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Pódio - 24 de Maio de 2015

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RAIMUNDO VALENTIM

MANAUS, DOMINGO, 24 DE MAIO DE 2015

esportes@emtempo.com.br

CONFRONTO DE GERAÇÕES Júnior Rodrigues, 22, e André Castro, 36, apesar da diferença de idade estão no início de suas carreiras no MMA. Eles se enfrentam no Rei da Selva Combat 5. Pódio E5

CARLOS MORAES/AGÊNCIA O DIA-AE


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Danilo RIOS

Hoje EU quero FICAR ONDE sou FELIZ NÁFERSON CRUZ Equipe EM TEMPO

Hoje eu tenho a cabeça muito mais no lugar. Eu tenho muito mais maturidade. Hoje eu prefiro estar aqui no Nacional, um clube onde as pessoas me tratam bem, do que talvez estar numa Série B, de onde eu tive algumas propostas, mas eu sei que talvez não tenha a mesma organização

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ontratado para ser a principal estrela da companhia leonina no Campeonato Brasileiro da Série D, o meia Danilo Rios voltou ao Nacional para conseguir aquilo que ficou pelo meio do caminho em 2013: o acesso à terceira divisão. Em entrevista ao PÓDIO, o armador falou um pouco da carreira de ascensão meteórica, com direito a passagens por grandes clubes do futebol canarinho; o retorno ao Leão da Vila Municipal e as expectativas para o segundo semestre. PÓDIO - Você teve uma ascensão meteórica no futebol. Como foi o começo da sua carreira? Danilo Rios - Tudo foi muito rápido na minha vida. Muito cedo eu saí de casa, do interior para Salvador, a capital. Sou de uma cidadezinha pequena da Bahia, chamada Maracujá. Fiz uma peneira logo cedo e meus pais acabaram deixando que eu fosse com 12 anos para o Bahia, morar longe. Difícil. Fiquei no Bahia até me profissionalizar. Aos 17 já estava jogando na equipe de cima. Com 19 fui vendido para o Grêmio. Uma venda rápida, não tinha experiência, não tinha maturidade suficiente ainda, mas foi muito bom. Fiz um contrato de quatro anos com o Grêmio-RS. Joguei a primeira temporada e depois fui emprestado ao Vitória, onde fui campeão baiano. Depois fui para o Atlético-MG, daí quando voltei ao Grêmio já não era mais aproveitado. Geralmente quando você é emprestado assim é complicado. Eu era muito novo e o clube já havia mudado de treinador. Daí fui emprestado ao Guarani-SP, onde fiz um bom Campeonato Paulista. Depois fui para o São Caetano-SP,

no mesmo ano, em 2009. Em 2010 joguei pelo Duque de Caxias-RJ a Série B do. Em 2011 voltei para o Grêmio, mas só fiquei treinando e cumpri meu contrato até o final. Quando acabou meu vínculo fui para casa. Em 2012 joguei o Campeonato Carioca pelo Duque de Caxias. Só que entre 2009 e 2010 tive problemas com lesões, que acabaram me atrapalhando bastante. PÓDIO - Como foi para você chegar até o Nacional? DR - Segundo semestre de 2012 decidi não jogar para me cuidar, me tratar. E aí foi onde eu fiquei um tempo sem atuar e em 2013 surgiu o Nacional. Algo inesperado até, através do Vilson Taddei, que foi o treinador que me ligou para que eu viesse. Eu não conhecia o clube e graças a Deus deu tudo certo naquele ano. Infelizmente acabamos sendo eliminados na Série D e depois fui para o Fortaleza, onde me saí bem. Em determinada parte da temporada passada eu perdi espaço e decidi ir para o Remo. Lá, também, infelizmente não conseguimos o acesso. Diferentemente do Nacional, por outras questões. Esse ano joguei o Campeonato Paranaense pelo Maringá. Foi uma experiência muito boa, campeonato bom de jogar. E aí, graças a Deus, estou de volta ao Nacional. PÓDIO - Por conta de ter chegado num momento difícil da sua carreira no clube amazonense, este tem uma importância diferente para você? DR - Tem uma importância diferente, porque foi num momento em que muitos fecharam as portas para mim, foi onde eu me encontrei, voltei a jogar meu melhor futebol. Na verdade, eu fui muito bem no Bahia, onde era considerado

