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Monotipia08

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Monotipia 08 agosto de 2011


Morganna Batista @morgannab http://www.flickr.com/photos/estalarosdedos


O oitavo blá Esta edição da Monotipia chega num divertido clima de esoterismo numérico, já que é a oitava edição e entra no ar dia 08/08. Ainda que a semiótica e o rum nos sobrecarreguem com os significados mais improváveis — para dizer o mínimo — é sempre bom notar que essa edição está uma delicia. Espero que se divirtam com a leitura. Martins de Castro, editor http://www.monotipia.com http://blog.monotipia.com/ http://www.facebook.com/monotipia @monotipia monotipia@gmail.com


Do it


t yourself, Anselmo! Por Nilce Miki Takahashi (com ajuda de Carla Pazin)

A

confiando em nós desde o começo. nselmo é um projeto que nasceu

de uma forma bem inusitada, talvez num ritmo meio “Eduardo e Mônica”, porque tínhamos mais o que dar errado que dar certo neste projeto! O acaso, a paciência, a persistência e determinação, além do apoio mútuo foram grandes aliados nossos para seguirmos em frente. Era uma noite de maio de 2007, estava conversando com minha amiga Carla Pazin via MSN, eu em São Paulo, ela em Sertãozinho (interior paulista), divagando há algum tempo sobre a necessidade grande de criar algo próprio, e ela resolveu me enviar algumas músicas de uma banda carioca independente, chamada Luisa mandou um beijo, e começamos a comentálas, sem nenhuma pretensão. Em duas horas de conversa, percebemos o roteiro de um curta-metragem ali, que já tinha um nome: se chamaria Anselmo, como a música que mais havia nos chamado a atenção! A banda, que sempre dispôs suas músicas sob a licença Creative Commons, aceitou nosso pedido para fazermos um trabalho pessoal e colocarmos em nossos portfólios. O mais engraçado foi não terem se oposto a nada desde,

A produção do videoclipe foi executada de forma independente desde o começo. Com orçamento baixíssimo, resolvemos começar a preparar esse “curta experimental” e dividimos as tarefas por nossas especialidades: eu sou artista plástica e designer, então criaria personagens e cenas animadas e ela, que é formada em Rádio & TV na mesma universidade, a UNESP, ficou com a parte de filmar, dirigir os atores e editar o trabalho. O fim de semana chegou, a Carla havia conseguido os equipamentos emprestados e um elenco bem empolgado para o nosso projeto! Enquanto isso, eu ia pesquisando técnicas de animação e estudando o que poderia fazer dentro do tempo de cada cena. Assim, entre um trabalho em uma empresa e outra, fomos tocando o projeto com verba do nosso bolso (calculamos que cada uma deve ter gasto R$50, da compra das mídias para a câmera ao material usado para as animações) nas horas vagas. Em 2008 mudei para Florianópolis, onde trabalhei na produção do primeiro longa-metragem animado em stop-motion brasileiro, chamado “Minhocas, o filme”, da Animaking, e precisei interromper minha pro-


dução por alguns meses: ela voltou para Bauru, tentando a pós-graduação na UNESP.

gente ameaçando cortar verba se cada uma não fizesse uma coisa parecer o que não queríamos, por exemplo.

Retomamos o projeto entre nossos altos e baixos, voltei a São Paulo, quase enlouquecida, é verdade, porém não tendo desistido de transformar nosso sonho em um sonho que pudesse ser assistido por muitos foi o que nos motivava a continuá-lo.

Acreditar na capacidade de poder criar algo inédito, como diz a música e nosso Anselmo procura fazer durante essa pequena história, foi um prazer enorme que senti em reproduzir técnicas de animação tão antigas, brincar com o visual de como deveria ser o resultado de cada técnica pela ótica do nosso personagem, de ingenuidade naïf e feliz por ainda ser livre. Dessa forma, foram surgindo a Lygia (Fagundes Telles), os personagens “Cego Antônio” e “Manuel”, importantes ícones do cinema novo, a invasão alienígena registrada naqueles negativos!...

