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O jogo do dia São Paulo e Santos fazem o grande jogo da rodada no Morumbi. Os dois times conquistaram os três pontos na última rodada e tentam embalar no Campeonato Brasileiro. Robinho, machucado, está fora do clássico. Pódio D7
Flamengo busca quarta GP da Bélgica: F-1 volta vitória consecutiva após quatro semanas Pódio E5
Pódio E8
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Grande MESTRE Osvaldo ALVES
Acrescentei ALGUMAS páginas na HISTÓRIA DO jiu-jitsu
FOTOS: IONE MORENO
THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO
P Formei bons atletas porque tive essas facilidades antes de começar a ensinar. Claro que com o tempo, a experiência vai mostrando os caminhos. Eu tenho uma larga experiência e consigo ler um atleta durante a competição e já o vejo daqui a dois ou três anos. Tenho facilidade porque já caminhei por essa estrada
ai do Jiu-jitsu moderno, bíblia do jiu-jitsu e enciclopédia do Jiujitsu. Essas são algumas denominações que o Grande Mestre Osvaldo Alves recebeu das pessoas envolvidas no esporte. O faixa vermelha já treinou os principais nomes da modalidade como Victor Belfort, Ronaldo Jacaré e Bibiano Fernandes. Além de ensinar, Osvaldo foi à pessoa que revolucionou o jiu-jitsu a partir da década de 70 e criou vários golpes como a mão de vaca, o estrangulamento por gula rodada e a movimentação Osvaldo Alves. Lutando judô, o atleta conquistou duas medalhas de ouro em Jogos Pan-Americanos (Cuba e Canadá). O grande mestre conversou com o Pódio e relembrou algumas histórias e falou sobre a importância do jiu-jitsu em sua vida. Pódio – Como foi o seu primeiro contato com as artes marciais? Nasci no Acre, mas fui com três anos para o Rio de Janeiro. Já aos seis anos, comecei a praticar o Judô. A minha infância foi diferente das outras crianças. Ao invés de ficar jogando futebol, como a maioria, eu já andava com o quimono nas costas. No ano seguinte, comecei a praticar o jiu-jitsu após me desentender com o Reyson Gracie. Nos brigamos e depois viramos grandes amigos. A minha escola de Judô vem do Kimura. A no jiu-jitsu já foi através do Carlos Gracie, o pai do clã todo. Começamos essa caminhada longa, até os dias de hoje, graças a Deus, que foi muito importante na minha vida. Mas nada foi planejado. Tudo foi acontecendo naturalmente Pódio – No judô, o mestre conquistou duas medalhas em Pan-Americanos. Foi a realização de um sonho? Ganhar uma medalha é sempre o sonho da criança
que começa no esporte. Eu tinha tanto apego que consegui aparecer muito cedo. Aos 17 anos, já era considerado pela critica um exemplo de técnica da época. Tive a felicidade de representar o Brasil em dois Jogos PanAmericanos (Cuba e Canadá). Isso para mim foi muito importante, porém, eu era muito inocente e não sabia o valor dessas coisas. Hoje em dia, as informações são mais fortes. A primeira vez que um amigo chegou e disse que eu era o melhor do mundo na minha categoria, fiquei espantado porque nunca tinha ouvido nada parecido. Eu era fã do Fujinawa, Kawakami, Osawa, e de repente me senti uma estrela nesse meio. Mas sempre encarei isso com muita humildade. Isso até os dias de hoje. Pódio – Explique qual o segredo para revelar tantos bons lutadores? O super interresante é que na minha época, eu fui o primeiro que teve a grande chance e aproveitei bem. Fui para o Japão melhorar a minha técnica em pé. Lá tive a oportunidade de conhecer a raiz do jiu-jitsu que aprendi no Brasil. Justamente a escola do Kimura que ensinou o meu primeiro mestre. Conheci a onde surgiu toda essa arte maravilhosa e adquiri um conhecimento mais arejado que o pessoal do Brasil. Isso inclui o sistema de treinamento, maneira de treinar e a parte cientifica de cada golpe. Aqui ensinamos a posição, mas não explicamos o porque funciona. Ninguém manja muito porque as escolas são carentes desse conhecimento. Acho que isso foi um atalho. Voltei para o Brasil e comecei a formar pessoas que tiveram um verdadeiro sucesso. Nomes como Bitteti, Jacaré, Bibiano, Fredson Paixão, Minotouro, Minotauro, Frank Mir, todos esses atletas vieram para a minha mão porque estava mais atualizado. Acabei passando para os meus atletas todo o conhecimen-
to. Na minha época, se formava um preta em 10 anos, fui formado em 10 anos, mas consigo fazer um faixa preta para competição, sem a maturidade de um mestre, em três ou quatro anos. Formei bons atletas porque tive essas facilidades antes de começar a ensinar. Claro que com o tempo, a experiência vai mostrando os caminhos. Eu tenho uma larga experiência e consigo ler um atleta durante a competição e já o vejo daqui a dois ou três anos. Tenho facilidade porque já caminhei por essa estrada. Pódio – Sendo um dos principais responsáveis por trazer o esporte para o Amazonas, como vê a evolução da modalidade durante os anos na cidade e no mundo? Muita gente fala que sou o responsável, mas esquecem que quem me trouxe foi o Arthur Neto. Ele também foi o meu aluno e um grande lutador. Ele me convidou para conhecer a terra dele. Vim, conheci e achei