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Arautos do Vale | Edição 119 - Dezembro de 2020

Page 1

BR 116km 299 Jaguaribe-CE (88) 3522-1272

9924-9893 arautosdovale@hotmail.com


ÍNDICE

01 03 05 07 09 11

EDITORIAL

CAPA

EDITORIAL

CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA SEJA PROTAGONISTA

EFIGÊNIA ALVES

PARCEIROS

02 04 06 08 10 12

PARCEIROS

TUBOARTE

ALERTA

JERRY DIÓGENES OCUPANDO A MENTE

PARCEIROS

“BALANÇO PESSOAL."

F

echamento de ciclo e oportunidade de aferição pessoal: momento de avaliação de escolhas e consequentemente resultados. No início, maioria das vezes mais precisamente na virada do ano, inúmeras promessas são feitas, metas são estabelecidas e objetivos traçados são lançados. Entre o papel e a vida real há uma distância quase que inalcançável pois a teoria sempre é um desafio de se aplicar na prática, seja no caso de uma dieta, adesão de um hobby, ingresso em um curso de formação profissional e por ai vai, pois a lista de anseios sempre é extensa e estamos sempre insatisfeitos e buscando algo que na verdade não sabemos o quê. Esse ano temos muitos motivos para agradecermos a Deus como sempre, no entanto 2020 foi e está sendo diferente de todos os anos por nós vividos, a pandemia inimaginável faz parte da nossa rotina, membros do nosso convívio diário partiram e outros se encontram lutando, sempre há alguém que faz parte do nosso ciclo que de alguma forma fora impactado por essa praga que recebe o nome de COVID-19. Será que se alguém nos avisasse que precisaríamos usar máscaras na maioria do tempo dos nossos dias acreditaríamos? Estamos vivenciando um tempo no mínimo estranho, que para nós que somos cristãos, este tempo precede o final dos tempos, período apocalíptico. Não sabemos quais pragas o mundo moderno pode desencadear, porem precisamos estar aptos a prestarmos conta de nossos atos, sejam estes públicos ou incubados e que nossos atos possam ser Ramon Gomes. aprovados por AQUELE QUE TUDO VÊ.

EXPEDIENTE

TODA SEGUNDA

9 às 10

Sandoli Diógenes Fundadora

Ramon Gomes

RÁDIO JAGUARIBE FM

87,9

Diretor

Hérika Gomes Supervisão

Ruth Gomes Reportagem

87,9

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A COMUNITÁRIA DE FEITICEIRO

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REVISTA.ARAUTOSDOVALE

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CONHECENDO NOSSA HISTÓRIA

JOÃO DA FONSECA FERREIRA: O FUNDADOR DO SÍTIO JAGUARIBE-MIRIM (1708):

J

Brasão da Família Fonseca Fonte: www.google.com

OÃO DA FONSECA FERREIRA era um dos exploradores, na Expedição dos “Homens do São Francisco” em 1684/1686, vinda da Bahia para colonizar a Ribeira do Jaguaribe. Foi um dos fundadores do Sítio Cascavel (atual cidade de Cascavel – CE), em 12/10/1694, do Sítio Lagoa do Velho (Russas), do Sítio Santa Rosa (antiga Jaguaribara – CE), em 1697, do Arraial Velho (núcleo primitivo da cidade de Icó – CE), em 1704 e do Sitio JaguaribeMirim (atual Jaguaribe – CE), em 22/01/1708. Era capitão de Milícias, um dos primeiros sesmeiros e colonizadores da Ribeira do Jaguaribe, na região do Médio Jaguaribe. Segundo Raimundo Girão (2010) o Capitão João da Fonseca Ferreira obteve 10 sesmarias no Ceará. Foi homem de grande projeção social e política, nos tempos da colonização do Ceará. Podemos confirmar essa atuação em “O Primeiro Juiz do Ceará: José Mendes Machado, o Tubarão” (2016), de Heitor Feitosa Macêdo, publicado em www. estoriasehistorias-heitor.blogspot.com: “[...] o Capitão João da Fonseca Ferreira era aliado dos índios Jenipapos e em 1724, aliou-se com José Mendes Machado (Ouvidor Geral), durante as “correições”, na Ribeira do Jaguaribe, que apurava os crimes de assassinatos e roubos de gado.” As evidências da fundação do Arraial Velho (núcleo primitivo da cidade de Icó), por João da Fonseca Ferreira, foram publicadas em “Algumas Origens do Ceará” (1901), de Antônio Bezerra que extraiu de documentos antigos da Capitania do Ceará, em devassa, sobre as terras dos herdeiros do Coronel João da Fonseca Ferreira, onde transcreveu depoimentos de Bento da Silva e Oliveira, de Antônio Ferreira da Cunha e de Antônio Dias Botelho. Transcrevemos o depoimento de Antônio Dias Botelho, que diz: “com o Arraial Velho confrontavam as terras do referido Coronel, das quaes era senhor o autor, e que do dito Arraial sempre fora senhor o dito Coronel João da Fonseca Ferreira.” O Capitão João da Fonseca Ferreira doou as terras do Sítio Jaguaribe a seu genro o Coronel Manoel Cabral de Vasconcellos, que as vendeu ao Padre Domingos Dias da Silveira (Cura da Vila do Icó). Posteriormente foram arrematadas, em hasta pública, pelo Padre João Martins de Mello, que doou ao futuro Padre Francisco Eduardo Paes de Mello, em 25/03/1786, para se constituir em seu patrimônio de ordenação e após a sua morte o Sítio Jaguaribe-Mirim foi dividido com os seus credores, em 09/02/1813. Posteriormente o Capitão Antônio Raulino Mourão comprou essas terras e deu, em patrimônio de ordenação, ao seu filho o Cônego Henrique Raulino Mourão, que em 1905 doou para o patrimônio da Paróquia de Nossa senhora das Candeias de Jaguaribe-Mirim.

