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Pódio - 30 de junho de 2014

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ADALBERTO MARQUES/AGIF/GAZETA PRESS

MANAUS, SEGUNDA-FEIRA, 30 DE JUNHO DE 2014

esportes@emtempo.com.br

Nem mesmo o calor de 30º C e a umidade relativa do ar em 70% foi capaz de parar a Laranja. Com Arjen Robben em mais uma tarde inspirada, a Holanda suou para derrotar os mexicanos por 2 a 1, e agora terá pela frente a zebra Costa Rica nas quartas de final da Copa. Pódio E6

Nos pênaltis, Costa Rica bate Grécia e entra para a história Pódio E6

Musas como Shakira e Jennifer Lopez fazem sucesso na Copa Pódio E9


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MANAUS, SEGUNDA-FEIRA, 30 DE JUNHO DE 2014

CHARGE

HERÓIS DA COPA * MARCUS VINÍCIUS PESSOA

Paolo Rossi, O “Bambino de ouro” A carreira de Paolo Rossi iniciou nas categorias de base da Juventus, mas sem muito brilho foi emprestado ao modesto Vicenza, onde marcou 21 gols e ajudou o time a ser promovido à primeira divisão. Na Copa da Argentina, Paolo Rossi conseguiu um lugar na equipe principal, levando seu país à quarta colocação. Na temporada 79/80 se transferiu para o Perugia, ano em que teve sua carreira manchada por

um dos maiores escândalos do futebol italiano. Ele e mais 26 atletas estavam envolvidos com a Loteria Esportiva do país e como punição, ficou dois anos sem poder atuar. Numa aposta arriscada, a Juventus repatriou o jogador. A sorte, para os italianos, é que sua pena terminou um mês antes da Copa. Na Copa da Espanha, a Itália caiu na mesma chave de Argentina e Brasil, e foi justamente contra a seleção

brasileira que Rossi faria a melhor partida de sua vida. O Bambino brilhou e marcou três vezes, acabando com o sonho dos brasileiros, conduzindo a Azurra até o tricampeonato mundial e consagrando-se como artilheiro do Mundial. Também jogou pelo Milan e Verona. Rossi, que encerrou a carreira em 1987, nunca foi brilhante, mas será para sempre lembrado por ter levado o Brasil inteiro às lágrimas.

* MARCUS VINÍCIUS PESSOA É REDATOR PUBLICITÁRIO

Tabela da Copa do Mundo

5

ARTILHARIA

JAMES RODRÍGUEZ

COLÔMBIA

GOLS

49

1

CHILE

1

57

SEGUNDA 30/0613h00 Brasília - Mané Garrincha

SEXTA 04/07 13h00 Rio de Janeiro - Maracanã

SEXTA 04/07 17h00 Fortaleza - Castelão

SÁBADO 28/0613h00 Belo Horizonte - Mineirão BRASIL

OITAVAS DE FINAL

QUARTAS DE FINAL

OITAVAS DE FINAL

BRASIL

________________

COLÔMBIA

________________

58

FRANÇA NIGÉRIA

53

PÊNALTIS: BRASIL 3 X 2 CHILE

SÁBADO 05/0713h00 Brasília - Mané Garrincha

SÁBADO 05/07 17h00 Salvador - Fonte Nova SÁBADO 28/0617h00 Rio de Janeiro - Maracanã

50

59

COLÔMBIA

2

URUGUAI

0

________________

________________

________________

________________

51

MÉXICO

1

61

52

1

GRÉCIA

1

54

QUARTA 09/07 17h00 São Paulo - Itaquerão

VENCEDOR JOGO 57

VENCEDOR JOGO 59

VENCEDOR JOGO 58

VENCEDOR JOGO 60

62

TERÇA 01/0713h00 São Paulo - Itaquerão ARGENTINA SUÍÇA

DOMINGO 29/0617h00 Recife - Arena Pernambuco COSTA RICA

ALEMANHA

SEMIFINAL

DOMINGO 29/0613h00 Fortaleza - Castelão

2

SEGUNDA30/0617h00 Porto Alegre - Beira-Rio

ARGÉLIA

TERÇA 08/07 17h00 Belo Horizonte - Mineirão

HOLANDA

60

63

3º LUGAR

FINAL

SÁBADO 12/07 17h00 Brasília - Mané Garrincha

DOMINGO 13/07 16h00 Rio de Janeiro - Maracanã

PERDEDOR JOGO 61

VENCEDOR JOGO 61

PERDEDOR JOGO 62

VENCEDOR JOGO 62

55

TERÇA 01/0717h00 Salvador - Fonte Nova

64

BÉLGICA ESTADOS UNIDOS

56

PÊNALTIS: COSTA RICA 5 X 3 GRÉCIA

JUCA KFOURI

COLUNISTA DO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO

Barrigas F. C. Não existe “a” imprensa esportiva brasileira. Existem várias e algumas delas muito boas, por sinal O preconceito contra a imprensa esportiva é coisa antiga e quase superada. Dizia-se que se o jovem aspirante a jornalista não sabia fazer nada deveria ir para as editorias de Polícia ou de Esporte. “O jornalismo esportivo apura mal”, já disseram alguns autoproclamados críticos de imprensa, embora raramente leiam os cadernos de esporte. Se lessem, e checassem, seriam menos arrogantes e evitariam o ridículo. Dias desses ouvi do repórter aus-

tríaco Robert Florencio a sua boa impressão sobre como a imprensa brasileira apontou o erro no pênalti marcado para a seleção no jogo de abertura da Copa, contraposta à má impressão deixada pela uruguaia no caso da mordida. Quando se generaliza, a não ser em relação aos cartolas, sempre se corre o risco de injustiças. Se é verdade que a TV aberta brasileira tem uma postura subserviente e ufanista, cúmplice do poder, é mentira que seja essa a postura geral até mesmo na TV,

embora na fechada, como nos canais ESPN. Do mesmo modo em relação à boa parte dos portais na internet e em relação aos jornais, para ficar em São Paulo, como esta “Folha” e “O Estado de São Paulo”, além do diário especializado “Lance!”. Claro, há os garotos-propaganda e os que maltratam a língua, mas não só na mídia esportiva. De 1993 até 2005, Melchiades Filho, o Melk, por exemplo, editou o “Esporte” deste jornal com um olhar severo e competente sobre

os bastidores, tradição mantida por quem o sucedeu em seguida, como José Mariante. Melk depois foi brilhar como diretor da sucursal da “Folha” em Brasília e comandou reportagens nas mais diversas áreas, na esportiva, inclusive, que ganharam os mais cobiçados prêmios de nosso jornalismo. O que tem sido publicado de bobagem sobre o jornalismo esportivo permite escrever um livro sob o sugestivo título “Barrigas F.C.”

O que tem sido publicado de bobagem sobre o jornalismo esportivo permite escrever um livro sob o sugestivo título “Barrigas F.C.”


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1990: poucos gols e muita emoção marcam Mundial DIVULGAÇÃO

Pela segunda vez na história das Copas, a Itália sediava o Mundial. Mas, nem o apoio da torcida foi capaz de evitar derrota

Jogadores alemães comemoram título mundial conquistado fora de casa ao comando de Beckenbauer

tinha não apenas Gary Lineker, artilheiro em 1986, mas também o endiabrado Paul Gascoigne; e a Alemanha vinha com Franz Beckenbauer como técnico e Lothar Matthäus, Jürgen Klinsmann e Andreas Brehme como destaques. Mesmo com tantas atrações, a Copa de 1990 teve a menor média de gols da história: apenas 2,21 por partida. O torneio acabou consagrando um estilo de jogo mais sisudo, de muita marcação e pouca ousadia. O time que mais destoou dessa regra foi uma surpresa: Camarões. Liderados pelo carismático Roger Milla, os contagiantes camaroneses começaram a fazer história com uma vitória sobre a Argentina, logo na estreia, por 1 a 0. Depois, venceram a Romênia, se classificaram em primeiro do grupo e ainda bateram a Colômbia nas oitavas de final. Primeira seleção da África a chegar às quartas de final, Camarões só deu adeus ao sonho diante da Inglaterra, na prorrogação. Os ingleses chegaram pela primeira vez à semifinal desde 1966 e, depois disso, nunca mais conseguiram ir tão longe. Mas em 1990 as chances de garantir o sonhado bicampeonato eram reais. O bom time britânico

contava com jogadores como Gary Lineker, David Platt, Ian Wright, e o veterano goleiro Peter Shilton. Além, claro, de Paul Gascoigne. Polêmico e irascível, o atacante se transformou no ícone da decepção inglesa. Na semifinal contra a Alemanha, Gascoigne tomou um cartão amarelo que, automaticamente, o deixava fora da final, se a Inglaterra avançasse. Ciente

