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Bem Haja 02

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Guia da Região da beira baixa

Castelo Branco . Idanha-a-nova . oleiros . penamacor . Proença-a-Nova . Vila Velha de Rodão semestral . GRATUITO

bem haja Online

em

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… MUITOS TEMAS DO SEU INTERESSE SOBRE A região

n. 02º Novembro 2016 Abril 2017


n.02

sumário

DIVIRTA-SE [CULTURA E LAZER] 01

02

HAVE FUN [CULTURE AND LEISURE]

CUIDE DE SI [SAúDE, BELEZA E BEM ESTAR]

TAKE CARE OF YOURSELF [HEALTH, BEAUTY AND WELL-BEING]

DEGUSTAR [SABORES DA BEIRA BAIXA] 03

04

EMBAIXADORES DA REGIÃO [BEIRÕES PELO MUNDO] AMBASSADORS OF THE REGION [BEIRÕES AROUND THE WORLD]

VAMOS ÀS COMPRAS [SHOPPING]

LET’S GO SHOPPING [SHOPPING]

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TASTE [FLAVOURS OF THE BEIRA BAIXA]

CURIOSIDADES [sensibilização e projetos sociais] CURIOSITIES [AWARENESS AND SOCIAL PROJECTS]

A região [CONTACTOS ÚTEIS]

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THE REGION [USEFUL CONTACTS]


editorial “Um país dentro de um país” foi assim que o Turismo do Centro intitulou o artigo que resultou da nossa parceria, onde dá enfase à região Centro de Portugal. Aproveitamos a analogia e ousamos chamar à nossa Beira Baixa, A Região dentro de uma região. A cada edição, queremos oferecer-lhe, um sem número de atividades turísticas, comerciais e sociais. Convidamos, os melhores dentro dos melhores para lhe falar de temas atuais, como o turismo, as atividades lúdicas e culturais, a saúde, os produtos endógenos, informação comercial e divulgamos os projetos sociais que na nossa região marcam a diferença. Temas atuais, como a desmistificação dos problemas de saúde mental ou a introdução da nova nota de cinquenta euros, juntam-se ao azeite como produto diferenciador e característico da região e à divulgação do trabalho realizado na recuperação de animais selvagens, pela Quercus de Castelo Branco. A “cereja no topo do bolo” é a nossa judoca Ana Hormigo, e digo nossa, porque é albicastrense e tem muito orgulho nisso. Vive e sempre viveu aqui, apesar do seu palmarés internacional. Explica-nos, na entrevista que deu à BEM HAJA, como viver no interior do país, lhe trouxe também inúmeras vantagens. A tudo isto, claro, juntamos a oferta comercial, produtos e serviços nas mais diversas áreas, sempre com vista à promoção do que é local e de excelência. “A country within a country” that’s how the Central Portugal Tourism Board titled the article that resulted from our partnership, in which it gives emphasis to the central region of Portugal. We take advantage of the analogy and dare to call our Beira Baixa, A region within a region. On each edition, we want to offer you a number of tourist, commercial and social activities. We invite the best of the best to talk about current issues such as tourism, recreational and cultural activities, health, endogenous products and commercial information as well as disclosing the social projects that, in our region, make the difference. To current topics, such as the demystification of mental health problems or the introduction of new 50 euro banknotes, we also add the olive oil as a differentiating and characteristic regional product and the disclosure of the work carried out in the recovery of wild animals, by Quercus of Castelo Branco. The “icing on the cake” is our judoka Ana Hormigo, and I say “ours” because she’s an albicastrense and she’s very proud of that fact. She has always lived here and continues to do so, in spite of her international triumphs. In an interview she gave BEM HAJA, she explains how living inland has also brought her many advantages. To all of this, of course, we join our commercial offer, products and services in various areas, always with a view to promoting what is local and of the highest standards of excellence.

n.02 Propriedade Bilhete de Identidade Edição Bilhete de Identidade Direção Ana Fontainhas Tradução Fábrica das Palavras Design e edição gráfica Cristina Serra Textos Ana Fontainhas, Pedro Machado, Patricia Bernardo, José Carvalhinho, João Pereira, Samuel Infante, Deco Fotografia Ana Leal Oliveira, Pedro Dias, Ana Fontainhas Ilustração Carlos Matos Impressão Gráfica de S. José - C. Branco Tiragem 10.000 exemplares Depósito Legal 418317/16 As imagens publicitárias são da responsabilidade dos anunciantes.


01 DIVIRTA-SE [CULTURA E LAZER] HAVE FUN [CULTURE AND LEISURE]

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“Um País dentro do País” Um país onde os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão, fazem toda a diferença e enriquecem este “país” com características absolutamente singulares e salutarmente complementares. A Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal, atualmente constituída por 100 municípios, tornou-se desde 2013, na maior e mais diversificada região turística nacional. Esta diversidade, autenticidade e características irreplicáveis, tornam esta região num território singular, único, com um elevado potencial de atratividade turística, capaz de o transformar num destino de emoções e experiências turísticas diferenciadoras e afetivas. De forma integrada e articulada, é conjugada urbanidade e modernidade com ruralidade e tradição, natureza com desporto, saúde e bem-estar com gastronomia e vinhos, romarias e peregrinações com sol e praia, turismo náutico com o produto Golfe, charme e gourmet com tascas e petiscos, arte, música e espetáculo com retiros espirituais e campestres. Este é um território único, capaz de atrair o turista mais curioso, exigente, crítico e criativo. Aqui, os visitantes nacionais assumem uma importância relevante, em termos estatísticos e económicos. Para impulsionar as vindas e estadias dos turistas portugueses, é necessário comunicar e promover eficazmente todo o potencial 6

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turístico existente na região Centro de Portugal, boa parte ainda desconhecida de alguns. E se a forte diversidade existente neste território era, em tempos, encarada como um fator que poderia levantar muitas dificuldades à estratégia de promoção concertada e coerente do destino Centro de Portugal, esse paradigma foi-se desvanecendo e alterando. Essas “assimetrias” e a enorme multiplicidade de produtos e recursos turísticos são agora percecionadas como um dos principais fatores diferenciadores desta região. Uma região que merece muitas, repetidas e demoradas visitas. Num correto e perfeito fortalecimento promocional, e a título de ínfimos e aleatórios exemplos, a grandiosidade da Serra da Estrela associa-se à beleza inconfundível da Serra da Malcata, os muros de pedra solta do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros juntam-se aos admiráveis monumentos que polvilham o Geopark Naturtejo, tal como, as Portas do Ródão, local abençoado pela natureza, aponta para os afloramentos jurássicos do Cabo Mondego. Estas são apenas algumas improváveis conjugações do que é um verdadeiro e admirável reforço promocional entre partes distintas que se complementam. Importante será referir, ainda, um vastíssimo património imaterial, nomeadamente, a gastronomia, os vinhos, o artesanato, a etnografia, bem como, a fauna e a flora autóctone de elevado valor, sem esquecer o Turismo Religioso, entre muitos outros ativos, únicos e diferenciadores. Falamos de “Um País dentro do País”. Um país onde os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proençaa-Nova e Vila Velha de Ródão, fazem toda a diferença e enriquecem este “país” com características absolutamente singulares e salutarmente complementares. Bem haja!

Pedro Machado

Presidente da ERT Centro de Portugal


CENTRAL PORTUGAL

We speak of “A Country within a Country”. A country where the municipalities of Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova and Vila Velha de Ródão, make all the difference and enrich this “country” with features that are absolutely singular and healthily complementary. The Regional Tourism Authority of Central Portugal, currently consisting of 100 municipalities, has become the largest and most diversified national tourist region from 2013 onwards. This diversity, authenticity and unrepeatable features make this region a unique, singular territory, with a high potential of tourist attractiveness, capable of turning it into a target of affective and differentiating tourist experiences and emotions. In an integrated and articulated way, urbanity and modernity are combined with rurality and tradition; nature with sports; health and wellness with food and wine; festivals and pilgrimages with sun and beaches; nautical tourism with Golf; charm and gourmet with pubs and regional appetizers; and art, music concerts and shows with spiritual and countryside retreats. This is a unique territory, capable of attracting the most curious, demanding, critical and creative tourist. Here, national visitors take on a more relevant importance in statistical and economic terms. In order to boost the amount of bookings made by Portuguese tourists, it is necessary to effectively communicate and promote the entire existing tourism potential in the central area of Portugal, which for many is still unknown. And if the strong diversity in this territory was once seen as a factor that could raise many difficulties regarding the concerted and coherent promotion strategy of the “Central Portugal” destination, this paradigm has been gradually fading and changing. These regional “asymmetries” and the enormous multitude of tourist products and resources are now perceived as one of the key differentiating factors of this re-

gion. A region that deserves many repeated and lengthy visits. In a correct and perfect promotional reinforcement, by way of the smallest and most random examples, the grandeur of the Serra da Estrela is associated with the unmistakable beauty of Serra da Malcata, the loose stone walls of the Natural Parks of the Serras de Aire and Candeeiros join the admirable monuments that can be found sprinkled throughout the Geopark Naturtejo, such as the “Portas de Ródão”, a location that is blessed by nature and which traces back to the jurassic outcrops of the Cabo Mondego. These are just a few unlikely conjugations of what is a real and admirable promotional reinforcement between distinct areas that complement each other. Yet an important mention must also be made to the vast intangible heritage, namely, the gastronomy, the wines, the handicraft, the ethnography, as well as the native flora and fauna of high value, without forgetting the religious tourism, among many other unique and differentiating assets. We speak of “A Country within a Country”. A country where the municipalities of Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova and Vila Velha de Ródão, make all the difference and enrich this “country” with features that are absolutely singular and healthily complementary. Thank you! President of ERT Central Portugal

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Loki park

Escuderia Castelo Branco

Regime livre com supervisão de monitores especializados, festas de aniversário para crianças e eventos para particulares e empresas, num espaço equipado com insufláveis gigantes, slide, arvorismo indoor, cama elástica, Karts, campo multidesportos, discoteca, zona multimédia e uma zona lúdica recheada (bumperball, paintball indoor e equitação, mediante marcação).