João da Fonseca Ferreira era casado com Maria Paes Botão (álibi Maria do Espírito Santo Vieira). Ele era filho de Agostinho da Fonseca e irmão de Sebastiana da Assunção Fonseca Ferreira, José da Fonseca Ferreira e de Manoel da Fonseca Ferreira. Sua esposa era filha de Luiz Viana e irmã de Domingos Paes Botão (1º). O casal teve duas filhas: Cecília Joaquina da Fonseca casada com Pascoal de Brito Maciel, pais de André de Brito Maciel; e a segunda filha (?) casada com o Coronel Manoel Cabral de Vasconcellos. Sua irmã Sebastiana da Assunção Fonseca Ferreira era casada com Domingos Paes Botão (1º), que era filho de Antônio Francisco, o Novo e de Dona Ana Fernandes. O casal eram pais de: (Manoel) Diógenes Paes Botão e de Genoveva da Assunção Paes Botão (álibi Genoveva da Assunção Fonseca Ferreira). As evidências nos levam a crer que eram dois irmãos: João e Sebastiana casados com dois irmãos: Domingos e Maria. (Manoel) Diógenes Paes Botão c/c Antônia da Purificação (álibiAntônia da Rocha Tavares), filha de Luís Paes Botão e de Dona Josefa Ferreira da Rocha. Há dúvidas e incertezas quanto a esses matrimônios. Evidências da existência de Genoveva da Assunção Fonseca Ferreira e do seu tio Manuel da Fonseca Ferreira aparece no assentamento de um batizado de uma filha de Isidória, escarva de Mariana da Costa: “Em 21 de julho do ano de 1706, na Capela do Senhor Antônio do Potengi, batizou o Padre Francisco Bezerra de Góis, a Luisa, filha de Isidória, crioula, escrava da viúva Marianna da Costa. Foram padrinhos Manoel Ferreira e sua sobrinha Genoveva Ferreira Fonseca. Simão Rodrigues de Sá”, extraído de “Bartholomeu Nabo Correia e Domingos Paes Botão (2016), de João Felipe Trindade, professor da UFRN. Existem, no rio Grande do Norte, registros de dois filhos de Agostinho da Fonseca, irmãos de João da Fonseca Ferreira: “Antônio da Fonseca Ferreira, filho de Augostinho da Fonseca, natural do Rio São Francisco, de idade de vinte e três anos, de boa estatura, cheio de corpo, cabelo e olhos negros, pouca barba, cor trigueira, é soldado desta companhia desde 5 de janeiro de 1699; Manoel Ferreira da Fonseca, filho de Augostinho da Fonseca, natural do Rio São Francisco, de idade de vinte e cinco anos, cabelo e olhos negros, alto de estatura e seco de corpo, pouca barba, cor pálido, é soldado desta companhia desde 5 de janeiro de 1699.” Ambos os documentos assinados por Manoel Gonçalves Branco, tendo sido dado baixa em 1703, extraído de “Bartholomeu Nabo Correia e Domingos Paes Botão (2016), de João Felipe Trindade, professor da UFRN. Antônio da Fonseca Ferreira e Manoel da Fonseca Ferreira, nasceram no Rio São Francisco, sendo Antônio, provavelmente em 1676 e Manoel em 1674.

Documento referente a Antônio (1699) Fonte: blog Hipotenusa (2016)

Pesquisador da história jaguaribana.