Enfim, no início deste ano, finalmente, tomamos coragem e resolvemos enviá -lo para alguns festivais. Agora, falando sobre o que significa “Anselmo”, não apenas como nosso filho (sim, pois é assim que carinhosamente nós o chamamos), mas de um ponto de vista autocrítico, poderia dizer que apesar de ter demorado tanto tempo na gestação desse projeto, eu tenho orgulho por toda a liberdade que nos demos para criá-lo. Sem medo, sem cobranças, sem hominho na orelha ameaçando de peito estufado por sermos duas garotas produzindo, sem

A Carla filmou as cenas tendo como referência o movimento Dogma 95, lançado pelos cineastas dinamarqueses Lars Von Trier e Thomaz Vintenberg, com a luz natural das cenas, com a câmera na mão, sem uso de tripés, a cenografia meio desleixada

(porém, dentro da realidade que pretendemos para nosso garoto!), na estética do cinema novo, de Gláuber Rocha, no experimentalismo de Buñuel, na atmosfera pueril de Anselmo. Portanto, realizar o videoclipe “Anselmo” não teria sido possível se, além de nós, algumas pessoas não compartilhassem nosso desejo. Agradeço imensamente a banda Luisa mandou um beijo, em especial ao Fernando, que é um artista talentoso e quem nos apoiou neste projeto, ao elenco, muito importante por terem encarnado o Anselmo, o Gláuber, o Buñuel, Antônio Valter Chiaratti Canesin, Felipe Ferreira e João Eduardo Chiarati Trevisan; às pessoas que emprestaram os equipamentos, a casa, a quem me deu desconto na Casa Arai e na Momotaro para os materiais.

Assista:

http://vimeo.com/nilcemiki

Conheça a banda “Luisa Mandou um Beijo” em

www.luisamandouumbeijo.com/


SapoBrothers

Rafael dourado @sapobrothers

http://www.sapobrothers.net


Rafael Marรงal @rafaelmarcal

http://www.profeticos.net


VĂĄ de barca com

Laudo Ferreira Batemos um Ăłtimo papo com o Laudo, sobre quadrinhos, blogs e, sobretudo, sobre as inĂşmeras vantagens de viajar de barca.


Monotipia: Vamos começar falando sobre sua formação. Laudo Ferreira: Sou autodidata. Aprendi na escola do “Eu mesmo”, como muitos desenhistas. Porém, tive a sorte de conhecer muitos artistas, grandes mestres da arte seqüencial, como Jayme Cortez, Shimamoto, por exemplo, que muito, muito me inspiraram. Shima, por exemplo, um grande amigo, me inspira até hoje. MT: Quais são as suas principais influências, no que se refere a movimentos e/ou artistas, formatos e materiais? LF: Comecei a ler quadrinhos muito cedo. Curiosamente nunca fui de ler coisas como Disney, por exemplo. Lia muito Flash Gordon, Mandrake, Fantasma, Princepe Valente, isso lá pelo início dos anos 70. Depois vieram os super-heróis Marvel e DC, que naquela época não tinham toda essa adoração como hoje, mas a molecada gostava e por fim, veio os quadrinhos nacionais, isso ainda nos anos 70. Nico Rosso foi um artista dos quadrinhos nacionais, embora ele mesmo fosse italiano, que muito me marcou, principalmente na coisa das hq’s de terror e na forma que desenhava suas mulheres. Depois já nos anos 80 vieram os europeus, principalmente Moebius, Manara e Crepax e é claro, teve Laerte, Angeli, Glauco. Muita coisa me influenciou. Mas os principais são estes. Em contrapartida, sou um cara que procura sempre estar antenado com o que está rolando e não há outro meio de ser, portanto muito do que os novos autores, principalmente os nacionais vem produzindo, me despertam grande interesse e nisso, claro, de uma maneira muito boa, também gera influência. Fazendo-me crer que realmente que o

