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Amiga Hoje me disseste sou um poço de complexos e quando olho tuas fotos tão belas sinto uma nostalgia nelas mesmo na pele no olhar como gotas de suor do esconder do querer ser e não conseguir de se libertar e estar presa em si como num campo de concentração Não amiga salta essa vedação abre-te como a flor das papaia e das mangueiras oferece-te às aves de Deus e dá todo esse teu lindo corpo negro à Natureza como um agradecimento a Deus pela Beleza só tua pela alma só tua


Minha mente constrói legos Onde f icam pedaços de imagens passadas Sonhos Desgostos de amor sim ainda os tinham Ainda os teria ... Mas tudo cai numa peça mal construída Já não distingo a realidade dura Do sonho Das ninfas mortas de meus poemas Pa s s o á G a l eria d o s p o e tas M o r tos M a s ve jo t e u s o lh os s o rrirem Cabelo voando ao sabor da ventoinha Ah... A alma nua despida amando-se comigo A s fo t o s o s q u a d ro s p o s t o s e m t u a s m ã o s A t é m e u f u t u ro Tu d e cl i n a s t e e s b o ro a n d o Minhas alegrias For talezas s orridentes Agora navego sem as velas de minhas Musas E este velho barco entra no Ocaso Na bruma onde já bem fantasmas existem Mas num estertor deixo um pedaço dos guardanapos onde escrevia U m g r i t o V I VA O A M O R


Como desejo Possuir teu sorriso Atirá-lo ao mar Como mensagem De amor em garrafa de vidro. Como desejo o orgasmo de tua alma Não corpo Pois esse é fácil De dar Num momento de solidão. Ver-te gritar de prazer Balbuciando palavras Tão simples Como Liberdade Com cheiro de florestas virgens Sabor de frutos selvagens Cajus, bananas, morangos sem chantilly. Não sou alguém mas ninguém Um talvez peregrino sem santuário que não seja Teu sorriso de lua cheia

AO FUTURO DE UMA MENINA QUASE MULHER NETA DE OUTRA JÁ MULHER AVÓ E DE MÃE LINDA AINDA NÃO AVÓ


MMMMMMMMMMMMM .... nnnnnnnnnnnnnnnn nnnnnnnnnn Velhote? Idoso Com tesão e poesia Palavras doces Gestos quentes Orgasmos sentidos Com amor E paixão Vegeto apenas neste espaço Onde me procuro e não me encontro Somente tu sombra cigana Me sentes e mim~ Mas Nada esboças em gestos Apenas ratos Nem passarinhos voando em espaços livres Ou Borboletas coloridas

(Alm-sintra-2013)


Em orgasmo mutuo Grito de dor Num ritmo de ballet Em cama quente Com sinfonia de Mozart Em len莽贸is de nuvens Estrelas de olhos quentes E amor, ardentes Num orgasmo sintonizado Corpo a corpo alma a alma Amor infinito (Que seja eterno enquanto dure) Desceu sobre n贸s nus e suados Que seja eterno Posto que 茅 chama


POEMAS OU SONHOS

E é na ausência do teu rosto que não me sei definir É nos silêncios e nas meias frases onde não me encontro Afinal sou um pica-pau tentando furar Num tronco de madeira negra E no estar faz de conta Surgem gestos pueris Gota a gota Dizer e desdizer Chamar e não ouvir Um filme mal elaborado de pantomina teatral Nada nosso Tudo teu Sou eu, sou eu, sou eu Nem Vestida, nem nua Apenas disfarçada Afinal, afinal é uma relação disfarçada Por sorrisos pantanosos sem mosquitos Ou flores de lótus...


Lá vai a estrela cadente... Meteorito sem cauda tão pobre como Job Nada ficou nem memória ou nem livros Nem fardas nem obras... Talvez, talvez a nespereira Plantada Em menino Na casa da sua avó A história permanece Nem lendas nem blogs ficaram Voaram, voaram, voaram Ao som De Chopin… melodia imortal Meu amor não chores. O pouco de mim está aí... Fico aí... EM TI Papaeira... Mangueira… TU MENINA DE BAFATÁ EM VLA MIL FONTES. Sei, NÃO AMOR FRUTO Estarei sempre JUNTO DE TI Na Terra...