MARADONA

O craque argentino chegou à sua segunda final de Mundial seguida, mas, dessa vez, ele não foi capaz de levar a seleção argentina ao tricampeonato e viu os alemães comemorarem o título em solo italiano disso, Paul começou a chorar copiosamente em campo. Uma das imagens mais marcantes do torneio foi a do atacante Lineker avisando ao banco inglês que o companheiro estava visivelmente abalado. Coincidência ou não, o time inglês acabou eliminado nos pênaltis. Na outra semifinal, mais emoção. A Itália, dona da casa,

enfrentaria a Argentina justamente em Nápoles, terra que idolatrava Diego Maradona. Dieguito levara o time do Napoli a patamares nunca sonhados por sua fanática torcida. Sempre controverso, o camisa 10 convocou os napolitanos a torcerem pela Argentina, alegando que o Sul da Itália era historicamente desprezado pelo Norte. O apelo de Maradona chegou a dividir os italianos, que viram os argentinos vencerem nos pênaltis e se garantirem na final. A grande decisão, em Roma, colocou frente a frente os mesmos times que, quatro anos antes, haviam disputado o troféu. O vencedor se igualaria a Brasil e Itália, com três conquistas mundiais. A Argentina apostava em Maradona, que, praticamente sozinho, garantira o bi em 1986. Mas a Alemanha queria vingança. E ela veio dos pés de Andreas Brehme. De pênalti, ele marcou o único gol do jogo. O capitão Lothar Matthäus ergueu a taça e entrou para a história como o líder e principal pensador daquele time. De quebra, Franz Beckenbauer se igualou a Zagallo como os únicos homens a conquistar a Copa do Mundo como jogador e também como técnico.

Seleção de Lazaroni apática Campeão da Copa América em 1989, o Brasil tinha bons jogadores em seu elenco – para citar apenas alguns: Romário, Bebeto, Careca, Renato Gaúcho, Mozer, Aldair, Ricardo Gomes, Mauro Galvão e Taffarel. Mesmo assim, o time do técnico Sebastião Lazaroni não inspirava confiança na torcida. O treinador optou pelo esquema tático 3-5-2 e, pela primeira vez na história, a seleção brasileira jogava de maneira tão defensiva. O resultado foi um futebol apático. O Brasil suou para se classificar na primeira fase. Embora tenha conseguido três vitórias, foram todas no

sufoco: 2 a 1 na Suécia, 1 a 0 na Costa Rica e 1 a 0 na Escócia. Nas oitavas de final, confronto com a Argentina, que tinha dado vexame na etapa de grupos, perdendo inclusive para Camarões, mas contava com Maradona. Quando faltavam 10 minutos para o fim do tempo regulamentar, Claudio Caniggia aproveitou lançamento de Maradona para marcar e eliminar o Brasil. Aqueles dias de futebol atípico, focado na marcação, ficariam conhecidos como “Era Dunga”, em referência ao aguerrido volante gaúcho, que, mais tarde, teria sua redenção. GAZETA PRESS

Q

uando a Copa do Mundo voltou a ser disputada na Itália, em 1990, 56 anos depois do primeiro título da Azzurra, muito havia mudado no país, e também no mundo. Se, em 1934, ganhar o título sob os olhos do ditador Benito Mussolini era praticamente uma questão de vida ou morte, na 14ª edição do torneio os italianos entraram como favoritos, organizaram o torneio em 12 sedes, reformaram dez estádios, construíram duas arenas gigantescas em Turim e Bari e se prepararam, com a força da eufórica torcida, para se tornarem os primeiros tetracampeões da história. Mas a missão se revelaria complicada. Todas as seleções que já haviam sido campeãs mundiais até então se classificaram para o torneio: Brasil, Uruguai, Argentina, Alemanha Ocidental e Inglaterra, além da própria Itália. O Uruguai era apenas uma sombra da Celeste Olímpica. Sobre o Brasil pairava a dúvida: como o time de Sebastião Lazaroni iria reagir em sua primeira Copa do Mundo sem a brilhante geração de Zico, Falcão e Sócrates? A Argentina contava com o gênio Maradona; a Inglaterra

Time contava com jogadores como Romário e Bebeto


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Arena contou com uma ‘seleção’ de ausentes O Pódio montou uma seleção de grandes jogadores que não puderam pisar no gramado do templo do futebol amazonense por diversos motivos, a começar por Buffon THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

U

ma “constelação” de craques apresentaram seu repertoria de jogadas no gramado da Arena da Amazônia Vivaldo Lima durante a Copa do Mundo. Andréa Pirlo, Steven Gerrard e Cristiano Ronaldo foram um dos mais assediados pelos torcedores. Mas a lista dos grandes craques que encantaram o público poderia ser maior. Variados motivos afastaram outros grandes jogadores do estádio amazonense. Dos ausentes, dá para formar um time inteiro. Gianluigi Buffon – Capitão histórico da seleção italiana, o goleiro sofreu uma entorse enquanto fazia o reconhecimento do gramado da Arena um dia antes da estréia de sua seleção contra a Inglaterra. Buffon assistiu do banco de reserva à vitória por 2 x 1 da Azzurra no primeiro jogo da Copa que foi disputado na cidade. Kyle Walker – O lateral direito inglês sofreu uma lesão no quadril antes da convocação final do English Team para o Mundial. Titular de sua seleção em toda a eliminatória européia, o atleta que tem 24 anos e defende o Tottenham Hotspurs, faria parte do grupo que fracassou no Brasil. Pepe – O luso-brasileiro foi outro jogador que não atuou em gramados manauenses. O zagueiro do Real Madrid

foi expulso no primeiro jogo de Portugal na Copa contra a Alemanha após dar uma cabeçada no atacante Thomas Müller. Josip Simunic – O zagueiro croata recebeu uma dura punição da Fifa após fazer gestões nazistas enquanto comemorava a vitória de sua seleção contra a Islândia em Zagreb, pelas eliminatórias europeias para a Copa do Mundo. Fábio Coentrão – Talentoso lateral esquerdo português, Fábio Coentrão foi

PORTUGAL

Nenhuma outra seleção perdeu tanto com desfalques na hora de jogar em Manaus como a portuguesa. Os lusos ficaram sem três titulares para a partida diante da seleção dos Estados Unidos

o desfalque que mais fez falta no jogo contra os Estados Unidos em Manaus. O jogador sofreu uma lesão no jogo de estreia contra a Alemanha, e alem de não poder atuar na Arena da Amazônia Vivaldo Lima, ficará longe dos gramados por dois meses. Ricardo Montolivo – O volante italiano sofreu uma fratura na tíbia durante amistoso preparatório antes do começo da Copa do Mundo. Titular absoluto da

seleção comandada por Cesare Prandelli, Montolivo fez falta a equipe que novamente não conseguiu passar da primeira fase do Mundial. Niko Kranjar – Habilidoso e dono de poderosos chutes de longa distância, o croata rompeu os ligamentos da coxa antes do começo da Copa e fez falta na campanha de sua seleção no Brasil. Walcott – A eterna promessa inglesa rompeu os ligamentos do joelho direito ainda no começo do ano, porém, não conseguiu se recuperar a tempo de ser convocado pelo treinador Roy Rodgson. Chamberlan – O jovem meia atacante do Arsenal e da seleção da Inglaterra não se recuperou de lesão antes do duelo contra a Itália valido pela primeira rodada da Copa do Mundo e não pôde ajudar seu time na derrota para a Azurra. Hugo Almeida – O centroavante português se machucou ainda no primeiro tempo da partida contra a Alemanha na estreia de Portugal na Copa do Mundo. Samuel Eto’o – O astro camaronês se machucou no primeiro jogo de sua seleção na Copa do Mundo. Mesmo fazendo tratamento intensivo para entrar em campo contra a Croácia, o atacante, que fez sucesso pelo Barcelona, viu Camarões ser goleada e eliminada do mundial. Provavelmente, essa foi sua última participação em Copa.

