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Salão imobiliário - 13 de abril de 2014

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MANAUS, DOMINGO, 13 DE ABRIL DE 2014

(92) 3090-1017

Construtora aposta

em novas regiões Este ano, a Capital Rossi completa 40 anos e pretende entregar empreendimentos em diversas áreas da cidade

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endo como foco principal o mercado imobiliário de Manaus, a construtora Capital há 5 anos se uniu a incorporadora Rossi e expandiu seus lançamentos na cidade. Dessa parceria já foram lançados 23 empreendimentos na capital e três em Belém. Neste ano os trabalhos estão voltados para as entregas de sete importantes condomínios, Life da Vila, Life Ponta Negra, Life Parque 10, Mais Passeio do Mindu, Ideal Torquato, Vivendas do Aleixo e Vivendas do Rio Negro. A primeira obra entregue foi o Life Centro, um dos seis residenciais da linha Life, um conceito de moradia que visa conforto, praticidade e sofisticação, além de ser o primeiro condomínio residencial no centro da cidade. “Não existiam ofertas na região e nós resolvemos apostar. Foi um empreendimento muito entendido. São apartamentos de dois e três dormitórios, a partir de 56 metros quadrados, com ampla área de lazer, salão de festas, além de segurança completa”, explica a diretora executiva da capital Taisa Avelino Pi. Apostar em novas localizações é um dos principais diferencias da incorporadora, que resolveu construir além do eixo Ponta Negra, Vieiralves e também lançou empreendimentos nos bairros Compensa e Cachoeirinha. “Nós percebemos que é interessante expandirmos para esses bairros porque quando fazemos um lançamento, um movimento natural é a ex-

pansão da região. A exemplo disso nós temos o Jardim Paradiso, que fica na Torquato Tapajós. Quando iniciamos o empreendimento a alguns anos atrás, não tinha nada no bairro. Hoje duas mil famílias vivem nas quatro etapas do residencial e é perceptível como a região desenvolveu e hoje o bairro tem vida própria. Foi uma das nossas grandes apostas, cujo diferencial era o produto e o preço. E foi um sucesso”,ressalta. Taisa também destaca que com isso ficou claro que, a

CONSTRUÇÃO

A Capital Rossi atende clientes das classes A e B, construindo desde imóveis que se encaixam no programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida até condomínios de alto padrão distância que antes podia ser um problema na hora de comprar um imóvel, hoje não é mais. “A Torquato Tapajós já não é distante como antes. Já tem uma infraestrutura própria. As distancias estão encurtando. Manaus está se desenvolvendo, crescendo e nós estamos seguindo a tendência das grandes cidades”, diz. O Residencial Vivendas do Rio Negro é a atual aposta da construtora e surpreendeu pelo sucesso de vendas. Localizado no bairro da Compensa, com vista para o Rio

Negro, ele possui oito torres com apartamentos de até 76 metros quadrados. Além de uma completa área de lazer, vai contar também com um mirante. “Nós acreditamos muito no nosso produto, mas por conta da localização, não tínhamos certeza como seria a aceitação do público, até porque não existem outros lançamentos parecidos para poder comparar. E a verdade, é que nos surpreendemos com a velocidade das vendas, e se formos analisar, muitos dos compradores foram os moradores do próprio bairro, pessoas que estavam buscando um local mais amplo, mais seguro, com mais opções de lazer para morar”, explica. Diversificação A Capital Rossi atende clientes das classes A e B, construindo desde imóveis que se encaixam no programa do governo federal Minha Casa Minha Vida até condomínios de alto padrão. “No início da construtora, nós trabalhamos em parceria com a Suhab e entregamos vários conjuntos de casas populares. Hoje nós continuamos trabalhando com projetos mais econômicos, como é o caso das linhas Ideal e Vila Jardim. Como também temos lançamentos de condomínios maiores como Reserva Inglesa e Authentic Recife. Mas independente do público, sempre desenvolvemos produtos que sejam o mais completo possível. Prezamos muito pelo relacionamento com o cliente e a qualidade na construção”, afirma.

Empreendimentos em destaque Entre os empreendimentos mais bem-sucedidos da incorporadora está o San Lorenzo, em Adrianópolis. “É um torre única, com 56 apartamentos de 122 metros quadrados. Com projeto do arquiteto Roberto Moita e áreas comuns decoradas pela arquiteta Leila Barakat, ele possui várias opções de plantas e é um lugar privilegiado para se morar”, diz a diretora. No quesitos casas, único residencial de alto padrão

Taísa Pi acredita que as áreas de convivência são o grande diferencial, atualmente, dos empreendimentos

feito pela construtora foi o Alfa Garden, situado no Parque das Laranjeiras. “Foi um grande sucesso. Condomínio residencial familiar, onde as crianças podem brincar na rua, é muito agradável, as casas são padronizadas e é um condomínio que se mantém bem até hoje, as casas valorizaram muito”, observa. A Capital Rossi, que completará 40 anos no mercado imobiliário, pretende continuar trabalhando no

aperfeiçoamento dos seus serviços. “Temos profissionais competentes, que estão sempre se atualizando. Trabalhamos com fornecedores de ponta, projetistas de ponta, tecnologias e processos construtivos mais atuais. Fazemos muitas pesquisas com o consumidor para entender as necessidades de moradia, afinal, com o tempo a forma de convivência e de viver mudaram”, ressalta Taisa.


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Soluções criativas área do design de interiores”, afirma. E Camilla enfatiza que o público não tem solicitado o trabalho para um cômodo específico do imóvel. “Todos querem o serviço de design de interiores no apartamento completo”, diz. “Hoje em dia, talvez por causa do tamanho reduzido dos apartamentos, por exemplo, as pessoas já querem o serviço de um profissional para ocupar melhor o

COMEÇO

No início, o trabalho do trio de arquitetas era divulgado, principalmente, entre amigos, mas graças ao boca a boca, a clientela cresceu e, atualmente, já está colhendo bons frutos espaço do imóvel”, completa. A equipe procura se adequar a todo tipo de cliente, desde o que pechincha o orçamento até o que deixa todo o serviço a critério das arquitetas. Elas só não abrem mão de oferecer um serviço de qualidade. “Há profissionais que não pensam na qualidade, nem na manutenção do que oferecem. E nós procuramos fazer o contrário”, comenta Camilla.

A equipe busca se adequar a todo tipo de cliente

Possibilidades de criação Antes de executar um trabalho, a equipe da Quest Arquitetura Criativa visita o imóvel do cliente e busca conhecê-lo bem para que o resultado do serviço tenha a ver com o seu perfil. As arquitetas também tentam aproveitar o que o cliente já possui no seu imóvel e apresentam possibilidades para melhor aproveitar o espaço da casa ou apartamento.

“Um desafio é fazer com que muitos objetos caibam num apartamento. O cliente diz ‘Se vira’ e temos que fazer com que tudo caiba no imóvel dele”, revela Camilla. “Em nosso encontro com o cliente nós prestamos atenção no que ele diz e refletimos a respeito do que ele quer para o projeto”, completa Mayara. O valor do orçamento

dos projetos de design de interiores pode variar bastante. “O orçamento depende muito do escopo. Nós calculamos os valores utilizando a tabela do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil) e tentamos não colocar o preço do serviço nem muito abaixo, nem muito acima do mercado. Cobramos o preço justo”, garante Camilla.

ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

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epois que concluíram o curso de arquitetura na Universidade Nilton Lins, as jovens Camilla Diniz, Mayara Pierre e Ellem Vasconcelos continuaram amigas e decidiram investir num negócio próprio. Há um ano e meio elas se dedicam às atividades da Quest Arquitetura Criativa (www.questarc. com), empresa voltada para soluções arquitetônicas, e embora o leque de atuação seja amplo e envolva iniciativas como projetos residenciais e institucionais, reformas e quiosque para shoppings, o carro-chefe tem sido o design de interiores. “Oitenta por cento dos que procuram os nossos serviços são casais jovens, na faixaetária de 25 a 30 anos, que adquiriram a sua primeira casa”, revela Camilla. No início, o trabalho do trio era divulgado principalmente entre amigos, mas graças ao boca a boca, a clientela cresceu e, atualmente, Mayara observa que já está colhendo bons frutos. “Nosso primeiro projeto foi a reforma de uma edícula”, lembra. Mayara acrescenta que a procura pelos serviços da empresa surpreendeu a equipe. “Muita gente já tem hoje uma noção para procurar um profissional de arquitetura para obter um direcionamento na

DIVULGAÇÃO

A Quest Arquitetura Criativa atua na área de soluções arquitetônicas há pouco mais de 1 ano e o design de interiores é, atualmente, o carro-chefe da empresa. Em breve, a equipe contará com seu próprio escritório

Mayara Pierre e Camila Diniz dividem a sociedade da empresa com Ellem Vasconcelos

Novos projetos A arquiteta adianta que o próximo passo da equipe é abrir uma sede e adquirir um maquinário para que os clientes visualizem melhor, por exemplo, as maquetes dos projetos em 3D. Até lá, as arquitetas continuarão a divulgar a Quest Arquitetura Criativa em redes sociais como Facebook (www.facebook.com/ QuestArC) e Instagram (www.iphoneogram. com/u/519425862),.

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Diego Janatã

REPORTAGEM Bruno Mazieri Luiz Otávio Martins Mariane Barroco

REVISÃO Dernando Monteiro

DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Pablo Filard


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Serviços oferecem grande comodidade Uma das principais marcas do bairro São José Operário é o seu movimentado comércio, boa parte concentrado na avenida Grande Circular, uma das principais do local

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onhecido pela grande movimentação comercial, especialmente a que fica localizada na avenida Grande Circular, o bairro São José Operário, na Zona Leste, foi oficialmente criado em 1980, mas as tentativas de ocupação de sua área datam do final da década de 70. Em 2010, a lei municipal 1.401, de 14 de janeiro, dividiu essa região em duas partes e deu origem ao bairro Gilberto Mestrinho, na mesma zona da capital. O São José ocupa uma superfície de 543,10 hectares e tem início na avenida Cosme Ferreira com o igarapé do Acariquara. Entre os serviços que o bairro abriga estão o 9º Distrito Policial, um posto do Corpo de Bombeiros, agência dos Correios, o pronto-socorro João Lúcio, a maternidade Ana Braga, a Secretaria Municipal de Obras (Semosb), além das associações Moradores e Amigos do Bairro São José e Clube das Mães. Nessa região também estão localizados os centros de compras Uai Shopping São José e Shopping Grande Circular, a quadra do Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba A Grande Família e o Ginásio do Zezão. A principal avenida do bairro é a Grande Circular e, a partir dela, é possível se deslocar para outras áreas de Manaus, como as zonas Norte e Sul, através de diversas vias de acesso. “Na principal via de acesso do bairro São José dispomos de um grande centro comercial, onde a maioria das empresas de marcas conhecidas nacional e local está instalada, ou seja, o grande público local não necessita deslocar de sua região para outros centros com o intuito de comprar desde veículos novos a produtos de consumo básico”, observa Madalena Przybysz, diretora administrativa da Manáos Imóveis.

Madalena comenta que o setor imobiliário é composto de residenciais familiares com forte atuação do comércio que atende todos os bairros da região Leste (Armando Mendes, Colônia Antônio Aleixo, Coroado, Distrito Industrial II, Gilberto Mestrinho, Jorge Teixeira, Manauazinho, Puraquequara, Tancredo Neves e Zumbi dos Palmares). Ela enfatiza ainda que, por causa da grande demanda existente de imóveis que não estão registrados e matriculados em cartório, a aquisição de um bem imóvel através de financiamento torna-se inviável. “Atualmente é necessária por parte do poder público uma grande regularização fiduciária a fim de garantir ao adquirente do imóvel a sua propriedade”, diz. A diretora administrativa analisa ainda que, com o crescimento da população, há um

Várias opções de transporte A funcionária pública Jane Lima mudou-se do bairro Santo Antônio, na Zona Oeste, para o São José em 1982. Ela reclama que, de lá para cá, questões como o abastecimento de água e a qualidade do transporte coletivo persistem. “Na parte onde eu moro, o São José 1, a falta de água não é mais tão constante, mas ainda é um problema”, comenta. “Já em relação ao transporte coletivo, depois que construíram o terminal passaram a existir mais opções de linha para bairros próximos e para o Centro. Mas, os ônibus ainda demoram muito

para passar”, analisa. Com a implantação do serviço de Ronda no Bairro, Jane conta que a segurança no bairro – que também abriga o 9º Distrito Policial – melhorou. “O policiamento na região está bom”, diz a funcionária pública. Desde que se mudou para o São José, Jane lembra que poucas vezes sua mãe pensou em se mudar para outra área da cidade. Entre os motivos está a comodidade que o bairro passou a oferecer ao longo dos anos. “Antes eu tinha que ir até o Centro para usufruir de certos serviços, como agências bancárias, por

exemplo. Hoje, está mais cômodo, pois além dessas agências, aqui existem shoppings, lojas comerciais importantes e escolas. Isso tudo representa um custobenefício para quem mora no bairro”, afirma Jane. “Serviços que existem no Centro e em outros shoppings da cidade você encontra também no São José”. Atualmente, Jane Lima se considera satisfeita por morar no São José e, em geral, não pensa em se mudar. “Mas, se eu me mudar algum dia, não vou me desfazer totalmente da minha casa porque essa área não é ruim para se morar”, diz.

Na principal via de acesso do bairro São José dispomos de um grande centro comercial, onde a maioria das empresas está localizada Madalena Prybysz, diretora da Manaós Imóveis

grande déficit habitacional na região, com carência de empreendimentos novos, inclusive com benefícios do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal. “Neste caso, os moradores do bairro e região serão beneficiados no segundo semestre de 2014 com novos investimentos dentro do setor imobiliário em novas unidades habitacionais”, informa. Para os interessados em se cadastrar, os telefones são: (92) 32388081 e 8419-0000.

