Brasil Chapter News Informativo Mensal do Clube de Colecionadores de Itens de Cerveja, Refrigerantes e Afins
Ano XXVII Nº 241 Setembro/2021
Testamos o seu conhecimento sobre os logos de cachaças, Página 10
Curiosidade sobre essa relíquia na mão de poucos colecionadores. Página 17
Apresentamos as curiosidades sobre latas, rótulos e tampinhas das cervejas do Camboja, Etiópia, Paraguai. Páginas de 12 a 19.
Queridos amigos e amigas, Estamos no mês da cachaça. Dia 13 de Setembro, comemoramos o Dia Nacional da Cachaça. Nada mais justo que fazer uma edição especial a bebida alcoólica mais apreciada no Brasil. A cachaça. Com um excelente trabalho de Giovani Moser, trazemos algumas histórias e curiosidade sobre a bebida. Montamos também um Game Pops, para você tentar desvendar os logos de cachaças. Tudo sobre a Caninha do Rei Pelé, um artigo de luxo na mão de poucos colecionadores. A outra grande notícia é que definimos uma data para nossa reunião, 14 de Novembro. Eu confesso que estava ansioso para um encontro. Com a seção Agenda de volta, abrimos a contagem regressiva para as reuniões e outros eventos. A colunas clássicas continuam presentes: Mundo da Cerveja, Harmonização com Monali Bassoli, Degustação e Resenha com Júlio Moraes, Latas FC com Thiago Pulzatto, Balão nos Correios, Novidades em latas bolachas de chopp e tampinhas. Apreciem essa edição sem moderação. Abraços. André Rodrigues Fernandes - Sócio #777
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AMBEV conquista mais de 50 medalhas no World Beer Awards 2021 A fabricante de bebidas AMBEV conquistou 54 medalhas na rodada NACIONAL do World Beer Awards, competição que premia as melhores cervejas do Mundo. Marcas como Colorado, Wäls, Goose Island, Pratinha, Bohemia e Brahma subiram ao pódio em categorias como Wood Aged, Chocolate & Coffee e International Lager. Os destaques da edição vão para a Goose Island, que teve 100% das cervejas inscritas premiadas na competição, trazendo o título de Country Winner para seu rótulo Goose Island Midway. A Cervejaria Colorado, com Indica, Demoiselle e Ithaca, seguida da Cervejaria Wäls, com Session Free, Dubbel e Brut, foram as que mais conquistaram medalhas. Juntas, elas somam 39 títulos. Outra cerveja medalhista é a Brahma Chopp, American Lager conhecida pela espuma cremosa e persistente. No Brasil desde 1888, Brahma Chopp conquistou o Country Winner na categoria International Lager. “Estar presente em um dos mais relevantes concursos de cerveja é mais uma maneira estarmos próximos e de fomentarmos o ecossistema cervejeiro. Mais gratificante ainda é ver o resultado da paixão do nosso time de cervejeiros aliada à inovação, ao cuidado com os detalhes e à criatividade para alcançar esse reconhecimento dos especialistas do mercado”, afirma a Heads de Conhecimento e Cultura Cervejeira na Ambev, Laura Aguiar. O que é o World Beer Awards? O World Beer Awards é uma premiação que reúne as melhores cervejas do mundo. As bebidas são escolhidas de acordo com categorias próprias, baseadas em características sensoriais. O prêmio tem como objetivo principal reconhecer e incentivar o consumo de cervejas de qualidade. Além disso, ele ajuda a promover o desenvolvimento do mercado, em uma esfera global. Ou seja, incentiva os produtores a correrem atrás da melhor fórmula possível — aquela que represente o verdadeiro espírito cervejeiro. Na edição de 2021 os medalhistas de ouro, prata e bronze, foram agora coroados para o 2021 World Beer Awards! Esses vencedores terão agora a chance de ser coroados os melhores do mundo em seu estilo e, se forem bem-sucedidos, em sua categoria. O Anúncio dos vencedores gerais do World Beer Awards será dia 9 de setembro. Como funciona a avaliação? Os juízes são especialistas reconhecidos no mercado, com larga experiência e formação na área. Por isso, podem julgar com intimidade as bebidas, de acordo com as características de cada categoria. Todo o julgamento para definir quais são as cervejas vencedoras funciona em três etapas:
A primeira define as bebidas vencedoras de cada país inscrito. Em seguida, as selecionadas são provadas novamente, para definir quais são as melhores em cada subcategoria no mundo inteiro. Por fim, as vencedoras da segunda fase são colocadas à prova, para que cada categoria tenha uma vencedora. Dessa forma, existirão 8 grandes vencedoras e outras 46, nas subcategorias. Apenas os líquidos são avaliados? Dentro das oito grandes categorias, apenas as bebidas são julgadas. Porém, existe uma categoria extra, em que são julgados os atributos de design da bebida. Ou seja, é levado em consideração o visual das embalagens (não lembra o Prêmio Alterosa?). Os concorrentes podem se inscrever para: Melhor design de lata; Melhor projeto de garrafa; Melhor design de etiquetas; Melhor coleção de cervejas; Melhor design de pacotes. Nesse caso, são considerados outros elementos importantes, para o aprimoramento da experiência de quem compra a cerveja. São elementos como: funcionalidade, forma, texturas, qualidade da impressão e rotulagem.
