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Pódio - 21 de fevereiro de 2016

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MANAUS, DOMINGO, 21 DE FEVEREIRO DE 2016

3090-1075

esportes@emtempo.com.br

Naça duela com Genus na arena Pódio E3

Clássico carioca... em Brasília Com o Maracanã fechado para o futebol, Flamengo e Fluminense escolheram o estádio Mané Garrincha, em Brasília, como palco para o primeiro Fla-Flu da temporada em 2016. Pódio E7

IONE MORENO

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AMISTOSO


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Túnel do tempo podio@emtempo.com.br Willian D’Ângelo

União Sportiva, bicampeã estadual Charuto, Pedro Barbosa, Jofre Costa, Delfim, Sabá, Raimundo Paixão, Dico, Rabito, Jokeide Barbosa, Ofir Corrêa, José da Paixão, Candu, Lauto Chibé, Spenar, Tácio Moura, Tenente e Hildebrando. Também participaram da competição as equipes do Monte Cristo, Independência, Cruzeiro do Sul, Nacional, Rio Negro e Fast Clube. Em 1935 o time base alvinegro era formado por Charuto, Beré, Jofre Costa, Delfim, Sabá, Raimundo Paixão, Dico, Rabito, Jokeide, Ofir Corrêa e José da Paixão. O ano de 1934 também mostrava a Itália de Mussolini vencendo uma Copa do Mundo que foi um misto de futebol e política. Aquele Mundial deveria ter sido disputada na Suécia, mais o país desistiu do evento por estar vivendo problemas financeiros. Considerado o melhor jogador italiano no período pré-Segunda Guerra, Giuseppe Meazza começou a jogar com apenas 17 anos, na Ambrosiana (atual Inter de Milão). Bastaram 3 anos para Meazza ser convocado para a seleção, pela qual marcou 33 gols em 53 jogos - marca superada somente nos anos 70, por Luigi Riva.

DIVULGAÇÃO

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União Sportiva Portuguesa foi fundada oficialmente no dia 18 de Agosto de 1915, graças a fusão entre duas equipes de origem lusa: Vasco da Gama e o Onze Português. O clube adotou um uniforme alvinegro, idêntico ao do Botafogo do Rio de Janeiro (RJ), e já em 1916 participava do Campeonato Amazonense da Primeira Divisão. No ano da fundação do time alvinegro, participaram do certame regional as equipes do Nacional, Rio Negro, Manáos Sporting, Manaós Atletic, Onze Português e Luso F. Clube. No ano seguinte, além da União Sportiva, participaram também as equipes do Nacional, Rio Negro, Manàos Sporting e Luso F. Clube, com o Leão da Vila Municipal conquistando o título. Durante seus primeiros anos de vida, a União Sportiva revelou bons jogadores como Alhadas, Moraes, TicoTico, Jacó Benoliel, Vidinho e Liberal. A equipe conquistou os dois títulos mais importantes da sua história em 1934 e 1935, sendo campeão amazonense. Em 1934, a União Sportiva contou com atletas como

Colunista do PÓDIO

Inspirado no Botafogo-RJ, União Sportiva Portuguesa adotou uniforme alvinegro após fusão entre duas equipes

Além do faro de gol, o Pepino tinha como pontos fortes a organização de jogadas ofensivas e as assistências. Ele foi o cérebro da Azurra nas conquistas de 1934 e 1938. Nesta última, já consagrado, foi o capitão da equipe. Um dos craques da história do time alvinegro, Rabito foi jogador da União Es-

portiva Portuguesa durante várias temporadas. O único time que defendeu durante muitos anos, formando com Dico uma ala direita de muito respeito na época do futebol amador. No ano de suas duas conquistas, a sede da União localizava-se na rua Marcílio Dias. A última vez que participou da disputa do Cam-

peonato Amazonense foi em 1951. Depois, o clube extinguia seu time de futebol. A União teve como principal rival o time do Luso, na qual ambos protagonizaram o clássico português de Manaus. Sua última sede localizou-se na avenida Joaquim Nabuco, Centro da cidade, quando o clube foi extinto para sempre.