Esta prova, de enorme sucesso nas suas 4 anteriores edições, realizada em Oleiros onde as tradições desportivas, gastronómicas e de bem receber são um dado adquirido, promete proporcionar-lhe um fim de semana inesquecível. Convidamo-lo a participar neste grande evento, onde as componentes desportiva e social serão, como habitualmente, uma prioridade!

Amusement park In a free-range regime supervised by experienced monitors, children’s birthday parties and events for private individuals and businesses, in a location equipped with giant inflatables, slides, indoor tree climbing, trampolines, Go-karts, a multi-sports field, a disco, a multimedia area and a leisure area complete with bumperball, indoor paintball and horse riding by appointment.

5th End of the Year Rally - Medronho Route This competition has been hugely successful in their 4 previous editions held in Oleiros, where sports, gastronomy and hospitality traditions are a fait accompli and it promises to provide you with an unforgettable weekend. We invite you to participate in this great event, where the sports and social components will be, as usual, a priority!

R. J 10, lote 11 Zona Industrial, 6000-459 Castelo Branco tl. (+351) 961 427 465 | (+351) 966 042 384 lokiparkcb@gmail.com | www.lokipark.pt/

Reta do Lanço Grande N233 - Castelo Branco t. (+351) 272 327 978 | fax. (+351) 272 327 977 escuderiacb@gmail.com | www.escuderiacastelobranco.pt/

Parque de diversões

5º Rali Fim de Ano Rota do Medronho

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VALE

1 hora gratis /regime livre 1 hour free /free-range 8

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Beira Baixa Inesquecível – Turismo de natureza, Momentos inesquecíveis

Atividades correlacionadas com a envolvente da região, nomeadamente, provas comentadas, passeios pedestres, programa de apanhas, passeios de burro, passeios de barco no Parque Natural do Tejo Internacional a bordo da embarcação Maria Faia e deslumbrar-se com um território completamente virgem, deparando-se com o ex-libris do parque: a cegonha preta. Unforgettable moments in nature tourism Activities correlated with the surrounding region, namely, guided tastings, walking tours, harvest programs, donkey rides, boat rides on the Tagus International Nature Park aboard the vessel “Mary Faia” and be dazzled with a completely virgin territory, faced with the ex-libris of the Park: the black stork.

Rua Francisco Marques Diogo, 12, Malpica do Tejo, C. Branco t. (+351) 272 913 000 | tl. (+351) 910 908 855 geral@beirabaixainesquecivel.pt

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02 CUIDE DE SI [SAUDE , BELEZA E BEM ESTAR] TAKE CARE OF YOURSELF [HEALTH, BEAUTY AND WELL-BEING]

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“EXISTE EQUILÍBRIO SEM SAÚDE MENTAL?” Nos dias de hoje parece ser consensual a importância que a saúde mental tem na vida de cada um, no meio familiar e na sociedade em geral. Se, por um lado, a saúde mental permite o desenvolvimento individual e social, por outro lado problemas a este nível podem representar um complexo desafio individual com repercussões em todas as áreas de vida. No entanto, um dos maiores obstáculos à promoção da saúde mental, à procura de ajuda quando na presença de um problema desta natureza, é o facto de ainda ser comum a dificuldade de aceitar dificuldades na área da saúde mental da mesma forma que se aceita uma doença física. A forma como as pessoas reagem e lidam com uma dor de dentes, uma perna partida, ou problemas crónicos, como a asma ou a diabetes, é muito diferente daquela que se observa quando as queixas são relacionadas com a saúde mental, quer sejam sintomas de ansiedade, de depressão, ou de outra natureza. No primeiro caso, a tendência é procurar ajuda e tentar, tão rápido quanto possível, resolver o problema e/ou aprender a lidar com ele. Quando se trata de problemas de saúde mental, a reação é totalmente diferente: as pessoas tendem a considerar-se “fracas” por estar a sentir o que sentem, responsabilizamse, tentando resolver sozinhas as dificuldades que estão a ter, escondendo o que se está a passar por vergonha ou por medo que a imagem que os outros têm de si fique vulnerável. Adiam, tanto quanto podem, a procura de ajuda acabando por agravar situações, comprometendo o processo de recuperação. Na origem desta dificuldade estão os preconceitos, o estigma associado à doença mental que, ao longo dos séculos, foi sendo construído à volta de um adoecer

cujas causas eram desconhecidas, mas que ao afetar o comportamento humano deu espaço para que especulações e interpretações erradas e depreciativas fossem sendo construídas. Atualmente, sabemos que as doenças mentais são como qualquer outra doença: podem ter múltiplas causas, umas mais conhecidas do que outras; existem diferentes formas de tratar, umas mais eficazes do que outras; algumas podem ser crónicas e outras de tratamento fácil. E, como em qualquer problema de saúde, quanto mais cedo se intervir, melhor. É urgente aprender a cuidar da saúde como um todo, compreendendo que engloba uma componente física e outra mental, que devem ser olhadas de forma idêntica uma vez que sabemos que, tanto uma como outra, poderão apresentar problemas em qualquer momento da nossa vida. Esta aceitação, ainda tão difícil para a maior parte das pessoas, é um dos maiores desafios para a promoção da saúde mental. Não há saúde sem saúde mental. Está nas mãos de cada um nós refletir e dar este passo que poderá fazer toda a diferença. Quer no reconhecimento de um problema pessoal, quer na aceitação dos outros quando confrontados com um problema desta natureza. Só assim os profissionais de saúde mental passarão a ser visto como promotores de saúde. E só assim se tornarão presentes no quotidiano de pessoas que, mesmo não estando doentes, querem se conhecer mais e encontrar o lado mais feliz que a vida pode oferecer. Nós acreditamos nisso. E você? José Carvalhinho – Médico Psiquiatra Patrícia Bernardo – Psicóloga Clínica

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“IS THERE BALANCE WITHOUT MENTAL HEALTH?” These days, the importance that mental health has on lives, on family and on society in general appears to be consensual. If, on the one hand, mental health allows for individual and social development, on the other hand, problems at this level can represent a complex individual challenge with repercussions in all areas of life. However, one of the biggest obstacles to the promotion of mental health, looking for help when in the presence of a problem of this nature, is the fact that it is still common to have difficulty in accepting issues regarding the mental health area in the same way one would accept a physical ailment. How people react and deal with a toothache, a broken leg, or chronic problems, such as asthma or diabetes, is very different from the complaints that are heard in regards to mental health, symptoms of anxiety, depression, or of another nature. In the first case, the tendency is to seek help and try to, as fast as possible, resolve the problem and/ or learn how to deal with it. When it comes to mental health problems, the reaction is totally different: people tend to be considered “weak” by feeling how they feel, they blame themselves and try to solve their difficulties by themselves, hiding what’s going on due to the shame or fear that the image others have of them may become vulnerable. Often postponing, as much as they can, the search for third-party help. This may eventually aggravate the situation, thus undermining their recovery process. At the origin of this difficulty are the prejudices, the stigma attached to mental illness that, over the centuries, was being

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built around an ailment whose causes were unknown. But by affecting human behavior, only gave room for speculation and disparaging misinterpretations to be built. Currently, we know that mental illnesses are like any other disease: they may have multiple causes, some better known than others; there are different treatments, some more effective than others; some may be chronic and others have an easier treatment. And, as in any health problem, the sooner you intervene, the better. There is an urgent necessity to learn how to take care of health as a whole, which includes both the physical and the mental components, that should be seen as identical as we know that both can present problems in any moment of our lives. This acceptance, that is still so difficult for most people, is one of the biggest challenges for the promotion of mental health. There is no health without mental health. It is the responsibility of each and every one of us to reflect and take this step. It can make all the difference. Whether regarding the recognition of a personal problem or the acceptance of others when faced with a problem of this nature. Only then will mental health professionals be viewed as health promoters. And only then will they become present in the everyday life of people who, even if they are not sick, want to learn more and find the happiest side that life has to offer. We believe that. What about you? José Carvalhinho - Psychiatrist Patrícia Bernardo - Clinical Psychologist


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y J. Carvalhinho [Médico Psiquiatra]

Patrícia Bernardo [Psicóloga Clínica e da Saúde]

