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PI Agosto | Setembro 2026

Page 1

Aranda Aranda Editora Editora -- Ano Ano 28 28 -- N No-o- 304 304 -- Ago/Set Ago/Set 2026 2026

www.arandanet.com.br/revista/pi

O modelo europeu de cibersegurança na indústria de plásticos Simulação e IA na produção de materiais compósitos Pesquisa

Empresas brasileiras de injeção avançam em sustentabilidade e digitalização Circulação: Interplast 2026 3º Grafenoplast XXVI Simpósio Internacional sobre Tecnologia de Plásticos

Guias

Resfriadores ( chillers) Medidores de espessura Sistemas de câmara quente Transformadores por injeção Dosadores e alimentadores de resina


DESTAQUES

AGOSTO-SETEMBRO 2026

www.arandanet.com.br/revista/pi

ÍNDICE

Fornecedores de sistemas de câmara quente

Pág.

Compostos por blocos distribuidores balanceados, buchas e ponteiras aquecidas por resistências elétricas, esses sistemas mantêm a resina na temperatura ideal de fusão até a cavidade do molde.

GUIA I

PÁG. 16

Cibersegurança na transformação de plásticos A Diretiva da União Europeia sobre segurança de dados se aplicará a empresas do setor de processamento de plásticos que forem classificadas como infraestrutura crítica. Conhecer os desafios europeus em termos de segurança de dados pode ajudar empresas locais em suas rotinas semelhantes.

INDÚSTRIA 4.0

PÁG. 18

Empresas de injeção avançam na transição energética, digitalização e sustentabilidade O levantamento anual das empresas transformadoras pelo processo de injeção revelou a adesão ao uso de energia de fonte renovável, o aumento do monitoramento digital do consumo específico por máquina e a adoção consistente de recursos de tecnologia digital no ambiente produtivo.

GUIA II

PÁG. 26

Editorial

6

Notícias e curtas

8

Grafeno

48

Normas

50

Opinião

54

Impressão 3D

58

Aplicações

60

Produtos

62

Eventos

65

Literatura

66

Anunciantes

66

Interplast integra exposição de produtos e encontros técnicos O evento que acontece em Joinville no mês de agosto vai combinar a exposição de equipamentos e serviços para a indústria de plásticos com a realização de diferentes encontros para debater temas de interesse do setor.

INTERPLAST

PÁG. 30

Resfriadores de líquidos (chillers) Guia reúne dados dos fornecedores de sistemas de arrefecimento usados no controle térmico em moldes de injeção e matrizes de extrusão.

GUIA III

PÁG. 34

A produção de materiais compósitos simulada com IA Artigo aborda a combinação inteligente de métodos numéricos convencionais e modernos, interligados com inteligência artificial na indústria de materiais compósitos.

REFORÇADOS

PÁG. 36

Medidores de espessura Guia reúne informações sobre fornecedores de sistemas de medição de espessura para geometrias tridimensionais, embalagens sopradas e filmes extrudados.

GUIA IV

PÁG. 45

Dosadores e alimentadores de resina A oferta de periféricos que garantem a alimentação contínua e a dosagem precisa de resina, masterbatches e aditivos.

GUIA V

PÁG. 52

- Tampas para frascos moldadas por injeção. Foto: Yohaken Sutasak/Shutterstock Layout de Alvaro Luiz Alves Piola e Pedro Franco de Moraes. As opiniões expressas nos artigos assinados não são necessariamente as adotadas por Plástico Industrial, podendo mesmo ser contrárias a estas.


A MAIOR INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS DO NORTE E NORDESTE, AGORA TAMBÉM EM SÃO PAULO A HISTÓRIA: Há mais de três décadas, uma ideia movida por coragem deu início à história da Tutiplast. Em 1993, Claudio Barrella instalou a primeira máquina injetora em uma pequena garagem no bairro da Glória, em Manaus (AM), dando os primeiros passos de uma empresa que, hoje, é referência nacional em transformação de plásticos.

de protótipos em impressão 3D até a produção em larga escala. Além da injeção plástica de precisão, a unidade conta com processos de acabamento como pintura automotiva robotizada, ultrassom, colagem e tampografia, garantindo elevados padrões de qualidade para componentes utilizados em diferentes sistemas dos veículos. Com elevada capacidade técnica, flexibilidade produtiva e foco em inovação, a unidade de João Pessoa fortalece a atuação nacional da Tutiplast, ampliando sua capacidade de atender projetos de alta complexidade e consolidando a empresa como parceira estratégica da indústria brasileira. Essa trajetória de crescimento foi fortalecida

Unidade Matriz (Manaus)

Máquina de pintura automática Unidade Filial (Manaus)

Desde então, a Tutiplast construiu uma trajetória pautada pelo investimento contínuo em tecnologia, inovação e desenvolvimento de pessoas. Com esse compromisso, expandiu sua atuação para além do Amazonas, consolidando sua presença em João Pessoa (PB), onde mantém uma unidade altamente especializada no atendimento à indústria automotiva. A operação reúne um parque fabril moderno, tecnologia de ponta, engenharia própria e processos produtivos altamente automatizados, oferecendo soluções que vão desde o desenvolvimento

com a implantação da unidade de Itupeva (SP), ampliando ainda mais a presença nacional da empresa. Localizada em uma região estratégica do estado de São Paulo, a unidade aproxima a Tutiplast dos principais polos industriais do país, amplia sua capacidade de atendimento e torna suas operações ainda mais ágeis e eficientes. Mais do que expandir sua estrutura, a Tutiplast reafirma o propósito que a acompanha desde sua fundação: transformar desafios em oportunidades por meio da engenharia, da inovação e da excelência operacional. Um legado iniciado em uma pequena garagem que, hoje, se traduz em uma empresa preparada para

Unidade Paraíba

moldar o futuro da indústria brasileira com soluções cada vez mais completas e sustentáveis.

CERTIFICAÇÕES, RECONHECIMENTOS E EXCELÊNCIA: Na Tutiplast, qualidade, inovação e sustentabilidade são pilares estratégicos que impulsionam a competitividade e fortalecem a confiança de clientes e parceiros em todo o Brasil. A atuação da empresa é sustentada por um sistema de gestão sólido, certificado pelas normas ISO 9001, ISO 14001 e IATF 16949, assegurando elevados padrões de qualidade, gestão ambiental e atendimento ao segmento automotivo. Esse compromisso também se reflete na valorização das pessoas. Pelo segundo ano consecutivo, a Tutiplast conquistou a certificação Great Place to Work (GPTW), evidenciando que resultados consistentes são construídos por equipes engajadas, qualificadas e orientadas para a melhoria contínua. Mais do que certificações, os reconhecimentos

Prêmio Médias de Valor


conquistados demonstram a capacidade da Tutiplast de transformar tecnologia, inovação e gestão em soluções que agregam valor aos clientes, fortalecem sua atuação comercial e ampliam sua presença em mercados cada vez mais exigentes.

Prêmio de inovação

Prêmio Ser Humano ABRH Brasil

INOVAÇÃO, SUSTENTABILIDADE E EXPANSÃO: Na Tutiplast, a inovação faz parte da essência do negócio. A empresa investe continuamente no desenvolvimento de novas tecnologias, materiais e processos que impulsionam a competitividade da indústria e promovem soluções cada vez mais sustentáveis. Entre os principais projetos de inovação, destacam-se o desenvolvimento de biocompósitos produzidos a partir de matérias-primas renováveis da Amazônia, iniciativas voltadas à descarbonização da indústria, à economia circular e ao uso de materiais com menor impacto ambiental. Esses projetos reforçam o compromisso da Tutiplast em unir engenharia, tecnologia e responsabilidade ambiental para desenvolver soluções que geram valor para clientes, parceiros e para a sociedade. Esse olhar para o futuro também impulsiona a criação de novos negócios e a expansão da atuação da empresa. A unidade de Itupeva (SP) representa

www.tutiplast.com.br vendas@tutiplast.com.br

um marco estratégico nesse processo, ampliando a capacidade produtiva e fortalecendo a presença da Tutiplast nos principais polos industriais do país. Mais do que fortalecer sua presença nacional, a unidade integra uma estratégia de crescimento sustentável, preparada para atender novos mercados, desenvolver soluções inovadoras e responder com ainda mais agilidade às demandas da indústria. Com inovação, sustentabilidade e expansão caminhando lado a lado, a Tutiplast segue moldando o futuro, transformando desafios em oportunidades e desenvolvendo soluções que contribuem para uma indústria mais eficiente, competitiva e responsável.

UNIDADE ITUPEVA: UM NOVO CAPÍTULO NA HISTÓRIA DA TUTIPLAST A unidade de Itupeva (SP) representa um importante marco na estratégia de expansão da Tutiplast. Localizada em uma das regiões mais relevantes para a indústria brasileira, a operação fortalece a presença nacional da empresa, amplia sua capacidade produtiva e aproxima ainda mais a Tutiplast de clientes e parceiros estratégicos.

Projetada para atender às crescentes demandas do mercado, a unidade possui 5.000 m² de área industrial e capacidade produtiva de até 250 toneladas por mês, oferecendo agilidade, eficiência e alto desempenho operacional. Mantendo a vocação técnica que caracteriza a Tutiplast, a unidade é especializada na fabricação de peças técnicas injetadas, atendendo projetos que exigem elevada precisão dimensional, repetibilidade e qualidade em escala industrial. Essa estrutura amplia a capacidade do Grupo para desenvolver soluções cada vez mais complexas e inovadoras para diferentes segmentos do mercado. Seu parque fabril reúne mais de 20 máquinas injetoras de fabricantes reconhecidos mundialmente. Todas as células produtivas operam com robôs integrados, elevando o nível de automação, garantindo maior produtividade e assegurando a consistência dos processos e da qualidade dos produtos. A unidade opera sob a certificação ISO 9001 e segue em preparação para a certificação IATF 16949, além de outras certificações já conquistadas pelas demais unidades do Grupo, reafirmando o compromisso da Tutiplast com os mais elevados padrões de qualidade da indústria. Mais do que ampliar a capacidade produtiva, a unidade de Itupeva consolida a estratégia de crescimento sustentável da Tutiplast, fortalecendo sua competitividade, expandindo sua atuação nacional e preparando a empresa para os desafios e oportunidades da indústria do futuro. Matéria por: Camila Dantas, Analista de Comunicação da Tutiplast.

Unidade São Paulo

Tutiplast Matriz – Manaus, AM - Endereço: 1012, R. Rio Mutuzinho, 948Armando Mendes, Manaus, AM Tutiplast Filial – Manaus, AM - Endereço: R. Balata, 3 – Distrito Industrial I, Manaus, AM Tutiplast Filial – João Pessoa, PB - Endereço: R. Antonio Fernandes de Almeida, 0183 Bairro das Industrias, João Pessoa - PB Tutiplast Filial São Paulo: Rua: Alexandrina Mathias de Oliveira, 138 - Bloco A - São Roque da Chave - Itupeva, SP


EDITORIAL

Em um cenário de exigências crescentes, as empresas de transformação avançam no uso de fontes renováveis de energia e se apropriam dos recursos digitais disponíveis para tornar suas operações mais eficientes.

ARANDA EDITORA TÉCNICA CULTURAL LTDA. Diretores: Edgard Laureano da Cunha Jr., José Roberto Gonçalves e José Rubens Alves de Souza (in memoriam)

REDAÇÃO: Diretora de redação: Hellen Corina de Oliveira e Souza Editor técnico: Antonio Augusto Gorni Redator: Adalberto Rezende (MTb 78.879) Jornalista responsável: Hellen Corina de Oliveira e Souza (MTb 21.799)

SECRETÁRIA DE REDAÇÃO E PESQUISA: Milena Venceslau

PUBLICIDADE Gerente comercial: José Roberto Gonçalves

eficiência fabril das transformadoras de plásticos está hoje vinculada ao avanço tecnológico. Alcançar bons níveis de produtividade e manter a viabilidade do negócio implica atender exigências regulatórias e assegurar o controle cada vez mais refinado dos processos, com a adoção contínua de soluções digitais. Nesta edição, que circula em eventos estratégicos como a Interplast, em Joinville (pág. 30), o 3º Grafenoplast e o XXVI Simpósio Internacional sobre Tecnologia de Plásticos, a inteligência de dados no chão de fábrica está em foco, com uma análise sobre como a IA vem sendo combinada a métodos numéricos avançados na simulação do comportamento de materiais compósitos (pág. 36). A digitalização do ambiente produtivo, por sua vez, leva ao risco de exposição de dados em redes conectadas, trazendo à tona a urgência de se pensar em cibersegurança. Este é o assunto do artigo que começa na página 18, sobre os impactos da diretiva europeia de cibersegurança para fabricantes de produtos plásticos classificados como infraestrutura crítica. Nele, uma fabricante de máquinas revela o desenvolvimento de práticas de proteção de dados específicas para o ambiente da transformação de plásticos, com aprendizados que podem orientar as rotinas operacionais das indústrias locais. O compromisso com a transição energética e a sustentabilidade se destacam no levantamento anual exclusivo da Plástico Industrial junto às empresas de injeção (pág. 26). A pesquisa revelou um avanço consistente no monitoramento do consumo específico por máquina e no uso de recursos digitais na produção. E complementando esse debate, apresentamos na página 54 uma análise da eficiência energética de injetoras, uma métrica tão fundamental da produtividade quanto tempos de ciclo ou índices de refugo. Esperamos que esta seleção criteriosa de notícias, opiniões, artigos e guias técnicos ajudem a fundamentar as suas decisões e promover a competitividade da sua empresa.

Hellen Corina de Oliveira e Souza – Editora hellen.souza@arandaeditora.com.br

São Paulo e Rio de Janeiro Luci Sidaui – Cel. n (11) 98486-6198, luci@arandaeditora.com.br Dora Bandelli - Cel. n (11) 95327-6608, dora.bandelli@arandaeditora.com.br Paraná e Santa Catarina Romildo Batista Rua Carlos Dietzsch, 541, cj 204E – 80330-000 – Curitiba (PR) Tel. (41) 3501-2489/3209-7500, Cel. n (41) 9728-3060, romildoparana@gmail.com Rio Grande do Sul Maria José da Silva Tel. (11) 2157-0291, Cel. n (11) 98179-9661 e-mail: maria.jose@arandaeditora.com.br

INTERNATIONAL ADVERTISING SALES REPRESENTATIVES China: Mr. Weng Jie – Hangzhou Oversea Adv Ltd 596 Tiyuchang Rd., Hangzhou, Zhejiang 310007, China Tel.: (+86 571) 87063843, jweng@foxmail.com, wj@hz.cn Germany: IMP InterMediaPro e K. – Mr. Sven Anacker Starenstrasse 94 46D – 42389 Wuppertal Tel.: (+49 202) 373294 11, sa@intermediapro.de Italy: QUAINI Pubblicità – Ms. Graziella Quaini Via Meloria 7, 20148 Milan Tel.: (+39 2) 39216180, grquaini@tin.it Japan: Echo Japan Corporation – Mr. Ted Asoshina Grande Maison Room 303, 2-2, Kudan-kita 1-chome, Chiyoda-ku, Tokyo 102-0073, Japan Tel.: (+81 3) 3263-5065, e-mail: aso@echo-japan.co.jp Korea: JES Media International – Mr. Young-Seoh Chinn 2nd fl, Ana Blsdg, 257-1 Myungli-Dong, Kangdong-Gu, Seoul 134-070, Tel.: (+82 2) 481-3411, jesmedia@unitel.co.kr Switzerland: Mr. Rico Dormann, Media Consultant Marketing Moosstrasse 7, CH-8803 Rüschlikon Tel.: (+41 1) 720-8550, beatrice.bernhard@rdormann.ch Taiwan: WORLDWIDE Services Co. Ltd. – Mr. Rober t Yu 11F-B, Nº- 540, Sec. 1, Wen Hsin Road, Taichung Tel.: (+886 4) 2325-1784, global@acw.com.tw UK: Robert G Horsfield International Publishers – Mr. Edward J. Kania Daisy Bank, Chinley, Hig Peaks, Derbyshire SK23 6DA Tel.: (+44 1663) 750-242, Cel.: (+44 7974) 168188 – ekania@btopenworld.com USA: Ms. Fabiana Rezak – 2911 Joyce Lane, Merrick, NY 11566, Tel.: (1 516) 858-4327, arandausa@gmail.com

ADMINISTRAÇÃO: Diretor administrativo: Edgard Laureano da Cunha Jr.

