(92) 3090-1017 FOTOS: REPRODUÇÃO
MANAUS, DOMINGO, 7 DE SETEMBRO DE 2014
Cuidado redobrado com os animais e os imóveis
Donos de cães e gatos precisam pensar no revestimento dos móveis e na higienização do local para preservar patrimônio
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ossuir animais de estimação dentro de casa é uma realidade na vida de muitas pessoas. Porém, o amor pelos bichinhos pode custar caro se o dono não tomar certos cuidados com o revestimento dos móveis, o tipo de tecido usado nas mesas e cortinas e com a higienização do local, que pode ser essencial caso o proprietário queira vender o imóvel. O decorador Edson Marques aconselha que apesar de não haver uma decoração à prova de animais de estimação, é possível seguir algumas dicas que contribuam para um lar mais organizado. “Uma delas é acertar na escolha do material do estofado. Recomendo os tecidos mais resistentes, como couro ou couro sintético. O sofá, as camas, as mesas e as cadeiras também merecem atenção especial na hora de escolher o
Empresas especializadas proporcionam limpeza de ambientes que contam com cães e gatos
material, dando preferência a materiais laváveis e resistentes que são de fácil limpeza e difícil absorção de líquidos”, enfatiza o decorador. Marques aponta, também, para detalhes específicos em relação a quem possui cães e felinos. “Uma sugestão seria escolher os pés do mobiliário de metal, pois os cães costumam roer madeira. Já para os gatos, seria recomendável que a estrutura dos móveis seja de madeira, com assentos e encostos removíveis. Outro item que merece consideração é o tapete. Se não abrir mão dele, usar os de fibras, evitando os de fio ou tecido”, diz o profissional. A higienização do ambiente merece um cuidado especial, segundo Marques. O decorador explica que mesmo escolhendo os revestimentos mais adequados, a limpeza do imóvel precisa ser impecável, principalmente
no caso de apartamentos. “O uso de aspirador de pó e desinfetante é imprescindível e o banho do animal de estimação deve ser dado semanalmente para que o apartamento não cheire a cachorro. Os pisos de cerâmica, porcelanato, vinilico ou laminados de madeira, são os mais adequados para poder passar algum produto mais abrasivo, caso seja preciso, e por serem mais resistentes a riscos e laváveis. É preciso lembrar que fios, tomadas e janelas devem ser protegidos”, esclarece. Mesmo com revestimentos e cuidados que amenizam o prejuízo dos imóveis, Marques deixa claro que o modo como o dono treina o animal também tem grande importância. “Os animais precisam ter uma rotina, local diário para alimentação, dormir e fazer suas necessidades em local específico a critério do dono. A escolha dos móveis
depende muito se o dono permite que os animais subam nos sofás e poltronas. É preciso conhecer os hábitos dos animais de estimação”, frisa o decorador. Como os detalhes de um imóvel são importantes para a venda, o consultor imobiliário Tiago Borges aconselha a manutenção como prioridade para quem tem animais de estimação. “Qualquer ponto pode ser crucial na hora de vender o imóvel. Se o comprador observa um defeito, como o cheiro excessivo dos animais no local, vai ser preciso um esforço maior para convencer aquele cliente”, alega o consultor. Borges comenta que, geralmente, os vendedores contaram empresas específicas para realizar a
limpeza e a remoção do cheiro no local. “O cliente precisa se sentir em casa e essa empresas ajudam bastante deixando o local totalmente limpo. Para evitar esse gasto adicional, e já que talvez a empresa não consiga remover o cheiro totalmente, é preciso pensar na limpeza diariamente caso o proprietário não queria ser prejudicado na venda do imóvel”, sugere o profissional. Limpeza O proprietário da Pontuale, Hélder Leite, explica que 90%
dos clientes que ligam para a empresa de serviços prediais buscam uma limpeza geral no imóvel. “No caso de animais é realmente preciso uma limpeza completa”, diz. O serviço pode durar cerca de um dia dependendo da extensão do local e os preços ficam na média de R$ 150 a R$ 300. Em casas que abrigam animais de estimação, Leite esclarece que o trabalho se concentra no local onde eles dormem, pois é onde o cheiro se concentra. “Usamos produtos importados para tirar manchas e odores em qualquer grau de dificuldade. A expectativa do cliente é atendida e a casa consegue passar a sensação de nova”, garante o empresário.
