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Arautos do Vale | Edição 102 - Junho de 2019

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BR 116km 299 Jaguaribe-CE (88) 3522-1272

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ÍNDICE

01 03 05 07 09 11 13 15 17 19

EDITORIAL

CAPA EDITORIAL FIQUE SABENDO ESPAÇO DO LEITOR EFIGÊNIA ALVES DICAS DE SAÚDE NA ARAUTOS UTILIDADE PÚBL. NA ARAUTOS HOMENAGENS PÓSTUMAS FVS NEWS PARCEIROS

02 04 06 08 10 12 14 16 18 20

PARCEIROS SAAE PARCEIROS PARCEIROS CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA CFX OCUPANDO A MENTE TOMIX GATA ARAUTOS PARCEIROS

“O DESCONHECIDO”. Apesar de tudo amanhã há de ser outro dia e que esta esperança embale nossas aspirações neste junho. Estamos há um mês das férias escolares, do intervalo de uma rotina anual da maioria dos lares e é importante mantermos o ritmo e darmos um gás para que o rendimento não fique aquém do esperado, temos nesse período a oportunidade de recuperar o folego, respirar e reabastecer as energias para continuar a luta. Quem ensina ou possui filhos na escola, identifica se e entende bem o que eu estou falando. Interessante é lembrarmos que o ano iniciou ontem e já estamos na metade do mesmo, freneticamente estamos todos envolvidos em uma rotina generalizada que de vez em quando observamos que a vida passou que a idade chegou, os filhos cresceram e as forças não são mais as mesmas. Há alguns dias nos dispomos a escrever com nossa e para nossa sociedade e esse hábito ultrapassou 102 meses. Boa leitura a todos e até a próxima Sandoli Diógenes edição!

TODA SEGUNDA EXPEDIENTE

9 às 10

Sandoli Diógenes Fundadora

Ramon Gomes

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Ruth Gomes Reportagem

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Seguros/ Consórcios

Empréstimo consignado INSS

Financiamento de veículos

Agência de Jaguaribe: Av Savino Barreira, 911 Centro. Fone: 3522-1278

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É mês de São João! Chegou o tempo da fogueira, É agora, a quermesse chegou! Tem pescaria, tem quentão, tem milho verde, Tem pamonha e tem caldo de feijão! Tem bolo de fubá, Tem balão para enfeitar, As bandeirinhas estão enfeitando o salão, Este será o melhor dos arraiá!

Flávio Chaves

São João está alegre, A festa continua, é mês de quadrilha o pessoal está no maior arrasta pé, São tantas festas de São João para ir, enquanto a fogueira queima que um mês de festa é pouco, a quadrilha segue, é caminho da roça! Bem que o arraiá poderia se Agora as damas estão a frente dos prolongar, cavalheiros, eu e a Mariazinha iríamos nos acabar a ponte quebrou, meia volta. dançando, Olhem lá, em cima do pau-de-sebo, É São João, é mês de fogueira; um menino acaba de chegar! curau e quentão; tem pamonha e menina vestida de João, é tempo de tomar caldo de feijão; tempo de vestir roupa rasgada, Vem São João! comer maça do amor, e claro, convidar a dama para este Muita paz, Teu Poeta! festão.

A balbúrdia de ser estudante. É muitas vezes não ter o que comer que bobagem isso é vaidade mas ter fome de conhecimento quem vai limpar o chão é acreditar na mudança pro branco da alta sociedade? da sua própria realidade quem vai ser massa de manobra é tentar entrar na universidade se todos conhecerem a historia pra tornar seu sonho da luta por igualdade? verdade Tem que haver m e r i t o c r a c i a mas na verdade isso mesmo é todo dia estar presente aquela velha corrida de 10 km onde eu saio do zero num ambiente abandonado pelo governo e você do quilometro 5 E no final e ser chamado de idiota pelo próprio presidente Temos que chegar ao mesmo local mas que idiotice E se você chegou ser pobre Foi porque m e r e c e u E se no meio eu cansei e desejar uma vida melhor Mereço o fracasso, talkei? que coisa fútil! isso é coisa de rico do contrário é ser idiota útil útil pra servir de submisso Camila Luiza alves Diógenes pro rico fazer sua vontade Aluna do 2 ano do ensino médio do pobre querer ser rico Colégio Clóvis Beviláqua. arautosdovale@hotmail.com

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CRÔNICA

CAMINHANTES.

