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Amigo do Piamarta nº16

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AMIGO DO PIAMARTA Informativo nº JUNHO - 2015

Editorial Por que é importante continuar a obra socioeducativa do Piamarta? Por que não podemos desistir de oferecer a quem não tem uma ótima escola? Por que continuar a lutar para oferecer um futuro diferente para muitos jovens? Uma escola pode dar ou ser esperança? As perguntas não calam, pois no meio de tantos desafios para levar adiante o trabalho do Piamarta Aguanambi, às vezes parece lutar contra os moinhos de vento. Trabalhando pela educação de quem se encontra em mil situações de vulnerabilidade, alguém poderia pensar que vai encontrar o apoio de todos e de qualquer organização que se diz em defesa da criança e dos jovens ... Mas não é bem assim! A luta é árdua e defender o trabalho de prevenção e de proteção que estamos desenvolvendo exige muita determinação e muito amor pelo que se faz. Somos determinados, pois acreditamos que para formar uma pessoa de bem, precisamos cuidar da criança e do jovem que nos são confiados em todos os aspectos, pois o Amor é permeado de muito Cuidado pelo outro, sobretudo, se é pequeno ou vulnerável: quem ama cuida! Somos determinados porque acreditamos que para formar uma pessoa de bem, precisamos oferecer a quem estava excluído do sistema, uma ótima instrução em ambientes agradáveis e humanizados. Somos determinados porque acreditamos que para formar um cidadão de bem, precisamos oferecer aos jovens que não as têm, alternativas de profissões e de trabalhos que sejam mais atraentes do que o dinheiro fácil que o trafico ou outros crimes podem oferecer. Somos determinados porque não aceitamos considerar “normal” ou “inevitável” o assassínio de crianças, adolescentes e jovens por motivo nenhum, mesmo que eles tenham enveredado pelo caminho errado! A vida é o valor maior que Deus nos deu. Amamos e defendemos o que fazemos, pois acreditamos que nosso dever é trabalhar pela prevenção; cuidar antes que aconteça; oferecer alternativas às tentações do crime; canalizar as energias e o desejo de poder e de aparecer dos jovens para projetos que respeitam a vida em todas as suas manifestações. Amamos o que fazemos, pois procuramos transmitir os ensinamentos que Jesus nos deixou no Evangelho e que nos faz crescer como filhos e filhas de Deus. Amamos o que fazemos, pois diariamente acompanhamos o desabrochar de pequenos e grandes talentos de quem, às vezes até pela própria família, era considerado incapaz de aprender ou fazer algo que prestasse ... E aí a última praia ( ou última tentativa de salvação) foi procurar uma vaga no Piamarta! Nos esforçamos muito para defender o nosso projeto educativo no qual acreditamos, pois assim estamos formando o que o nosso querido Padre Piamarta desejava: “Profissionais bem formados, Honestos cidadãos e Bons cristãos”. Lieta Valotti

Movimento Amigo do Piamarta Mova-se para o BEM que ele VEM. Sempre que paro pra pensar, falar, escrever ou viver o MOVIMENTO AMIGO DO PIAMARTA,lembro que o próprio Jesus deixou dito no seu Evangelho : “ Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles.” Mateus,18-20. Pois agora, os que fazem o MOVIMENTO AMIGO DO PIAMARTA, já são 1221 e conforme a própria promessa feita por Jesus, ELE está neste MOVIMENTO, pois este é um MOVIMENTO de amor às crianças e jovens que se encontram sobre os riscos da vulnerabilidade social. E não são mais nem dois, nem três, nem cem nem quinhentos, somos mais de mil e duzentas pessoas reunidas em nome das mil e oitocentas crianças e jovens que Jesus e São João Batista Piamarta confiou à Congregação da Sagrada família de Nazaré,dirigida por Padres Pimartinos e aos seus muitos colaboradores entre professores, voluntários, técnicos e a quem mais abraçar esta causa. O Movimento Amigo do Piamarta,ao longo destes seis anos, ganhou visibilidade e chegou a mover muitos corações sensibilizando-os para uma colaboração mais efetiva junto à missão dos Padres Pimartinos. Em 2014,quan-