PEPE Zagueiro (Portugal)

JOSIP SIMUNIC Zagueiro (Croácia)

FÁBIO COENTRÃO Lateral esquerdo (Portugal)

KYLE WALKER Lateral direito (Inglaterra) RICARDO MONTOLIVO Volante (Itália)

CHAMBERLAN Meia-atacante (Inglaterra) WALCOTT Ponta-direito (Inglaterra)

NIKO KRANJAR Armador (Croácia)

SAMUEL ETO’O Atacante (Camarões) HUGO ALMEIDA Centroavante (Portugal)

DIVULGAÇÃO

GOLS

‘Chuva de gols’ alegrou torcedores A Copa do Mundo já deixa saudade no coração dos amazonenses. Foram apenas quatro jogos na fase de grupos e uma enorme sensação de que poderia ter sido mais. Mas, de uma coisa os manauenses não podem se queixar. Os jogos aqui realizados foram de boa qualidade técnica e enquanto puderam viver a atmosfera de um Mundial de futebol, tiveram a oportunidade de gritar gol pelo menos três vezes por jogo. No total, foram anotados 14 “estufadas na rede”, resultando numa média de 3,5 gols por partida, a terceira maior da primeira fase da Copa do Mundo. A Arena da Amazônia Vivaldo Lima ficou atrás somente do estádio Beira-Rio, Porto Alegre (RS) que teve media de 4,75 por partida e da arena Fonte Nova, em Salvador (BA) com a impressionante marca de 5,25 gols, em dia por jogo. Sendo considerada pela Fifa a grata surpresa entre as cidades-sede, Manaus deu show dentro e fora de campo. Sendo invadida por turistas de todos os cantos do planeta, a capital do Amazonas foi tomada pelo clima de festa durante esse período. O largo

GIANLUIGI BUFFON Goleiro (Itália)

São Sebastião, que fica no centro da cidade, se tornou o principal ponto de encontro dos torcedores. Com dois telões instalados no local, o ponto turístico da cidade virou uma arquibancada

CR7 NA ARENA

Portugal e Estados Unidos se enfrentaram pela segunda rodada do Grupo G, em Manaus. A torcida foi prestigiar e ver o futebol do melhor mundo, Cristiano Ronaldo, de perto

aberta para todos que foram empurrar suas equipes. A Arena da Amazônia Vivaldo Lima também não deixou a desejar. Atraindo os holofotes antes mesmo da bola rolar por sua beleza, o estádio foi elogiado pelos visitantes que foram prestigiar as partidas no local. Organizado e muito bem sinalizado, reuniu mais de 160 mil pessoas nas quatro partidas. Os torcedores manauenses tiveram a oportunidade de ver de perto craques como o

italiano Andrea Pirlo, o inglês Wayne Rooney e o português Cristiano Ronaldo, melhor jogador do mundo de 2013. Os jogos O primeiro jogo da Copa do Mundo realizado na cidade foi o clássico entre as campeãs mundiais Itália e Inglaterra. Os italianos venceram por 2 a1 e conquistaram a torcida da maioria que foi ao estádio. A segunda partida envolveu duas equipes que estavam no mesmo grupo do Brasil na Copa, Croácia e Camarões. Os africanos perderam por 4 a 0. O destaque da partida foi o centroavante Mandzukic, autor de dois gols. O duelo mais esperado pelos torcedores manauense aconteceu dia 22. Portugal e Estados Unidos se enfrentaram pela segunda rodada do Grupo G. A partida terminou empatada por 2 a 2. Em clima de despedida, Suiça e Honduras fizeram a última partida na Arena da Amazônia Vivaldo Lima. Com show do atacante Shaqiri, a seleção suíça bateu o adversário por 3 a 0 e saiu do jogo classificada para as oitavas de final do torneio.

Média de gols 1 - Fonte Nova - Salvador = 21 gols, 4 jogos. 5,25 gols 2 - Beira-Rio - Porto Alegre = 19 gols, 4 jogos. 4,75 gols 3 - Arena da Amazônia Vivaldo Lima - Manaus = 14 gols, 4 jogos. 3,50 gols 3 - Estádio Mané Garrincha - Brasilia = 14 gols, 4 jogos. 3.50 gols 5 - Arena Pantanal - Cuiabá = 12 gols, 4 jogos. 3 gols 6 - Arena Castelão - Fortaleza = 11 gols, 4 jogos. 2,75 gols 7 - Arena Corinthians - São Paulo = 10 gols, 4 jogos. 2,50 gols 8 - Arena Pernambuco Recife = 9 gols, 4 jogos. 2,25 gols 9 - Arena da Baixada Curitiba = 8 gols, 4 jogos. 2 gols 10 - Mineirão - Belo Horizonte = 7 gols, 4 jogos. 1,75 gols 11 - Maracanã - Rio de Janeiro = 6 gols, 4 jogos. 1,50 gols 12 - Arena das Dunas Natal = 5 gols, 4 jogos. 1,25 gols Atacante Balotelli foi um dos que marcaram gol na arena


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Sete motivos para o Brasil não ganhar a Copa Jornal alemão “Bild” publicou na edição de ontem (29) uma lista para com motivos para o torcedor não acreditar no hexacampeonato da seleção

A

pós a má atuação diante do Chile, onde foi dominada em todo o segundo tempo e conseguiu a classificação graças ao goleiro Júlio César, uma discussão veio à tona. Até onde a seleção comandada por Felipão pode chegar nesta Copa do Mundo. O jornal alemão “Bild” publicou na edição deste domingo (29), uma lista com sete motivos em para o Brasil não ser campeão da Copa do Mundo em seus territórios.

A MATÉRIA É UMA ESPÉCIE DE CORNETADA DOS RIVAIS 1 - Uma equipe não pode ser formada apenas por Neymar 2 - O Brasil não vão dar sorte nos pênaltis duas vezes 3 - Alemanha será campeã do mundo e eliminará o Brasil nas semifinais, caso o país sede chegue tão longe 4 - Nunca uma equipe foi campeã do mundo precisando de decisão por pênaltis para avançar às quartas de final

O futebol apresentado pela seleção de Felipão não tem convencido a mídia internacional

5 - Hulk joga como um personagem de desenho animado 6 - James Rodriguez e a Colômbia vêm ai, nas quartas de final 7 - A Alemanha será campeã mundial, como anteciparam os Simpsons (trata-se de um episódio do famoso desenho americano em que a Alemanha conquista a Copa do Mundo).

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Antes dos pênaltis, Thiago Silva evitou contato com companheiros

Capitão justifica isolamento No último sábado (28), a seleção brasileira conquistou uma vitória sofrida diante do Chile, nas oitavas de final da Copa do Mundo. Antes da cobrança de pênaltis, uma cena chamou a atenção de quem assistia à partida: o capitão Thiago Silva se afastou do grupo, sentou sobre a bola do jogo e fez uma prece. Pelas redes sociais, muitos torcedores criticaram o jogador,

Falhas preocupam Felipão O técnico Luiz Felipe Scolari não tentou esconder os problemas que a seleção brasileira tem enfrentado na Copa do Mundo, apesar da classificação para as quartas de final com vitória sobre o Chile nos pênaltis. Na partida disputada no Mineirão, os anfitriões foram pressionados, sofreram um gol em um vacilo defensivo e mostraram falta de criatividade e oportunismo no ataque. “É claro que tudo isso nos preocupa um pouco”, admitiu Felipão, que tem lamentado o excesso de nervosismo na busca pelo hexacampeonato em casa. O próprio treinador

dizendo que ele estava emocionalmente abalado e com ar de derrotado. O camisa 3 se justificou. “As pessoas julgam sem saber o que está acontecendo! Para quem falou que eu estava derrotado nessa imagem aí sentado na bola! Estava muito enganado, sou brasileiro e não desisto nunca... Apenas queria um momento meu para fazer minha oração”, escreveu o zagueiro.

revelou que, quando está sozinho na concentração, sente-se inseguro com algumas de suas decisões. “Mesmo os mais experientes sentem uma Copa do Mundo. Todo o mundo sente. Quem disser que não, estará mentindo”, disse. De qualquer forma, Felipão acredita que as dificuldades têm calejado a equipe para sequência da Copa do Mundo. “Temos muita gente nova, que vai acrescentando experiência com os jogos, cometendo menos erros. Quando ganhamos dessa forma, com emoção, podemos fazer disso uma coisa boa”, declarou.