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barba estava comprida e aparentemente suja. A pele queimada pelo sol me fez julgar que havia sofrimento entranhado. Eu não sabia nome, origem e destino dele, que vinha caminhando solitário no asfalto, com pouca bagagem. Me aproximei, parei o carro e perguntei para onde ia. Me afirmou que estava só caminhando, já fazia dias, meses, anos. Perguntei onde ele desejaria chegar. Me disse que iria para onde a estrada o levasse. Não ia querer carona, não tinha pressa de chegar, não sabia o destino, o importante era a caminhada. Aquele diálogo de palavras entrecortadas e poucos olhares me fez pensar sobre a minha origem, meu destino e a estrada. Não seria a vida apenas esse percurso entre o nascer e o morrer?! E nós, andarilhos dessa estrada. Caminhantes supondo destinos, projetando chegadas, planejando rotas. Para chegar onde? Fiquei pensando nos meus caminhos, meus companheiros de viagem e a bagagem que eu transporto. Me dei conta de que muitas vezes levo apetrechos demais! Muita coisa talvez fosse dispensável e me aliviasse o passo. Às vezes, cansada, busco abrigo. Já tive vontade de sentar à beira da estrada e ficar olhando os que passam, os que caem e levantam e os que perdem as forças e não se erguem do chão. Lembrei de pessoas importantes que me ajudaram a organizar os meus passos, me ensinaram a caminhar, me alertaram da importância de ergue a vista e mirar o horizonte. E muitas dessas pessoas seguiram por outra estrada e se perderam de vista, não se tem mais notícia. Outras caminharam ao meu lado por um tempo, depois seguiram outros rumos, mas vez ou outra nos encontramos e acenamos festivamente. Fiquei refletindo sobre as minhas certezas da estrada,

sobre para onde eu quero chegar, se seria mesmo o caminho mais adequado. Mas penso que o que mais conta é o percurso, o caminhar, como me disse convicto o andarilho. Importa as pessoas que caminham conosco, os empecilhos que atravessamos juntos, os desvios que muitas vezes somos obrigados a fazer, para não atrapalhar outros caminhantes. Há momentos em que a estrada se apresenta esburacada, tortuosa, espinhenta. E nós, caminhantes, vamos tentando fazer a travessia. Muitas vezes os machucados são inevitáveis, mas precisamos seguir. Têm aqueles que não suportam o peso do caminhar e desistem sem olhar para traz. Se arredam da estrada e não são mais vistos, deixando seus companheiros atônitos, sofridos. Deixar marcas bonitas na estrada facilita o pertencimento, plantar flores perfuma os caminhos, agrada o olhar. Muitas vezes nos encontramos na mesma estrada, por onde um dia passamos, como se a vida fosse cíclica. É possível colher o que plantamos. Há os que chegam à estrada e os que saem dela. Existem os que estão ávidos pelo que virá e os cansados por tudo que já andaram. Mas cada um segue, conforme a força de seu passo. Ninguém está isento de medos, das noites que se apresentam longas. Mas é importante carregar pelo caminho a semente da esperança e ir plantando à beira da estrada, onde nascem também as acácias. Desconfio que aquele andarilho tinha razão: de tudo, seja talvez a caminhada o que mais importa. Afinal, n ã o s a b e m o s a o ce r t o o destino e qualquer dia não Efigênia Alves teremos mais estrada.