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do se conferiu a arrecadação das doações em dinheiro este Movimento, contribuiu com R$ 171.401,36. Esta soma foi revertida em benefício diretamente às nossas crianças estendendose muitas vezes até as suas famílias.Tudo que se recebe se transforma em mais escola,mais alimentação, mais lazer, mais alegria, mais abraços, mais afetos e mais sorrisos para as crianças e para a comunidade educativa. Tudo vira em entusiasmo e vontade de fazer melhor o que se tem feito até agora. Muito temos a agradecer ao empenho do Pe. Ivo Nardeli na organização do Bazar Beneficente de mercadoria doada pela Receita Federal; essa ação foi de fundamental importância no início do ano letivo. Agradecemos ao grupo de Campeonato Cearense de Rally que fez doações de 79 cestas básicas. E nossa gratidão se estende também aqueles que anonimamente chegam junto e doam conforme suas possibilidades ou disposição do seu coração. É assim que o amor se espalha no mundo e a oração se transforma em ação. E se, Jesus, está onde estiverem dois ou três, imagina onde estiverem mais de 1200... Vamos seguindo, o MOVIMENTO não pára, consulte nossa agenda de ação e se envolva. Novidade vem por aí... Mova-se para o BEM que ELE vem, e o mundo melhora para todos. Galeára Matos de França


VIOLÊNCIA - 2 Jovens e criminalidade: punir ou recuperar ou educar? O tema da violência está obrigatoriamente entre os mais inflamados na sociedade brasileira. “Obrigatoriamente” porque não é possível que um problema que alcançou os números que ela apresenta passe despercebido por aqueles que sofrem suas consequências; por isso, não apenas é justo, mas essencial que a sociedade e os políticos que lhe servem (se servem) discutam a questão. O problema é que se de um lado é necessário que haja a discussão, de outro, nem todos têm ideias claras que possam iluminar uma proposta de solução e o que se vê em muitos casos é a soma de confusão numa situação que por si já é bem difícil. O risco mais comum na falta de clareza é a colocação equivocada do problema o que resulta naturalmente na sugestão de uma resolução que, não passando de meia verdade, resta sempre uma meia mentira. Em outras palavras, quando o problema é mal formulado ou se tem uma solução impraticável ou concretamente inútil. A questão mais colocada atualmente é aquela da maioridade penal. O nosso interesse aqui é simplesmente discutir se é este o verdadeiro problema da violência no Brasil e em Fortaleza, particularmente. É inegável que a participação de jovens na criminalidade aumentou de forma alarmante nos últimos anos. As fontes que comprovam esta afirmação são tantas que nem é necessário citá-las diretamente. De fato, ninguém duvida disso. A solução para alguns seria (logicamente) penalizar os infratores, e para que fazem esse discurso, qualquer opinião contrária parece desresponsabilizar quem delinque. Aqui, portanto, não queremos entrar no mérito desta questão por acreditar francamente que, partindo de um problema mal colocado, só chegaremos a uma solução enviesada. Indiferentemente à maioridade penal serve a pergunta pela finalidade da aplicação de uma pena. Afinal, o que a sociedade quer ao punir quem comete delitos: recuperá-lo ou simplesmente puni-lo? Para a punição, sinceramente, não é o caso de grande reflexão, mas se a questão é a recuperação para a reinserção do indivíduo no mecanismo social com certas competências e disposições, aí sim, urge um grande volume de questões que simplesmente não aparecem nos fóruns que atualmente debatem sobre a maioridade penal. Outro problema é generalizar a presença da violência como se ela estivesse em todo lugar da mesma forma. Que esteja em todo lugar não duvidamos, mas a forma é certamente variada e condicionada, sobretudo, pelas condições sociais. É evidente que numa sociedade consumista, o acesso aos bens de consumo é a cifra de todos os fenômenos sociais, inclusive o da violência.

Portanto, uma solução que não queira ser apenas uma meia verdade, deve levar em conta a relação entre violência e condição socio-econômica. Para comprovar, podemos tomar o exemplo de Fortaleza e ver o que isto significa a partir da análise de dois períodos recentes: o mês de janeiro e o feriado de carnaval. No primeiro mês deste ano, foram registrados na capital cearense, segundo a Coordenadoria de Medicina Legal, 229 homicídios. O dado é escandaloso, porque tratamos de um intervalo de 31 dias. A questão é decidir se o analisamos indistintamente e de forma generalizante ou se o esmiuçamos para reconhecer que deste número total, 167 se deram em bairros do chamado “cinturão vermelho da criminalidade”. Em outros termos, de cada quatro assassinatos, três ocorreram nos bairros mais afastados da zona nobre da cidade. Quanto ao período de carnaval, neste “cinturão” foram registrados 95% dos 25 homicídios praticados na capital cearense. O aspecto que colocamos agora é se a solução para o problema da violência deve levar em conta estes dados? As repostas devem considerar a desigualdade do acesso a bens sociais? Em novembro de 2014, por exemplo, o jornal Tribuna do Ceará publicou uma matéria