GAZETAPRESS

‘Brasil não é favorito’, diz técnico

Após ser derrotado pela seleção brasileira nos pênaltis, o técnico do Chile, Jorge Sampaoli, não vê Brasil como favorito da Copa

A fraca atuação do Brasil no jogo de oitavas de final contra o Chile sábado (28) deixou o argentino Jorge Sampaoli na dúvida se o anfitrião da Copa do Mundo de 2014 é real candidato ao título. Treinador da equipe chilena, ele quer ver outras atuações do time comandado por Luiz Felipe Scolari antes de apontálo em condições de brigar pelo hexa. O Brasil teve muitas dificuldades diante do Chile e conseguiu a classificação às quartas de final apenas nos pênaltis. Depois de empate por 1 a 1 nos 90 minutos e persistência da igualdade na prorrogação, a seleção venceu na disputa de penalidades por 3 a 2. “Se o Brasil é candidato ou não, veremos no futuro. Vamos ver se com o andamento do Mundial a equipe se fortalece com essa vitória para enfrentar os próximos jogos com mais segurança”, afirmou Sampaoli, citando a compactação do time brasileiro como um de seus trunfos. A dúvida do treinador do Chile em relação à força do Brasil foi reforçada com uma

atuação apagada do time da casa nas oitavas de final. Sem criatividade no meio, a equipe comanda por Luiz Felipe Scolari recorreu constantemente a lançamentos longos, tentando se aproveitar da velocidade de seus atacantes e da baixa estatura da zaga adversária. “Jogamos contra o can-

PONTO FRACO

Durante o jogo contra o Chile, os zagueiros brasileiros deram 63 chutões em direção ao ataque. A falta de um meia que organize o time é evidente, por isso Sampaoli vê o Brasil abaixo dos concorrentes didato de todos ao título na sua casa e foi um jogo de igual para igual, com esforço dos dois lados. Anulamos um jogador importante como Neymar com nossa marcação. Agora o Brasil está na Copa e nós voltamos para casa por causa dos pênaltis”, disse Sampaoli.


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Holanda sofre e bate México no final do jogo WAGNER CARMO/STR/GAZETA PRESS

Em partida disputada sob o forte calor de Fortaleza (CE), mexicanos deixaram a classificação escapar nos acréscimos

FICHA TÉCNICA Sneijder empata o jogo e corre para comemorar com o companheiro Arjen Robben

HOLANDA MÉXICO

2 1

Local: Estádio Castelão, em Fortaleza (CE) Árbitro: Pedro Proença (Portugal)

O

México, mais uma vez, jogou como nunca e perdeu como sempre. Na tarde de ontem, o time de Miguel Herrera saiu na frente dos holandeses. Mas o gol parece ter feito mal aos mexicanos, que recuaram demais e sucumbiram diante da pressão imposta pela Laranja Mecânica nos minutos finais da partida. A virada chegou aos 48 minutos do segundo tempo, em cobrança de pênalti convertido por Huntelaar. O México se dispôs a jo-

gar e levou perigo até abrir o placar com Giovani dos Santos, aos três minutos do segundo tempo. Mas recuou e provou que não basta encher sua área de jogadores para saber defender e que o goleiro Ochoa, sozinho, não pode ser salvador sempre. Aos 42, Huntelaar, que entrou no lugar de Van Persie, escorou para Sneijder empatar e, aos 48, o próprio Huntelaar converteu pênalti polêmico sofrido por Robben. Chorando, os mexicanos saíram do Castelão aplaudidos

por sua torcida, que compareceu em bom número e tiveram o apoio de muitos brasileiros. A festa ficou para os holandeses, que joga às 16h (de Manaus) de sábado, na Fonte Nova, em Salvador (BA), contra a Costa Rica, que bateu a Grécia, nos pênaltis, ontem, na Arena Pernambuco. Gols no segundo tempo Após um primeiro tempo bem disputado, mas sem gols, a rede do estádio Castelão só balançou no segundo tempo. Aos três minutos, Giovani dos

Santos escapou da perseguição de Blind e não se intimidou com a pressão de Wijnaldum para finalizar da intermediária com precisão no canto esquerdo de Cillessen, abrindo o placar no Ceará. O técnico holandês Louis Van Gaal viu a necessidade de mexer no time para reverter o resultado. Sacou o discreto Van Persie e confiou no posicionamento de Huntelaar. Os europeus tentavam colocar a bola na área de qualquer jeito. A estratégia deu certo. Aos 42 minutos,

todos que vestiam verde não se mexeram na área, deixando Huntelaar completamente livre. Ele escorou de cabeça para Sneijder chegar de trás, sozinho, e soltar o foguete para empatar a partida. Aos 47 minutos, Rafa Márquez, como já tinha feito no primeiro tempo, cometeu falta para parar Robben na grande área. Desta vez, o árbitro marcou pênalti, que Huntelaar cobrou com perfeição para colocar o time de melhor campanha da primeira fase da Copa nas quartas de final.

Holanda: Cillessen; Vlaar, De Vrij e Blind; Verhaegh (Depay), De Jong (Indi), Wijnaldum, Sneijder e Kuyt; Robben e Van Persie (Huntellar). Técnico: Louis Van Gal México: Ochoa; Rodríguez, Rafa Márquez e Moreno (Reyes); Aguilar, Salcido, Herrera, Guardado e Layún; Giovani dos Santos (Aquino) e Peralta (Chicharito Hernández). Técnico: Miguel Herrera Gols: México: Giovani dos Santos, aos três minutos do segundo tempo; Holanda: Sneijder, aos 42, e Huntelaar (pênalti), aos 48 minutos do segundo tempo Cartões: Aguilar, Rafa Márquez e Guardado (México) (A)

DIVULGAÇÃO

NOS PÊNALTIS

Costa Rica vence e está nas quartas Depois de avançar em primeiro lugar em uma chave que tinha Uruguai, Itália e Inglaterra, a Costa Rica deu sequência à sua boa campanha na Copa do Mundo. Na Arena Pernambuco, a equipe centro-americana derrubou a Grécia nos pênaltis, depois de levar o empate por 1 a 1 aos 45 minutos do segundo tempo. Conquistado com ótima atuação do goleiro Navas, o resultado credenciou a equipe dirigida por Jorge Luís Pinto a brigar com a Holanda por uma vaga entre os quatro melhores do Mundial do Brasil. O confronto está marcado para o próximo sábado, às 16h (de Manaus), em Salvador. Após um fraco primeiro tempo, no qual só houve uma chance desperdiçada pela Grécia, os costa-riquenhos saíram na frente no início da etapa final, com Bryan Ruiz. A situação da equipe centroamericana se complicou com a expulsão do zagueiro Duarte, por falta cometida aos 20 minutos. Com dificuldade para criar, a formação europeia avançou na base da força, colocou zagueiros na área e alcançou o empate já nos acréscimos, com Sokratis Papastathopoulos. A Costa Rica

se segurou na prorrogação com ao menos uma grande defesa de Navas e forçou a disputa por pênaltis. Navas voltou a cumprir seu papel no desempate, pegando a cobrança de Gekas. Umaña foi o responsável pela última cobrança, que definiu o triunfo por 5 a 3 dos costa-riquenhos e os colocaram pela primeira vez nas quartas de final de uma Copa do Mundo. No sufoco Muito pouco aconteceu nos 45 minutos iniciais na Arena Pernambuco. A Costa Rica teve mais posse de bola do que o adversário, mas uma posse de bola estéril, que nada criou. Após o intervalo. Os gregos sentiram que podiam atacar mais, chegando em cabeceio de Samaras logo na volta da partida. Já os costa-riquenhos, que não haviam acertado nenhuma bola no gol, acertaram. Foi aos seis minutos, quando Bolaños recebeu na esquerda de Campbell, que entrou na área puxando a marcação. A bola foi passada pouco à frente da meia-lua, onde Ruiz bateu de primeira de pé esquerdo.