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CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA

MONSENHOR DOUTOR TÁVORA: O CAMAREIRO DO PAPA LEÃO XIII

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Senador Estadual em 1891. Em 1892 é nomeado vigário de Cachoeiro do Itapemirim – ES e em 1893 é transferido para Vassouras – RJ e depois para Juiz de Fora – MG. Em 1894 é nomeado Cônego da Catedral de Manaus. Em 1896, retornou ao Ceará e esteve em Jaguaribe e foi para Roma (Itália), onde matriculou-se na Universidade de Santa Apolinária, obtendo o título de “Licenciado Bacharel e Doutor in utroque jure” (direito civil e canônico). Logo depois matricula-se na Academia dos Nobres diplomando-se em “Ciência da Diplomacia e Tratados”. Em 1899 é nomeado, pelo Papa Leão XIII, seu camareiro (secretário) com honras de Monsenhor. Voltando ao Brasil exerceu a advocacia em Manaus – AM e depois foi para o Alto Purus, Sena Madureira – AC, onde faleceu em 1916, de impaludismo crônico. No Território Federal do Acre exerceu seu sacerdócio sem medir esforços e amparou, sem distinção, os cearenses que para lá foram extrair a borracha, naquele “inferno verde”, a Floresta Amazônica. Fazia viagens missionárias de mais de 1 ano em canoas, pelos afluentes dos Rios Juruá e Purus. Era um padre letrado com Doutorado em Roma e advogado, mas de uma humildade sem igual já que rejeitou duas vezes a promoção ao Bispado, sendo um dos quais o do Crato – CE e dedicou a sua vida como missionário ao serviço de Deus. Apesar de ter ganhado muito dinheiro distribuía aos necessitados e ajudava os familiares e amigos nos estudos dos seus filhos e por isso morreu pobre. Amava a sua terra, o Ceará, como ninguém e deixava claro nos sermões que proferia aos cearenses seringueiros, na Região do Alto Purus, Acre, conforme translado abaixo extraído de Monsenhor Távora (1945): “Meus filhos, trabalhem e façam economias, para um dia voltar ao nosso Ceará. Plantem, para não ficarem com o ventre preso aos porões dos navios, pois só a terra, bem cuidada, é capaz de dar ao pobre a abundância e fartura”. Amem, também essa grande Amazônia que é um pedaço de nossa pátria, e terra de promissão que a todos recebe e nutre com os seus inexauríveis recursos. E quando lograrem algum saldo que lhes permita voltar ao Ceará, não gastem em dissipações e lembrem-se dos que lá, curtindo saudades e privações, os esperam para a vida do lar, que é a mais justa aspiração dos que são honestos e não se afastam dos mandamentos da Igreja”.

“

onsenhor Doutor Antônio Fernandes da Silva Távora, nasceu em 17 de outubro de 1851, na Fazenda Caranguejo, em Boa Vista (atual Mapuá) e faleceu em 13 de setembro de 1916, em Sena Madureira – AC, aos 64 anos e 10 meses. Era filho de Antônio Fernandes da Silva Távora e de Dona Idalina Alves de Lima. Era descendente de famílias portuguesas do Porto (Fernandes da Silva) e de Lisboa (Távora), pelo lado paterno e pelo lado materno dos Vidal de Negreiros (Paraíba). Fez os seus primeiros estudos com o Mestre Victoriano (português), no ano de 1857, no Caranguejo e aos 18 anos matriculou-se no Seminário de Fortaleza (1869) e é ordenado padre em 1879. Cantou sua primeira missa, em 20 de dezembro de 1879, na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Candeias, em Jaguaribe-Mirim. Foi nomeado pároco da sua terra natal, ficando até outubro de 1883, quando foi transferido para a Paróquia do Crato, ficando lá até 1891. Quando ainda era seminarista e estava de férias, em Jaguaribe-Mirim, na Fazenda Caranguejo, do seu avô materno Antônio Alves da Paz fazia conferências religiosas demonstrando o grande orador que era. Quando foi vigário de Jaguaribe fundou um colégio e escreveu a sua primeira obra “O Velho Távora”, sobre a vida do patriarca da família, na ribeira do Jaguaribe, o Sargento Mor Manoel Peixoto da Silva e Távora (Peixotão), que infelizmente não foi publicada sendo os originais destruídos em um incêndio em 1897. Produziu outras obras: “Lázaro e o rico avarento”, “José e seus irmãos no Egito” e “Emigração para o Amazonas”. Quando era vigário do Crato fundou o Colégio São Thomaz de Aquino e quando da abolição dos escravos, no Ceará (em 1883) fez um eloquente discurso diante da alvissareira notícia da libertação dos cativos, por ser um fervoroso abolicionista. Era um amante da Instrução (educação) e após se ordenar padre procurou cuidar da educação dos seus irmãos e sobrinhos (foi benemérito de mais de 20 deles). Em 1866, foi eleito Deputado Provincial do Ceará (até 1889) e