Fontes: https://mercadoeconsumo.com.br/2021/08/25/ambev-conquista-mais-de-50-medalhas-no-world-beer-awards2021/amp/ https://worldbeerawards.com/
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Na lata... Navio naufragado cheio de cerveja é encontrado
O que você prefere: encontrar um baú de ouro ou um navio naufragado cheio de cerveja? Para aqueles que acham que encontrar esses tesouros é impossível, então se liga nessa notícia: um mergulhador amador encontrou um barco afundado com centenas de cervejas. O sortudo da vez foi o técnico de mergulho Steve Hickman, que já havia mergulhado nas redondezas do navio naufragado algumas vezes e sabia o que estava procurando. O barco afundado era o Wallachia, que naufragou em 1895 na costa escocesa após uma colisão com outra embarcação. O navio, que havia acabado de sair de Glasgow, continha várias cargas, incluindo milhares de garrafas de bebidas alcoólicas. Sabendo do grande tesouro que o navio naufragado tinha, Steve Hickman juntou a sua equipe para resgatar e trazer cuidadosamente as garrafas de cerveja de volta à superfície. Tá, mas pode beber as cervejas? As garrafas recuperadas foram entregues a cientistas da empresa Brewlab, que, junto de estudantes da Universidade de Sunderland, foram capazes de extrair a levedura viva da cerveja. Com isso, os pesquisadores tentaram recriar a fórmula da bebida original. Entretanto, os cientistas encontraram algo inusitado no estudo. As cervejas afundadas há mais de 100 anos continham um tipo de levedura incomum, o que levou a equipe de pesquisadores a se perguntarem se a cepa poderia ser aplicada em cervejas modernas, ou até mesmo melhorar as bebidas de hoje. Steve Hickman recorda que quando ele e os amigos abriram a primeira cerveja resgatada do Wallachia, ainda na década de 80, a bebida era quase bebível. Quando eles abriram a garrafa e colocaram num copo, a cerveja gerou uma espuma espessa e cremosa, similar a algumas marcas atuais. “Elas tinham uma espécie de cheiro salgado de putrefação. Acho que essa seria a melhor descrição”, contou o mergulhador. Fonte:http://www.oestemania.net/noticia/8384/navionaufragado-cheio-de-cerveja-e-encontrado
Ambev inova com mais uma marca de cerveja 100% regional
A primeira cerveja produzida com ingredientes 100% catarinenses já está no mercado. Trata-se de uma parceria entre a Ambev e a cervejaria Lohn Bier. A nova cerveja, a “Toda Nossa”, é feita com lúpulo e cevada maltada de produção local, o que de quebra incentiva a produção agrícola no Estado. O Projeto Fazenda Santa Catarina é encabeçado pela Ambev junto aos produtores rurais locais, em parcerias com órgãos públicos de Santa Catarina, como EPAGRI e UDESC, que dão apoio técnico e de pesquisa para fomento de insumos cervejeiros. A intenção é ampliar em 20 mil hectares a área cultivada em todo o estado na safra 2020/2021. A Ambev possui um viveiro de lúpulo em Lages, na serra catarinense, com capacidade de produção de 60 mil mudas por ano, que são doadas a agricultores familiares da região. A maior cervejaria do Brasil também pretende incentivar também o cultivo de cevada em Santa Catarina. Hoje, a empresa fornece a semente e possui contratos de venda garantida para o produtor, porém a área plantada ainda é menor do que o necessário para abastecer a fábrica. A intenção é criar um campo experimental para a produção do cereal, da mesma forma que foi feita com o lúpulo. Lançamento da cerveja feita com 100% de ingredientes locais é mais um tiro certo estratégico da Ambev, segundo analistas. Atualmente, a área cultivada de cevada, grão utilizado na fabricação de cervejas, em Santa Catarina é de 492 hectares, concentrados na região de Campos Novos e Joaçaba. Segundo o consultor de projetos especiais da Ambev, Felipe Sommer, a companhia absorveria a produção equivalente a 20 mil hectares de cevada plantados no Estado. Na visão de analistas de mercado, o lançamento da cerveja feita com 100% de ingredientes locais é mais um tiro certo estratégico, conforme relatório obtido pelo Agro Times. Nos últimos anos, a Ambev lançou várias marcas regionais utilizando produtos locais, o que em alguns casos permite à Ambev obter benefícios fiscais, relembra a dupla de especialistas. Fonte:http://moneytimes.com.br/cerveja-estatal-ambev-lancaproduto-em-parceria-com-santa-catarina
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Na lata... Sem álcool e vegana, a cerveja para crescimento muscular
Molson Coors lança uísque e retira 11 cervejas do seu portfólio
Um copo de cerveja pode substituir um shake de whey protein (proteína do soro do leite)? Se depender dos alemães Tristan Brümmer, 23, e Erik Dimter, 24, sim. Eles criaram a JoyBräu, que classificam como uma cerveja proteica, que promove crescimento muscular.
A Molson Coors deu mais alguns passos na reformulação do seu portfólio. O grupo cervejeiro, um dos maiores do mundo, com presença expressiva nos mercados de Estados Unidos e Canadá, anunciou a retirada de 11 rótulos. Ao mesmo tempo, a lançará a sua primeira bebida destilada, um uísque.
A produção se tornou viável com uma parceria com a Universidade Técnica de Berlim, que levou cerca de dois anos e meio até chegar em um produto comercialmente viável. A JoyBräu está sendo produzida em uma pequena cervejaria familiar nos arredores de Kaiserslautern, desde 2018, e comercializada diretamente ao consumidor final por meio do site da empresa. As informações são do site Insider.
Com malte da Coors e água das Montanhas Rochosas, o uísque vai se chamar Five Trail. E estará, inicialmente, disponível em quatro estados norte-americanos: Colorado, Geórgia, Nevada e Nova York. Vendido em garrafas de 750ml, terá preço sugerido de US$ 59,99 (aproximadamente R$ 314).
Vegana e sem álcool, a bebida tem um sabor cítrico, com pouco gosto residual amargo, e é levemente gaseificada, lembrando bem uma cerveja ou cidra, de acordo com relatos de quem já experimentou. Cada lata de 330 ml tem 21 gramas de proteína — sendo 10 gramas do suplemento BCAA, que fornece aminoácidos essenciais para a recuperação e o crescimento das fibras musculares. Ela também contém Lcarnitina, que pode ajudar na performance em algumas situações (não há evidências científicas de que ela auxilie no emagrecimento), e beta-alanina, que ajuda a retardar a fadiga muscular em esportes intensos e de curta duração.