O chute fraco entrou no canto esquerdo de um Karnezis sem reação para fazer 1 a 0. O português Fernando Santos teve de colocar a Grécia na frente, trocando o volante Samaris pelo atacante Mitroglou. A formação europeia partiu com maior ímpeto ao ataque, apostando nas entradas de Gekas e Katsouranis. As mexidas não resolveram os problemas de criação da Grécia, que foi para cima na força. A Costa Rica se safou de uma boa jogada de Christodoulopoulos pela direita, mas não resistiu a um lançamento de Samaras à área. Gekas conseguiu proteger e bater da entrada da pequena área. Navas defendeu, e Sokratis Papastathopoulos aproveitou o rebote de canela. Com o técnico grego expulso antes das cobranças, quem começou batendo foi a equipe da América Central. Borges, Ruiz, González e Campbell converteram. Mitroglou, Christodoulopoulos e Cholevas balançaram a rede, mas Gekas bateu à meia altura, no canto direito, parando em Navas. Umaña bateu no canto direito e definiu a histórica classificação.

Jogadores costa-riquenhos comemoram classificação inédita para as quartas de final da Copa


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Com favoritismo, França encara Nigéria em Brasília Seleção europeia apresentou um excelente futebol na primeira fase da competição. Benzema é a esperança de gols

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França enfrenta a Nigéria hoje (30), às 12h (de Manaus), no estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF), em confronto válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2014. Os franceses têm empolgado seus torcedores, que estavam pessimistas antes de o torneio começar por conta do corte do meia Franck Ribéry. Mesmo com o baque, o time se classificou em primeiro lugar no Grupo E e com direito a alguns momentos de genialidade, como na goleada de 5 a 2 imposta à Suíça. Os nigerianos não chegaram a empolgar, mas venceram a disputa com Bósnia e Irã pela segunda posição do Grupo F, vencido pela Argentina. Apesar da boa campanha até aqui, o clima na França é de mistério. O técnico Didier Deschamps tem se negado a conversar com os jornalistas, salvo nas situações exigidas pela Fifa. Os jogadores, porém, têm procurado demonstrar um bom ambiente nos treinos e nas entrevistas. Principal destaque do time até o momento, o atacante Karim Benzema vê a Nigéria como um oponente muito forte. “Vamos enfrentar a escola africana e ela sempre causa muitos problemas. Seus jogadores são fortes fisicamente e jogam em velocidade. Normalmente fazem a partida ser disputada em ritmo muito forte, portanto, vamos ser muito exigidos. Mas já demos uma amostra do que podemos fazer quando nos entregamos em campo em busca do resultado. A França tem um grupo qualificado, an-

CÉLIO MESSIAS/GAZETAPRESS

tenado com as necessidades de uma Copa do Mundo e com as responsabilidades que temos. Podemos ganhar e avançar”, afirmou Benzema. Hora não incomoda “Ainda não jogamos neste horário (12h) e isso realmente é uma preocupação, pois vamos nos deparar com a situação em um momento que é de matamata. Mas isso faz parte do jogo e sabemos que um time para ser campeão vai precisar superar todas as dificuldades que aparecerem pelo caminho.

ESCALAÇÃO

O sumiço de Didier Deschamps em algumas entrevistas vem sendo visto como uma forma de esconder o time que vai a campo, até porque ele usou três formações diferentes no Mundial Estamos dispostos a lutar por essa classificação”, explicou o goleiro Hugo Lloris. Deschamps não divulgou a escalação. No empate sem gols com o Equador, inclusive, preservou alguns titulares, pois a vaga nas oitavas de final estava praticamente garantida. Ele, porém, deverá usar a formação que brilhou na goleada sobre a Suíça. Isso se puder contar com o zagueiro Mamadou Sahko, que luta contra um incômodo na coxa esquerda. Caso ele não jogue, Laurent Koscielny assume o posto.

FICHA TÉCNICA FRANÇA NIGÉRIA Local: Estádio Nacional, em Brasília (DF) Horário: 12h (de Manaus) Árbitro: Mark Geiger (EUA)

França: Hugo Lloris, Matthieu Debuchy, Raphael Varane, Mamadou Sakho (Laurent Koscielny) e Patrice Evra; Moussa Sissoko, Yohan Cabaye, Blaise Matuidi, Mathieu Valbuena e Olivier Giroud; Karim Benzema Técnico: Didier Deschamps Nigéria: Vincent Enyeama, Efe Ambrose, Joseph Yobo, Kenneth Omeruo e Juwon Oshaniwa; Ogenyi Onazi, John Obi Mikel, Peter Odemwingie, Michel Babatunde e Ahmed Musa; Emmanuel Emenike Técnico: Stephen Keshi

Nigerianos insatisfeitos com premiação Pelo lado da Nigéria existe a preocupação que os problemas extracampo atrapalhem o desempenho do time, já que os jogadores dão sinais de insatisfação com o atraso no pagamento de premiações. Apesar disso, o técnico nigeriano

Stephen Keshi garante foco total na França. “Não existem problemas que possam atrapalhar a vontade de nós da seleção nigeriana em avançar para as quartas de final, que seria um feito histórico para o país e para a

carreira de cada um de nós. Jamais vamos deixar de nos empenhar, ainda mais em uma Copa do Mundo, que pode ser uma oportunidade única. O jogo contra a França é nosso foco, estamos respirando este confronto e sabemos que podemos ir

mais longe”, afirmou. O treinador nigeriano não quis antecipar a escalação de sua equipe para este confronto, mas como elogiou a todos na derrota de 3 a 2 para a Argentina, sabe-se que a base sairá daquela formação.

EDSON RUIZ/GAZETAPRESS

VINGANÇA

Alemanha joga partida histórica Alemanha e Argélia fazem um jogo recheado de história nesta segunda-feira, às 16h (de Manaus), no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2014. Isso porque, apesar do amplo favoritismo alemão, a rivalidade entre os times é muito grande, pelo menos há 32 anos. No Mundial de 1982, na Espanha, os argelinos conseguiram a primeira vitória de um africano sobre um europeu no histórico das Copas. E foi justamente um 2 a 1 sobre os alemães. Porém, na última rodada da chave, a Alemanha venceu a Áustria por 1 a 0, um resultado que servia aos dois times e eliminava a Argélia. A partida foi considerada vergonhosa pela falta de interesse das duas equipes após o gol, que saiu ainda no primeiro tempo. Apesar de investigações não comprovarem nada, o jogo carrega até hoje o selo da desonestidade. Valid Halilhodzic, técnico da Argélia, fez questão de lembrar a partida de 1982. Na visão dele os argelinos não carregam sede de vingança, mas ele sabe que aquele duelo é motivo de discussão até hoje no país africano. “Todos estão falando do que aconteceu na Copa do

Benzema (à esq.) e Valbuena (à dir.) batem bola em treinamento antes da partida

Mundo de 82 que isso é assunto na Argélia até hoje. O país se orgulha daquela vitória sobre a Alemanha, mas sofre com o que aconteceu depois. Porém, trinta e dois anos é muito tempo e não devemos nos guiar por aquilo. Não pensamos em vingança e sim em tentar uma classificação

DÚVIDA

A Alemanha vai manter a base da primeira fase, mas tem uma dúvida de ordem técnica no ataque, onde Mario Götze e Lukas Podolski duelam para ver quem será o companheiro de Thomas Müller que seria ainda mais histórica para a Argélia. Podemos sonhar por conta de tudo o que fizemos até aqui nesta Copa do Mundo”, analisou. Se os argelinos lembram a todo o momento de 1982, os alemães fogem do tema. Na visão dos jogadores europeus, o importante neste momento é focar na partida desta de hoje (30) já que esperam dificuldades. “Vamos encontrar muitas dificuldades. A Argélia mostrou sua força eliminando a

Rússia, que não é qualquer seleção. Sabemos que eles vão tentar nos surpreender e em um mata-mata tudo pode acontecer. Precisamos estar atentos para não sermos surpreendidos. A Alemanha tem plenas condições de se classificar, mas vai precisar jogar tudo o que sabe” disse o atacante Thomas Müller. O técnico Joachim Löw concorda com o seu comandado. Vai até além, dizendo que a Alemanha, se pretende se classificar, precisa jogar mais do que fez em algumas partidas da primeira fase, como no empate por 2 a 2 com Gana e no triunfo por 1 a 0 diante dos Estados Unidos. “Nesses jogos enfrentamos times que se fecharam e tentaram nos complicar. A Argélia também tem uma defesa forte e vai procurar tirar proveito desta situação para segurar a partida e tentar ganhar nos contraataques. Vamos precisar ser mais agressivos na frente, atacarmos mais e melhor, com eficiência e com movimentação, mas sem irresponsabilidades”, disse Löw. Em termos de escalação, a Argélia, do técnico Valid Halilhodzic, não tem problemas de lesão ou de suspensão, e deve manter a base do empate por 1 a 1 com a Rússia.