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Castelo Branco


03 DEGUSTAR [SABORES DA BEIRA BAIXA] TASTE [FLAVOURS OF THE BEIRA BAIXA]

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AZEITES DA BEIRA BAIXA

TERRAS E GENTES: CAMINHOS QUE SE CRUZAM, UNEM! Escrevo este texto a partir de Malpica do Tejo (aldeia a 20 km a sul de Castelo Branco, “sem saída”), terra que me inspira profundamente, embrião da minha ligação ao sector do azeite na Beira Baixa e sobretudo às suas gentes. Estamos em pleno arranque de campanha de azeite 2016/2017 e é grande azáfama por estes dias em que as gentes de Malpica do Tejo se unem em torno de uma cultura como o azeite e fazem dela uma perpetuação de uma “riqueza” inter-geracional (curioso que o meu avô me contava que quando casou com a minha avó todos lhe diziam que tinha casado com uma mulher “rica” pois tinha no seu dote muitos pés de oliveira…). Diz-se por terras da Beira Baixa que: O mel é mimo, O vinho nobreza e O azeite riqueza. A aplicação mais pragmática que conheço deste lema – a união faz a força – é precisamente nesta aldeia de Malpica do Tejo. Na realidade, as suas gentes promoveram aquilo a que apelido de uma “reforma agrária” tranquila ao longo dos últimos 100 anos. Uma freguesia com quase 25.000 hectares e dominada pela grande propriedade, desde 1908, que as suas gentes foram adquirindo coletivamente propriedades de dimensão relevante, que retalharam, sem muros, distribuindo parcelas para os vários fins: pão, azinho, horta e plantação de oliveiras. E assim ao longo de várias gerações se foi moldando o território e sobretudo o carácter de um povo, que unido conseguiu, tranquila e pacificamente plantar milhares de oliveiras, em redor da aldeia. A sequência natural foi a criação da Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Malpica do Tejo em 18

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1952 e a consequente construção do seu lagar de azeite em 1954, que mais uma vez, evidencia a capacidade unificadora em torno de objetivos comuns…. Dou um salto (nesta fase do texto) de mais de 40 anos para “aterrar” em 1998, altura em que um grupo de filhos e netos dos malpiqueiros que construíram o lagar de azeite nos anos 50, decidiram dar-lhe um novo fôlego e liberta-lo do risco de encerramento face aos diversos constrangimentos técnicos, económicos, ambientais que o rodeavam. Hoje passado 12 anos assistiu-se e motivado pelo novo lagar de azeite ao rejuvenescimento dos colhedores de azeitona. Na aldeia onde residem cerca de 600 pessoas, a população triplica na altura da azeitona. Em 2001 inaugurámos o lagar de azeite completamente remodelado adequado às novas exigências e com condições de produção de azeites de elevada qualidade. Em 2002 ficámos na história agrária da Beira Baixa com o lançamento no mercado do primeiro azeite qualificado como Azeite da Beira Baixa – Denominação de Origem Protegida, mercê da criação Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior (APABI), no ano de 2000. Até há 10 anos o sector de azeite não estava organizado na Beira Baixa - apesar de constituir a terceira região produtora de Portugal - e como tal a sua notoriedade era escassa. Passados estes anos, associaram-se cerca de 50 lagares da Região, apareceram cerca dez marcas de azeite, o volume de embalamento aumentou exponencialmente e a qualidade dos azeites produzidos disparou (note-se os prémios ganhos por vários produtores) e tudo isto, graças à capacidade de mobilização de interesses comuns, neste caso regionais, que permitem a partilha técnica, comercial e humana e a


constituição de um lobby de produto e território junto das entidades oficiais. O expoente máximo desta atitude, para além dos mencionados, traduz-se na organização da Bienal do Azeite, pela APABI em parceria com a Câmara Municipal de Castelo Branco que atrai ao território cerca de 90% do azeite produzido em Portugal e confere uma posição de relevo à capacidade criativa e organizativa dos agentes regionais. A região da Beira Baixa tem ainda atrasos por recuperar, a inexistência de estruturas organizadas penalizou grandemente a região face às outras regiões de produtores de azeite, contudo os atrasos podem transformar-se em vantagens. Atualmente é a região que mais azeitona galega produz (ex-líbris das variedades nacionais) e existe um subsector pouco explorado: a azeitona de mesa. Numa perspetiva mais abrangente, a abordagem futura ao sector do azeite na Beira enquadra-se nos seguintes níveis: – Económica, na perspetiva de uma cultura empresarialmente interessante e sobretudo direcionada em escala para o mercado. Neste sentido apenas unindo e concentrando as pequenas quantidades de azeite dispersas pelas dezenas de lagares da região se pode reunir volumes de azeite que incrementem a capacidade negocial e sobretudo remunerem de forma justa o produtor; – Ambiental/patrimonial, a riqueza paisagística e museológica da região é um potencial fantástico, já com excelentes exemplos implementados no terreno (caso do museu de Proença-a-Velha ou Vila Velha de Ródão); – Social, a região da Beira Baixa tem a particularidade de ser a região do país com o maior número de lagares e esta característica não pode ser descurada: em muitas aldeias é a única agroindústria existente que emprega pessoas e oferece um serviço de proximidade às populações locais. Termino com uma sugestão de uma sobremesa que cruza três ingredientes pouco prováveis: Azeite da Beira Baixa, mel e laranja.

Descasque as laranjas e corte em rodelas; Disponha as rodelas da laranja em camadas e tempere com um fio azeite e mel, por cada camada; Reserve no frio 2-3 horas e sirva de seguida. Uma nota final: não há azeite… há azeites! Temos azeites mais picantes, mais frutados, mais amargos e que dependem muito das variedades de azeitona, pelo que no decorrer da própria refeição podemos ir adequando cada azeite a cada momento, desde a entrada à sobremesa, ao gosto de cada um… João Miguel Pereira Eng.º Agrónomo Res. Téc. da Coop. Agrícola Olivicultores de Malpica do Tejo Presidente da Ass. de Produtores de Azeite da Beira Interior TerraProjectos – Cons. Agrária, Agroalimentar e Ambiental

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Beira Baixa’s olive oils land and people: paths that intersect, unite! I’m writing this text from Malpica do Tejo (a village situated 20 km south of Castelo Branco, and with “no way out”), a land that inspires me deeply, the embryo of my connection to the olive oil sector in Beira Baixa and, in particular, to its people. Our 2016/2017 olive oil campaign has just taken off and there’s a huge bustle during these days in which the people of Malpica do Tejo unite around the olive oil culture and make it a perpetuation of a inter-generational “wealth” (it’s curious that my grandfather used to tell me that when he married my grandmother, everyone told him he had married a “rich” woman because she had many olive trees in her dowry...). There’s a saying in the lands of Beira Baixa: Honey is a treat, Wine is noble and Olive oil is wealth. The most pragmatic application I know of the motto -unity is strength – is precisely in this village of Malpica do Tejo. In fact, its people have promoted what I like to call a tranquil “land reform” over the past 100 years. A parish with almost 25,000 acres and dominated by major landowners, since 1908, in which its people kept collectively acquiring properties of a relevant dimension, which they divided, without walls, distributing plots for various purposes: bread, holm-oak, vegetable crops and the planting of olive trees. And so over the course of several generations the shaping of the territory took place and particularly the people’s character who, united, calmly and peacefully planted thousands of olive trees around the village. The natural progression was the creation of the «Cooperativa Agrícolados Olivicultores de Malpica do Tejo» (Malpica do Tejo Farmers’ Coop of Olive Growers) in 1952 and the consequent construction of its olive oil mill in 1954, which, once again, highlights the unifying capacity around common goals.... At this stage in the text, I’m leaping more than 40 years to “land” in 1998, when a group of children 20

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and grandchildren of the “malpiqueiros” who built the mill 50 years prior, decided to give it a new impetus and free it from the risk of closure in the face of various technical, economic and environmental constraints that surrounded it. Currently, after 12 years, we have witnessed the rejuvenation of the olive pickers, motivated by the new olive mill. In the village where about 600 people reside, the population triples at the time of the olive-picking. In 2001 we opened the completely refurbished olive mill, suited to new demands and with the right conditions for the production of highquality olive oils. In 2002 we went down in Beira Baixa agrarian history with the market launch of the first olive oil qualified as Beira Baixa Olive Oil - Protected Designation of Origin, through the creation of the Beira Interior Olive Oil Producers’ Association (APABI) in the year 2000. Up until 10 years ago the olive oil industry wasn’t organized in Beira Baixa - despite ranking in third place as a Portugal-producing region and, as such, their notoriety was scarce. After all these years, about 50 regional mills joined in, about ten brands of olive oil appeared, the packaging volume increased exponentially and the quality of the olive oil produced soared (take note of the awards won by several producers). And all of this, thanks to the ability to mobilize common interests, in this case - regional, which allow for technical, commercial and human sharing and the creation of a product and territory lobby with the official bodies. The maximum exponent of this attitude, in addition to the ones aforementioned, is reflected in the organisation of the Olive Oil Biennial, by APABI in partnership with the municipality of Castelo Branco, which attracts about 90% of the olive oil produced in Portugal and grants a prominent position to the creative and organisational capacity of the regional entities. The Beira Baixa region still has tardiness to recover from, the absence of organized structures greatly penalized the region vis-à-vis other regions of olive oil producers, however delays can sometimes turn into advantages. Currently this is the region that produces more Galician olives (ex-libris of national varieties) and there is a sub-sector which has been scarcely explored: table olives.