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que de um lado, comparava o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano, que avalia renda, educação e longevidade) do bairro Meireles, ao da população da Noruega e, de outro, lembrava que Fortaleza é a terceira capital com pior IDH do Brasil, ou seja uma das mais desiguais. Isso tem a ver com o fato de ser também uma das mais violentas? Talvez ajude na resposta a comparação do IDH do bairro já citado, de 0,953 (1 é o máximo) com outro, que a duras penas chega a 0,119, numa cidade onde 75,7% dos bairros não chega a 0,5. Se levarmos em conta todos estes dados e considerarmos igualmente que a presença da violência, na sua forma mais brutal, se impõe, sobretudo, entre os mais pobres, uma solução real deve levar em conta o acesso a condições justas de trabalho assim como a uma boa educação, quer na qualidade das escolas, quer no espaço público que permita o desenvolvimento dos jovens. De outra forma, será sempre, repetimos, ou uma meia solução ou mesmo uma solução inútil. Nossa intenção julgamos alcançada, por ser ela absolutamente simples: colocar as questões que estão por trás daquelas mais debatidas. A idade dos infratores não deve ser de modo algum o cerne da questão a menos que uma sociedade inteira não esteja disposta a enfrentar o problema real que é o do acesso compartilhado a bens sociais. O Piamarta trabalha para que seus jovens se engajem na construção de um mundo verdadeiramente novo onde a violência é vencida pela educação e pela cultura. De fato, a intuição de São João Batista Piamarta, que inspirou Padre Luis Rebuffini, não é a mera promoção de um grupo de jovens, beneficiados por estudar numa determinada escola, mas o audacioso projeto de mudança da sociedade a partir de dentro pela verdadeira educação daqueles que talvez não tivessem acesso a ela. Os resultados já se espalham, e como fermento parecem pequenos diante da massa, mas, tanto quanto o fermento, são absolutamente indispensáveis. Nós acreditamos na mudança, porque trabalhamos por ela, vendo acontecê-la muitas vezes e até diariamente. Pe. Judikael Castelo Branco

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EDUCAÇÃO - 2 Paulo Freire e a educação Piamartina

Em tempos de “Erradicação da Pobreza” e de “Brasil Carinhoso”, o Piamarta saiu na frente. Aqui há mais de 40 anos se faz da Educação um “Compromisso Social”. Cuidando carinhosamente para erradicar a pobreza de onde vem sua população atendida, esta escola nunca se afastou do ideal do seu fundador Pe. João Piamarta,que “sempre viu na educação e no trabalho ,o meio mais seguro para derrotar a pobreza”, por isso esta escola tornou-se uma referência de educação para o nosso Estado. Imagino Paulo Freire com seu sorriso manso e largo, não se contentar de ver o exercício vivo de sua “Pedagogia da Autonomia” nas salas de aula,nas oficinas, no campo, no esporte nas artes ou ainda espalhada pelos pátios nos momentos de lazer. Para Paulo Freire, a etimologia da educação significa: Precisamente um movimento de fora pra dentro e depois vem de dentro pra fora. O resultado deste movimento é a autonomia, é a transformação. Os alunos desta escola aprendem cedo que são agentes transformadores da sua história, e da história dos seus semelhantes. O diferencial nos professores desta escola é perceber que: “Quando os alunos veem, é claro, eles trazem com eles, dentro deles, em seu corpo, em suas vidas, eles trazem suas esperanças, desesperanças, expectativas, conhecimento, que obtiveram, vivendo lutando ou se frustrando. Não há dúvida de que eles não veem de mãos vazias. Chegam carregados de coisas”. (Paulo Freire) Pois é com estas “coisas preciosas” que técnicos e professores refletem e elaboram o currículo e as estratégias de ensino. Na educação piamartina, tal como nos pressupostos de Paulo Freire, as crianças adquirem a “Consciência Crítica” de que a realidade é mutável. Por isso, aqui elas desejam, aspiram, sonham com mudanças para si e para seus familiares, amigos e vizinhos.

“Através do trabalho qualificado, o pobre pode aspirar melhorar na escala social e promover-se com suas próprias forças” (Pe. Piamarta). Para isto a educação profissional desta escola é de excelência. Para Paulo Freire: “Não há educação sem amor”. Para Pe. João Piamarta: “Amar... Amar... Amar... porque o amor Compreende, Acolhe e Recria”. É neste encontro de ideas que o Piamarta faz da Educação um “Compromisso Social” tão necessário aos nossos dias. Quando uma escola assim abre suas portas toda a cidade celebra e todos os Coral Infantil meninos e meninas saem às ruas pra ver a banda passar tocando coisas de amor. (Este artigo foi publicado no jornal O povo em julho de 2012, adaptado para esta coluna.)

Galeára Matos de França.

