Skip to main content

Projeto Quadra Urbana 2021.1

Page 1

QUADRA URBANA PROJETO DE INTERVENÇÃO URBANA

Ana Carolina Braga; Felipe Almeida; Gabriel Vieira


SUMÁRIO INTRODUÇÃO

03

ABANDONO NA REGIAO

05

PROBLEMAS NO ENTORNO

07

BEM PRESERVADO

11

MAPAS DE USOS

13

FIGURA E FUNDO

15


17

MAPA DE GABARITOS

19

PROPOSTA PARA O ENTORNO

21

DIRETRIZES

30

PROGRAMA

33

LEGISLAÇÃO

36

PROJETO ARQUITETÔNICO


INTRODUÇÃO

O projeto se localiza No terreno do Inca, próximo a praça da cruz vermelha, entre as ruas conselheiro josé Josino, Rua Washington Luís e Av. Henrique Valadares. A praça da cruz vermelha e o terreno discutido está atualmente inserida no local do morro do senado, que teve seu desmonte entre 1808 e 1906. A quadra em questão desde o começo da edificação dos lotes no inicio do século XX, tem uma característica de lotes mais largos e seu uso era voltado para área de saúde estadual e federal. Em 2012, Houve a implosão do IASERJ(Instituto de Assistência aos Servidores do Estado), onde ficava a maior parte do aparato hospitalar que foi cedido pelo Governo do Estado do RJ para o INCA(Instituto Nacional do Câncer) O projeto para esse novo lote vazio seria a ampliação do INCA mas os moradores da região convivem com o abandono desde a implosão do IASERJ. Como solução a intenção projetual é criar uma área de requalificação urbana, ou seja, criar uma integração e inclusão das classes sociais em um mesmo espaço. Nas nossas diretrizes estão como foco principal a habitação, abrigo social, melhorias urbanísticas para a cidade, usos mistos para atrair fluxo de pedestres e urbanismo tático de forma efêmera na cidade.

03


Terreno estudado

Praça da cruz Vermelha

04


ABANDONO DA REGIÃO Com a crise sofrida pelo país e especialmente pelo estado do Rio de Janeiro após o ano de 2014, somado a migração de empresas para outras regiões do município como a Barra e zona sul em busca de instalações mais eficientes e contemporâneas, e mais recentemente a crise provocada pela pandemia do COVID-19, foram motivos para um esvaziamento sem precedentes na história do centro da cidade, chegando a níveis alarmantes de taxa de vacância em imóveis comerciais (lojas e escritórios).

33% 2018

05

45%

2020

25%

Devido o fechamento de diversos estabelecimentos comerciais no entorno do terreno e o estado atual de abandono do terreno que será abordado, a região transformou-se em uma área com pouco movimento, ocupada massivamente por moradores de rua que vivem sem assistência por parte do poder público e sem condições sanitárias mínimas.

45% Taxa de Vacância Em lojas, escritórios e salas comerciais no final de 2020


IMAGENS DO LOCAL

06


07

PROBLEMAS NO ENTORNO


Há em torno de 7 mil moradores de rua na cidade do Rio de Janeiro, se concentrando aproximadamente 16% no Centro do Rio. Os principais motivos que eles relatam são, alcoolismo e drogas, demissão do emprego e conflitos familiares. Uma grande porcentagem não tem a intenção de sair das ruas e outros pedem por emprego, moradia e até documentos. Muitos edifícios do centro da cidade, se encontram em situação de abandono criando um paisagismo urbano sem vida e sem segurança. Há projetos de restauração nesses prédios, porém em torno de 50% ainda não foram concluídos. Nessa região o abandono afasta o pedestre e gera um local propício para assaltos, moradores de rua e invasão dos prédios e terrenos vazios.

MORADORES DE RUA

POLICIAMENTO

EDIFÍCIOS SEM USO

SEGURANÇA

CAMINHABILIDADE

TERRENO ABANDONADO

ILUMINAÇÃO PÚBLICA

08


PESQUISA

policiamento comércio

95%

circulação de pedestres Motivos da Sensação de falta de segurança:

5

10

15

Moradores de rua

Propostas de melhorias

Assalto

As estratégias mais citadas como solução foram policiamento, novos usos nos edifícios como comércio e o aumento de circulação de pedestres. Também foi mencionado o centro presente, usos como cultura e lazer, criar propostas que pode gerar caminhabilidade e abrigo para os moradores de rua.