FICHA TÉCNICA ALEMANHA ARGÉLIA Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) Horário: 16h (de Manaus) Árbitro: Sandro Meira Ricci (BRA) Alemanha: Manuel Neuer, Jérôme Boateng, Per Mertesacker, Mats Hummels e Benedikt Höwedes; Bastian Schweinsteiger, Philipp Lahm, Toni Kroos e Mesut Özil; Mario Götze (Lukas Podolski) e Thomas Müller Técnico: Joachim Löw Argélia: Rais M’Bolhi, Aissa Mandi, Essaid Belkalem, Rafik Halliche e Djamel Mesbah; Carl Medjani, Nabil Bentaleb, Sofiane Feghouli, Tacine Brahimi e Abdelmoumene Djabou; Islam Slimani Técnico: Valid Halilhodzic

Lukas Podolski briga com Mario Götze por uma vaga no comando de ataque ao lado de Thomas Müller


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Braga Neto (à dir.) não conseguiu encaixar seu estilo de luta e acabou sendo derrotado por Clint Hester (à esq.)

‘Amazonense’ Braga Neto perde por decisão dividida Na noite do último sábado, o especialista em jiu-jítsu, Braga Neto, perdeu para o americano Clint Hester no UFC

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indo de vitória na sua estreia no Ultimate Fighting Championship (UFC) contra o americano Anthony Smith por finalização, Antônio Braga Neto era apontado como favorito para o duelo contra o americano Clint Hester que aconteceu no último sábado (28) nos Estados Unidos. Porém, por decisão dividida dos juizes (29-28, 28-29 e 29-28), o amazonense perdeu sua primeira luta no maior evento de MMA do Mundo.

Nascido no Espírito Santo, mas radicado em Manaus, Braga Neto começou a luta melhor. Aceitando a trocação imposta por Hester, que é especialista em boxe e muay thai, o brasileiro esperou a hora certa para aplicar a primeira queda da luta. Sendo superior na luta no chão, Braga Neto tentou algumas finalizações, porem, todas sem sucesso. Aproveitando a posição de superioridade, o especialista em jiu-jítsu começou a desferir cotoveladas

violentas em seu adversário. Dominando o americano no ground and pound, Neto venceu o primeiro round sem margem para dúvidas. Recomeço Ciente da derrota no primeiro round, Hester voltou para o segundo determinado a mudar a situação da luta. Sendo mais agressivo, o americano foi superior na troção e acabou acertando alguns golpes em Braga. O seu auge no round veio quando conseguiu

derrubar o brasileiro. Porém, não administrou a posição e acabou sendo raspado pelo campeão mundial de jiu-jítsu. Sendo muito superior no chão, Braga Neto conseguiu montar no seu oponente e continuou a aplicar cotoveladas. No final do round, o brasileiro estou acabar a luta encaixando uma kimura, porém, não teve tempo suficiente para finalizar. Indo para o tudo ou nada no terceiro round, o americano partiu para cima de Braga Neto aplicando combinações

de soco com violentos chutes na linha de cintura do seu adversário. O brasileiro foi para a chão, mas depois de todo sufoca que passou nos dois primeiros rounds, Hester ficou em pé e a luta recomeçou. Braga ainda conseguiu levar a luta para sua zona de conforto, porém, como estava cansado, não aguentou e foi surpreendido pelo americano que conseguiu montar e começou a aplicar seu forte ground and pound contra o brasileiro. Tentando neu-

tralizar os ferozes ataques que estava sofrendo, Braga Neto dominava os braços de Clint e arriscou finalizar por triângulo, mas seu ataque foi defendido. Nos segundos finais, Braga Neto conseguiu aplicar uma queda. Apesar de ter sido superior na luta, dois juízes deram a vitória para Clint Hester. O resultado foi muito contestado pelo público que em sua maioria concordou que a vitória deveria ter sido dada ao brasileiro Braga Neto.


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As musas da Copa O Mundial no Brasil já está repleto de musas, sejam elas atrizes, cantoras, jornalistas ou modelos

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uem disse que a Copa do Mundo era feita somente pelos gatos e bonitões se enganou! As musas também fazem parte da seleção do mundial do “DMRevista”, que selecionou 10 belas que representam a Copa do Mundo 2014, no Brasil. São elas: Bruna Marquezine Nascida em Duque de Caxias, a atriz é a atual namorada do jogador da seleção brasileira Neymar, camisa 10. Entre idas e vindas, o casal agora segue firme no relacionamento com declarações públicas de afeto e carinho nas redes sociais. Bruna começou a carreira aos 5 anos de idade fazendo comer-

ciais e hoje é protagonista da principal novela da Rede Globo interpretando Luiza. Cláudia Leitte Cantora, compositora, empresária, dançarina e produtora musical. Cláudia iniciou a carreira em 2001 como vocalista da banda “Babado Novo” e no ano de 2008 começou carreira solo. Integra o júri do programa “The Voice Brasil” e foi escolhida para cantar o tema oficial da Copa do Mundo ao lado de Jennifer Lopes e Pitbull, na qual aparece sambando e rebolando até o chão, algo que foi muito criticado nas redes sociais. Vanessa Kuppenkothen Repórter mexicana da Te-

levisa, Vanessa veio ao Brasil fazer a cobertura da Copa do Mundo. Formada em relações internacionais, acabou entrando no mundo da moda por causa da beleza e foi convidada para ser repórter do programa Televisa Deportes. Aos 29 anos, a musa fala espanhol, alemão, inglês e francês. Irina Shayk Modelo russa, é a atual namorada do jogador Cristiano Ronaldo, da seleção portuguesa. Em 2013, foi eleita a mulher mais sexy do ano pela revista “Maxim”. Irina faz trabalhos para marcas de lingerie e capas de revistas como “Elle”, “GQ” e “Vanity Fair”.

Jennifer Lopez De descendência porto-riquenha, Jennifer Lopez (foto acima) nasceu e cresceu em um bairro no Bronx, em Nova York. É cantora, compositora, estilista e produtora de televisão. Participou com o cantor Pitbull e a cantora brasileira Cláudia Leitte da música oficial da Copa do Mundo no Brasil, é listada como uma das pessoas mais influentes nos Estados Unidos e uma das atrizes mais bem pagas da história de Hollywood.

Andressa Urach Andressa Urach (foto abaixo) foi musa do time Internacional, assistente de palco do programa “Os Legendários” (Record), dançarina do cantor Latino, gata da Indy, Miss Bumbum Rio Grande do Sul e vice Miss Bumbum Brasil. Ganhou notoriedade nacional quando participou do reality show “A Fazenda” (Record), e declarou affair com o craque da seleção de Portugal, Cristiano Ronaldo. O jogador nega. Andressa foi recepcionar a seleção portuguesa, em especial Cristiano Ronaldo, com pintura corporal da camiseta do time português e ganhou destaque da mídia internacional por ficar atrás do jogador.