Fontes: Algumas Origens do Ceará (1986); O Primeiro Juiz do Ceará: José Mendes Machado, o Tubarão (2016) e Bartholomeu Nabo Correia e Domingos Paes Botão (2015).

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05


ALERTA

Ministra Damares Alves afirma que adolescentesestão usando fraldas geriátricas para não abandonar jogo. Em entrevista, Damares fala sobre o programa de conscientização anunciado, recentemente, pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

N

ão é de hoje que a dependência de tecnologias é discutida entre especialistas. A cada dia que passa, mais pessoas estão se tornando reféns do que deveria ser apenas um facilitador do seu dia a dia. Um estudo feito pela King’s College, em Londres, na Inglaterra, apontou que quase um quarto dos jovens têm características de viciados em celular, por causa da sua dependência no aparelho. De acordo com o estudo, que analisou mais de 42 mil jovens, as pessoas ficam “em pânico” ou “chateadas” se o aparelho lhes for negado. Além disso, o levantamento britânico também apontou que este vício pode estar ligado a outros problemas como o estresse, a tristeza, mau desempenho na escola e falta de sono. No Brasil, um levantamento feito pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), com mais de 2 mil adolescentes, revelou que ao menos 25% dos jovens são dependentes de internet, de forma moderada ou grave. O estudo foi realizado com jovens entre 15 e 19 anos da rede pública e privada de educação. Perigo constante Diante deste cenário crescente no País, nos últimos dias, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos anunciou uma campanha de conscientização sobre os riscos da exposição de crianças na internet. Por meio da campanha “Navegar numa boa”, a pasta pretende compartilhar ferramentas para que os pais consigam proteger seus filhos do mau uso das tecnologias e alertar sobre os riscos do vício. Em entrevista à Rede TV, a ministra Damares Alves fez um alerta sobre o que já tem acontecido no Brasil. “Nós já temos informações, aqui no ministério, de adolescentes no Brasil que estão comprando e usando fraldas geriátricas para não se levantar da mesa, porque o jogo não pode ser interrompido. Levam [até] a comida para sua bancada…”, revelou a ministra. Segundo a ministra, “as famílias vão precisar falar sobre isso”, porque, de acordo com ela, “o vício tecnológico é tão perigoso

quanto em cocaína [por exemplo]”, afirmou. Além do mais, a ministra ainda reiterou que “o tratamento de desintoxicação para o vício tecnológico é igual para um tratamento para a dependência química”, enfatizou. Por isso, a ministra, também, fez questão de falar da gravidade do problema, deixando um recado: “Atenção, pais: não é brincadeira! Isso é muito sério e nós precisamos conversar com vocês [alertálos] sobre os riscos do vício tecnológico, mas, também, os demais riscos que as crianças correm nas redes sociais e na internet, sem estar acompanhadas dos pais”, completou. Indústria bilionária Nesta segunda-feira (23), o Bispo Renato Cardoso, em seu programa “Inteligência e fé”, transmitido diariamente pela Rede Aleluia (99,5), comentou sobre a notícia dizendo que “assim como não deixamos menores dirigirem também deveria existir mais regulamentos com respeito ao uso da internet e a questão do videogame”. Isso porque, de acordo com o Bispo, a indústria do videogame é bilionária e tem os jovens como principal público-alvo, “porque eles estabelecem hábitos, costumes, desde a juventude”. Vício tem cura Caso esteja passando (ou conhece alguém que esteja enfrentando) problemas semelhantes aos relatados acima – além de outros vícios – acesse esse link (clique aqui) e conheça o Tratamento especial que a Universal realiza todos os domingos. Esse Tratamento é procurado por milhares de pessoas que sofrem as consequências dos vícios há muitos anos, que já buscaram ajuda em diversos locais, porém não obtiveram resultado positivo. “Você pode, sim, livrar-se dos vícios que fazem parte da sua vida e ser feliz de verdade”, diz um trecho do texto no site oficial. A cura dos vícios é uma luta que, quando decidida a ser travada até o fim, é vencida por cada pessoa que faz parte desse Tratamento. Não deixe de participar!

Adaptado: <https://www.universal.org/noticias/post/adolescentes-estao-usando-fraldas-geriatricas-para-nao-abandonar-jogo/>.

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arautosdovale@hotmail.com


Um ano para esquecer ou para aprender?.txt 2021 será assim...

...ainda não existe e sou eu e você que escreveremos ele na história de nossas vidas.