maravilhosa. Claro, era bem diferente do que é hoje. Depois disso, me chamou porque queria que conhecessem o esporte no Estado. Veio eu e o Reyson Gracie e mostramos pela primeira vez o jiu-jitsu. Foi no Rio Negro. Demos uma aula inaugural para mostrar a arte Gracie, na época. Passou um tempo, o pessoal foi gostando e começaram a viajar para treinar no Rio de Janeiro. Posso citar alguns como o desembargador Lafaiete, César Catunda, Ali Almeida, Fernando Façanha. Foram os primeiros alunos da minha escola. Todo amazonense que ia para o Rio, ia na minha escola. Essa foi uma das razões de ter produzido uma boa escola aqui. Todas as antigas academias da cidade, podemos pegar a Monteiro, NV, Aslam, todas tiveram um pé no Rio. Todas as antigas escolas de Manaus, a vertente é minha. Por essa razão é que não tenho academia em Manaus.
Foi conselho do próprio Arthur. Se abrisse, ia virar rival deles. Prefiro ficar como líder de todas. Agradeço o privilégio de ter recebido o convite e vindo para cá. O esporte que mais medalhas trás para o Amazonas é o jiu-jitsu. O esporte existe há mais ou menos 40 anos aqui. Tenho uma idéia que mais de 100 mil pessoas já praticaram o jiu-jitsu. Olhe o serviço social que o esporte fez. Hoje, Manaus é conhecida no Brasil e no mundo como um celeiro de grandes craques. Acho que a maior quantidade de praticantes de jiu-jitsu está na cidade. Talvez, A mistura entre indígena e caboclo, mais a força da floresta gere uma energia diferente para os praticantes dessa terra. Acrescentei algumas paginas na história do jiu-jitsu. Hoje, os 200 de poucos paises do mundo praticam o jiu-jitsu. Pódio – Qual a importância do jiu-jitsu na vida dos praticantes? O esporte mudou a vida de muitas pessoas. Já ouvi mais de 10 depoimentos de pessoas ilustres que falaram isso. Nunca ouvi um intelectual dizendo que tomou tão atitude porque pratica um esporte a ou b. Só escuto falando do jiu-jitsu. Só ele que faz isso. Que encaminha as pessoas e ajuda a tomar decisão. Todo jiujiteiro tem em mente a disciplina, a lealdade, a obediência as mestres e a rebeldia de não se acomodar diante das dificuldades. Se tiver que responde, responde e entende quando estar errado. Vejo o esporte como uma forma de educar as pessoas. No Rio isso já começou. A criança pode escolher na hora de praticar. Com o esporte, você alonga sua vida por mais de 20 anos e ajuda a criança em toda a sua formação. Tanto do corpo, quanto da mente. Ela pensa mais rápido e ajuda a não ser torna uma pessoa temperamental. O esporte só trás beneficio ao praticante.
O esporte que mais medalhas traz para o Amazonas é o jiu-jitsu. O esporte existe há mais ou menos 40 anos aqui. Tenho uma ideia que mais de 100 mil pessoas já praticaram o jiu-jitsu
Todo jiujiteiro tem em mente a disciplina, a lealdade, a obediência as mestres e a rebeldia de não se acomodar diante das dificuldades. Se tiver que responde, responde e entende quando estar errado
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O futuro do jiu-jitsu
amazonense DIEGO JANATÃ
Aos 11 anos, Luana é dona de um extenso currículo de conquistas e já sonha com um futuro dourado
A faixa laranja tem o apoio da família, que conta com outros lutadores
ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO
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uana Iolanda. Grave bem esse nome. Com 11 anos, a garota é uma fera no jiu-jitsu. Criada num ambiente propício para a prática da arte suave – já que é prima de Rafaela e Raifan Barbosa -, a menina deu seus primeiros passos dentro do tatame com quatro anos, quando frequentava ginásios para prestigiar os familiares. “A gente vem de uma família de lutadores, e com isso ela foi se ligando ao esporte. Desde os três anos de idade eu sempre a levava para ver os primos disputando campeonatos, eu
sempre gostei também. Ela foi crescendo e admiração por essa arte marcial só foi aumentando. Depois, ela decidiu participar também, juntamente com a família”, lembra o orgulhoso Martinho de Araújo, pai da promissora lutadora. Tímida, Luana recorda como começou sua paixão pela arte suave. “Desde criança eu acompanhava meus primos em campeonatos. Aí, um dia eu resolvi que ia começar a treinar e com seis anos eu iniciei”, explica. Moradora do bairro São José, Zona Leste de Manaus, Luana enfrenta, com sorriso no rosto, sua rotina diária de treinamento, sem deixar de
DIEGO JANATÃ
Mestre crê em futuro promissor
Professor de Luana destaca as qualidades da jovem
Participante do projeto Sesi Atleta do Futuro (SAF), chancelado pela Fiem, Luana aperfeiçoa suas técnicas no jiu-jitsu com o professor Ivo Garcia, que a treina há dois anos. Segundo ele, a dedicação demonstrada por ela nos treinamentos é acima dos outros, devido ao nível diferenciado em que ela se encontra. “O treinamento dela é mais intenso, justamente pela graduação dela e o nível técnico que ela tem. É uma garota dedicada, só que está surgindo os problemas de faixa preta nela, que são as dores, as contusões, mas tirando isso, ela treina bem, luta bem e é muito dedicada”, elogia o professor.