Pouco policiamento Fluxo baixo de pedestres Iluminação Mulheres não se sentem seguras ao caminhar sozinha

09

0


22 Pessoas entrevistadas

Moraria se tivesse oportunidade:

O que faria a praça mais habitável:

Academia para idosos

Sim 35%

Iluminação Brinquedos Não 65%

Os principais motivos para não morar naquela região atualmente é pelo abandono do local, pela paisagem urbana poluída, Ruas desertas e falta de segurança. Como solução o ideal é o investimento em comércio básico como restaurantes, mercados, padarias, farmácias, equipamentos na praça, conservação e segurança, escolas e a revitalização de imóveis abandonados.

Manutenção das calçadas 0

5 10 15 20

A percepção de paisagem dos transeuntes locais são os prédios corporativos e o INCA. São destaques de referência daquela região da praça da cruz vermelha.

Percepção da Paisagem Urbana Prédios corporativos Residenciais Edificios Culturais Hospitais Comércio 0

5

10

15

10


11

BEM PRESERVADO


APAC O Objetivo dos bens preservados é a de manter viva a composição arquitetônica de edifícios que estejam no entorno de um bem tombado e que ajudam a manter a identidade cultural da localidade abrangida pela APAC (Área de Proteção do Ambiente Cultural). Através do decreto N° 11.883 de 30 de dezembro de 1992 fica estabelecido que o imóvel situado na esquina entre as Ruas Conselheiro Josino e Washington Luís passa a integrar a lista de Bens Preservados da APAC Cruz Vermelha. A Ordem Fraternal Cruzeiro do Sul é uma instituição espiritualista fundada em 1985. É declarada de Utilidade pública municipal pela LEI 1741 em 16 de julho de 1991. Esse bem preservado está na esquina da quadra em questão no meio de um lote vazio abandonado. A intenção é preserválo e criar um uso cultural ou social para mantermos a história desse patrimônio com fachada histórica.

12


MAPA DE USOS

N 13


DADOS

LEGENDA DE USOS

Terreno Residencial

45,0%

Residencial

Comercial

Comercial

11,5%

Misto

Misto

Educacional Saúde Templos Religiosos

0,7%

Educacional

0,6%

Saúde

Templos religiosos

lazer

cultural

Insitucional Lazer Cultural

0,6%

Institucional

0,5%

14


FIGURA E FUNDO

N 15


ÁREAS LIVRES

500m

Posto de gasolina

400m 300m

Estacionamento

200m Praça da Cruz Vermelha

100m

Mata densa

N

Terreno vazio acima do tunel

Imagem 13 À 18*

16


MAPA DE GABARITOS

édio dos lotes:

Pavimentos: 1-3

Pavimentos

4-7

Pavimentos

8-11 Pavimentos 12-15 Pavimentos 16-19 Pavimentos

17


TAMANHO MÉDIO DOS LOTES 13 7 10 1

14 15

8

4 2

9 5 3

11 12

6

1

N

3 5 7

Taxa de Ocupação média: 73,42% Gabarito Médio: 4 Pavimentos Tamanho médio dos lotes: 648,86m² Formato Predominante dos Lotes: Retangular Modalidade de uso predominante: Comercial

9 11 13 15 0

1.000 2.000 3.000 4.000 5.000

18


PROPOSTA DE MELHORIAS DO ENTORNO Para revitalização da região, é necessário que sejam tomadas algumas medidas, dentre elas: Acolhimento da população em vulnerabilidade conduzindo-a para abrigos onde receba alimentação, condições dignas de higiene, tratamento contra dependência química (caso necessário) e ofereça oportunidade de qualificação profissional conectando a possíveis oportunidades de trabalho; Instalação de um sistema de segurança com monitoramento eficiente; Melhorias urbanísticas como pavimentação, conservação de calçadas, vegetação, iluminação pública e uso para a praça ; Estímulo a instalação de novos negócios comerciais nas lojas onde atenda os moradores, e escritórios do entorno; Estímulo a conversão de imóveis comerciais que estejam vazios ou abandonados em habitações.

19


REVIVER CENTRO Com objetivo principal de revitalizar o centro da cidade através da atração de moradores para a região, o projeto Reviver Centro é a aposta atual para devolver o movimento ao centro da cidade, reativando a economia local com consumidores permanentes e também criando movimento nas ruas fora do horário comercial.

