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QUAL VOCÊ PREFERE? A equipe do PÓDIO traz à tona a velha discussão sobre qual o melhor game de futebol. FIFA ou PES? Abrangemos a discussão para os jogos de manager, onde destacam-se o Football Manager e o Champioship Manager. PÓDIO E2 e E3
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Mário CORTEZ
Já estou CANSADO e fazendo SACRIFÍCIOS FOTOS: DIEGO JANATÃ
ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO
A A federação não tem que fazer o trabalho sozinha. Tem que haver um somatório de esforços de todos os clubes profissionais para se erguer. Devemos dar as mãos ao Dissica e ajudar a fazer o grande ressurgimento do futebol amazonense
tual presidente do Nacional e favorito para vencer a eleição que acontece no começo de dezembro, Mário Cortez já deixou seu nome na história em dos maiores clubes do Amazonas. Em sua segunda passagem pelo Leão da Vila Municipal, o dirigente conquistou o vice-campeonato em 2013 e o título nesta temporada em uma final histórica diante do Princesa do Solimões. Em entrevista concedida ao PÓDIO, Mário falou sobre o atual momento do futebol amazonense, revelou como anda os preparativos para a temporada 2015 e adiantou quem, provavelmente, será o treinador do clube no próximo ano. PÓDIO – Como você vê o atual cenário do futebol amazonense? Vejo com esperança, tendo em vista que o governo do Estado fez um investimento muito grande na Arena da Amazônia, Colina e Carlos Zamith. Agora temos estádios e temos esperança que o torcedor volte a eles para assistir ao futebol amazonense. O exemplo que temos é que o torcedor amazonense só compareça quando é evento de porte nacional. Isso vai dar muito trabalho e depende muito da imprensa para massificar essa ideia. O torcedor só assiste ao que a imprensa divulga. Se não divulgarem, eles não irão. Só formar um time de futebol sem mídia e marketing, não atrai os torcedores aos estádios. PÓDIO – O torcedor amazonense é apaixonado por futebol? Muito apaixonado. O exemplo que dou é do ano passado quando o Nacional disputou os jogos da Copa do Brasil. Fomos bem e o público prestigiou. No momento em que vencemos o Coritiba aqui e nos classificamos lá, a torcida começou a apoiar a equipe. Contra a Ponte Preta, que não tem torcida aqui, lotamos o estádio do Sesi. Infelizmente, contra o Vasco, a arena não estava pronta, porque também lotaríamos. O torcedor amazonense gosta, mas só quando os clubes do Estado disputam
competições a nível nacional contra grandes equipes. Acho que eles vão voltar aos estádios quando algum time amazonense chegar à Série C. Aí teremos um calendário e o torcedor vai se motivar muito mais. PÓDIO – Como avalia a atual gestão da Federação Amazonense de Futebol (FAF)? Todos só criticam, mas ninguém se dispõe a arregaçar as mangas e ir somar na federação. Criticar é muito fácil, mas dar solução e buscar um ideal é muito difícil. Vemos que o Dissica, nesses anos todos, vem trabalhando praticamente sozinho. Os críticos não se dispõem a ajudar, nem acham uma solução para tudo isso. Aprendemos na vida que dar opinião é a coisa mais fácil, o difícil é achar solução. Vejo que nesse novo mandato, ele terá todas as condições para mudar a realidade do futebol daqui, porque todos têm a obrigação de somar. A federação não tem que fazer o trabalho sozinha. Tem que haver um somatório de esforços de todos os clubes profissionais para se erguer. Devemos dar as mãos ao Dissica e ajudar a fazer o grande ressurgimento do futebol amazonense. PÓDIO – Qual sua opinião sobre a falta de calendário futebolístico no Amazonas? Temos que convir que com o advento do Campeonato Brasileiro, os campeonatos regionais ficaram apertados. Temos apenas quatro meses para fazer um torneio. Isso inviabiliza que os clubes façam contratos mais prolongados com seus atletas, porque não temos mais competições. Se tivéssemos representantes, em qualquer uma série que não fosse a D, evidentemente, teríamos calendário. Infelizmente, estamos no fundo do poço. Convenhamos, a Série D é uma competição que pode ser muito curta. É só ver o caso do Nacional ano passado. Terminamos nossas atividades no começo de setembro. Com o Princesa, este ano, foi a mesma coisa. Isso prejudica todas as equipes. No momento em que montamos um calendário anualizado, como foi há décadas atrás, não conseguimos levar público aos estádios, porque