CIRCULAÇÃO: São Paulo: Clayton Santos Delfino - Tel.: (11) 3824-5300 ASSISTENTES DE PRODUÇÃO: Vanessa Cristina da Silva e Talita Silva

PROJETO VISUAL GRÁFICO, DIAGRAMAÇÃO E EDITORAÇÃO ELETRÔNICA Estúdio AP SERVIÇOS: Impressão: Ipsis Gráfica e Editora S/A Distribuição: ACF - Ribeiro de Lima

PLÁSTICO INDUSTRIAL, revista brasileira sobre o processamento de materiais plásticos, é uma publicação mensal de Aranda Editora Técnica Cultural Ltda.

ISSN 1808-3528 Redação, Publicidade, Administração, Circulação e Correspondência: Alameda Olga, 315, 01155-900, São Paulo (SP), Brasil. Tel.: + 55 (11) 3824-5300 info@arandanet.com.br – www.arandanet.com.br

É enviada mensalmente a 12.000 homens-chave de empresas de transformação e processamento de materiais plásticos, fabricantes e importadores de máquinas, equipamentos e matéria-prima para a indústria do plástico e também para usuários de peças e produtos plásticos em todo o Brasil e demais países do Mercosul.


Imagem: Divulgação

Os bicos individuais normalmente presentes em sistemas de soldagem foram substituídos por estruturas em formato de canais que guiam o gás de alemã BASF anunciou a patente de um processo uniformemente ao longo dos cordões de novo processo de soldagem a gás para comsolda. Essa configuração reduz as perdas térmicas e ponentes termoplásticos, idealizado para garante a plastificação homogênea das superfícies. aprimorar a união de materiais de alto Ensaios laboratoriais realizados em corpos de desempenho na indústria automotiva e de prova de PPA demonstraram a obtenção de juntas mobilidade elétrica glosoldadas de alta resistênbal. A inovação se baseia cia mecânica após um peem um projeto de ferríodo de aquecimento de ramental que direciona aproximadamente dez seo fluxo de gás de maneira gundos. O método tamcontínua, reduzindo sigbém propicia a formação nificativamente o temde uma camada fundida po de aquecimento e o de maior espessura e uma consumo energético em tolerância geométrica exComponentes soldados pelo novo método relação aos métodos tratra para compensar evendesenvolvido pela BASF dicionais de soldagem. tuais empenamentos ou O propósito é permitir a montagem rápida e distorções em peças complexas e de grandes eficiente de componentes com alta exigência dimensões. mecânica, especialmente os fabricados em poliftalamida (PPA). BASF – www.basf.com

consultoria AMI Market Intelligence (Reino Unido) publicou o relatório global “BOPP Films - The Global Market 2026”, revelando que a demanda por filmes de polipropileno biorientado (BOPP) atingiu quase 11 milhões de toneladas em 2025. No período de 2020 a 2025, o mercado registrou um crescimento anual médio (CAGR) de 3%. Esse avanço foi impulsionado majoritariamente pelas economias em desenvolvimento, onde a rápida urbanização e os investimentos em infraestrutura de varejo

moderno aceleraram o consumo de produtos embalados. Em termos de processamento e engenharia de materiais, o BOPP se destaca pela alta resistência mecânica, facilidade de impressão

facilitarem a reciclabilidade do produto final. Para o período até 2030, a projeção da AMI é que a taxa de crescimento anual composta global (CAGR) supere 3%. Essa expansão de longo prazo será amparada pela dificuldade de substituição do BOPP em aplicações de alto desempenho e baixo custo, como embalagens de alimentos essenciais e formatos de conveniência. Novas frentes técnicas devem ampliar essa demanda, incluindo a maior penetração de filmes de BOPP em embalagens esterilizáveis em autoclave, capacitores elétricos e aplicações de alta tecnologia voltadas ao setor de energias renováveis. Imagem: Edward R / Shutterstock

NOTÍCIAS

8 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

e propriedades de barreira. Além disso, a transição contínua de embalagens rígidas para formatos flexíveis e a compatibilidade do BOPP com o polipropileno (Cast PP) em estruturas monomateriais impulsionam sua adoção, por

AMI – www.amiplastics.com


9 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

distribuidora Albis (Alemanha) expandiu seu acordo internacional de distribuição com a também alemã Covestro (Alemanha) para todo o território brasileiro, visando suprir a demanda nacional por polímeros de engenharia e elastômeros termoplásticos em aplicações industriais de alto rigor técnico. O atendimento local ao mercado do País é feito por intermédio da Tecnomatiz, que passou a integrar o grupo alemão Albis desde 2025. O portfólio disponibilizado para o mercado brasileiro contempla as linhas de policarbonato (PC) puro Makrolon e Apec e as blendas poliméricas de PC Makroblend e Bayblend (PC/ABS), além dos poliuretanos termoplásticos (TPU) comercializados sob as marcas Desmopan e Texin. A inclusão dessas famílias de materiais no mercado de distribuição local favorece a oferta de grades para transformadores que atuam em segmentos com exigências severas em termos de

Tecnomatiz – www.tecnomatiz.com.br

a programação de robôs colaborativos (cobots) e simulação de processos de usinagem de ferramental, por exemplo. Os esforços concentram-se nos desafios da automação avançada, que abrange a conversão de trajetórias complexas baseadas em CAD/CAM em operações robotizadas confiáveis e de fácil controle. Pelo

Imagem: Divulgação

Ency Software (Chipre) e a Stäubli Robotics (Suíça) anunciaram a consolidação de um acordo global que tem por objetivo facilitar a integração de robôs ao chão de fábrica, utilizando software CAD/CAM para

estabilidade dimensional, resistência mecânica e acabamento superficial. Além do fornecimento direto de matéria-prima, a infraestrutura da distribuidora no Brasil passa a integrar serviços de consultoria técnica e suporte de engenharia para o processamento dos materiais. Essa estrutura local busca auxiliar os transformadores na seleção da resina adequada e no ajuste de parâmetros operacionais das linhas de processamento, como injeção e extrusão, de modo a assegurar o rendimento produtivo e a conformidade com as especificações técnicas das peças finais. A iniciativa consolida a estratégia da Albis de ampliação da sua atuação comercial e técnica na América do Sul, ao mesmo tempo em que fortalece a presença da Covestro nos setores industriais brasileiros de mobilidade, construção civil, eletroeletrônica e saúde, aproveitando a rede de distribuição e o conhecimento de mercado da parceira local.

sistema Ency Robot, por exemplo, pode ser executada a programação offline de robôs industriais, bem como a simulação de processos para evitar a ocorrência de colisões. Também pode-se reduzir o tempo de inatividade do robô durante a programação e a integração de ferramentas digitais voltadas para a fabricação de diferentes tipos de peças. “Os fabricantes não precisam de mais uma camada de complexidade. Eles precisam de um caminho claro que vá da preparação digital ao movimento real do robô. Juntamente com a Stäubli, estamos tornando a programação avançada de robôs mais prática e previsível”, comentou Andrei Kharatsidi, CEO da Ency Software, que é representada no Brasil pela Comac (Carlos Barbosa, RS). Ency Software – www.encycam.com


10 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

NOTÍCIAS de fechamento de 35 a 200 toneladas, operando com moldes de 350 x 340 mm a 670 x 650 mm.

Os modelos de injetoras verticais com mesa rotativa, ideais para o posicionamento de insertos, por exemplo, possuem L/D de 15 a 21, dependendo da versão, com força de fechamento de 200 a 400 toneladas. A série C é composta por modelos de fechamento vertical, sem colunas, mas com sistema de injeção horizontal. As máquinas possuem força de fechamento de 55 e 85 toneladas e podem operar com moldes com dimensões de 320 x 320 mm a 500 x 350 mm.

Injetora vertical que integra uma linha de máquinas lançada pela Chen Hsong.

Chen Hsong – www.chenhsong.com.br

austríaca Engel (Cotia, SP), em parceria com a fabricante de moldes Inevo (Itália) e as fornecedoras Borealis (Áustria), Mankiewicz (Alemanha) e DNP (Japão), demonstraram a viabilidade econômica e a

maturidade industrial do processo Clearmelt no evento Engel Surface Innovation Days 2026, no início do mês de julho. A tecnologia permite a injeção combinada com o revestimento superficial em poliuretano (PU) diretamente no molde para produzir componentes externos automotivos de grande porte com

superfícies classe A, de alta resistência e com propriedades regenerativas. O objetivo é eliminar etapas posteriores de pintura e acabamento. A demonstração prática ocorreu no centro técnico da Inevo (Itália), utilizando uma injetora de duas placas Engel duo 4000 combi M, equipada com placa rotativa

Imagem: Divulgação

Chen Hsong South America, com unidade fabril em São Paulo (SP), lançou no mercado nacional uma linha de injetoras verticais que são comercializadas em versões sem colunas e com mesa rotativa. Também passaram a compor o portfólio da empresa modelos com fechamento vertical, mas com unidade de injeção operando na horizontal. A série V de injetoras verticais standard inclui máquinas com placa inferior fixa, com força


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Imagem: Divulgação

e força de fechamenelevada resistência a to de 40.000 kN. O intempéries, raios UV processo integrado e agentes químicos. inicia-se com o poO processo tem posicionamento de um tencial para substituir filme bidimensional linhas de pintura e na cavidade por um tratamento superficial robô articulado. Emisposteriores, além de sores de infravermelho permitir a integração integrados à garra direta de elementos realizam o aquecifuncionais nas automento e a termopeças, tais como filmes Processo combina a sobreinjeção de termoplásticos e a formação do filme retroiluminados e senaplicação de um filme de PU diretamente no molde, diretamente no molsores. A tecnologia será dispensando linhas posteriores de pintura. de. Na sequência, tema de uma apresen(PU) na segunda estação, um segundo filme contendo tação durante o XXVI Simpósio consolidando a peça multio emblema da marca é inseInternacional sobre Tecnologia de componente em um único rido, e ambos são sobreinPlásticos, que acontece em ciclo. A aplicação da camada jetados com polipropileno setembro, em Campinas, SP de PU sobre o substrato (PP). Após a rotação da placa (veja nota ao final desta seção). termoplástico gera uma sucentral do molde, a área do Engel - www.engelglobal.com perfície de alto brilho com painel frontal é recoberta com


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NOTÍCIAS

Imagem: Divulgação

3,5 polegadas, sensores de temperatura PT1000 de alta precisão e serpentinas de refrigeração com tubuGrupo Wittmann (Áustria), lação ampliada para maior com unidade brasileira em capacidade de troca térmica. Para a reciclagem na própria linha de produção (in-line) , a empresa destaca o moinho S-Max primus, acionado por motor de baixa Modelo de máquina que a Wittmann vai destacar rotação (27rpm na Fakuma vai moldar tampas de caneta de insulina. a 50 Hz) e cuVinhedo (SP), apresentará jo projeto reduz o nível de pela primeira vez a linha ruído, a geração de poeira e completa de equipamentos o consumo de energia, gePrimus durante a feira rando grãos homogêneos para Fakuma 2026, que será reprocessamento. realizada entre 12 e 16 de A empresa participará outubro em Friedrichshafen também do XXVI Simpósio (Alemanha). O portfólio Internacional sobre Tecnolabrangerá desde periféricos ogia de Plásticos, que aconpara movimentação e tratatece em setembro, em mento de resinas até sisteCampinas, SP (veja nota ao mas de automação e injetoras. final desta seção), com uma Entre os destaques técapresentação sobre a minicos está o termorregucroinjeção e os desafios da lador Tempro Primus 90, produção de peças extreque fará sua estreia no mamente pequenas. evento equipado com visor Wittmann – www.wittmann-group.com colorido TFT LCD de

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) lançou no mês de julho, em âmbito nacional, o novo ciclo da Plataforma Inovação para a Indústria, disponibilizando cerca de

R$ 190 milhões para o financiamento de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). O programa tem por objetivo reduzir os riscos financeiros do setor privado no desenvolvimento de novas tecnologias por meio do compartilhamento de custos e do uso de infraestruturas avançadas. Para os


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NOTÍCIAS e recursos da Indústria 4.0. Para o desenvolvimento de novos componentes ou sistemas de manufatura complexos, a linha “Alianças Industriais – MOVER” vai destinar R$ 21,2 milhões para apoiar consórcios formados por três ou mais indústrias, com aportes que variam entre R$ 1 milhão e R$ 8 milhões por projeto de P&D. Há também uma linha específica de R$ 7,7 milhões para consórcios integrados por startups e pequenas e médias empresas (PMEs). As indústrias interessadas em submeter propostas devem realizar a inscrição detalhando o escopo técnico do projeto. O apoio local para a estruturação das ideias, avaliação e contratação é realizado Imagem: Gabriel Pinheiro / CNI

profissionais e gestores do chão de fábrica, a iniciativa abre o acesso direto à rede de pesquisadores e laboratórios dos Institutos SENAI de Inovação e Tecnologia através da categoria “Habitats de Inovação”, além de definir roteiros tecnológicos nas modalidades “Agenda.Tech” e “Projeto Semente”. Um dos destaques do ciclo atual é a abertura de editais exclusivos vinculados ao Programa Mobilidade Verde e Inovação (MOVER), política estratégica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Esta linha é direcionada à cadeia automotiva e de autopeças — segmento com forte demanda por

serviços de ferramentaria. O eixo “Hands-on – Produtividade” destinará R$ 14 milhões para consultorias em manufatura enxuta e digitalização. O edital prevê subsidiar integralmente o custo para pelo menos 116 empresas, estipulando uma meta mínima de 20% de incremento na eficiência fabril por meio da implementação de metodologias Lean


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por meio de interlocutores técnicos de inovação nos departamentos regionais do SENAI. As inscrições para os projetos subsidiados de produtividade digital (Hands-on) terão início em 28 de agosto, com a divulgação dos resultados prevista para até 2 de outubro deste ano. As informações podem ser acessadas aqui: senai.portaldaindustria.com.br/ parasua-empresa/programas/ mover

contece em 23 e 24 de setembro de 2026 o XXVI Simpósio Inter-

nacional sobre Tecnologia de Plásticos, encontro presencial que terá como sede a cidade de Campinas (SP). O evento será realizado no Vitória Hotel Concept Campinas pela Markeplan Feiras e Eventos (São Caetano do Sul, SP). As inscrições seguem abertas e o tema central do simpósio será “Tecnologia a favor da produtividade”, contando com a apresentação de especialistas das fabricantes de máquinas Arburg, Engel, Wittmann, Matsui, Krauss Maffei e Hasco. Já estão confirmadas palestras sobre precisão tecnológica na fabricação de embalagens, a substituição de metais por plásticos de alto desempenho; microinjeção; digitalização inteligente; integração de processos e acabamento de

superfícies e software que ajusta parâmetros da injetora em tempo real para reduzir refugos e manufatura aditiva (impressão 3D). www.simposioplastico.com Veja mais notícias no nosso portal pelo QR Code:


GUIA I

16 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

Sistemas de câmara quente

marketing@autonics.com.br

(41) 3085-4649

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(11) 95308-4554 n

delkron@terra.com.br

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mathias.back@masterflow.se

(11) 98353-4343 n

luiz.carvalho@oerlikon.com

Polimold

(11) 4358-7300

vendas@polimold.com.br

Sipa

(11) 4772-8300

sipa.sulamerica@zoppas.com

Synchroplast

(11) 98518-0071 n

synchroplast@synchroplast.com.br

Tecnoserv

(11) 96432-5913 n

bianca.alves@tecnoserv-moldes.com.br

Uminum

(54) 99233-8214 n

Xintech Yudo

Sipa/Itália

comercial@uminum.com.br info@xintech-hotrunner.com

(47) 99261-6466 n

Suécia

charles@yudosa.com.br

Alemanha

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Diâmetro (mm)

Comprimento (mm)

10 a 50

40 a 500

14 a 75

50 a 980

8 a 42

40 a 400

2,8 a 16

20 a 400

12,5 a 54

13 a 300

3 a 25

60 a 600

18 a 50

40 a 500

5 a 18

34 a 700

15 a 45

40 a 600

12,4 a 75

45 a 1.000

13 a 61

35 a 800

10 a 32

30 a 600

14 a 46

45 a 300

12 a 58

40 a 500

8 a 25

37 a 400

16 a 68

65 a 1.200

Nota: (*) A empresa procura por representante no Brasil. Obs.: Os dados constantes deste guia foram fornecidos pelas próprias empresas que dele participam, de um total de 69 empresas pesquisadas. Fonte: Revista Plástico Industrial, agosto/setembro de 2026. Este e muitos outros Guias de PI estão disponíveis on-line, para consulta. Acesse www.arandanet.com.br/revista/pi e confira. Também é possível incluir a sua empresa na versão on-line de todos estes guias.