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CRÔNICA

Enquanto não vou, espio os que vão! A lguns anos passados, sinto que o meu olhar está ficando desgraçadamente calejado, se por um lado perdi o ônus de acreditar que agora vai e que o novo sempre vem, por outro alcancei o bônus de me aquietar e me acalmar de não esperar nada de ninguém e pasmem, isso nem é pessimismo, e tenho a certeza de que não preciso chorar por quem foi e nem adular quem irá chegar. Com mais de 45 de idade eu já estou no segundo tempo da vida, e faz tempo que o jogo começou no segundo tempo da minha existência, não dá mais para reverter um placar se a maioria dos meus pares me tem como “fuleragem” e corrupto, não adianta verbalizar meia hora de três em três dias na frente deles dizendo ao contrário, se muitos me têm como parceiro, será assim até

me aposentar, se assim a providência do divino me permitir. Verdade é que tudo passa, a vida é uma guerra, passa soldado e passa coronel, e na trincheira desta caminhada chamada existência passa melhor quem o bem fez, quem foi do bem na teoria e na prática, porque daqui a alguns anos nem existirá o autor deste texto, nem os primeiros leitores, e na poeira do passado lembrasse com saudade dos antepassados que praticaram o bem, sabendo a quem ou sem saber a quem, enfim o bem! Jerry Diógenes


CRÔNICA

Por acreditar nos recomeços

D

izem, o ano novo vem chegando. O ano é novo, velhas são as dores nossas de cada dia. Tentouse dividir o tempo em porções: minutos, dias, meses, anos, séculos... Foi bom. É um recurso que gera esperança de que o amanhã será melhor. Eu mesma finjo que recomeço. E talvez eu acredite mesmo no meu fingimento. Quando eu era criança ficava com uma sensação de que o tempo era feito tartaruga, andava bem devagar, parando aqui e acolá para observar o andamento das coisas. Eu conseguia compreender isso a partir da numeração do tempo, com quatro dígitos, que escrevia diariamente no caderno. Via que os dois primeiros dígitos eram eternos, o terceiro era persistente e não abandonava a pauta do meu caderno e o último era preguiço, não queria dar lugar ao seu sucessor. Aquele último dígito se demorava muito, sendo o ano em curso, onde eu me deitava infinitas noites e me acordava, brincando por longas manhãs em suas margens, até o ano se dizer velho e ser vencido, chegando o ano novo. Quando eu já era grande, dominada pelas horas, vi uma virada dos dois dígitos que se fizeram fixos durante toda a minha infância. O número um, que principiava os mil e novecentos (onde me instalei como gente nesse mundo, já na década de setenta), cedeu o seu império para o número dois, um novo tempo, dois mil anos depois do nascimento de Cristo. Esses dois primeiros dígitos me seguirão até a morte, que não sei em que década se processará. Vivi essa transição e foi a única mudança significativa, na esfera da escrita dessas

marcações. Mas no âmbito do viver, o espelho me anuncia o tempo ido. Mas diferente de antes, hoje sinto como se o tempo fosse um guepardo, correndo veloz, sem olhar nem para os lados. Se na minha infância o via como tartaruga, hoje é felino, ferino, pisoteando o meu corpo, escavando a minha face. Arrasta também as minhas agonias e alegrias. Tudo tem o seu tempo de permanência, porque nada é para sempre, há uma inevitável sequência das coisas: passa trem, passa bichos, passa anos, passa tronos, passa dores, passa gentes, tudo muda nessa correnteza que é a existência. E o tempo segue inteiro, resoluto, cumprimentando a todos os princípios e assistindo a todos os derradeiros, com a mesma indiferença. Mas sempre que um ano vai entregando os seus domínios para outro ano, ficamos com uma forte sensação de renovação, de recomeço, como se o tempo se permitisse fenda. E por mais que eu compreenda esse fluxo contínuo, também caio na ilusão, é uma questão de esperança. Mas ao mesmo tempo em que avançam os dígitos, trazendo sensação de tem po novo, av anç a também a minha idade, encurtando a minha estadia por aqui. Dividiu-se o tempo em porções, foi bom. Eu finjo que tudo recomeça. E finjo tão Efigênia Alves. bem que acredito. Que venha o ano novo!

arautosdovale@hotmail.com

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OCUPANDO A MENTE OBJETIVO: encontrar e circundar as 12 palavras escondidas na grade distribuídas nas formas horizontal, ver cal e diagonal. Boa sorte! CICLO

ANO

NOVO

ETAPA

INESQUECÍVEL

MEMORÁVEL

RESILIÊNCIA

RESISTÊNCIA

SUPERAÇÃO

CONQUISTAS

VITÓRIAS

TRNSFORMAÇÃO

Confira as respostas do caça palavras na versão digital da Revista Arautos do Vale ou acesse: www.issuu.com/arautosdovale

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