aprendizado não para nunca. MT: Como é sua dinâmica de trabalho? LF: Meu trabalho dentro do estúdio consome o dia todo muitas vezes. Procuro ir num ritmo que não desgaste e que fique prazeroso, mesmo quando estou em trabalhos diferentes e que não são quadrinhos. Com a maturidade, digamos assim, tenho aprendido a ser mais paciente com meu processo de criação de histórias em quadrinhos: valorizando muito mais a questão de depurar o trabalho para ele que ganhe na qualidade e consequentemente tudo saia bem, tanto para mim quanto para quem for publicar e principalmente para quem for ler. Aí todos ganham, principalmente o leitor. Claro que há casos e casos e, para cada um há seu tempo. Mas aprendi a negociar prazos. E isso, se estende na minha parceria com o Omar nas cores e algumas vezes quando ele é o arte-finalista. MT: Por que contar histórias como "O Auto da Barca do Inferno", "Histórias do Clube da Esquina", "Yeshuah", “O Magnífico Sr. Caramelo”, “O mistério da mula sem cabeça”? LF: Contar boas histórias é isso. Óbvio que não existem mais histórias “originais”, mas contar uma boa história com personagens de perfis interessantes, isso sempre me atraiu. Poder mexer na coisa da narrativa e quando der, trazer o leitor para isso e brincar, digamos assim, com as expectativas dele para com o seu trabalho. Basicamente é isso aí. Não importa qual tipo de histórias, indo desde uma série erótica como foi a da Tianinha, passando por coisas como “O mistério da


mula sem cabeça”, “Yeshuah”, “Histórias do Clube da Esquina” e por aí vai. MT: Fale sobre seu mais recente projeto, O Auto da Barca do Inferno. LF: Conheço esse texto do Gil Vicente há muitos anos e veio pelas mãos de minha esposa, que é atriz e trabalhou durante muito tempo em uma das montagens mais populares do teatro brasileiro de “Auto da barca do inferno”. Os personagens que desfilam nessa história, sua contemporaneidade, seu perfil caricatural de muitos tipos que ainda hoje fazem parte de nossa sociedade, foi o ponto principal do meu grande interesse em fazer essa adaptação. Por outro lado, há a figura do diabo, que aqui, é apresentada de uma maneira jocosa, debochada, irônica, sem nenhum caráter assustador ou qualquer coisa do gênero, por mais que a figura apresentada seja diretamente ligada à versão que a igreja católica criou. O humor na situação geral é bárbaro: um cais situado num indeterminado lugar, onde todas as pessoas já estão com sua cadeira cativa na barca que irá rumo ao inferno, acreditam que na verdade irão para o céu, pois claro, se julgam merecedoras de tal bônus derradeiro. O diabo que a todos recebe permite numa primeira que essa ilusão ainda fique na cabeça dessas pessoas, para depois, quando a barca do céu as rejeita, vem finalmente recebe-las com tudo que lhes é de direito nessa “barca infernal”. Embora tenha, conforme disse, uma base nos dogmas católicos, inclusive pela época que Gil Vicente escreveu, o texto em si é carregado em muitas vezes de um humor corrosivo, debochado, passando longe de qualquer possibilidade moralista católica.