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Controladores de temperatura para os sistemas de câmara quente

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Blocos distribuidores (manifolds)

De canais quentes especiais para PET

Delkron

(11) 95777-9385 n

Fabricante/País

Para injeção valvulada

Compomoldes

E-mail

Montados (hot half plates)

Autonics

Telefone

Completos de câmara quente

Empresa

Moldes múltiplos (stack mold )

Bicos quentes

Sistemas

Coinjeção/injeção bicomponente

A empresa fornece

A empresa é

Sistemas especiais para

Este guia apresenta fornecedores de sistemas de câmara quente disponíveis no mercado para moldagem por injeção. Compostos por blocos distribuidores balanceados, buchas e ponteiras aquecidas por resistências elétricas, esses sistemas mantêm a resina na temperatura ideal de fusão até a cavidade do molde. Seu uso elimina a formação de galhos de injeção, reduz tensões residuais no material e aumenta a produtividade das injetoras.

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INDÚSTRIA 4.0

18 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

A Diretiva NIS-2 (NIS, Network and Information Security ou “Segurança da rede e informação”) da União Europeia se aplicará a empresas do setor de processamento de plásticos que forem classificadas como infraestrutura crítica, com um papel significativo nas cadeias de abastecimento ou em processos altamente digitalizados, cuja disrupção teria consequências graves. Conhecer os desafios europeus em termos de segurança de dados pode ajudar empresas locais em suas rotinas semelhantes.

T. Neumann, K. Springer e M. Riegler

Projetos legislativos e exigências dos clientes demandam soluções para maior segurança nos processos conectados de moldagem por injeção (© Engel).

O

s requisitos da diretiva NIS-2 (NIS, Network and Information Security ou, em tradução para português, “Segurança da rede e informação”, ver box na página 25) exigem medidas de segurança abrangentes para os sistemas de tecnologia da informação (TI) e de Tobias Neumann é assessor de imprensa da Engel Áustria GmbH, em Schwertberg (Áustria). Klemens Springer é gestor da Área de Controle e Portal na Engel. Michael Riegler é engenheiro de Segurança da Informação - Internet das Coisas - na Engel. Este artigo foi publicado originalmente na edição de dezembro de 2024 da revista alemã Kunststoffe. Copyright by Carl Hanser Verlag. Direitos para o português adquiridos por Plástico Industrial. Tradução e adaptação de Antonio Augusto Gorni.

tecnologia operacional (TO) das empresas. Além do uso de tecnologias de segurança avançadas, seu foco está na gestão abrangente da segurança. Isso inclui não apenas medidas técnicas, mas também precauções organizacionais como treinamento regular de funcionários em questões de segurança e a implementação de monitoramento contínuo para detecção precoce de ameaças. Nesse contexto, a Engel, fornecedora de sistemas de moldagem por injeção, oferece soluções de segurança especializadas que permitem aos clientes atender com eficiência aos requisitos da diretiva NIS-2 e

garantir a segurança a longo prazo de seus processos de produção. Enquanto o sistema de tecnologia da informação (TI) lida com o processamento e gerenciamento de dados, o sistema de tecnologia operacional (TO) se refere principalmente a dispositivos físicos e hardware que controlam os processos industriais. Com a crescente digitalização e interconexão de sistemas e máquinas de TI, a indústria de transformação de plásticos enfrenta novos desafios de cibersegurança. O uso de máquinas complexas e interligadas em rede cria potenciais superfícies de ataque e aumenta o risco de ataques


19 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

Fig. 1 – A Engel estabeleceu um sistema abrangente que permite a criação de redes seguras para empresas que executam moldagem por injeção (© Engel).

digitais. Isso leva à necessidade urgente de implementação de medidas de proteção específicas para sistemas de TI e TO, a fim de garantir a segurança e a estabilidade a longo prazo dos processos de produção. Apesar dos riscos envolvidos, a digitalização traz ganhos significativos. As máquinas conectadas em rede permitem o processamento de dados em tempo real, o que não só otimiza os processos de produção, mas também reduz significativamente o tempo ocioso pela manutenção remota. Ao aumentar a produtividade e permitir respostas rápidas a problemas técnicos, o investimento em tecnologias digitais eleva a competitividade das empresas. Portanto, a integração de soluções digitais está se tornando um fator crucial de sucesso para o futuro do processamento de plásticos.

Elevados requisitos técnicos e riscos A crescente interconexão de máquinas e a digitalização dos processos de produção exigem medidas especiais de cibersegurança. Nas injetoras conectadas digitalmente há o risco de que invasores explorem vulnerabilidades na rede para obter acesso

aos sistemas de controle. Sem medidas de proteção adequadas, configurações importantes podem ser manipuladas, o que pode levar à produção de peças defeituosas. Outro risco reside nos dados confidenciais de produção, que contêm informações valiosas sobre os métodos de fabricação. Ataques direcionados à cadeia de suprimentos também podem paralisar toda a produção, o que não apenas compromete os prazos de entrega, mas também pode levar a prejuízos financeiros e à perda da confiança do cliente.

Soluções de segurança contra acesso não autorizado Para atender à crescente demanda de cibersegurança na transformação de plásticos e garantir a segurança das aplicações, a Engel estabeleceu um sistema abrangente especificamente adaptado a ambientes de produção conectados em rede (figura 1). Isso inclui testes de penetração internos contínuos – o termo se refere a testes de segurança abrangentes para computadores, redes e aplicativos de qualquer porte –, bem como o uso de ferramentas de última geração para análise de código já durante o desenvolvimento.

Um componente fundamental da estratégia de cibersegurança é o dispositivo de borda (Edge Device, figura 2), que a Engel oferece como solução padrão desde 2019 e com o qual milhares de máquinas em todo o mundo já foram conectadas em rede. Este dispositivo foi desenvolvido segundo o princípio de “segurança por projeto”. É fornecida uma interface segura entre o controle da máquina e a rede digital do cliente, usando tecnologias como o chip TPM 2.0 (Trusted Platform Module ou “Módulo de plataforma confiável”) para criptografar todos os dados transmitidos entre a máquina e a rede. Isso garante o impedimento de acessos não autorizados aos sistemas de controle. Essa tecnologia ajuda os clientes a protegerem seus sistemas de produção contra ataques cibernéticos de forma confiável e a implementarem os padrões de segurança atuais. Um recurso de segurança fundamental do dispositivo de borda é o uso de ambientes isolados por contêineres “Docker”, nos quais os aplicativos são executados no próprio dispositivo. A arquitetura de contêineres com unidades individuais e encapsuladas garante que, em caso de comprometimento de um aplicativo, o sistema operacional e outros aplicativos permaneçam protegidos. Essa medida de proteção é crucial para manter o controle da máquina estável em caso de ataque e para maximizar a confiabilidade.

Processo de autenticação em múltiplas etapas A Engel utiliza um processo de autenticação em múltiplas etapas para integrar o dispositivo de borda à rede de produção. A combinação de certificados de hardware e tokens (objeto digital que representa uma autorização, identidade,


INDÚSTRIA 4.0

22 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

credencial ou valor) exclusivos Garantia da segurança do sistema de controle garante que apenas dispositivos das máquinas autorizados se comuniquem na rede. Esse mecanismo de proO programa para controle teção em vários estágios impede de máquina CC300 é baseado o acesso não autorizado e garannum sistema operacional Linux te a segurança dos controles das reforçado, mais resistente a máquinas dos clientes no mais ataques cibernéticos. Um comalto nível. Fig. 2 – Computação de borda e análise usando o ponente fundamental da arPara garantir que novos vetodispositivo de borda da Engel. Um dispositivo de quitetura de segurança é a res de ataque e vulnerabilidades borda é um componente de rede que fornece restrição direcionada dos sejam identificados e mitigados informações locais para uma rede externa (© Engel). direitos do usuário para gaprecocemente, a Engel criou o Verband Deutscher Maschinenrantir que nenhum acesso ao Departamento de Segurança deund Anlagenbau, VDMA). sistema seja possível em caso de dicado, que conta com uma equipe Por meio dessa troca contínua de comprometimento do serviço. O especializada na identificação e informações e da estreita colaacesso ao controlador é feito pela análise de ameaças e no desenvolboração com grupos de especiaautenticação de usuário (figura 3), vimento de soluções de segurança listas, a Engel se mantém sempre com suas permissões sendo gerenpersonalizadas. A Engel colabora atualizada sobre os mais recentes ciadas por um administrador. estreitamente com instituições requisitos de segurança e pode Além disso, os sistemas são relevantes, como a Agência Federal reagir rapidamente a novas ameaças. entregues com as atualizações de Alemã para Segurança da InforAlém disso, a empresa encomenda segurança mais recentes para mação (Bundesamt für Sicherheit regularmente auditorias de seguproteção contra vulnerabilidades in der Informationstechnik, BSI), rança externas a consultores indeconhecidas. Serviços desnecesa Equipe Austríaca de Resposta pendentes e a instituições ciensários são desativados, enquanto a Emergências Cibernéticas tíficas de renome. Os resultados e o acesso à rede é rigorosamente (Computer Emergency Response as recomendações dessas auditorias controlado para minimizar vetores Team, CERT) e o Grupo de Trasão incorporados diretamente ao de ataque desnecessários. Móbalho de Segurança Cibernética da desenvolvimento futuro dos produlos de segurança adicionais Associação Alemã dos Fabricantes dutos, otimizando continuamente oferecem controle granular sobre de Máquinas e Equipamentos os padrões de segurança. quais processos podem acessar (Arbeitsgruppe Cyber Security des


23 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

quais recursos, eliminando assim possíveis brechas de segurança. Um firewall integrado protege os controles de máquina da Engel contra acessos não autorizados à rede.

Melhores práticas para segurança de TI em operações de moldagem por injeção No setor industrial, a disponibilidade da planta é fundamental, visto que muitas empresas buscam operação ininterrupta 24 horas por dia, 365 dias por ano. Um conceito de segurança robusto é essencial para alcançar esse objetivo. Uma abordagem em múltiplas camadas (Defesa em profundidade) garante que uma única vulnerabilidade não comprometa todo o sistema. Isso exige o uso de produtos seguros e uma estrutura de rede bem planejada para minimizar riscos e reduzir a superfície de ataque. Além das soluções de segurança desenvolvidas pela Engel, as empresas devem adotar medidas adicionais para aprimorar sua segurança de TI. Uma recomendação fundamental é a segmentação da rede. A separação das redes de produção e de escritório impede que ataques à rede de escritório afetem as instalações de produção. Essa separação aumenta a segurança dos controles das máquinas. Outro componente essencial da estratégia de segurança de TI é a atualização regular dos controles das máquinas. As redes devem ser atualizadas continuamente com as correções ( patches ) mais recentes para eliminar possíveis vulnerabilidades. A Engel oferece atualizações automatizadas para o dispositivo de borda, garantindo que os mais recentes padrões de segurança sejam sempre mantidos sem afetar o funcionamento da máquina em produção. Uma etapa


INDÚSTRIA 4.0 igualmente importante é a implementação de procedimentos de autenticação robustos. Para garantir que apenas pessoas autorizadas tenham acesso a áreas sensíveis, recomenda-se o uso da autenticação de dois fatores. Neste caso, além da senha, um código de segurança adicional é solicitado para garantir maior segurança de acesso. Além disso, as empresas devem realizar treinamentos regulares de cibersegurança para seus colaboradores. O treinamento em tópicos como golpes de phishing (fraude por falsificação de identidade), escolha de senhas seguras e manuseio responsável de dados sensíveis contribui significativamente para a segurança na produção e ajuda a identificar e evitar riscos potenciais desde o início.

Perspectivas para a cibersegurança na transformação de plásticos A Engel implementa consistentemente as diretivas de cibersegurança da União Europeia, guiada pelas recomendações da

24 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

Fig. 3 – O login nos controles da máquina CC300 e CC300 plus ocorre em um nível de usuário controlável por meio de sua autenticação (© Engel).

VDMA, do CERT austríaco e de outras instituições reconhecidas. Um dos principais focos é a conformidade com as normas IEC 62443 (International Electrotechnical Commission ou “Comissão Eletrotécnica Internacional”), que são especificamente concebidas para especificar os requisitos de segurança de máquinas e equipamentos. A empresa reforça a cibersegurança em toda a cadeia de suprimentos,

aderindo às recomendações da VDMA sobre segurança nesse segmento; isso deverá reduzir os riscos cibernéticos em ambientes de produção em rede no futuro. Com a adoção da Lei de Resiliência Cibernética (Cyber Resilience Act, CRA) em 10 de outubro de 2024, que deverá ser totalmente implementada até o final de 2027 e é um pré-requisito para a marcação CE (Conformité Européenne ou “Conformidade


25 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

Diretiva 2022/2555, promulgada pelo Parlamento e Conselho Europeu, em 14 de dezembro de 2022, e relativa às medidas para um elevado nível comum de cibersegurança na União Europeia, abreviada como Diretiva NIS-2, visa, como o seu nome sugere, reforçar o nível de resiliência cibernética na União. Ela revoga a Diretiva de Segurança de Redes e Informação (NIS-Richtlinie Netzwerkund Informationssicherheit) de 2016,

Europeia”), a Engel está se preparando de forma abrangente para esses novos desafios. A companhia já atende a muitos dos requisitos futuros e garante a segurança de TI e TO ao longo de todo o ciclo de vida – desde a fase de projeto, passando pelo desenvolvimento e operação, até

anteriormente vigente, que já visava garantir um alto nível comum de segurança para redes e sistemas de informação na União Europeia, e da qual se origina a sigla NIS. A diretiva obriga os Estados-Membros a adotarem uma estratégia nacional de cibersegurança. Nem todos os países cumpriram o prazo para transpor a diretiva para sua legislação nacional (18 de outubro de 2024). Na Alemanha, por exemplo, até agora a

a manutenção. Essas medidas também ajudam as empresas de moldagem por injeção a atender aos requisitos da diretiva NIS-2.

Conclusão A cibersegurança continua sendo uma questão crucial à

lei foi adotada apenas como um projeto de lei do governo, mas ainda não foi aprovada pelo Parlamento Federal Alemão. A Agência Federal Alemã para Segurança da Informação (BSI) disponibilizou informações detalhadas online sobre a base legal da diretiva e uma “Verificação de risco cibernético”, bem como dicas para empresas de pequeno e médio porte sobre o tema. Acesso pelo endereço eletrônico www.bsi.bund.de/nis-2.

medida que a digitalização avança. A Engel investe continuamente no desenvolvimento de suas soluções de segurança e em pesquisa em novas tecnologias para atender às crescentes demandas de ambientes de produção em rede e garantir a proteção ideal para seus clientes.