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Universidade de Santa Apolinária e Academia dos Nobres – Vaticano – Roma - Itália.

Teve uma vida literária intensa escrevendo para muitos jornais e revistas do Rio de Janeiro – RJ, da Itália, de Portugal, do Crato - CE, de Manaus - AM, de Cachoeiro do Itapemirim - ES, de Sobral - CE, de Baturité – CE, de Vassouras – RJ e de Fortaleza – CE.

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Fonte: Jaguaribe Minha Terra: formação política (2005) de Valdir Uchôa e Monsenhor Távora (1945) de Fernandes Távora publicado na Revista do Instituto do Ceará.

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DICA DE SAÚDE NA ARAUTOS

COMO MANTER A MENTE AGUÇADA?

Saiba como funciona a memória e por que é importante exercitar o cérebro.

Q

uem no dia a dia já não esqueceu onde colocou determinado objeto que tinha em mãos há poucos instantes ou até de finalizar aquela tarefa importante que tinha de entregar no trabalho? Para o neurologista Ivan Okamoto, do Núcleo de Excelência em Memória (Nemo), do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, os distúrbios da memória são mais comuns do que se imagina, mas, para entendêlos, precisamos saber um pouco mais como ela funciona. “Alguns acreditam que a memória está presente em nossa vida desde o nascimento. Não sabemos qual sua capacidade de armazenamento, é indefinida, ilimitada. Temos vários tipos de memória, mas só guardamos aquilo a que damos uma validade emocional. É um mecanismo de aquisição e codificação da informação. Quando acontece algo que valorizamos, muitas vezes, não registramos se havia barulho naquele momento, mas, uma vez que essa memória foi codificada e consolidada, o cérebro vai retê-la em uma região chamada hipocampo”, detalha Okamoto. Foco. O neurologista compara a nossa capacidade de assimilação à de uma câmera fotográfica, que pode focar desde o maior até o menor objeto para registrá-los. “Fazemos isso com as situações inconscientemente. Estou atento a tudo, mas, se quero ouvir uma determinada entrevista dentro do carro, eu paro o veículo e foco no que é importante. Muitas coisas interferem nesse sistema: se estou de bom humor; remédios, como diuréticos; e principalmente a ansiedade. Tudo tem relação com o foco que estabeleço no momento para que a memória faça o registro do que está acontecendo”, afirma Okamoto. Doença de Alzheimer. No caso da Doença de Alzheimer, por exemplo, o médico conta que a evocação dessa informação guardada acaba

sendo prejudicada pela enfermidade. “Atualmente, existem medicações que estabilizam a doença, mas a memória não volta a ser a mesma. As alterações da doença começam 10 a 15 anos antes dos primeiros sintomas e não há como prever quais cérebros estão em risco. Não existe um marcador biológico para determinar a doença. O diagnóstico é clínico e a pessoa passa por inúmeros exames e avaliações”, esclarece. Cuidado e estímulos. Para o especialista, todos nós esquecemos de algo, mas é preciso ficar atento quando o esquecimento se torna frequente e passa a comprometer as atividades cotidianas. “Você pode esquecer um compromisso ou de comprar pão, mas quando se esquece da panela no fogo aceso, das senhas do cartão do banco, do pagamento de contas são sinais de alerta. Procure ajuda. Também temos que estimular o nosso cérebro diariamente. Ele é como um músculo”, aconselha. Confira na ilustração abaixo algumas dicas sugeridas pelo neurologista para aquecer e desafiar o seu cérebro.

