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livreto Agudá

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A caminho da Africa, brincando e aprendendo


O jogo de tabuleiro Agudá traz em seu nome o termo que se originou da transformação de Ajudá, nome português dado a cidade de Ouidah, no Benin. Esta cidade contém grande simbologia pois foi ponto de partida de pessoas escravizadas no Benin para o restante do mundo, inclusive o Brasil.

O que é Agudá

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A palavra “ajuda” em português tem como significado: dar auxílio, assistência, expressando uma forma de requisitar auxílio para criar um espaço em que histórias possam ser contadas, representando os africanos em geral. Os agudás também são descendentes de mercadores de escravizados e ex-escravizados libertos no Brasil. Numerosos, estes se estabeleceram em diversas regiões e espalharam-se por países no continente. O jogo é em seu formato uma possibilidade de fazer circular, estimular, transmitir e praticar cultura.


Como jogar

Primeira fase Tempo médio estimado : 1 hora. 1. O primeiro jogador deve escolher uma peça-país e posicioná-la em sua posição correta no continente, utilizando com base o pôster modelo. 2. O próximo jogador deve posicionar outra peça-país que faz fronteira com a primeira peça escolhida.

Idade: A partir de 8 anos Jogadores: A partir de 2 jogadores (1 juíz) Componentes do jogo: 1 caixa; 1 poster mapa do continente Africano; 1 peça continente África; 2 folhas para colorir bandeiras dos países; Peças-países; Baralho de perguntas.

3. Esta sequência será mantida pelos jogadores até que o continente esteja completamente montado.


Como jogar

Segunda fase 1. O juiz deve embaralhar as cartas e tirar a primeira pergunta que será feita ao primeiro jogador. A resposta correta vale 2 pontos. Em caso de dúvida o jogador pode utilizar um material de consulta, valendo apenas 1 ponto. (Observação - material de consulta: livreto, dicionário, internet ou livros.) 2. O jogador que obtiver a maior pontuação referente as respostas corretas, se tornará o vencedor de conhecimentos. Seu prêmio será a peça continente África, representando então seu triunfo por desempenho. OBSERVAÇÕES: Os jogadores também poderão paralelamente colorir as bandeiras dos países que formam o continente africano, usando as folhas incluídas no jogo. BOM DIVERTIMENTO !


Países Africanos

A África é um continente formado por 54 países e sua organização atual é fruto de divisões geográficas baseadas em interesses políticos e econômicos das antigas metrópoles. Mesmo após essa separação, os povos continuam compartilhando traços culturais apesar de suas capitais individuais e línguas próprias.


História das cores As bandeiras dos países africanos carregam histórias e símbolos. Metade desses países têm uma estrela em sua bandeira e 11 dos 54 têm bandeiras em verde, amarelo e vermelho. Estes incluem Etiópia, Camarões, República do Congo, Benim, Burkina Faso, Gana, Guiné, Guiné Bissau, Mali, Senegal e Togo. O uso dessas três cores principais são uma forma de homenagear a bandeira da Etiópia, país do continente africano, juntamente com a Libéria, que não sofreu colonização.

A Etiópia foi uma das únicas nações na África a manter sua soberania durante o desmembramento do continente no século XIX. Em 1897, logo após a vitória dos etíopes sobre a Itália, o imperador Menelik II adotou em sua bandeira nacional as três cores: verde, amarelo e vermelho. Assim, o verde representa a esperança e também a vegetação do continente africano. O vermelho lembra a coragem dos ancestrais e simboliza o sangue derramado pelos escravizados. Amarelo simboliza poder e o ouro, riqueza presente na África. Além disso, o amarelo representa o Sol e o calor, que nutre a vida e traz alegria àqueles que vivem no continente.


Linguas

As línguas faladas no continente são uma junção de idiomas trazidos pela influência do período colonial e línguas maternas. Estas simbolizaram resistência no período da escravidão e uma forma habilidosa de manter a comunicação entre si. Este legado incorporou aos povos africanos a aptidão de integrar diversas línguas em seu cotidiano.


Religiões O continente apresenta três religiões predominantes : o cristianismo, islamismo e as religiões tradicionais africanas. Apesar das práticas religiosas introduzidas pelos colonizadores, os povos africanos não deixam de praticar as religioes ensinadas por seus antepassados, uma forma de vínculo e comunicação.


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livreto Agudá by Andrew Sousa - Issuu