Por tudo isso, estava perfeito para trabalhar nessa adaptação para os quadrinhos, mesmo cumprindo os interesses que uma adaptação de um texto dessa qualidade tem para uma editora dentro das questões comerciais, mas por outro lado cabia direitinho dentro de conceitos de se contar uma história e que me faz a cabeça como autor. MT: Por que contar as Histórias do Clube da Esquina? LF: É um trabalho autoral. Um trabalho pessoal. Mas antes de qualquer coisa, é a minha forma de homenagear o trabalho do Milton e de toda essa turma tão importante para a história de nossa cultura. A música do Clube da Esquina está na minha vida há muitos anos, muitos e foi muito forte sua influência durante um período, no meu jeito de pensar, de ser e tudo mais. Foi um desafio pensar em qual seria o jeito de contar numa HQ a história dessa turma, pois há muita coisa e o principal, contar essas histórias de uma maneira isenta do lado admirador, do fã, não negando a beleza da arte deles, mas apresentando de uma maneira digamos, mais tranqüila. E mexer com histórias, canções, artistas, que você conhece e admira desde muito moleque, desenha-los, tê-los como personagens de uma história que você está construindo para um livro, foi algo emocionante. MT: O que Yeshuah é para você? LF: Produzir essa HQ é o meu maior desafio profissional, como criador, como desenhista, como roteirista, como um pensador sobre as coisas, até o momento. Além de mais de dez anos que vem tomando sua produção, há o desafio da arte a ser feita, o procurar arrancar


o melhor que posso dar, o melhor que posso tirar de um aprendizado do produzir. Há realmente a questão de debruçar sobre o roteiro e pensar nele, driblar os excessos e as trombadas com o ego. Isso mesmo, o assunto possibilita algumas derrapadas em que se pode cair no óbvio. De uns cinco anos para cá venho trabalhando em mim, questões espirituais, interiores. Livres, ou tento que seja assim, enfim, livres de dogmas e ranços religiosos e castradores. Uma outra conexão. Muito já foi obtido. Muito já foi entendido e isso ainda é nada. Mas vamos adiante. Então essas intenções, digamos assim, tento transpor para a história de Yeshuah. Por isso, até aceito e entendo quando falam que esse quadrinho se trata de uma “visão mais humana”, “uma visão mais histórica” sobre a vida de Jesus. Que existe esse ou aquele texto apócrifo, “aquela pesquisa que releva tal coisa”, respeito tudo e até uso com alicerce em muita coisa nesses dois primeiros volumes que foram produzidos e nessa última parte que estou trabalhando no momento. Porém, o caminho é outro e nem interessa muito explicitar isso em divagações, pois no geral, de um jeito ou de outro, o leitor parece ter entendido. Óbvio, não é um trabalho autobiográfico, mas fala muito do que passa dentro de mim, mesmo tendo um personagem que não me importa se acreditam nele ou não. O saldo é outro e é ele que importa. MT: Fale sobre O mistério da mula sem cabeça. LF: Alex Mir é um parceiro querido. Uma

figura muito querida, de um coração maior que ele. Sua generosidade como roteirista permite que a gente se espalhe sobre um texto seu e procure mesclar o que se pretende contar visualmente com o que ele conta textualmente. Quando me contou, acho que lá por 2007, sobre a idéia de “O mistério da mula sem cabeça” topei imediatamente. Primeiro porque a sua idéia de como trabalhar esses mitos do nosso folclore era ótima, saindo inclusive do lugar comum. A coisa de como ele tratava o protagonista, que também é uma “misteriosa” figura popular, também foi algo inusitado e charmoso para a trama e por fim, tratava-se de uma história de puro entretenimento e quadrinho é isso também. Foi delicioso trabalhar nesse quadrinho (mesmo com os problemas que permearam a produção com a editora na época, caso que ficou notório). Há uma seqüência para essa HQ e já trocamos umas idéias para trabalharmos juntos para frente.