ídolo, xodó. Foi um momento muito bom, aonde cheguei à seleção brasileira sub-20. Fui vendido muito cedo e foi tudo meteórico. A partir do momento em que comecei a ter lesões e passar por muitos clubes, já que eu era do Grêmio eu ficava sendo emprestado, não conseguia fazer contrato longo por conta do acordo que eu tinha com o eles, então ia para um lugar tinha que sair, voltava e não era aproveitado, tinha que ir para outro. Muito desses lugares eu ia às vezes sem vontade de ir, porque a gente não tinha o que fazer. Eu até tinha um outro empresário, que também eu confiava bastante e acabou que ele não agenciou a minha carreira da melhor forma. Enfim, eu acabei vivendo muitas experiências, a gente leva isso para nossa carreira. PÓDIO - Apesar de ter apenas 26 anos, essa rodagem te serviu para adquirir experiência. Isso também acabou ajudando na passagem pelo Nacional? DR - Tudo isso serviu para 2013. Não tive lesão nenhuma, joguei bastante jogos, fiz gols, pude fazer boas partidas, mas futebol é muito dinâmico. Hoje eu tenho a cabeça muito mais no lugar. Eu tenho muito mais maturidade. Hoje eu prefiro estar aqui no Nacional, um clube onde as pessoas me tratam bem, do que talvez estar numa Série B, de onde eu tive algumas propostas, mas eu sei que talvez não tenha a mesma organização. No futebol brasileiro, hoje em dia, está complicado, porque ninguém respeita o jogador. É muito atleta para pouco mercado. Então, hoje eu prefiro estar num lugar que eu estou tranquilo, onde as pessoas estão fazendo um projeto realmente bacana para alguns anos. Estou pensando mais nisso.

Tenho vários amigos, que até a gente conversa e tal, que preferem estar em outros lugares, passando dificuldade, mas tentando jogar porque acha que em outra divisão vai estar melhor. Eu já passei por todas as divisões. Hoje eu quero ficar onde sou feliz. PÓDIO - A frustração por não ter conseguido o acesso em 2013 acabou motivando você a voltar e tentar novamente? DR - É uma das coisas que me fizeram voltar. Eu acho que o Nacional tem tudo para subir, tem um elenco forte, estrutura e planejamento. Isso foi uma das coisas que pesaram. Então, é uma oportunidade muito boa, porque o Amazonas precisa ter um time em melhor colocação no cenário nacional. Acho que se a gente conseguir subir vai ser muito bom para nossa carreira, para nossa vida, vai deixar nosso nome marcado na história do clube. O Nacional vem crescendo a cada dia em todos os aspectos. Então, a gente conseguindo esse acesso vai ser muito bom para todo mundo, todos ganham com isso. É por isso que eu decidi. É diferente você conseguir o acesso por um clube assim. Isso me motivou bastante para eu voltar e eu tenho certeza que o time vai mais forte que 2013 para conquistar o acesso. PÓDIO - Você chegou a ser anunciado pelo Sampaio Correa, clube que disputa a Série B, há duas semanas. Por que mudou de ideia e decidiu retornar ao Nacional? DR - Primeiro lugar, porque assim, eu sou reconhecido, bem visto, as pessoas me tratam bem. Em todo lugar que eu vou procuro ter uma conduta bem legal, procuro trabalhar corretamente para, independente de jogar bem

É uma das coisas que me fizeram voltar. Eu acho que o Nacional tem tudo para subir, tem um elenco forte, estrutura e planejamento. Isso foi uma das coisas que pesaram

Eu gosto de jogar com treinadores exigentes assim, porque acaba que a gente não acomoda. O Lana é um cara bastante experiente, ele sabe montar equipes, olhar bem o jogo


MANAUS, DOMINGO, 24 DE MAIO DE 2015

ou mal, ter o respeito das pessoas. Aqui eu consegui ter esse respeito, independente de jogar bem ou não. Aqui a torcida me trata super bem. E também pesou a questão da estrutura do Nacional, um clube que paga em dia, que cumpre com seus compromissos, que a torcida vem crescendo. Em 2013 foi um caso bacana, porque no começo do ano a gente não via torcedor nenhum e fomos ganhando, ganhando de time grande na Copa do Brasil e o torcedor começou a chegar. Então, a gente viu o crescimento. Isso foi uma coisa que me motivou bastante.

FOTOS: ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

PÓDIO - Você não teve uma passagem muito boa pelo Remo ano passado. A torcida chegou a rotulá-lo como jogador “chinelinho”. Além das lesões, outras coisas te atrapalharam no Baenão? DR - Foi questão de lesão, porque eu cheguei no primeiro jogo, cheguei numa quinta-feira de Fortaleza, viajei direto para Bragança, que é um lugar horrível de se jogar, e atuei no domingo praticamente sem treinar com os caras e fui escolhido o melhor em campo. O time não classificou para a Série C, então vai ter que ter um culpado. Logo após esse jogo, num treino, eu machuquei. Fiquei uns quatro, cinco jogos fora, tentando voltar e não conseguia. Antes de eu voltar tive um problema pessoal muito grave, minha esposa estava grávida e perdeu o bebê, infelizmente. Acabou que voltei bem nessa fase e todo mundo ficou sabendo. Mas, eu entendo o que é o torcedor. Eles

esperavam bastante de mim. Voltei, joguei os últimos três jogos da primeira fase. Atuei super bem e no mata-mata a gente perdeu o primeiro jogo para o Brasiliense em casa, o que pesou bastante, e depois o time foi eliminado. Claro que as pessoas vão pegar aquele que elas esperavam mais. Realmente, eles têm a razão deles, porque eu acabei machucando, mas eu não tenho culpa, sou o que menos quero machucar. Mas entendo. Antigamente ficava muito preocupado com o que as pessoas falavam, mas eu sou um cara que trabalho sério, faço tudo corretamente. Então, se algo não deu certo, às vezes não tenho culpa disso. Não foi dentro de campo que eu cheguei e deixei de correr, não joguei absolutamente nada e fiz sacanagem como muito jogador faz. O Remo é quem está me devendo. Se eu fosse para roubar o Remo era diferente. Muitos jogadores vão para os clubes e ficam lá e tal. Eu não tenho nada contra o Remo, até fiz amizades lá. Eu entendo a torcida, mas realmente o que me atrapalhou foram as lesões que eu tive. PÓDIO - Preparado para voltar a morar em Manaus? DR - Tranquilo. Eu e minha esposa adoramos. A gente teve facilidade de se adaptar. Acabamos fazendo amizades aqui e isso facilitou. A única coisa que é difícil, não que seja só difícil aqui, é difícil em qualquer lugar, é a distância da família. A gente sente saudade da nossa família, dos nossos pais, dos amigos de infância. Mas isso

daí eu uma coisa que eu já lido há muito tempo e já estou acostumado. PÓDIO - Em 2013, o Lana armou o time muito bem com você, Felipe, Lídio e companhia. Se nada mudar, ele comandará a equipe na Série D. Conhecido por um técnico exigente, como é o dia a dia com esse treinador? DR - É tranquilo. Eu gosto de jogar com treinadores exigentes assim, porque acaba que a gente não acomoda. O Lana é um cara bastante experiente, ele sabe montar equipes, olhar bem o jogo. Ele faz muitas coisas boas para o time. É um cara que nunca deixa que o time se acomode. Sempre tenta manter o time no mais alto nível possível e tenta sugar o melhor de cada jogador. E foi isso que aconteceu com a gente. Com o Felipe foi até engraçado, porque ele o colocou numa posição que ninguém entendeu, e o Felipe arrebentou no Nacional. Então, ele acaba tentando tirar o melhor de cada jogador. Com uns dá certo, com outros não, mas isso vai acontecer em qualquer lugar. Então, é um cara que me dei super bem e espero que neste ano n ã o

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seja diferente. PÓDIO - Com quem você atuou do atual elenco leonino? Na sua visão, pelo que você acompanhou, esse time tem condições de conseguir o acesso? DR - Conheço o Maurício, zagueiro, que em 2009 joguei com ele no Guarani, e o Lídio e o Dênis, que atuei no Nacional mesmo, em 2013. O restante do elenco eu pouco conheço, alguns de nome, mas daquela equipe de 2013 tem poucos. Mas conheço todo mundo que trabalha no clube, e isso deixa a gente mais tranquilo. Sobre o acesso, com certeza dá para subir. Tem tudo para ser o ano do Nacional. Eu espero que seja. Ganhando o Campeonato Amazonense e que na Série D a gente consiga obter esse acesso tão esperado, tão sonhado. A gente vai trabalhar muito para isso, só dá para conseguir dessa forma.


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Princesa e Nacional fazem

‘clássico das confusões’ ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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exato um ano da final do Campeonato Amazonense 2014 entre Princesa do Solimões e Nacional, as duas equipes voltam a se encontrar, na tarde deste domingo, às 16h, no estádio da Colina. Desta vez, o duelo vale pouca coisa para o Leão da Vila Municipal, já que os comandados do técnico Aderbal Lana já garantiram vaga na segunda fase e jogam apenas para cumprir tabela. Já para o Tubarão do Norte, o confronto tem um peso maior. Em caso de vitória, o alvirrubro termina a primeira fase do Estadual na vice-liderança, o que lhe daria o direito de atuar por dois resultados iguais diante do Fast, nas semifinais que começam no próximo sábado. No dia 24 de maio de 2014, Princesa e Nacional decidiram o Barezão. Após vencer o confronto de ida por 2 a 0, os manacapuruenses poderiam perder até por dois gols de diferença para conquistar o bicampeonato estadual. Contudo, o Leão da Vila Municipal venceu por 5 a 1 e ficou com o seu 42º título amazonense. Mas, a última partida entre as duas equipes naquele ano, não é lembrada pelos gols

ou pela festa da torcida leonina do Sesi. Alvirrubros e azulinos protagonizaram uma verdadeira batalha campal, quando o Nacional já vencia por 4 a 1. Hoje parceiros de equipes, o atacante Leonardo e o meia Fininho iniciaram uma pancadaria generalizada que acabou com quatro expulsos – Fininho e Nando pelo lado do Princesa, e Rodrigão e Leonardo, ambos do Leão da Vila Municipal. Pior para o “Índio Negro”, que caído no chão, foi agredido covardemente pelo atacante Nando e deixou o estádio em uma ambulância. Nova confusão Se você pensa que as confusões entre Nacional e Princesa param por aí, está enganado. Em confronto válido pela 9ª rodada do Barezão 2015, em que o Leão da Vila Municipal bateu o alvirrubro por 1 a 0, com um golaço de falta anotado por Kelvin, o jogador Nando se envolveu em novo tumulto. Desta vez, o agredido não foi nenhum colega de profissão. Xingado, cuspido e alvo de garrafas e sandálias atiradas por parte da torcida azulina após ter sido expulso ao trocar empurrões com Thiago Marin, o atacante perdeu o controle

e arremessou uma squeeze na direção da arquibancada. Resultado: o objeto atingiu em cheio o olho de um torcedor leonino, que denunciou o atleta. Este, por sua vez, prestou depoimento e foi liberado. Neste domingo, Princesa do Solimões e Nacional têm a chance de esquecer o passado e escrever uma nova história. Classificado, o Leão da Vila Municipal deve poupar jogadores desgastados e pendurados para começar a semifinalcompleto. Lutando pela viceliderança, o Tubarão do Norte precisa vencer para garantir a segunda posição e não depender de um tropeço do Fast diante do Rio Negro, que também jogam neste domingo, às 16h, no estádio Carlos Zamith. Em caso de triunfo do Rolo Compressor e tropeço do alvirrubro, os comandados de João Carlos Cavalo levam a vantagem de dois resultados iguais para a semifinal.

DIEGO JANATÃ

Manchados por brigas nos dois últimos encontros, equipes têm a chance de escrever uma nova história do duelo


E5 FOTOS: RAIMUNDO VALENTIM

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Lutador de jiu-jitsu, Júnior Rodrigues quer fazer sucesso também no MMA

Mesmo com 36 anos, André Castro é novato no mundo das lutas

Juventude contra experiência no octógono Encontro de gerações movimentam a quinta edição do “Rei da Selva” na luta entre Júnior Rodrigues contra André Castro THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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rometendo tremer a Amazônia, a 5ª edição do evento de MMA “Rei da Selva” terá no seu card oficial uma batalha entre duas feras do jiu-jítsu do Estado. O atleta Júnior Rodrigues, 22, representará a equipe Eulen Viana Tigers Legion Team, e enfrentará Paulo André Castro, 36, da OCS Monteiro. A luta acontecerá no dia 20 de junho, pela categoria dos mosca (até 56,7 quilos), na quadra da escola de samba da Aparecida, localizada na avenida Ramos Ferreira. Com apenas 22 anos, o lutador Júnior Rodrigues tem no seu cartel duas lutas como profissional. Invicto, o atleta teve um começo no esporte diferente da maioria. Morando com sua mãe de favor na casa de um amigo, o jovem foi introduzido na arte marcial

para não ter tempo ocioso. Mostrando talento desde seu começo, Júnior hoje é faixamarrom da modalidade. Segundo o mesmo, o esporte foi fundamental para mudar a história de sua vida. “Aprendi com o jiu-jítsu o que é respeito. Vi muitos colegas de infância morrer. Tenho certeza que se eles tivessem no esporte, estariam vivos como eu. Consegui conhecer outros Estados graças ao jiu-jítsu. Tenho uma luta marcada para o México. A modalidade mudou minha vida”, afirmou Júnior, que começou a treinar MMA há 3 anos. Não sofrendo com a adaptação para a luta em pé, o atleta rapidamente chamou a atenção por seu estilo explosivo e variação de estratégia durante os combates. Com duas vitórias, Júnior acredita que a experiência das competições de pano e do próprio MMA vai ser crucial para sair vencedor no próximo dia 20.

“Como gosto de adrenalina, me apresentaram o MMA e aceitei o desafio. Pratico a modalidade desde 2012. Tenho duas lutas profissionais. Venci ambas. Tenho certeza que a experiência conquistada vai ser fundamental para a vitória no ‘Rei da Selva’”, afirmou o lutador. Sobre seu adversário, Júnior Rodrigues admitiu que procurou informações para armar uma estratégia favorável. Apesar de saber que Paulo André é forte na arte suave, Júnior afirma não temer uma luta no solo, porque, segundo o mesmo, seu jiu-jítsu é mais eficaz que do adversário. “Sei que meu rival é duro e tem um chão forte, porém, treino na melhor academia de Manaus e sei que meu jiu-jitsu é melhor que o dele. Vou partir para cima. Vamos fazer um lutão. Vai ser um show para o publico”, concluiu. Mestre do lutador, Eulen

Viana garante confiar na vitória de seu pupilo. Segundo o líder da equipe Tigers Legion Team, o diferencial de Júnior é a vontade que o atleta tem de conquistar seu espaço no

CONSOLIDADO

O evento “Rei da Selva Combat” terá sua quinta edição no dia 20 de junho, na quadra da escola de samba Aparecida, e já é considerado por especialistas o melhor evento de MMA do Amazonas MMA nacional. “O Júnior é um atleta bastante dedicado. Ele treina com muita vontade e tem a pretensão de fazer sucesso no MMA profissional. O dia a dia dos treinamentos está sendo bom, tanto em pé quanto no chão.

Não podemos esquecer do jiujítsu, arte que é a principal arma dele. Acredito que será uma boa luta. Ele vai entrar com muita vontade de ganhar”, finalizou o treinador. Experiência a seu favor Aos 36 anos, o atleta Paulo André Castro entrará no octógono do “Rei da Selva” querendo melhorar o seu cartel oficial. No total, o lutador, que é mais velho 14 anos que seu adversário, tem duas vitórias e uma derrota no MMA profissional. Apesar disso, Paulo garante que está no seu melhor momento da carreira e entrará com a certeza que seu braço será levantado após o combate. “A minha expectativa para a luta é a melhor possível. Estou treinando muito para esse combate e vou chegar preparado no dia da luta. Meu adversário que se cuide, porque vou partir para cima desde

o início. Não conheço muito sobre seu estilo, mas vamos nos entender no octógono. Não sou muito de estudar meus adversários, quero ser campeão dessa categoria”, afirmou Paulo. Questionado sobre a diferença grande de idade, o lutador afirmou que sua maior experiência é um fator positivo para a luta. Segundo Paulo, todo o seu aprendizado vai ser fundamental para conquistar mais uma vitória na sua carreira. “A experiência é um fator positivo. Vou para a guerra. Vou para vencer. Não darei brecha para meu adversário. Se ele quiser lutar em cima, vou lutar em cima. Se quiser levar para baixo, vamos lutar no chão. Através do tempo, me adaptei a luta em pé e quero provar que tenho qualidade. Vou gravar meu nome na história do evento”, concluiu o lutador.


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Massa quer GP de Mônaco mais tranquilo neste ano

Na temporada de 2014, brasileiro sofreu acidente no Grande Prêmio mais tradicional da F-1 e, neste ano, acredita em pódio DIVULGAÇÃO

Brasileiro da Williams quer ter uma melhor sorte no GP de Mônaco desta temporada, no domingo

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onte Carlo (Mônaco) - A lembrança do final de semana do GP de Mônaco de 2014 ainda está fresca na memória de Felipe Massa. Um acidente no qual foi “arrastado” pelo sueco Marcus Ericsson durante o treino de classificação para a corrida do ano passado acabou tirando do piloto da Williams qualquer chance de tentar uma boa posição na etapa mais tradicional do calendário da F-1. Largando da 16ª posição do grid, o piloto brasileiro

ainda conseguiu fazer uma boa corrida de recuperação e completou a etapa na sétima colocação. Justamente por isso Massa quer um bom resultado na corrida deste domingo (24), cuja largada está prevista para as 8h (de Manaus), para apagar da memória as lembranças de 2014. “Sabemos que esta não é a pista ideal para nosso carro, mas acho que podemos fazer um bom final de semana. Além da performance na pista, esta é uma corrida em que muita coisa acontece e esperamos render bem, especialmente

porque o ano passado foi um desastre para nós”, disse Massa durante a semana. Em 12 participações no GP de Mônaco, Massa ficou entre os três primeiros colocados em duas ocasiões: em 2007 e 2008, ano em que teve sua melhor performance em Montecarlo e largou na pole position. Mercedes Como de costume nesta temporada, a Mercedes continua voando baixo. Mais uma vez o britânico Lewis Hamilton e o alemão Nico Rosberg fo-

ram os mais velozes durante os treinos livres. A Ferrari de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen também tem conseguido boas voltas e sonha que poderá vencer o GP no Principado que não acontece há 14 anos. Segunda maior vencedora do GP de Mônaco -soma oito triunfos contra 15 da McLaren-, a Ferrari não triunfa nas ruas do Principado desde 2001, com Michael Schumacher. De todos os circuitos que fazem parte do calendário da F-1 neste ano, em nenhum deles o jejum de vitória dos

italianos dura tanto tempo. E, apesar da melhora enorme no rendimento da temporada passada para esta, nem Sebastian Vettel nem Kimi Raikkonen esperam poder lutar de igual para igual com a Mercedes neste fim de semana. “Apesar de termos ficado satisfeitos com o resultado da última corrida [a terceira colocação em Barcelona, há duas semanas], a diferença para a Mercedes foi muito grande”, disse Sebastian Vettel em Montecarlo. Para Raikkonen, que foi ao

pódio no GP do Bahrein deste ano, é preciso esperar a classificação para saber ao certo se a Ferrari terá condições de colocar fim a este jejum nas ruas de Montecarlo. “Ainda é cedo para fazermos previsões, mas imagino que a gente esteja tão bem quanto nas outras corridas deste ano. Obviamente que agora temos que esperar para ver como o tempo vai estar, mas temos de ter certeza que os pneus estejam na temperatura ideal para fazermos o melhor na classificação e depois na corrida”, afirmou o piloto finlandês.