Durante seus primeiros anos de vida, a União Sportiva revelou bons jogadores como Alhadas, Moraes, Tico-Tico, Jacó Benoliel, Vidinho e Liberal. A equipe conquistou os dois títulos mais importantes da sua história em 1934 e 1935, sendo campeão amazonense”


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Nacional pega Genus para se manter invicto no ano Após a conquista do troféu Leão Forte da Amazônia, os comandados de Heriberto da Cunha buscam a quarta vitória no ano IONE MORENO

Heriberto (calção branco) ainda não viu sua equipe jogar de maneira convincente

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ais variação no ataque. Esse tem sido um dos aspectos que o técnico Heriberto da Cunha tem tentado implantar na equipe para o duelo do Leão da Vila Municipal contra o Genus-RO, neste domingo, às 16h, na Arena da Amazônia Vivaldo Lima. Depois de seguidas vitórias em amistosos e a conquista do troféu Leão Forte da Amazônia em cima do Remo, o clima no Nacional tem sido de descontração entre os jogadores e membros da comissão técnica. “Aos poucos estamos definindo a equipe. Já temos uma base formada. Os dois homens lá da frente, a defesa e o meio campo têm mantido uma performance muito boa. E agora, aos poucos, a gente vai definindo. Ainda estamos buscando formações diferentes no nosso ataque, para quando chegar na hora do jogo termos mais opções”, Cunha. Após seguidos trabalhos com ênfase na parte técnica da equipe, o comandante leonino concluiu que para acontecer uma boa evolução na partida deste domingo, o time precisa focar em outros aspectos do jogo. “São três conjuntos que devem andar juntos: a parte física, técnica e tática. Não adianta estarmos bem tecnicamente se o físico e o tático não está bem. Não adianta estarmos bem tecnicamente e taticamente se fisicamente não temos força para jogar. Então, é importante que esses três conjuntos estejam andando na mesma linha, para que possamos ter uma equipe bastante compactada, criativa e com desenvoltura”, destaca.

Cunha se diz satisfeito com a forma com que sistema defensivo tem se comportado nos amistosos, e ressaltou que o ataque do time tem um papel fundamental para que isso aconteça. “Estamos nos comportando bem. A recomposição da equipe tem sido muito boa. Para você ter uma boa defesa, você precisa ter um ataque que recomponha e que ajude a marcar”, aponta. Para este duelo, o comandante nacionalino não poderá contar com o atacante Sandrinho, que se contundiu no duelo diante do Remo. Substituído durante o jogo com os paraenses, o atacante Wanderley reclamou de dores musculares, mas treinou forte durante a semana e deve estar em campo. Quem também deve voltar a atuar é o zagueiro Vitor, que se recuperou de uma dengue. “O time está focado, estamos muito mais confiantes, ainda mais depois da vitória contra o Remo, que as pessoas diziam que era a equipe que vinha aqui e acontecia, e provamos que não é bem isso. Estamos muito mais confiantes e a cada dia a equipe está mais fechada”, afirma atacante Rafael Silva. Ingressos Os ingressos para o confronto custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Este será o quinto amistoso do Nacional na prétemporada. A equipe comandada pelo técnico Heriberto da Cunha venceu São Raimundo/ PA e Penarol/AM, ambos por 2 a 0, o Fast Clube/AM por 2 a 1 e, no último domingo (14), conquistou a taça Leão Forte da Amazônia ao vencer, nos pênaltis, o Remo/PA por 5 a 3.

Genus apostou forte na preparação Atual campeão rondoniense, o Genus-RO chega a Manaus para disputar mais um amistoso no ano. O jogo servirá de preparação para as duas equipes, que 2016 representarão seus Estados em competições nacionais (Copa do Brasil e Copa Verde). Além disso, ambos os clubes têm algo em comum: a pré-temporada começou com bastante antecedência. O Genus está em pré-tem-

porada desde o dia 20 de janeiro, sob o comando do técnico Claudemir Pontin e pelo preparador físico, Marcelo Nogueira, enquanto o Nacional começou no dia 9 de dezembro. Neste começo de ano, o Genus já disputou sete amistosos, com destaque para o confronto diante do Londrina, onde a equipe rondoniense venceu por 2 a 1. Para se manter no topo, após o título estadual, a

diretoria do Genus decidiu investir forte na temporada de 2016. Em virtude da maior estrutura atrelada à possibilidade de realizar amistosos contra equipes fortes, o aurigrená da capital decidiu realizar toda a pré-temporada em Arapongas, interior do Paraná, resultado da parceria entre Genus e Nacional de Rolândia. No total, 22 jogadores foram contratados para fazer parte do elenco.