eles estão focados nas competições a nível nacional. Essa é a grande dificuldade. Não temos calendário nas categorias de base, logo não conseguimos formar atletas. São apenas três meses e a garotada vai jogar pelada. Nesse caso, acho que podemos ter um calendário, porque ela não requer presença da torcida. Então, é possível. Os campeões da base têm que fazer intercâmbios. Eles têm que disputar todos os torneios que acontecem pelo Brasil, mas para isso, tem que haver um apoio governamental, porque os clubes não têm condições de fazer isso. Aí sim, vamos revelar atletas e formar ídolos. PÓDIO – Qual o atual estado das categorias de base do Nacional? Vamos considerar que a base do Nacional está na estaca zero. Temos só a escolinha, que é para a formação de atletas. Nesse momento, estamos disputando nosso campeonato interno, que conta com a participação de sete equipes. Mas, não considero a base em atividade. Desde o ano passado, não mantenho a categoria de base, porque estamos nos dedicando no profissional. A base leva recursos e na verdade, o profissional leva tudo, não sobram recursos para a base. PÓDIO – Como o Nacional está se preparando para 2015? No momento, estamos encerrando o nosso orçamento para 2015. Baseado nesse orçamento é que vamos começar a fazer as contratações. Já temos uma faixa de 60 atletas que foram vistos nas competições nacionais. Esses disputaram a Série B e C. Foram vistos e catalogados para que possamos contratar. Fizemos isso para errar menos nas contratações. O segredo é não errar na contratação. PÓDIO – O treinador da equipe será o Sinomar Naves? Te diria que a vontade do Nacional é o Sinomar Naves. Ele é um profissional competente, que fez um belo trabalho em um curto espaço de tempo. Estamos dependendo do acerto financeiro, que deve acontecer no começo da próxima semana. Aí, anunciaremos que o Sinomar
é o treinador do Nacional para 2015. Ele passou dois meses conosco apenas, mas é um treinador vencedor. Foi campeão com o Remo, Cametá e Independente em 3 anos seguidos. Tanto ganhou com o Remo, quanto com dois pequenos. É um rapaz que só deu alegrias. PÓDIO – Qual a sua posição sobre a briga que aconteceu na final do estadual deste ano? Aquilo aconteceu porque o Princesa entrou em campo, praticamente consciente que não buscaríamos o resultado que necessitávamos. Precisávamos fazer três gols e conseguimos. Foi aí que entrou o desespero deles. A parte psicológica de quem já entrou como campeão pesou. São coisas que acontecem no futebol. Não é anormal nem normal. Fica no meio termo. Poderia ter acontecido com o Nacional também. A verdade é que o Nacional buscou o resultado. Há muitos anos, uma decisão de estadual não tinha sido decidida com uma goleada. PÓDIO – Qual o perfil dos jogadores que o Nacional vai atrás para próxima temporada? Vamos atrás de jogadores técnicos e guerreiros. Vamos começar nossa pré-temporada no dia 2 de janeiro. A partir de novembro vamos contratar o plantel e a apresentação será no dia 2. PÓDIO – Como atrair jogadores de qualidade para o Amazonas? Pagando bem. Só assim para atrair bons jogadores. É difícil contratar, porque fazer futebol está muito caro. Os salários dos jogadores estão altos e inflacionados. Vemos isso no Brasil todo. Acaba dificultando na hora de fechar. PÓDIO – Pensa em continuar à frente do Nacional? Já estou cansado e fazendo sacrifícios. Vamos esperar o mês de novembro. A nossa eleição é na primeira quinzena de dezembro. Vamos ver como acomodamos isso aí, porque fazer futebol no Amazonas é muito difícil, exatamente por falta de recursos financeiros. O torcedor cobra muito e pouco contribui.