GUIA II

26 – PLÁSTICO INDUSTRIAL –AGO.-SET. 2026

Empresas de injeção avançam na transição energética, digitalização e sustentabilidade O levantamento anual das empresas transformadoras pelo processo de injeção revelou a adesão ao uso de energia de fonte renovável, o aumento do monitoramento digital do consumo específico por máquina e a adoção consistente de recursos de tecnologia digital no ambiente produtivo.

A

nova sondagem realizada pela revista Plástico Industrial junto aos transformadores de termoplásticos por injeção revelou que o setor caminha para a consolidação da adoção de tecnologias digitais e mantém forte compromisso com a eficiência energética em suas plantas fabris. No âmbito da automação e robótica, 45,71% das empresas entrevistadas afirmaram utilizar robôs manipuladores ou braços cartesianos e de 6 eixos no chão de fábrica — seja em células específicas (25,71%) ou integrados às injetoras (20%). Além disso, a adoção de robôs colaborativos ( cobots ) começa a ganhar espaço no setor, estando presente em 8,57% dos parques fabris pesquisados. Em relação aos recursos alinhados ao conceito de Indústria 4.0, a manufatura aditiva (impressão 3D) lidera as tecnologias em uso, presente em 51,43% das companhias. Destacam-se também a adoção de sistemas de execução da manufatura (MES) integrados ao planejamento de recursos produtivos (ERP) (45,71%) e sistemas de monitoramento de processo e manutenção preditiva (45,71%). Computação em nuvem

(31,43%), softwares de simulação de injeção/gêmeos digitais (28,57%) e sensores para Internet das Coisas (14,29%) também mantêm presença consistente. Já as ferramentas mais avançadas, tais como cibersegurança industrial (8,57%), visão computacional para qualidade (8,57%) e inteligência artificial/aprendizagem de máquina (5,71%), continuam sendo implementadas em menor escala.

Sustentabilidade A agenda de sustentabilidade e eficiência energética também ganhou protagonismo no levan´ tamento de 2026. A utilização de fontes de energia renovável (solar e eólica) já é uma realidade para 51,43% das empresas, enquanto 31,43% mantêm o monitoramento digital do consumo específico de energia por máquina (kWh/kg processado). Programas formais de logística reversa e economia circular em parceria com clientes são adotados por 25,71% dos transformadores, e 14,29% contam com certificações ambientais ou selos de rastreabilidade de conteúdo reciclado. No tocante à capacidade produtiva, a maior parcela das empresas

opera com ociosidade entre 10% e 30% (48,57%), enquanto 37,14% registram taxa de ociosidade entre 31% e 50%, e 14,29% operam com nível de ociosidade inferior a 10%. Entre os mercados atendidos, este ano a agroindústria figura como o principal destino das peças injetadas, com 65,71% das empresas respondentes dedicando parte da sua produção ao este setor. Seguem-se por ordem de citações os setores automotivo e de autopeças (54,29%), eletroeletrônicos/ eletrodomésticos (48,57%), construção civil (48,57%), utilidades domésticas e móveis (45,71%) e o ramo médico-hospitalar/farmacêutico (40%). Fecham a lista os segmentos de embalagens rígidas (37,14%), brinquedos e brindes (22,86%) e produtos de uso único (14,29%). Quanto à atuação no mercado externo, 34,29% das empresas transformadoras afirmaram realizar exportações — com volumes que variam de 1% a 20% da produção total. A pesquisa apontou ainda um elevado potencial de expansão internacional, já que 60% das empresas atualmente não exportam, mas demonstram claro interesse em integrar programas de apoio ao comércio exterior.


27 – PLÁSTICO INDUSTRIAL –AGO.-SET. 2026


GUIA II

28 – PLÁSTICO INDUSTRIAL –AGO.-SET. 2026

PA com cargas, PC, TPU, etc

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15

PA 6,6/FV, ABS, PC/ABS, ASA,

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Materiais que injeta

Injetoras totalmente elétricas (all-electric), acima de 1.200 t PEAD PEBD PP PS/EPS PVC PET Plásticos de engenharia/alta performance Compostos com carga vegetal ou de madeira (WPC) Nanocompostos ou compostos contendo grafeno Plásticos reciclados de origem pós-consumo (PCR) Plásticos reciclados de origem pós-industrial (PIR) Outros

Injetoras totalmente elétricas (all-electric), até 200 t

Injetoras totalmente elétricas (all-electric), de 201 a 800 t

Injetoras hidráulicas e híbridas, acima de 1.200 t

1

Injetoras hidráulicas e híbridas, de 800 a 1.200 t

8

Plásticos de engenharia

Qual o consumo médio atual de resina plástica da empresa (t/mês)?

(16) 99961-8766 n

Recursos e tecnologia de processo disponíveis na empresa

Faz desenvolvimento do produto Total de estações CAD Possui CAE (Simulação de fluxo) Total de estações CAE Sim A empresa possui ferramentaria Não.Terceiriza integralmente Possui apenas para manutenção interna própria para fabricação dos moldes Injeção auxiliada por gás ou água Co-injeção / injeção multicomponentes Decoração ou rotulagem no molde (In-Mold Labeling IML / In-Mold Decoration – IMD) Injeção com insertos (metálicos ou outros materiais) Moldagem por compressão mecânica ou expansão direta (microcelular / MuCell) Linhas automatizadas de montagem/acabamento pós-injeção

FAM Plásticos

Injetoras hidráulicas e híbridas, até 200 t

Empresa, telefone e e-mail

Injetoras hidráulicas e híbridas, de 201 a 800 t

Tipo e quantidade de máquinas que a empresa possui

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famplasticos@famplasticos.com Fatplas Automotive

(11) 960683434 n

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cida@fastplas.com.br Ferreira Moldes

PPS, PP/EPDM, PP-CM (24) 98829-7511 n

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POM, PC, PBT, POM, PPA

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POM, PA, PBT, PC

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PC, ABS, PA, PE, PA 6, PA 6 C/ FV • 2

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4.

contato@ferreiramold.com.br Fostag Plástico

(54) 99981 5532 n

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(11) 4021-1031 n

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(11) 996557450 n

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(11) 98590-7838 n

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(54) 99166-8708 n

7

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fostag@fostag.com.br Gfertec contato @gfertec.com.br Grupo Sarlo

ABS, PC, PA, PEEK, PAEK, KYNAR

ari.vendas@sarlobetter.com.br Home Plast

(11) 98292-5006 n

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PA

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3

PA, PC, PA, ABS

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1

ABS, PBT, PC, PA6, PA66,

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206

PA, PC

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home@homeplast.com.br Injef injef@outlook.com Injemax Plásticos

13

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administracao@injemax.com.br Injestamp

(43) 99112-1869 n

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POM, SAN 3

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PA, POM, ABS

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PA, PC, POM, ABS

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contato@injestamp.ind.br Jlm Injetados

(18) 99791-3929 n

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jlminjetados@gmail.com Karraro

(41) 3371-8000 n

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(55) 99687-8474 n

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(19) 99922-4453 n

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atendimento@karraro.com.br Lange Termoplasticos

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POM

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vendas@lange.ind.br Linoplast

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5

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• 500

contato@linoplast.com.br Mecatron Ferramentaria (11) 98688-3638 n

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ABS, PA66, POM, PC, SAN

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POM, ABS, ABS/PC, PC

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comercial@mecatronferramentaria.com.br Peel Projetos

(51) 98469-8546 n

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contato@peel.com.br Piave

(11) 97611-6005 n

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ABS, PC, SAN

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vendas@metalurgica piave.com.br Plascin

(48) 99935-9824 n

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(17) 99709-5437 n

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PA 6 e 6.6, POM

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TPE, PMMA, POM, ABS/PC, PC,

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vendas@plascin.com.br Plásticos

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plasticosmirassol@terra.com.br Plasticoville

(47) 99197-9507 n

1

juarez.alves@plasticoville.com.br Plastipasso

(54) 98135-8718 n

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ASA, Noryl, PBT, PA, etc 2

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ABS, PA, VERTOS, POM

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comercial01@plastipasso.com.br Plastitres

(51) 98409-4196 n

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comercial@plastitres.com.br

ABS, EVA, PBT, PC, PMMA, PA,

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PA com fibra, POM, ABS+PC, PAEK, PEEK, PPS, PPSU, PSU, PPA, SAN, TPU, TPE, TPV

Primo Industrial

(11) 98391-2251 n

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vendas1@primoindustrial.com.br Sabinia contato@sabinia.com.br

(11) 99931-8434 n

PA, PBT, ABS, ABS/PC, PC, PU, PMMA, PC, PU, PMMA

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PA, PBT, POM,


29 – PLÁSTICO INDUSTRIAL –AGO.-SET. 2026


INTERPLAST

30 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

O evento que acontece em Joinville no mês de agosto vai combinar a exposição de equipamentos e serviços para a indústria de plásticos com a realização de diferentes encontros para debater temas de interesse do setor.

A

Insumos

Equipamentos

No setor de matéria-prima e aditivos terão destaque empresas que apresentarão produtos voltados para a melhoria de desempenho, coloração, au-

Na área de equipamentos, fabricantes nacionais e internacionais mostrarão na feira a evolução tecnológica de máquinas, sistemas de automação e recursos inte-

este ano vai reunir empresas de diversos segmentos ligados à transformação de plásticos. Além da exposição de máquinas, periféricos, sistemas de automação e serviços, acontecerão eventos paralelos dedicados à capacitação profissional, assim como a discussão de aspectos de mercado para os produtos plásticos.

mento da eficiência operacional, promoção da sustentabilidade e desenvolvimento de produtos com maior valor agregado. Dentre elas estão Cromex, Pìovan (Dewpure), a turca Anadolu Mikronize, Eixo Snetor, Bevi Plastic, Concept Masterbatches, Vimaplas e Chem-Trend.

ligentes que promovem a produtividade da indústria de transformação de plásticos. Repetibilidade, precisão dos processos, eficiência energética e conectividade estão entre os atributos dos itens que serão expostos por empresas como Arburg, Engel, MTF Termoformadoras , Eurostec,

Imagens: Messe Brasil

cidade de Joinville (SC) vai sediar entre os dias 25 e 28 de agosto a 13ª edição da Interplast Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico, promovida pela Messe Brasil. O evento amplia a sua abrangência a cada nova edição e


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de 25 a 28 de Agosto Estande A18 - JOINVILLE - SC

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INTERPLAST Sepro, Chen Hsong, Haitian, Plasonic, Econ, Immac, C. Piccolo, BBA Comex, Moretto, Piovan, Roscan, Avante, Soma Solution/ SomaFlux, Wefem, Wittmann, Plastic Systems, Allbag e BY Engenharia.

Controle térmico As tecnologias de aquecimento, resfriamento e controle térmico também são um importante aspecto para a competitividade da indústria de transformação de plásticos e por isso são objeto de muitos dos desenvolvimentos feitos por empresas dedicadas a promover a precisão térmica, a estabilidade operacional, a eficiência energética e a continuidade produtiva para os transformadores. Dentre elas estão Eletrothermo, Qualiterme, Megacal e Evacon e Rotoplast, que mostrarão seus destaques na feira.

Ferramental e componentes de precisão

Considerados “coração da transformação”, os moldes e matrizes estarão igualmente representados

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na Interplast, com a participação de companhias que desenvolvem ferramental e também componentes de precisão para o conjunto cilindro/rosca dos equipamentos de transformação. Polimold, Zhoushan Nanhaiya Plastic Machinery, Intemaq, Previsão Presilhas, SK Usinagem e a ferramentaria Moisés Melo são algumas delas.

Sustentabilidade

A economia circular e a sustentabilidade são assuntos muito debatidos atualmente no âmbito da indústria de plásticos, e estarão presentes no evento de diferentes maneiras. Seja em estandes de fabricantes de equipamentos de reciclagem, entre fornecedores de resinas sustentáveis oriundas da reciclagem ou mesmo em sistemas auxiliares que tornam os processos mais limpos e econômicos, promovendo a inovação acompanhada de responsabilidade ambiental. Algumas empresas que têm foco nesta questão e estarão no evento são Alcaplas, Plastiweber, EcoRenova, Drag’Eau e fabricantes de equipamentos para reciclagem como Wortex, Primotécnica e Mecanofar.

A lista completa e detalhada de expositores pode ser conferida em https://interplast.com.br/lista-deexpositores/

Eventos simultâneos movimentam a feira Paralelamente à exposição de equipamentos, ocorrerão durante a Interplast eventos que promovem a difusão de conhecimento técnico e de mercado, com a discussão de temas relevantes para o dia a dia da produção e também para a compreensão dos atuais desafios que a indústria enfrenta. O seminário de Metrologia da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), com novidades em instrumentação e controle da qualidade, por exemplo, vai reunir empresas como Wika, Digitrol, Starret e Ashcroft para discussões sobre como a medição precisa de diferentes parâmetros pode fazer a diferença na obtenção de processos mais eficientes. Já o 6º Congresso Brasileiro do Plástico (6ºCBP), promovido pelo


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Instituto SustenPlást (Sinplast RS), vai reforçar sua proposta de ser um espaço qualificado para debate e disseminação de conhecimento sobre os principais desafios e oportunidades da cadeia produtiva do plástico no Brasil. Este ano contará com a participação do presidente do Think Plastic Brazil, Carlos Moreira; de Paulo Teixeira, representante da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast); Cristiano Pospiththl, que abordará o uso de plataformas de inteligência artificial aplicadas à indústria do plástico, e Derval Rosa, que apresentará resultados de um estudo desenvolvido em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal do ABC (UFABC), que investiga os BPA”s em plásticos.

Data: 25 a 28 de agosto de 2026 Horário: 13h às 20h Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC www.interplast.com.br

A Interplast também vai abrigar ainda o Fórum da Associação Brasileira da Indústria do PET (ABIPET). Com o tema “ PET: Competitividade e Circularidade em uma Única Embalagem”, ele reunirá especialistas, executivos e representantes de empresas para discutir os avanços da economia circular e as perspectivas para o

setor. O encerramento ficará a cargo do presidente executivo da ABIPET, Auri Marçon. O Programa Tampinha Legal, que comemora 10 anos de atividade, também estará presente em uma atividade que integra a programação do 6º Congresso Brasileiro do Plástico. Na ocasião, será realizada a formação d e E m b a i x a d o r e s Ta m p i n h a Legal, reunindo profissionais e r e p r es e n t a n t e s q u e a t u a r ã o como multiplicadores em diversos estados brasileiros. O propósito é ampliar o alcance do programa, fortalecer ações de educação socioambiental e incentivar a mobilização de comunidades, empresas e instituições a favor da economia circular e da destinação adequada das tampinhas plásticas.


GUIA III

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Resfriadores de líquidos (chillers) São compilados neste guia os dados técnicos dos principais fornecedores de sistemas de arrefecimento usados na transformação de plásticos. Esses equipamentos são vitais para o controle térmico em moldes de injeção e matrizes de extrusão, garantindo a troca térmica ideal no ciclo de resfriamento.