Benefícios a retrofit de prédios antigos e novos de uso residencial ou misto

Restrição a Incentivo a novas vagas e lojas no reconversão andar térreo do uso de garagens

Estímulo para Locação Plataforma transformação Social para digital, de coberturas e estudantes e colaborativa e coroamento de servidores interativa prédios

20


DIRETRIZES

Fruição Pública

Revitalização Urbana

Urbanismo Tático

DIRETRIZES PROJETUAIS

Fachada Ativa

Mobiliário Urbano

Equipamento Cultural Espaço de Convivência

21

Habitação Coletiva

Conforto Térmico e Visual


PÚBLICO ALVO PÚBLICO ALVO

Família

USOS PROPOSTOS

moradia

jovens

comércio e lazer

Pessoas em vulnerabilidade social

social

22


REFERÊNCIA

O Largo da Carioca é uma quadra urbana totalmente permeável ao pedestre com espaço abundante em passeios. A quadra abriga alguns lotes que possuem seus entornos completamente acessíveis aos pedestres já que carros não entram na quadra. Referências obtidas: Quadra aberta com comércio nas divisas dos lotes; Calçadão comercial.

LARGO DA CARIOCA RIO DE JANEIRO

23


REFERÊNCIA

PRAÇA DAS ARTES SÃO PAULO Quadra Urbana voltada aos eventos culturais dos mais diversos tipos, a Praça das Artes é um local onde a arte aflora e o público se reúne. Com linguagem completamente contemporânea, a quadra apresenta fluxos simples e dispostos em diferentes cotas de altura. Referências obtidas: Implantação de equipamentos culturais na quadra; Criação de espaço amigável à arte de rua.

24


REFERÊNCIA Contendo diversos lotes, a Pancras Square é uma quadra urbana completamente pedonal que oferece diversas opções de comércio, lazer e espaços de permanência. Contendo caminhos retilíneos que ocorrem entre vários canteiros gramados, a quadra é um grande atrativo para famílias inteiras em busca de lazer que acabam por movimentar o comércio local. Referências obtidas:

PANCRAS SQUARE LONDRES

25

Fluxos entre canteiros gramados permitindo maior permeabilidade; Uso da natureza e espaço de permanência como forma de atração de público.


QUADRAS

QUADRA 2

QUADRA 1

QUADRA 1

Lotes destinados a uso misto, tendo preferência a construção de residências gerando retorno positivo ao programa Reviver Centro, além de equipamentos culturais.

QUADRA 2

Lotes destinados à função social para uso institucional através de ONGs ou instituições que atuem no trabalho de acolhimento e auxílio à população em vulnerabilidade social.

26


PROPOSTA A intenção projetual com esse espaço urbano mais aberto tem como base construir uma quadra modelo para mostrar as qualidades de viver e apreciar a cidade, criando uma melhoria nas condições para o pedestre na vida urbana.

Quadra 1: -Lote 1: Área: 835,20 m² Largura: 23,40 m Comp.: 37,80 m

7

3

8

5

2

-Lote 2: Área: 1179,49 m² Largura: 23,51 m Comp.: 50,17 m

9

4

6

10

-Lote 3 a 6: Área: 1058,00 m² Largura: 23,40 m Comp.: 45,43 m

1

Quadra 2:

N

Institucional

27

Privado

Público

-Lote 7 a 10: Área: 550,03 m² Largura: 25,19 m Comp.: 21,28 m


PERSPECTIVAS

28


PERSPECTIVAS

29


PROGRAMA

Rua de tráfego lento Corredor Cultural Fruição Pública Arte de rua Mobiliário Urbano Paisagismo N

ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA

MOBILIÁRIO URBANO

ARTE DE RUA

PAISAGISMO

30


CONDICIONANTES NATURAIS

31

21/12 - 09h00

21/12 - 12h00

21/12 - 15h00

21/06 - 09h00

21/06 - 12h00

21/06 - 15h00


OCUPAÇÃO

População fixa estimada por terreno

80

216

80

80

Total de habitantes: 536 Área da quadra em m²: 15.068,54 Área da quadra em ha: 1,507

80

Densidade: hab/ha: 355,67

Além da população fixa, a quadra ainda irá dispor de muitos pontos de interesse como comércio e setor cultural que vão movimentar a região na maior parte do dia.

32


LEGISLAÇÃO Gabarito máximo de 14 metros ou 4 pavimentos (base + 3 pavimentos) na quadra 1, ou 20 metros e 6 pavimentos mediante outorga; e de 20 metros ou 6 pavimentos (base + 5 pavimentos) na quadra 2; Máximo de duas edificações por lote demarcado; Ocupação máxima de 100% na base do lote e de 50% nos andares acima na quadra 1, e de 60% na base do lote e nos andares da quadra 2; os lotes na quadra dois deverão possuir afastamentos laterais e fundos fechados para pedestres, podendo apenas permanecer sem fechamento os afastamentos frontais ou laterais que sirvam de acesso para o prédio. A legislação da APAC pode, também, estabelecer novos parâmetros urbanos como, por exemplo, gabaritos para a área, atividades e usos adequados e condições de parcelamento do solo. incentivos fiscais para empreendimentos que promoverem plantio de árvores dentro de um lote ou no passeio, como descontos no IPTU Criação de 50% da rua conselheiro josino em vagas de estaionamento e calçadas com 5m de largura. Previsão em Norma de fechada ativa na base para construções de uso misto. Calçadas com 5m no mínimo no entorno do lote

33

Propõe-se utilizar captção das águas pluviais e jardim verde na cobertura para empreendimentos que usem 100% do solo.