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Banda Piamarta

A arte educa. Desde sempre o Piamarta educou através da arte. Todos em Fortaleza conhecem a Banda Juvenil Dona Luiza Távora que começou em 1972, ano em que o próprio Piamarta iniciou as atividades. Na foto podemos ver os integrantes da Banda de 2015. Em 2014 começou também o Coral Infantil que está se aperfeiçoando concerto após concerto.

Coral Infantil

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PÁSCOA PIAMARTINA

Piamarta Aguanambi

A Semana Piamartina Com o objetivo de unir professores e alunos numa mesma linguagem e sentindo-se uma só família aconteceu a semana Piamartina entre: sorrisos, palmas, cantos, danças, ensaios, torcida, união, fraternidade. Tudo isso num clima de harmonia e alegria. Um sonho realizado, no qual jovens e crianças puderam conhecer aquele homem que se dedicou tanto à juventude, o nosso querido São João Batista Piamarta. Passada a semana, nos intervalos de aula, para a minha satisfação sou abordada por muitos jovens da seguinte maneira: “Tia, a semana piamartina foi a melhor semana da minha vida!” “Foi uma emoção ímpar, pois conheci outros alunos que eram de outra turma e ganhei novos amigos” E agora digo: fico muito feliz em levar um pouco de espiridualidade e conhecimento piamartino a outras pessoas e propagar que o coração do Piamarta é local da morada da juventude. Gabriele Bezerra (Educadora social)

Depoimento dos Alunos

A semana piamartina foi um evento lindo! Foi uma oportunidade onde cada um dos alunos mostraram seus dons e talentos atravérs das artes, o que foi algo espetacular. Ver as turmas de alunos e professores empenhados para sua apresentações, a escola enfeitada, tudo estava muito lindo. Espero que esse evento aconteça varias vezes.

A páscoa é a principal celebração do ano litúrgico Cristão e também a mais antiga e importante festa cristã. O domingo de Páscoa marca o ápice da Paixão de Cristo que é precedida pela Quaresma, um período de quarenta dias de Jejum, orações e penitências seguida de um período de cinqüenta dias chamado “Época da Páscoa”, que por sua vez, estenda-se até o domingo de Pentecoste que há de vir.

No Centro Educacional da Juventude Padre João Piamarta - Aguanambi, a Páscoa, este ano foi muito bem celebrada: houve grandes momentos de reflexão. No primeiro momento, com alunos e professores no Ginásio, meditando sobre o que era a Páscoa, com um só objetivo, o de valorizar as ações de Cristo, assim como reconhecer na nossa pequenez a presença de Deus no nosso dia-a-dia (na nossa caminhada de aluno e professor). Depois peregrinando com a cruz até a capela, presenciamos a confirmação de que não há salvação sem a cruz (sofrimento) e que o homem não pode ser salvo por si mesmo, mas precisa de Jesus. Vimos assim, a importância da cruz para a Fé. Na Capela, tivemos momentos de muita espiridualidade, como o “lava-pés” encenado pelos alunos, que nos mostrou atos de solidariedade, de compaixão e humanidade representando a verdadeira vontade de Deus sobre nós, o “servir ao próximo”. Tivemos ainda o momento da “via sacra” com os professores relembrando a paixão e morte de Jesus na Cruz, caminhando e contemplando as principais cenas da saga de Jesus, não apenas uma forma de olhar para o passado e sim procurando aplicar sua lição nos dias de hoje, nos fazendo repensar sobre as questões atuais como a fome, o desemprego e o nível de educação tão precário, dentre outras. Concluímos com a Celebração da Santa Missa, que congregou todos os alunos e professores a participarem dessa Eucaristia. Assim, peço a Deus que nessa Páscoa realizemos esse ritual de mudanças e deixemos a luz do nosso doce e amado Jesus ressurreto iluminar e guiar nossos passos e caminhos. Feliz Páscoa!

Débora Emilly (1° ano II)

A semana piamartina foi um envolvimento muito grande de todas as pessoas da escola. Foi multo gratificante partecipar desse evento. Foi uma organização muito linda. Matheus Iury (1º ano II)

A semana piamartina superou minhas expectativas, pois as danças, teatro, músicas... foi uma apresentação espetacular. Foi um aprendizado que será lembrado por toda minha vida. Francisco Ruan (1º ano II)

MÃE UM SER ILUMINADO

Professora Vânia

Dia 16 de maio de 2015, a Escola mais uma vez proporcionou às mães um momento de alegria, de dedicação, de retribuição àquelas que permanecem com os seus filhos em nosso convívio, confiantes de que através da educação, são orientados e conduzidos a construírem um mundo de paz e justiça para todos. Foi uma festa inesquecível, um grande encontro de amor entre mãe e filhos, que estão em sintonia com Deus, culminando com a celebração presidida por Padre Ivo Nardelli e coocelebrada por Padre Giancarlo Caprini. Na ocasião, assistiram também, às homenagens feitas pela banda, além de belas apresentações dos alunos do Lar Nazaré, Casa da Criança e Piamarta-Aguanambi, bem como, o sorteio de brindes e um lanche delicioso servido a todos os presentes.