3Tech

(11) 98436-4321 n

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• • • • • • • • • • • • • • •

A ar 6,9 a 30

13.500 a 120.000

3 a 100

6.000 a 1.200.000

0,5 a 200

9.000 a 907.200

1 a 160

600 a 800.000

1 a 15

5 a 45

420 a 7.500

1.118 a 24.080

1,5 a 300

6.000 a 1.200.000

0,5 a 45

2.660 a 290.000

Tipo de gás refrigerante

• • 5 a 30 R 22 • • -5 a 35 • • -18 a 32 R410A • • -25 a 40 410A • • 5 a 30 R404a • • 5 a 40 R407C, R410A • • -5 a 25 R410a, R454b, R134a e R32 • • -10 a +35 R-290, R-410 A,

Tensão de alimentação (V)

Possui sistema de modulação da capacidade

Condensação

Capacidade de refrigeração (kcal/h)

A água

Capacidade de vazão (m3/h)

E-mail

Móvel

Telefone

Fixo

Empresa

Faixa de ajuste de temperatura (°C)

Resfriadores de líquidos (chillers) Tipo

220/380 220/380 220/380/440 220/380/440 220/380/440 200/480 220/380/440/460

• • • • • •

220/460

R-407 C, R-513 A Mantis Brasil

(11) 94307-0314 n

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Maqfrio

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Mecalor

(11) 2188-1700

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• • • •

7000 0,5 a 50

3.000 a 300.000

0,9 a 300

3.000 a 1.500.000

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220/380/440

•

5 a 25

r22, 410, 407

220/380

-35 a 25

R-410 A, R 454 B,

220/380/440/480/600

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220/380

•

R 1234 ZE, R 134 A, R 404 A Megacal

(11) 4419-4419

vendas@megacal.com.br

Piovan

(11) 3693-9500

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Qualiterme

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1 a 95

3.000 a 300.000

1,2 a 161

5.977 a 642.996

1 a 400

3.000 a 1.200.000

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7 a 25

R22

6 a 20

R-410A e R-407C

220/380/440, 400 (50Hz) •

0 a 10

R-407 C, R-410 A,

220/380/480

• • •

R-134 A, R-404 A SRE

(19) 99381-3618 n

vendas@sre.ind.br

3.000 a 600.000

(19) 99263-8373 n

lucas.maia@technotrans.com.br

• • • •

3,0 a 165

Technotrans

0,12 a 100

0,86 a 430.000

Via Equipamentos

(51) 99359-4652 n

contato@viaequipamentos.com.br

•

5 a 300

6 a 1.200.000

(11) 2656-1143

rafael@zionchiller.com.br

• • • •

5 a 25

R410, R32

20/380/440

-80 a 440

R 290, R 513a, R 134a,

24/600

R407c e Peltier

Zion Chiller

•

9.000 a 750.000

• • • •

-10 a 35

R410/R407

220/380/440

5 a 25

R407/R410a

220/380/440

Obs.: Os dados constantes deste guia foram fornecidos pelas próprias empresas que dele participam, de um total de 62 empresas pesquisadas. Fonte: Revista Plástico Industrial, agosto/setembro de 2026. Este e muitos outros Guias de PI estão disponíveis on-line, para consulta. Acesse www.arandanet.com.br/revista/pi e confira. Também é possível incluir a sua empresa na versão on-line de todos estes guias.

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REFORÇADOS

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A produção de materiais compósitos simulada com IA As simulações tornaram-se indispensáveis no desenvolvimento de produtos. Entretanto, os métodos utilizados são limitados: os efeitos físicos são simplificados ou ignorados, as variações locais são atenuadas pela homogeneização e a geração de dados de entrada por experimentos é dispendiosa. Por isso é necessário buscar a combinação inteligente de métodos numéricos convencionais e modernos, interligados com inteligência artificial.

D. May, M. Duhovic, S. Cassola, T. Schmidt, M. Hintermüller, D. Korolev, K. Steiner, D. Becker, C. Scheffler, G. Auernhammer, R. Reichenbächer, M. Nuske e D. K. Natarajan

H

á muito tempo as simulações computacionais se tornaram indispensáveis na resolução de problemas científicos. Independentemente da área – medicina, biologia, química, física, engenharia ou mesmo economia e ciências

David May (may@faserinstitut.de) é diretor do Instituto de Fibras de Bremen, na Universidade de Bremen (Alemanha). Miro Duhovic (miro.duhovic@leibnizivw.de) é chefe da Área de Competência em Simulação de Processos no Instituto Leibniz de Materiais Compósitos (IVW), na Alemanha. Stefano Cassola e Tim Schmidt são pesquisadores-assistentes do IVW. Michael Hintermüller é diretor do Instituto Weierstrass de Análise Aplicada e Estocástica, na Alemanha, e Denis Korolev é pesquisador-assistente do mesmo instituto. Konrad Steiner é chefe do Departamento de Simulação de Fluxo e Materiais do Instituto Fraunhofer para Matemática Técnica e Econômica (Alemanha), e Dominik Becker é pesquisador associado no mesmo instituto. Christina Scheffler é chefe do grupo de pesquisa em Engenharia de Fibras do Instituto Leibniz para Pesquisa de Polímeros, na Alemanha, onde Günter Auernhammer é chefe do Departamento de Interfaces de Polímeros e Rudi Reichenbächer é pesquisadorassistente. Marlon Nuske é pesquisador sênior no Centro Alemão de Pesquisa em Inteligência Artificial e Dinesh K. Natarajan é pesquisador associado na mesma instituição. Este artigo foi publicado originalmente na edição de outubro de 2024 da revista alemã Kunststoffe. Copyright by Carl Hanser Verlag. Direitos para o português adquiridos por Plástico Industrial. Tradução e adaptação de Antonio Augusto Gorni.

sociais – o progresso científico no passado baseava-se em considerações teóricas, tentativa e erro, pesquisa arriscada e, muitas vezes, sorte. Nas últimas décadas, porém, a aplicação de simulações numéricas aumentou drasticamente a eficiência da pesquisa. As simulações nos permitem não só imitar o mundo real, mas também interagir com ele, isolar influências ou variar parâmetros para melhorar a nossa compreensão do sistema. Dessa forma, podemos otimizar nossas ações ou produtos no mundo virtual antes de implementá-los ou criá-los no mundo real. No entanto, existe um grande desafio em todos os tipos de simulação baseados fisicamente: são sempre válidos apenas para intervalos limitados de escalas espaciais e temporais. Os métodos de simulação convencionais são incapazes de lidar com fenômenos físicos que operam em escalas espaciais de dez ordens de magnitude devido à capacidade computacional que se

faz necessária. Um bom exemplo dessa limitação são os plásticos reforçados com fibras, que são materiais leves ideais e que contribuem para alcançar as metas climáticas na fabricação de turbinas eólicas e aeronaves. O projeto robusto dos processos de fabricação, um pré-requisito essencial para uma implementação econômica, agora é viabilizado principalmente por simulações de processos baseadas em modelos de elementos finitos (MEF). Os “elementos finitos” são atribuídos a propriedades físicas que representam o comportamento de processamento, como condutividade térmica, evolução de deformação ou permeabilidade a fluxos de fluidos. Essas propriedades são inerentemente complexas porque diferentes materiais interagem em diferentes escalas. A permeabilidade é um bom exemplo: na produção de materiais compósitos reforçados com fibras, essas são impregnadas, ou seja, encharcadas,


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O trabalho experimental está migrando cada vez mais para o ambiente virtual, particularmente na área de desenvolvimento de materiais e processos. A combinação de métodos numéricos convencionais com métodos de aprendizado de máquina (CNN, rede neural convolucional artificial) oferece grande potencial nesse contexto (© IVW).

com polímero líquido ou mistura reativa. Numa estrutura de reforço típica como, por exemplo, um tecido, os canais de fluxo entre os feixes de fibras apresentam dimensões na faixa de milímetros, enquanto os canais entre as milhares de fibras individuais dentro dos feixes estão na faixa de micrômetros (figura 1).

Uso de IA para acelerar a concepção de processos na fabricação de materiais compósitos reforçados com fibras A permeabilidade não é determinada apenas pela geometria complexa, mas também por forças intermoleculares (forças capilares, comportamento de molhabilidade etc.). Isso significa que o fluxo durante a produção de materiais compósitos reforçados com fibras

é um fenômeno multi físico que abrange várias ordens de magnitude, assim como muitos outros processos como, por exemplo, o fluxo sanguíneo no corpo humano, a filtração de águas residuais ou a separação de vitaminas no processamento de alimentos. Simular esses processos representa um desafio extraordinário em termos de potência computacional. Independentemente da abordagem

específica de simulação, a adoção de alta resolução, por exemplo, o uso de um elemento com tamanho pequeno no modelamento por elementos finitos, é crucial para obter uma representação adequada das propriedades complexas dos materiais. Naturalmente, o uso de alta resolução aumenta significativamente a capacidade computacional necessária para criar e executar tais modelos, levando

Fig. 1 – Abordagem multiescala para simulação de processos de impregnação na fabricação de materiais compósitos reforçados com fibras. Os canais de fluxo entre feixes de fibras ou fibras individuais possuem tamanhos diferentes (© IVW).


REFORÇADOS

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Fig. 2 – Modelo para investigação do fluxo não saturado em escala dupla (à esquerda) e curva de pressão capilar de um modelo microscópico (à direita): a curva mostra a relação entre a pressão capilar e a saturação do meio poroso com um fluido (Fonte: ITWM; gráfico: © Hanser).

rapidamente os métodos atuais ao seu limite. A aplicação generalizada da simulação em multiescala, ou seja, a vinculação da simulação em diferentes níveis de escala, como ocorre nos materiais compósitos

reforçados com fibras, desde o nível da fibra até o do componente, ainda não é possível. Foi lançado o projeto “Uso de aprendizado de máquina para a inteligência de simulação no pro-

jeto de processos de materiais compósitos”, tendo sido criado um consórcio interdisciplinar, com o suporte financeiro da Associação Leibniz (Leibniz-Gemeinschaft), envolvendo três instituições


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Fig. 3 – Exemplos de modelos do conjunto de dados de treinamento de inteligência artificial denominado “FiberStructurePerm”, o qual se encontra disponível publicamente (FVG: fração em volume de fibras). Mais de 6.500 modelos diferentes gerados automaticamente abrangem uma ampla gama de microestruturas típicas em compósitos têxteis reforçados com fibras (© IVW).

Leibniz e dois outros institutos de pesquisa, (ver box na página 44). Pelo consórcio foi desenvolvida, de forma conjunta, uma variedade de novas abordagens para a simulação de materiais e processos.

Simulação ao invés de experimentos A geração de dados de entrada para simulações é extremamente complexa, pois deve ser testada a

resposta do material a todas as influências possíveis. Além disso, a validação estatística é obtida pela repetição de experimentos. Portanto, muitos esforços estão sendo desenvolvidos para expandir as cadeias de simulação e substituir os ensaios de materiais por simulações. Assim, até mesmo estudos paramétricos extensos podem ser processados automaticamente. Por exemplo, nos processos de impregnação líquida, as funções

de pressão capilar e as permeabilidades relativas são parâmetros relevantes que foram determinados principalmente de forma experimental. Um dos desafios da determinação de parâmetros baseada em simulação é a variação no tamanho dos poros entre as fibras, por um lado, e entre os feixes de fibras, por outro. Neste caso, para determinar os parâmetros de forma computacionalmente eficiente, a abordagem dos métodos de morfologia de poros foi transposta para geometrias com múltiplas escalas de comprimento. O método derivado desta forma não mais requer informações geométricas precisas das escalas de comprimento menores, ou seja, a nível da fibra, mas apenas seus parâmetros materiais. A principal vantagem aqui está no fato de que uma geometria com resolução mais grosseira pode ser usada, sem reduzir significativamente a precisão do método. Isso diminui significativamente o tempo de computação e os requisitos de espaço de armazenamento.


REFORÇADOS Este método pode ser usado para gerar uma série de distribuições estáticas de fluidos. Nesse caso, o termo “estático” significa que os fluidos se encontram distribuídos na geometria de modo que a pressão capilar em todas as interfaces entre eles seja igual. A função de pressão capilar pode ser determinada simplesmente calculandose o volume dos fluidos nas diversas distribuições estáticas (figura 2). As permeabilidades relativas podem ser determinadas calculando-se o fluxo em um dos fluidos, por exemplo, usando a equação de Stokes-Brinkman, e determinando a permeabilidade a partir da velocidade média e da queda de pressão usadas na simulação. Este método é descrito em detalhes na literatura (1).

Modelos substitutos baseados em dados para propriedades de materiais Uma vez que os experimentos são substituídos por simulações, a próxima etapa entra em jogo: complementá-las com modelos substitutos, ou seja, redes neurais treinadas com os dados da simulação. Como o termo “substitutos baseados em dados” sugere, isso requer uma grande quantidade de dados. Simultaneamente, a qualidade dos dados também deve ser alta, visto que uma rede neural treinada com dados defeituosos não pode fornecer bons resultados. Portanto, o foco inicial foi a geração de dados usando simulação numérica. Para a determinação numérica da permeabilidade é essencial a geração de elementos de volume estatisticamente representativos (Statistisch Repräsentatives Volu-

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menelement, SVE) que descrevam a microestrutura com todas as suas variações, igualmente com resolução e tamanho adequados. Durante o desenvolvimento do SVE, o tamanho e a resolução do modelo são variados para alcançar uma dispersão definida de resultados que seja semelhante à observada nos experimentos. O conflito de objetivos entre o tamanho do modelo (precisão) e o esforço computacional deve ser considerado para poder gerar um grande número de resultados de forma eficiente. Utilizando os SVEs desenvolvidos, mais de 6.500 modelos diferentes foram gerados automaticamente (figura 3) e simulados. Esse conjunto de dados, denominado “FiberStructurPerm” (2), abrange o espectro relevante de microestruturas típicas dos materiais compósitos reforçados com fibras têxteis aqui considerados.

Métodos baseados em parâmetros e em geometria O conjunto de dados é usado para treinamento, validação e teste dos modelos substitutos. Foram avaliadas duas abordagens diferentes: métodos baseados em parâmetros e métodos baseados em geometria (figura 4). Para os métodos baseados em parâmetros, três ou oito variáveis que descrevem o modelo e a topologia foram usados como parâmetros de entrada em uma rede neural totalmente conectada (Fully Connected Neural Network – FCNN ou “Rede Neural Totalmente Conectada”), que então prevê a permeabilidade. Os seguintes parâmetros de entrada também são usados na construção do modelo: fração volumétrica, diâmetro e orientação das fibras;


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Fig. 4 – Abordagens substitutas baseadas em dados: aqui é apresentado um emulador baseado em parâmetros (à esquerda) e um emulador baseado em geometria (à direita) (Fonte: IVW; gráfico: © Hanser).

bem como os parâmetros topológicos: fração volumétrica, área da superfície dos poros, integral de curvatura média, integral de curvatura total e característica de Euler. Os parâmetros topológicos são determinados a partir dos SVEs calculados. Usando essa abordagem, obteve-se um Erro Relativo Médio (ERM) de permeabilidade igual a 11,35%.

Na abordagem baseada em geometria, o modelo geométrico (SVE) é usado como entrada para uma rede neural convolucional (Convolutional Neural Network, CNN) tridimensional para prever a permeabilidade. Essa rede neural, ou codificador geométrico, primeiramente computa representações de ordem inferior do modelo, que então servem como entrada para a

predição de permeabilidade usando uma Rede Neural Totalmente Conectada. Portanto, a princípio, essa abordagem oferece dados de entrada mais precisos e abrangentes, alcançando precisão equivalente com um Erro Relativo Médio de 11,21%. Numa outra abordagem, usando esses dois tipos de rede neural, os modelos geométricos e os oito parâmetros foram


REFORÇADOS

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em geometria, ambos os métodos permitem a previsão da permeabilidade em frações de segundo. Uma vez que um modelo treinado esteja disponível, o esforço necessário para a determinação da permeabilidade microscópica pode ser reduzido em mais de 90%.