In a broader perspective, the future approach to the olive oil sector in the Beira region is framed at the following levels: - Economical, in the perspective of a corporately interesting culture and especially targeted for the market scale. In this sense, just by joining and concentrating the small quantities of olive oil dispersed by dozens of mills in the region can we gather volumes of olive oil to enhance the negotiating capacity and, above all, compensating the producer with a fair value; - Environmental/heritage, the landscape and the museological wealth of the region is a great potential, with excellent examples already implemented in the field (as is the case of the Proença-a-Velha or Vila Velha de Ródão Museum); - Social, the Beira Baixa region has the particularity of being the country’s region with the largest number of mills and this feature cannot be neglected: in many villages it’s the only existing agribusiness that employs people and offers a service of proximity to local populations. I shall end with a suggestion for a dessert that combines three unlikely ingredients: Beira Baixa olive oil, honey and orange. Peel the oranges and cut into slices; Arrange the orange slices in layers and season with a drizzle of olive oil and honey on each layer; Keep it refrigerated for 2-3 hours and serve. Just one final note: there is no olive oil ... There are olive oils! We have olive oils that are spicier, fruitier, more bitter and that greatly depends on the olive varieties, and so during the course of a meal itself, one can adapt each olive oil to each moment, from the entrées to the dessert, depending on each person’s preference. João Miguel Pereira Agronomist Technical Manager for the «Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Malpica do Tejo» President of the Beira Interior Olive Oil Producers’ Association Consultant for «TerraProjetos – Consultoria Agrária, AgroAlimentar e Ambiental»

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Roteiro Gastronómico 01

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01 Tiborna de Bacalhau, HELANA, Idanha-a-Nova, t. (+351) 277 201 095

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03 Lagostins do rio, Tasca Maria Faia, Malpica do Tejo - Castelo Branco, t. (+351) 272 913 000

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04 Migas de Peixe, Tasca Maria Faia, Malpica do Tejo - Castelo Branco, t. (+351) 272 913 000

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05 Pargo Legítimo, Encosta da Muralha, Castelo Branco, tl. (+351) 969 674 150

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02 Borrego em forno de lenha, HERDADE DA URGUEIRA, Perais - Vila Velha de Rodão, t. (+351) 272 073 570

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06 Sopa de entulho feita ao lume em panela de ferro, Adega dos apalaches, Roqueiro - Oleiros, tl. (+351) 965 238 786


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TASCA MARIA FAIA

Sabores da Beira Baixa em Malpica do Tejo A moda da Maria Faia, eternizada pelo cantautor José Afonso, também conhecida como a moda da azeitona, inspirou o nome deste espaço de restauração que procura oferecer o melhor que a Beira Baixa produz: azeites, queijos, enchidos, pão, peixe do rio, cabrito etc., confecionados com base nas tradicionais receitas dos nossos antepassados.

07 Serviço de buffet, O Espeto, Castelo Branco, t. (+351) 272 320 956

Beira Baixa’s flavors in Malpica do Tejo The song about Mary Faia, immortalized by the singersongwriter José Afonso, also known as the olive song, inspired the name of this dining location which seeks to offer the best of what Beira Baixa produces: olive oils, cheeses, smoked sausages, bread, river fish, goat etc., all made based on traditional recipes of our ancestors.

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Rua Francisco Marques Diogo, 12, Malpica do Tejo, C. Branco t. (+ 351) 272 913 000 | tl. (+ 351) 910 908 855 geral@tascamariafaia.pt

08 Frango assado, Churrasqueira da Sé, Castelo Branco, t. (+351) 272 341 377

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09 Jardineira Vegetariana c/ Millet e Couves Escaldadas, Associação Livre Cor - Restaurante Vegetariano e Confeitaria Natural, Castelo Branco, tl. (+351) 926 526 446

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04 EMBAIXADORES DA REGIÃO [BEIRÕES PELO MUNDO] AMBASSADORS OF THE REGION [BEIRÕES AROUND THE WORLD]


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Ana Hormigo

Ana Hormigo é uma atleta de referência nacional e internacional, mas foi em Castelo Branco que nasceu, cresceu e realizou o seu percurso académico e desportivo. Judoca de alto rendimento até 2012, levou o nome de Castelo Branco além-fronteiras com a conquista de inúmeros títulos desportivos. Por isso, quisemos saber como é projetar uma carreira do interior do país para o mundo. BEM HAJA - Ana, como começou esta paixão pelo Judo? ANA HORMIGO - Comecei com 9 anos, gostava muito de artes marciais, talvez pela influência dos filmes que via na altura e disse à minha mãe que queria praticar. Ela, como qualquer mãe de uma menina, queria que eu fosse para o ballet, mas não dava… então fui praticar karaté, mas não gostei. Entretanto como o meu irmão e os meus primos já andavam no Judo, fui experimentar e apaixonei-me logo… Ainda experimentei acrobática, mas foi no judo que encontrei a minha paixão, até hoje. Entretanto comecei a participar nos torneiros do clube, nos torneiros regionais, só que não havia competição de raparigas, fazia sempre com os rapazes, umas vezes ganhava, outras perdia, mas achava um pouco injusto… Aos 12 anos, fui ao meu primeiro campeonato nacional, em Lisboa. Ali sim, já com raparigas… e ganhei, pus todas as raparigas a chorar porque eu estava habituada a praticar com os rapazes. E gostei muito de ganhar. 28

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No ano seguinte ganhei o segundo campeonato e na altura, em 92, foram os jogos olímpicos de Barcelona que segui com muito interesse, todas as modalidades… marcou-me muito na infância e fiquei sempre com a ideia de que tinha de ir aos jogos olímpicos. Esta vontade foi crescendo… é a vontade de todos os atletas, porque é a prova de topo de todos os desportos. Depois comecei a ir à seleção nacional, comecei a participar nas provas internacionais e aprendi a gostar de competir, desafiava-me para conseguir sempre um bocadinho mais. Mas é claro que no meio das conquistas, temos de aprender também a lidar com as derrotas. Aprender a perder faz parte da vida de qualquer atleta, não há nenhum atleta que não tenha passado por uma derrota. Se ganharmos sempre nem pensamos e quando perdemos temos de pensar e refletir sobre o que não correu tão bem, e é isso que nos faz crescer, não só como atletas mas também como cidadãos.


BEM HAJA - Qual foi a mais importante de todas as medalhas, qual o ponto alto da carreira? ANA HORMIGO - Foi a ida aos jogos olímpicos em 2008, era um objetivo da minha vida e tem de se trabalhar muito. Comecei a pensar nisso em 2002 e apontei para 2004, mas não consegui apurar-me, por isso 2008 tinha mesmo de ser. Até porque, apesar de já se competir até com mais idade, já tinha 27 anos e tinha outros projetos que queria desenvolver, como ser mãe por exemplo. Em 2008 foi o campeonato da Europa em Lisboa, foi também um ponto alto porque ganhei a medalha de bronze, a última antes dos jogos olímpicos e a que me deu acesso aos mesmos. E pelo facto de ser em Portugal, aquele público, a família… quando competimos noutros países, temos o apoio da equipa, não do público… foi gratificante. BEM HAJA – E nos Jogos Olímpicos, como foi? ANA HORMIGO - Nos jogos olímpicos estavam as 16 melhores do mundo e eu fiz um 7º lugar. Ganhei um diploma olímpico, fiquei satisfeita, mas ficou aquele gostinho amargo, podia ter sido um bocadinho mais além… foi o melhor resultado da equipa do judo, havia muita expetativa em relação à equipa e foi a Albicastrense que levou a melhor classificação. Entretanto engravidei, mas como tinha recebido o diploma e estava no projeto Olímpico para 2012, comprometi-me com o Comité Olímpico que, mesmo com interrupção, voltava à competição.

BEM HAJA – E como foi após a maternidade? ANA HORMIGO - Depois de ser mãe, com o aumento de peso, ter de voltar aos 48kg e competir… foi difícil, ainda pensei em desistir, mas voltei aos treinos e atingi uma melhor forma… ganhei provas a nível internacional que nunca tinha ganho… ganhei duas taças do mundo. Infelizmente nos jogos olímpicos 2012, não consegui o apuramento, fiquei a um lugar, eram 16 e eu fiquei em 17º. São dois anos de apuramento Olímpico e eu tinha perdido grande parte de 2011, faltaram pontos. Acabei por ir, mas como parceira de treino da Joana Ramos e da Telma Monteiro. E quando regressei resolvi por um ponto final, o treinador da seleção ainda queria que eu fizesse mais 4 anos, mas eu decidi que não. BEM HAJA- E foi aí que veio o cargo de selecionadora nacional? ANA HORMIGO - Sim, foi então que o treinador me convidou para trabalhar com ele na seleção, e eu aceitei. E fiz logo a transição, após os jogos olímpicos peguei logo na seleção nacional de séniores femininos e sub-23, fiquei dois anos e depois optei por também colocar um ponto final, já chegava. Eu gostei imenso de trabalhar com elas, não foi nada estranho passar de colega a treinadora, mas é uma vida desgastante, de 365 dias do ano eu passava 200 fora de casa. Estava a tornar-se incomportável. BEM HAJA - Como se faz um percurso destes, vivendo no interior? Poderia ter sido um percurso melhor ainda?