MT: Sobre os quadrinhos que você tem publicado em seu blog, “O Magnífico Sr. Caramelo e o homem que fugiu de si”, além de “David Escarlate – Herói Intergaláctico” tem grande destaque. Qual a importância da produção de tiras dentro do seu trabalho? LF: O Sr. Caramelo é um personagem criado há muitos, muitos anos atrás. Na época que criei, ele não tinha nome, só recentemente que foi batizado pelo Omar, meu parceiro nas hq’s nas cores. Ele é um terapeuta xamã e claro, trabalha den-


tro de conceitos do próprio xamanismo, assim como do hinduismo e budismo. Coisas que sou extremamente ligado. Não há “vilões” dentro do universo de histórias dele, os vilões sempre são as próprias “vítimas”, como é o caso do “Homem que fugiu de si”, história que venho publicando no meu Blog Mamão. Quem estiver acompanhando as histórias, se já não percebeu, logo irá perceber isso. Essa hq que venho produzindo, na verdade é um “estudo” de como conduzir esse personagem e futuramente penso em transformar isso num álbum, com uma nova história dele e talvez compilando essa que está sendo postada no blog. Isso, provavelmente ocorra após finalizar o Yeshuah III. Nada muito certo ainda. Só estou na possibilidade. Mas as coisas que suas histórias possibilitam e a forma de contá-las me interessa muito, portanto é provável que eu vá por aí mesmo. “David Escarlate, herói intergaláctico” faz parte do pacote de tiras do Blog Mamão, onde nele existem algumas outras seriezinhas, como “O Sr. Kublica e a as musas”, “Eróis”, “Diarianas”, entre outras, além de coisas avulsas. As tiras do Blog Mamão são exercícios de rápidas idéias, raciocínios, estados de espíritos que talvez não rendam uma hq longa ou curta, mas rendem um tira. E David Escarlate vai nessa. O nome vem de um personagem meu de infância, de quadrinhos que, quando moleque fazia, copiando de gibis. No caso, era chupado do Flash Gor-

don, o qual era fãzaço. Lembrei disso há algum tempo atrás e aí resolvi fazer as tiras, deixando a idéia correr solta. Mas há alguns casos de idéias que aparentemente seriam para séries de tiras, coisas rápidas e curtas e que acabaram transformando em algo maior e caindo para outro seguimento, como o caso da hq “As viagens do Capitão Virgílio” que inicialmente pensara para uma série de tiras do Blog Mamão e acabei transformando numa hq e que será publicada na próxima edição da revista “Café Espacial”, a de número 10. Tudo, quase sempre é um exercício no Blog Mamão, como uma seqüência de seis tiras que publiquei diariamente, de segunda a sábado, chamadas “Aquietamento” em que levei o leitor a acompanhar um estado meu de meditação. Um aquietamento da mente mesmo para um momento em que vivemos de intensos bla-blá-blás. Foi curioso ver alguns freqüentadores do blog embarcarem nessa, enfim, a proposta era compartilhar um estado e assim foi.

MT: Onde, além do blog Banda Mamão, encontramos seus outros trabalhos? LF: Além dos meus dois blogs: http:// bandamamao.blogspot.com.br e o de tirinhas http:// blogmamao.blogspot.com há o site do meu estúdio em conjunto com o Omar Viñole

www.estudiobandadesenhada.com.br .

MT: Conte-nos: o que, para além de quadrinhos, você tem produzido? LF: Cuidar do meu filho Gabriel de um ano e meio. Imprescindível e fundamental. Trouxe uma nova luz tanto para mim quanto para minha esposa. Mas meu tempo, fora da família, é todo dedicado ao meu trabalho com desenho e penso nisso quase o tempo todo, pois trabalho com a paixão de sempre. Claro, dedico também uma parte do dia, para leitura. Leio muito e de algum tempo retomei um ritmo que havia perdido. Faço meditação e alguns trabalhos ligados a isso e ao xamanismo. Vejo quase nada de TV. Não dá. Só jornais ou programas, documentários ou filmes que valham à pena. Do resto não quero colaborar com essa enxurrada de baixarias que há por aí. Nos quadrinhos, estou inteiramente de volta ao Yeshuah, trabalhando no terceiro e último volume que pretendo lançar até segundo semestre de 2012.


“Menina Nanquim nº5” Pat Duarte http://criaturasdaminhamente.blogspot.com/


Marco Oliveira Rett @Marc_liveira

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