IA e simulação em perfeita sincronia. O solucionador híbrido. Fig. 5 – Estrutura para hibridizar redes neurais informadas pela física (PINN) e solucionadores numéricos convencionais para resolver simulações multiescala (© WIAS/IVW).

usados simultaneamente como entradas para prever a permeabilidade. Essa abordagem combinada levou a uma melhoria no Erro Relativo Médio para 8,33%. Além disso, essa abordagem oferece maior potencial de transferência para outras estruturas e de aprendizagem por transferência. Após um “investimento” de mais de mil horas na geração de dados de treinamento e no treinamento do modelo, com um tempo gasto de 49,31 segundos para o método baseado em parâmetros e 7,306 horas para o método baseado

Apesar de toda a euforia, o potencial dos modelos substitutos e de outros métodos de aprendizagem de máquina precisa ser avaliado de forma realista. Em escala microscópica, a complexidade geométrica e a amplitude de variação são comparativamente baixas. Em níveis de escala mais altos, como a têxtil, não se esperam resultados comparáveis num futuro próximo. Uma abordagem mais promissora parece ser a hibridização sinérgica de novas abordagens de inteligência artificial com métodos numéricos convencionais em estruturas integradas. Um exemplo é a abordagem de solução híbrida desenvolvida no Instituto Weierstrass para Análise Apli-


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Fig. 6 – Conceito para medição dinâmica-óptica contínua de fenômenos de molhamento em feixes de fibras envolvendo vários sistemas de matriz líquida sob condições controladas (© IPF).

cada e Estocástica (WeierstrassInstitut für angewandte Analysis und Stochastik, WIAS) (figura 5). A abordagem hibridiza redes neurais informadas pela física (Physical Informed Neural Networks, PINNs), altamente eficientes, com solucionadores numéricos convencionais robustos e confiáveis (3). A ideia básica por trás dessas redes neurais é aproximar a solução de equações diferenciais parciais usando redes neurais. Para a aplicação de fluxo de fluidos, as redes neurais informadas pela física (PINNs) podem ser usadas no nível da fibra e os solucionadores numéricos no nível do

tecido. A permeabilidade local prevista por essas redes neurais é atribuída aos elementos no nível têxtil. Os campos de pressão e velocidade calculados são então incorporados ao objetivo de otimização no nível da fibra, resultando em um acoplamento bidirecional. O resultado é então transferido para o nível do componente na forma de parâmetros de permeabilidade. Este processo de otimização híbrida requer repetidas resoluções das equações diferenciais parciais no nível têxtil, mas estas podem ser resolvidas numericamente com um esforço comparativamente menor,

visto que são necessárias malhas computacionais muito mais grosseiras do que num cálculo numérico completo comparável. Além disso, as geometrias em nível de fibra podem ser modeladas de forma muito mais simplificada, pois as redes neurais informadas pela física não exigem uma malha de cálculo. O método híbrido visa melhorar a qualidade da aproximação em comparação com a ampliação de escala clássica, homogeneizando todas as escalas. Isso é possível graças ao acoplamento bilateral, que permite influências mútuas constantes entre as escalas durante o processo de solução.


REFORÇADOS

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Parceiros de projeto Parceiros do projeto “ML4ProcessSimulation”, financiado pela Fundação Leibniz: Leibniz-Institut für Verbundwerkstoffe (IVW) (Instituto Leibniz para Materiais Compósitos), Kaiserslautern, Alemanha. www.ivw.uni-kl.de Weierstrass-Institut für angewandte Analysis und Stochastik (WIAS) (Instituto Weierstrass para Análise Aplicada e Estocástica), Berlin, Alemanha. www.wias-berlin.de Leibniz-Institut für Polymerforschung (ipf) (Instituto Leibniz para Pesquisa sobre Polímeros), Dresden, Alemanha. www.ipfdd.de Fraunhofer-Institut für Techno-und Wirtschaftsmathematik (ITWM) (Instituto Fraunhofer para Matemática Técnica e Econômica), Kaiserslautern, Alemanha. www.itwm.fraunhofer.de Deutsches Forschungszentrum für Künstliche Intelligenz (dfki) (Centro Alemão de Pesquisa em Inteligência Artificial), Kaiserslautern, Alemanha. www.dfki.de

A importância dos experimentos O aumento da eficiência permite que as simulações sejam realizadas mais rapidamente. Isso abre a possibilidade de simulações mais precisas, por exemplo, por meio de maior resolução. Entretanto, isso muitas vezes reflete apenas superficialmente uma maior precisão se não for acompanhado por uma representação mais acurada dos processos físicos. Muitos efeitos são negligenciados ou homogeneizados para alcançar tempos de computação aceitáveis. A integração de novos efeitos nos modelos levanta questões não apenas sobre sua implementação na simulação, mas também sobre a origem dos dados de entrada correspondentes. Em particular, no campo dos materiais compósitos reforçados com fibras, frequentemente não existem ensaios já estabelecidos. Também há necessidade de pesquisa nesta área. Um exemplo é a investigação dos fenômenos de molhabilidade em feixes de fibras. Embora as propriedades da superfície do material sejam frequentemente acessíveis –

por exemplo, por meio de microscopia de força atômica (AFM) e microscopia eletrônica de varredura (MEV) –, o acesso direto e a expertise são escassos quando se trata da molhabilidade dinâmica de um feixe de fibras. Nesse processo, tanto as propriedades do fio quanto as do meio umectante (por exemplo, um sistema de resina) influenciam diretamente a interação entre os dois materiais e, consequentemente, o ângulo de contato e a frente de fluxo interno da resina. Em particular, o ângulo de contato depende da velocidade com que a resina se move ao longo do feixe de fibras. Um experimento aparentemente simples apresenta muitos obstáculos, desde a configuração correta das câmeras para a captação óptica ideal do material, passando pelas condições de medição e pela preparação da resina, até a preparação para a fixação das fibras, durante a qual a própria amostra deve permanecer o mais inalterada possível. Como conceito, a configuração mostrada aqui (figura 6) oferece uma abordagem adequada para o molhamento dinâmico de fibras de carbono e de vidro. Naturalmente a validação experimental ainda é necessária, juntamente com a caracterização dos dados de entrada.

Pesquisa fundamental com foco na aplicação Está se formando um quadro mostrando um futuro rico em variedade, onde o melhor de todos os mundos se combina para aplicações específicas. Algumas abordagens já podem ser implementadas a curto prazo e permitem que o aumento da eficiência da simulação seja dissociado das já enormes taxas de crescimento dos recursos computacionais. Ao mesmo tempo, é evidente que ainda não é possível prever o verdadeiro potencial e que pesquisas fundamentais abrangentes ainda são necessárias. É importante ressaltar a grande relevância da pesquisa interdisciplinar. As abordagens de simulação mais poderosas só podem ser usadas de forma eficaz se os fluxos do processo forem totalmente compreendidos. Entretanto, se esse conhecimento específico do domínio for integrado, mesmo pequenas quantidades de dados, frequentemente citadas como o principal obstáculo para aplicações de aprendizado de máquina, não representarão barreiras intransponíveis.

Agradecimento O projeto “ML4ProcessSimulation – “Uso de aprendizado de máquina para a inteligência de simulação no projeto de processos de materiais compósitos” – é financiado pela Associação Leibniz, no âmbito da Leibniz Cooperative Excellence (número do financiamento: K377/2021).

Referências bibliográficas As referências bibliográficas podem ser encontradas online, no endereço www.kunststoffe.de/ onlinearchiv.


GUIA IV

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Medidores de espessura para frascos, peças e filmes plásticos Este guia reúne informações sobre fornecedores de sistemas de medição de espessura para geometrias tridimensionais, embalagens sopradas e filmes extrudados. Baseados em diferentes tecnologias, esses equipamentos realizam inspeções precisas e não destrutivas em tempo real ou em laboratório.

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info@format-messtechnik.de

Inoex

sales@inoex.de

MessenPro

(19) 3829-6000

vendas@messenpro.com.br

Mitutoyo

(11) 5643-0040

vendas_industria@mitutoyo.com.br

PA Control

(19) 3396-6680

vendas@pacontrol.com.br

(11) 98758-1900 n

bcollaco@prestmac.com.br

(11) 2249-8999

vendas@tecnomedicao.com.br

PrestMac Tecnomedição

Faixa de medição (mm)

2 a 150

0,00 a 2,60

Eletrônicos para filmes e chapas

Com relógio

Nível de Faixa de Nível de Frequência Faixa de Nível de Área de Diâmetro da precisão medição precisão +/- do transdutor medição precisão +/- contato esfera (mm) +/- (mm) (mm) (MHz) (mm) (mm) (mm) (mm2)

0,03

0,05

4

0,5 a 2.500

0,1

0,5 a 3.000

0,01 a 0,10

0,05 a 50

0,001

20

0,8 a 300

0,01

2/5/7

0,9 a 200

0,02

Profundidade Curso (mm) arco (mm)

• 40 a 2.500

50 (kHz)

5

Digital

Empresa e telefone

Por ultrassom (para medição de paredes de peças)

Analógico

De esfera (para peças sopradas)

0,0001 a 50

0,0002

0,05 a 10,0

0,00508

0,00 a 1,00

0,002

1

0,5

Obs.: Os dados constantes deste guia foram fornecidos pelas próprias empresas que dele participam, de um total de 43 empresas pesquisadas. Fonte: Revista Plástico Industrial, agosto/setembro de 2026. Este e muitos outros Guias de PI estão disponíveis online, para consulta. Acesse www.arandanet.com.br/revista/pi e confira. Também é possível incluir a sua empresa na versão online de todos estes guias.

• • 0,001 a 20 • • 10 a 30

32 a 125


O Nordeste confirmou sua força na energia solar.

Dois dias que movimentaram o setor e geraram resultados. A Intersolar Brasil Nordeste 2026 encerrou sua sexta edição em Fortaleza reunindo mais de 5 mil participantes, empresas, especialistas e lideranças do setor em dois dias de negócios, conteúdo técnico e conexões estratégicas. A edição consolidou o evento como uma das principais plataformas do setor de energias renováveis no país, com debates sobre energia solar, hidrogênio verde, armazenamento, data centers, segurança elétrica e os novos caminhos da economia digital no Nordeste. Com mais de 60 empresas expositoras em 7.500 m², a feira reforçou o protagonismo da região e abriu caminho para a próxima edição.

A Intersolar Brasil Nordeste 2026 foi um sucesso e a de 2027 já está marcada.

+5 MIL PARTICIPANTES

+60 EXPOSITORES

+7.500 m² DE FEIRA E NEGÓCIOS


CENTRO DE EVENTOS DO CEARÁ, FORTALEZA, BRASIL

2027

Apoiando os negócios de energia solar e hidrogênio verde no Nordeste Boosting Solar & Green Hydrogen Business in Brazil’s Northeast

Em 2027, essa energia volta a se encontrar em Fortaleza. . ADICIONAR AO CALENDÁRIO.

www.intersolar-brasil.com


GRAFENO

48 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

uso de nanomateriais de carbono como melhoradores do desempenho de produtos plásticos está avançando à medida que soluções técnicas superam antigos gargalos de formulação e processamento. Nesse cenário, a Nexus Consultoria, fundada em junho de 2025, estruturou sua operação para tornar viável tecnicamente o uso do grafeno por transformadores de resinas virgens e recicladas, com base na experiência acadêmica de sua fundadora, a dra. Aline Zanchet, engenheira química e de seu sócio, Túlio Fulginiti. A empresa desenvolveu o N3xusGraphSoy, uma dispersão de grafeno que tem o óleo vegetal de soja como carreador. A formulação possibilita a dosagem homogênea do aditivo diretamente em matrizes poliméricas como polietileno (PE), polipropileno (PP) e poliamida (PA), utilizando grafeno de origem 100% nacional, produzido em Minas Gerais e caracterizado pela elevada pureza.

Incorporação do N3xusGraphSoy dá origem a filmes e peças mais resistentes

Atualmente a Nexus está fornecendo as dispersões de grafeno para transformadores de plásticos e elastômeros em diferentes regiões brasileiras, para aplicação em segmentos como filmes para embalagens, pisos,

peças automotivas, carcaças diversas e também para aditivação do polietileno de ultra alto peso molecular (PEUAPM), normalmente fornecido na forma de semi acabados destinados à usinagem. “O grafeno, no passado, foi considerado um insumo caro, o que é um mito, tendo em vista a mínima quantidade necessária para melhorar as formulações”, comentou Aline em entrevista exclusiva à Plastico Industrial. Os ganhos operacionais e de engenharia observados nas aplicações industriais incluem a redução do consumo de matéria-prima. Com a dispersão de 2% do aditivo já foi documentada uma economia de até 40% de resina virgem em uma formulação, em razão do ganho de propriedades de resistência mecânica, alongamento à ruptura e barreira a gases, favorecendo a diminuição de espessuras de filmes e peças. O aditivo também melhora a condutividade térmica de formulações e promove a reciclabilidade de resinas recicladas de origem pósindustrial e pós-consumo. No segmento calçadista, por exemplo, a empresa Bottero (Parobé, RS)

adotou a tecnologia para reaproveitar 100% de seus resíduos internos, zerando o descarte. Nos filmes plásticos, além de aumentar a resistência a rasgos, o grafeno confere hidrofobicidade, estendendo a vida útil de produtos embalados, tais como pães de fôrma. Para fazer frente ao aumento da demanda verificada já em seu primeiro ano de operação, a Nexus expandiu sua infraestrutura fabril em Portão (RS) e atualmente tem capacidade para produzir 400 litros/mês de dispersão, com projeção de atingir de 600 a 700 litros/mês até o final do ano. A unidade conta com misturadores industriais com capacidade de processamento de até 500 litros por hora, mantendo o suporte técnico a partir da atuação conjunta dos sócios Túlio e Aline Zanchet, que detalharão estes avanços e os dados práticos de aplicação industrial em palestra durante o simpósio Grafenoplast, agendado para o mês de setembro, em São Paulo, SP (veja nota na página 49). Os contatos com a Nexus podem ser feitos pelos telefones (54) 9.9703-3286 (Aline) e (51) 9.9898-8520 (Túlio).

Colorfix, com sede no município de Colombo (PR) e filial em São Paulo (SP), vai intensificar o desenvolvimen-

to de tecnologia de grafeno para aplicações no setor de transformação de plásticos. A desenvolvedora de nanomateriais também vai apresentar produtos do seu portfólio na 3a edição do Grafenoplast.

O portfólio da empresa paranaense é composto pela linha Revora Poly-G, tecnologia de grafeno que pode ser utilizada para melhorar propriedades de polímeros, por exemplo. O masterbatch à base de


49 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

nanoplaquetas de grafeno foi desenvolvido para garantir a dispersão homogênea do nanomaterial em baixas concentrações, permitindo sua incorporação aos processos produtivos. O nanomaterial já é utilizado na fabricação de embalagens flexíveis, proporcionando o aumento da sua resistência mecânica. “O grafeno deixou de ser apenas

uma promessa tecnológica para se tornar uma solução prática para a indústria. Hoje conseguimos entregar ganhos reais de desempenho, reduzir o consumo de matériaprima e contribuir para processos mais sustentáveis, sem abrir mão da competitividade”, comentou Francielo Fardo, CEO da Colorfix. Aumento da atuação no mercado de grafeno global e consolidação de parcerias são estratégias da Colorfix

contece no dia 9 de setembro de 2026 a terceira edição do Grafenoplast em São Paulo (SP), evento que vai reunir profissionais de empresas e da academia para discutir o desenvolvimento de aplicações para o grafeno na indústria de plásticos e em outros setores relacionados, a exemplo do têxtil e de fibras.

O evento é promovido pela Markeplan com o apoio e curadoria da revista Plástico Industrial. A programação será composta por apresentações sobre o panorama mundial da pesquisa e um olhar especial para os centros brasileiros de desenvolvimento de nanomateriais, com a participação de especialistas que vão tratar também do uso do grafeno na funcionalização de filmes plásticos. Mais informações sobre o evento

https://colorfix.com.br

podem ser obtidas no site www.grafenoplast.com. Saiba mais sobre o uso do grafeno em materiais plásticos acessando a coluna Grafeno no portal da Plástico Industrial, pelo QR code abaixo.


NORMAS

50 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

DSC e DMA: como a análise térmica orienta a transformação de polímeros Do desvio do comportamento de fluxo em injetoras à presença de cargas em matrizes complexas, a combinação dos ensaios térmico e mecânico oferece a resposta necessária para prevenir falhas em peças moldadas e validar lotes de materiais. Se você já perguntou por que dois lotes do mesmo polímero se comportam de maneira diferente na injetora, a resposta muitas vezes está escondida em uma curva que cabe em uma folha de papel: a curva de DSC. A calorimetria exploratória diferencial (Differential Scanning Calorimetry, em inglês) mede o quanto de calor um material absorve ou libera enquanto é aquecido ou resfriado de forma controlada. Parece simples, mas essa curva revela informações que nenhum ensaio mecânico entrega sozinho. Em poliolefinas, a DSC mostra a temperatura de fusão e o grau de cristalinidade como dois fatores que determinam diretamente encolhimento, empenamento e resistência da peça moldada. Em materiais amorfos como PET ou PC, ela revela a temperatura de transição vítrea, ponto a partir do qual o material passa de rí-

Por Alan Bonel (*)

gido para borrachoso. É essa temperatura que influencia significativamente, por exemplo, se uma embalagem resiste a um caminhão fechado no sol ou se deforma. As normas que regem esse ensaio para polímeros, ASTM D3418 e ISO 11357, definem como preparar a amostra, qual faixa de temperatura aplicar e como calcular corretamente a entalpia de fusão e cristalização. Sem seguir esse protocolo, dois laboratórios podem medir o “mesmo” material e reportar números que não conversam entre si. Na prática de chão de fábrica, uma curva de DSC “estranha” costuma ser o primeiro sinal de que algo está errado antes que a peça quebre no cliente: pode indicar contaminação por outro polímero, degradação térmica prévia por reprocessamento excessivo, ou aditivação incorreta. Por isso, cada vez mais recicladoras estão incorporando o DSC como ensaio de rotina — não como curiosidade acadêmica, mas como um exame de sangue do lote antes de ele entrar na produção. Se a calorimetria exploratória diferencial (DSC) é o exame mais popular da análise térmica, a análise dinâmico-mecânica (DMA, do inglês Dynamic Mechanical Analysis) é o especialista que

se chama quando o resultado do primeiro exame não fecha o diagnóstico. A diferença fundamental é o tipo de estímulo aplicado: enquanto a DSC apenas aquece e resfria a amostra medindo fluxo de calor, a DMA aplica simultaneamente uma carga mecânica oscilatória — uma vibração senoidal controlada — enquanto varre a temperatura. Essa combinação de estímulo térmico e mecânico faz da DMA a técnica mais sensível disponível para detectar a temperatura de transição vítrea (Tg), especialmente em sistemas onde essa transição é sutil ou está mascarada por outros eventos térmicos que confundem a leitura de uma curva de DSC comum. A DMA decompõe a resposta do material em dois componentes: o módulo de armazenamento (a parcela elástica, que “devolve” a energia aplicada) e o módulo de perda (a parcela viscosa, que dissipa energia como calor). A razão entre os dois, chamada tan delta, atinge um pico exatamente na temperatura de transição vítrea — um sinal muito mais nítido do que a inflexão sutil que a Tg costuma produzir em uma curva de DSC. A normalização desse ensaio para plásticos está consolidada na família ASTM


51 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

D4065 (prática geral de determinação e relato de procedimentos) e nas normas específicas por modo de carregamento: D5023 para flexão em três pontos, D5024 para compressão, D5026 para tração e D5418 para flexão em viga bi-engastada. Para compósitos poliméricos reforçados com fibra — cada vez mais comuns em aplicações automotivas e estruturais — existe ainda a norma ASTM D7028, específica para atribuição da Tg por DMA em matrizes compostas. Na prática industrial, a DMA é particularmente valiosa para dois cenários que a DSC sozinha não resolve bem: primeiro, blendas poliméricas em que

múltiplas fases têm transições vítreas próximas, difíceis de separar em um único pico de DSC, mas que aparecem como picos distintos de tan delta na DMA; segundo, compósitos e materiais reforçados, em que a presença de fibra ou carga mineral pode suprimir ou deslocar sinais térmicos que a DSC captaria com clareza em um polímero puro. Em resumo: onde a DSC dá o primeiro diagnóstico, a DMA frequentemente entrega a segunda opinião que confirma — ou desmente — o que os olhos viram na primeira curva. (*)Alan Bonel é especialista em polímeros e atua há mais de

15 anos com foco em normas técnicas nacionais e internacionais, especialmente nas áreas de ensaios, laboratório e requisitos de montadoras. Compartilha conteúdos técnicos no LinkedIn e no canal do YouTube @bonelsimplificando. Saiba mais sobre normas para o setor de plásticos acompanhando a seção Normas, no portal da Plástico Industrial.


GUIA V

52 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

Dosadores e alimentadores de resina As empresas reunidas neste guia fornecem alimentadores e dosadores, fundamentais para a consistência dos processos de transformação de plásticos. Esses periféricos garantem a alimentação contínua e a dosagem precisa de resina, masterbatches e aditivos. Com alto impacto na eficiência operacional, evitam desperdícios de matériaprima e asseguram a repetibilidade da formulação na linha de produção.

Automaq

Para materiais Granulados

Outros

1 a 59

Em pó

1a4

Ar comprimido

0,1 a 90

Vácuo

bettoni@bettoni.ind.br

Capacidade (kg/h)

• • 1 a 6 1 a 100

Para materiais

1 a 100 50 a 2.500

•

Granulados

1a6

Modo de transporte

Vácuo

0,2 a 300

Modo de transporte

Outros Em pó

contato@awsbrasil.com.br

Sistemas de alimentação centralizada

Ar comprimido

• • 2a6

Alimentadores individuais

Capacidade (kg/h)

1a 120 10 a 2.000

Receitas que armazena

1a6

Por batelada

Receitas que armazena

0,01 a 100

Fabricante/País

Contínuo

Número de estações de dosagem

automaq@automaqonline.com.br

E-mail

Capacidade (kg/h)

Capacidade (kg/h)

Empresa e telefone

Gravimétricos Número de estações de dosagem

Volumétricos

A empresa é:

• 100 a 1.500

•

•

• • • • • 500 a 1.500

•

• •

2 a 12 10 a 1.500

(11) 4043-2313 AWS Brasil

1 a 950

(41) 99684-6867 n Bettoni

80 a 500

• 1a6

1 a 59 20 a 1.200

•

• 100 a 2.000

•

•

1 a 2.500

• • 1 a 10

1000

150 a 800

•

•

•

•

0,1 a

• • 1a6

1 a 30.000 •

•

• • 1 a 30.000 • •

• •

••

25 a 50.000 •

•

• • 25 a 50.000 • •

• •

1 a 2.000

••

• 1 a 2.000

•

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• 1 a 6 1 a 100 1 a 15.000 • • • • • 1 a 15.000

•

• •

• • 1 a 50.000 • •

• •

• • 1 a 10.000

• •

(54) 99148-5845 n Controlplast

jfreire@controlplast.ind.br

1 a 800

(11) 97290-4480 n Coperion

guilherme.mohr@coperion.com

(11) 3874-2747 Gericke Brasil

Coperion K-Tron/

0,1 a 50.000

1a6

Alemanha gericke.br@gerickegroup.com

50.000 0,5 a 50.000

0,5 a

(11) 2598-2669 HM Equipamentos

50.000

• • 1a4

comercial@hmequipamentos.com.br

1 a 1.000

1a8

1 a 32 1 a 1.000

1 a 60

mruiz@jonix.netx

0,1 a 2.000

1a4

1 a 20 50 a 5.000

vendas@morettodobrasil.com.br

0 a 1.000

1a8

1 a 50 1 a 9.000

info@motan.com

0,26 a 200

1a2

1 a 99 5 a 2.200

• 1a8

1 a 99

1 a 1.800

•

contato@plasticsystems.com.br

0,1 a 1.000

1a2

1 a 50 1 a 3.000

• • 2a8

1 a 50

1 a 8.000 •

• • • • 1 a 8.000

• • • •

piovan@piovan.com.br

0,035 a

1a6

1 a 299

• • 1a8

1a

1 a 3.000 •

• • • • 1 a 3.000

•

(19) 3443-7644 Jonix (11) 92040-9414 n Moretto

• • 1 a 12 1 a 50 1 a 10.000 • •

(19) 3115-7100 Motan

•

(19) 3414-2870 Pegaso (19) 98205-2247 n Piovan (11) 3693-9500 Plastbase

1.000 vendas@plastbase.com.br

Ningbo/China

eduardo@plastecnicaltda.com.br

Plastic Systems/Itália

0,21 a 3.000

• •

999 1 a 350

• •

••

40 a 500

• • • • • 200 a 3.000 • • • • •

(11) 96304-8894 n Plastécnica

0,06 a 600

1a2

1 a 50 5 a 3.000

1 a 3.000

2a6

500

• • 2a8

1 a 50

• 2a8

500

(11) 99428-5060 n Plast-Equip

vendas@rax.com.br

10 a 3.000

(11) 5505-7455 Technoservice

technoservice@technoservice.com.br

(11) 5533-1426 Vizuri

Kubota Brabender/

0,01 a

Alemanha

10.000

vizuri@vizuri.com.br

0,2 a 1.000

1 a 16

até 100

(11) 94149-7461 n

• 10 a 5.000

•

•

edwin@wachterkommerz.com

Movacolor/Holanda

0,036 a 1.600

0,01 a

50 a 1.500

•

• • 50 a 1.500

•

• •

1 a 180

• •

• • 1 a 16 até 100

10.000 1

1 a 40

(11) 94033-4596 n Wachter

• •

10 a 5.000

1 a 10

100

50 a

• • 1 a 10

1a

3.000

1.000

0,036 a

• • 1 a 10 1.000

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1.600

Obs.: Os dados constantes deste guia foram fornecidos pelas próprias empresas que dele participam, de um total de 59 empresas pesquisadas. Fonte: Revista Plástico Industrial, agosto/setembro de 2026. Este e muitos outros Guias de PI estão disponíveis on-line, para consulta. Acesse www.arandanet.com.br/revista/pi e confira. Também é possível incluir a sua empresa na versão on-line de todos estes guias.


Eficiência energética na injeção: o impacto direto no custo da peça. O consumo específico de energia (SEC), medido em kWh/kg de material processado, é o indicador que aponta se um processo está lucrando ou queimando dinheiro de forma silenciosa. Olhar para a planilha de custos de uma peça injetada hoje exige ir muito além do preço do polímero e do custo de fabricação do molde. O

Por Patrícia Brocaldi (*)

Em um mercado com margens cada vez mais apertadas, otimizar o consumo energético não é mais só uma questão de sustentabilidade ou marketing verde. É eficiência operacional pura e simples. Se a sua máquina gasta mais energia do que o necessário, seu custo por peça sobe e você perde competitividade no orçamento. O diagnóstico: onde a energia está sendo gasta? Para cortar o desperdício, Imagem: Gemini IA

OPINIÃO

54 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

custo da energia elétrica deixou de ser uma taxa fixa de fundo para se tornar uma variável crítica na margem de lucro. Estudos publicados no Journal of Cleaner Production mostram que a eletricidade pode representar entre 30% e 45% dos custos operacionais diretos de uma célula de injeção. É muita coisa para ser tratada apenas como despesa fixa de utilidades.

primeiro precisamos entender onde ele acontece. Dados compilados pelo Serviço de Aprendizagem Industrial (SENAI) mostram a divisão típica do consumo em uma planta de transformação: • Força motriz (motores e drives): responde por cerca de 71% da energia, acionando os movimentos de fechamento, extração e, principalmente, a plastificação na rotação da rosca;

• Aquecimento (zonas do ci ci-lindr lindro): fica na casa dos 24%, mantendo as resistências ligadas para fundir o polímero; • Periféricos e iluminação: são os 5% restantes; embora esse número mude drasticamente se somarmos chillers, termorreguladores e desumidificadores trabalhando mal dimensionados no setor de apoio. No dia a dia do chão de fábrica, a melhor ferramenta para monitorar esse cenário é o consumo específico de energia (SEC, do inglês specific energy consumption), medido em kWh/kg de material processado. É esse indicador que aponta se um processo está lucrando ou queimando dinheiro de forma silenciosa. O impacto da tecnologia: hidráulicas versus elétricas A escolha do maquinário dita o consumo base da sua linha. As injetoras hidráulicas antigas, com bombas de deslocamento fixo, são as maiores vilãs. O motor roda em rotação máxima o tempo todo, mesmo quando a máquina está esperando o tempo de resfriamento ou no meio de um setup longo. O resultado? Energia jogada fora em forma de calor no óleo hidráulico que depois exige ainda mais energia para resfriar no trocador de calor.


56 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

OPINIÃO Tecnologia da injetora Consumo específico médio (SEC) Hidráulica convencional 1,4 a 1,6 kWh/kg Servohidráulica (Inversor + servomotor) 1,0 a 1,2 kWh/kg Totalmente elétrica (All-Electric) 0,5 a 0,9 kWh/kg

Dados de engenharia de aplicação de grandes fabricantes, como a Engel, mostram como o perfil de consumo (SEC) varia conforme a tecnologia: As injetoras elétricas mudam o jogo porque eliminam as perdas em vazio. Elas só consomem quando há movimento. Lembrese: a peça que vai para o moinho consome energia duas vezes para ser produzida. Engenharia de processo: onde o chão de fábrica perde dinheiro Não dá para culpar apenas a idade das máquinas. Muitas vezes, o desperdício está na regulagem do processo ou na falta de manutenção preventiva do ferramental. 1. Ajustes de temperatura e reologia Ainda é comum ver operadores subindo o perfil de temperatura do cilindro "de orelha", apenas para facilitar a fluidez de um material que veio com variação de lote. Isso é um erro técnico caro. Aumentar a temperatura além do necessário força as resistências e sobrecarrega o motor de plastificação, que precisa cisalhar um material fora da viscosidade ideal. Uma ação simples, como instalar mantas de isolamento térmico no canhão, reduz em até 20% a energia gasta no aquecimento. O investimento se paga em menos de seis meses, segundo dados do programa PotencializEE.

Potencial de economia Linha de base (alto desperdício em vazio) Redução de até 40% no consumo Redução de até 50% a 60% no consumo

2. O molde não é só para dar forma, é também trocador de calor calor.. O resfriamento consome facilmente mais de 60% do tempo total do ciclo de injeção. Canais de refrigeração entupidos, oxidados ou com incrustações calcárias agem como isolantes térmicos.

O resultado é a economia direta de 144.000 kWh/ano em apenas uma máquina. Dependendo da tarifa industrial da sua região, o retrofit de acionamento ou a troca do equipamento se paga entre seis e 12 meses.

Se o processo precisa de 20 segundos para resfriar a peça, mas passa para 24 segundos porque a troca térmica está ruim, a máquina opera com 20% mais tempo por ciclo. O impacto financeiro é em cascata: o ciclo fica lento, a produtividade cai, a injetora fica ligada por mais tempo e o chiller precisa trabalhar sobrecarregado para tentar compensar a perda.

Tratar a eficiência energética como um tema secundário ou mero "selo verde" é um erro de gestão. O kWh/kg é uma métrica tão vital para a fábrica quanto o tempo de ciclo ou o índice de refugo. Reduzir esse indicador ajustando processos, isolando o canhão ou atualizando os motores se traduz, centavo por centavo, no custo final do seu produto. No final das contas, uma fábrica mais eficiente energeticamente é, simplesmente, uma fábrica mais lucrativa.