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Podia ter sido melhor, mas também podia ter sido pior… Sempre optei por ficar aqui. Nesta cidade temos um ambiente mais tranquilo e estamos acessíveis a tudo. Se calhar o que me faltava seriam parceiros de treino com mais qualidade, mas até isso acabei por arranjar aqui um grupo de trabalho. E depois havia muitos estágios internacionais e estágios com a seleção que aproveitava. Eu quando ia, sabia para o que ia, e aproveitava ao máximo. Aqui conseguia fazer tudo, estudava, dava as minhas aulas, descansava… tinha uma qualidade de vida que não tinha em Lisboa, com os filhos e a família, o apoio. Mas também custa, as viagens por exemplo saiamos de manhã, eu tinha de ir no dia anterior para lisboa, quando regressávamos também. BEM HAJA - E como é o fim da carreira de atleta de alta competição? ANA HORMIGO - Foi uma transição muito boa, porque às vezes há atletas que terminam e pensam “o que vou fazer agora?” Eu sempre soube que queria enveredar pelo caminho do ensino, de treinadora e professora dos mais pequeninos. BEM HAJA - Podemos considerar que é mais uma conquista da Ana Hormigo, conseguir enraizar a cultura e o gosto pela aprendizagem do judo na cidade? Através da escola de judo? ANA HORMIGO - Sim, nós começamos este projeto em 2007, mas já o íamos fazendo anteriormente, e em 2012 formámos então a associação Escola de Judo Ana Hormigo. Já estávamos em vários colégios, mas agregámos tudo nessa altura. Nós temos atualmente 400 participantes, desde os 3 anos até à idade sénior, temos um aluno já com 86 anos. Sempre quisemos abrir horizontes, não só de espaço, mas querer abranger mais pessoas. Criámos, há dois anos o judo adaptado, para pessoas com deficiência, que para além de um prazer enorme, nos deu também a vitória em dois projetos nacionais. Temos tido alguma visibilidade e isso é gratificante…

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BEM HAJA - E as pessoas na rua, reconhecem o vosso valor, acarinham-vos? ANA HORMIGO - Sim, sim, somos muito solicitados para ir às escolas e às empresas e eu só se não puder mesmo é que não vou. Gostamos sempre de estar envolvidos nestas atividades, o judo é para todos. BEM HAJA - Que conselhos daria, a nossa atleta e empreendedora, aos jovens, nomeadamente aos que querem seguir uma carreira desportiva? ANA HORMIGO - Em primeiro lugar, têm de traçar objetivos e seguir os sonhos. Em Portugal não há uma politica de atleta de alta competição. De 4 em 4 anos fala-se nos jogos olímpicos, e nas medalhas que não se ganham… mas os atletas que vão, trabalham muito no desporto, mas muitos deles também têm uma carreira profissional ou estudam. Eu sempre trabalhei, tive a bolsa olímpica, mas nós somos apoiados quando já somos de topo, antes disso ninguém nos apoia, e os clubes nem sempre têm dinheiro para isso. Eu tive a sorte que aqui, o município de Castelo Branco, sempre me apoiou em tudo, e foi mais fácil de gerir a minha vida desportiva. A nossa Câmara dá um apoio muito grande ao desporto, não só ao judo, mas a todo o desporto. Percorram os sonhos e dediquem-se àquilo que gostam de fazer, se assim for, serão sempre bem sucedidos. BEM HAJA - Ana, o que é que fica, o mérito, o reconhecimento o que mais? ANA HORMIGO - Viajar, conhecer o mundo inteiro, competir, ganhar, reconhecimento, as medalhas, tudo… as vivências e as experiencias, pois acho que o desporto nos torna melhores pessoas. BEM HAJA – Ana, e o futuro? Passará por Castelo Branco? ANA HORMIGO – Sim, claro, o futuro passará por dar continuidade ao projeto da Escola de Judo, apoiar os nossos atletas e dar oportunidade aos mais pequenos de conhecerem esta modali-


dade. Continuar a trabalhar no nosso projeto do Judo adaptado e abraçar novos projetos, sempre por Castelo Branco. E quem sabe levar mais albicastrenses aos Jogos Olímpicos.

A BEM HAJA Agradece à Ana Hormigo pela sua enorme disponibilidade e por esta agradável conversa. Esperemos que gostem e prometemos trazer mais embaixadores para provar que aqui, também há oportunidades.

Ana Hormigo is a national and international reference, but it was in Castelo Branco that she was born, grew up and developed her academic and sports path. A high-performance judoka until 2012, she took the name of Castelo Branco cross-borders with the conquest

of numerous sports titles. So, we wanted to find out just how someone can project a career from the country’s inland to the rest of the world. BEM HAJA - Ana, how did this passion for Judo begin? ANA HORMIGO - I started at the age of 9, I loved martial arts, perhaps due to the influence of the films I watched at the time and I told my mom I wanted to practice. Like any mother to a little girl, she wanted me to get into ballet, but I couldn’t ... so I started practicing karate, but didn’t like it. In the meantime, as my brother and my cousins were already taking Judo lessons, I gave it a try and instantly fell in love... I even tried acrobatics, but I found my passion in Judo, until today. Nonetheless I started to participate in club tournaments and regional tournaments, but there were no competitions for girls, I always competed with the boys, sometimes I’d win, sometimes I’d lose, but I thought it was a little unfair... At the age of 12, I went to my first national championship, in Lisbon. And there, I competed with girls ... and I won. I made all the girls cry because I was used to practicing with boys. And I enjoyed winning a lot. The following year I won the second championship and at the time, in 1992, I followed the Barcelona Olympic Games with much interest, all the sports categories ... it left a huge mark on me as a child and I always had the idea that I had to compete in the Olympics. That desire kept increasing ... it’s the will of all athletes, because it’s the major event of every sport. Then I started with the national team and participated in international competitions and I learned to enjoy competing, it challenged me to go that extra mile. But it’s evident that among our achievements, we must also learn to cope with defeat, too. Learning to lose is a part of the life of any athlete, there are no athletes who have not known defeat. If we win every time, we don’t even think and when we lose, we have to think and reflect on what didn’t go so well, and

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that’s what makes us grow, not only as athletes but also as citizens. BEM HAJA - Of all the medals, which was the most important to win and at what point was the highlight of your career? ANA HORMIGO - It was going to the Olympics in 2008, it was a goal in my life and you have to work really hard. I started thinking about it in 2002 and was aiming for 2004, but I didn’t get qualified, so I thought that in 2008 I had to get in. Because, despite being able to compete at an older age, I was 27 years old and had other projects that I also wanted to develop, like being a mother for example. The European Championship took place in Lisbon in 2008, it was also a highlight because I won the bronze medal, the last one before the Olympic Games and the one that gave me access to the Olympics. And because it was in Portugal, that audience, our family... when we compete in other countries, we have the support of the team, not the spectators... It was gratifying. BEM HAJA – So how was it at the Olympic Games? ANA HORMIGO - The best 16 atletes in the world were there and I managed a 7th place. I won an Olympic diploma so I was pleased with that, but it left me with a bitter after-taste as I could’ve gone a little bit further... It was the best result of the judo team, there was a lot of expectation in relation to the team and, in the end, it was the Albicastrense team that achieved the best ranking. In the meantime I fell pregnant, but as I’d received the diploma and was in the Olympic 2012 project, I guaranteed the Olympic Committee that even with an interruption, I’d come back to the competition. BEM HAJA - And how was it after being a mother? ANA HORMIGO - After being a mother, with the weight increase, having to go back to 48 kg and competing... it was hard. I thought about quitting, but I went back to training and I got into 32