DETINHA

...FICAREI Sem solidão ETERNA com VENTOS BRISAS ÀGUAS DE SAL... MAR O TEU MAR DE ONDAS MANSAS TUDO meu, teu, meus versos... Gestos Se perderão... Em ti NEM UMA ESTRELA para acenar cadente LÁ VAI ELE COMO SEMPRE... MúSica… GARGALHADAS DETINHA MOINHO DA ASNEIRA Isso sim... ESTARÁ SEMPRE POR NÓS


RECADO DA LINA Teu nome Lina Posto num papel de recado Colocado na secretária onde vegeto Foi um clarão De esperança nesta velha carcaça Humana Voltei a ser quase criança de 16 anos Calças de golf camisa de caqui REGRESSANDO Aos teus olhos Meigos E parou aí a roda da vida Sonho-me ainda jovem De botas cardadas Ufano Com esperança de ser novamente O Sol de seus olhos Ah miúda pintora se pudéssemos embirrar novamente com jogos infantis A morte estaria mais longe! Estes meus cabelos brancos sem presente nem futuro Marcam a Realidade ao despertar da leitura do bilhete. Apenas... Estou tão inocente Como no dia em que conheci o AMOR contigo LISBOA-1983 RELATÓRIO


NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK Não há hoje piano nem violino nem Bar Inglês Não nos amamos nus não nos projetamos nus não flutuando ao sabor de músicas antanhas serenas Neta tarde de de Verão quente a harmonia de nossos gestos resume-se a um sorriso na nossa página do Faceboock Já não nos amamos apenas sorrimos na gratidão desse dia em que uma cama em casa emprestada selou o nosso único acto de amor total Já não vemos mais mas ainda há Luz Sintra 2012


VEJO-TE? Eu dormiria nos teus braços Como uma garça nas nuvens azuis No mesmo tom das estrelas cadentes Sonhando ainda existires realmente No ar que respiro No espaço onde vivo Sem ti sem os teus abraços Sem os nossos orgasmos Sou barqueiro fantasma Remando, remando em direção À bruma Onde vejo O teu rosto de AUSÊNCIA Sem mim Meu amor, meu amor NUNCA MAIS TE VEJO.


Não... Nada mais lindo do que estar a pegar na tua mão, Beijando os teus seios, sussurrando na tua vagina. Nada mais lindo, sentir a tua boca Buscando-me Como fonte de água pura Bebendo o sumo da Vida. Nada mais doce Dois corpos gemendo Num orgasmo de amor Na tua cama de lençóis brancos Onde as marcas ficam Como gotas de esperança. Isto não é real Pois ficas tão longe de mim Tão perto também Do sexo ardente só De pensar nas minhas palavras Mesmo sem ouvir os teus ais Vozes de pombas brancas Atravessando o Oceano Que nos separa.


Eu não consigo entender porque te amo tanto e nunca te vi, senão fugazmente Como um relâmpago caindo no topo de uma árvore Eu amo-te de forma imensa corpo alma diferenças idades Eu amo-te de forma louca apaixonada sensual pois cada sorriso Julgo raios de sol na minha tristeza permanente Amo-te e desejo-te por volúpias saídas de mim correrias loucas Num peito que nuca agarrei, nuns lábios que nunca beijei Num sexo que nunca se orgasma por mim com aromas de rosmaninho Alfazema perfumes que dizes lavar teu corpo que nunca me abraçou. E perante tua imagem, foto, sinto-me Feliz por, ainda, poder amar Assim sem medo nem vergonha de mim.


