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> Por Reginaldo Leme regileme@uol.com.br
Não mexam com a fera!
Charge Com a chegada do verão, diz Capobiango, as constru������������������������������ ções começarão a aparecer muito mais. Orçada em R$ 499,5 miEm dezembro deste ano, quem passar pela Arena lhões, a Arena Amazônia Amazônia já começará a per- receberá aproximadamente R$ 200 milhões ceber a evoluinvestiem ção das obras mentos até o e o formato bvbjvckbjcbklcjbklvjfinal de 2011. do que será blkvcjblkvjblkvcbjlCom ritmo um dos estádios mais bo- vkcbjvclkbjvclkbjvclkb- de contratanitos da Copa jvclkbjvlbkjvblkjblkjbk ção em cem funcionários do Mundo de por mês, os 2014. A previsão é de que pelo menos profissionais irão suprir as 40% dos trabalhos no estádio demandas para a instalação estejam concluídos, segundo das estruturas de concreto. o coordenador da Unidade De acordo com a assessoria de Gestora da Copa do Mundo imprensa da construtora Ande 2014 (UGP Copa), Miguel drade Gutierrez – responsável pela obra – no final do ano Capobiango.
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quem vem em segundo é Webber. A diferença para o primeiro rival de fato, que é Hamilton, sobe a 82 pontos. E 86 para Alonso. Mesmo tomando Webber como referência, Vettel já não precisa nem vencer corrida. Se o australiano vier a ganhar todas daqui em diante, chegará a 364 pontos. Bastaria Vettel classificar-se em 2º cinco vezes e quatro em 3º para ganhar o campeonato com 366. A pista húngara tem características muito especiais. Pra começar é a de velocidade mais baixa entre todos os autódromos. Apenas o circuito de rua de Mônaco tem uma corrida mais lenta. Isso significa que o ajuste do carro para esta pista de 14 curvas, quase todas estreitas, exige o máximo de pressão aerodinâmica, também como em Mônaco. Em 24 anos de corridas na Hungria, largar na pole sempre teve uma
importância fundamental, mas, irônicamente, nos últimos seis anos apenas uma vez o pole venceu. De qualquer forma, o vencedor largar fora das três primeiras posições é coisa rara. Aconteceu três vezes nesses anos todos – Nigel Mansell (largou em 12º em 1989), Jenson Button (14º em 2006) e Lewis Hamilton (4º em 2009). Gostei bastante do primeiro treino de Bruno Senna ontem pela Renault. Sóbrio, não tentou pilotar como se estivesse na GP2, com um carro que ele dominava plenamente quando correu nesta pista. No final, ficou a 8/10 de Petrov, que é a referência. Vamos lembrar que esta primeira sessão de treino de ontem foi a 31ª de Petrov com este carro em 2010, fora os dez GPs disputados. Mesmo descontando os problemas eventuais em treinos e corridas, a soma disso não
dá menos de 5 mil quilômetros. Para Bruno, foi o primeiro contato. Quando Heidfeld foi escolhido para substituir Kubica, achei certo por causa da experiência que ele traria para uma equipe que já tinha um novato como Petrov. Mas pelo que Heidfeld fez até agora, já acredito que poderia ter sido mais útil fazer Bruno conhecer bem o carro e a F1. Aí se saberia o que esperar dele. A Renault vive, no momento, a indecisão sobre o futuro de Kubica e poderá ter de recorrer ou a outro piloto mais experiente – já houve especulação inclusive do nome de Massa – ou escolher entre Bruno Senna e Roman Grosjean. Enquanto o francês já teve sua chance quando substituiu Nelsinho Piquet e não mostrou nada, Bruno parece uma boa aposta. O problema é que a França está há algum tempo sem piloto na Fórmula-1.
Click esportivo ��������������
No atual campeonato, Tudo bem, a Red Bull perdeu mesmo duas segui- com dez pole positions em das. Mas não mexam com a dez etapas, ela foi derrotafera. É melhor os adversá- da quatro vezes. A primeirios continuarem aceitan- ra, na China, em uma cordo que seus carros estão rida tumultuada pela chuva próximos do RB-7, mas com e vencida por Hamilton, da muito trabalho pela frente. McLaren. A segunda, no Se Adrian Newey, já há uma Canadá, em outra corrida década o mais conceitua- cheia de confusão, que do projetista da F-1, sentir Button (McLaren) venceu que sua criação está, de depois de ocupar o último fato, ameaçada, pode vir lugar. A terceira derrota da mais novidade por aí. Va- Red Bull aconteceu em Silmos lembrar que Newey já verstone por várias circunsesteve em situação inversa, tâncias, entre as quais uma quando, em 2009, fazia par- falha em pit stop de Vettel, te daqueles que corriam que Alonso (Ferrari) soube atrás do então imbatível aproveitar bem. Portanto, defato, Copade daderrota da Unidade previsão Acarro a primeira e conse- Gestora da Brawn, normais, condições em metade segunda na guiu 2014 é de que pelo menos 40% das obras foi do campeonato uma rea- a de Nurburgring, onde anotiveram final deste até o McLaren estejam e Ferrari levou seus pilotos ção que concluídas Vettel e Webber a vencer um carro mais eficiente e cinco corridas, encerrando Hamilton venceu bem. Tocou o sinal de alerta na o campeonato com uma dobradinha. Não deu pra equipe austríaca, mas sem tirar o título das mãos de nenhum motivo para pâniButton, mas a Red Bull já co. Faltando nove provas terminou o ano com o me- para o final, a vantagem de Vettel ainda é 77 pontos e lhor carro da turma.