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a better shape... I won competitions at an international level that I’d never won before... I won two world cups. Unfortunately, at the 2012 Olympics, didn’t get qualified, I was one point behind. There were 16 of us and I ranked in 17th place. You get two years to qualify for the Olympics and I had lost a large part of 2011, so I missed points. I ended up going, but as a training partner for Joana Ramos and Telma Monteiro. And when I returned, I knew it was time to draw the line. The national team coach still wanted me to do 4 more years, but I decided that I wouldn’t. BEM HAJA - And was that when the position of national team coach came? ANA HORMIGO - Yes, that’s when the coach asked me to work with him, and I accepted. And I immediately made the transition, soon after the Olympics I took on the national team of female seniors and under-23’s. I stayed on for two years and, after that, I also chose to end it. I had had enough. I really enjoyed working with them, it wasn’t strange to go from colleague to coach, but it’s a stressful life. Of the 365 days of the year, 200 of them were spent away from home. It was becoming insurmountable. BEM HAJA - How do take on a path like this, living inland? Ana Hormigo - Could it have been an even better path? ANA HORMIGO - It could’ve been better, but it could’ve been worse. I always chose to remain here. This city has a quieter environment and we have access to everything. Maybe what I lacked would be better quality training partners, but even that I eventually managed to acquire here. And then there were many international internships and internships with the national team, which I took advantage of. I knew what I was getting into when I went, and I’d take the most advantage possible. Here I could do everything, study, teach, rest... I had a quality of life that I didn’t have in Lisbon, with the children and the family, the support. But it was also hard, the trips for example, leav-


ing in the morning, I had to go the day before to Lisbon, and the same when we came back, too. BEM HAJA - And how is the end of a career for a high-competition athlete? ANA HORMIGO - It was a very good transition, because sometimes there are athletes who finish and think “what am I going to do now?” I always knew I wanted to go down the path of teaching, being a coach and a teacher to little children. BEM HAJA - Can we consider it to be another conquest by Ana Hormigo, to root the culture and the taste for learning judo in the city? Ana Hormigo - Through the school of judo? ANA HORMIGO - Yes, we started this project in 2007, although we were doing earlier, and in 2012 we then established the Ana Hormigo School of Judo Association. We were already in various schools, but we brought everything together at that time. Currently we have 400 participants, from 3-year-olds to a senior age. We have a student who is already 86 years old. We’ve always wanted to open horizons, not only regarding space, but also wanting to comprise more people. Two years ago we created adapted judo for people with disabilities, which in addition to being a tremendous pleasure, also gave us victory in two national projects. We have had some visibility and that’s gratifying... BEM HAJA - And do people on the street recognize your value and treat you kindly? ANA HORMIGO - Yes, Yes, we’ve been tremendously sought after by schools and businesses and I’ll accept as many as my agenda can take. We’re always happy to be involved in these activities. Judo is for everyone. BEM HAJA - As our athlete and entrepreneur, what advice would you give to young people, especially those who want to pursue a career in sports? ANA HORMIGO - First of all, you have to trace your goals and follow your dreams. In Portugal,

there is no high-competition athlete policy. Every 4 years we speak of the Olympics and the medals we didn’t win ... but athletes who go, work very hard in sports, but many of them also have a professional career or even study. I’ve always worked, I had the Olympic scholarship, but we’re only supported when we’re top athletes. Before that no one supports us and sports clubs don’t always have the money for it. I was fortunate enough that here, the Castelo Branco municipality, always supported me in everything, and it was easier to manage my sports life. Our municipality gives huge support to sports, not only judo, but all sports. Follow your dreams and dedicate yourselves to what you like doing and, if you stick to it, you’ll always be successful. BEM HAJA - Ana, what do you retain, the merit, the appreciation, what else? ANA HORMIGO - Travelling, seeing the world, competing, winning, recognition, medals, everything... The perceptions and the experiences, because I think that sport makes us better people. BEM HAJA - Ana, what about the future? Will it still be in Castelo Branco? ANA HORMIGO - Yes, of course, the future will continue to include the school of judo project, supporting our athletes and giving younger children the opportunity to get to know this sport. Continuing to work on our adapted judo project and embrace new ones, always in Castelo Branco. And who knows? Maybe take more albicastrenses to the Olympic Games.

BEM HAJA thanks Ana Hormigo for her tremendous availability and for this pleasant conversation. We hope you enjoy it and we promise to bring you more ambassadors, in order to prove that there are also opportunities here.

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05 VAMOS ÀS COMPRAS [SHOPPING] LET’S GO SHOPPING [SHOPPING]


Nova Nota de 50€ entra em circulação em 2017 Em julho do presente ano, o membro da Comissão Executiva do BCE, Yves Mersch, apresentou, numa conferência de imprensa realizada no edifício principal do BCE, em Frankfurt am Main, na Alemanha, a nota de €50 da série “Europa”, com o objetivo de tornar as notas do euro mais seguras. Com o objetivo de estar a um passo à frente dos falsificadores, é necessário atualizar as notas para as tornar mais seguras, preservando, assim, a confiança dos seus utilizadores. Após a introdução de uma nova nota de €5, €10 e €20, no dia 4 de abril de 2017 chegará a vez de entrar em circulação uma nova nota de €50, sendo esta a mais utilizada na Europa. Esta nova nota terá uma janela com retrato, elemento de segurança, visível em ambas as faces da nota. Ao se observar contra a luz, a janela torna-se transparente revelando o retrato de Europa visível em ambos os lados. Inclui, ainda, um número esmeralda que muda de cor (de verde-esmeralda para azul escuro) quando é inclinada. Estes elementos de segurança facilitam a verificação da autenticidade da nova nota de €50, utilizando o método “tocar, observar e inclinar”. Como posso verificar se a nota é verdadeira? ▪ Tocar - Toque do papel: O papel é firme e ligeiramente sonoro; - Impressão em relevo: A tinta é mais espessa no motivo principal, nas inscrições e nos algarismos de grande dimensão representativos do valor da nota;

- Nas margens sente-se uma série de pequenas linhas impressas em relevo. ▪ Observar Observe a nota contra a luz: - Torna-se visível uma imagem esbatida, que apresenta os algarismos representativos do valor da nota e o motivo principal; - É possível observar retrato da Europa; - A janela na parte superior da banda holográfica torna-se transparente e revela um retrato de Europa, que é visível em ambos os lados da nota. ▪ Inclinar Ao inclinar a nota é possível observar: - Os algarismos representativos do valor da nota e o símbolo do euro na banda prateada; - Número Esmeralda brilhante que apresenta um efeito luminoso de movimento ascendente e descendente, ao mesmo tempo que muda de cor; - A janela que revela o retrato da Europa, que se situa na parte superior da banda holográfica, exibe linhas multicolores em redor dos algarismos representativos do valor da nota. Os leitores interessados em obter esclarecimentos relacionados com o Direito do Consumo, bem como apresentar eventuais problemas ou situações, podem recorrer ao Gabinete de Apoio ao Consumidor da DECO, bastando, para isso, escreverem para a DECO – Rua Padre Estêvão Cabral, 79-5º, Sala 504-3000-317 Coimbra

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New €50 banknote goes into circulation in 2017 In July of this year, the Member of the Executive Board of the ECB, Yves Mersch, presented at a press conference held in the main building of the ECB in Frankfurt, Germany, the €50 banknote of the “Europe” series, aiming to make the Euro banknotes more secure. In order to be a step ahead of the counterfeiters, it is necessary to update the banknotes to make them safer, thus preserving the trust of its users. After the release of a new €5, €10 and €20 banknote on the 4th of April 2017, there will come the time for a new €50 banknote to go into circulation, the latter being most used banknote in Europe. This new banknote will portray a window with an image, a security element, visible on both sides of the banknote. When observed against the light, the window becomes transparent revealing the European image visible on both sides. Furthermore, it will include an emerald-coloured number that will change colour (from emerald green to dark blue) when it’s tilted. These security features make it easy to verify the authenticity of the new €50 banknote, by using the “touch, look and tilt” method. How can I check if the banknote is genuine? Touch: The paper’s touch: The paper is firm and slightly audible; Relief printing: The ink is thicker in the main motif, in the inscriptions and in the representative large numerals of the banknote; The margins have a series of small lines printed in relief. 36

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Look Look at the banknote against the light: A faint image becomes visible, featuring the representative numeral value of the banknote as well as the main motif; You can see a picture of Europe; The window at the top of the hologram stripe becomes transparent and reveals a picture of Europe, which is visible on both sides of the banknote. Tilt Upon tilting the banknote, you can see: The representative numeral value of the banknote and the Euro symbol on the silver strip; A bright Emerald-coloured numeral that has a luminous effect in an ascending and descending movement, at the same time changing color; The window that reveals a picture of Europe, situated at the top of the hologram stripe, shows multicoloured lines displayed around the representative numeral value of the banknote. Readers interested in obtaining clarification on consumer law, as well as submitting any problems or situations, may use the DECO Consumer Support Office, by writing to: DECO - Rua Padre Estêvao Cabral, 79-5º, Sala 504, 3000-317 Coimbra.


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Qualify Yourself! Training and Services Certified by DGERT (Directorate General for Labour and Work Relations) in various areas of training, and human capital-oriented, it is our mission to promote knowledge and enhance the success of people and organizations, thus making them more competitive. Many training events, workshops, Teacher and Plant Protection training are just a few of the events planned for the upcoming months.

Rua da Srª de Mércules 64, Castelo Branco t. (+ 351) 272 182 737 | tl. (+ 351) 965 682 535 Facebook/site: www.elleva.pt Seg-Sex: 09H30-13H00 | 14H30-19H00

Rua Eng.º António Russinho Lote 27-A R/CH Dto Castelo Branco | t. (+ 351) 272 345 615 geral@qualifica-te.pt Seg-Sex: 9H30 – 13H00/14H30 – 19H00 | Sáb: 9H00 – 13H00

Serviços de Imobiliário e Gestão de Investimentos

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Formação e Serviços


Kid to kid Compra e venda de artigos de criança dos 0 aos 12 anos

As lojas KID to KID comercializam roupa e calçado, brinquedos, puericultura, cadeiras auto e de passeio, equipamentos,… tudo em perfeitas condições e com valores 50 a 70% abaixo do valor de mercado. Ao venderem, os clientes recebem imediatamente o valor em dinheiro ou +20% se optarem pelo crédito na loja. Comprar e vender no KiD to KiD é uma enorme mais valia para as famílias. Purchase and sale of articles for children From 0 to 12 years old KiD to KiD stores sell clothes and footwear, toys, child care items, children’s car seats and pushchairs, equipments... all in perfect condition and at prices that are between 50 and 70% below market value. When selling, customers immediately receive the value in cash or +20% if they opt for store credit. Buying and selling at KiD to KiD is a huge asset to families.

Avenida General Humberto Delgado n.º 34 C. Branco t. (+351) 272 328 163 www.facebook.com/kidtokidcastelobranco/ Seg-sáb: 10h00-19h00

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01 Presépio, Verde Amendoim > www.verdeamendoim.com | 02 Lacinhos, Kid to Kid > www.kidtokid.pt/loja/Castelobranco | 03 Carneirinhas, Mini Pata > www.facebook.com/minipata 04 Colchão Gold Fashion, BestBed > www.bestbed.pt | 05 Raya 2010, Horta de Gonçalpares Sociedade Agrícola, Lda > www.facebook.com/RAYA-162322633785435 | 06 Queijo de Ovelha Curado, Malpiqueijo > ww.facebook.com/Malpiqueijo | 07 Cogumelos Shiitake Aromatizados, Iguarias de Shiitake > https://www.facebook.com/iguariasdeshiitake | 08 Bolos Regionais, Geocakes > https://www.facebook.com/Geocakes | 09 Licores, MyEricae > www.facebook.com/Myerikae


06 CURIOSIDADES [sensibilização e projetos sociais] CURIOSITIES [AWARENESS AND SOCIAL PROJECTS]

multibanco cartão de crédito estacionamento esplanada


curiosidades

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Texugo em recuperação no Ceras, foto S. Infante

Hospital de fauna selvagem O Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens (CERAS) em funcionamento desde 1999 é um projecto do núcleo regional de Castelo Branco da Quercus, com o apoio da Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESACB), do eco-festival Salva-a-Terra, e outros mecenas empresariais e particulares, e tem como principal objectivo recuperar animais selvagens debilitados e devolvê-los ao meio natural. O CERAS também colabora com vários projetos nacionais na receção de cadáveres para estudos, necropsia e colheita de amostras. Paralelamente desenvolvem-se outras actividades, como acções de formação e de educação ambiental e estudos nas áreas de veterinária e biologia. O CERAS tem as suas instalações na Escola Agraria de Castelo Branco, e funciona essencialmente graças ao trabalho de voluntários e estagiários e já recebeu mais de

2500 animais conseguindo recuperar e devolver a natureza em média 60% das centenas de animas que dão entrada anualmente no centro. Em 2015 o CERAS recebeu duzentos e setenta e seis animais. A maior afluência de animais deu-se nos meses de Abril, Maio, Junho, Julho e Agosto. Os animais que deram entrada no CERAS eram provenientes dos distritos de Castelo Branco (64%), Portalegre (26%) Santarém (5%) e 5% tinha outra origem geográfica. As entidades que entregaram o maior número de animais foram o SEPNA (44%), os particulares (22%), o ICNF (18%) e a Quercus /CERAS (11%).As aves constituíram a grande maioria dos animais que deram entrada (77%), das quais se destacaram os Accipitriformes, com um 33% dos ingressos, dos quais 25% eram Aves Necrófagas, e 8% rapinas diurnas. As rapinas noturnas ou Strigiformes constituíram 20% dos ingressos, e os Passeriformes 18%. As causas de entrada mais frequentes foram os traumatismos (37%), queda do ninho (21%), electrocução (9%) e envenenamento (8%). Outras causas de entrada foram os juvenis desorientados e debilidade geral ( 5%). Foram desenvolvidas diversas acções de educação ambiental, acções


de sensibilização ambiental e workshops que envolveram essencialmente a população da região de Castelo Branco. O CERAS colaborou ainda com diversos projectos deinvestigação, sobretudo relacionados com a conservação da Natureza. O SEU CONTRIBUTO PODE FAZER A DIFERENÇA! A Quercus é uma organização não governamental sem fins lucrativos e de utilidade pública. A sua participação é importante para a defesa e conservação da Natureza. Quer seja atravéz da devolução ao habitat de um animal recuperado no CERAS, à participação em campanhas na comunicação social ou tornando-se embaixador de outros projectos desenvolvidos pela Quercus. E PORQUE NÃO APADRINHAR UM ANIMAL? O apadrinhamento de um animal selvagem em recuperação no CERAS é uma forma original de conhecer e colaborar na preservação de diferentes espécies de fauna selvagem. O padrinho torna-se desta forma um membro activo na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal.

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curiosidades

Pode apadrinhar um animal através de uma contribuição financeira, ou doação de bens necessários ao hospital, basta para isso entrar em contacto connosco. O que recebem os padrinhos em troca? - Um certificado de apadrinhamento - Informação da evolução da recuperação do seu animal - Poderá assistir à sua libertação quando chegar a altura de o devolver ao meio natural - Uma fotografia do seu afilhado Contacte-nos para mais informações: CERAS – Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens de Castelo Branco Quinta da Sra. de Mércules 6000 Castelo Branco – Portugal Telemóvel: (+351) 963 957 669 http://www.quercus.pt/ceras ceras.quercus@gmail.com

Libertação Grifos - Educação Ambiental, Foto S. Infante


CERAS - Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens (Center for the Study and Recovery of Wildlife) Wildlife Hospital The Center for the Study and Recovery of Wildlife (CERAS), in operation since 1999, is a project that belongs to the Quercus regional nucleus of Castelo Branco, with the support of the Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESACB), the Salva-a-Terra eco-festival, and other corporate and private patrons, and has as its main objective to rescue weakened wildlife and return them to their natural habitat. CERAS also collaborates with several national projects on the reception of dead animals for the purposes of further studies, necropsies and the collection of samples. At the same time other activities are developed, such as training, environmental education and studies in the areas of veterinary medicine and biology. CERAS’ facilities are located at the Escola Agrária de Castelo Branco, and it’s essentially in operation thanks to the hard work of volunteers and interns. It has already received more than 2500 animals, of which an average of 60% were rescued and returned to nature out of the hundreds of animals that annually arrive at the Center. In 2015, CERAS received 276 animals. The largest influx of animals took place in the months of April, May, June, July and August. The animals that arrived at CERAS mainly originated from the districts of Castelo Branco (64%), Portalegre (26%), Santarém (5%) and 5% had other geographic origins. The entities that delivered the highest number of animals were SEPNA (44%), private individuals (22%), the ICNF (18%) and Quercus/ CERAS (11%). Birds constitute the vast majority of animals that have arrived (77%), of which the Accipitriformes stood out with 33% of the entries, of which 25% were Necrophagous birds and 8% were diurnal birds of prey. Nocturnal birds of prey or owls constituted 20% of the entries, and the Passeriforms (Passerines) 18%. The most frequent causes for entries were

traumatism (37%), falling from the nest (21%), electrocution (9%) and poisoning (8%). Other causes for entries were disoriented juveniles and general debility (5%). Several environmental education activities, environmental awareness activities and workshops were developed involving, essentially, the population of the region of Castelo Branco. CERAS also collaborated with various research projects, mostly related to nature conservation. YOUR CONTRIBUTION CAN MAKE A DIFFERENCE! Quercus is a non-profit non-governmental organization and a public benefit. Your participation is important for the protection and conservation of nature. Whether through the release of a rescued animal to its natural habitat at CERAS, to participating in social media campaigns or even becoming an ambassador to other projects developed by Quercus. AND WHY NOT SPONSOR AN ANIMAL? Sponsoring a rescued wild animal at CERAS is a unique way to meet and collaborate in the preservation of different wildlife species. This way, the sponsor becomes an active member by promoting the recovery of wild animals in Portugal. You can sponsor an animal through a financial contribution or a donation of much-needed goods to the hospital. All you need is to get in touch with us. What do the sponsors receive in return? - A certificate of sponsorship - Information on the evolution of your animal’s recovery - You can watch its release when the time comes to return it to the wild - A photo of your sponsored animal Please contact us for further information: CERAS – Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens de Castelo Branco - Quinta da Sra. de Mércules - 6000 Castelo Branco – Portugal - Mobile phone: (+351) 963 957 669 http://www.quercus.pt/ceras ceras.quercus@gmail.com

curiosidades

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Totó & Palhinhas no Hospital

Bibliomóvel

Levar sorrisos, cor e muita alegria a todas as crianças, e familiares de crianças internadas no hospital, através de pequenos momentos de comicidade de modo integrado com a personalidade, o quadro clínico e a animosidade da criança “visitada”. Totó como a Palhinhas, foram criadas sobre um perfil psicológico alusivo ao mundo do circo e com apontamentos de cuidados a aplicar em situações de “mal-estar”.

Incrementa o gosto pela leitura e funciona como “antídoto contra a solidão e o isolamento” dos habitantes de 35 aldeias deste município. Funciona também como posto móvel avançado dos serviços municipais, e para além de promover a leitura, transporta o Técnico de Diagnóstico e Terapêutica da Unidade móvel de saúde que realiza rastreios como avaliação de tensão arterial, realização de testes de glicémia, colesterol, entre outros.

It doesn’t hurt and it’s not bad for you Bringing smiles, colour and joy to all the children and families of children admitted to the hospital through a few unique moments of humour that are merged with the personality, the clinical condition and the animosity of the “visited” child. Totó as well as Palhinhas were created on a psychological profile depicting the circus world and both work with a caring touch which they apply in situations of “discomfort”.

Proença-a-Nova’s mobile library Enhances the taste for reading and acts as an “antidote to loneliness and isolation” for the inhabitants of the 35 villages in this municipality. It also works as an advanced mobile station for municipal services, and in addition to promoting reading, it offers the services of a Diagnostic and Therapeutic Technician from the mobile health unit, who conducts screenings like blood pressure assessment, testing of blood glucose and cholesterol, among others.

Urbanização se S. Tiago, R/C Esq 6000-179 Castelo Branco tl. (+ 351) 967 817 291 | vaataoteatro@gmail.com | Site: http://vaatao.wix.com/vaatao 09h30-18h30

Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova Rua Manuel Martins d’Évora, N.º 4, 6150-544 P.N. t. (+ 351) 274 670 007 biblioteca@cm-proencanova.pt

Não dói nem faz mal

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curiosidades

Biblioteca itinerante de Proença-a-Nova


07 A região [CONTACTOS ÚTEIS] THE REGION [USEFUL CONTACTS]


CONTACTOS ÚTEIS • Castelo Branco Biblioteca Municipal Tlf.: +351 272 340 600 Bombeiros Voluntários de Castelo Branco Tlf: +351 272 342 122 Câmara Municipal de Castelo Branco Tlf.: +351 272 330 330 Centro Coordenador de Transportes Tlf.: +351 272 320 997 Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco Tlf.: +351 272 348 170 Centro de Interpretação Ambiental Tlf: +351 272 346 068 Centro de Interpretação do Jardim do Paço Tlf.: +351 272 340 500 Centro de Saúde de Castelo Branco Tlf: +351 272 340 290 Cine Teatro da Avenida Tel. +351 272 349 560 Complexo de Piscinas Municipais (Piscina Praia) Tlf.: +351 272 348 320 Complexo de Piscinas Municipais de Alcains Tlf.: +351 272 906 392 Cybercentro Tlf.: +351 272 348 790 Guarda Nacional Republicana Tlf: +351 272 340 900 Hospital Amato Lusitano Tlf: +351 272 000 272 Loja do Cidadão Tlf: +351 707 24 11 07 Mercado Municipal Tlf.: +351 272 345 553

Museu Cargaleiro Tlf.: +351 272 337 394 Museu do Canteiro Tlf.: +351 272 900 220 Museu Tavares Proença Júnior Tlf.: +351 272 344 277 Núcleo Etnográfico da Lousa Tlf.: +351 967 125 030 Parque de Campismo de Castelo Branco Tlf.: +351 272 322 577 Polícia de Segurança Publica Tlf. +351 272 340 622 +351 963 497 405 Posto de Turismo Tlf.: +351 272 330 339 / +351 272 330 350

• IDANHA A NOVA Biblioteca Municipal Tlf.: +351 277 200 570 Bombeiros Voluntários de Idanhaa-Nova Tlf.: +351 277 202 456

Guarda Nacional Republicana – Posto da Zebreira Tlf.: +351 277 427 123 Posto das Termas de Monfortinho Tlf.: +351 277 434 225 Posto de Idanha-a-Nova Tlf: +351 277 200 050 Posto de Monsanto Tlf.: +351 277 314 347 Posto do Ladoeiro Tlf.: +351 277 927 175 Posto do Rosmaninhal Tlf.: +351 277 477 140 Parque de Campismo Municipal Tlf.: +351 277 201 029 Piscinas Municipais da Zebreira Tlf.: +351 277 427 297 Piscinas Municipais das Termas de Monfortinho Tlf.: +351 277 434 190 Piscinas Municipais de Idanha-aNova Tlf.: +351 277 202 687 Piscinas Municipais do Ladoeiro Tlf.: +351 277 927 332

Camara Municipal de Idanha a Nova Tlf.: +351 277 200 570

Posto de Turismo das Termas de Monfortinho Tlf.: +351 277 434 223

Centro Cultural Raiano Tlf.: +351 277 202 900

Posto de Turismo de Idanha a Nova Tlf.: +351 277 201 023

Centro de Saúde de Idanha a Nova Tlf.: +351 277 200 210 Centro de Transportes Tlf.: +351 277 202 565 Complexo de Lagares de Proençaa-Velha Tlf.: +351 277 312 012 Cyber espaço Tlf.: +351 277 208 081 Fórum Cultural Tlf.: +351 277 208 029

Posto de Turismo de Idanha-aVelha Tlf.: +351 277 914 280 Posto de Turismo de Monsanto, Pólo da Gastronomia Tlf.: +351 277 314 642 Posto de Turismo de Penha Garcia Tlf.: +351 277 366 011

• OLEIROS Câmara Municipal de Oleiros Tlf.: +351 272 680 130


Biblioteca Municipal Casa da Cultura Tlf.: +351 272 680 230 Posto Turismo Espaço Internet Tlf.: +351 272 681 008 Bombeiros Voluntários de Oleiros Tlf.: +351 272 680 170 Guarda Nacional Republicana Tlf.: +351 272 682 311

• PROENÇA A NOVA

• VILA VELHA DE RODÃO

Biblioteca Municipal Tlf.: +351 274 670 007

Bombeiros Voluntários de Vila Velha de Ródão Tlf.: +351 272 541 022

Bombeiros Voluntários de Proença-a-Nova Tlf.: +351 274 671 444 Bungalows e Parque de Campismo – Aldeia Ruiva Tlf.: +351 932 740 007

Centro de Interpretação da Arte Rupestre do Vale do Tejo Tlf.: +351 272 540 308 Casa de Artes e Cultura do Tejo Vila Velha do Ródão Tlf.: +351 272 540 314

Camara Municipal de Proença a Nova Tlf.: +351 274 670 000

Centro de Saúde Tlf.: +351 272 540 210

Centro de Ciência Viva da Floresta Tlf.: +351 274 670 220

Guarda Nacional Republicana Tlf.: +351 272 549 050

Biblioteca Municipal Tlf.: +351 277 394 106

Centro de Saúde Tlf.: +351 274 670 040

Bombeiros Voluntários de Penamacor Tlf.: +351 277 394 122

Guarda Nacional Republicana Proença a Nova Tlf.: +351 274 672 667

Posto de Turismo / Complexo do Lagar de Varas Tlf.: +351 272 540 312 +351 963 445 928

Centro de Saúde Tlf.: +351 272 680 160 Piscinas Municipais Ginásio Tlf.: +351 272 681 062

• PENAMACOR

Camara Municipal de Penamacor: Tel.: +351 277 394 106 Centro de Saúde Tlf.: +351 277 390 020 Guarda Nacional Republicana de Penamacor Tlf.: +351 277 394 274 Parque de Campismo do Freixial, Aranhas, Penamacor Tlf.: +351 277 385 529 Posto de Turismo Tlf.: +351 277 394 003 Piscina Municipal Tlf.: +351 277 394 106

Piscinas Municipais Tlf.: +351 274 670 008 Posto de Turismo Tlf.: +351 274 670 000 +351 939 623 269 Proteção Civil e Florestas Tlf.: +351 937 527 415 Rede de Praias Fluviais das Aldeias do Xisto / Centro Dinamizador das Aldeias do Xisto Tlf.: +351 275 647 700 Loja Aldeias do Xisto – Figueira Tlf.: +351 274 822 134

Biblioteca Municipal Tlf.: +351 272 540 314 Núcleo Museológico do Azeite – Sarnadas de Ródão Tlf.: +351 272 998 088 Núcleo Museológico: o Contrabando – Perais Tlf.: +351 272 566 187 Núcleo Museológico do Linho e Tecelagem, Foz do Cobrão Tlf.: +351 272 543 149


cruzadas BEM HAJA

HORIZONTAL 03. Tema do separador “degustar” 06. Concelho da Beira Baixa conhecido pelo seu núcleo museológico/lagar de azeite 07. Nome do primeiro separador 09. Nome da empresa responsável pela edição da Bem Haja 10. Centro de recuperação de animais selvagens 11. Concelho da Beira Baixa cujo slogan é “no centro do encanto” 13. Concelho da Beira Baixa onde se encontra a serra da Malcata 14. Embaixadora da região presente neste número VERTICAL 01. Concelho da Beira Baixa que é também a capital de Distrito 02. Entidade responsável pelo texto publicado no separador “vamos às compras” 04. “Existe ______ sem saúde mental?” procure em “cuide de si” 05. Concelho da Beira Baixa que é território da UNESCO 08. Expressão de agradecimento, típica da Beira Baixa 12. Concelho da Beira Baixa conhecido pelo Cabrito Estonado

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