Os trabalhos se iniciaram no dia 20 de janeiro, sob o comando do técnico Claudemir Pontin e do preparador físico Marcelo Nogueira. A boa relação do técnico do clube com os clubes paranaenses proporcionou ao Genus diversos amistosos de alto nível. O clube jogou contra várias equipes paranaenses: Londrina (duas vezes), Portuguesa, Cambé, Apucarana, Paranavaí e Cianorte. DIVULGAÇÃO

Torcida do time de Rondônia está confiante após as boas partidas realizadas contra equipes como Londrina e Cianorte no Sul do Brasil


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Uma década de amor ao futebol americano no AM FOTOS: DIVULGAÇÃO

Como quase todas as modalidades esportivas praticadas no Amazonas, o football sobrevive graças à dedicação dos seus fãs

A paixão pelo futebol americano por parte dos fãs é o que mantém a modalidade viva em Manaus

DANIEL PRESTES

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epois de todo o espetáculo e do clima do Super Bowl 50 - um dos maiores eventos esportivos realizados nos Estados Unidos e no mundo -, o futebol americano ainda busca seu espaço no cenário local, próximo de fazer uma década em Manaus. Apesar de todos esses anos, o football tem encarado e ultrapassado diversas barreiras para se manter vivo e com atividades anualmente. Sem patrocínios, espaços adequados para a disputa da modalidade e ajuda por parte do poder público, o segredo está na paixão dos adeptos do esporte da bola oval. Muitos atletas que jogam, “administram” o football desde seu início no Amazonas. Nomes como Nazareno Mendonça, Caio Tractor, Guelber Menezes, Marcio Sigrid, Chicão, entre tantos outros, lutam para popularizar o esporte na capital. O presidente da Federação Amazonense de Futebol Ameri-

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cano (Feamfa), Felipe Dionísio, destacou o ano de 2016 como histórico para a modalidade. Ele já conta com a confirmação de seis equipes para a disputa da atual temporada: Ajuricaba Warriors, Manaus Cavaliers, Manaus Broncos, Black Hawks, North Lions, Lobos FA, e ainda espera a confirmação de outros dois times: Manaus Raptors e Amazon Panthers. “Nós temos uma programação, mas não tem nada certo ainda. Provavelmente podemos ter oito times na atual temporada. Uma conversa já foi iniciada para que nós tenhamos alguns jogos transmitidos ao vivo pela TV aberta, e isso vai ser pioneiro no Brasil. Alguns já transmitiram finais ao vivo na TV fechada, mas se tudo der certo, nós pretendemos transmitir jogos regularmente”, divulga Dionísio. Para o dirigente, se o futebol americano está crescendo e ganhando apelo junto público local, é graças ao grande esforço feito pelos clubes desde o início da modalidade na capital. “Isso

tudo é fruto, principalmente, do empenho e do trabalho de todas as equipes que jogam e disseminam o futebol americano no Estado”, afirma. Jogo em estádio Mesmo com todos os percalços encontrados pelo caminho durante os 10 anos da modalidade em Manaus, o ponto alto do football na capital amazonense aconteceu ano passado, com a final da temporada sendo realizada no estádio do Osvaldo Frota. “Recebemos de presente do professor Marrocos, secretário– executivo da Sejel (Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer), o espaço que foi o estádio Osvaldo Frota, na Zona Norte. Apesar do corre-corre e da demora para entregar o complexo, conseguimos realizar a partida e levamos um grande público ao local”, conta Dionísio. Nesta temporada, a Feamfa sonhava em realizar as partidas da temporada nos Campos Oficiais de Treinamento

Jogadores de futebol americano sofrem com falta de patrocínio, mas não desistem de praticar modalidade

(COTs) para a Copa do Mundo 2014 – os estádios Ismael Benigno e o Carlos Zamith. Mas, conforme o presidente do Ajuricaba Warriors, Nazareno Mendonça, sempre houve falta de vontade dos governantes para “abraçar” a modalidade. “Eles davam a desculpa sobre o gramado, que iria danificar. Levamos especialistas na área;

Eles apresentaram projetos que comprovavam que o campo não seria prejudicado. Mesmo assim, a resposta sempre foi negativa”, lamenta Mendonça. Patrocínios e a preparação A equipe do Ajuricaba Warriors, atual campeão amazonense, já começou a preparação para a atual temporada. Mendonça dá destaque à importân-

cia dos times se regularizarem, com a inscrição, inclusive, no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), já que desta forma a busca por patrocínios pode ser facilitada, tornando o football cada vez mais profissional em Manaus. “Eles (patrocinadores) até tentam ajudar, mas exigem que a gente esteja documentado, com o CNPJ”.

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Talento de gente

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Aos 13 anos, Thássane Abrahim saiu de Manaus para aperfeiçoar suas técnicas em São Paulo DANIEL PRESTES

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Aos 13 anos, Thássane Abrahim desponta como uma promessa do tênis amazonense

Assistir partidas para aprender O pai da tenista disse que antigamente a filha não gostava de acompanhar as partidas de tênis pela televisão e que só começou a assistir à vera no ano passado. Thássane admite que só veio começar a ver jogos em 2015, mas tratou o assunto com bom-humor. “Ah, eu gostava sim, mas realmente eu comecei a assistir mais ano passado. Antes era mais só por ver. Como eu posso dizer? Acompanhar. Agora estou assistindo mais jogos para estudar, como se fosse matéria de escola mesmo”, revela a tenista. Thássane tem ganhado des-

taque ao atuar em categorias diferentes, ao encarar meninas mais experientes e de uma faixa etária acima da dela. A tenista já foi vice-campeã nas duplas e semifinalista em simples na categoria 18 anos do circuito mundial da ITF Federação internacional de Tênis (ITF). “Meu primeiro torneio fora do país foi ano passado, quando eu fiz a Gira Cosat (atualmente ela também disputa esse campeonato) e fui para Venezuela, Colômbia, Equador e Argentina. Esse ano joguei só na Colômbia, Equador, Peru e Chile”, diz Thássane.

lgumas responsabilidades podem começar a partir da infância. No esporte, a rotina de treinos e a pressão são comuns e requerem talento e habilidade do jovem atleta para lidar com a situação. Esse é o caso da tenista amazonense Thássane Abrahim, 13, que, apesar da pouca idade, já desponta como uma das grandes promessas do tênis da região. Incentivada pelo pai, Mário Abrahim, a garota começou no esporte 5 anos atrás, quando acompanhava seu pai nas partidas dentro da Academia de Tênis. “Iniciei aos 8 anos, mas só comecei a disputar alguns torneios aos 9. Foi puro prazer mesmo, dois dias na semana eu só queria saber de brincar e daí foi aumentando o interesse”, conta Thássane. Pai coruja, Mário fez questão de destacar o interesse da filha pelo desporto desde pequena. “A Thássane já praticava esporte desde os 4 anos. Começou com natação e vôlei. Com 8, ela me pediu para jogar tênis. Ela me acompanhou numa partida lá na Academia de Tênis, gostou e me pediu para fazer aula e foi aperfeiçoando os golpes dela desde então”, recorda. Já totalmente adaptada a sua rotina de treinamentos, a joia amazonense comentou o quanto foi difícil abandonar a cidade e os amigos para se aventurar em São Paulo, onde treina no Instituto Tênis. “Sinto bastante falta da minha família, incluindo amigos. Mas com o costume, eu tenho algo para me distrair. No começo foi muito duro, os primeiros meses eu sentia muito a falta dos meus pais. Agora, eu já acostumei, me adaptei bem com a rotina de treinos e em torneios”, explica. Sobre as disputas de campeonatos fora do país, Thássane ressalta sobre a dificuldade de jogar no exterior e lidar com o idioma diferente. “No primeiro torneio, eu não conhecia nada e nem falava uma palavra de espanhol. Mas eu fui aprendendo mais e tentando fazer o meu melhor em todos os sentidos. Era tudo muito diferente e novo, mas acabei encarando isso de forma tranquila. Mas confesso que no idioma, até hoje, não sou das melhores, mas eu me viro bem”, brinca.