Além de mestre, Ivo trabalha como psicólogo de Luana. Apesar dos resultados já alcançados com pouca idade, ele pede para que a jovem não deixe as coisas do mundo a envolver. Para ele, em todo esse processo a família tem papel fundamental e faz questão de lembrar que a lutadora é apenas uma criança. “Ela tem muito potencial. Por mim, posso falar que ela tem muito para dar ao jiu-jítsu. Mas, agora vai depender dela. Se depender de mim ela vai continuar em frente, agora o futuro quem vai fazer é ela. Eu não posso falar por ela, mas por mim, como professor dela, digo que ela tem um potencial muito grande”, finaliza Ivo.
lado os estudos. Contemplada com uma bolsa pela Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), pela manhã ela volta suas atenções para as atividades escolares e a tarde veste o quimono e se prepara para dar início ao que mais gosta de fazer: praticar o jiu-jitsu. Resultados E a paixão pela arte suave desde cedo, aliada a dedicação aos treinos tem surtido efeitos positivos na carreira da jovem lutadora. Graduada na faixa laranja, em 2012 ela garantiu o primeiro lugar no Campeonato Brasileiro de JiuJitsu, além de ser tetracampeã amazonense e atual detentora
do título estadual. Na busca por conquistas a nível internacional, Luana participou dos três últimos mundiais de jiu-jitsu esportivo. Na edição mais recente, sediada no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, no último final de semana, a amazonense acabou conquistando a medalha de bronze na categoria dos pesadÍssimos. Sempre acompanhada de perto pelo pai, que está presente em todos os treinamentos, Luana se destaca entre os da sua idade. Para Martinho, a filha tem tudo para se tornar uma grande lutadora no futuro. “Eu sempre falo para ela que é o nome de uma atleta
amazonense que está se escrevendo na história. Hoje temos vários, como o José Aldo, por exemplo. E costumo dizer que o nome dela já está na história. Então, basta ela se esforçar, lutar e nunca desistir dos sonhos”, aponta. Apesar na rotina dividida entre escola e treinamentos, Luana acha tempo para fazer coisas que qualquer criança na sua idade costuma fazer, sem deixar as responsabilidades de lado. “Eu tenho as minhas amigas. A gente combina de ir ao cinema, às vezes elas vão lá para casa ou eu
vou pra casa delas. Mas aí eu tenho que focar também nos estudos e no meu treino”, ressalta. Questionada sobre uma possível mudança do jiu-jitsu para o Mixed Martial Arts (MMA) no futuro, Luana rechaçou tal possibilidade, apesar de assistir e achar legal. De acordo com ela, o foco é apenas no jiu-jitsu. “Eu sonho em chegar à faixa preta para eu poder dar aula e ser professora, até eu virar mestre”, argumenta. Caso a carreira no jiu-jitsu não der certo, a garota quer cursar arquitetura ou engenharia.