CYCYRICANDO Meu corpo sente a napa da cadeira No dia em que meu modelo fotográfico Natural com ela sexy como mulher mais de quarenta Amando o corpo e o Amor com medo De um namorado com mais mulheres na sebenta Sendo ela um numero apenas não amor Outra não modelo com curso de fotografia Foge da imagem só publicidade apresenta É um mundo real num diálogo quente Talvez sincero ou não mas procuro verdade Corpos lindos da Mulher sublime talvez virtual E mesmo ternura mesmo sensualmente viva O amor não é sólido nem material é espirito É estado de alma não se vê é virtual Meus poemas nascem ali minha nascente Venham corpos lindos minha palavra Será o seu mundo de sensibilidade real.


Ago r a q u e j á é m e i o - d i a s e instala a ansiedade dos resultados Para a publicação de um livro com poemas de 50 anos e vida A minha que pouco interessa aos outros pois meus sonhos eróticos enlouquecidos Cheiram a mofo com eu, exatamente, fruto desta turbulenta mente envelhecida Ou das diversas modificações histórias ou estórias factos acontecidos Nunca consegui fazer poemas em formatos preconcebidos Fruto de ansiedade de palavra sobre coisas desta mente enriquecida Li sonetos li estrofes li Beça Luís José Saramago autores distinguidos Já me encontrei com sua personagem por eles todos desenhada Sem pontuação ponto e vírgula apenas em quadros bem definidos Onde cada frase cada movimento tem a marcação muito bem definida

Mesmo louco me sinto mesmo términus de viagem me situo de horizontes indefinidos Apenas aumentei a minha pressão arterial nesta espera nesta avenida E ainda mais louco me tornei Mais visionário Porque me apaixonei por um sorriso Um corpo de uma poetisa Só com uma poesia por mim lida Vou sair vou dormir esperar Com teu corpo olha o Sol e espera o mar


Estes meus olhos quentes assim postos nos teus Esperando um gesto de paixão Um abraço onde sinta teu corpo E se reflita todo meu coração Pejado de desejos Quentes e não falados Onde nos fundamos num corpo só Amo-te mesmo assim mas agora Aquece meus lábios sedentos Peitos louros em lírios brancos Antes que o Sol se ponha A brisa m’excita num calor ardente Num gesto de duas almas que se amam. Fico poder esse encanto duma Mulher onde tudo se conjuga para ser uma fonte de AMOR


Os sentidos foram-nos dados para utilizar olhos para ver lindos corpos de mulheres ,desnudados virgens ou usados em minhas loucas viagens em sonhos enlatados por mim O nariz cheira o teu odor de banho em espuma de alecrim ou alfazemas das deusas do amor A língua, rígida de medo, ou sibilina nas palavras ou serpente alada no teu corpo ,morena do outro lado do sonho no paraíso virtual e as mãos, as mãos que cantam matam, guerreiam arranham e amam percorrem a estrada de um ventre num caminho amaciado dos seios ainda jovens como papoilas frescas O indicador não serve só para apontar é o génio alante do clitóris numa madrugada sem lençóis. Afinal um orgasmo virtual é um inicio de amor amado com todos os sentidos Sintra-2012


EVA FOSTE CRIADA TAPANDO TUA FONTE DA VIDA COM A MÃO NOMEADA COMPANHEIRA DO HOMEM NA SOLIDÃO TEUS PEITOS SÃO BELOS CORRENDO COM TEU ANDAR ENCHENDO LÁBIOS DE HOMENS E CRIANÇAS CONCEBIDAS DENTRO DO SEU CORPO SEIVA DA VIDA PARTO DE DOR PARTO DE ENTREGA PARTO DE MÃE E AVÓ DOCE SOFRIMENTO MENSTRUAL NASCENTE DE ORGASMOS DE AMOR SEMENTES FERTILIZADAS ÉS OU PALMEIRA OU CASTANHEIRO VIOLADA AMADA ODIADA CANTADA CHORADA MÃE AFINAL FRUTO TÃO DELICADO DIGNO DE UMA DENTADA ETERNA DE AMOR