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serão colocadas as estruturas fundação da Arena Amazônia bricação dos pré-moldados. foi colocada como passo inicial “A fábrica de pré-moldados, metálicas. As estruturas do pódio – o para a montagem das arqui- em frente à Arena Amazônia, quadrante de acesso à arena bancadas, que, de acordo com está a todo vapor. Teremos, – também estão previstas para a Andrade Gutierrez, serão as sem dúvida, o suporte curado para receber as estruturas”, serem concluídas até o final prioridades em 2011. Capobiango reconhece que, afirmou o coordenador. do ano. Ainda em dezembro, Considerado pela coordeserá iniciada a construção do nos últimos seis meses, a obra quadrante nordeste das arqui- andou mais em termos de ter- nação da Copa de 2014 no X mais do motocross da melhor finalque durante amas Mark Monea leva tombo Australiano um dos como nos Amazonas, o ritmomanobra raplanagem, superiores. bancadas Strong. Jackson para foi ouro o e geral quadro no lugar oitavo em ficou Ele Games. Na última semana, uma viga ficará acelerado nos próximos bonitos estádios a serem consinclinada sobre os blocos de meses, especialmente na fa- truídos para o Mundial,
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Duelo pela
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Mesmo no Morumbi, Vasco terá postura ofensiva para superar o São Paulo e chegar ao G4. Clube carioca está em quinto, distante quatro pontos dos vice-líderes paulistas
LIDERANÇA nho Pernambucano, Felipe e Diego Souza, mesmo que isso signifique um pouco de fragilidade defensiva. Ele conta com a entrega de todos para que o esquema dê certo. “Eles (Juninho e Felipe) fazem muito esforço para compensar isso”, disse o técnico, que tem problemas na lateral esquerda. Márcio Careca foi expulso contra o Bahia e não tem um substituto imediato. A escolha lógica seria Julinho, mas o treinador teme utilizálo como lateral e prefere vê-lo como meia A alternativa seria Jumar improvisado.
Tricolor Com um ótimo resultado na última quarta-feira, contra o Coritiba, fora de casa, o Tricolor vê o momento como a chance de enfim voltar a embalar na competição. A novidade do domingo poderá ser a estreia de Ivan Piris. O lateral direito paraguaio se apresen-
tou nesta semana e já estará à disposição de Adilson Batista. O treinador tem alguns problemas para escolher o time. Juan e Denilson, suspensos, não jogam e duas vagas estão abertas. Para a esquerda, Adilson tem a opção do jovem Henrique Miranda. Carlinhos Paraíba e Luiz Eduardo, volante e zagueiro respectivamente, podem ser improvisados. Para o lugar de Denílson, o técnico tem a opção de escalar Cícero. O camisa 15 é polivalente e podendo fazer a meia ou até mesmo a posição de volante. O meia Marcelo Cañete, também recém-chegado no clube, não vai poder estrear. Além de estar se recuperando de problemas no adutor direito, o argentino ainda não tem sua documentação em ordem.
São Paulo Vasco São Paulo - Rogério Ceni; Jean, Xandão, Rhodolfo e Luiz Eduardo; Wellington, Carlinhos, Cícero (Piris) e Rivaldo; Lucas e Dagoberto. Técnico: Adilso Batista Lateral Piris se apresentou na última semana e está disponível ao técnico Edilson Batista
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A maioria dos times traça metas parciais durante o Campeonato Brasileiro. Conquistar tantos pontos em tantos jogos, primeiro chegar ao grupo dos quatro primeiros para depois lutar pelo título. Para o Vasco, a matemática não funciona assim. Já garantido na Libertadores do ano que vem, apenas a caça ao líder interessa. Uma vitória sobre o São Paulo, hoje, às 16h, no Morumbi, é muito importante para essa missão. Além de debilitar um concorrente direto ao caneco, evita que a distância para o ponteiro Corinthians cresça ainda mais. Não há opção, portanto, do que jogar de peito aberto contra os sãopaulinos, mesmo diante da força do oponente em seus domínios “Nos interessa o G-1 e não o G-4. Nossa conta é com o líder. Ainda temos muitos jogos pela frente, mas não podemos falar de briga de título ainda. São possivelmente dez pontos de diferença (para o Corinthians, que tem um jogo a menos)”, destacou o técnico Ricardo Gomes. O comandante cruzmaltino sabe que é um risco encarar o clube tricolor paulista de igual para igual no Morumbi, mas não vê outra alternativa. Para o Vasco, nenhuma diferença vai fazer terminar a competição em 8.º ou em 4.º, por exemplo. A meta é o topo. Com esse pensamento, Ricardo Gomes decidiu manter a formação ofensiva de meio de campo, com Juni-
Vasco - Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Jumar (Julinho); Rômulo, Juninho Pernambucano, Felipe e Diego Souza; Eder Luís e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes. Estádio: Morumbi, São Paulo (SP) Data/hora: 31/7/2011 - 16h Árbitro: Paulo H. Godoy Bezerra
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Se repetir o futebol que apresentou na derrota por 5 a 4 contra o Flamengo, o time não terá dificuldades em golear
REABILITAÇÃO contra Atlético-PR
Atlético Paranaense e Santos vão fazer um jogo dos opostos, hoje, às 18h30, na Arena da Baixada, em Curitiba. Embora separados por apenas seis pontos na classificação, o time de Neymar e Paulo Henrique Ganso está com três jogos a menos (contra Corinthians, Fluminense e Grêmio) que os concorrentes e vai brigar também pelo título do Campeonato Brasileiro, enquanto que o adversário faz a pior campanha e já é apontado como o forte candidato ao rebaixamento. Se repetir o futebol que apresentou na derrota por 5 a 4 contra o Flamengo, no meio de semana, na Vila Belmiro, o campeão da Libertadores da América não terá dificuldade para iniciar a reação e com goleada. “Nossa equipe precisa de mais algumas partidas para voltar a jogar o que estava acostumada. Contra o Flamengo já foi dada uma mostra que o Santos vai ser muito forte dentro de pouco tempo. Só falta um pouco de entrosamento dos jogadores que chegaram”, avisou Muricy Ramalho. Sem desfalque por suspensão ou lesão, o treinador vai manter a formação da partida de quarta. Será um time mais próximo do Santos das goleadas de Dorival Júnior, no primeiro semestre do ano passado, do que o conjunto bem fechado do meio para trás que Muricy armou para ganhar a Libertadores. Um time ape-