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Vitrine Barezão RAIMUNDO VALENTIM
Alguns jogadores que disputaram o último Campeonato Amazoense se destacaram e estão jogando em grandes centros do futebol nacional. Grande maioria deles está no Nordeste do país, mas pelo menos três, no futebol paulista
Mesmo sem tanto prestígio da torcida, jogadores que disputaram estadual saíram para jogar em outras praças do país
THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO
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pesar de ser pouco prestigiado pelos torcedores amazonenses, o campeonato estadual do Amazonas mostra força e reúne bons jogadores que acabam se destacando e se transferem para clubes de outros Estados e até, para outros paises. No último Barezão, o Nacional se sagrou campeão após uma final emocionante contra o Princesa do Solimões. O Leão da Vila Municipal desfez o elenco vitorioso por não contar com mais competições na atual temporada, porem, os jogadores não ficaram parados. Dos titulares da equipe que foi treinada por Sinomar Neves, três se transferiram para o time paulista do Oeste que disputa a segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Eder, Pedrão e
Negretti foram indicados pelo então treinador do time, Francisco Diá, que também chegou a equipe após treinar o Nacional durante o Amazonense 2014. Outros jogadores também saíram do Leão e estão disputando o Brasileirão como o centroavante Fabiano, atual artilheiro do Moto Clube (MA) e Léo Paraíba que foi para o Campinense (PB). O meio campista Fininho, também se destacou durante a competição e foi contratado pelo Oeste (SP). Não se adaptando, o atleta acertou seu retorno para o Princesa do Solimões que disputa o Campeonato Brasileiro da Série D. O próprio meia comentou o fato e fez questão de lembrar da importância que o time amazonense teve em sua carreira. “Se não tivesse disputado o amazonense, não tinha chamado atenção de outros trei-
Thiago Botelho
nadores e não teria ido para o Oeste (SP). Diferente do que muitos pensam, o nivel técnico dos times daqui é elevado e não deixa a desejar em relação aos de fora. O que falta é um pouco de organização no futebol local para decolar ”, afirmou o atleta. Estreante no Campeonato Amazonense de 2014, o Manaus FC contratou o experiente meia Juninho Cearense para ser o principal jogador do time na competição. O atleta ajudou a equipe se manter na elite estadual e no começo desse mês, acertou sua transferência para Omilos Kavala da Grécia, que disputa a primeira divisão do campeonato local. Na sua apresentação a nova equipe, o jogador agradeceu ao time manauense pela oportunidade que teve de jogar pela primeira vez em um clube do Norte do Brasil. Ele tambem
FOI E VOLTOU
Um dos atletas que se destacaram no campeonato Amazonense, o meia Fininho, migrou para o Oeste (SP), mas não se adaptou ao estilo de jogo do time e acertou seu retorno ao Tubarão do Norte enfatizou a força dos clubes locais e afirmou que muitos atletas que disputaram o estadual tem condições de atuarem em grandes clubes. “Tiveram vários atletas que jogaram comigo no Manaus FC que tem condições de estarem disputando o Campeonato Brasileiro em algum time da primeira divisão. Espero que alguns consigam acertar com clubes bons porque merecem
e tem qualidades para isso”, afirmou Juninho que ainda acrescentou a vontade de um dia voltar a atuar pela camisa do Gavião do Norte. Melhorar calendário Apesar de ter se apaixonado pelo futebol local, o meiocampista Juninho Cearense afirmou que os dirigentes dos clubes amazonenses devem se movimentar para melhorar o calendário das equipes. Sem isso, o futebol do Estado não evoluirá. “O futebol brasileiro tem uma dificuldade muito grande de manter os jogadores sempre empregados e em grandes centros. Acho que o futebol Amazonense precisa que um time tenha ascensão e chegue as principais divisões nacionais para melhorar o cenário local. Os jogadores precisam trabalhar. Por isso, agradeço
o Manaus FC porque tive a oportunidade de me manter empregado e fazendo um bom trabalho”, concluiu o atleta. Falta apoio dos torcedores Nos últimos anos, a média do publico presente nos jogos do Campeonato Estadual vem diminuindo e isso dificulta a vida dos times locais. Sem torcida, os patrocinadores não querem apoiar as agremiações. O Princesa do Solimões, único representante do Amazonas no Campeonato Brasileiro, vem tentando quebrar esse ciclo viciante. Mesmo contando com uma torcida fanática, a equipe não atraiu mais que dois mil e quinhentos torcedores nas duas partidas que disputou no Estado na competição local. Para mudar isso, a diretoria do clube decidiu diminuir o preço dos ingressos para atrair mais espectadores.
EDITOR DO PÓDIO
A nada mole vida de Francisco Diá Francisco Diá chegou no início do ano ao NacionalAM com status de xerife. A diretoria vislumbrou que técnico recolocaria o Leao da Vila Municipal no trilho dos títulos. O cearense desembarcou em Manaus com respaldado no bom trabalho realizado no Icasa (CE), que em 2012 conseguiu o acesso para a Série B do Campeonato Brasileiro. O marketing foi grande, os resultados bem menos expressivos. Diá comandou o Naça em apenas sete jogos. Foram três vitorias, dois empates e duas derrotas. Aproveitamento de 52%.