Adaptado: <https://www.universal.org/blog/2019/05/07/como-manter-a-mente-agucada/>. arautosdovale@hotmail.com 12 Ivan Okamoto, neurologista do Núcleo de Excelência em Memória Fonte: (Nemo) do Hospital Albert Einstein.

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UTILIDADE PÚBLICA NA ARAUTOS

CUIDADO AO COMPRAR PELA INTERNET.

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omprar pela internet é muito cômodo. Você não precisa sair de casa e ir de loja em loja pesquisando o preço daquilo que está precisando. É possível encontrar todo tipo de serviço e produto, desde alimentos, acessórios dos mais variados, artigos esportivos e até carros de luxo. Bastam alguns cliques e a compra pode ser feita pelo computador ou até pelo celular, que, aliás, já abrange 48% das vendas do varejo on-line no Brasil. Mas nem tudo é perfeito nesse mercado. Com o aumento das vendas, subiu também o número de golpes contra o consumidor. Dados do DFNDR Lab, laboratório especializado em crimes virtuais, indicam que ocorreram mais de 56 milhões de tentativas de golpes e cyberataques por meio de links maliciosos, no País, só no primeiro trimestre de 2018. Isso equivale a mais de 26 mil tentativas de fraude por dia ou 620 por hora. Cautela e atenção. Para Renata Reis, coordenadora do Procon-SP, é preciso ter cautela e atenção na hora da compra. “Às vezes, quem quer fraudar acaba deixando rastros, como erros no desenho e na linguagem do site. Não abra links de vendas

que você acabou de receber no Facebook, o que nós chamamos de intermediação agressiva. Muitas vezes, o consumidor é atraído com uma oferta vantajosa, mas que não é verdadeira, e compra por impulso.” Procedência da empresa. Segundo Renata, é preciso verificar a procedência da empresa. “Veja nos órgãos de proteção e defesa do consumidor os sites que não são confiáveis ou que não entregam o que foi vendido, os que não respondem às solicitações do comprador ou os que não têm um serviço de atendimento ao consumidor (SAC). Guarde também aquela troca de emails ou folhetos virtuais que oferecem a oferta e vinculam a empresa ao que você está comprando”, orienta. Boas indicações. De acordo com a coordenadora do Procon-SP, grande parte dos golpes registrados em São Paulo abrange compras não reconhecidas no cartão de crédito e a emissão de boletos fraudados ou falsificados. “Não há como evidenciar ou saber em que parte da cadeia há fragilidades que possibilitam os golpes. Por isso, procure ter indicação de amigos que já compraram no site antes de efetivar a compra”, aconselha.

Adaptado: <https://www.universal.org/blog/2019/05/19/cuidado-ao-comprar-pela-internet/>.

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Workshop Faculdade Vale do Salgado - 2019.1

A Faculdade Vale do Salgado no semestre de 2019.1 realizou o Workshop – Modernidade e excelência para o crescimento empresarial, nas cidades de Icó, Jaguaribe, Cedro e Iguatu. Reunindo empresários, gerentes e pessoas do comercio de toda a região. Os palestrantes foram os diretores Prof. Luiz Geraldo e Prof Wilson Santos, onde os mesmos durante essa maratona de eventos palestraram para mais de 1000 pessoas. Em todos os eventos foram arrecadados alimentos não perecíveis e posteriormente doados para instituições beneficentes.

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Tel: 88 3522.1344

Fonte: Adaptado Folha Universal edição n 1341.

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(88) 3522-1047 3522-2228 CEL. 9708-3003

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