O lançamento de um uísque representa o novo passo da Molson Coors além das cervejas, como parte fundamental de uma estratégia para diversificar e tornar mais premium o seu portfólio de bebidas. Além disso, quer aproveitar o aumento do consumo de uísque registrado nas últimas décadas, assim como a afinidade entre o público cervejeiro e o que compra esse tipo de bebida. O anúncio do lançamento do uísque pela Molson Coors se deu na sequência da extinção de 11 marcas de cerveja. Foram elas: Milwaukee’s Best Premium, Mickey’s Fine Malt Liquor, Henry Weinhard’s Private Reserve, Keystone Ice, Hamm’s Special Light, Keylightful, Icehouse Edge, Magnum, Miller High Life Light, Steel Reserve 211 e Olde English HG 8000.
Os criadores ressaltam que desenvolveram produtos funcionais e com foco no verão. "Nossas cervejas são bem leves, meio cítricas, com toque frutado. Não criamos algo extremamente amargo, mas sim uma bebida refrescante póstreino". Fãs de cervejas já dá para beber uma cervejinha antes ou depois de treinar, sem se preocupar com os prejuízos. Claro que esse prazer tem um preço: a JoyBräu custa mais do que uma cerveja normal. Um pack com 24 latas da versão mais proteica sai por cerca de R$ 380 (59,76 euros). Há também opções com menor valor proteico (7g ou 20g), com sabores (grapefruit - toranja - ou limão) e até uma isotônica com vitaminas C, B9 e B12. Fonte: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2021/08/19/semalcool-e-vegan-eles-criaram-uma-cerveja-para-crescimentomuscular.htm
Fonte: https://guiadacervejabr.com/molson-coors-lancauisque-retira-cervejas/
Setembro, o mês da Cachaça por Giovani Moser, (BC#1110) A criação do Dia Nacional da Cachaça, 13 de Setembro foi uma iniciativa do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), instituída em junho de 2009. A Cachaça é o destilado mais apreciado no Brasil e o terceiro mais consumido no mundo. Segundo a história, o nome da bebida teria surgido do espanhol cachaza, usados para um tipo de vinho consumido em regiões da Espanha e de Portugal. Outras fontes creditam o nome a uma versão feminina de “cachaço”, como os porcos selvagens eram chamados na época. O motivo seria o fato de que o líquido era usado para amolecer a carne do animal antes de seu cozimento e consumo. Devido ao seu antigo processo de destilação, onde pingava do alambique, a cachaça também ganhou o apelido popular de “pinga”.
História da Data O dia 13 de setembro foi escolhido em homenagem a data em que a cachaça passou a ser oficialmente liberada para a fabricação e venda no Brasil, em 13 de setembro de 1661. Esta legalização, no entanto, só foi possível após uma revolta popular contra as imposições da Coroa portuguesa, conhecida como "Revolta da Cachaça", ocorrida no Rio de Janeiro. Até então, a Coroa portuguesa impedia a produção da cachaça no país, pois o seu objetivo era substituir esta bebida pela bagaceira, uma aguardente típica de Portugal.
terras por três anos para a extração do pau-brasil, e Gonçalo Coelho, em meados de 1502. Hoje o Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo. Com a chegada da cana em terras brasileiras, não tardou a começarem destilar a aguardente, sendo o primeiro destilado da América Latina, a nossa cachaça conta com mais de 500 anos de história, entre altos e baixos, mais baixos do que altos, a cachaça insiste e persiste tentando encontrar o seu lugar ao sol.
Reza a lenda que escravos, cansados, pararam de mexer o açúcar que desandou. Escondendo o que havia acontecido, no dia seguinte descobriram que a mistura havia fermentado e se tornado alcoólica. Colocaram a mistura de volta no fogo com caldo de cana, o álcool evaporou e condensou no teto, formando pingos de cachaça. Esses pingos caiam do teto e pingavam nas costas machucadas dos escravos. Dessa história surgem os termos pinga e aguardente. Tudo isso não passa de fantasia, uma história bem criativa por sinal, mas é falsa. A cachaça logo começou a ser feita em maior volume, tanto para o consumo dos escravos como dos colonos, e com o tempo passou a ser usada como moeda de troca, o que começou a incomodar a coroa portuguesa, já que a aguardente da terra tomava espaço do vinho português nas comercializações.
A nossa cachaça, símbolo do nosso país, tem como matéria-prima uma planta não nativa. A cana-de-açúcar é originária de Papua Nova Guiné, trazida pelos portugueses nos primeiros anos da descoberta do novo continente. Há fontes que apontam os responsáveis pela vinda da planta para o Brasil como sendo Fernão de Noronha (Fernando de Noronha), que arrendou as novas
Durante toda sua história a cachaça sofreu com medidas de proibição por parte da coroa portuguesa, a primeira registrada em 1635. E sendo a mais famosa delas a Revolta da Cachaça, que ocorreu no Rio de Janeiro entre o final de 1660 e início de 1661. Em 1660, os produtores fluminenses lideraram uma rebelião e tomaram o governo da cidade. Era a Revolta da Cachaça, movimento que abriu caminho para a
legalização da cachaça, que ocorreu em 13 de setembro de 1661, por Ordem Régia. A Revolta da Cachaça foi um ato de 112 senhores de engenho contra a proibição da Coroa e contra os impostos cobrados por Salvador Correia de Sá e Benevides, que era corrupto, administrador da capitania do Rio de Janeiro, sobre o destilado brasileiro, que permitia a produção da bebida na capitania mediante uma taxa, indo contra as ordens da coroa portuguesa.
A produção de cachaça no Brasil foi liberada, mas o comércio local continuava vedado, o que incrementou o tráfico com Angola e a cachaça se tornou o principal produto utilizado como moeda de troca de escravos na costa africana na segunda metade do século XVII, sendo, por meio de carta régia, em 1690 proibida de ser enviada para Angola, medida tomada por Portugal para não perder os consumidores de seu destilado no local, porém, a medida se tornou inútil e aumentou o número de contrabandos. A proibição sobre a cachaça só foi revogada em 1695.