Com a saída de Diá, o Nacional trouxe Sinomar Naves que mais tarde levantaria o troféu de campeão amazonense. De Manaus o treinador rumou para São Paulo, mais precisamente para Itápolis. Lá iniciou seu trabalho no Oeste, que disputa a segunda divisão do Brasil. Levou consigo jogadores que disputaram o Barezão, como o volante Negretti (ex-Nacional) e Fininho (que acertou retorno ao Princesa do Solimões nesta semana). Em terras paulistas, mais uma decepção. Diá e sua filosofia tática não
encaixaram e o casamento com o Rubro-Negro durou apenas um mês. Contratado durante a pausa do Mundial para livrar a equipe do rebaixamento, o treinador não conseguiu um bom retrospecto e, após duas derrotas em três jogos – contra América-MG e Atlético-GO –, foi demitido pela diretoria no dia 23 de julho. Vexame histórico A parte mais depressiva das andanças do técnico pelo futebol canarinho aconteceu na última semana. Com prestigio no futebol
nordestino, onde treinou 13 dos 19 clubes de sua carreira de “professor”, foi anunciado, como comandante do ASA de Arapiraca, clube de Alagoas que está na penúltima colocação do Grupo A da Série C do brasileiro. Mais uma vez, a missão era tirar uma equipe da zona da degola. A passagem, no entanto, foi relâmpago e durou incríveis uma semana e um jogo. Após perder o clássico para o CRB por 2 a 1, a diretoria decidiu demiti-lo. Segundo o técnico, a demissão aconteceu por conta de um problema com o
Gerente de Futebol do ASA, Elias Mansur. “Depois do jogo, a diretoria queria enxugar o elenco para dar uma folga na folha salarial. Sentamos, escolhemos alguns jogadores e estava tudo certo. O Elias Mansur (gerente de futebol do ASA) não gostou das escolhas, mas o presidente havia bancado a saída dos jogadores. Quando eu cheguei ao clube às 10 horas, recebo a notícia da demissão. Ele fez a cabeça da diretoria”, afirmou Diá criticando Mansur e a diretoria do clube em entrevista a uma rádio da cidade.
A passagem, no entanto, foi relâmpago e durou incríveis uma semana e um jogo. Após perder o clássico para o CRB por 2 a 1, a diretoria decidiu demiti-lo.
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Flamengo visita o Criciuma para comprovar boa fase N
as últimas cinco partidas, o Flamengo obteve quatro vitórias e saiu da lanterna para a 13ª posição do Campeonato Brasileiro. Empolgado pelos resultados recentes, o RubroNegro da Gávea vai enfrentar o Criciúma, neste domingo, às 15h (de Manaus), no Heriberto Hulse, em Criciúma, em busca de outro resultado positivo. O time catarinense faz uma campanha irregular, não vence há seis rodadas e ocupa a 15ª colocação com apenas 15 pontos ganhos. Depois de tomar conhecimento que o atacante Alecsandro foi vetado, por sentir dores na coxa direita,no treinamento de sexta-feira, o técnico Vanderlei Luxemburgo decidiu fazer mistério em relação ao time . Arthur substituiu Alecsandro contra o Atlético-MG, mas não agradou e foi substituído. Nixon e Eduardo da Silva são os mais cotados para comandar o ataque flamenguista. Já recuperado, o zagueiro Samir voltou a treinar normalmente, mas ficará no banco de reservas, uma vez que o treinador da equipe rubro-negra está satisfeito com o rendimento da dupla formada por Wallace e Marcelo. O Criciúma voltou de Salvador com problemas para o técnico Wagner Lopes. O volante Martinez levou uma pancada na costela enquanto o
PEDRO MARTINS/GAZETA PRESS
Após conseguir vencer três jogos seguidos no campeonato, feito que não conseguia desde 2011, Rubro-Negro quer ir mais alto lateral-esquerdo Giovanni sentiu o joelho direito durante a partida contra o Bahia. Eles estão fazendo tratamento, mas por causa desses problemas, o treinador catarinense decidiu só confirmar a equipe no dia do jogo. A boa notícia é o retorno do experiente meia Paulo Baier que não atuou em Salvador. Cléber Santana e Souza ainda não têm condições de jogo.
FICHA TÉCNICA CRICIÚMA FLAMENGO Local: Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma-SC Horário: 15h (de Manaus) Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS-FIFA) CRICIÚMA: Luiz; Eduardo, Fábio Ferreira, Gualberto e Giovanni (Cortez); Serginho, Martinez (Rodrigo Souza), João Vitor e Paulo Bayer; Silvinho e Danilo Alves. Técnico: Wagner Lopes FLAMENGO: Paulo Vítor, Léo Moura, Wallace, Marcelo e João Paulo; Cáceres, Canteros, Márcio Araújo e Lucas Mugni (Luiz Antônio); Everton e Nixon (Arthur) Técnico: Vanderlei Luxemburgo
PRESSIONADO
LÍDER
VA situação levou o atacante Fred a defender uma greve como forma de protesto. O Sport espera tirar proveito dessa crise para conseguir um resultado positivo fora de casa. O Leão da Ilha é o sexto colocado com 25 pontos ganhos, um ponto a menos do que o adversário. No Fluminense, o já ameaçado técnico Cristovão Borges não poderá contar com o lateral-esquerdo Carlinhos, expulso no final da partida diante da Chapecoense.O meia Wagner continua sem previsão de retorno, em recuperação de
uma varize intestinal. No Sport, o meia Régis e o atacante Érico Júnior nem viajaram com a delegação para o Rio de Janeiro. Os dois se contundiram durante a partida contra o Palmeiras. O técnico Eduardo Baptista admite promover a entrada dos experientes Ibson e Diego Souza que atuaram alguns minutos na vitória sobre a equipe paulista. O meia Ananias também tem possibilidades de começar jogando. O treinador leonino só vai tomar a decisão no dia da partida, depois de analisar a formação do adversário.