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Em 2012, Sudeste contava com 62% da construção Apesar de ter caído em termos relativos, o Sudeste também cresceu de 2011 para 2012, totalizando R$ 208,6 bilhões
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Região Sudeste perdeu participação no total nacional do valor das incorporações, obras e serviços da indústria da construção em 2012, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda com um peso de 62%, os quatro Estados do Sudeste tiveram redução de 1,3 ponto percentual de espaço no setor, com o crescimento do Nordeste e do Sul, que expandiram suas fatias em 0,6 e 0,7 ponto percentual, respectivamente. Apesar de ter caído em termos relativos, o Sudeste também cresceu de 2011 para 2012, saltando de um valor total de R$ 183,3 bilhões para R$ 208,6 bilhões. No Nordeste, o valor total aumentou de R$ 39,2 bilhões para R$ 47,8 bilhões, enquanto, no Sul, o avanço chegou a R$ 36,4 bilhões para R$ 44,6 bilhões. O Nordeste é a segunda região com maior peso na construção nacional, respondendo por 14,2% do valor total de incorporações, obras e serviços. O Sul vem logo depois, com 13,3%. De 2011 para 2012, Centro-Oeste e Norte mantiveram as participações no total nacional, de 7,4% e 3,1%, respectivamente, ainda que tenham
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apresentado crescimento nos números absolutos. A Pesquisa Anual da Indústria da Construção também comparou o pessoal ocupado nos anos de 2011 e 2012, e, nesse critério, o Sudeste ficou praticamente estável, com 55,1% contra 55% no ano anterior. O total de trabalhadores da indústria cresceu de 1,46 milhão para 1,55 milhão em São Paulo, Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. O Nordeste perdeu 0,5 ponto percentual de peso nesse aspecto, apesar de ter ampliado o número total de trabalhadores de 529,6 mil para 545,3 mil. O Sul teve crescimento de 0,5 ponto percentual na participação, com alta de 353,4 mil para 391,4 mil. Centro-Oeste e Norte também tiveram crescimentos absolutos, mas perderam 0,1 ponto percentual, cada um, na participação de pessoal ocupado pela construção no Brasil. O Sudeste também concentra a maior parte das empresas ativas de construção, com 51,2 mil das 104,3 mil contabilizadas em todo o país. O Sul aparece em segundo lugar, com 27,4 mil, seguido pelo Nordeste, com 13,9 mil, pelo Centro-Oeste, com 8,1 mil, e pelo Norte, com 3,5 mil. Por Agência Brasil
Entre os dados divulgados pelo IBGE, está a concentração da maior parte de empresas ativas de construção com 51,2 construtoras
NÚMEROS
Crescem vendas de materiais As vendas da indústria de materiais de construção tiveram ligeira melhora no mês passado, com crescimento de 7,1% sobre junho. Porém, na comparação anual, esse foi o segundo pior desempenho, com recuo de 11,4% sobre julho de 2013, na quinta queda seguida. O resultado só perde para junho, quando o faturamento foi 14,4% inferior ao mesmo mês do ano passado. No acumulado dos sete meses deste ano, houve redução de 5,7% sobre igual período de 2013.
Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), que anunciou a possibilidade de rever para baixo a meta de crescer, este ano, 2% ante 3%, em 2013. Essa revisão vai depender do faturamento de agosto que ainda não foi fechado. O comunicado, porém, assinala que o crescimento de julho sobre junho “aponta para uma possibilidade de retomada das vendas após o mês anterior em que havia apresentado forte redução da
atividade em função de menor número de dias úteis e do cenário da economia”. Existe a expectativa de mais atividades estimuladas tanto por pequenas obras e reformas que haviam sido adiadas pelas famílias quanto por investimentos do setor imobiliário e de infraestrutura. A Abramat informou ainda que, no período, as compras de materiais básicos superaram os de acabamento e que o nível de emprego subiu 3,6% sobre julho do ano passado e 0,5% na comparação com junho. Por Agência Brasil REPRODUÇÃO
Houve uma ligeira melhora na indústria de materiais de construção, com crescimento de 7,1%
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Diego Janatã
REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor
REVISÃO Dernando Monteiro
DIAGRAMAÇÃO Leonardo Cruz e Kleuton Silva TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima
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Brasileiros compram 40% de imóvel nos EUA em 2014 Luxo, modernidade e uma marina particular são os principais atrativos do Marina Palms Yacht Club & Residences
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uxo, modernidade e uma marina particular. Esses são os principais atrativos das sofisticadas coberturas do Marina Palms Yacht Club & Residences, as chamadas penthouses. Outra vantagem é o preço: enquanto coberturas na região são oferecidas por dezenas de milhões de dólares, as cobiçadas unidades exclusivas da Torre Sul do empreendimento em North Miami Beach vêm sendo vendidas por valores que variam entre US$ 1.25 milhões (US$ 591/sf ou US$ 5.500 por metro quadrado) e US$ 5 milhões (US$ 1,150/sf ou US$ 10.000 por metro quadrado). O luxuoso condomínio é o primeiro em duas décadas a oferecer uma marina particular em Miami. Na Torre Norte, já totalmente comercializada, 40% das vendas foram feitas para brasileiros, assim como sua cobertura mais cara, no valor de US$ 4.3 milhões, com 4.320 sf (cerca de 400 m2) e
duas varandas com vistas de tirar o fôlego para Sunny Isles e o Oceano Atlântico. As penthouses representam o melhor e mais confortável estilo de vida à beira-mar, com armários da marca Snaidero nas cozinhas e banheiros, eletrodomésticos Wolf e SubZero e tudo com a assinatura do prestigiado Steven G, designer de interiores responsável pelo projeto e conhecido pelo público brasileiro. Com quatro quartos e janelas que vão do chão ao teto, seus moradores desfrutarão de acabamentos e recursos sem paralelo na região. Segundo o diretor de vendas do empreendimento, Michael internoscia, tudo isso faz com que o valor proposto para o Marina Palms seja inigualável hoje no mercado. Quem compra uma penthouse ainda tem dois lugares de estacionamento reservados, acesso por elevador privativo, além de um local próprio para armazenamento de vinhos com capacidade
para até 78 garrafas. Além dos inúmeros serviços oferecidos, os moradores também terão acesso a um aplicativo desenvolvido especialmente para o Marina Palms. O aplicativo funcionará como um concierge virtual, que permitirá fazer reservas em restaurantes e spas da cidade, ver horários de filmes, alugar equipamentos para esportes náuticos e agendar serviços para o seu barco, entre muitos outros usos. Em caso de solicitação pelo delivery de restaurantes, o usuário receberá uma notificação pelo aplicativo quando a entrega chegar na portaria. Para os entusiastas do iatismo, o empreendimento ainda possui um Boat Club, em que não é necessário ter um barco para usufruir dos serviços. Os moradores terão a oportunidade de aderirem e se tornarem membros deste clube exclusivo, o que permitirá a locação de barcos por hora ou por dia, além de equipamentos para a
prática de esportes aquáticos como caiaque, pranchas de stand up paddle, jet ski, windsurfe e snorkel. Segundo Léo Ickowicz, empreendedor brasileiro e sócio da Elite International Realty, imobiliária com sede em Miami
DESTAQUES
Quem compra uma penthouse ainda tem dois lugares de estacionamento reservados, acesso por elevador privativo, além de um local próprio para armazenamento de vinhos
e especializada em venda para brasileiros, “o Marina Palms é um dos empreendimentos mais incríveis da cidade, com 750 metros à beira-mar e uma vista privilegiada sobre a marina, para o canal costeiro e o
Oceano Atlântico. E o interesse dos brasileiros por este tipo de imóvel só aumenta, o que pode ser comprovado pelo número de unidades adquiridas”. Elite International Realty Fundada em 1994 por um empreendedor brasileiro, a Elite International Realty é especialista em compra, venda e aluguel de imóveis comerciais e residenciais nas cidades de Orlando, Miami e Nova York, nos Estados Unidos. Para facilitar o contato dos clientes com a empresa na hora de buscar um investimento em imóvel, a imobiliária possui representantes em diversas capitais da América Latina, como São Paulo, Rio de Janeiro, Caracas, Cidade do México, Bogotá, Cali e Lima. Atualmente, a empresa conta com profissionais experientes e bem equipados para atender clientes de alto padrão, garantindo os melhores resultados no segmento imobiliário. Mais informações: www.eliteinternational.com
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Nordeste, Sudeste e Sul
concentram projetos eólicos Em 10 anos, a energia eólica deve corresponder a 11% da matriz energética brasileira, segundo o presidente da EPE
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s parques e projetos de parques eólicos concentram-se nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul. De acordo com Eduardo Tosta, especialista em Projetos de Competitividade Setorial da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), os motivos são o transporte, além da quantidade e qualidade dos ventos nos estados dessas regiões. “A tendência é gerar uma cadeia produtiva perto de onde vai ser instalado o parque eólico, onde estão os potenciais, as regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Então, a cadeia produtiva de torres, de pás e de outros componentes de grande porte tende a se formar perto dos fabricantes que estão próximos de parques para reduzir os
custos de transportes, já que não é tão fácil isso no Brasil”, disse Tosta. Eduardo Tosta apresentou a tese na última semana no 5º Brazil Windpower, encontro que reúne, no centro de Convenções Sul América, no centro do Rio, representantes das principais empresas da cadeia produtiva da indústria de energia eólica e é promovido anualmente pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), pelo Conselho Global de Energia Eólica (Gwec) e pelo Grupo CanalEnergia, o mapeamento da cadeia produtiva da indústria eólica no Brasil, feito pela ABDI. Tosta informou que o trabalho indicou que é preciso haver uma parceria maior entre as políticas energéti-
ca e industrial, mais colaboração entre os fornecedores das montadoras de equipamentos com os fornecimentos em contratos de longo prazo e mudança na metodologia na aquisição de energia para não criar gargalos produtivos. De acordo com Tosta, o mapeamento apontou ainda que há segmentos no setor que registram ociosidade de até 50%. “Existe hoje uma ociosidade. Em alguns setores existe a sobrecapacidade, mas em outros, nós visitamos fornecedores que disseram que hoje não há pedidos suficientes. Este tipo de ajuste é feito pelo próprio mercado”, explicou. Este problema também foi apontado pelo presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
(Abimaq), José Veloso. “Hoje temos esta questão, por um lado existe uma demanda muito grande que os fabricantes não vão suportar e, por outro, temos fabricantes sem encomenda. Problemas pelo caminho nós vamos ter. Em 10 anos, a energia eólica deve corresponder a 11% da matriz energética brasileira, segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Neste ano, o setor vai investir R$ 15 bilhões e, segundo a presidenta da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Melo, a perspectiva é manter este patamar de investimentos nos próximos anos.
A tese de Eduardo Tosta foi apresentada na última semana no 5º Brazil Windpower, no Rio de Janeiro
Por Agência Brasil
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
IGP-M: índice conhecido dos corretores A política econômica implementada pelo governo FHC valorizou o real, liquidou com os superávits comerciais e deixou o país à mercê de capitais especulativos para fechar a conta. Em vez de corrigir a vulnerabilidade cambial, o governo criou uma gambiarra: indexou as tarifas ao IGP-M, o índice que melhor reflete as desvalorizações do câmbio. O IGP-M quando foi concebido teve como princípio ser um indicador para balizar as correções de alguns títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e Depósitos Bancários com renda pós fixadas acima de um ano. Posteriormente passou a ser o índice utilizado para a correção de contratos de aluguel e como indexador de algumas tarifas como energia elétrica. A indexação criou um novo problema: a indexação da economia, o BC é obrigado a elevar os juros para impedir a inflação. Quando a inflação começa a ceder, a indexação dos contratos traz a inflação passada para o presente, realimentando a inflação. A título de curiosidade, o imóvel em construção é corrigido pelo Índice Nacional da Construção Civil (INCC). Isso acontece porque ele contempla os valores e preços relativos a toda a mão de obra envolvida em uma construção e da variação total de custos de materiais usados na mesma. Após ser construído então, o imóvel muda de indexador de correção de parcelas de financiamento. Nesse momento entra em cena o IGP-M, que é utilizado exclusivamente para os parcelamentos junto à construtora. O Índice é conhecido como inflação do aluguel, porque é usado
como referência de reajuste na maioria dos contratos de locação. O IGP-M/FGV é calculado mensalmente pela FGV e é divulgado no final de cada mês de referência. Ele analisa as mesmas variações de preços consideradas no IGP-DI/FGV, ou seja, o Índice de Preços por Atacado (IPA), que tem peso de 60% do índice, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% e o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC), representando 10% do IGP-M. O que difere o IGP-M/FGV e o IGP-DI/FGV é que as variações de preços consideradas pelo IGP-M/FGV se referem ao período do dia vinte e um do mês anterior ao dia vinte do mês de referência e o IGP-DI/FGV refere-se a período do dia 1º ao dia 30 do mês em referência. A cada dez dias a FGV divulga as variações prévias que comporão o índice referente ao período completo analisado. O IGP-M em agosto caiu 0,27%. Em julho, o índice caiu 0,61%. Este é o quarto mês seguido que o índice registra queda, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em agosto de 2013, o índice variou 0,15%. A variação acumulada em 2014, até agosto, é de 1,56%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou variação de 0,19% em agosto, abaixo do resultado de julho de 0,80%. O índice que representa o custo da mão de obra registrou variação de 0,23%. No mês anterior, o índice registrou taxa de 1,11%. Corretores de Imóveis, Lembrem-se, a nossa união é o caminho para dias melhore. Pense nisso! O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
O que difere o IGPM/FGV e o IGPDI/FVG é que as variações de preços consideradas pelo IGPM/FGV se referem ao período do dia 1º ao dia 30 do mês de referência”
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MANAUS, DOMINGO, 7 DE SETEMBRO DE 2014
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MANAUS, DOMINGO, 7 DE SETEMBRO DE 2014
Desistência na compra de imóveis em SP aumenta A maior parte dos cancelamentos costuma ocorrer quando os imóveis ficam prontos, no momento do financiamento
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percentual de contratos de compra de imóveis novos cancelados na cidade de São Paulo em relação às vendas quase triplicou em 1 ano, o que leva as incorporadoras a reforçar as ações buscando a revenda de unidades. Os distratos - como são chamados os cancelamentos - representaram em junho 17,9% da média das vendas nos últimos 12 meses. Em junho de 2013, eram 6,7%, de segundo o Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário). A maior parte dos cancelamentos costuma ocorrer quando os imóveis ficam prontos (cerca de 3 anos após o lançamento na planta), momento no qual o cliente tenta obter o financiamento bancário. Se ele não consegue, a alternativa é pagar o restante da dívida à vista, se tiver condições, ou cancelar o contrato - o que faz o imóvel voltar para a empresa, que tentará revendê-lo. Para Celso Petrucci, economista-chefe do Sindicato da Habitação e Condomínios de São Paulo (Secovi-SP), alguns dos motivos para a alta no total de distratos se referem à perda da capacidade financeira dos compradores, à “pouca
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qualidade” na análise do crédito e à safra de imóveis com entrega atrasada. A falta de análise do crédito pode se originar na venda de um imóvel na planta, se no plantão de vendas não é examinada com rigor a renda do comprador. Sem essa análise, não se prevê, por exemplo, a possibilidade de um cliente não ter condição de conseguir financiamento. No caso de atrasos, a dívida costuma ser corrigida pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), ampliando o valor a ser financiado e dificultando a obtenção de crédito. O INCC tem alta de 7,52% em 12 meses até julho. Promoções Diante do aumento dos distratos, diversas incorporadoras e imobiliárias organizam ações promocionais neste ano, prometendo descontos principalmente para os apartamentos prontos ou em fase final de obra. Isso porque os empreendimentos já concluídos geram custos para as empresas, que precisam arcar com valores referentes, por exemplo, à taxa de condomínio e ao IPTU. Por Folhapress
Diante do aumento dos distratos, diversas incorporadoras e imobiliárias organizam ações promocionais que facilitem a venda
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Construção cresceu 10,2% do ano de 2011 para 2012 O
valor das incorporações, obras e serviços realizados pela indústria da construção civil em 2012 teve aumento de 10,2% em relação a 2011. Os dados são da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) e foram divulgados na última quinta-feira (4), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em números absolutos, o valor subiu de R$ 289,6 bilhões para R$ 336,6 bilhões. O ano de 2012 cresceu na comparação com 2011 nos principais números da pesquisa, que também constatou avanço da receita líquida operacional de R$ 271,3 bilhões para R$ 312,9 bilhões. O IBGE aponta a contribuição de programas como o “Minha Casa, Minha Vida” e o Programa de Aceleração do Crescimento e fatores como a maior oferta de crédito imobiliário, o crescimento do emprego e da renda e a desoneração do Imposto sobre Produtos para o resultado. Em 2012, segundo a pesquisa, aumentou o número de pessoas contratadas pela indústria da construção de 2,6 milhões para 2,8 milhões. O
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Em números absolutos, o valor subiu de R$ 289,6 bilhões para R$ 336,6 bilhões, segundo dados fornecidos pelo IBGE gasto com pessoal também cresceu e passou a representar 32,5% do total de custos dessas empresas. Houve avanço de 7,9% do salário médio mensal (de R$ 1.439 para R$ 1.648) o que corresponde a alta de 2,6 para 2,7 salários mínimos da época. O número de empresas ativas na indústria de construção passou de 92,7 mil para 104,3 mil no período, ficando perto do dobro do número registrado em 2007 (52,9 mil), quando a pesquisa começou a ser realizada. Em 2012, a principal atividade dessas empresas passou a ser a construção de edifícios, superando as obras de infraestrutura com uma proporção de 41,9% contra 40,9% do total da receita bruta de vendas. O setor de serviços especializados perdeu espaço, caindo de 18,7% para 17,2%. No ano estudado pela pesquisa, foi reduzido o percentual do valor das obras contratadas por entidades públicas, de 38,4% para 35%. Em números absolutos, no entanto, houve alta de R$ 105 bilhões para R$ 114 bilhões. Por Agência Brasil
O IBGE aponta que essa contribuição para o crescimento se deu por meio de programas como o “Minha Casa, Minha Vida”
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Construtoras investem no mercado de luxo local
Entre os itens de lazer estão uma quadra de squash oficial, piscina aquecida com raia coberta e espaço gourmet interno
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etração não é palavra conhecida no vocabulário do mercado imobiliário de empreendimentos de alto padrão em Manaus, que ainda tem espaço firme nas vendas de imóveis. De acordo com o proprietário do Grupo Engeco, Porfírio Saldanha, o mercado está altamente aquecido para o público de alta renda e isso faz com que as empresas se adaptem. Prova desse aquecimento é que a construtora conta atualmente com seis frentes de trabalho em Manaus, sempre pensando no conceito de luxo. E, buscando fidelizar esse grupo e impulsionar ainda mais o mercado de imóveis de alto padrão, a Engeco lançou recentemente o Residencial Atmosphere, um empreendimento que busca ser um dos mais luxuosos da cidade. Com apartamentos que chegam até 500 metros quadrados, cinco vagas na garagem, área de lazer completa, ótima localização e privacidade, o empreendimento vai atender a um público que quer imprimir em sua moradia uma qualidade de vida realmente diferenciada. O empreendimento será construído na avenida Mário Ypiranga Monteiro e também terá entrada pela avenida Umberto Calderaro Filho. De acordo com a diretora de marketing da Engeco, Jória Said Guerreiro, a localização é ideal para quem quer a oferta de bons serviços, sempre precisar morar em áreas muito distantes dos centros comerciais de Manaus. “Esse residencial é voltado para famílias com a situação econômica já consolidada, que são compostas por crianças em idade escolar, adolescentes que buscam entretenimento e pais que não abrem mão de conforto e fácil acesso a bons restaurantes, shoppings, boas esco-
FOTOS: DIVULGAÇÃO
las e hospitais. A localização do Residencial Atmosphere é ideal para atender à família inteira”, assegurou. Torres O Residencial Atmosphere possui duas torres de 17 andares e coberturas duplex exclusivas. A primeira torre possui apenas dois apartamentos por andar, o que assegura maior privacidade. Os apartamentos são de 286 metros quadrados, com quatro suítes e quatro vagas na garagem. Nesta torre também está disponível uma cobertura duplex 500 metros quadrados, distribuídos em quatro suítes, incluindo uma Master, e cinco vagas na garagem, sendo uma delas garage box. Essa metragem e serviços exclusivos são exclusivos em Manaus. Na segunda torre, serão quatro apartamentos por andar, cada um com 215 metros quadrados, com quatro suítes e três vagas na garagem. A cobertura, também duplex, possuí 389 metros quadrados, com quatro suítes e quatro vagas na garagem, sendo uma delas no formato garage box. A área de lazer do condomínio também oferece itens ainda inéditos em Manaus, aumentando ainda mais a exclusividade do empreendimento. Os espaços em comum foram criados de uma maneira que possam proporcionar relaxamento, prática esportiva e divertimento para pessoas de todas as idades. Entre os itens de lazer estão uma quadra de squash oficial, piscina aquecida com raia coberta, espaço gourmet interno, salões de jogos juvenil e adulto, sauna, garage band e academia. Todos esses espaços serão entregues mobiliados e equipados com projeto da arquiteta Fernanda Marques, repetindo o sucesso do Terezina 275.
Os apartamentos podem chegar até a 500 metros quadrados
Um dos diferenciais são as coberturas duplex com vista privilegiada e metragem que chega até 389 metros quadrados
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Empresas utilizam Waze para divulgar trabalhos V
árias construtoras descobriram no Waze – aplicativo que fornece informações sobre o trânsito nas cidades - uma ótima ferramenta para divulgarem seus empreendimentos e lançamentos. Isto porque o Waze possibilita que todos os empreendimentos sejam marcados com Pins nos mapas dos usuários do aplicativo, facilita a abordagem daqueles usuários que se localizem nas redondezas com mensagens publicitárias, e ainda, com apenas um clique, direciona-os aos empreendimentos de seu interesse. A Gafisa S.A. foi uma das construtoras que recentemente fez uma campanha de publicidade no aplicativo. Obteve 1,7 mil cliques e 430 navegações levando os usuários impactados a um evento de vendas e a 15 de seus empreendimentos. Segundo Erika Fugiwara, gerente nacional de marketing da Gafisa S.A. “o resultado foi excelente, pois ajudou os clientes a chegar nos estandes, gerou visitação espontânea ao evento e trouxe um número relevante de leads”. Para Ignacio Vidaguren,
COO da IMS Internet Media Services (IMS), empresa responsável pela venda dos espaços publicitários do Waze em toda a América Latina, o aplicativo oferece três chaves para o sucesso de campanhas publicitárias para construtoras, neste caso a Gafisa S.A. A primeira é a ferramenta de geolocalização, pois ela
SUCESSO
A Gafisa foi uma das construtoras que recentemente fez a campanha de publicidade no aplicativo. Obteve 1,7 mil cliques e 430 navegações levando os usuários impactados a um evento de vendas permite marcar todos os empreendimentos selecionados pela Gafisa e também atingir os usuários que estão se locomovendo nas proximidades. A segunda é a possibilidade de utilização de mensagens distintas durante a campanha, cobrindo objetivos distintos do anunciante, como o de divulgar um evento ou de atrair possíveis clientes
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Campanha da Gafisa S.A. gerou 430 navegações para pontos de seu interesse e obteve mais de 1,7 mil cliques para seus empreendimentos, e a terceira é a relevância da informação para o usuário. “As navegações obtidas na campanha foram bastante relevantes, uma vez que a pessoa que muda a sua rota para ir até um empreendimento imobiliário está interessada em adquirir um imóvel, ou seja, “wazers” formam um mercado com grande potencial para as construtoras”. Empresa A IMS Internet Media Services (IMS) é o maior hub de meios digitais do Vale do Silício para a América Latina, que comercializa um portfólio de produtos publicitários de diversas plataformas inovadoras tais como: Twitter, Waze, Spotify, Foursquare, LinkedIn, entre outras. As equipes dedicadas para cada plataforma fornecem serviços, treinamento e pós-venda para marcas e agências em todo o território latino-americano. A IMS pertence ao IMS Group, com sede em Miami e filiais em Nova Iorque, Brasil, México, Argentina, Colômbia, Chile, Peru, Panamá e Uruguai. Para mais informações acesse: www.imscorporate.com.
Aplicativo é um dos mais utilizados na atualidade, devido a sua funcionalidade e importância