Em 8 de novembro de 1660 os revoltosos invadiram a câmara e depuseram Thomé Correia de Alvarenga substituto de Salvador Correia de Sá e Benevides da administração da capitania do Rio de Janeiro e derrubaram a proibição. Vale dizer que os próprios revoltosos avisaram a coroa portuguesa sobre o que havia acontecido na capitania. Outro ponto que vale ser ressaltado é que o açúcar produzido na capitania era de qualidade inferior aos que eram produzidos nas outras capitanias, logo a produção da cachaça era importante para a economia daquela região. Curiosidades A cachaça é uma bebida alcoólica muito apreciada no Brasil, tendo como base principal a cana-de-açúcar. A bebida é conhecida por vários nomes e alguns deles são bastante curiosos, como “mata-bicho”, “branquinha”, “parati”, “bicha”, “água que passarinho não bebe”, “marvada”, “veneno” e “boa”. O Brasil produz aproximadamente 1,2 bilhões de litros de cachaça por ano e o maior produtor de cachaça no Brasil industrial é o estado de São Paulo, seguido de Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraíba. Por sua vez, Minas e Rio lideram a produção de cachaça artesanal. A cachaça brasileira é exportada para mais de 60 países, sendo a Alemanha responsável por aproximadamente 30% da sua importação. Para ser considerada cachaça, a bebida deve atender aos seguintes critérios da Instrução Normativa 13/2005, do Ministério da Agricultura: aguardente de cana produzido no Brasil, com graduação alcoólica de 38% a 48% em volume, a 20ºC, obtida a partir da destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar, com características sensoriais peculiares e podendo ser adicionada a açúcares em até 6 g/l. Quanto à produção, a cachaça pode ser fabricada em dois tipos de processos: industrial e artesanal. A produção industrial ocorre em grande escala, em colunas de aço inox com bateladas contínuas. Já a produção artesanal, conhecida popularmente como “cachaça de alambique”, é realizada em escala menor, em alambique de cobre e de forma descontínua. Diferenciando-se de outros destilados mundiais, a CACHAÇA é o único que utiliza mais de 30 tipos de madeira para armazenamento e envelhecimento, o que lhe confere uma rica variedade de cores, aromas e sabores. Tendo sido parte integrante dos cerimoniais religiosos indígenas e africanos, a imaginação do povo escolheu na hagiologia uma legião de santos protetores da CACHAÇA: Santa Joana d’Arc, São Benedito, São Jorge e Santo Onofre. Além do mais, o costume de dar para o santo, trata-se de um crédito antes de cometer o pecado. A Caipirinha, feita exclusivamente com CACHAÇA, limão, açúcar e gelo, a Caipirinha veio ao mundo no interior do estado de São Paulo – o que explica o nome -, como remédio contra gripe, em 1918, durante o surto da Gripe Espanhola no Brasil e levava alho em sua receita original. Tornou-se conhecida na Semana de Arte Moderna, em fevereiro de 1922.
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Setembro, o mês da Cachaça por Giovani Moser, (BC#1110) A Seguir alguns itens de cachaça da coleção de nossos amigos:
Coleção de Tampinhas do Régis de Oliveira
Coleção de Latas Pitu do Carlos André
Coleção de Garrafas Pirassununga 51 do Giovani Santin
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Coleção de Tampinhas do Carlinhos
Algumas tampinhas do acervo do Rodrigo Rothen
Giovani Moser e sua coleção de Miniatura de cachaça
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Game Pops por Giovani Moser, (BC#1110)
O desafio deste mês é decifrar as cachaças através dos seus elementos de logo, rótulos ou mascotes. Tente adivinhar quais são as marcas de cachaça. Resposta na próxima edição do jornal.
Resposta do Game Pops, mês passado. Linha 1: Glacial, DadoBier, NovaSchin e Bavaria Premium Linha 2: Cerpa, Império, Imperial e Cidade Imperial Linha 3: Sulamericana, Itaipava, Krill e Heineken 0.0 Linha 4: Skol, Antarctica Sub-Zero, Conti, Alterosa Linha 5: Colônia, 1500, Conti Bier, Amstel Página 10 | S e t e m b r o d e 2 0 2 1
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Mundo da Cerveja por Fernando Dorneles Apresentamos as curiosidades cervejeiras de três: Camboja, Etiópia e Paraguai.
Camboja O Camboja, é um Estado soberano localizado na porção sul da península da Indochina, no Sudeste Asiático. Faz fronteira com a Tailândia a noroeste, com o Laos a nordeste, com o Vietnã a leste e com o Golfo da Tailândia na porção sudoeste. O Camboja é o 68.º país mais populoso do mundo e tem o budismo como religião oficial, praticado por cerca de 95% da população cambojana. Os grupos étnicos minoritários incluem vietnamitas, chineses, chams e outras trinta tribos. O reino é uma monarquia constitucional, tendo Norodom Sihamoni como representante. O monarca é escolhido pelo Conselho do Trono Real e recebe o status de chefe de Estado. O chefe de governo é Hun Sen, que governa o Camboja há mais de 25 anos. A Guerra do Vietnã estendeu-se ao Camboja, dando origem ao Quemer Vermelho, que tomou Phnom Penh em 1975. O Camboja ressurgiu vários anos mais tarde dentro de uma esfera de influência socialista, como a República Popular de Kampuchea, que durou até o início dos anos 1990. Depois de anos de isolamento, a nação devastada pela guerra se reuniu sob a monarquia em 1993, e tem visto um rápido progresso nas áreas de recursos humanos e econômicos, além da reconstrução de décadas de guerra civil.