Cristovão Borges precisa vencer para continuar no cargo
Cruzeiro conta com os gosl de Ricardo Goulart e os passes de Éverton Ribeiro
Cruzeiro busca mais três pontos PAULO CAMPOS/GAZETA PRESS
O Fluminense enfrenta o Sport neste domingo, às 15h (de Manaus), no Maracanã, precisando desesperadamente de uma vitória para afastar a crise que se instalou no clube das Laranjeiras. O Tricolor não vence há três partidas, caiu para a quinta posição no Campeonato Brasileiro e está enfrentando problemas com a torcida que tem promovido atos violentos contra os jogadores.
ANDRE BRANT/GAZETA PRESS
Flu busca vitória para acalmar crise
O campeonato Brasileiro ainda não chegou nem na metade, mas a liderança da competição e o bom futebol apresentado colocam o Cruzeiro como principal candidato ao título. Neste domingo, a Raposa visita o Goiás, às 17h30 (de Manaus), no Serra Dourada, e o objetivo é somar mais três
pontos para seguir acompanhando a concorrência apenas pelo retrovisor. Os atletas e comissão técnica do Cruzeiro pregam respeito e cautela diante do Goiás. A ideia do elenco é manter os pés no chão para, que assim, o bicampeonato possa se aproximar cada vez mais da Toca da Raposa.
Para pegar o confronto, o time Celeste deverá ter apenas uma mudança para o jogo, a volta do atacante boliviano Marcelo Moreno. Assim Julio Baptista volta para o banco. Derrotado contra o Corinthians na rodada passada, o Verdão que se recuperar com um trinfo em cima do líder.
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Após vexame da Copa, Felipão tenta dar padrão tático ao Grêmio
17ª rodada do Campeonato Brasileiro colocará em lados opostos os dois últimos técnicos da seleção brasileira. Em Porto Alegre, Mano Menezes enfrentará Luiz Felipe Scolari e o Grêmio, clube que o projetou nacionalmente, para tentar fazer o Corinthians encostar no líder Cruzeiro. O jogo será às 15h (de Manaus) deste domingo. “Jogar contra o Grêmio nunca será normal, pois é um time que faz parte da minha história. Vivemos muitas coisas intensas, então o respeito é grande e a consideração, mútua”, discursou Mano, sem a mesma empolgação ao falar de Felipão, o seu sucessor na seleção. “Não sei como será. Não fico planejando essas coisas com tanta antecedência. Respeito todos os técnicos, que são colegas de profissão. Se tudo ocorrer com normalidade, vamos nos cumprimentar, sim”, disse. Ao golear o Goiás, o Corinthians alcançou os mesmos 31 do segundo colocado Internacional. O Grêmio está no meio da tabela de classificação, com 22. O bom rendimento na quinta-feira empolgou os jogadores do Corinthians. “Foi uma prova de que o nosso grupo é bom. Deixamos um pouquinho a desejar contra o Bahia, mas já voltamos a vencer.
Quem entrou nos ajudou e está de parabéns. Todo o mundo está se empenhando ao máximo”, falou o zagueiro Gil. O centroavante Paolo Guerrero deverá ganhar a companhia de Luciano como parceiro de ataque. O jovem marcou três gols sobre o Goiás e provavelmente colocará o paraguaio Ángel Romero no banco de reservas.