E NESTE ESPERAR ASSIM DE TU NEM ÓCULOS NE SORRISOS BREJEIROS ME CHEGARAM ABRINDO GAROTA AO PORDESOL DOMINGUEIRO ALARANJADO QUEDEI MEUS VERSOS PARA ESCREVER VISÕES

ONDE JÁ NÃO FAÇO CASTELOS NEM BRINCO COM MEUS IRMÃOS NEM ME TRANSO EM TI... OU SIM... TÃO LOUCO COMO PÁSSARO SEM RAMOS ONDE CANTAR. AQUI


Senti o nascer das estrelas ao ver teus segredos Senti reviver nas tuas palavras de poetisa Senti voltar da sexagenária do meu poema Mas durante o dia de boca seca pelo calor Lutei na pesquisa de um colo onde descansar Esforcei meus sentidos dei meus peitos meus pelos e o suor de uma masturbação de furor E o cair da noite quando a Lua subiu A caminho da madrugada de hoje Agora olhei meus dedos há pouco De esperma solitário de fruto de imagem Afinal num percurso onde fiquei apenas Só de braços pendentes vitima lucida de uma sacanagem


ACTO DE AMOR A tua carne Fundiu-se na minha Libertando A ânsia Da paixão que sentia Sobre o leito Debaixo de mim O corpo nu Se ` entregou Meu todo Rejubilava Em cada grito De prazer Sirene dum corpo Morto sem viver... POSSUI_TE Libertos de qualquer grilhão Que reprimem o AMOR...

SORRIMOS Nesta sinfonia sexual Firmou a razão Da nossa EXISTÊNCIA...

Entrelaçámos as mãos. Nossos lábios d' esperma Juntaram-se E no silêncio de um Beijo Balbuciámos FECUNDÁMOS A LIBERDADE


podemos viver

Como posso suportar difamações ao virtual? Como suporto a ignorância do mundo virtual de comunicação? Senhoras fogem dos que falam na webcam submetem-se isolamentos onde a solidão grita todo o dia? Podemos viajar, podemos conversar, podemos viver

e Até podemos amar Louvo quem criou a net, a imagem, pois na minha prisão involuntária é aqui meu passeio alegre emotivo poético cara a cara e não consigo saltar desta cadeira nem sétimo andar Abro a janela para a Serra de Sintra vejo o sol, o luar, o castelo do outro lado o mar o oceano que apenas posso cheirar Tenho poemas quentes dentro de mim, como os vou comunicar? Lá fora andam os coveiros os meus carcereiros Não quero vegetar nunca Sou corpo morto mas alma acordada nascida para cantar


Não é necessário se conhecer o irmão, Basta apenas saber oferecer, Sem nenhum tipo de discriminação, Aquilo que se espera receber. O tempo é curto, passa tão rápido, Não o desperdicemos com futilidades. Por que você não cria o hábito De produzir momentos de felicidade? Então abra um sorriso, E me permita aproveitar este espaço Para dizer-lhe que tens um amigo, Vem, se aproxime, e me dê um abraço. (autor desconhecido)


DÁ-ME TEU CORPO DESPIDO SEM ROUPAGEM NA EXTENSÃO TOTAL DA IMAGEM DESTE ECRAN SEM MEDO SEM PRECONCEITOS E RECEBE-ME LOUCO DE VERDADE NA IMENSIDÃO DESTA DISTÂNCIA TÃO CURTA QUE NOS UNE APENAS POR UMA LUZ INTENSA ONDE SURGES E ME DIZES CÉU ABERTO DA IMAGINAÇÃO EU TE AMO


MIONTADO ALENTEJANO Foste uma promessa de liberdade Estendendo teus dedos de poetisa Me convidando para almoçar Até hoje De gaiola aberta Apenas Em curtos voos Para reaprender a voar Mas esperei por teu toque em vão Me baniste totalmente da nossa amizade E nem um leve adeus, uma santa explicação Não sei se estás no Alentejo ou no deserto Talvez na política como outrora Passaste de sopro na minha vida tão perto Que apenas foste um talvez belo sem verdade Pois não quero pensar que SOFRI d’uma alucinação


