, dificuldade, empenho e coragem. Diante das dificuldades, o intuito de esforço toma a forma de luta e nesse momento tomamos consciência das nossas limitações e das nossas potencialidades. Nesse ponto, quando nos percebemos no meio da batalha traçamos estratégia, e através do esforço e do suor, descobrimos que podemos ir além. Quando estabelecemos objetivos e traçamos metas claras, mantendo o foco, passamos a agir com vigor, que por consequência, emana uma energia que nos estimula e nos impulsiona para o sucesso. Dedicação, zelo e o cuidado são atributos fundamentais para o alcance dos nossos objetivos, seja a curto, médio ou longo prazo. O empenho é requisito fundamental, seja na aplicação do karate enquanto arte marcial, seja na realização de projetos de vida, a coragem e o entusiasmo nos fazem seguir em frente, e nos impulsiona, ajudando-nos a encarar com bravura as intempéries encontradas no caminho ao longo da vida em quaisquer dos espaços da sociedade moderna. Existem razões bem mais sólidas para a realização dos nossos sonhos do que o acaso. O sucesso é resultado de uma série de decisões e atitudes que tomamos baseadas naquilo que acreditamos. A crença é uma convicção intensa e persistente em algo abstrato que, para a pessoa que acredita se torna verdade e, portanto para “criar intuito de esforço” é necessário acreditar que é possível, assim, a determinação é fator preponderante, na nutrição da persistência e otimismo que se constitui na força motriz, capaz de tornar qualquer coisa possível. Osmar Negreiros
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Matutar com a Cabeça
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atutar c o m a cabeça parece ser redundante, mas se analisarmos o contexto em que a expressão foi aplicada, veremos que faz um grande sentido. Matutar significa refletir sobre alguma coisa de maneira demorada, pensar. Etimologicamente origina-se da palavra matuto, provavelmente referindo-se a sua sabedoria informal, conhecimento de mundo. Nas avaliações do primeiro bimestre deste ano, fiquei na responsabilidade de aplicar as provas de matemática a uma determinada turma de alunos fora de faixa etária. A professora da referida disciplina determinou que os alunos não deveriam utilizar calculadora, inclusive dos celulares. Com um olhar perscrutador, característicos dos exímios aplicadores, observei um movimento curioso de um dos alunos avaliados. Aproximei-me e, surpreendentemente, encontrei-o de posse a uma tradicional tabuada, daquelas que apresentam a imagem de uma professora direcionada a uma aluna, apontando com uma varinha, para um cálculo matemático, lembram? Rubião era um aluno daqueles calados que ocupavam os últimos lugares da sala; bem mais velho que os demais; carrancudo; vestido de forma bem distinta dos outros colegas, pois lhe agradava usar camisas
de mangas compridas; respondão, que só ele! Tinha características de um jovem bem interiorano e já havia ido para a ocorrência várias vezes. Dessa vez não era caso de ocorrência, pois tinha uma certa razão quando o interpelei: “Rubião, usando uma tabuada para resolver os cálculos, que é isso?” Respondeu: “E o que é que tem? A professora disse pra não usar calculadora ou celular, tô usando tabuada!”. De certa forma estava certo, mas... “Quando ela diz que não é pra usá-los, é porque quer que você faça os cálculos de cabeça, entendeu?” Inusitadamente, respondeu: “Oxente! e tem que matutar com a cabeça, é? Teria ele razão? No mundo tecnológico e digital em que vivemos, há alguém que ainda “matuta com a cabeça”? Será que a maioria dos problemas que nos são acometidos hoje, não seriam por falta de “matutar com a cabeça? Sou de um tempo em que para fazer uma pesquisa escolar era necessário revirar a biblioteca e mergulhar nas mais tradicionais enciclopédias, estimulando assim, várias competências cognitivas. Para escrever algo, não contávamos com corretores automáticos, muito menos pesquisas instantâneas, Google, por exemplo. Tínhamos que ter um arsenal de dicionários, gramáticas, isso sem contar com o subsídio das muitas leituras clássicas, que são imprescindíveis para o acervo lexical. Tínhamos que “matutar com a cabeça”! Os nossos alunos descobriram a tecnologia e isso seria excelente, se não negligenciassem a leitura. Deve-
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riam, porém, usar aquela, sem omitir esta. A tecnologia veio para ficar, mas o cheiro do livro, a paz da biblioteca... são insubstituíveis! Observamos que o mau uso das tecnologias, das redes sociais, têm cambiado, inclusive, a estrutura do corpo humano. Este agora se divide em: cabeça, tronco, membro e celular. O aparelho já é uma extensão do corpo, pois é impossível viver sem ele! Caro Rubião! É necessário, urgentemente, voltar a “matutar com a cabeça”! Atentemos agora para o lado negativo do “matutar com a cabeça”, pois, impressionantemente, nossos políticos contemporâneos, no afã de juntarem os seus bilhões de propinas, não têm seguido o exemplo das velhas raposas da política, “matutar com a cabeça”. A lava-jato está pegando a todos, mas não alcança os mais antigos. A tecnologia deixou os afoitos mais vulneráveis, visto que vez ou outra, vaza um áudio, um vídeo... não sabemos se por falta de instruções tecnológicas ou se é porque estão tentando encher a “medida do ter”, que, segundo o adágio popular, nunca enche. Os mais antigos, não! Estes sabiam “matutar com a cabeça” As marcas da sua corrupção se tornaram indeléveis, infelizmente. Neste contexto, definitivamente, meu caro Rubião, não é bom que eles aprendam a “matutar com a cabeça”. É preferível que eles se abestalhem e continuem escorregando nas suas próprias lamas. Francisco Fernandes
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