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Atlético-PR Santos nas com Arouca improvisado como volante de contenção, com três meias - Ibson, Elano e Paulo Henrique Ganso - e dois atacantes goleadores. Se o Atlético não estivesse tão mal, é provável que Muricy reforçasse a marcação à frente da defesa com a troca de Elano ou Ibson por Rodrigo Possebon. Mas, além do péssimo papel que fazem no Brasileirão e pelo fato que os paranaenses vão jogar sem oito titulares, o treinador prefere repetir a escalação para dar ritmo a alguns
jogadores. Apesar de elogiados pela excelente exibição contra o Flamengo, os santistas sabem que até mesmo contra equipes mais fracas vai ser preciso maior contribuição dos meias e dos atacantes à marcação. Muricy deve posicionar Elano e Ibson mais atrás e dar maior liberdade para Paulo Henrique Ganso ir à frente para municiar Borges e Neymar. O técnico concorda que Ganso ainda não mostrou o seu verdadeiro futebol após a lesão
muscular da coxa direita que ele sofreu no primeiro jogo da decisão do Campeonato Paulista contra o Corinthians, no Pacaembu, mas não pensa em tirá-lo para o time passar por um período de recondicionamento. “Se não houver nenhum médico, nesses 40 dias em que o Santos vai ter dois jogos por semana Ganso vai melhorar física e tecnicamente. Ele vai treinar pouco, mas terá uma boa sequência para voltar à sua condição ideal”, finalizou Muricy
Atlético-PR - Renan Rocha; Edilson, Manoel (Rafael Santos), Fabrício e Paulinho; Deivid, Cleber Santana, Kleberson e Marcinho; Branquinho (Rodriguinho) e Santiago Garcia. Técnico Renato Gaúcho. Santos - Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Ibson, Elano e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges. Técnico: Muricy Ramalho. Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba (PR) Data/hora: 31/7/2011 às 18h30 (de Brasília) Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
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Santos busca
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Atlético-GO quer manter embalo diante do Inter
Ficar longe da zona de rebaixamento é o desafio do clube rubronegro, que venceu o Cruzeiro por 2 a 0 na última rodada
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Internacional
O Atlético Goianiense tentará manter o embalo na partida de hoje, contra o Internacional, às 16h, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Ficar longe da zona de rebaixamento é o desafio do clube rubro-negro, que venceu o Cruzeiro, por 2 a 0, na última
Atlético-GO Internacional - Muriel; Nei, Dalton, Rodrigo Moledo e Kléber; Bolatti, Tinga, Glaydson, D’Alessandro e Andrezinho; Jô. Técnico: Osmar Loss. Atlético-GO - Márcio; Rafael Cruz, Anderson e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Rômulo, Bida e Victor Júnior; Felipe e Anselmo. Técnico: Jairo Araújo (interino).
O clube goiano não vence fora de casa desde a abertura do Brasileiro, em maio rodada. O problema é que o time não vence fora de casa desde a rodada de abertura da competição, em 22 de maio. Foi quando estreou batendo o Coritiba por 1 a 0, no estádio Couto Pereira, em Curitiba. De lá para cá, longe do estádio Serra Dourada, o time
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) Horário: 16h (de Brasília) Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
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goiano empatou três e perdeu duas partidas. Além do jejum de 68 dias fora de casa, o Atlético também sonha em melhorar a pontaria do ataque. Como
René Simões e Paulo César Carpegiani rejeitaram convite, o ex-goleiro Jairo Araújo comanda o time interinamente mais uma vez. Em dois jogos, ele não perdeu — em-
pate com o São Paulo por 2 a 2, no Morumbi, e o triunfo sobre o Cruzeiro. Jairo Araújo anunciará mudanças somente no vestiário. Tudo indica, porém, que jo-
gará com três volantes (Bida, Pituca e Victor Júnior), dois atacantes (Felipe e Anselmo) e terá o retorno de Thiago Feltri, após suspensão, no lugar de Ernandes.
Há cinco rodadas sem perder no Campeonato Brasileiro, o Ceará busca hoje, no Engenhão, passar a marca dos 20 pontos no certame. O time cearense, ao enfrentar o Fluminense, às 16h, terá como novidade o meia Enrico como titular. Com a saída de Geraldo para o Vitória, o meio de campo ficou sob a responsabilidade de Thiago Humberto, mas ele se machucou. O técnico Vágner Mancini testou Felipe Azevedo na vitória de virada sobre o Atlético Paranaense por 2 a 1, na última quinta-feira, em Fortaleza, mas não deu
certo. O atacante Roger, há dez dias no Ceará, ainda não vai estrear contra o Fluminense. “Nada de pressa. Ele tem que se aclimatar, pois estava jogando na Ásia”, disse Mancini. O lateral Patrick é outro contratado que o técnico ainda não utilizou. Com 18 pontos, o Ceará ganhou fora de casa apenas do Internacional. Em casa venceu o América-MG, Atlético Paranaense, Atlético Mineiro e Palmeiras. Empatou fora com o Figueirense e o Flamengo e em casa com o Botafogo. Perdeu em casa para o São Paulo e Vasco e fora para Atlético-GO e Coritiba.
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Mancini faz testes, mas Ceará ainda é dúvida contra Flu Fluminense Ceará Fluminense - Diego Cavalieri; Mariano, Gum, Digão e Carlinhos; Edinho; Fernando Bob, Rafael Sóbis, Souza e Marquinho; Fred. Técnico: Abel Braga. Ceará - Diego Salgado; Boiadeiro, Fabrício, Diego Sacoman e Vicente; Michel, João Marcos, Heleno e Enrico; Washington e Osvaldo. Técnico: Vágner Mancini.