Ali em campos livres com oliveiras e sobreiros Num monte que nunca vi mas imaginei Em noites frias onde a net te acompanhava Pela tua palavra de chocolate quente Toda tu te imaginei a cheirar a rosmaninho Quando me dizes ser da Madeira grogue fiquei Um amor, uma amizade tudo se misturou Aquelas tuas primeiras fotos de carnaval Me trouxe atĂŠ mim a imagem que nunca conheci Regressaste ao Funchal em momento desesperado E tudo quanto nos prometemos ficou Num calendĂĄrio de promessas do Prometi Depois o milagre surgiu Dois corpos na cam se digladiaram em orgasmos ao suposto luar Como Romeu e Julieta, Julieta esta que fugiu Dela ficaram dois olhos meigos muita amizade E um valeu a pena, pois conseguimos teu corpo acordar. E neste momento meu poema marcou Um monumento ao amor puro de amigo e virtual (CARLOS SEMEDO-02-10-2013-SINTRA)


SUELLI Sinto UMA PRESSÃO EM MIM QUE ME LEVA A VOAR EM SONHOS Sonho nos teus olhos Sonho nos teus mamilos Que não vejo mas sinto Debaixo dessa roupa simples Dessa estar sem conflitos Sonho-te sentada a meu colo Contando histórias ou lemas Passando as mãos em meu cabelo Com a ternura do te olhar-to EM Transe Nada espero de ti senão paz. E lentamente o tesão Nos há-de surgir Como uma lava de vulcão E nossos corpos dançarão a valsa de amar

Senti teus dedos percorrendome encontrar Senti o teu hálito nos meus lídios secos

Senti saboreei e peguei no teu corpo pequeno Como o duma borboleta e num gesto de ternura tu te deixaste levar para meu pombal onírico de lua eu ser se agita numa entrega total ( CARLOS SEMEDO- 10-2013-Sintra)


O ADEUS DA SANDRA Meus olhos são rios de cor Meus olhos são gotas de orvalho Em pleno verão nas madrugadas Cheias de sol ou De luar Neste momento eles vertem lágrimas

Pelo Homem que foi meu pai E hoje partiu na viagem sem retorno E nem um beijo de adeus Me deixaram dar em seu Rosto Sofro pois me recordo dele na minha infância Ou mesmo na Juventude ainda de saias Curtas e óculos Lembro-me de suas festas no meu cabelo. Hoje seguiu no combói de um caixão onde dormirá até NOS voltarmos a ENCONTRAR Lá no local dos deuses em repouso onde a Lua não chega nem as madrugadas têm acordar

(ANTÓNIO LEITE DE MAGALHÃES-SINTRA 2013)


UMA ROSA AINDA JOVEM Ao entrar no Jardim Botânicos de Lisboa mesmo no muro pintado a cal branca Te vi Ou antes te senti pois uma rosa ainda botão toda aberta sorria Como Sol de Varão Lindos olhos nesse botão e no caule havia espinhos da vida Os que nos ferem Os dedos os corpo as almas em aromas de sobrevivência Não te li Eras jovem não crescida só em forma de rosa em botão Hoje Recordo esse momento e o que não senti pois não se vê A alma Força das pétalas em lutar contra adversidades naturais Da vida Do tempo pois há outono, inverno e primavera para enfrentar Hoje Ainda não te cheirei nem li mas essa rosa linda radiante Resistiu E se transformou num roseiral vermelho preto deslumbrante Hoje Noutro jardim implantada por mão apaixonada e não é minha Mas os postas cantam a alegria o amor e a tristeza Mereces ainda Pobres palavras sem humor mas simplesmente apaixonadas (ANTÓNIO LEITE DE MAGALHÃES-SINTRA-OT.2010)


Amores virtuais