QUADRA 2 QUADRA 1


Quadra 1

Quadra 2

2.5

3.6

TAXA OCUP. BASE

100%

60%

TAXA OCUP. ANDARES

50%

60%

GABARITO MAX.

04

06

PÉ DIREITO BASE

4,85m

4,85m

OUTORGA*

06

--

AFASTAMENTO FRONTAL

03

03

AFASTAMENTO LATERAL

03

02.5

AFASTAMENTO FUNDOS

03

02

TAXA DE PERMEABILIDADE MÍN

0%

40%

INDICE DE APROVEITAMENTO DO TERRENO

QUADRA 2 QUADRA 1 OUTORGA*: Outorga para lotes 3 ao 6.

34


COLIVING/ USO MISTO PROJETO ARQUITETÔNICO BÁSICO

Ana Carolina Braga 20162102592


SUMÁRIO

Introdução

Setorização

Relação com o Entorno

Programa de necessidades

Referências

Corte Vertical

Diretrizes Projetuais

Perspectivas

Proposta

Plantas


INTRODUÇÃO Edifício Misto Coliving As residências e escritórios corporativos vem sofrendo transformações ao longo dos anos, e com a pandemia devido ao vírus da covid 19 é perceptível em como o home office foi uma estratégia das empresas para o isolamento da população. A economia percebe que o mundo está mudando de cenário e com isso as pessoas se interessam por um estilo de vida compartilhado e criativo que dê a oportunidade da troca de experiência, tempo e convivência. O coliving e o coworking são exemplos de empreendimentos que associam princípios como compartilhamento e sustentabilidade para proporcionar um estilo de vida mais criativo e satisfatório. O objetivo é compartilhar diferentes espaços com pessoas e hábitos diferentes, com o intuito de formar uma comunidade baseada em trocas. Logo, O projeto refere-se à elaboração de um empreendimento de uso misto, sendo coliving e coworking no bairro do centro do rio de janeiro próximo à praça da cruz vermelha. Para um melhor entendimento das necessidades dos usuários e da área em que o projeto será inserido, será apresentado os estudos e diagnósticos do local. O projeto se situa numa área estratégico do centro da cidade que está em plena reurbanização e tem parâmetros que coincidem com o projeto reviver centro.


Av. Henrique Valadares Lote 3

Quadra- Centro do Rio de Janeiro Praça da cruz vermelha

Lote 3 Uso misto

Lote 3 com o entorno da quadra


INTERAÇÃO COM O ENTORNO

A proposta é definir algumas estratégias que visam o resgate da qualidade de vida. As quadras com lotes menores proporcionam uma maior permeabilidade e diversidade urbana, onde os fluxos são mais distribuídos, possibilitando uma maior interação de pessoas e maior autonomia para atividades usando a caminhabilidade. A intenção é a utilização da rua pelas pessoas em diversos horários para criar uma segurança local de movimento diurno e noturno. O bairro se torna multifuncional com diversos usos na quadra e no seu entorno. Perspectiva: Uso Misto

Uso Residencial

Uso comercial

Combinar usos principais potencializa a utilização da rua pelos usuários em diversos horários do dia e consequentemente gerando uma certa segurança no local. Com essa diversidade de usos existentes, o bairro se torna multifuncional e acaba criando uma vitalidade para o mesmo.


Para uma cidade viva, é necessária uma vida urbana diversificada, onde diferentes atividades se interajam e as pessoas queiram se apropriar e usufruir

Integração

Caminhabilidade Segurança Centralidade Vida pública

Coletivo


REFERÊNCIAS SEND COLIVING Send Cooliving, Localizado na rua Senador Dantas, 80. retrofit de um prédio da década de 40. Projeto: plantas studio com banheiro e cozinha e área privativa com metragens de 28 a 68 m² mais 6 lojas no térreo Referências para o projeto: Plantas baixas dos studios Empresa Responsável: BrasilBrookers 57m

²

42m

²


REFERÊNCIAS

SKYLUX Locazalização: Skylux Tegra; Centro, Rio de Janeiro Empresa responsável: Tegra Referências para o projeto: Fachada e usos

Projeto: São 324 unidades, dentre elas: 02 lojas, 317 apartamentos de 32 a 42 m², 05 apartamentos Garden de 51 a 61 m². Fitness Piscina Adulto Lounge Rooftop com sky lounge


REFERÊNCIAS THE COLLECTIVE OLD OAK Conceito Coliving e Coworking Escritório responsável: Whittam PLP/Architecture Localização: Londres, Inglaterra, Reino Unido. Projeto: 11 andares, conta com 323 unidades residenciais e 550 apartamentos privativos e instalações comuns. Referência: Usos entre studios e apartamentos para 2 pessoas.


DIRETRIZES PROJETUAIS

Térreo permeável com Acesso do comércio voltadas tanto para a parte interna do terreno quanto para a parte externa. Proporcionar relação entre os espaços do edifício de uso misto com a praça e seu entorno Unir o viver, o trabalhar e o estar, todo em um mesmo lugar, de uma maneira acessível para todos Priorizar o fluxo de pedestres

Conforto Individual Coliving

Vida Compacta

DIRETRIZES PROJETUAIS

Usos Mistos

Fachada Ativa

Lazer

Coworking Espaço de Convivência


CARACTERÍSTICAS Gabarito 1-3 4-7 8-11 12-15 16-19

A massa edificada ao redor do terreno consiste em edificações até 6 metros, porém no entorno em outras quadras o gabarito tem uma variação de 1 á 12 pavimentos.

Pavimentos Pavimentos Pavimentos Pavimentos Pavimentos

Área Total do terreno: 1058.166m²

**Nesses lotes com a ocupação 100% de sua base, é solicitado nas áreas abertas, áreas verdes para melhorar o conforto térmico do edifício.

índices Urbanísticos: Gabarito:

4

Ocupação:

100%

Imperm.:

*

Gab. Máximo:

1,0km Lapa

**Outorga Onerosa

6**

1,4 km VLT

900m metrô central

450m Campo de Santana


PROPOSTA

A proposta do projeto tem como objetivo suprir parte da demanda de moradia, juntamente com espaços de lazer e espaços verdes da área, fazendo uso do conceito de coliving e coworking. O principal objetivo é inserir o projeto em um contexto urbano, que propõe um novo modo de viver e trabalhar

A volumetria consiste em um embasamento ocupando 80% do lote proporcionando integração da área comercial com a praça e os outros edificios com diversos usos. O primeiro pavimento é um edificio de studios, ou seja apartamentos de 30 à 42m². A partir do primeiro pavimento é destinado para os moradores uma área de uso compartilhado sendo assim um edificio coliving de uso misto.

Quadro Geral de Áreas: Áreal total: 1058m² 100% Área construída embasamento: 802m² Área Total: 529m² 50% Área Construída 1º Pavimento: 480m²

AUTONOMIA

INTEGRAÇÃO

DIVERSIDADE

PRIVACIDADE

O público Alvo são moradores que estão na busca por um senso de comunidade. O coliving consiste em uma moradia comunitária, onde todas as áreas de convivência são compartilhadas entre os moradores e a área privada se limita à ambientes compactos como apenas quartos ou então studios. Esse conceito vem cada vez mais se firmando como uma solução atrativa.


SETORIZAÇÃO Circulação Vertical Circulação Banheiros Studios

2º ao 5º Pavimento

Área comum Moradores Banheiro Circulação

1º Pavimento

Lojas Acesso Residencial Circulação Térreo

Serviços

PROGRAMA DE NECESSIDADES Térreo:

1º Pavimento

2º ao 5º Pavimento

Loja1 : 165m² loja 2 e 3: 65m² Loja 4: 46m² Loja 5 e 6: 38m² loja 7 e 8: 40m² Banheiros: 20m² Serviços: 20m²

Academia:62m² Espaço Multiuso: 75m² Lounge gourmet: 33m² Lounge coliving :50m² Corworking: 57m² Lavanderia: 51m² Banheiros: 14m²

Studio 1 e 4 : 32m² Studio 2: 42m² Studio 3: 37m² Studio 5: 36m² Studio 6; 9 e 10: 38m² Studio 7 e 8 : 30m²


CORTE VERTICAL

Lojas

Acesso Residencial

Studios

Hall

Circulação Vertical

Área comum Moradores


PERSPECTIVAS


PERSPECTIVAS


PLANTAS


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Projeto Quadra Urbana 2021.1 by Ana braga - Issuu