CAPITAL: PHNOM PENH
Cervejas no Camboja ANGKOR BEER / BAYON / BLACK PANTHER A cervejaria original, conhecida como SKD Brewery (Société des Khmere Distilleries), foi encomendada pelo governo cambojano no início dos anos 1960. A cervejaria foi oficialmente inaugurada por Sua Alteza Real o Príncipe Sihanouk em 1965. Sihanoukville foi escolhida como local para a cervejaria pela qualidade da água local, que supostamente tinha o conteúdo mineral ideal para a fabricação de cerveja. A escolha de Sihanoukville gerou polêmica na época, devido à distância da fábrica de garrafas perto de Phnom Penh. A cervejaria produzia cerveja lager, comercializada sob as marcas Angkor Beer e Bayon Beer. As operações da cervejaria foram interrompidas quando a guerra civil estourou no início dos anos 1970 e foi encerrada em 1975. Em 1991, Cambrew Ltd (uma empresa da Malásia) assumiu o controle da cervejaria e, após nove meses de reforma, a cervejaria reiniciou a produção em 1992. Em 1992, a Cambrew firmou uma joint venture com a PepsiCo para engarrafamento e distribuição de refrigerantes no Camboja . Em 2005, o Grupo Carlsberg comprou uma participação de 50% na cervejaria. Em 2011, a Angkor Extra Stout recebeu o prêmio Grand Gold da Monde Selection da Bélgica.
POPULAÇÃO: 16.490.000 Hab. Página 12 | S e t e m b r o d e 2 0 2 1
Bolachas:
Rótulo:
Latas:
Tampinhas:
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Etiópia A Etiópia, anteriormente conhecida como Abissínia, é um país encravado no Chifre da África, sendo um dos mais antigos do mundo. É a segunda nação mais populosa da África e a décima maior em área. Faz fronteira com o Sudão e com o Sudão do Sul a oeste, com o Djibuti e a Eritreia ao norte, com a Somália ao leste, e o Quênia ao sul. Sua capital é a cidade de Adis Abeba. Considerando que a maioria dos Estados africanos têm muito menos de um século de idade, a Etiópia foi um país independente continuadamente desde tempos passados. Um Estado monárquico que ocupou a maioria de sua história, a Dinastia Etíope, tem suas raízes no século X a.C. Quando o continente africano foi dividido entre as potências europeias na Conferência de Berlim, a Etiópia foi um dos dois únicos países que mantiveram sua independência. A nação foi uma dos (apenas) três membros africanos da Liga das Nações, e após um breve período de ocupação italiana, o país tornou-se membro das Nações Unidas. Quando as outras nações africanas receberam sua independência após a Segunda Guerra Mundial, muitas delas adotaram cores da bandeira da Etiópia, e Adis Abeba tornouse a sede de várias organizações internacionais focadas na África. Em 1974, a dinastia, liderada por Haile Selassie, foi deposta. Desde então, a Etiópia foi um Estado secular com variação nos sistemas governamentais. Hoje, a capital do país ainda é sede da União Africana e da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África.
Cervejas na Etiópia A primeira cervejaria da Etiópia foi fundada em 1922 por St. George Beer (em homenagem ao santo padroeiro da Etiópia). Marcas como Meta e Bedele também são marcas mais antigas na Etiópia, mas desde então foram adquiridas por empresas estrangeiras. BEDELE Fundada em 1993, Bedele é uma empresa anteriormente estatal, produzindo cerca de 75 milhões de garrafas de cerveja a cada ano para clientes domésticos e de exportação; foi comprado pela Heineken em agosto de 2011. HARAR A cervejaria iniciou suas operações em 1984 e atualmente tem uma produção técnica anual de 500.000 hecto litros com mais de 200 funcionários. A cervejaria Harar é conhecida por produzir marcas como Harar Beer, Harar Draft, Sofi, Buckler. Essas marcas são de alta qualidade fabricadas com ingredientes 100% naturais. A cervejaria foi premiada quatro vezes (2009/2012/2014/2017) com o Prêmio de Qualidade da Etiópia. HABESHA A Habesha Breweries Share Company (“Habesha”) é uma das principais empresas cervejeiras da Etiópia. Habesha foi iniciada por um grupo de investidores locais da Etiópia em 2009. Latas:
Tampinhas:
CAPITAL: ADIS ABEBA POPULAÇÃO: 118.352.376 Hab.
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Rótulos:
Bolacha:
Paraguai O Paraguai é um país do centro da América do Sul, limitado a norte e oeste pela Bolívia, a nordeste e leste pelo Brasil e a sul e oeste pela Argentina. A população paraguaia foi estimada em cerca de 7,1 milhões de habitantes em 2019, a maioria dos quais estão concentrados na região sudeste do país. Ao lado da Bolívia, o Paraguai é um dos dois países da América do Sul que não possuem uma saída para o mar. A capital e maior cidade é Assunção, cuja região metropolitana é o lar de cerca de um terço da população do país. Em contraste com a maioria das nações latino-americanas, a cultura e a língua nativa do país, o guarani, permaneceram altamente influentes na sociedade. Em cada censo, os residentes predominantemente identificam-se como mestiços, refletindo anos de miscigenação entre os diferentes grupos étnicos do país. O guarani é reconhecido como língua oficial, junto com o espanhol, e ambos os idiomas são falados pela população.
CAPITAL: ASSUNÇÃO POPULAÇÃO: 7.045.000 Hab.