Patrícia Poeta Jornalista, Patrícia (foto acima) divide com o comentarista Galvão Bueno as manchetes e notícias sobre a Copa do Mundo, no Jornal Nacional apresentado por William Bonner. Ingressou na Globo no ano 2000 e em 2011 substituiu Fátima Bernardes na bancada do Jornal Nacional e como editora executiva.

Shakira Cantora, compositora, arranjadora, empresária e atriz (foto à esquerda), a colombiana é esposa de Gerard Piqué, zagueiro da Espanha, eliminada da Copa do Mundo. Shakira revolucionou o mercado fonográfico latino com o sucesso “Pies Descalzoz”, em 1995. Possui trabalho social na Colômbia, na qual atende cerca de cinco mil crianças carentes e é embaixadora do Unicef, Fundo das Nações Unidas para a Infância e Juventude.


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Mobilidade urbana deixou a desejar...

AGÊNCIA BRASIL

Obras da Copa que ficaram inacabadas frustram governo federal, mas serão concluídas, garante o ministro-chefe Gilberto Carvalho

Segundo o ministro, apesar da Copa, o governo federal destinou R$ 800 bilhões à saúde e à educação

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ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, lamentou que parte das obras de melhoria da mobilidade urbana previstas para a Copa não tenha ficado pronta a tempo do mundial. Segundo um levantamento da Organização Não Governamental (ONG) Contas Abertas, apenas 51,7% dos projetos de mobilidade urbana e das obras previstas para ampliar os principais aeroportos brasileiros já foram concluídas. Situação que, segundo o próprio ministro, frustra a equipe de governo. De acordo com ele, os atrasos se devem tanto ao fato de que o projeto inicial era “ambicioso” demais – incluindo obras de melhorias de infraestrutura para toda a população e não apenas para quem vai prestigiar o evento da Fifa,

como também a dificuldades legais e gerenciais. “Nosso sonho era entregarmos todas essas obras, mas isso não foi possível por muitas razões. Parte delas ligada a (demora na obtenção de) licenças ambientais, processos de desapropriação e até mesmo dificuldades gerenciais, seja do governo federal ou dos governos estaduais e municipais”, declarou Carvalho. Benefícios “Fomos ambiciosos e quisemos aproveitar esse ensejo (o evento esportivo) para trazer às cidades benefícios efetivos não tanto para a Copa, mas para mudar a cara dessas localidades. Guardamos a frustração de não termos entregue todas as obras, mas o essencial nós conseguimos entregar. Melhor teria sido entregarmos tudo, mas não

JOGO DO BRASIL

houve nenhuma cidade-sede onde a questão da mobilidade não tenha sido bem resolvida”, acrescentou o ministro, garan-

Fomos ambiciosos e quisemos aproveitar para trazer às cidades benefícios não tanto para a Copa, mas para mudar a cara dessas localidades Gilberto Carvalho, ministro

tindo que as obras inacabadas serão concluídas após o término do evento. “Nosso cuidado é não deixarmos inacabada ou paralisada nenhuma das obras já iniciadas”. O ministro também vol-

tou a rebater as críticas aos gastos públicos com o evento. De acordo com a planilha do governo federal, foram investidos cerca de R$ 25 bilhões nos preparativos do evento, aí incluídas a reforma de estádios e as obras de infraestrutura. Desse total, quase R$ 8 bilhões foram destinados aos estádios, sendo que, desse valor, R$ 4 bilhões foram investidos por governos estaduais e municipais e R$ 3,9 bilhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Quem tomou emprestado esse dinheiro vai ter que devolvê-lo, mesmo que a juros melhores (que os cobrados por bancos privados)”, disse Carvalho, garantindo que a decisão de sediar a Copa não desviou dinheiro de outras áreas.

Estádios projetos para multiuso De acordo com o ministro, desde 2010, o governo federal destinou R$ 800 bilhões à saúde e à educação. “Estamos tranquilos para afirmar que os recursos destinados à Copa foram bem investidos. Não há nenhuma subsede que não tenha sido beneficiada com a expansão de aeroportos, avenidas”. Ainda segundo o ministro, o número de subsedes foi proposto como forma de não centralizar o evento apenas nas regiões Sul e Sudeste e, assim, alavancar o desenvolvimento das demais regiões. Além disso, de acordo com o ministro, os estádios foram projetados como espaços multiusos para que, passada

a Copa, possam sediar não só jogos de campeonatos estaduais e nacional, mas também eventos culturais como grandes shows. Carvalho disse que a geração de cerca de 1 milhão de empregos em função da Copa do Mundo, bem como o número de turistas estrangeiros surpreenderam positivamente até mesmo o governo federal. “Sabíamos que a Copa ia alavancar o turismo, mas ninguém imaginava essa invasão chilena, colombiana, argentina, que não para. Mas o que mais está nos surpreendendo é essa confraternização universal que vemos nas ruas”, concluiu Carvalho.

GIL LEONARDI/IMPRENSA MG

“PASSAPORTE VERDE”

Mais de 130 pessoas foram atendidas no Mineirão, sábado

Torcedor brasileiro passa mal no Mineirão e morre As fortes emoções das oitavas de final entre Brasil e Chile custaram a vida de um torcedor no Mineirão. De acordo com a Secretaria de Saúde de Minas Gerais, Jairo de Oliveira, 69 anos, chegou a ser removido para um hospital, mas morreu de infarto cerca de duas horas depois do fim da partida. Com histórico de hipertensão e diabetes, Jairo, que tinha ido do Rio de Janeiro, primeiramente foi atendido no ambulatório do Mineirão. De lá, foi removido por uma empresa contratada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa)

para o hospital particular Lifecenter, onde deu entrada às 15h49 (hora de Brasília). Segundo a Secretaria de Saúde de Minas, Jairo teve parada cardíaca às 17h. Os médicos tentaram reanimálo, mas não tiveram sucesso. Ele teve a morte confirmada às 17h45. Na partida de sábado (28), Brasil e Chile empataram por 1 a 1 no tempo normal. Depois de dois tempos de prorrogação sem gols, a decisão foi para os pênaltis, onde o Brasil venceu o Chile por 3 a 2 e conquistou a classificação para as quartas de final.

Dicas de turismo sustentável e sugestões de roteiros mais responsáveis são os destaques do aplicativo “Passaporte Verde”. Gratuito e disponível nos sistemas operacionais iOS e Android, o aplicativo traz para o celular parte do conteúdo disponibilizado pelo portal da campanha do mesmo nome, com a vantagem de fornecer informações georeferenciadas de atrações próximas ao usuário. Iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), a campanha “Passaporte Verde” utiliza o apelo emocional de turismo e viagens, para incentivar consumidores e produtores a optarem por práticas mais sustentáveis. A ação, realizada em parceria com os ministérios do Meio Ambiente, Esporte, Turismo e Desenvolvimento Social, é uma das iniciativas de sustentabilidade do governo federal na Copa do Mundo da Fifa. Por meio do aplicativo, os usuários têm acesso a mais de 60 opções de roteiros nos arredores das

12 sedes da Copa. Subir no Corcovado, no Rio de Janeiro, por meio de uma trilha pela Mata Atlântica com saída do Parque Lage; visitar comunidades ribeirinhas às margens do Rio Negro, em Manaus; ou ainda conhecer o Morro da Conceição, importante ponto cultural de Recife, são alguns dos roteiros do “Passaporte Verde”. No geral, os itinerários convidam os viajantes a explorarem as cidades de uma maneira mais autêntica, com sugestões que incentivam a maior proximidade da natureza, a degustação da culinária local, o contato com culturas tradicionais, entre outros. Com versões em português e inglês, o aplicativo também traz dicas para tornar viagens de lazer ou negócio menos impactantes para o meio ambiente e para o destino escolhido. Do planejamento da viagem a como desligar corretamente aparelhos que serão deixados em casa, as dicas estimulam práticas mais responsáveis com ações simples que podem fazer uma grande diferença.