Foi gratificante para a Instituição ver os olhos de cada mãe, brilhando a cada abraço, a cada beijo, a cada afeto manifestado por seus filhos. Sabemos que a missão da Escola é tão nobre quanto a de uma mãe, que no auge da sua plenitude, se emociona, busca superar obstáculos, acredita em seu potencial e até é capaz de dar a própria vida em troca da felicidade de seus amados filhos, felicidade compartilhada ao perceberem que estão lendo, escrevendo, se profissionalizando, dançando, recitando poemas de gratidão, virtude maior de nossa Instituição, demonstrando todo amor e carinho a todos que vivenciam a missão especial de espalhar através de sua luz, tudo o que Deus desejou e idealizou: o amor, a paciência, a esperança, a união, o companheirismo, a dor, a abnegação e o compromisso com o futuro de se tornarem bons cristãos e honrados cidadãos. É por isso que a Escola piamartina acredita na missão de que educar é um ato de amor, de doação, e que este sentimento tornou-se um elo importante entre a escola, mães e filhos, formando assim, a família piamartina.

A IMPORTÂNCIA DE LER Você consegue imaginar um mundo... Onde ninguém saiba ler? Mergulhe neste mundo e vamos refletir... O que iremos encontrar aqui? Pessoas que falam errado, Sabem pouco, entendem pouco, Gabriel Vieira (8º 1 Tarde) E o pior de tudo... Não podem estudar. Tudo isso por quê? Essa é a necessidade de saber ler e escrever. Talvez um dia aprendam.. Mas este é o presente que já não pode ser mudado.

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Beijos históricos. Profª. Marieta Gomes

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Casa da Criança e Lar Nazaré

Coroação de Nossa Senhora

“Não sei se a Igreja subiu ou se o Céu desceu”. Só sei que foi maravilhosa a sensação de presenciarmos a coroação de Nossa Senhora, realizada pelos alunos da Casa da Criança e do Lar Nazaré. Tinha “anjos voando nesse lugar”. Sim, porque sentimos a força do Espírito Santo nos energizando, nos acolhendo, nos protegendo, nos trazendo paz. Sim, porque o próprio Deus esteve aqui e pôde ser percebido pelo silêncio daquele final de tarde em que prestamos homenagem à Mãe de Jesus. Meninos e meninas se vestiram de branco, azul, vermelho ... Colocaram asas, cantaram e ofertaram presentes à Nossa Senhora. Meninos e meninas que tornaram aquele momento tão emocionante! Foram apenas anjos em torno do altar!

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Flávia Maria Campos de Oliveira

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CONHEÇA PADRE JOÃO BATISTA PIAMARTA - 2 CRONOLOGIA - SEGUNDA PARTE 9 de março 1900: inicia a Pia Sociedade da Santa Família de Nazareth. 25 de maio 1902: emite profissão religiosa na Pia Sociedade com outros 11 sacerdotes e irmãos coajudores. 28 de maio 1902: se celebra o primeiro Capítulo Geral da Pia Sociedade, e é eleito Superior Geral. 19 de março 1907: é inaugurada a igreja do Instituto Artigianelli. 23 de dezembro 1908: a Pia Sociedade é definitivamente aprovada por Monsenhor Giacomo Maria Corna Pellegrini, bispo de Brescia. 15 de março 1911: inicia com Madre Elisa Baldo a Pia Sociedade das Auxiliadoras. 25 de abril 1913: morre na Escola Agrícola de Remedello Sopra (Bs). ***** 25 de abril 1926: o corpo de Padre Piamarta é transferido na igreja do Instituto Artigianelli. 11 de fevereiro 1943: é apresentado o pedido a Monsenhor Giacinto Tredici, bispo de Brescia, para que inicie o processo canônico pela canonização de Padre Piamarta. 6 de maio 1943: inicia o processo diocesano informativo. 29 de março 1963: com o início do processo apostólico, é introduzida a causa de canonização pelo Papa João XXIII. 22 de março 1996: são reconhecidas as “Virtudes Heróicas” de Padre Piamarta e é proclamado Venerável. 8 de abril 1997: é proclamado o decreto “Super Miraculo”. 12 de outubro 1997: é proclamado Bem-Aventurado pelo Papa João Paulo II. 21 de outubro 2012: é proclamado Santo pelo Papa Bento XVI. “O amor do Deus é um poderoso promotor do amor pelo homem” São João Batista Piamarta Na década de noventa foram publicados três estudos muitos importantes, as “Cartas do Pe. Piamarta e de seus correspondentes” com a fundamental introdução de Nicola Raponi e a biografia escrita pelo Pier Giordano Cabra “Piamarta” e, no final da década de noventa, o livro “A Colônia Agrícola de Remedello Supra. Estudos para o centenário” que nos oferecem a contribuição de Cabra em “O método educativo de Pe. Piamarta e de Pe. Bonsignori” que é o méis importante e significativo estudo publicado sobre a pedagogia piamartina. As cartas ainda ressaltam a importância do projeto do “Instituto dos pequenos artesãos” que surgiu de uma grande intuição e de uma atenta leitura da realidade daquela época por parte do Pe. Piamarta, de uma atenta e corajosa observação do avanço da modernidade. Através das cartas se percebem os problemas da sociedade italiana, a transição entre a sociedade camponesa e aquela industrial, o problema do analfabetismo, da pobreza, dos conflitos sociais, das greves, a exploração do trabalho infantil e a falta da formação profissional. Essas cartas mostram a originalidade da obra do Pe. Piamarta e são uma fonte histórica da sociedade religiosa, da real contribuição das

novas congregações religiosas ao desenvolvimento da sociedade italiana. Nicola Raponi, agudo pioneiro de novas linhas de pesquisa, mostra a originalidade e a especificidade do Instituto da Sagrada Família de Nazaré, o que define como algo de uma segunda e mais avançada fase criativa daquela época como aquela de Dom Bosco, do Irmão Cabrini, de Dom Guanella, de Dom Orione e aquela de Piamarta que ele define como “institutos com uma mais clara caracterização social”. Em Brescia, nas primeiras décadas de 1800, nasceram várias fundações religiosas, Pe. Piamarta as conhecia mas a Sagrada Família de Nazaré se caracteriza por ter uma espiritualidade mais atenta à necessidade de uma presença cultural do catolicismo no mundo moderno e por uma visão mais sensível e aberta sobre os problemas do mundo do trabalho e a necessidade de dar uma formação profissional para os jovens. A partir desta consideração, Raponi marca agudamente a distinção entre o Pe. Piamarta e o Pe. Pavoni: a vontade do Piamarta era de proporcionar aos jovens uma formação profissional específica, uma especialização e a fundação de uma Congregação que promovesse um novo tipo de religioso. O religioso trabalhador que escolhe como regra de vida e como caminho para a perfeição evangélica o trabalho manual. As cartas documentam as origens e o desenvolvimento do “Instituto dos pequenos artesãos” que formou muitos trabalhadores especializados para a indústria bresciana e se difundiu tanto que quase todos os trabalhadores especializados das indústrias brescianas advinham do Instituto piamartino. É fácil hoje entender, observando a história bresciana deste século, o que esta ideia do Piamarta comportou no mundo do trabalho de Brascia e do território brasciano, no estilo de vida e na forma de entender e praticar os valores religiosos. Esta eficaz ideia não tem que ser vista somente pelo lado da preparação técnica, ma também e talvez sobretudo, à formação moral e religiosa. Atrás deste grande sucesso está uma filosofia de trabalho como valorização das atitudes, do comportamento como instrumento de educação e de crescimento da personalidade, inseparável e imprescindível da educação moral e civil, e isso não somente no âmbito da formação para o trabalho industrial mas também para a formação agrícola. Domenico Abbate

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AGENDE-SE 09 de Agosto, 7h: IV Corrida e Caminhada Cidadã – Pe. Elvis Marcelino. 20 de Agosto, 19h: VII Noite do Bem. Encontro dos que fazem Operazione Lieta - Itália e Amigo do Piamarta - Brasil. 12 de Setembro - Dia do Ex-aluno(a) Piamartino(a). 17h: IV Encontro de ex-aluno/ex-aluna. Se rever faz bem ao coração. 17 de Outubro: Comemoração do dia dos/das Professores/as 22 e 23 de Outubro: XIII Mostra dos Cursos Profissionalizantes. 28 de Novembro, 19h: II Concerto da Banda Juvenil Dona Luísa Távora: “Pais : Filhos” 03 de Dezembro, 18h: III Festa da Gratidão para os/as Amigos / as Amigas do Piamarta.

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PIAMARTA:

DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ADULTOS

O Centro Educacional Piamarta segue sua trajetória na educação e na formação profissional que corresponde, respectivamente, à promoção para a vida e para o mundo do trabalho. Esse trabalho de décadas que impacta a economia e a sociedade cearense destina-se a adolescentes, jovens e também a adultos. Principalmente nesses últimos 5 (cinco) anos, além do atendimento preferencial e gratuito a adolescentes e jovens, o Piamarta Aguanambi tem realizado o binômio “qualificação profissional” e “solidariedade” no atendimento a adultos, especialmente os colaboradores diretos de empresas ou indústrias locais. Trata-se também de um projeto alternativo na geração de renda visando à manutenção do projeto social do Piamarta. Sob o slogan “aqui sua qualificação profissional ajuda crianças e adolescentes mantidos pelo Piamarta”, são ofertados cursos com preços acessíveis aos interessados da comunidade em geral, aos sábados, nos turnos manhã e tarde. Os cursos são agrupados nas áreas de metalmecânica e construção civil, quais sejam: Torneiro e Fresador Mecânico, Programação de Máquinas CNC (torno e centro de usinagem), Solid Edge e NX CAM (licenças doadas pela parceria Piamarta e Siemens), AutoCAD Básico e Intermediário e Elaboração de Projetos de Instalações Prediais em AutoCAD. Nesses cursos são matriculados colaboradores de

importantes empresas locais da área metalmecânica e atendidas as ferramentarias de pequeno, médio e grande porte.

Os cursos do Centro Educacional Piamarta são buscados devido a qualidade que possuem e o reconhecido valor percebido nos muitos profissionais já encaminhados ao mercado de trabalho, que hoje se destacam nas diversas empresas. Uma demonstração do reconhecimento pelo valioso trabalho do Piamarta, seja na educação seja na formação de profissionais, acontece quando, pessoalmente, tenho recebido vários elogios de profissionais que hoje se qualificam nos cursos externos, ofertados aos sábados, na modalidade a pagamentos, os quais possuem como finalidade a qualificação dos interessados e a solidariedade destes ao projeto social do Centro. Em um dos casos, o colaborador de uma grande indústria cearense me perguntou: “Professor, como faço para meu filho estudar no Piamarta?”. Ele continuou dizendo: “Em algumas empresas que trabalhei tenho

PROJETO DE ACOMPANHAMENTO EXTERNO Como tinha sido planejado nos últimos meses, em Abril começou o projeto de acompanhamento externo, concebido para nos permitir acompanhar por mais um ano os meninos e as meninas que, por várias razões, saíram da nossa instituição no ano passado. É a primeira vez que o Piamarta experimenta um programa deste tipo, cujo objetivo é acompanhar a reinserção dos meninos em suas comunidades, juntar informações sobre o percurso educativo que estão conduzindo agora e avaliar os progressos das situações familiares. Os responsáveis pelo acompanhamento são a assistente social Maria do Socorro Martins de Lima e o educador Gleison Alves do Nascimento, que duas vezes por semana visitam as famílias dos meninos que fazem parte do programa. Eu também participo destas visitas, para poder relatar aos padrinhos a situação dos meninos que eles se comprometeram em ajudar. Devo dizer que não é fácil para mim. Todos nossos meninos entraram no Piamarta porque suas famílias se encontravam em condições difíceis: pobreza, carências, contato com as drogas, desagregação familiar. E muitos também são originários de bairros onde a violência, infelizmente, muitas vezes faz parte do dia a dia. Quando comecei a fazer as visitas sabia todas essas coisas, as lia nos relatorios e, ocasionalmente, eram

os próprios meninos que as contavam para mim. Mas ver estas situações com meus próprios olhos é bem diferente, sobretudo quando envolvem meninos e meninas com quem trabalhei e que conheci bem. Cada vez esperamos encontrar todos bem, com saúde e continuando os estudos, mas infelizmente não é sempre assim. Algumas veze,s acontece de encontrar famílias cujas condições continuam as mesmas, ou até pioraram. Em algumas visitas, vimos que os meninos, depois de ter saído do Piamarta, aos poucos se afastaram do estudo, preferindo passar o tempo na rua, e famílias que, por problemas econômicos ou por ter perdido o trabalho, continuam sem conseguir cuidar dos filhos. Se por um lado isso nos deixa tristes, por outro lado, graças as visitas, podemos tomar consciência destas situações e continuar a oferecer nossa ajuda às famílias que acompanhamos no passado. Foram vários os casos em que, com a colaboração dos responsáveis, conseguimos fazer voltar no colégio os meninos que passavam pelas maiores dificultades. Mas muitas vezes acontece também de encontrar surpresas agradáveis.

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encontrado ex-alunos do Piamarta, e observei que não somente são bons profissionalmente como também em termos de valores. São pessoas bem educadas e eu quero isso para o meu filho que tem 12 anos. Inclusive eu quero que ele aprenda mecânica e trabalhe na área que eu atuo profissionalmente, porque é uma área promissora”. Depois da pergunta e do comentário, agradeci o reconhecimento e dei as orientações necessárias para que seu filho estudasse no Piamarta.