Desde o ano passado, não mantenho a categoria de base, porque estamos nos dedicando no profissional. A base leva recursos e, na verdade, o profissional leva tudo, não sobra recursos para a base
Fazer futebol no Amazonas é muito difícil, exatamente por falta de recursos financeiros. O torcedor cobra muito e pouco contribui
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Nova Geração/Comandos quer título da Taça Lima Equipe do bairro Amazonino Mendes chega confiante para a disputa da 1ª Copa Samel Interbairros Taça Lima
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THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO
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om tradição no futebol amador amazonense, o Nova Geração/Comandos chega com força para a disputa da 1ª Copa Samel Interbairros Taça Lima. A competição é organizada pela Federação das Ligas Desportivas do Amazonas (FLDAM) e conta com o apoio do Grupo Raman Neves de Comunicação. Fundado em 2006 pelo fanático André Feitas, o time iniciou disputando apenas torneios de base. No começo, o nome do time era Bacanagem, passou para Águia, até chegar ao atual nome: Comandos. “Começou, porque via alguns meninos que moravam na minha rua, jogando futebol. Mas eles não tinham ninguém para organizar um time. Aquilo acabou me dando uma vontade de bancar os meninos. Foi onde começou. Foi no sub15. Depois
passamos para o sub-17 e sub-22”, informou o presidente do time. Fazendo sucesso desde a sua fundação, o Comandos começou a vencer vários campeonatos no bairro Amazonino Mendes. Em seis anos, o time conquistou seis títulos. Isso gerou rivalidade com o outro time do bairro, o Nova Geração. “Sou grande amigo do Kiko (presidente do Nova Geração), mas antes da fusão que aconteceu há um ano e
meio, um ficava para um lado e outro ia para o outro. Tínhamos rivalidade. Um ganhava do outro e ficava aquela rivalidade. Porém, ambas as equipes não tinham apoio. Foi quando decidimos unificar. Sentamos para decidir como seria. Hoje, fizemos uma parceria legal e isso ajudou a unir o bairro”, revelou André. Desde a junção, a equipe disputou dois torneios e sagrou-se campeã de ambos. O último foi em junho, quando a equipe se preparava para a disputa da Taça Lima.
Após goleada na estreia, dirigentes acreditam no título
Toda família se reúne para acompanhar os jogos
Famílias acompanham o time “Nos unimos e isso deu certo. Vencemos tanto no principal quanto na base. Graças a Deus, estreamos bem na Taça Lima, vencemos por 13 a 1, mesmo com alguns desfalques. Vamos atrás de mais vitórias para a comunidade. Contamos sempre com o apoio dos nossos torcedores”, disse o vice-presidente do time, Darcicleuson Pinheiro, mais conhecido como Kiko.
Segundo ele, os familiares dos jogadores sempre estão apoiando o Nova Geração/Comandos. Confiantes pelos resultados positivos, os dirigentes acreditam que a equipe pode ser campeã da Taça Lima e, de quebra, também garantir o prêmio de artilheiro do certame, já que o atacante Jean marcou seis gols só na primeira partida do time no torneio.
“Estamos confiantes. Estamos com um time bom e vamos manter o 100% de aproveitamento. No nosso elenco, contamos com vários jogadores que passaram por times profissionais e pelas categorias de base do Amazonas. Nosso destaque, até agora é o Jean. Ele garantiu que vai ganhar o prêmio de artilheiro da competição”, finalizou o dirigente.
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PES ou FM Defensor do PES, Alberto acredita que o multiplayer do jogo é o ponto alto
FM 15 será lançado em novembro deste ano
O FM fez tanto sucesso no mundo, que alguns fanáticos jogadores do game decidiram transformar o hobby em profissão. O caso mais famoso é do treinador português André Villas-Boas. Atualmente no comando do Zenit, da Rússia, o português começou a jogar Football Manager ainda na adolescência. Aos 16 anos, ele conheceu o então treinador do Porto, Bobby Robson, com quem fez amizade. Se surpreendendo com o conhecimento do garo-
De acordo com os desenvolvedores, o game oferecerá uma experiência mais pessoal e customizável ao jogador
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Técnico português era ‘viciado’
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to, o treinador inglês viu em Villas-Boas uma promessa. Querendo saber o segredo de seu vasto conhecimento técnico, Bobby ficou perplexo ao descobrir que tudo era fruto de horas e horas a frente do computador jogando FM. André Villas-Boas nunca escondeu ser fã do jogo. Com um estilo arrojado, o treinador foi comparado ao seu conterrâneo José Mourinho, o “Special One”. Ele já dirigiu clubes importantes como Porto-POR, ChelseaING e Tottenham-ING.
André Villas-Boas virou treinador ao jogar FM
Foi anunciado na última semana que o Football Manager 2015 será oficialmente lançando mun-
dialmente no dia 7 de novembro de 2014. A última versão da série traz várias melhorias no jogo, desenvolvidas para
tornar a experiência de controlar um time de futebol muito mais pessoal e customizável. O processo de customização começa muito antes do primeiro pontapé inicial - ou mesmo antes do manager assumir em seu primeiro emprego. No mundo moderno do futebol real, treinadores têm uma gama de estilos, e para melhor refletir isso, o Football M a nager 2015
questiona o provável manager sobre o tipo de treinador que ele deseja se tornar no mundo da bola. “O gerenciamento de futebol é atualmente um papel de vários formatos e uma das novidades do FM 15 reflete isso”, diz o diretor do Football Manager 15, Miles Jacobson. “Se um manager quiser ser à moda antiga, ou um treinador completo, ele pode ditar seu estilo desde o começo de sua carreira e melhorar suas habilidades ao conquistar troféus virtuais de treinamento”, conclui Miles, ao anunciar que o FM 2015 será lançado para as plataformas de Windows PC, Mac e Linux.
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Brasil é conhecido como o país do futebol. A ligação com a bola começa ainda na infância. Meninos e meninas crescem brincando com o objeto esférico e se tornam adultos apaixonados pelo esporte. Com o desenvolvimento da tecnologia, os video games ganharam força e espaço entre a população. Claro que o futebol não poderia ficar fora disso. Vários jogos foram criados com a temática do
jogando esses games, que foram feitos para computador primeiramente. Hoje, o FM tem sua versão para PS2, mas não atrai tantos adeptos. Nesses jogos, você, como Manager, controla as financias do clube, contrata os profissionais da comissão técnica, compra e vende atletas. O primeiro a fazer sucesso foi justamente o CM. Não sendo pesado para baixar e instalar, a versão do jogo que mais fez sucesso foi a 2001/2002. Até hoje, muitos fãs ainda jogam o game com a ajuda dos patches (atualizações), que geralmente saem no começo de toda temporada europeia (julho). O FM inovou em sua última versão. Nela, o treina-
dor começou a controlar os treinamentos, conversar com atletas e medicá-los em caso de lesões. Noronha revelou que também foi por muito tempo viciado nesse tipo de game. “Todo torcedor tem um pouco de treinador. No mundo, alguns clubes utilizam o jogo para fazer contratações. O Madureira estava buscando jogadores novos tendo como base a pontuação de cada jogador no FM”, lembra. O Everton, um dos mais tradicionais clubes da Inglaterra, tem um acordo com a Sports Interactive, desenvolvedora do jogo, para a utilização de sua base de dados com a finalidade de avaliar os jogadores.
esporte. Minha família é apaixonada por futebol e isso me influenciou. Sempre estive ligado. Ou estava vendo ou estava jogando. A partir do ‘boom’ dos vídeos games, comecei a jogar também. Aproveitei essa tecnologia que não para de avançar. Nesse caso, sempre preferi o PES”, explica Alberto, que ainda avaliou o modo multiplayer do PES superior ao Fifa. “Basicamente, a jogabilidade do PES sempre foi mais focada ao estilo de jogo multiplayer. São jogos, relativamente mais rápidos, porém, com há precisão
um pouco menor. O que acaba deixando mais divertido. Sempre fiz essa comparação entre as duas franquias. Optei pelo PES também pelos alternativos que criaram para o Playstation 2, como “Brazukas”. Eram mais fáceis de ter acesso e são oriundos do Winning Eleven”, esclarece o especialista em games, revelando que a procura pelos jogos na loja é bem parecida. Conforme ele, o Fifa 2015 vendeu mais, já que foi lançado antes do seu concorrente. O PES desta temporada chega somente em novembro nas lojas.
Fifa evoluiu e ficou mais real DIVULGAÇÃO
Simples e rápido, o Brasfoot se tornou um dos jogos mais tradicionais de Manager
Surgindo no final da década de 90, os jogos de manager (cargo comum na Europa, quando o treinador cuida das contratações e vendas de jogadores do clube. No Brasil, esse cargo é ocupado pelo diretor de futebol) viraram febre entre os amantes do futebol. Nesses jogos, diferente do que acontecia no Fifa ou no PES, você não controlava um jogador ou um time, você era o treinador/dirigente da equipe. Para muitos, era a chance de provar que realmente conhecia sobre as táticas de jogo. Os mais famosos foram o Brasfoot, o Elifoot, o Football Manager (FM) e o Championship Manager (CM). Uma geração de “viciados” virou noites e noites
Games que fazem a cabeça dos apaixonados por futebol dividem opiniões sobre qual é o melhor
esporte. Os mais famosos são o Fifa e o Pro Evolution Soccer (PES). Ambos os games disputam a preferência dos usuários pelo mundo e uma pergunta surgiu: Qual é o melhor? A resposta é difícil de descobrir. No final, os jogadores acabam escolhendo o que mais marcaram a sua vida. Esse é o caso do supervisor e especialista em jogos da loja Foto Nascimento, Alberto Noronha, 24. “Felizmente, o brasileiro tem uma paixão pelo futebol muito elevada. Então, acabamos tendo essa tendência a gostar do
Jogos de manager viraram febre
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Lançado em 1994, após a Copa do Mundo dos Estados Unidos, o Fifa surgiu como o grande jogo de futebol naquele momento. Ganhando popularidade com a modernização dos computadores, a EA Sports decidiu investir no aprimoramento físico dos jogadores virtuais. Apesar da tentativa, a franquia perdeu espaço com o surgimento do console que modernizou a era dos vídeos games: o Playstation. Nesse período, o Winning Eleven estreou com força e conquistou fãs pelo mundo. Após observar que não poderiam continuar com a mesma linha de pensamento, os programadores da EA Sports melhoraram a jogabilidade e os gráficos do jogo. A estratégia deu muito
certo e hoje o Fifa é idolatrado por muitos viciados por games no mundo. Os estudantes Lucas Mitoso, 22, e Alan Gomes, 23, são exemplos disso. Ambos começaram jogando games de futebol ainda na infância e hoje, afirmam que o Fifa é o melhor do mercado. “Comecei a jogar games de futebol ainda no Super Nintendo. Na época, era o Super Star Soccer 97. O jogo era muito fantasioso. Você fazia gol do meio campo, com o goleiro, correndo o campo todo e tinha o craque Allejo. Hoje em dia não, você não consegue ficar com a bola por muito tempo. Ficou mais real. Nesse aspecto, o Fifa superou o concorrente. O game da EA Sports tem uma jogabilidade melhor e os
jogadores parecem mais com os reais”, aponta Lucas. Para os apaixonados por futebol, os games são ótimos guias quando o assunto é informação. Sempre atualizados, eles apresentam para o público novos clubes e jogadores. O estudante Alan Gomes revelou que antes de jogar Fifa, não conhecia muitos clubes europeus. “Antes de jogar, não tinha conhecimentos dos clubes europeus. Só conheci os maiores. Depois disso, comecei a conhecer novos clubes e até jogadores que são desconhecidos para o grande público. É uma ótima maneira de se atualizar. Você fica sabendo quais foram as transferências e conhece mais sobre os novos craques”, cita o jogador. ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
u Fifa, ou CM
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Os irmãos Mitoso preferem jogar o Fifa. Segundo eles, o jogo é mais real que o PES
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Luta feminina vai cons ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
As lutadoras Mayana Kellem e Karol Queiroz farão a primeira luta feminina da história do Rei da Selva Combat. Elas prometem fazer uma grande luta para o público que comparecer na quadra da Aparecida, no dia 29 de novembro
Mayana Kellem acredita que os treinamentos com sua equipe vai levá-la à vitória na primeira luta feminina do Rei da Selva Combat
THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO
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Rei da Selva Combat 4 está chegando. O evento acontecerá no dia 29 de novembro, na quadra da escola de samba da Aparecida, localizada no Centro, Zona Sul de Manaus. O card contará com 11 lutas. Entre elas, acontecerá a primeira luta feminina do evento. O combate envolverá as lutadoras Mayana Kellem (Equipe Top Life) e Karol Queiroz (Equipe Alfa e Clube Pina). O duelo será na categoria dos galos (até 61 k) e promete levantar o público. Vindo de vitória na sua es-
treia no MMA, Mayana entra como favorita para o duelo. Especialista em Boxe, a lutadora revela como decidiu entrar no mundo das lutas e revela que recebeu um empurrãozinho do representante do Amazonas no UFC, Adriano Martins, para transformar o hobby em coisa séria. “Meu esporte da adolescência foi o vôlei. Cheguei a jogar na seleção amazonense. Joguei tanto que enjoei. Há oito anos, comecei a praticar lutas. Me apaixonei pelo boxe. Acabei descobrindo que tinha um talento natural para a modalidade. Meu primeiro treinador se surpreendeu quando comecei a praticar. Com o tempo, fui aprimorando o meu estilo. Com dois anos, migrei para o jiu-jítsu. Tudo sempre para manter a forma. Profissionalmente, só comecei a pensar de um ano para cá, quando o Adriano Martins e a esposa me viram treinando e falaram que eu
tinha condições de lutar profissionalmente. A partir desse dia, comecei a treinar e foi surgindo a vontade de subir no octógono. Hoje é a minha paixão e não penso em praticar outro esporte. Meu mundo é dentro do tatame”, relata Mayana, que venceu a lutadora Raiane Souza em sua estréia no esporte. Por ser strike, a lutadora teve de buscar um aprimoramento na luta de chão para conseguir evoluir no MMA. Mayana admite que o jiu-jítsu é seu maior desafio, mas lembra que nos últimos meses evoluiu bastante treinando com o mestre Cristiano Carioca, na academia Top Life. Especialidade “Se você quiser ser bom no MMA, tem que ser bom em cima e em baixo. Não tem jeito. Tive que adaptar o meu jogo. Sou strike, gosto muito de trocar, mas estou evoluindo no chão. Admito que meu desafio pessoal é o jiujítsu. Ele faz parte da minha agenda de treinamento. Tenho que ser completa em tudo. No Amazonas, a maioria das minhas adversárias vão vim do jiu-jítsu. Tenho que está preparada”, cita a lutadora. Lutando na categoria dos
Se você quiser ser bom no MMA, tem que ser bom em cima e em baixo. Não tem jeito. Tive que adaptar o meu jogo Mayana Kellem, lutadora de MMA
galos (até 61 quilos), Mayana leva vantagem sobre a maioria de suas adversárias por ser mais alta (1,70 metro). Sobre o fato, a lutadora admite que utiliza a seu favor a maior envergadura. Porém, lembra também que a Karol pode utilizar seu forte arsenal de quedas. “Estou com 70 quilos e vou abaixar para 61. Isso não será problema. Realmente, a estatura da mulher amazonense é mediana. Acabo sendo um pouco mais alta. Isso é vantagem, mas pode se tornar um problema, porque as meninas que vem do jiu-jítsu encontrarão muita perna para entrar”, brinca Mayana. Sobre o nervosismo para a luta, Mayana afirma que isso
só dura até começar o combate. Dentro do octógono, ambas as lutadoras tentam fazer o melhor para o público presente, em especial à família e equipe presentes no local. “Luta é luta. Tem o nervosismo, mas depois de dois minutos, ele passa. Costumo dizer que o treinamento é o momento que mais machuca. A luta é a diversão. Lá em cima, queremos mostrar o melhor para nossa equipe e família”, disse à atleta, que comemora o crescimento do MMA feminino no Brasil. Porém, acredita que no Amazonas ainda pode melhorar a realidade do esporte. Espaço “Acho que Manaus está muito atrasada em relação ao resto do Brasil. O Rei da Selva está de parabéns. Os eventos estão focando e vendo um futuro promissor no MMA. Temos muitas atletas com qualidade no Estado. Algumas tinham desis-
tido pela dificuldade, mas agora estão voltando. No mundo, temos a Ronda e a Misha que acabam sendo exemplo para nós. Só acho que falta um pouco de apoio. Todos os eventos deveriam ter lutas femininas”, opina a atleta, que quer ser a melhor lutadora da sua categoria no Brasil. “Os treinos estão fortes. Tenho amigas que me ajudam e são treinos fortes. Ainda treino com os homens, porque são maioria. Estamos chegando na reta final de preparação. O treino é o mais difícil, a luta é a diversão”, finaliza Mayana.
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sagrar grar ‘rainha da selva’ Estreia é aguardada com ansiedade campeonato, porém, além de finalizar, posso terminar na trocação”, disse. Conhecendo pouco sobre sua adversária, Karol Queiroz pretende levar a luta para o chão, sua área mais forte. “Eu tanto troco, como levo para baixo. Se houver uma boa oportunidade, vou levar para baixo e acabar a luta ali mesmo”, afirma a
PONTO FORTE
Especialista na arte suave, Karol Queiroz já passou pelo karatê, luta olímpica e boxe. Mesmo sendo estreante no MMA, ela esbanja confiança e acredita numa vitória diante da Mayana Kellem confiante lutadora. Sobre a preparação para o combate, ela revela que tem de conciliar o trabalho com a forte rotina de treino diário. Apesar disso, ela lembra que tudo é possível para quem ama o que faz. “Estou treinando à tarde MMA e submission, e a noite jiu-jítsu para pegar um pouco mais de força. No final de semana
aproveito para correr. Alem disso, tenho uma rotina de trabalho. É difícil, mas isso é o que gosto. Tenho responsabilidades. Porém, tenho que ter em mente que preciso me preparar e cuidar para manter essa rotina”, menciona Karol. A lutadora espera contar com o apoio da torcida no dia da luta e faz um convite para todos os apaixonados pelo esporte no Amazonas. “Convido quem quiser assistir esse combate. Tenho certeza que será uma ótima luta. Estou confiante. Para lutar, sempre tem que está confiante. É muito importante essa oportunidade que o Rei da Selva deu para o MMA feminino, porque lá fora as oportunidades são maiores. Aqui, para homem é difícil. Então, para mulher é pior ainda”, concluiu a lutadora.
Boa no jiu-jítsu, Karol Queiroz promete uma boa luta ao público que comparecer na quadra da escola de samba da Aparecida
DIEGO JANATÃ
Multicampeã no jiu-jítsu, a lutadora Karol Queiroz fará sua estréia no MMA no Rei da Selva Combat 4. No evento, ela enfrentará a forte adversária Mayana Kellem. Bastante conhecida no mundo da arte suave, Karol conta como foi o seu começo no esporte. “Ainda na infância, treinei karatê, mas parei. Aos 15 anos comecei a treinar jiujítsu. Desde lá não parei mais. Com o tempo, fui agregando luta olímpica e boxe. Ano passado surgiu a oportunidade de lutar MMA, mas sempre dava alguma coisa errada, ou a lutadora se machucava ou o campeonato era cancelado. Felizmente, dessa vez deu certo”, relembra a lutadora. Estreante, a lutadora revela que não está nervosa para o combate, porque já tem experiência em campeonatos de submission. Além disso, ela comemora o fato de poder decidir a luta em pé. “Estou tranquila com o clima da luta. Já estou acostumada com campeonatos, até porque sou campeã de vários campeonatos de jiu-jítsu e lutei em cidades como Curitiba (PR), Campinas (SP) e São Paulo (SP). Para mim, é igual a outro
D8 Di María irá disputar seu primeiro clássico inglês
Chelsea defende liderança contra Manchester United Duelo entre os Diabos Vermelhos e os Blues promete grandes emoções em mais uma rodada do Campeonato Inglês. Jogo será no estádio do time vermelho
O
tradicional clássico entre Manchester United e Chelsea é a atração da nona rodada do Campeonato Inglês, que será disputada neste fim de semana. Os dois times se enfrentam no Estádio Old Trafford, em Manchester, na manhã de domingo, às 12h, e os Diabos Vermelhos esperam tirar proveio do fator campo para derrotar os líderes. Os
Azuis lideram com 22 pontos. Já os anfitriões, com 12 pontos, desejam encurtar a distância para a ponta da tabela de classificação. “Teremos um jogo muito equilibrado, pois estamos progredindo na competição e o Chelsea tem um time já pronto, mas joga fora de casa. O apoio de nossa torcida é justamente aquilo que desejamos para brigar em boas condições”, disse
o holandês Louis Van Gaal, comandante do Manchester. O português José Mourinho, comandante do Chelsea, admite que a tarefa deste domingo é complicada. “Todos sabemos que enfrentar o Manchester United em Old Trafford não é uma das tarefas mais tranquilas. Ainda mais porque o time deles vem em uma crescente. Vamos encontrar muitos
problemas. Porém, o nosso time encontrou um modelo de atuação que tem dado certo neste Campeonato Inglês, justamente porque estamos buscando evoluir jogo a jogo. Vamos para Manchester com o pensamento de jogarmos com alegria e com muita intensidade. O resultado final vai ser consequência da quantidade de erros das duas equipes”, analisa Mourinho.
ALEMÃO
Choque de líderes agita rodada da Bundesliga A nona rodada do Campeonato Alemão, que será disputada neste fim de semana, vai colocar frente a frente os dois times de melhor campanha na competição até aqui. Na liderança com vinte pontos conquistados, o Bayern de Munique, atual campeão, visita neste domingo o Borussia Monchengladbach, seu perseguidor direto, com menos de quatro pontos que o líder, na Arena Monchengladbach. O Bayern de Munique aos poucos vem se tornando aquele time que encantou o mundo há duas temporadas com um futebol envolvente. No fim de semana passado goleou o Werder Bremen por 6 a 0 pelo Campeonato Alemão. Já na última terça-feira (21), mesmo atuando na Itália, não tomou conhecimento
da Roma, aplicando uma goleada impiedosa por 7 a 1. O espanhol Josep Guardiola, técnico do Bayern de Munique, pede porém cautela ao abordar a possibilidade de um novo placar dilatado contra os concorrentes diretos na luta pelo caneco. “Nenhum time vai a campo pensando em dar uma goleada, pois a supremacia não existe no futebol moderno, onde o ganhador de hoje é o perdedor de amanhã. O que eu digo, porém, é que a nossa equipe joga sempre de maneira vertical, em busca de gols, mesmo quando atua longe de casa. Vamos para a Arena Monchengladbach com o único pensamento de ganhar este compromisso, pois ele nos deixaria em uma situação muito confortável na luta pelo título”, alerta Guardiola. DIVULGAÇÃO
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Pep Guardiola promete lançar a campo um time ofensivo