O bairro São José disponibiliza uma série de opções diferenciadas ligadas a pontos comerciais

Crescimento mostra suas vantagens Assim como a funcionária pública Jane Lima, o planejador de manutenção Vanderson Moreira cita como a principal vantagem de se morar no São José a comodidade. “Não saio do bairro para fazer compras, ou seja, tem praticamente todos os supermercados de renome, diversas lojas de cama, mesa e banho, eletroeletrônicos, informática, praticamente todos os bancos. Sem contar no setor alimentício, que também existem vários”, cita Vanderson. Ele reside no bairro desde 2010 e, nesse período, já percebeu um aumento na oferta desses serviços. “Acho que o São José, assim como a Zona Leste, é praticamente uma extensão do Distrito industrial, ou seja, se as pessoas têm emprego elas compram mais e isso movimenta o bairro e a Zona Leste inteira. Não é à toa que todo o tipo de loja você encontra aqui”, observa. Em meio a tantas vantagens, Vanderson lamenta que o bairro enfrente problemas como a falta de saneamento básico, as drogas e a pobreza. “Esta, por sua vez, acarreta vários outros problemas urbanos. Cresce a pobreza, cresce a violência. E, infelizmente, a violência e falta de saneamento básico afetam grande parte dos moradores”, analisa.


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A importância do telhado correto nas construções O material utilizado e o profissional que vai realizar a instalação são os principais itens que devem ser levados em conta na hora de construir uma edificação

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m Manaus os telhados estão, cada vez mais, conquistando espaço e importância nos projetos arquitetônicos. Mas é necessário ter muito cuidado na hora de escolher o modelo ideal. “A função de um telhado é proteger a casa, por isso é imprescindível que as pessoas aqui da cidade se protejam do clima úmido e das fortes chuvas que de vez em quando caem sobre a cidade”, afirma a arquiteta Nicola Bucsan. A escolha depende do tipo de casa, da arquitetura da região e, principalmente, do gosto do cliente. “Eles avaliam o preço, beleza e facilidade de manutenção, porque aqui em Manaus as pessoas não querem ficar cuidando de um telhado, até por que, telhado não é como pintura de casa que deve ser retocada todos os anos. Mas mesmo assim, muitos acabam sendo influenciados mais pelo preço e aí fazem escolhas erradas”, diz Bucson. Cada telhado possui um tipo de telha que se adéqua melhor a ele. Segundo a arquiteta, o mais apropriado para as casas é a telha cerâmica, também conhecida como telha de barro. “Elas dão mais conforto térmico, o que é essencial devido ao nosso clima e são mais bonitas visualmente, além de serem muito eficientes em termos de vedação. O melhor é optar pelas que já vem com revestimento sintético de fábrica, que dá maior proteção e durabilidade, como a telha impermeabilizada que evita fuligem e sujeira, facilitando a conservação e acabam sendo mais duráveis”, explica Nicola. O arquiteto Luis Alberto, que atende uma das mais tradicio-

Cuidado na escolha do profissional O engenheiro Fábio Gama explica que a instalação das telhas é um momento muito importante da obra. É preciso respeitar as indicações do produto para evitar incômodos com relação às mudanças bruscas de tempo, excesso de calor e as ventanias. “Uma telha instalada sem a inclinação apropriada pode, facilmente, ser arrancada pelo vento, permitir a entrada de água e de calor”, diz. Por isso, tão importante quanto a escolha da telha, é a escolha do profissional que vai fazer a instalação. “Por melhor que a telha seja, se não for instalada direito não vai funcionar. Como já disse, cada telha tem uma inclinação diferente e o profissional tem que conhecer isso e saber trabalhar com o material escolhido. Nem sempre quem instala telhas de fibrocimento, vai saber instalar telhas cerâmicas, por exemplo. E preciso ficar atento a isso para não ter dor de cabeça depois”, alerta Gama.

nais lojas de telhas da capital, destaca uma novidade: a telha cerâmica esmaltada. “Ela tem uma duração ainda maior, porque o esmalte demora mais para desgastar do que a resina usada na impermeabilizada. Ela

tem vida útil de 30 anos e a manutenção pode ser feita de 10 em 10 anos, enquanto que a da impermeabilizada é de 5 em 5 anos”, explica. Em média, o metro da telha esmaltada custa R$ 40, enquanto o da

impermeabilizada R$ 26. Apesar da telha cerâmica ser a mais indicada, ela ainda não é a mais usada, muitas pessoas preferem a de fibrocimento que tem um custo menor, mas também vida útil mais curta.

A telha cerâmica é a mais indicada para a região do Amazonas


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