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De técnico novo, Flu recebe Corinthians no Maracanã

SAI, CRISE

Flamengo visita Avaí por recuperação no Brasileiro

Enderson Moreira volta do Tricolor e já enfrenta o líder do Campeonato Brasileiro em sua reestreia. Técnico quer time mais ofensivo e sacou um dos volantes

NELSON PEREZ

dro e substituir Marcelo Cirino, que está machucado. O problema é que contará com Eduardo da Silva, com dores na coxa esquerda. Outro vetado é o meia argentino Lucas Mugni, que vem se recuperando de caxumba. Outras mudanças podem acontecer para melhorar o desempenho do time, como a entrada do volante Márcio Araújo na vaga de Jonas ou até mesmo a estreia do lateral-esquerdo colombiano Pablo Armero no posto de Anderson Pico. O que dificilmente Vanderlei Luxemburgo vai abrir mão é de escalar Gabriel e Everton, já que ambos são atletas velozes e o jogo de domingo pode ser decidido nos contra-ataques. DIVULGAÇÃO

Rio de Janeiro (RJ) – Após duas rodadas, apenas um ponto somado e sem mostrar bom futebol em campo, o Flamengo visita o Avaí neste domingo (24), às 15h (de Manaus), na Ressacada, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, já sob pressão por um bom resultado. Se fora de campo a diretoria corre para anunciar reforços, dentro dele o técnico Vanderlei Luxemburgo tenta ajustar os erros e, com o que tem disponível, fazer frente ao time catarinense fora de casa. Com péssimo desempenho diante do Sport, o meia Almir deve perder a vaga na equipe titular. Luxa deverá investir em um homem de frente para formar dupla com Alecsan-

Luxemburgo faz mistério e não confirmou quem joga

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io de Janeiro (RJ) – O Fluminense anunciou Enderson Moreira no meio de semana e o novo comandante tricolor inicia sua caminhada na equipe enfrentando de cara o líder do Campeonato Brasileiro. O time das laranjeiras recebe o Corinthians, neste domingo (24), no Maracanã, às 15h (de Manaus), pela terceira rodada do Brasileirão. Para o duelo, Moreira fez apenas uma mudança em relação ao time que perdeu do

Atlético-MG. O volante Pierre dá lugar ao meia Wagner. A troca dará mais poder ofensivo ao Fluminense que com o ex-técnico Ricardo Drubscky, que jogava com três volantes. Sem Pierre, a marcação no meio-campo ficará mais a cargo de Edson e Jean. Já o lateral-esquerdo Giovanni, preservado das atividades da véspera por conta de dores musculares na coxa direita, reapareceu e está confirmado entre os titulares. A nota triste

do dia foi a confirmação de que o atacante Roberto ficará, pelo menos, dois meses afastado dos gramados. O Fluminense que vai a campo neste domingo terá a seguinte escalação: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Antônio Carlos e Giovanni; Edson, Jean, Wagner, Gerson e Vinicius; Fred Mesmo líder, o Corinthians vive momento conturbado fora de campo. O atacante Paolo Guerrero não deve ficar e

Emerson Sheik já foi avisado que não será mais atleta do Timão. Diante deste cenário, o técnico Tite não confirma a equipe que entrará em campo, mas duas mudanças estão certas. Vagner Love ficará 15 dias recuperando a forma física e o zagueiro Felipe dará lugar ao experiente Edu Dracena. Assim, o Corinthians vai de; Cássio, Fagner, Edu Dracena, Gil e Fábio Santos; Ralf, Elias, Renato Augusto, Jádson; Guerrero e Mendoza.


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