A conta no fim do mês: uma real.. simulação real Para tirar a teoria do papel, vamos a um cálculo prático. Pense em uma injetora de 150 toneladas rodando uma peça de PP (peso da injeção de 200g) com ciclo de 15 segundos. Isso significa uma taxa de produção de 48 kg/h. Operando em três turnos (6.000 horas por ano), veja a diferença: • Com injetora hidráulica antiga (SEC de 1,5 kWh/kg): 48 kg/h×1,5 kWh/kg×6.000 h=432.000 kWh/ano • Migrando para um sistema servohidráulico (SEC de 1,0 kWh/kg): 48 kg/h×1,0 kWh/kg×6.000 h=288.000 kWh/ano

Conclusão

(*) Patrícia Brocaldi é engenheira de materiais com especialização em gestão estratégica de projetos. Atua no desenvolvimento de matéria-prima, soluções sustentáveis, eficiência de processo e engenharia econômica. Você pode acessar mais informações sobre o setor de transformação de plásticos na seção Opinião do nosso portal pelo QR Code:


CEAD (Países Baixos) e a fabricante de sistemas de automação Comau (Itália) integraram robôs industriais e a extrusão de compostos termoplásticos na plataforma Flexbot para a execução, em ambiente industrial aberto,

cidade de carga da Comau a sistemas de extrusão de compostos e ferramentas de fresamento integradas, em uma arquitetura multieixos que opera em circuito fechado, realizando tanto a deposição de material quanto o acabamento subtrativo da superfície sem necessidade de transferir a peça de equipamento. A flexibilidade do braço robótico articulado

camadas de material depositado e a manutenção de um fluxo constante de material em ciclos prolongados. É possível efetuar a transição de células independentes para redes de microfábricas baseadas em manufatura distribuída sob demanda, operando próximas ao local de consumo final. Como exemplo prático de aplicação em escala real, o Flexbot já é

Imagem: Divulgação.

IMPRESSÃO 3D

58 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

Integração de robótica multieixos, extrusão de termoplásticos em ambiente aberto e fresamento CNC para acabamento permite a produção direta de componentes estruturais de grandes dimensões.

do processo de manufatura aditiva de grande formato (LFAM, de large format additive manufacturing). A tecnologia, já disponível globalmente e com ampla adoção no mercado norteamericano, elimina a necessidade de moldes e simplifica a produção direta de componentes estruturais complexos. O desenvolvimento conjunto atende à necessidade industrial de descentralizar as cadeias de suprimentos por meio de microfábricas, reduzir os prazos de entrega e reduzir o desperdício de matéria-prima. A plataforma modular Flexbot combina, dentro de uma única célula automatizada, os robôs de alta capa-

supera as limitações dos sistemas convencionais baseados em pórticos, tornando possível a manufatura de geometrias complexas e superfícies não planas de grande porte. Do ponto de vista do controle de processo, a integração do software Siemens (Alemanha) Sinumerik Run MyRobot / Direct Control permite comandar o robô diretamente via CNC, usando um padrão amplamente consolidado na indústria de plásticos. O sistema gerencia de forma sincronizada tanto os movimentos mecânicos quanto os parâmetros de extrusão, contornando desafios inerentes ao processo LFAM, tais como o gerenciamento térmico entre as

utilizado pela empresa Haddy (Estados Unidos) e no sistema Faber Navalis, lançado em 2025 pela CEAD e empregado na construção naval, para fabricar cascos de embarcações de até 12 metros. CEAD – www.ceadgroup.com

Saiba mais sobre tecnologia de impressão 3D com aplicação no setor de plásticos visitando a seção Impressão 3D no portal da Plástico Industrial, pelo QR Code abaixo.


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APLICAÇÕES

60 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

m piso fabricado com compósito termoplástico será lançado pela Diprofiber (Curitiba, PR) na

mecânica e montagem rápida como, por exemplo, na construção limpa. O piso passou a integrar uma linha de produtos composta por painéis fabricados com compósitos e espumas feitas de poli(tereftalato de etileno)

comentou Felipe Amorim, responsável pela área de desenvolvimento de produtos da Diprofiber. Ele complementou, mencionando aplicações em salas para data centers : “Em aplicações desse tipo, uma montagem que

Detalhe dos pisos CoreFloor e sua aplicação em data centers.

Feiplar & Feipur – Feira e Congresso Internacional de Materiais Avançados –, que acontece em São Paulo (SP) de 25 a 27 de agosto de 2026. Chamado de “CoreFloor”, o novo piso possui revestimento feito com chapa de compósito termoplástico reforçado com fibra de vidro. Ele pode ser utilizado em parques fabris e também é recomendado para salas de data centers , além de outras aplicações que requeiram alta resistência

(PET) ou poli(cloreto de vinila) (PVC), recomendados para a composição de revestimentos para embarcações, construção modular e implementos rodoviários, entre outros setores. “Hoje, muitas obras já não comportam processos longos de montagem no canteiro. A nossa proposta é entregar um piso pronto, leve e padronizado, especialmente em projetos nos quais o prazo e controle de execução são decisivos”,

levaria cerca de uma semana pode ser concluída em um dia”. Diprofiber – www.diprofiber.com.br

Confira mais usos dos materiais plásticos visitando a seção Aplicações do portal da Plástico Industrial pelo QR Code abaixo.


PRODUTOS

62 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

Bener (Vinhedo, SP) tem em seu portfólio a injetora FCS SA-470, que conta com sistema de fechamento Outward e possui layout compacto, além de servoacionamento, que promove

maior eficiência energética. Desenvolvida para aplicações que requerem eficiência, estabilidade e flexibilidade, a injetora combina maior curso de abertura e controle inteligente, sendo recomendada para a fabricação de peças plásticas com grande altura, peças com parede fina e componentes técnicos, por exemplo. Os clientes podem consultar a empresa sobre outros tipos de aplicação. Tel. (19) 3826-7373

Metal W ork (São LeoWork poldo, RS), com filial em São Paulo (SP), desenvolveu o VLock Modular Metal Work, um sistema robótico de manipulação avançada 100% modular, indicado para a construção de células industriais de montagem, por exemplo. O equipamento é composto por perfis, flanges, suportes e adaptadores pa-

dronizados, e também incorpora guias de precisão com tolerância H7 e indexação por pinos, garantindo repetibilidade e robustez nas conexões. O sistema pode ser utilizado na fabricação de máquinas industriais e de equipamentos integradores de sistemas. Tel. (51) 3590-7100

Mitsubishi Electric Corporation (Japão), com subsidiária brasileira em Barueri (SP), comercializa a linha de dispositivos Interface Homem-Máquina (IHM) GOT3000. Há versões com diferentes tamanhos, os quais possuem tela de vidro sensível ao

toque, além de recursos que permitem a rolagem da tela e execução de zoom pelo toque dos dedos. As operações industriais podem ser monitoradas e geridas de forma remota por um emulador, que é operado por

software e pode ser instalado em dispositivos móveis. Conta com recursos de proteção contra ataques cibernéticos e impedimento de acesso por pessoas não autorizadas. E-mail: s.maso@ mitsubishielectric.com.br

KUK A (Alemanha), com UKA subsidiária brasileira em São Bernardo do Campo (SP), desenvolveu a plataforma de software KUKA AMP, em associação com a NVIDIA. Visando introduzir a inteligência artificial (IA física, ou Automação 2.0) em

processos complexos de manufatura, tais como a transformação de plásticos, a nova tecnologia permite que robôs operem de forma autônoma e adaptativa em ambientes de injeção, extrusão e pós-processamento, respondendo à necessidade das indústrias de plásticos por maior produtividade e flexibilidade. A tecnologia tem potencial para reduzir o tempo de setup e a dependência de programadores de robótica altamente especializados. Tel. (11) 4942-8299


65 – PLÁSTICO INDUSTRIAL – AGO.-SET. 2026

EVENTOS

Vilar Poliuretanos Tecnologia dos poliuretanos

14 a 18/09

On-line

tel. (21) 9.9632-3704,

e-mail: vilar@poliuretanos.com.br ABPol Compósitos termoplásticos

Início: 30/09

On-line

tel. (16) 3374-3949,

e-mail : abpol@abpol.org.br Pro-Tec Materiais plásticos

Início em 3/10

São Paulo, SP

tel. (11) 9.4830-1186,

e-mail: secretaria@escolaprotec.com.br Caracterização mecânica: tração, flexão

Afinko 21/10

São Carlos, SP

e-mail: contato@afinkopolimeros.com.br

e impacto. Preparador e regulador de injetoras

31/10 a 5/12

para plástico

São Bernardo do Campo, SP

Como resolver os 10 problemas de

tel. (16) 9.9791-1027, Senai tel. (11) 4331-6050,

e-mail : senaitamandare@sp.senai.br IAP

10 videoaulas

EAD

tel. (11) 9.8566-8803,

e-mail : treinamentos@planetaplastico.com.br

injeção mais frequentes

Cotuca Técnico em plásticos

2 anos

Campinas, SP

tel. (19) 3521-9903,

e-mail: contato@cotuca.unicamp.br Analista técnico do processo

Início em 27/02

de injeção

Presencial ou on-line

Interplast - Feira e Congresso da Tecnologia

Joinville, SC

tel. (47) 3451-3000,

e-mail : feiras@messebrasil.com.br

do Plástico

Abimaq 3/09

São Paulo, SP

Máquinas e Equipamentos

tel. (11) 5582-6311, https://abimaq.org.br

3º Grafenoplast - Seminário sobre o grafeno na indústria

e-mail: escolalf@escolalf.com.br

Messe Brasil 25 a 28/08

11º Congresso Brasileiro da Indústria de

Escola LF tel. (11) 9.9114-8031,

Markeplan 9/09

São Paulo, SP

tel. (11) 9.4110-2805,

do plástico e em outras aplicações

e-mail : luciavalverdes@markeplan.com.br

26º Simpósio Internacional

Markeplan

sobre Tecnologia

23 e 24/09

Campinas, SP

1º Hi!-Plastics - Seminário Internacional sobre materiais

6 e 7/10

plásticos de alto desempenho Fakuma - Feira Internacional de tecnologias para

12 a 16/10

processamento de plásticos 37a Plastics & Rubber Indonesia Feira sobre máquinas e processos da indústria do plástico e da borracha

tel. (11) 9.4110-2805,

e-mail : luciavalverdes@markeplan.com.br

de Plásticos

17 a 20/11

Valência (Espanha) Friedrichshafen (Alemanha) Jacarta (Indonésia)

Aimplas tel. +34 961-366-040, www.aimplas.es PE Schall GmbH & Co. KG

e-mail: schur@schall-messen.de, www.fakuma-messe.de/en Messe Düsseldorf Asia

e-mail: faradiba@pamerindo.com, www.plasticsandrubberindonesia.com


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SERVIÇOS

LITERATURA

livro “Plásticos e aditivos A enciclopédia completa ” , de autoria de Sandro Ricardo Garbone, é comercializado pelo site Clube de Autores. Na obra, em português e com 700 páginas, são abordados diferentes temas da indústria de transformação de plásticos, misturando assuntos do chão de fábrica e do meio acadêmico. O leitor vai encontrar informações distribuídas em 11 seções, 53 partes e 122 capítulos, onde o autor, com mais de 30 anos de experiência nas indústrias química e de polímeros, versa sobre desde a morfologia macromolecular até a nanotecnologia. A obra foi criada de forma a ser um catálogo estratégico que reúne informações técnicas sobre tipos de plásticos, aditivos e suas funções, abrangendo também os colorantes e ensaios laboratoriais. Os assuntos abordados incluem processamento de polímeros, os controles dinâmicos, colorimetria (CIELab), aditivação funcional e boas práticas para a transformação de materiais descartados, um tópico alinhado à reciclagem e aos conceitos de sustentabilidade.

Ainda no que se refere aos processos de transformação, há capítulos dedicados sobre operações como moldagem de plásticos por injeção, sopro e extrusão, entre outras. Nas seções também serão encontradas informações sobre a engenharia da cor, que proporciona um aprofundamento no conhecimento de pigmentos de alta performance e para aplicações que envolvem efeitos especiais no acabamento de peças fabricadas com plástico. Os temas são complementados com abordagens sobre a utilização de inteligência artificial (IA), os materiais nanocompósitos e a economia circular como ferramentas de lucro e descarbonização. Comercializado em versões física e eletrônica, o livro pode ser adquirido pelo site https://clubedeautores.com.br pelo preço sugerido de R$ 300,59 (impresso) e R$ 47,37 (e-book).

Economia livro eletrônico “Economia rincípios e práticas Princípios circular: P para a sustentabilidade sustentabilidade”, organizado por Danielle Mariam Araujo Santos e Willian Carboni Viana, integra o catálogo da Editora Científica Digital e está disponível para download gratuito. A obra possui 164 páginas, 9 capítulos e agrega estudos realizados por professores, estudantes e pesquisadores comprometidos com a

promoção da sustentabilidade, oferecendo ao leitor uma reflexão crítica sobre os fundamentos da economia circular e suas aplicações em diferentes contextos. O leitor vai encontrar capítulos onde são destacados tópicos como, por exemplo, Do chip ao lixão: um estudo sobre os impactos da produção e descarte de equipamentos eletrônicos; Ecoinovação e sustentabilidade: um mapeamento bibliométrico relacionado à perspectiva da economia circular; De resíduos a recursos: ações de extensão para coleta seletiva e reciclagem de óleo de cozinha; Contratações públicas sustentáveis: reflexões da realidade para projeção no futuro; Decisão de uso de moedas sociais: antecedentes e consequentes do uso nos municípios piauienses. O e-book tem por objetivo oferecer subsídios que contribuam para a formação de professores, estudantes e profissionais das mais diversas áreas, ampliando o repertório de estratégias que integrem a redução de resíduos e o uso consciente dos recursos, contribuindo para o debate sobre a construção de soluções sustentáveis. Pode ser baixado gratuitamente pelo endereço eletrônico www.editoracientifica.com.br.

ANUNCIANTES Empresa ............................................... Pág.

Empresa ............................................... Pág.

Empresa ............................................... Pág.

BBC ------------------------------------ 1 2 Betaplas ------------------------------- 4 1 Bioplastics Brazil ------------------- 5 5 Blue Air ------------------------------- 1 3 Braschemical ------------------------- 2 2 Brasil Tools --------------------------- 4 2 CCP ------------------------------------ 2 5 Chen Hsong --------------------- 20-21 Decreto 12.688 --------------------- 3 3 Dynaflow ----------------------------- 4 0 Emanuplast -------------------------- 4 0 Endex ---------------------------------- 2 4 Funchu -------------------------------- 4 2 Grafenoplast ------------------------- 6 1 Griffy ---------------------------------- 1 4

Haitian ------------------------ 5ª Capa Instituto HF ------------------------- 5 9 Interplast ----------------------------- 5 7 Intersolar Nordeste ----------- 46-47 Krisoll ---------------------------------- 1 7 Master Top Solid ------------------- 2 7 Olifieri -------------------------------- 3 2 Petromaster -------------------------- 3 8 Como receber ------------------------ 6 4 Pinhopó ------------------------------- 4 5 Place ----------------------------------- 4 9 Poli Positivo -------------------------- 1 0 Primotécnica ------------------------- 1 1 Projedata ------------------------------ 5 1 Replas ------------------------- 2ª Capa

Sepro ----------------------------------- 0 7 SEW ---------------------------- 3ª Capa Shibaura ------------------------------ 3 9 Souza & Ramos ------------- 4ª Capa SRE ------------------------------------ 3 8 Stadler -------------------------------- 2 9 Superfinishing ----------------------- 3 1 Techmation --------------------------- 1 4 Thathi --------------------------------- 1 5 TotalPet ------------------------------- 2 3 Tsong Cherng ------------------------ 4 3 TutiPlast ------------------------- 04-05 Web Avient --------------------------- 5 3 Word Facas --------------------------- 3 5 XXVI Simpósio ---------------------- 6 3


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