FICHA TÉCNICA GRÊMIO-RS CORINTHIANS-SP Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS) Horário: 15h (de Manaus) Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-SC) Grêmio: Marcelo Grohe; Pará, Werley, Rhodolfo e Zé Roberto; Ramiro, Fellipe Bastos e Riveros (Edinho); Luan, Barcos (Lucas Coelho) e Dudu Técnico: Luiz Felipe Scolari Corinthians: Cássio; Fagner, Gil, Anderson Martins e Fábio Santos; Ralf, Elias, Jadson e Renato Augusto; Luciano e Guerrero Técnico: Mano Menezes Mano Menezes tem conseguido fazer o Timão jogar o bom futebol
ZONA DA DEGOLA
EM CRISE
ANDRE YANCKOUS/GAZETA PRESS
Vitória e Figueirense se enfrentam FICHA TÉCNICA VITÓRIA-BA FIGUEIRENSE-SC Local: Barradão, em Salvador (BA) Horário: 15h Árbitro: Marcelo de Lima Henrique Vitória: Wilson; Nino Paraíba, Kadu, Roger Carvalho e Euller; Adriano, Luís Cárceres, Luís Aguiar, Marcinho; Willie e Caio Técnico: Ney Franco Figuierense: Tiago Volpi; Leandro Silva, Thiago Heleno, Marquinhos, Roberto Cereceda; Luan, Rivaldo, Marco Antonio e Giovanni Augusto; Claytom e Marcão Técnico: Argel Fucks
DIVULGAÇÃO
Duelo no sul colocará frente a frente os dois últimos treinadores da seleção brasileira
Atlético-PR duela com o Bahia De volta a Curitiba após duas partidas longe de casa e apenas um ponto somado, o Atlético-PR busca a reabilitação no Campeonato Brasileiro, neste domingo, às 17h30 (de Manaus), contra o desesperado Bahia. Uma vitória recolocará o RubroNegro novamente próximo do G-4. Porém, um tropeço, além de renovar as esperanças ao Tricolor de Aço, pode dar inicio a uma crise que não estava prevista nos planos do técnico Doriva. O comandante atleticano, que ainda não deve sentir a pressão do torcedor devido aos portões fechados da Arena, não teve muito tempo para treinar o time entre os compromissos e espera
ARTILHEIRO
O atacante Douglas Coutinho, artilheiro do Atletico-PR no Campeonato Brasileiro com sete gols, ficará no banco de reservas. Quem começa jogando ao lado de Marcelo é Cléo que a conversa que teve com o grupo já ajude para arrumar o posicionamento. Em relação à escalação, o zagueiro Cleberson volta, mas Léo Pereira está suspenso. Com isso, Dráusio permanece na defesa. Com o Brasileirão pró-
ximo de sua metade, o Bahia já vive uma situação complicada. O time arrancou na última rodada um ponto diante do Criciúma, jogando em casa, mas segue na zona de rebaixamento, com apenas 15 pontos somados. Por isso, a missão agora é conseguir somar os pontos necessários para fugir do fantasma do rebaixamento em uma sequência de duas partidas longe de seus domínios, primeiro diante do Furacão e, depois, contra o Grêmio. O técnico Gilson Kleina terá para esse jogo o reforço do volante Fahel, que cumpriu suspensão diante dos catarinenses.
Vitória busca reabilitação no Campeonato Brasileiro em casa
Um jogo da Série A do Campeonato Brasileiro deste domingo merece a atenção especial dos palmeirenses. Em duelo dos desesperados, o Vitória recebe o Figueirense no Barradão, às 15h (de Manaus), pela 17ª rodada, e o resultado pode ajudar ou não o Verdão a sair da lanterna da competição. Com 14 pontos, o Palmeiras está três atrás do time catarinense e apenas um dos baianos. Além disso, a equipe paulista faz o confronto direto contra o Coritiba. O outro integrante da zona de rebaixamento, o Bahia, encara o Atlético-PR. No Vitória, são três rodadas sem conquistar um triunfo se-
quer. No entanto, a confiança está em alta com a chegada de Ney Franco ao comando técnico da equipe. Contrato assinado depois de apenas três meses de sua saída. Nele, a diretoria deposita suas fichas para escapar da zona da degola, engatando uma sequência pontos. O Figueirense, por sua vez, vive uma situação completamente diferente no Brasileiro. Mesmo ainda aparecendo na parte de baixo da tabela de classificação, a equipe melhorou nas últimas jornadas e deu sinal de que está em ascensão. Atualmente em 17º lugar, são três vitórias em quatro jogos, além de um empate. Um
bom resultado fora de casa significa comprovar a reação no campeonato. Os dois últimos jogos foram realizados no Orlando Scarpelli, com o apoio total de sua torcida. Dessa forma, a delegação embarcou para Salvador com o pensamento de fazer valer o carinho que tem recebido nos últimos duelos. A grande novidade é a volta de Thiago Heleno, que cumpriu suspensão e já está à disposição. No Rubro-negro baiano, o desfalque fica por conta do lateral Ayrton, que, suspenso, deverá dar lugar a Nino Paraíba.
O zagueiro Cleberson retorna após cumprir suspensão na derrota para o Santos
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Grêmio e Corinthians é Felipão versus Mano
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Clássico San-São agita a capital paulista D
O meio-campista Ganso, tem sido o maestro do Tricolor no Brasileirão. No último jogo, foi decisivo. No derby, quer repetir a boa atuação
e volta ao G-4 do Campeonato Brasileiro após três vitórias seguidas, incluindo uma sobre o Palmeiras, o São Paulo põe sua regularidade em jogo em outro clássico, o segundo em uma semana. Neste domingo, às 15h (de Manaus), o rival é o Santos, que reagiu na rodada passada e, no Morumbi, tentará se reaproximar justamente dos quatro primeiros colocados. Jogar como mandante não é uma vantagem na visão de Muricy Ramalho. “Estamos indo muito bem fora de casa, mas em casa temos que melhorar muito. O mesmo que estamos fazendo fora temos que fazer dentro de casa, apesar de ser um clássico, com muita dificuldade”, disse o treinador, esperançoso em saltar da quarta para a segunda colocação - Internacional e Corinthians, respectivamente vice-líder e terceiro colocado, somam 31 pontos cada, dois a mais do que o Tricolor. O São Paulo deve jogar praticamente com a mesma formação que surpreendeu o Internacional no Beira-Rio, no meio de semana. A única mudança possível é o retorno do volante Souza, que cumpriu suspensão. O Santos, que voltou a vencer depois de uma sequência negativa, vê no clássico uma chance de en-
grenar rumo ao G-4. A má notícia para é a ausência de Robinho. O atacante sofreu um estiramento muscular na coxa direita e tem feito tratamento três vezes ao dia. Independentemente disso, o técnico Oswaldo de Oliveira garante não mudar o jeito de jogar. “O Santos não vai mudar nada a forma de jogar, pode mudar um ou outro jogador, por causa da competição, mas nós vamos jogar como sempre”, avisou. “O São Paulo é um timaço. Está todo mundo esperando que Kaká, Ganso, Pato, Kardec... que esses caras todos cresçam. Fizeram uma partida muito boa contra o Inter. E isso torna o nosso próximo jogo muito difícil”, concluiu. Com Robinho praticamente descartado, Rildo e Gabriel, que está à disposição após servir a seleção brasileira Sub-20, brigam por uma vaga no ataque. O restante da equipe não deve mudar. O fato curioso é que o São Paulo não bate o Peixe há dois anos já, mas esse tabu é completamente ignorado. “Eu realmente não levo em consideração. Isso não tem nenhum peso e acho até que cinco jogos em dois anos não tem um efeito muito grande”, minimizou Oswaldo.
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Com todos os medalhões, o São Paulo quer seguir no G-4, já o Santos não terá Robinho
Depois de um longe jejum que já durava quatro meses, Damião fez gol no meio da semana e quer repetir a dose no clássico
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MANAUS, DOMINGO, 24 DE AGOSTO DE 2014
Após quatro semanas, F-1 volta com o GP da Bélgica O
Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1 será realizado hoje (24), às 8h (de Manaus) no circuito de SpaFrancorchamps, e marca o retorno às pistas de pilotos e equipes após a tradicional parada de verão. O último GP foi disputado em Hungaroring, na Hungria. O australiano Daniel Ricciardo, da Red Bull, pela segunda vez no ano, interrompeu o domínio da Mercedes e cruzou a linha de chegada em primeiro. Lewis Hamilton foi o grande destaque da prova ao largar dos boxes e terminar
em terceiro lugar. O pódio à frente do companheiro e líder do Campeonato, o alemão Nico Rosberg, acirrou ainda mais a disputa pelo título, hoje basicamente restrita aos dois pilotos da Mercedes. Rosberg foi mais regular durante a primeira parte da temporada, e tem 202 pontos e quatro vitórias. Hamilton venceu mais provas, cinco até agora, mas está 11 pontos atrás na tabela de classificação. “A parada de verão foi uma boa oportunidade para relaxar e refletir sobre esse incrível começo de ano para nós como
Britânico Lewis Hamilton busca sua sexta vitória na temporada para encostar no líder da F-1, Niko Rosberg
equipe, mas pessoalmente, eu mal posso esperar para entrar no carro e voltar à disputa”, disse Hamilton. Rosberg, por sua vez, também está revigorado com a parada e ansioso para deixar o GP da Hungria para trás e ampliar sua vantagem na ponta da tabela. “A última corrida não foi como eu esperava depois de ter conquistado a pole no dia anterior, mas eu ainda consegui terminar com minha liderança no Campeonato intacta e essa é
uma boa posição para começar a próxima parte da temporada”, afirmou. Williams confiante Equipe que mais evoluiu desde a temporada passada, a Williams conseguiu se recuperar de um início difícil em 2014 e vem subindo na tabela de classificação. Entre os construtores, luta pelo terceiro
posto com a Ferrari, e tem o finlandês Valtteri Bottas na quinta posição entre os pilotos. O brasileiro Felipe Massa também está mostrando uma reação e já aparece em sétimo lugar. Enquanto o favoritismo continua com a Mercedes, a escudeira inglesa
aparece como provável principal desafiante na Bélgica. “Em teoria, Spa e Monza devem ser muito favoráveis a nós. Talvez as melhores oportunidades da temporada”, comentou Valtteri Bottas.
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Depois da parada de verão, os motores voltam a roncar em Spa-Francorchamps. Mercedes e Williams são as favoritas