Técnico do clube nordestino ainda não sabia como organizar jogadores em campo
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro Horário: 16h (de Brasília) Árbitro: Wagner Reway (MT)
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SOB PRESSÃO René Simões quer vencer em casa A tabela de classificação mostra que a equipe tem 12 pontos, apenas um à frente do Santos
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A situação do técnico do Bahia, René Simões, é de pressão por todos os lados. A torcida, que já vaiou o time após o empate por 0 a 0 contra o Coritiba, no último domingo, em Salvador, exige uma vitória do time em casa — algo que ainda não aconteceu neste Campeonato Brasileiro — contra o Figueirense, às 18h30, no estádio de Pituaçu. A tabela de classificação mostra que a equipe tem 12 pontos, apenas um à frente do Santos, o primeiro time da zona de rebaixamento, mas que tem três jogos a menos (12 ante 9 dos paulistas). O próprio presidente do clube, Marcelo Guimarães Filho, usou o Twitter para esbravejar contra a equipe, após o empate com o Vasco (1 a 1), no Rio de Janeiro, na
última quinta-feira. “Não dá para ser pressionado assim durante todo o jogo! Nosso plantel é bom”, postou o dirigente, pouco antes de ameaçar (“domingo só tem um resultado. Vencer!”) e criticar - “Ricardinho no banco é brincadeira”. René Simões diz não ter entendido as mensagens como tentativa de interferência em seu trabalho. “Ele me ligou para dizer as mensagens não eram críticas a mim”, afirmou. Ele também não deu sinal de que vá escalar Ricardinho no time para a partida de domingo. Para sorte do treinador, o time tem a volta de quatro titulares para o jogo. O meia Carlos Alberto, que não jogou contra o Vasco por restrição contratual, o
volante Diones, que volta de contusão, o volante Fahel e o atacante Jobson, que cumpriram suspensão automática, estão liberados e devem começar a partida.
Figueirense Bahia Figueirense - Wilson; Coutinho, Edson Silva, João Paulo e Juninho; Ygor, Túlio, Pittoni e Fernandes; Elias e Aloísio. Técnico: Jorginho. Bahia - Marcelo Lomba; Gabriel (Marcos), Paulo Miranda, Titi e Ávine; Marcone, Fahel, Diones (Fabinho) e Carlos Alberto; Jobson e Reinaldo (Souza). Técnico: René Simões. Estádio: Pituaçu, em Salvador (BA) Horário: 18h30 (de Brasília) Juiz: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Sem vencer em casa, desde o começo do Brasileiro, técnico precisa de bom resultado
América-MG ambiciona vitória sobre o Coritiba ���������������������
O técnico do AméricaMG, Antônio Lopes, traçou um plano para manter o time na primeira divisão do Campeonato Brasileiro: ganhar todas as 13 partidas que vai disputar como mandante até o fim da temporada. Com isso, pode perder todas fora de casa — e até as duas que jogará em Minas Gerais contra Atlético e Cruzeiro no segundo turno — que terminaria a competição com 47 pontos, o suficiente, nas contas do treinador, para a equipe permanecer entre as equipes de elite do país. E a missão quase impossível tem que começar às 18h30 deste domingo, na 13.ª ro-
dada do Brasileirão, quando o time mineiro recebe o Coritiba na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). Isso porque o América-MG conquistou apenas uma vitória na competição e está em 18.º, com oito pontos. Além da dificuldade que pode ser imposta pelo adversário, que chegou à final da Copa do Brasil, a tarefa do América-MG é ainda mais árdua devido à falta de pelo menos quatro integrantes do grupo principal. O lateral Thiago Carleto e o atacante Fábio Júnior estão suspensos por causa do terceiro cartão amarelo. Já o atacante Alessandro e o zagueiro Anderson
Coritiba América-MG Coritiba - Edson Bastos; Jonas, Emerson, Pereira e Eltinho; Leandro Donizete, Léo Gago, Rafinha e Tcheco; Marcos Aurélio e Bill. Técnico: Marcelo Oliveira.
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se recuperam de lesões. Com isso, Antônio Lopes teve que fazer uma série de alterações na equipe. Ele desistiu de improvisar volantes como zagueiros e pôs Otávio na de-
fesa, no lugar de Dudu. Caleb também foi sacado do grupo e cedeu a vaga para o armador Rodriguinho. No ataque, Kempes deve fazer dupla com Léo no lugar de Anderson.
América-MG - Neneca; Otávio, Micão e Willian Rocha; Marcos Rocha, China, Amaral, Rodriguinho e Gilson; Léo e Kempes. Técnico: Antônio Lopes.