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Roteiro para as 12 subsedes

“Passaporte Verde” incentiva a práticas mais sustentáveis


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Ave César

RAFAEL RIBEIRO/CBF

Dilma Rousseff comemorou a vitória brasileira sobre o Chile e elogiou o goleiro pelo Twitter

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presidente Dilma Rousseff comemorou, pelo Twitter, a vitória sofrida da seleção brasileira sobre o Chile. “Foi difícil. Foi com raça, garra, lágrimas e defesas de Júlio César. Vencemos!”, escreveu Dilma no perfil @dilmabr. Em uma sequência de cinco postagens, a presidente voltou a dizer que foi uma vitória com a garra e a torcida do povo brasileiro e ressaltou a confiança de que a seleção seguirá ainda mais longe na Copa do Mundo. “Confio no time de Felipão e do Parreira. Confio na #seleçãobrasileira”, escreveu. E completou? “Confio na torcida do povo brasileiro! #VaiBrasil #CopadasCopas”. Dilma ainda postou uma foto da comemoração de Júlio César e outros jogadores após o fim da decisão por pênaltis com a frase “Valeu Seleção” e acrescentou: “Obrigada,

Júlio César foi o assunto das redes sociais no fim de semana. Até Dilma comentou a redenção do goleiro

jogadores. O Brasil acredita em vocês”. A seleção brasileira conseguiu a vitória difícil sobre o Chile após empatar por 1 x 1 no tempo regulamentar e não conseguir novos gols

ELOGIOS

Em uma sequência de cinco postagens, Dilma voltou a dizer que foi uma vitória com a garra e a torcida do povo brasileiro e ressaltou a confiança de que a seleção seguirá ainda mais longe na Copa do Mundo

na prorrogação de 30 minutos. A vitória por 3 x 2 nos pênaltis só veio no último lance, quando o chileno Jara chutou na trave. Dilma irá entregar a Taça da Copa do Mundo para a seleção campeã após a final, no dia 13 de julho.

MUSA DE NEYMAR

FINAL DA COPA DIVULGAÇÃO

Bruna rouba a cena no Mineirão A atriz Bruna Marquezine foi assistir de perto à partida do Brasil contra o Chile na tarde de sábado (28), em Belo Horizonte, pela Copa do Mundo. A namorada de Neymar sofreu durante todo o jogo, lamentou alguns lances e chegou até a roer as unhas de tensão. A atriz estava acompanhada pela cunhada, Rafaella Santos. Antes do início da partida, Bruna foi tietada por alguns fãs. Simpática, ela posou para fotos, cantou com a torcida e falou ao celular. Bruna virou uma espécie de “talismã” para a torcida bra-

SEM FOLGA

Por conta da rotina de gravações da novela “Em Família”, Bruna não conseguiu acompanhar no estádio todas as partidas do Brasil, mas também esteve presente na abertura da Copa sileira, que levou mais uma vez ao estádio um totem da atriz. Por conta da rotina de gravações da novela “Em Família” (TV Globo), ela não conseguiu acompanhar no

estádio todas as partidas do Brasil, mas também esteve presente na abertura da Copa em São Paulo. Além disso, Bruna curtiu um dia de folga de Neymar comemorando atrasado o Dia dos Namorados em um hotel no Rio. Os pombinhos ficaram hospedados na suíte júnior do hotel, com diária no valor de R$ 3 mil. A reserva foi feita pela atriz. “Eles ficaram o tempo todo no hotel e foram embora por volta de 16h30 do dia seguinte. Não saíram do quarto em nenhum momento e pediram café da manhã”. MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

No sábado, a top model comemorou com a família a vitória do Brasil nos pênaltis

Gisele não vai entregar a taça A top brasileira Gisele Bündchen comemorou com a família o jogo da seleção do Brasil contra o Chile, que aconteceu no sábado (28), em Minas Gerais, e terminou com decisão nos pênaltis e vitória do Brasil. Vestida com a camisa da seleção, a top compartilhou a imagem durante o jogo ao lado de familiares. A modelo, ao contrário do que tem sido veiculado, não entregará a taça à seleção campeã da Copa do Mundo 2014. De acordo com o regulamento da Fifa, somente chefes de Estado e ex-campeões do mundo

CERIMÔNIA

A top Gisele Bundchen estará presente na final, que acontece no dia 13 de julho no Maracanã, mas vai entrar em campo para carregar o baú criado pela Louis Vuitton têm essa honra. Entretanto, a top estará presente na final, que acontece no dia 13 de julho no Maracanã, mas vai entrar

em campo para carregar o baú criado pela Louis Vuitton, especialmente para abrigar a taça nesse dia, ao que tudo indica. Mesmo morando nos EUA, Gisele mostrou que é muito brasileira. No dia da abertura da Copa do Mundo no Brasil, e com jogo da seleção contra a Croácia, a loira reafirmou em rede social sua torcida pela seleção canarinho. Em seu perfil no Instagram, Gisele divulgou uma imagem onde aparece com uma bola de futebol com as cores e o nome do país, sempre muito sorridente. Namorada de Neymar foi ao estádio do Mineirão acompanhar de perto o jogo do Brasil


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A Grande Rio terá autonomia para escolher a música, mas a coreografia será da belga Daphné Cornez

Despedida da Copa terá outras atrações Festa de encerramento do Mundial no Brasil terá Grande Rio, Alexandre Pires e, talvez, Ivete Sangalo

Alexandre Pires entrará no palco ao lado do guitarrista mexicano Carlos Santana, do cantor haitiano Wyclef Jean e do DJ sueco Avicci

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festa de encerramento da Copa do Mundo 2014, marcada para o dia 13 de julho, no Maracanã, contará com a participação da Escola de Samba Grande Rio. O convite foi feito na semana passada pelo Comitê Organizador Local da Fifa. No total, 200 integrantes da escola irão se apresentar, sendo cem da bateria e outros cem fantasiados. Segundo a assessoria de imprensa da Grande Rio, a escola não receberá pagamento de cachê pela participação, e ainda ficará responsável pela confecção das fantasias, que serão assinadas pelo carnavalesco da escola, Fábio Ricardo. A agremiação terá autonomia para escolher a música, mas a coreografia será idealizada pela belga Daphné Cornez, a mesma responsável pela festa de abertura. “Os ritmistas da Invocada (apelido da bateria da Grande

Rio) estão muito empolgados. Essa final vai reunir duas grandes paixões dos brasileiros num só espetáculo: o samba e o futebol. Pisar no gramado da final será privilégio de poucos, e fico muito feliz de saber que a Grande Rio estará lá”, disse Thiago Diogo, mestre da bateria, que entrou nesta temporada na agremiação. Ocorrerão ensaios fechados no Maracanã, palco da final, mas por enquanto a escola ensaia em um espaço fechado, cedido pela Escola Naval, na zona portuária do Rio. A Grande Rio já foi vice-campeã duas vezes no grupo especial, em 2006 e 2007, e tem sede em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A escola também é conhecida pelo grande número de celebridades que participam de seu desfile.

Como Cláudia Leitte não emplacou, a Fifa negocia com outras atrações, entre elas Ivete Sangalo

Celebridades Ainda na festa de encerramento, está confirmada a participação do cantor Alexandre Pires, que entrará no palco acompanhado pelo guitarrista mexicano Carlos Santana, o cantor haitiano Wyclef Jean e o DJ sueco Avicci para cantar uma das quatro músicas oficiais da Copa, “Dar um Jeito”. A Fifa ainda negocia com outras atrações da música brasileira. A principal delas é a cantora baiana Ivete Sangalo. Há rumores que, após a falta de empatia ocasionada pelo trio Jennifer Lopez, Cláudia Leitte e Pitbull na festa de abertura, a Fifa tenta trazer a cantora Shakira. A artista colombiana fez grande sucesso na Copa de 2010, na África do Sul, ao cantar o hit “Waka Waka” nas cerimônias de abertura e encerramento. Para 2014, a cantora lançou a música “La La La” que, assim como as músicas oficiais, ainda não caiu no gosto do público.

ESPECIAL COPA 2014 EDIÇÃO Michele Gouvêa Tricia Cabral

REPORTAGENS André Tobias, Deny Câncio, Emerson Quaresma, Isabella Siqueira, Raphael Lobato e Thiago Fernando

REVISÃO Gracycleide Drumond

DIAGRAMAÇÃO Marcelo Robert, Mario Henrique Silva e Pablo Filard

TRATAMENTO DE IMAGENS Adriano Lima


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Pódio - 30 de junho de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu