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‘Pelada’ de tênis Projetos em Manaus visam a fomentar a prática do tênis em bairros periféricos e encontrar talentos do esporte na cidade. Pódio E4 e E5.
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Guerrero reencontra o Itaquerão MÁRCIO MELO
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‘Atraso’ do Estadual poderá no planejamento dos clubes ALBERTO CESAR ARAUJO/ARQUIVO EM TEMPO
Giovanni Silva, do Manaus FC afirma que o Barezão disputado na segunda metade de 2016 será mais rentável para os times
Campeonato Estadual de 2016 deverá ser no segundo semestre e clubes terão mais tempo para preparar o elenco
THIAGO FERNANDO
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uitos foram pegos de surpresa quando a Associação dos Clubes Profissionais do Estado do Amazonas (ACPEA) anunciou que o Campeonato Amazonense de 2016 será realizado apenas no segundo semestre do próximo ano. A decisão vai contra a tradição do Estado, porém, o motivo é plausível. Como na próxima temporada, o Brasil irá receber os Jogos Olímpicos, e Manaus será uma das sedes do torneio de futebol da competição, a Fundação Vila Olímpica (FVO) é obrigada a entregar os estádios Arena da Amazônia Vivaldo Lima, Estádio Carlos Zamith e Ismael Benigno (Colina) para o Comitê Olímpico Internacional (COI) no começo do mês de abril. Assim, o Barezão voltaria a ser disputado apenas nos estádios do interior. Após muito conversar, os dirigentes apostaram em
disputar a competição numa nova época do ano. Mas essa decisão será boa ou não para o futebol local? Questionado sobre a mudança, o vice-presidente do Manaus FC, Giovanni Silva, foi categórico ao afirmar que o Campeonato Amazonense no segundo semestre será muito mais rentável para os clubes e pode ajudar a alavancar o esporte no Estado. “Fica mais fácil de se planejar um campeonato para o segundo semestre do que no primeiro, porque, a melhor das coisas é que o mercado dos jogadores vai estar mais aberto. É só fazer um comparativo. No primeiro semestre, todos os campeonatos estaduais estarão acontecendo. Todos os jogadores estarão empregados. São mais de 600 clubes em atividade. No segundo, termina o estadual e começa o Brasileiro. Assim, só estarão na atividade cem clubes. Muitos jogadores estarão desempregados”,
explicou Silva, alegando que esse será o grande “pulo do gato” pensado pelos dirigentes locais. O cartola tem muita experiência no futebol baré. Ele encabeçou a diretoria de futebol do América que levou o time à
ADIAMENTO Por conta do torneio de futebol das Olimpíadas de 2016 que será disputado em Manaus, os estádios da cidade serão entregues ao comitê dos jogos no mês de abril do ano que vem, invibializando o início do Estadual histórica campanha na Série D de 2010 que, nos gramados, conseguiu o acesso, porém, devido ter atuado com um jogador irregular, acabou perdendo a vaga. Fora isso, Giovanni também já trabalhou como diretor de futebol no
Nacional. O gestor do Manaus FC explica também que esse período parado servirá para montar um plano financeiro para o futebol amazonense. Silva revela que os clubes já estão estudando um projeto que será apresentado ao governador José Melo, e ao prefeito Arthur Neto, que visa atrair patrocínios dos empresários locais. “Fica muito prejudicado para os clubes fazer um campeonato com os atuais gastos que temos. Fica difícil arrecadar. Temos um entendimento de que todo esse tempo livre servirá para buscar ajuda e patrocinadores. Teremos tempo para fazer um projeto palpável e levar ao governador e prefeito para ver como podem passar essa ajuda aos clubes. Pode ser dando um incentivo à iniciativa privada, caso ajudem os clubes locais. Estamos nesse projeto. Não temos dúvida alguma que será uma coisa bem mais humana para nós, dirigentes, e menos
sufocante”, disse Giovanni, que ainda lembrou que, por causa da época do ano, os clubes não terão que enfrentar um conhecido adversário: as fortes chuvas. “O grande barato será um campeonato que não patinaremos em água como nos anteriores. Em várias partidas, jogamos debaixo de forte chuva. Fora isso, não estragaremos os gramados que ficaram de legado da Copa do Mundo”, concluiu o dirigente. Torcendo pelo adversário Deixando a rivalidade de lado, o dirigente do Manaus FC afirmou que não teme a disputa contra o Nacional. O Leão da Vila Municipal será o representante do Amazonas no Campeonato Brasileiro da Série D de 2016. Assim, o maior vencedor do futebol baré disputará as duas competições ao mesmo tempo. Giovanni afirma que torce para que o adversário suba para a terceira divisão. Assim, aca-
bará abrindo mais uma vaga para o Estado no Brasileiro. “Não vejo dificuldade. Quero o Nacional forte, batendo os clubes da Série D, acessando a Série C e até sendo campeão amazonense do ano que vem, mas só de conseguir a vaga na C já está ótimo. Assim, acaba abrindo espaço para o segundo colocado estadual. Penso por esse lado, não vejo dificuldade”, relatou Silva, que complementou afirmando ser possível para os clubes que estiverem com calendário cheio, manter os elencos em atividade. “Princesa, Nacional e o campeão da Copa Amazonas terão calendário. Se eu for campeão com o Manaus FC, vou tirar de letra essa questão. Vou sugerir que façamos um torneio de dois turnos com partidas de ida e volta. Os três clubes jogando entre si. Isso oferece ao menos 10 jogos. Fora Copa do Brasil e Copa Verde. Vai ser bom sim o amazonense no segundo semestre”, finalizou o comandante.
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Túnel do Tempo esportes@emtempo.com.br Willian D’Ângelo
Naça venceu Galo no Brasileirão de 1986 DIVULGAÇÃO
O Nacional Futebol Clube esteve presente no Campeonato Brasileiro de 1986, jogando pelo grupo L, ao lado de equipes como o Atlético -MG, Corinthians, Vasco, Criciúma, Internacional, Ceará, Rio Branco e Sobradinho-DF. O Leão da Vila Municipal terminou a competição em 32º lugar, com 20 pontos marcados, ficando na frente de equipes como os paraenses Paysandu e Remo, Coritiba e Fortaleza. O São Paulo conquistando o certame. No dia 29 de novembro de daquele ano, o Naça venceu o Galo por de 2 a 1, com Murica e Cláudio Barbosa marcando para o time amazonense, e Everton descontando para os mineiros. O time da Vila Municipal venceu com Pavão, China, Murica, Paulo Galvão, Luís Florêncio, Sérgio Duarte, Helinho, Cláudio Barbosa (Camarão), Luisinho, Jorginho e Jason. O Atlético-MG tinha Pereira, Luís Cláudio, Luizinho, Everton, Vandinho (Paulo Isidoro), Zenon, João Pedro, Reinaldo Xavier (Edvaldo), Sérgio Araújo, Nunes e João Luís. O time da Vila Municipal realizou memoráveis campanhas na década de 80, vencendo também tradicionais equipes como Palmeiras,
Colunista do PÓDIO
Time do Nacional que disputou a elite do Campeonato Brasileiro em 1986 e tinha como técnico Aderbal Lana
Internacional e Santa Cruz. O técnico Aderbal Lana esteve à frente de um grupo de jogadores que contou com nomes como Reginaldo (ex-Paysandu), China (ex-Botafogo), Dadá Maravilha (ex-seleção
brasileira), Edu (ex-seleção brasileira), Carlos Alberto Garcia (ex-Palmeiras), Sérgio Duarte, Camarão, Bendelack, Marinho Macapá, Murica, Paulo Galvão, Saraá, Fernandinho, Hidalgo, Ademir e Pa-
vão, entre outros. Enquanto que o ano de 1986 ficava também marcado no Brasil com o presidente José Sarney instituindo o Plano Cruzado, tentando acabar com o então temido
dragão da inflação, no mundo acontecia a maior tragédia da corrida espacial, quando houve uma falha no sistema de vedação do tanque de combustível ocasionando a explosão do ônibus espacial
matando todos os sete astronautas. O ano também foi marcado pela disputa da Copa do Mundo no México, com Canadá, Dinamarca e Iraque disputando a competição pela primeira vez. Na conquista de seu segundo Campeonato Brasileiro, o São Paulo teve no Guarani na final. O Bugre contava com jogadores que, apesar de jovens, já mostravam qualidade e disposição, como o goleiro Sérgio Neri, o volante Boiadeiro e os atacantes Evair e João Paulo. O Tricolor do técnico Pepe tinha Gilamar, Dario Pereyra, Silas, Pita, Muller, Careca e Sidney. Em 1986, o técnico Cilinho deixou a equipe e deu lugar ao interino Zé Carlos Paulista. Tempo depois, o treinador campeão do Paulistão daquele ano pela Inter de Limeira, Pepe (ex- Santos de Pelé), assumiu a equipe para a disputa do Brasileiro, que começou no segundo semestre naquela temporada, diferente dos anos anteriores. No complexo sistema do Brasileiro daquele ano, o tricolor foi o líder de seu grupo na primeira fase, com sete vitórias e três empates em 10 jogos, com destaque para a vitória de 3 a 2 sobre o Fluminense, no Maracanã e o 1 a 0 sobre o Coritiba, no Paraná.
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Popularizando a Projetos sociais em Manaus trabalham ensinando o tênis para crianças da periferia, com o intuito de desmistificar a alcunha de que ele é um esporte de elite IVE RYLO
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aria Esther Bueno, Edison Mandarino, Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Thomas Bellucci e João Feijão Souza. Eles mostraram para o mundo que o talento brasileiro ultrapassa os limites dos campos de futebol. Por outro lado, o que sobra em aptidão, peca em incentivo. No Brasil, o tênis ainda é visto como um esporte das elites, muito embora pequenas iniciativas – um trabalho de formiguinha – já tentem popularizar a prática e revelar talentos entre os menos afortunados. Na última segunda-feira (19), aproximadamente 20 crianças e adolescentes no bairro do Coroado, Zona Leste de Manaus, tiveram uma experiência inusitada. Desta vez, não foi a pelada a responsável pela descontração do grupo. A estrela da festa foi uma bola verdinha acompanhada de sua fiel companheira, a raquete. Mas, não pense que a novidade acanhou os fieis fãs de Neymar e Messi. “Criança aprende rápido, no primeiro dia no Coroado, eles já estavam fazendo joguinho, acertando a bola. Se colocasse quatro adultos, no primeiro dia, eles não iriam conseguir fazer o que as crianças fizeram”, afirma o professor de tênis Ricardo Fixe. A desenvoltura da turma com o novo esporte chamou atenção do profissional, pioneiro na implantação do projeto Tênis na Comunidade, nos bairros de Manaus. “Minha intenção é trazer lazer à comunidade e tirar a criança e o jovem da rua, onde ele aprende coisa errada”, revela o tenista. O projeto já vem sendo desenvolvido há seis meses no bairro Chapada, Zona Centro-Sul. Lá, 45 crianças treinam todos os sábados, das 10h às 12h, em uma quadra pública na avenida Constantino Nery. Além das regras, o tenista tenta passar aos pequenos a disciplina e concentração que o esporte exige. “A dificuldade primeiro é de educar as crianças, depois de ensinar a jogar tênis mesmo. Na questão da educação, são aquelas coisas que as crianças tinham que ter em casa como pedir licença, dizer por favor, que não é ensinado para eles. Eu tento orientá-los. Também lembro da importância de respeitar pai, mãe, professor da escola, os mais velhos. Aí vamos corrigindo e ensinando
o jogo”, diz o professor. Na Chapada, o projeto foi implantado pela primeira vez no ano 2000 e interrompido em 2002. Em 2015, as aulas voltaram a ser oferecidas gratuitamente. As inscrições estão abertas na Associação dos Moradores e de Amigos da Chapada, com o presidente Marcos Cosme, ou pelo número 99129-0960. Sem patrocínio, todos os investimentos necessários para o desenvolvimento da escolinha saem do bolso do próprio professor Fixe e de doações que ele consegue com empresários. “Meu trabalho é voluntário. Não tenho carro e me desloco de ônibus com todo este material nas costas. Faço por amor mesmo, se não tiver amor, não acontece. A gente oferece o que tem e não fica esperando”, afirma. Quem puder apoiar o projeto, por meio da doação de material como raquete, bola, roupa de tênis, é só entrar em
PROJETO O professor Ricardo Fixe, carioca radicado em Manaus, sem ajuda de custo, dá aula de tênis para crianças carentes no bairro Coroado, na Zona Leste de Manaus, durante três vezes na semana contato pelo 98121-5313. “É um esporte caro, a raquete mais barata custa cerca de R$ 250 e um kit com três bolas, R$ 25. Por isso, quem tiver raquete usada e puder doar, estamos precisando”, diz. Transformação social Fixe defende que o tênis pode ser uma oportunidade de afastar as crianças da marginalidade e, quem sabe, ser opção de carreira profissional, como foi para ele. “O que me motiva, principalmente, é que eu também nasci em uma comunidade do Rio de Janeiro, comecei como boleiro, e aprendi a jogar catando as bolas. Vi na quadra de tênis uma oportunidade aos 12 anos de idade e abracei com unhas e dentes. Então, o tênis virou obsessão na minha vida. Com 18 anos viajei pela primeira vez para São Paulo para fazer um curso de tênis e não parei mais. Fui para Miami, depois
conheci vários países da Europa, América Latina, Estados Unidos. Tudo por conta do tênis”, explica o professor. De origem humilde, o professor sempre contou com o incentivo da mãe para driblar as dificuldades e conquistar os objetivos. “Eu ia para o clube para trabalhar e, nas horas vagas, ia para um paredão para jogar. Eu ficava de olho no que os professores falavam para os alunos e tentava praticar. Os boleiros não podiam usar a quadra porque há 30 anos a discriminação era maior ainda. Naquela época, lugar de pobre era de pobre e de rico era de rico. Antigamente, tênis era mais elitizado ainda”, afirmou o professor.
Falta de incentivo elitiza esporte O talento dos jogadores brasileiros é responsável por manter o país no ranking mundial. Contudo, ainda são poucos os tenistas que conseguem destacar-se fora, e menos ainda os que investem na prática, se comparado a outros esportes. Para Fixe, incentivos públicos-privados poderiam auxiliar a popularizar o esporte. “Precisa de mais investimentos dos empresários, que não dão muito valor ao esporte amador.
Como exemplo, no início ninguém colocava fé no José Aldo, nem davam patrocínio para passagem, roupa, estadia. Tinha que ter maior apoio à base”, defende. Para o diretor esportivo da Academia de Tênis, Rodrigo Maia, o esporte é bem conhecido em Manaus, contudo a prática ainda é restrita às classes mais abastadas. “A prática do tênis é bem comum entre as classes A e B. Mas, se fosse mais difundido
entre as classes menos abastadas, como é o futebol e o vôlei, teríamos mais tenistas no Amazonas, descobriríamos novos talentos”, diz. Difundir o esporte na capital não seria um grande custo aos cofres públicos, de acordo com Maia. Ele apontou que as quadras poliesportivas públicas que existem em Manaus poderiam ser utilizadas para a prática do esporte, assim como ocorre em Boa Vista (RR).
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FOTOS: MÁRCIO MELO
a bolinha verde Campeonato propaga o tênis Ações para incentivar a prática do tênis encontram força entre os praticantes. Este é o segundo ano em que é realizado o campeonato na academia de tênis, o “Big Head Challenger”, que reúne mais de 60 tenistas das mais variadas faixas etárias e níveis técnicos. Constituído em cinco divisões, o diferencial do cam-
peonato é que os próprios competidores agendam seus jogos. “Queremos estimular o jogo. O pessoal queria participar de torneios, mas por conta dos prazos, não tinham como entrar. Aqui eles fazem a agenda”, diz o diretor esportivo da Academia de Tênis, Rodrigo Maia. A participação nos torneios é aberta para o público
do tênis em geral, que pode acompanhar o ranking por meio de um aplicativo de celular criado para o campeonato. “A cada dois meses acontece uma etapa. Os três melhores de cada categoria sobem e os três piores descem”, afirma Maia. Interessados em participar podem entrar em contato pelo 9 9285-8596.
Campeonato na Academia de Tênis tem propagado o esporte em Manaus e envolvido muitos atletas
Jogar tênis hoje não é tão caro O tenista amazonense Pedro de Paula, 19, observa que a prática do tênis já foi bem menos acessível em Manaus. “Eu acho que já foi mais elitizado, hoje em dia é um pouco. Na verdade, as pessoas imaginam que seja um esporte mais caro do que realmente é”, disse. Contudo, ele afirmou que o investimento é maior para quem deseja participar de competições. “Jogar para competições é, sim bem caro, porque você precisa viajar, ter mais raquetes e tênis, essas coisas. Mas para jogar socialmente, não acho que seja tão caro ”, analisa.
Pedro foi o primeiro tenista amazonense a entrar no ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), em agosto de 2015. Ele defende que é importante investir mais nas bases e na realização de torneios a fim de fomentar o cenário esportivo. “Para o tênis ficar mais popular, acho que seria bom ter mais torneios aqui em Manaus (com mais divulgação) e quadras públicas também. O Brasil ainda está com uma mentalidade muito atrasada em relação aos outros países. Aqui, ninguém investe na base, o atleta só tem apoio depois
que se torna um campeão, um top. Mas não entendem que para chegar lá, precisa de muito apoio. Por isso, são pouquíssimos os que conseguem chegar aqui no Brasil”, finalzia. Rodrigo Maia, da Academia de Tênis, concorda. “Equipara-se hoje com o gasto que você tem no almoço de uma semana. O tênis não acompanhou a subida dos preços. Ele fica caro se você quiser ostentar com uma vestimenta, tênis e raquete de ponta. Mas se você não tiver esta necessidade, se só quiser praticar o esporte, não é caro”, observa
Garotos de até 12 anos da Zona Leste da cidade estão praticando tênis durante três dias na semana
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Éouvencer vencer v
Vasco recebe o Grêmio e precisa obrigatoriamente de uma vitória para continuar sonhando em sair do Z-4 de um rival que se aproveita bem do vacilo dos oponentes”, diz o zagueiro Rodrigo. Em termos de escalação, o técnico Jorginho faz mistério e fechou a maioria dos treinos durante a semana. Porém, deverá repetir a escalação que empatou por 2 a 2 com o São Paulo, na rodada passada no Morumbi. Se optar por não mexer nos 11 titulares, o Vasco entrará no campo do Maracanã com: Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo, Julio Cesar, Bruno Gallo, Andrezinho, Julio dos Santos, Nenê, Jorge Henrique e Leandrão. Fora de campo, surgiram rumores no clube que o atacante Rafael Silva, com contrato somente até 31 de dezembro, já estaria acertado com um clube asiático. Ele ainda não foi procurado pela diretoria do Vasco para renovação.
Mudança no Tricolor Terceiro colocado no Brasileirão com 55 pontos, o Grêmio vem de derrota em casa para a Chapecoense e foca em um resultado positivo no Rio de Janeiro para concretizar ainda mais a sua classificação para a próxima edição da Libertadores da América. Para o duelo, o técnico Roger terá que mudar a equipe. Machucado, o atacante Luan não tem condições de jogo e deve ser substituído por Pedro Rocha. Na zaga, Pedro Geromel está suspenso. Thyere assume o posto. O goleiro Marcelo Grohe ainda se recupera de problema no ombro e sua escalação só será confirmado poucos antes do início da partida. A provável escalação do Tricolor tem Marcelo Grohe, Galhardo, Rafael Thyere, Erazo, Marcelo Oliveira, Walace, Maicon, Giuliano, Douglas, Pedro Rocha e Bobô.
COM FÉ FRAME ARTHUR CASTRO
OPOSTOS
Meia Paulo Henrique Ganso treinando cobranças de falta após o coletivo no CT do Tricolor paulista
Coritiba e São Paulo se enfrentam Curitiba (PR). Duelo dos opostos. Assim pode ser chamada a partida entre Coritiba e São Paulo, às 15h (de Manaus), deste domingo (25), no estádio Couto Pereira, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os donos da casa, com 33 pontos conquistados, aparecem na zona de rebaixamento e necessitam desesperadamente da vitória para sair da degola. Já o Tricolor Paulista, com 47 pontos, ainda sonha com uma vaga no grupo dos quatro primeiros colocados da competição, que dá acesso à Libertadores da América de 2016. Por isso, só
Experiente, meia Nenê acredita na virada do Vasco
a vitória interessa a ambos. Para o duelo, o técnico Ney Franco, do Coxa, deve promover mudanças na equipe titular. O Alviverde deve ir a campo para encarar o Tricolor Paulista com: Wilson, Ivan, Rafael Marques, Juninho, Carlinhos, João Paulo, Cáceres, Lucio Flávio, Ruy, Kléber e Henrique Almeida. São Paulo Ainda tentando digerir a derrota em casa para o Santos pelas semifinais da Copa do Brasil, o São Paulo encara o Coritiba ciente de que precisa vencer para tentar voltar ao G-4.
Para o duelo, o técnico Doriva – que ainda não venceu desde que assumiu o comando do Tricolor – terá que promover algumas mudanças na equipe titular. A principal delas na lateral-esquerda. Sem Carlinhos e Matheus Reis, Reinaldo reassume o posto. O zagueiro Breno, com tendinite no joelho esquerdo também está vetado. Diante deste cenário, o São Paulo deve ir a campo com: Rogério Ceni, Bruno, Lucão, Luiz Eduardo, Reinaldo, Rodrigo Caio, Thiago Mendes, Ganso, Michel Bastos, Alexandre Pato e Luis Fabiano.
Galo ainda acredita no título Belo Horizonte (MG) – Corinthians campeão brasileiro de 2015. O torcedor atleticano não quer nem pensar nesta possibilidade nem os jogadores do Galo. Mesmo com a derrota atleticana por 4 a 1 para o Sport, e a vitória do Corinthians, pelo mesmo placar, sobre o Atlético-PR, na última rodada, a distância do Galo para a equipe paulista aumentou para oito pontos, restando sete rodadas para o término do Brasileirão, o fato não desanima o elenco alvinegro “Eu não vou jogar a toalha,
nem deixar de acreditar. Se todos nós nos unirmos em busca de um único objetivo, temos tudo, ainda, para conquistar o Brasileiro. Ficou um pouco mais difícil? Ficou. Mas, a gente acredita até o final e quando terminar o campeonato a gente vai ver se a gente pôde ser campeão ou não”, afirmou o atacante Luan. Para continuar sonhando com o título, o Atlético-MG encara as 17h30 (de Manaus) deste domingo (25), no estádio Independência, a Ponte Preta, pela 32ª rodada do torneio nacional. Se quiser
conquistar o caneco, o Galo terá que vencer todos os sete jogos que lhe restam na competição. Suspenso contra o Sport, Luan volta ao time, assim como o zagueiro Leonardo Silva e o maia Dátolo. Desta maneira, o técnico Levir Culpe tem todos os titulares à disposição para o jogo. O Atlético-MG deve ir a campo com: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Edcarlos e Douglas Santos; Rafael Carioca, Leandro Donizete, Giovanni Augusto, Luan e Dátolo; Lucas Pratto. DIVULGAÇÃO
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io de Janeiro (RJ) – A luta continua pela permanência na elite do futebol Brasileiro. Lanterna do nacional com 29 pontos, o Vasco recebe o Grêmio, às 15h (de Manaus), deste domingo (25), no Maracanã, como um único objetivo: vencer para continuar sonhando. Para que essa tarefa seja facilitada, a ordem é controlar a partida desde o começo, afinal de contas, do outro lado do gramado, estará o terceiro colocado. “O Grêmio tem um estilo de jogo muito bem definido, e não podemos permitir que ele assuma o controle das ações. Se isso, acontecer vamos ter dificuldades. O Vasco precisa pressionar desde o começo, assumir as ações e ter sabedoria para lidar com possíveis problemas que venham a acontecer. O nosso grau de erro precisa estar bem reduzido diante
Argentino Dátolo volta ao meio de campo do Atlético-MG contra a Ponte Preta no Independência
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o m o c o r t n o c n e e r O
Corinthians e Flamengo se enfrentam na Arena no jogo que marca a volta de Paolo Guerrero ao estádio do Timão
o ã r e u q Ita ARTILHEIRO Paolo Guerrero além de ser um dos maiores ídolos da história do Corinthians, é também o artilheiro do estádio de Itaquera com 15 gols marcados, aumentando ainda mais a importância do jogo deste domingo Caso o camisa 26 não enfrente o Corinthians, a chance de o argentino seguir na equipe existe. Assim, o esquema seria alterado, e o time teria dois homens na frente: Everton e Guerrero. O Flamengo deve jogar na Arena Corinthians com Paulo Victor, Pará, César Martins, Samir, Jorge; Jonas, Márcio Araújo, Alan Patrick, Everton,
Timão Líder isolado do Brasileirão com 67 pontos, o Corinthians está a cada dia mais perto do título, mas para o duelo deste domingo poderá ter desfalques importantes. Se Tite contará com o provável retorno do volante Ralf, Renato Augusto e Guilherme Arana são dúvidas para o duelo entre os times de maior torcida do Brasil. Com esses desfalques, o técnico Tite treinou a linha de quatro defensiva com Edílson, Felipe, Gil e Yago, improvisando novamente o zagueiro na lateral esquerda. Uendel (lesão na coxa esquerda), Fagner (lesão na coxa direita) e Bruno Henrique (lesão no tornozelo esquerdo) seguirão como desfalques nesta rodada. O Timão que pega o Flamengo deve ter Cássio, Edílson, Felipe, Gil e Yago (Guilherme Arana), Ralf, Elias, Jadson, Renato Augusto (Rodriguinho ou Danilo), Malcom e Vagner Love.
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Paulinho (Canteros) e Guerrero.
RUDY TRINDADE/FRAME
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ão Paulo (SP) – Quando Paolo Guerrero entrar no grama da Arena Corinthians neste domingo (25), uma mistura de sentimentos deve tomar conta do coração do atacante. Ele é artilheiro do estádio com 15 gols e ídolo da fiel torcida. Mas agora, vestindo a camisa do Flamengo, ele vive jejum de gols e precisará contra o ex-clube, mostrar que tem o poder de fogo que o fez chegar até a Gávea. Para “ajudar” a mexer com os sentimentos do peruano, a torcida do Corinthians prepara um clima hostil para receber o seu ex-ídolo. Nas redes sociais já circula a letra da música que as organizadas vão entoar. “Guerrero, me diz como se sente/ Voltar para a casa do Timão/ Mundial você nos deu/ Mas vai ter que aprender/ Que o Corinthians é maior do que você’’. Alguns, entretanto, argumentam que uma homenagem poderia “quebrar” o peruano emocionalmente, ajudando a equipe corintiana. Outro ídolo corintiano, Emerson Sheik não jogará porque foi suspenso pelo STJD. Com este cenário, Paolo e seus companheiros de Fla entrarão em
campo. Para o duelo, Oswaldo de Oliveira fará mudanças. Com 12 gols sofridos nos últimos seis jogos, o treinador mexerá no setor defensivo. Wallace volta para a zaga e Samir perde o posto. Já Jonas foi testado na vaga do argentino Canteros, mas ainda há a possibilidade de Paulinho, com dores no glúteo direito, não jogar.
Peruano tenta se tornar grande no Flamengo assim como foi no Corinthians
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Hamilton pode assegurar título nos Estados Unidos A
ustin (EUA) - Bicampeão mundial de Fórmula 1, o britânico Lewis Hamilton entrará em sua Mercedes neste domingo (25), para disputar o Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin, com uma missão muito maior do que simplesmente conquistar a décima vitória na temporada de 2015 e a segunda consecutiva em solo norte-americano. O piloto pode se sagrar campeão na terra do Tio Sam. Líder do Mundial de Pilotos com 302 pontos, Hamilton pode confirmar o favoritismo e conquistar o tricampeonato mesmo com três circuitos a serem disputados. Para o feito se concretizar, ele precisará torcer para que seu companheiro de equipe, o alemão Nico Rosberg (229), marque dois pontos a menos, fora isso, o segundo colocado na classificação e tetracampeão mundial, Sebastian Vettel (236), terá de somar nove a menos do que ele. Se Hamilton vencer, Rosberg terminar em segundo e o piloto da Ferrari em terceiro, ele será campeão. Entretanto, mesmo com a larga vantagem, Hamilton se lembra das temporadas de 2007 e 2008,
quando deixou escapar um título e faturou outro na última volta, respectivamente, para manter a cautela e não comemorar nada antecipadamente. “Aprendi com a experiência que nada é conquistado antes da hora neste esporte. Por isso não darei nada como garantido para este fim de semana”, afirmou o piloto durante coletiva.
CHUVA De acordo com a Ubimit, provedor oficial de previsão do tempo da F1, o grande prêmio dos Estados Unidos deve ser debaixo de muita chuva, o que deve deixar a prova ainda mais emocionante “Estou feliz por estar aqui, estou empolgado. Eu sempre curto muito estar aqui nos Estados Unidos. A pista é fantástica, a corrida tem sido legal desde 2012. Estou ansioso por mais um fim de semana de corrida. Senti falta de pilotar o carro nas últimas duas semanas”, concluiu Hamilton
STUDIO COLOMBO PIRELLI
Britânico da Mercedes pode ser campeão no GP norte-americano se vencer e torcer por combinação de resultados Na temporada, Hamilton venceu nove das 15 corridas até aqui, foi segundo colocado em outras três oportunidades, terceiro uma vez e sexto em outra, além disso, ele abandonou o GP de Singapura. Em solo texano, o britânico venceu duas das três corridas já realizadas no Circuito das Américas, inaugurado em 2012. A 15ª etapa do Mundial de F1 será às 15h (de Manaus) deste domingo (25). Público americano Questionado sobre a baixa penetração da F1 entre o público norte-americano durante a coletiva de imprensa na última quinta-feira, Hamilton mandou um recado aos dirigentes da categoria. O inglês criticou o suposto pouco empenho da F1 em tornar as corridas mais atrativas para o público local. “Talvez a Fórmula 1 pudesse se engajar mais com a NFL (principal liga norte-americana de futebol americano) e os outros esportes”, afirmou o piloto inglês. “Nunca vi um jogador da NBA numa corrida, por exemplo. Nunca aparece um atleta de outros esportes, diferentes tipos de esportes”, reclamou Hamilton.
Piloto com mais vitórias na atual temporada da Fórmula 1, Hamilton está cada vez mais perto do título