Cerveja no Paraguai PILSEN Pilsen é uma marca de cerveja do tipo Pilsener de baixa fermentação, criada em 12 de outubro de 1912. É a marca de cerveja mais antiga do mercado paraguaio, produzida pela Cervecería Paraguaya S.A, empresa que hoje faz parte do grupo AnheuserBusch InBev. Em 1938, foi aprovado um decreto Página 15 | S e t e m b r o d e 2 0 2 1
proibindo o uso do termo "nacional" para atividades privadas. Isso leva ao fato de que em janeiro de 1939, a Cervejaria Nacional mudou seu nome para Cervecería Paraguaya SA, e a Pilsen Nacional foi renomeada Pilsen Paraguaia. MUNICH / POLAR A Companhia Cervecera Asunción produz e embala suas marcas de cerveja com alto padrão de qualidade desde 1978, com matérias-primas selecionadas e tecnologia de ponta na produção de bebidas. Atualmente tem 180 funcionários e produz cerca de Rótulos:
800 mil hectolitros de cerveja por ano para suas duas marcas. Munich é a marca mais emblemática da empresa, em vigor desde os anos 80 e continua a posicionarse na preferência do consumidor num mercado cada vez mais competitivo. Polar é a marca mais massiva e popular da linha de produtos da companhia. Embora seja uma marca que nasceu nos anos 80, em 2017 renovou a sua imagem adaptando-se a um mercado e consumidor em constante evolução. Bolacha:
Latas:
Tampinhas:
Fonte: https://www.wikipedia.org/ https://colnect.com/br/ https://www.canmuseum.com/ Página 16 | S e t e m b r o d e 2 0 2 1
Caninha Rei Pelé por Giovani Moser, (BC#1110) Entre os colecionadores de Cachaça, a garrafa mais significativa ainda é a famosa “Caninha Pelé”, e paira sobre ela, muitas lendas, como a narrativa de que ela teria sido feita a contragosto de Pelé, e recolhida depois de um processo movido por ele, ou que só restam 5 ou 6 garrafas. Em razão disso, fui a fundo pesquisar para tentar remontar a realidade dessa Caninha, pois já havia visitado várias coleções e museus de Cachaça e já havia visto mais que 6 garrafas. Abaixo relato o que encontrei nestas pesquisas, e que acredito que seja o mais próximo da realidade: Revelado ao mundo na Copa de 1958, aos 17 anos de idade, Pelé começou sua carreira na publicidade ainda na Suécia, antes de voltar ao Brasil. “Fiz propaganda para uma marca de leite, mas não vou lembrar qual é”, explicou. Pelé foi surpreendido, porque, enquanto isso, no Brasil, um amigo de seu pai, diretor da usina Chiabrando & Amandola, de Piracicaba (SP), ofereceu ao Seu Dondinho, um cachê para que o craque batizasse uma cachaça.
bem”. Prometeu, então, que nunca mais associaria sua imagem ao tabaco e ao álcool. O rótulo estampava a imagem do adolescente com o terno usado na volta da copa da Suécia. Pelé conseguiu que a maioria das unidades fosse recolhida, mas a desistência não impediu que muitas garrafas da “Caninha Pelé” fossem distribuídas para o comércio e viraram artigo de colecionador. Há boatos que relatam que apenas cinco ou seis garrafas se “salvaram”, mas são conhecidas ao menos dezoito garrafas em coleções particulares e museus. Destas, apenas uma estava à venda, pela bagatela de dezessete mil reais. Além disso, ainda mais raras, são as miniaturas da Caninha Pelé, conhecidas apenas três.
A proposta era para lançar a Caninha Pelé, ganhando o equivalente a R$ 900 anualmente durante uma década. Em um primeiro momento, não aceitou. Mas Seu Dondinho renegociou e fechou um contrato pôr o equivalente a R$ 9.000 ao ano. Feito o acordo, Pelé recuou, tendo sido aconselhado por Zito a desistir do negócio, que poderia não pegar bem para a sua imagem. O próprio Pelé conta a história: “Era um ótimo cachê. Mas na hora H eu disse: pai, isso não é bom para mim. Propaganda de pinga não pega
Pelé seguiu fazendo publicidade de muitos produtos, mas nunca mais relacionou seu nome a bebidas alcoólicas.
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Harmonização com... Sommelière Monali Bassoli Harmonização – Stout e comidas O estilo Stout é marcado pelos aromas e sabores de café provenientes da cevada torrada. Por ter diversos sub estilos, que possuem diferentes intensidades de álcool e de corpo, é bem versátil na harmonização, podendo combinar tanto com pratos salgados quanto com pratos doces. A Dry Stout é uma cerveja cremosa com um sabor torrado pronunciado, muitas vezes semelhante ao café e chocolate amargo e final seco. Para essa primeira cerveja, vamos de harmonização cultural: Stout e ostras.
Como o nome diz, a Oatmeal Stout tem adição de aveia, que confere à cerveja corpo médio, cremosidade e doçura, que variam conforme a quantidade utilizada. Ela harmoniza bem com pratos grelhados e assados, como cordeiro grelhado ou até mesmo uma feijoada.
A Sweet Stout se caracteriza por um perfil com baixo amargor e mais adocicado, que sugere café com leite ou expresso adocicado. Harmonizam com a base de chocolate e frutas vermelhas.
Como sempre, as versões americanas são mais potentes. A American Stout possui corpo e sabores típicos de uma Stout, mas com um caráter de lúpulo americano mais agressivo, além de ter um amargor mais pronunciado. Essa cerveja tem a potência para harmonizar com carnes de caça e queijos fortes.
Por fim, a Russian Imperial Stout é a versão mais intensa de Stout, possui amargor intenso equilibrado com dulçor, alto corpo, alto teor alcoólico e perfil licoroso. Harmoniza com costeleta de porco e queijos cremosos, como camembert. E ainda harmoniza com sobremesas à base de chocolate.
Meu e-mail monali.bassoli@gmail.com está aberto para sugestões e dúvidas. Se quiser saber mais sobre cerveja e os lugares de comida que visito, entrem no meu blog: etudocomida.tumblr.com. Também estou no facebook.com/monali.bassoli e instagram.com/monalibassoli
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Degustação e Resenha com... Júlio Moraes (BC#1060) Olá, colegas! Para essa edição do nosso Jornal, vou citar duas cervejas brasileiras, da mesma Cervejaria, a Campos do Jordão. Criações altamente indicadas aos apreciadores de boas doses de aromas e sabores;
CERVEJA CAMPOS DO JORDÃO AMERICAN IPA Cerveja e Serra da Mantiqueira, duas coisas com características tão peculiares que a conexão parecia ser inevitável, tanto que aconteceu através da Cervejaria Campos do Jordão e resultou na criação de excelentes cervejas. Dentre elas, temos a Cerveja Campos do Jordão American IPA, de cor âmbar e amargor de moderado para elevado, trazendo aromas e sabores deliciosos dos lúpulos norte-americanos usados na receita, remetendo ao maracujá, laranja, tangerina e manga, além de um suave toque floral e final resinoso. Possui corpo médio, com final seco e alta carbonatação, que garante refrescância e reforça o sabor e aroma frutado dessa excelente cerveja. Com 6,5% ABV e 57 IBU, harmoniza muito bem com carnes gordurosas e sobremesas cítricas. Altamente recomendada!
CERVEJA CAMPOS DO JORDÃO PINHÃO A Cerveja Pinhão faz a união entre Campos do Jordão e a Bélgica. Ao ser inserida na cerveja, a semente da araucária, conhecido como pinhão, traz ainda mais açúcares para essa Belgian Dubbel fantástica e fácil de beber. De cor marrom acastanhado, ela traz potentes aromas acompanhados de sabores frutados, maltados e condimentados, apresentando notas de frutas secas como uvas-passas, ameixas e banana desidratada, que são acompanhadas por sabores e aromas do caramelo e dos maltes tostados. O corpo elevado, assim como o dulçor e o aquecimento alcoólico dos seus 6,5% ABV e apenas 12 IBU, trazem uma sensação de final licoroso para a bebida. Harmoniza muito bem com carnes vermelhas e massas e é ideal para ser consumida em épocas mais frias. Essa eu também recomendo! Saúde meus caros colegas! Página 19 | S e t e m b r o d e 2 0 2 1
Latas Futebol Clube Por Thiago Pulzatto (BC#674) A cervejaria San Miguel lançou em 2010 esta belíssima garrafa de alumínio para os torcedores do Málaga. Com listras rabiscadas de azul e branco ao fundo, a garrafinha estampa o escudo da equipe e o incentivo: “Desde sempre com o Málaga”. Uma bola em amarelo e azul também ornamenta a peça. O clube Málaga Club de Futbol, S.A.D. Málaga, Espanha Fundado em 1994 Mascote: Goterón 8º La Liga 2 2021-2022 (2 Divisão do Futebol Espanhol) A garrafa Cerveja: San Miguel (Espanha) Conteúdo: 330 ml Lançada em: 2010 Material: Alumínio
Novidades Esse lançamento deixou em polvorosa os caçadores de barris pelo mundo. Paulaner e Bayern, originais de Munique. Por anos, a parceria celebra gols, títulos e triunfos juntos. O barril de cerveja Paulaner 5 litros é item obrigatório para celebrar o FC Bayern em grande estilo e em casa.
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A nossa seção será enriquecida com rótulos e textos do colecionador Paulo Antunes: apresentamos os rótulos de cerveja Atlhetico Paranaense (Série A), do Internacional de Limeira (Série D), do Caxias do Sul (Série D).
O Atlhetico Paranaense surgiu em 1924 a partir da fusão de dois clubes tradicionais do Paraná que viviam períodos de crise técnica e financeira: o América e o Internacional. O curioso é que começou com desavenças, pois levaram um ano apenas para definir as cores do clube, pois cada um queria manter as suas. No fim decidiram usar uma cor de cada um. Decisão difícil, né?
Time com origem na colônia italiana, já jogou a primeira divisão do Brasileirão, em 1976. A presença na primeira divisão nesse ano trouxe também um recorde, pois seu estádio, o Centenário, foi construído em apenas 7 meses, após o presidente da CBD, Augusto Heleno prometer que o time do interior gaúcho melhor colocado no gauchão que tivesse um estádio com capacidade acima de 25.000 torcedores. Dá-lhe Caxias!!!! O rótulo traz parte do hino do clube.
Este rótulo da Cervejaria Viking é em homenagem à Internacional de Limeira/ SP. A origem do nome da Internacional foi sua formação, entre diversos imigrantes de diferentes nacionalidades. A Inter já teve momentos notáveis em sua história, como a doação de todos seus troféus que tinham algum valor para campanha do ouro na revolução constitucionalista de 1932. Em 13 de dezembro de 1924, a Internacional recebeu da mídia paulistana o título de “Leão da Paulista”, após ser derrotada pelo Palestra Itália em partida de muita dificuldade. Foi também a primeira equipe do interior a se sagrar campeã paulista de futebol, em 1986. Nesse mesmo campeonato foi apelidada de Dinamarca caipira, em referência a notável campanha da Dinamarca na Copa do Mundo de 1986. Página 21 | S e t e m b r o d e 2 0 2 1
Balão nos Correios por Eder Alonso Em São Paulo/SP
Cido Cevada, Rodrigo Potenciano, Rodrigo Vian e Marcelo Ferracini
Reinaldo e
Gabriel Lyra e Eder Alonso
Em Jundiai/SP
Em Avaré/SP
Fábio Dantas e Rodrigo
André Fernandes e Marcos Santiago
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Balão nos Correios por Eder Alonso Em Gramado/RS
Lucas Gottschalk e Ronaldo
Em Curitiba/SP
Marcelo Peresin e Lucas Gottschalk
Em São Leopoldo/RS
Adriano Manzeppe e Márcio Pereira
Fernando Dorneles e Ricardo Portela
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Principais lançamentos em Latas! por Gustavo Pareja (BC#305)
51 Ice Gin (Kilmes)
51 Ice Chevete (Clynton)
Polar P. Malte (Balzan)
Guaraná Antarctica 100 anos (Institucional)
Brahma NV (Marcelo Jun.)
Spritz (Welinton)
Siqueira (Giovani)
Fanta Mistério e novo visual da Laranja, Guaraná e Uva (Mateus Moura, Hendrigo, Ricardo Araújo e Claudenir)
Várias Artesanais (Edgar, Gabriel Nogueira, Rodrigo Ponteciano e Marcelo Peresin)
Louisse Grisette – Bragantina (Piero Matina)
Everbrew (Rodrigo Ponteciano)
Vulcano Atletas (Gabriel Nogueira)
Bud 5 litros (Marcelo Peresin)
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Novidades no Mundo Colecionismo Por Bolacheiros e Loucos por Tampas
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Agenda Encontro de Colecionadores de Itens Cervejeiros e Afins A ansiedade terminou amigos colecionadores. Nossa reunião será no dia 14 de Novembro, DOMINGO, véspera de feriado a Proclamação da República. Todos os colecionadores e família estão convidados. Vai ter cerveja, latas, tampinhas, rótulos, garrafas, bolachas de chope, abridores, refrigerantes, tudo... Vamos nos reencontrar, compras, vendas, trocas, fazer balão... O Local: Bartenderia – Cervejas & Drinks Endereço: Av. João Bernardo Medeiros, 168 - Jardim Bom Clima, Guarulhos - SP, 07197-010 - Tem hotel a 3km do encontro, ampla rede hoteleira; - Aeroporto a 8km do local do encontro; - Tem 2 enormes Shoppings próximo ao bar do encontro; - Centro de Guarulhos, fica 1 km do bar do encontro. - Acesso para Via Dutra em 5 minutos. Fotos do local do encontro:
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Agenda
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Aniversariantes SETEMBRO Sócio
DIA
SETEMBRO Sócio
DIA
#299
CID C. LOUREIRO NETTO
01
#465
GILBERTO MIGUEL A. DA S. FILHO
16
#482
PAULO NOZNICA
02
#923
CHRISTIAN KUDELA
16
#818
SILAS ANGELO DA COSTA
02
#584
EDUARDO R. BUSCAGLIONE
17
#796
LEANDRO CLAYTON PEREIRA
03
#704
CHIARA DE PAULA CARAMELLA
17
#898
LEANDRO CLAYTON PEREIRA
03
#765
IGOR M. DA CRUZ
17
#325
JOSE JULIÃO ARROYO
04
#437
HELDER MARCHINI
18
#668
MARCO ANTONIO RIBEIRO
04
#1311 LUIZ LORINEI ALMEIDA
18
#849
RAFFAEL MACIEL SEFFAIR
04
#1042 ANDERSON JOAQUIM
19
#916
JOSE LUIS VAZQUEZ CRUZ
04
#1137 WENDEL MAGALHÃES PAES
19
#951
TABATA SAAD
05
#1240 GUSTAVO LUIS LOPES
19
#1155 VALDIR COSTA DA COSTA
06
#284
ANDRE CASTRO
19
#161
JOSÉ CARLOS R. ROBLES
06
#781
GUILHERME CASTANHO KLEM
19
#441
ANDERSON CENCI
07
#002
CLAUDIO LUIZ G. NOGUEIRA
20
#544
TOMAS JOSE MACIPE
07
#1027 EZEQUIEL ELIAS DOS SANTOS
21
#943
JOSÉ ALFREDO DALLE MOLLE
07
#300
AMAURY FERNANDO SILVA
21
#1146 LUCIANO ANTONIO RECHIA
08
#798
CRISTIANO COSTA
21
#1253 JOSÉ LUIZ DA SILVA PINTO
08
#1281 THIAGO SIMOES PINOTTI
22
#509
CARLOS AUGUSTO MAIA PINTO
08
#698
ROGES DE MARI LEOPOLDO
22
#665
ANDRE RICARDO CUNHA RUFATO
08
#975
GERARDO RUSKE
22
#592
MAURO MORINA
09
#1204 ROBERTO ARANTES
23
#627
JOSÉ RENATO Q.DE SALES
09
#386
SAULO JOSE DIAS DE ALMEIDA
23
#836
CLÉVERSON V. DA NÓBREGA
09
#508
MARCELO SENRA FERREIRA
23
#869
JON LEISZ
09
#659
BRUNO KLUPPEL DE CARVALHO
23
#990
JESSÉ DE OLIVEIRA
09
#868
JASON JOSÉ GUEDES JUNIOR
23
#1004 KLEBER LEONARDO PALARO
10
#1135 JOSÉ VICENTE DIAS L. JUNIOR
24
#533
HAROLD SAUCEDO ROJAS
10
#1206 ISMAEL JULIAN BLASIAK ECHARRI
25
#723
MÁRCIO DE SOUZA BAPTISTA
10
#633
JOVELINO NUNES JUNIOR
25
#352
JOSE ANCHIETA DANTAS
11
#549
JOAN RAPHAELLO GUIRALDELI
26
#539
NICOLAS CAMPITELLI
11
#1148 RENAN DE AZEVEDO RUFFO
27
#026
JOÃO BOSCO COSER
12
#215
SERGIO GISTAU FARRES
27
#1097 CLAUDINEY SIMÃO DA SILVA
12
#413
LEONARDO NEGREIROS
27
#454
AGRIPINO JOSÉ PERINI
12
#636
JULIO CESAR DAVI
27
#615
TEÓFILO ADRADOS GARCÍA
12
#1003 FABIO OLIVEIRA CORREIA
28
#933
WLADEMIR VIEIRA
12
#1154 EDUARDO BUFFARDI
28
#935
FELIX PAULO
12
#1276 JOSE F. D. DE ALMEIDA
28
#1107 RICARDO BIANCARDI
13
#610
GABRIEL GONZÀLEZ
28
#1252 ALAN BUENO
13
#745
MARCIO A. M. DA SILVA
28
#1279 ALAN BUENO
13
#803
RAPHAEL AMIEL CHARCHAT
28
#303
RICARDO VIEIRA BRAZ
13
#166
IBES CARLOS S. PACHECO
29
#1264 PEDRO CARVALHO HENRIQUES
14
#332
KLAUS BACH
29
#475
RAFAEL BRZOSKI
14
#1008 JOSE APARECIDO LIMA
30
#641
RODRIGO A. C. DE OLIVEIRA
15
#1011 EVANDRO DANTAS FERRAZ
30
#1284 WILSON MANIERO
15
#1083 JOSÉ SOBRAL JUNIOR
30
#1169 MARIO CORREIA DE LUNA
16
#551
LEANDRO MALATESTA TEIXEIRA
30
#1211 FERNANDA DAMM VIEIRA
16
#631
EUGENIO VALENTINI
30
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