São casos como esses que também justificam o trabalho que todos realizamos no Centro Educacional Piamarta. Um trabalho de promoção humana pela educação e pela formação profissional de adolescentes, jovens e adultos, que atravessa gerações e perpetua a vontade de Deus de ver o mundo renovado para que, enfim, possamos todos nós perceber a Sua agradável e perfeita vontade. Professor William Leite É o caso das famílias que conseguiram melhorar de forma significativa sua situação, também graças à ajuda do Piamarta, que interveio no momento de maior dificuldade. Nestes casos, reparamos que os meninos estudam e participam de cursos oferecidos por suas comunidades, mas também que a responsável deles tem um emprego estável que lhes permite cuidar das necessidades dos filhos e que algumas delas até conseguiram comprar uma casinha para a família viver tranquila. Estamos orgulhosos de saber que o Piamarta teve um importante papel em promover este processo de melhoramento. E ainda mais nos orgulhamos em ouvir os meninos dizer que a temporada passada no nosso colégio os mudou muito: entenderam a importância do estudo, aproximaram-se dos valores fundamentais, perceberam ter a oportunidade de escolher um caminho diferente. É bom saber que estão bem e guardam com carinho a lembrança do tempo passado no Piamarta. Diria, portanto, que até agora as visitas do acompanhamento externo têm sido muito úteis. Providenciam, de fato, um retorno importante ao trabalho que fizemos com nossos meninos. O percurso educativo que conduzimos no Piamarta não deveria terminar no momento em que os meninos saem do colégio, mas deveria desencadear um processo a longo prazo. Deveria acompanhar os meninos nas suas vidas, principalmente uma vez fora daqui. Sara Dafroso

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UMA NOITE COM LIETA E ANGELO

O que eles testemunham não é a realização de sonhos, mas a presença de Deus nas nossas vidas! Para manter vivo o movimento da “OperazioneLieta”, associação italiana que apoia financeiramente as atividades sociais desenvolvidas pelo Piamarta Aguanambi, no mês de janeiro de cada ano Angelo e Lieta realizam encontros em varias cidades da Italia com os grupos de benfeitores, aos quais relatam as atividades realizadas e à realizar como forma de mante-los corresponsáveis dos trabalhos e para incentivar a solidariedade. As doações ajudam a construir uma sociedade mais justa e solidaria. A seguir um testemunho de um desses encontros.

“O que você fez de bonito hoje?” Angelo e Lieta terminaram o encontro no centro juvenil da paróquia de Paderno, cidade natal deles, fazendo esta pergunta aos amigos alí reunidos. O que tem a ver esta pergunta, que parece tão banal, com a Missão deles? Vamos voltar ao inicio do encontro. Naquela noite, o salão estava cheio como não acontecia há muito tempo: todo mundo queria ouvir sobre os trinta anos que estes nossos concidadãos passaram no Brasil... E Angelo e Lieta contaram! Eles falaram das crianças, das escolas, das atividades agropecuárias que ajudam no sustentamento do instituto, das artes e profissões que ensinam aos jovens para que possam construir seu futuro e dos novos projetos a serem desenvolvidos. Em seguida, eles mostraram um vídeo em que algumas crianças brasileiras que estudam com eles, falavam das atividades da semana, do carinho que recebem dos padrinhos e do grupo de amigos italianos que chegam no mês de agosto. Aproveitaram para agradecer pelo apoio econômico e pela amizade que receberam ao longo de todos esses anos. Para Angelo e Lieta a coisa mais importante é doar, doar-se, sem distinções e atentos, pois muitas vezes quem necessita está bem ao nosso lado: “Ficamos muito felizes” disse a Lieta “quando alguns dos jovens que tiveram uma experiência entre nós, descobrem ter a vocação de se dedicar aos outros, mesmo que escolham fazê-lo em outros lugares. Tem muitas realidades que ajudam os outros, não só a nossa! O importante é ajudar os outros”. Tudo isso deixou-nos orgulhosos e felizes de conhecê-los! Além disso, Lieta nos fez lembrar que temos sorte, porque na Itália temos muitos serviços e muitas oportunidades que nem todo

mundo tem, e que por isso poderíamos fazer muito pelos outros! Ela disse que o que eles testemunham, não é a realização de sonhos, mas a presença de Deus nas nossas vidas! Eles têm certeza disso, o experimentaram nas suas vidas e perceberam que são servos humildes da Providência de Deus. Deixemo-nos conquistar por estas verdadeiras testemunhas e, ao final de cada dia, tentamos refletir sobre as coisas boas que aconteceram, o que temos recebido e o que conseguimos fazer pelos outros! Aqui vai a pergunta que não cala: “E você, o que fez de bonito hoje?” Flora Pasinelli

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