Estádio: Arena do Jacaré, Sete Lagoas (MG) Horário: 18h30 (de Brasília) Juiz: Felipe Gomes da Silva (RJ)
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Timão busca a reabilitação contra o Avaí Na Ressacada, Corinthians joga em estado de alerta, já que os principais rivais se aproximaram à, então, tranquila primeira posição do time na tabela ������������������������
O Corinthians esnoba a palavra pressão, Garante seguir em paz apesar da perda da invencibilidade na rodada passada. Mas o líder do Campeonato Brasileiro entra em campo hoje, às 16h, diante do Avaí, no estádio da Ressacada, em Florianópolis, em estado de alerta. Em uma semana em que podia ter aberto nove pontos do vicelíder, nada deu certo e os principais rivais se aproximaram, ameaçando a então tranquila primeira posição. Se dar bem em Florianópolis, onde somou apenas um ponto em três confrontos contra o Avaí, virou questão de honra. “Temos de respeitar e competir por igual com o Avaí. Precisamos, no mínimo, ter o mesmo nível de competitividade para depois lutar para ser melhor e buscar a vitória”, enfatizou o técnico Tite. O discurso de respeito se faz necessário pela ética do futebol, bem ensaiada poelo treinador. Contudo, a meta corintiana é não dar chances a um adversário na zona de rebaixamento e de quem muitos, certamente, vão roubar pontos mesmo atuando em sua casa. No ano passado, o título
não veio e muito por causa dos tropeços diante dos times da zona de rebaixamento. O Corinthians não conseguiu ganhar, fora de casa, de nenhum dos quatro rebaixados de 2010. Agora, já bateu no Atlético Goianiense e espera mostrar a mesma força diante do Avaí. Na sequência, ainda pega o América-MG e o Atlético Paranaense, também entre os piores da competição. Uma boa chance para voltar a reinar absoluto na tabela de classificação. Mas que não pode servir de motivação, pois tem grande chance de se transformar em soberba. Tite, então, inovou na forma de como vai cobrar seus jogadores por um triunfo — seria o 10º. Ele usará o apoio da torcida e as palmas na derrota para o Cruzeiro. “Essa confiança me dá mais motivação. Temos de retribuir quem nos dá esse carinho mesmo após sentir dor”, afirmou. “Isso coloca um peso maior no técnico e nos atletas. É duro perder, ficou engasgado (cair contra o Cruzeiro). Precisamos render bem nos próximos jogos por nós e por nossa torcida”, disse. “Os adversários diminuíram a pontuação, mas a
Mesmo sem a escalação oficial divulgada, Leandrinho pode fazer sua primeira partida pelo Avaí, que busca a reação
gente vai tentar aumentá-la novamente na Ressacada”, comentou o lateral esquerdo Fábio Santos, de volta após cumprir suspensão. Ele retor-
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Segundo o técnico do Timão, Tite, os jogadores não podem menosprezar o adversário, mas competir de igual para igual
na, mas a equipe ainda terá muitos desfalques em Florianópolis, todos por contusão: Júlio César, Alessandro, Chicão, Wallace e Liedson.
Leandrinho pode ser reforço avaiano O meia Leandrinho pode fazer a sua primeira partida na equipe. Pelo menos foi o que deixou entender o técnico Alexandre Gallo, que só revelará a escalação de seu time antes da partida. “Eles sabem quem vai jogar”, afirmou o treinador, se referindo ao grupo de
jogadores. No treino da última sextafeira, o meia Pedro Ken foi poupado devido a uma lesão na coxa esquerda sofrida na partida contra o Botafogo, na última quarta. Outra considerada atração para dar novo fôlego à equipe é a presença do volante Marcos
Paulo. Ele fez sua estreia na derrota no Rio de Janeiro e recebeu elogios do técnico, sendo uma importante opção para reforçar a marcação do meio de campo. A esperança avaiana é de transformar o jogo diante do Corinthians na partida da reação. Em cinco jogos em
casa, o Avaí empatou duas e perdeu três. “É típico jogo complicado quando se trata de enfrentar o líder, as coisas não são tão fáceis assim. Jogar contra time grande a responsabilidade é dobrada, principalmente na situação em que nos encontramos”, afirmou Marcos Paulo.
Coritnthians Avaí Corinthians - Renan; Welder, Paulo André, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Jorge Henrique; Willian e Emerson. Técnico: Tite. Avaí- Felipe; Dirceu, Bruno e Welton Felipe; Daniel (Marcos Paulo), Batista, Pedro Ken, Fabiano, Cléverson e Romano; William Técnico: Alexandre Gallo. Estádio: da Ressacada, em Florianópolis (SC) Hora: 16h (de Brasília)
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Grand Prix é teste para a seleção feminina de vôlei Em preparação para os Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, brasileiras viajam para a Coreia do Sul esta semana. Na estreia, elas enfrentarão as rivais japonesas na competição considerada umas das mais fortes da modalidade ����������������������
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Campeã olímpica em Pequim-2008, a seleção brasileira feminina de vôlei começa nesta semana o último grande teste antes das competições classificatórias para os Jogos de Londres, em 2012. O Grand Prix, que terá início na madrugada de quinta para sexta-feira — o Brasil estreia em Busan, na Coreia do Sul, contra o Japão —, é visto pelas jogadoras como uma grande oportunidade para mostrar serviço e ficar no grupo de
José Roberto Guimarães. “O Grand Prix é um dos torneios mais visados por todas aqui, certamente o mais forte antes da Copa do Mundo e Olimpíada”, afirmou a levantadora Dani Lins, que disputa posição com Fabíola, a titular no Mundial do ano passado. “O elenco para a Olimpíada ainda não está fechado”, ressaltou o técnico, para motivar as atletas. Depois do Grand Prix, o Brasil disputará o Sul-Ameri-
cano, em setembro, competição que dará vaga para a Copa do Mundo, em novembro, torneio que classificará três seleções diretamente
Jogadoras terão a oportunidade de “mostrar serviço” e brigar por espaço no grupo para os Jogos de Londres. Além dos testes e preparação, a seleção brasileira entra no Grand Prix para
se recuperar das decepções do ano passado, quando foi vice da competição e perdeu a decisão do Mundial para a Rússia. “Parece que todo mundo sempre resolve jogar bem contra o Brasil”, brincou Dani Lins, que reconhece as russas como as principais rivais. “É a nossa joanete, sempre uma pedra no sapato da seleção”. Retornos Estrelas da seleção brasileira, as ponteiras Mari
e Paula Pequeno sofreram com lesões e não puderam disputar o Mundial de 2010. Agora, voltam a disputar uma competição importante com a camisa verde e amarela e querem mostrar que ainda podem jogar em alto nível. As outras convocadas para os primeiros jogos do Grand Prix são Natália, Fernanda Garay e Sassá (ponteiras); Sheilla e Tandara (opostas); Thaisa, Adenízia, Fabiana e Juciely (centrais); e Fabi (líbero).
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MARACANà em estágio final de desmantelamento ���������������������������������������������������������������������������������������������������������������� �����������������������������
Com menos de dois anos para a entrega, visão do estádio pode até assustar torcedores que costumavam ir ao local
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Os clubes amazonenses, Nacional e Penarol, que estão na Série D do Campeonato Brasileiro, não querem nem falar em nomes de jogadores locais, como reforço para a competição nacional. Os cartolas acreditam em um famoso e velho ditado popular: “Santo de casa não faz milagre”. Com isso, os dirigentes apostam ‘importar’ jogadores para garantir vaga na Terceirona. A busca por reforços começou após a crise nos Leões da Amazônia, por conta das decepções desde o início do Brasileirão. O Penarol perdeu em casa para o Cuiabá e foi obrigado a demitir seu técnico, antes da segunda rodada da competição e pensar em novos apoios. Já o Nacional sofreu duas decepções em menos de dez dias. O time da Vila empatou com o fraquíssimo Vila Aurora no estádio do Sesi, em Manaus, e perdeu para o
líder do grupo A1: Cuiabá, no Dutrinha, Mato Grosso. Após a derrota, ‘rolou’ a cabeça do técnico Adinamar Abib e de mais quatro jogadores. E, para suprir as dispensas, foram contratados mais quatro atletas, todos de ‘fora’. O Leão da Vila Municipal precisou de mais reforços para reestruturar o time. O técnico recém-contratado, Tarcísio Pugliese, não teve dúvida e já trouxe pelo menos mais quatro jogadores do Sudeste do país. Com isso, o clube totaliza 21 atletas de outros Estados e apenas quatro jogadores locais. “Só estamos buscando jogadores em outros centros do Brasil por conta de o Estado não ter jogadores com as características de atletas com experiências em competição nacional”, justificou o diretor de futebol, Giovanni Alves. A diretoria do Penarol é mais modesta e garante valorizar os jogadores amazonenses que já integram o grupo. Porém, nesta fase do campeonato em que o clube está em crise, só
Um exemplo de vitória Fazendo o caminho inverso dos cartolas amazonenses, o atacante Delmo, afirma que no Amazonas tem jogadores qualificados, que podem fazer a diferença. “Afirmar que o Amazonas não têm jogadores ou que os mesmos não servem para disputar competição nacional é jogar contra a prata da casa”, analisou. “Na verdade, quem tem de mudar não são os jogadores, mas os cartolas amazonenses. Pois eles ainda
não aprenderam a dirigir o esporte local”, alfinetou Delmo, ao enfatizar que o clube precisa investir em categorias de base e não somente buscar atletas em outros Estados. O atacante amazonense é considerado o maior artilheiro do futebol local. Foi tricampeão da Copa Norte, além de ganhar dois títulos estaduais e disputar competições nacionais como Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro Séries C e B.
os jogadores de fora interessam. O Leão do interior está na lanterna da competição nacional. Segundo o ex-técnico do Leão da Velha Serpa, Sérgio Duarte, os dirigentes do Penarol afirmaram que os jogadores do Amazonas não servem para reforçar o time na competição nacional. “Meu desligamento
do clube foi por causa de não ter autonomia. Queria indicar alguns jogadores do Estado, mas a diretoria do Penarol era irreversível quando o assunto era jogador local. Eles diziam que jogadores do Amazonas não prestam, porque não jogam nada”, afirmou. Já a diretoria do clube, afirma que a base bicampeã
Penarol e Nacional não contratam profissionais locais para a Série D do Brasileiro. Cartolas apostam nas ‘importações’
amazonense do Penarol era formada em sua maioria por jogadores da região e alguns continuam no clube. “Ganhamos o Campeonato Amazonense com atletas do Amazonas. Isso não condiz com a postura do clube, que apoia o futebol local”, rebateu o presidente do Penarol, Daniel Macedo.
Investimento apenas em gente de fora Os times do Amazonas têm em sua maioria jogadores de vários locais do Brasil. Porém, é possível contar nos dedos, tanto no Nacional quanto no Penarol, os atletas locais. O Penarol foi campeão amazonense com a base do time formada por jogadores do Estado. No entanto, após garantir a vaga na quarta divisão, pre-
feriu demitir alguns atletas e apostar em jogadores de ‘fora’. O Nacional já segue esse caminho há alguns anos. O time amazonense tinha apenas 20% de jogadores locais no Campeonato Amazonense. Atualmente, ficou pior: apenas quatro atletas do Estado fazem parte do clube da Vila Municipal e
nenhum é titular do time principal. Seguindo o caminho do Leão da capital, o Penarol também contratou mais 12 reforços para a Série D. Com isso, o clube itacoatiarense passou a ter aproximadamente 65% dos atletas de outros Estados brasileiros e apenas 35% de amazonenses.
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> Por Reginaldo Leme regileme@uol.com.br
Não mexam com a fera!
Charge Com a chegada do verão, diz Capobiango, as constru������������������������������ ções começarão a aparecer muito mais. Orçada em R$ 499,5 miEm dezembro deste ano, quem passar pela Arena lhões, a Arena Amazônia Amazônia já começará a per- receberá aproximadamente R$ 200 milhões ceber a evoluinvestiem ção das obras mentos até o e o formato bvbjvckbjcbklcjbklvjfinal de 2011. do que será blkvcjblkvjblkvcbjlCom ritmo um dos estádios mais bo- vkcbjvclkbjvclkbjvclkb- de contratanitos da Copa jvclkbjvlbkjvblkjblkjbk ção em cem funcionários do Mundo de por mês, os 2014. A previsão é de que pelo menos profissionais irão suprir as 40% dos trabalhos no estádio demandas para a instalação estejam concluídos, segundo das estruturas de concreto. o coordenador da Unidade De acordo com a assessoria de Gestora da Copa do Mundo imprensa da construtora Ande 2014 (UGP Copa), Miguel drade Gutierrez – responsável pela obra – no final do ano Capobiango.
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quem vem em segundo é Webber. A diferença para o primeiro rival de fato, que é Hamilton, sobe a 82 pontos. E 86 para Alonso. Mesmo tomando Webber como referência, Vettel já não precisa nem vencer corrida. Se o australiano vier a ganhar todas daqui em diante, chegará a 364 pontos. Bastaria Vettel classificar-se em 2º cinco vezes e quatro em 3º para ganhar o campeonato com 366. A pista húngara tem características muito especiais. Pra começar é a de velocidade mais baixa entre todos os autódromos. Apenas o circuito de rua de Mônaco tem uma corrida mais lenta. Isso significa que o ajuste do carro para esta pista de 14 curvas, quase todas estreitas, exige o máximo de pressão aerodinâmica, também como em Mônaco. Em 24 anos de corridas na Hungria, largar na pole sempre teve uma
importância fundamental, mas, irônicamente, nos últimos seis anos apenas uma vez o pole venceu. De qualquer forma, o vencedor largar fora das três primeiras posições é coisa rara. Aconteceu três vezes nesses anos todos – Nigel Mansell (largou em 12º em 1989), Jenson Button (14º em 2006) e Lewis Hamilton (4º em 2009). Gostei bastante do primeiro treino de Bruno Senna ontem pela Renault. Sóbrio, não tentou pilotar como se estivesse na GP2, com um carro que ele dominava plenamente quando correu nesta pista. No final, ficou a 8/10 de Petrov, que é a referência. Vamos lembrar que esta primeira sessão de treino de ontem foi a 31ª de Petrov com este carro em 2010, fora os dez GPs disputados. Mesmo descontando os problemas eventuais em treinos e corridas, a soma disso não
dá menos de 5 mil quilômetros. Para Bruno, foi o primeiro contato. Quando Heidfeld foi escolhido para substituir Kubica, achei certo por causa da experiência que ele traria para uma equipe que já tinha um novato como Petrov. Mas pelo que Heidfeld fez até agora, já acredito que poderia ter sido mais útil fazer Bruno conhecer bem o carro e a F1. Aí se saberia o que esperar dele. A Renault vive, no momento, a indecisão sobre o futuro de Kubica e poderá ter de recorrer ou a outro piloto mais experiente – já houve especulação inclusive do nome de Massa – ou escolher entre Bruno Senna e Roman Grosjean. Enquanto o francês já teve sua chance quando substituiu Nelsinho Piquet e não mostrou nada, Bruno parece uma boa aposta. O problema é que a França está há algum tempo sem piloto na Fórmula-1.
Click esportivo ��������������
No atual campeonato, Tudo bem, a Red Bull perdeu mesmo duas segui- com dez pole positions em das. Mas não mexam com a dez etapas, ela foi derrotafera. É melhor os adversá- da quatro vezes. A primeirios continuarem aceitan- ra, na China, em uma cordo que seus carros estão rida tumultuada pela chuva próximos do RB-7, mas com e vencida por Hamilton, da muito trabalho pela frente. McLaren. A segunda, no Se Adrian Newey, já há uma Canadá, em outra corrida década o mais conceitua- cheia de confusão, que do projetista da F-1, sentir Button (McLaren) venceu que sua criação está, de depois de ocupar o último fato, ameaçada, pode vir lugar. A terceira derrota da mais novidade por aí. Va- Red Bull aconteceu em Silmos lembrar que Newey já verstone por várias circunsesteve em situação inversa, tâncias, entre as quais uma quando, em 2009, fazia par- falha em pit stop de Vettel, te daqueles que corriam que Alonso (Ferrari) soube atrás do então imbatível aproveitar bem. Portanto, defato, Copade daderrota da Unidade previsão Acarro a primeira e conse- Gestora da Brawn, normais, condições em metade segunda na guiu 2014 é de que pelo menos 40% das obras foi do campeonato uma rea- a de Nurburgring, onde anotiveram final deste até o McLaren estejam e Ferrari levou seus pilotos ção que concluídas Vettel e Webber a vencer um carro mais eficiente e cinco corridas, encerrando Hamilton venceu bem. Tocou o sinal de alerta na o campeonato com uma dobradinha. Não deu pra equipe austríaca, mas sem tirar o título das mãos de nenhum motivo para pâniButton, mas a Red Bull já co. Faltando nove provas terminou o ano com o me- para o final, a vantagem de Vettel ainda é 77 pontos e lhor carro da turma.
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serão colocadas as estruturas fundação da Arena Amazônia bricação dos pré-moldados. foi colocada como passo inicial “A fábrica de pré-moldados, metálicas. As estruturas do pódio – o para a montagem das arqui- em frente à Arena Amazônia, quadrante de acesso à arena bancadas, que, de acordo com está a todo vapor. Teremos, – também estão previstas para a Andrade Gutierrez, serão as sem dúvida, o suporte curado para receber as estruturas”, serem concluídas até o final prioridades em 2011. Capobiango reconhece que, afirmou o coordenador. do ano. Ainda em dezembro, Considerado pela coordeserá iniciada a construção do nos últimos seis meses, a obra quadrante nordeste das arqui- andou mais em termos de ter- nação da Copa de 2014 no X mais do motocross da melhor finalque durante amas Mark Monea leva tombo Australiano um dos como nos Amazonas, o ritmomanobra raplanagem, superiores. bancadas Strong. Jackson para foi ouro o e geral quadro no lugar oitavo em ficou Ele Games. Na última semana, uma viga ficará acelerado nos próximos bonitos estádios a serem consinclinada sobre os blocos de meses, especialmente na fa- truídos para o Mundial,
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Aljair não esteve no último Parapan e espera estrear em Guadalajara
Mesmo com dificuldades de material, Jander tem chances reais de subir ao pódio
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Cleílson tem pouco tempo de esporte, mas já é considerado uma promessa
Dificuldade diária nos treinos Paralelo às competições, seletivas e torneios, os atletas amazonenses também têm que correr para garantir qualidade nos treinamentos, estrutura e auxílio para poder manter-se no esporte. A treinadora Margareth Bahia diz que seu aluno, Jander Nunes, treina diariamente no Centro de Treinamento da Vila Olímpica, pese as dificuldades que enfrenta com os equipamentos necessários à sua modalidade: o dardo. “Não temos alguns dardos de qualidade aqui, que é um material muito caro, que custa em média R$ 8 mil e tem que ser importado. Estamos na expectativa de adquirir”, disse. Todos os entrevistados foram unânimes ao afirmar que os maiores parceiros no fortalecimento ao esporte local, mesmo que com limitações, são o governo do Esta-
do e a Prefeitura de Manaus. “O Estado nos dá suporte e apoio com profissionais da área, como fisioterapeutas, médicos e professores de educação física que nos atendem na Vila Olímpica”, afirmou Getúlio Filho, da Adefa. Ele acrescentou que, para as competições do próximo final de semana, em São Paulo, a Secretaria de Estado do Esporte e da Juventude (Sejel), se comprometeu em viabilizar seis passagens aéreas e as restantes, no total de cinco, os dirigentes vão procurar a Secretaria Municipal de Desporto e Lazer (Semdej), no início da semana para ver se conseguem. Ainda de acordo com filho, quanto à participação no Pan e Parapan, as despesas com traslados, hospedagens e alimentações ficarão à parte do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB).
Apesar das dificuldades, ele observa que o Estado está passando por um momento histórico no incentivo ao esporte local. Segundo ele, todos os atletas que treinam na Vila Olímpica recebem um auxílio federal, o bolsa-atleta, pelo disponibilizado Ministério dos Esportes, no valor mensal de R$ 925.“Já tentamos buscar patrocínio em empresas privadas, mas está muito difícil. Além da Vila Olímpica, temos ainda parceria com o Atlético Rio Negro Clube, que nos cede seu espaço para treinar com nossos atletas”, finalizou o dirigente da Adefa.
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‘Discriminação ainda existe’ �������������� ������������������������ �����������������������
Conhecido como The Dragon, o baiano — sim, ele nasceu em Salvador (BA) — Lyoto Machida é o quarto maior ícone do Mixed Martial Arts (MMA) mundial. Apesar do sucesso e do reconhecimento no meio profissional, ele afirma que os atletas das regiões Norte e Nordeste ainda lidam com um adversário invisível, porém, real: o preconceito. “Tem muitos atletas com raça, com vontade de vencer. Mas ainda existe muita discriminação do pessoal do Sul, então, temos que lutar mais”, disse em entrevista por telefone. O lutador chegou a Manaus na última sexta-feira (29) para um seminário de caratê e prestigiar a segunda edição do The Best MMA. Em agosto, ele palestra em São Paulo e, mesmo com a agenda lotada, não interrompe o treinamento. A expectativa é saber a data exata do próximo combate do Ultimate Fighting Championship (UFC). “Estou esperando ser chamado, porque a luta pode ser em novembro ou dezembro”, afirmou,
ao ressaltar a meta de 2011. “Quero buscar o cinturão de volta”, completou. Filho de pai japonês com mãe brasileira, Machida iniciou nos tatames ainda pequeno, aos três anos, e iniciou a carreira profissional quase 20 anos depois. Com 17 vitórias em 19 lutas, das quais seis foram por nocaute, alguém menos entendido pode se questionar “qual é o segredo dele?”. A resposta está na tradição da família, que criou um estilo diferenciado da arte marcial japonesa, com a adaptação do caratê shotokan. “O principal para mim é o caratê, porque foi onde comecei; minha arte mãe”, declarou.
Vital como o ar Criado em meio às artes marciais — também aprendeu sumô aos 12 anos — Lyoto Machida não consegue se imaginar longe do esporte. Ao ser questionado sobre os planos para a “aposentadoria” dos ringues, o baiano/paraense revelou que ainda pretende colaborar com os novos nomes do MMA nacional. “Quero ser técnico, dar aula e sempre estar envolvido nesse meio. Eu sempre quis ser atleta”, afirmou.
os principais rivais derrotados por ele estão: Stephan Bonnar, Thiago Silva, Kazuhiro Nakamura, Rameau Thierry Sokoudjou, Tito Ortiz, Rich Franklin, BJ Penn, Rashad Evans, Mau-
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Mesmo após deixar os ringues, Machida pretende continuar a trabalhar nos bastidores, como treinador
Ficha
Histórico do ‘dragão japonês’ Campeão dos meio-pesados do Ultimate Fighting Championship (UFC), Lyoto Machida estava invicto até a segunda luta com Maurício Shogun, após 16 vitórias consecutivas. Entre
Considerado um dos maiores nomes do MMA, Lyoto Machida elogia atletas nortistas e nordestinos, mas diz que ainda há preconceito no meio esportivo
rício Rua e Randy Couture. Com tantas conquistas, a do dia 23 de maio de 2009, foi a mais marcante. “Foi quando ganhei o cinturão (meio-pesado) do Rashad (Evans)”, afirmou.
Apelido: The Dragon, Ryu Altura: 1m86 Peso: 93kg Data de nascimento: 30/5/1978 Cidade natal: Salvador (BA) Arte Marcial: Caratê Shotokan, Jiu-Jítsu e Sumô Equipe/Associação: Machida Team Graduação: faixa-preta nas modalidades de jiujítsu e caratê (3º Dan) MMA: 19 lutas - 17 vitórias, com seis nocautes.