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Solar e baterias impulsionam tecnologias limpas
timentos. O primeiro é a concentração de quase 40% do total investido para instalações que entrarão em operação s investimentos na produção das em 2024, sendo que apenas no segmentecnologias-chave da energia limpa to de baterias aproximadamente 70% ― solar fotovoltaica, eólicas, baterias, da produção se destina a sistemas com eletrolisadores e bombas de calor ― partida programada para este ano. tiveram aumento superior a 70% em O segundo tem a ver com o fato 2023, segundo relatório da Agência de 85% dos projetos de usinas solares Internacional de Energia (IEA, na sigla e um terço dos sistemas de baterias em inglês). De acordo com o estudo comprometidos estarem programados inédito, intitulado Advancing Clean para 2025. Nesse caso, apenas essas Technology Manufacturing, o mercado instalações, combinadas com as já atingiu no ano passado US$ 200 biinstaladas, devem produzir cerca de lhões, contra US$ 115 bilhões de 2022. 150% (energia solar fotovoltaica) e 55% (baterias) referentes aos níveis de implantação global em 2030, previstos no Cenário de Emissões Líquidas Zero até 2050 (Cenário NZE) da IEA. Já o terceiro sinal se refere à parte da capacidade programada para entrar Conclusão é de estudo da IEA que apontou investimentos totais de US$ 200 bilhões na em operação até o produção de tecnologias de energia limpa em 2023 final da década, os quais já evidenciam comprometimenOs destaques entre as tecnologias, to financeiro detectado pela análise porém, foram a solar fotovoltaica, cujos da agência. “A produção recorde de recursos financeiros para produção de usinas solares fotovoltaicas e de batemódulos e demais componentes mais rias está impulsionando transições de do que dobraram em 2023, seguida energia limpa ― e o forte pipeline de pelas baterias, que tiveram crescimento investimentos em novas instalações e de 60%. Juntas, as duas soluções repreexpansões de fábricas deve adicionar sentaram 95% do total investido. mais impulso nos próximos anos”, A China respondeu por três quartos disse o diretor executivo da AIE, Fatih do investimento nas tecnologias, ante Birol. 85% em 2022. Isso porque Estados UniEmbora a China abrigue atualmendos e União Europeia fizeram avanços te mais de 80% da capacidade global significativos, com participação comde fabricação de módulos solares fobinada de 16% em 2023, contra 11% tovoltaicos, o relatório conclui que a no ano anterior. Índia, Japão, Coreia fabricação de células de bateria pode e Sudeste Asiático compuseram o resse tornar menos concentrada geogratante dos aportes. Já África e Américas ficamente até o final desta década. Se Central e do Sul, segundo o relatório, todos os projetos anunciados forem praticamente não registraram investirealizados, a Europa e os Estados Unimento em manufatura das tecnologias dos poderão atingir cada um cerca de analisadas. 15% da capacidade instalada global até Para o estudo, há três sinais revela2030. dores do impulso contínuo dos inves-
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FotoVolt - Junho - 2024
Apesar disso, o relatório aponta que a China continua sendo o produtor com menor custo de todas as tecnologias de energia limpa. As instalações de fabricação de baterias, eólicas e solares fotovoltaicas são 20% a 30% mais caras de construir na Índia do que na China, e 70% a 130% mais caras nos Estados Unidos e na Europa. Mas, segundo a agência, a maior parte dos custos totais de produção das tecnologias, entre 70% e 98%, tem origem nos custos operacionais, o que permite concluir que o cenário pode ser minimizado no longo prazo por políticas nacionais de incentivos. Para baixar o relatório: https:// www.iea.org/reports/advancingclean-technology-manufacturing.
CELA cria unidade de M&A e project finance consultoria CELA - Clean Energy Latin America, especializada em assessoria financeira e estratégica para investidores do setor de energia renovável, criou uma nova área de negócios voltada para assessoramento de fusões e aquisições (M&A) e financiamento de projetos (project finance). O serviço é direcionado a projetos de energia eólica, solar, armazenamento de energia e hidrogênio verde. A meta da consultoria com a nova unidade é dobrar o volume de negócios. Na última década, segundo comunicado da empresa, foram assessorados 3,5 GW em transações nos setores de energia eólica e solar, o que inclui
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Meta da consultoria é dobrar o volume de transações assessoradas no setor de renováveis