Título internacional Em seu currículo, Thássane já acumula título brasileiro e duas competições internacionais: a Copa Gerdau e a Copa Mundial de Tênis Banana Bowl, conquistado com o clube Monte Líbano, sediado em São José do Rio Preto (SP). Para entender o tamanho do feito da amazonense, essa competição já contou com grandes jogadores consagrados na modalidade, como o espanhol Rafael Nadal, Andre Agassi, Ana Ivanovic e Andy Roddick, além dos

PROGRAMAÇÃO A tenista amazonense vai disputar torneios na Venezuela, Colômbia, Equador, Chile, Argentina, além do Banana Bowl e a Copa Gerdau no Brasil. Fora isso, ainda desbravará a Europa na segunda metade da temporada

brasileiros Thomaz Bellucci (atual número 1 do Brasil no ranking da ATP), Teliana Pereira e o tricampeão de Roland Garros, Gustavo Kuerten. Quando perguntada sobre com qual tenista ela mais se afeiçoa, Thássane mostrou personalidade. “Não me identifico particularmente com nenhuma, mas gosto de ver o que cada uma tem de melhor, para observar os pontos positivos de cada jogadora e trazer para o meu jogo”, aponta.

Thássane atualmente disputa competições no Chile e no Paraguai

Treinos em SP e torneios fora Mário aponta o apoio que sua filha vem recebendo do Instituto Tênis, com treinos diários de até sete horas, vem fazendo Thássane evoluir bastante. Hoje, ela mora em apartamento nas dependências do clube com as outras meninas da equipe. “Agora que treina no Instituto Tênis, em São Paulo, ela está tendo uma adaptação muito tranquila, evoluindo muito com os treinos. Ela está bem lá, fazendo o que quer. Para ela é tranquilo, está se dando bem na escola e

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jogando torneios fortes”, reconhece. Atualmente disputando torneios no Chile e no Paraguai, Thássane ainda disputará duas competições no Brasil nos próximos meses. Durante todas essas competições, ela ainda disputará o circuito mundial da ITF, na categoria 18 anos. O calendário dela para este certame ainda não está pronto, mas os organizadores ainda vão definir aonde ela vai jogar. Atualmente, Thássane está na decima oitava colocação ranking da

Confederação Brasileira de Tênis (CBT). “Sei que não vai ser fácil essa nova fase, muito tempo longe da família, nova escola, treinos puxados de segunda a sábado e campeonatos difíceis na Europa e Estados Unidos. Mas tudo vai ser um aprendizado, uma boa experiência pra vida. Com o Instituto Tênis vou ter a chance de disputar e conhecer a realidade dos maiores torneios juvenis do mundo” disse a jovem tenista que demonstra ter uma maturidade muito acima da idade.

Thássane aproveitou para tietar Gustavo Kuerten, o Guga, tricampeão de Roland Garros

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VÍTOR SILVA/SSPRESS/BOTAFOGO

COBRANÇA

A ‘dor de cabeça’ de Fla e Atlético-MG com R10

Fogão encara Cabofriense neste domingo Com 100% de aproveitamento no Cariocão após quatro jogos, Glorioso pode encaminhar classificação hoje

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ão Paulo (SP) - Líder do Grupo B e com 100% de aproveitamento no Campeonato Carioca, o Botafogo recebe a Cabofriense neste domingo (21), em São Januário, às 16h, pela 5ª rodada da competição. Com 12 pontos ganhos e somente um gol sofrido na competição, o Botafogo entra em campo com certa tranquilidade e com a certeza de que terminará a rodada na liderança. Na segunda colocação do grupo botafoguense aparece o Flamengo, com cinco pontos a menos que o rival - vantagem considerável depois de apenas quatro rodadas. O técnico Ricardo Gomes, porém, quer garantir a classificação na primeira posição do grupo, e deve escalar o time com força total neste domingo (21). A única novidade da equipe

deve ser a presença entre os reservas do jovem atacante Neilton, que se recuperou de lesão, marcou um gol no coletivo desta quinta (18), e deve entrar no segundo tempo. Mas é Luís Henrique quem começa a partida no ataque. No meio, Gegê e Gervasio Núñes serão os titulares, jogando à frente dos volantes Airton, Bruno Silva e Lindoso. Na sexta posição do Grupo A, com quatro pontos, a Cabofriense precisa vencer para se aproximar da zona classificação para a próxima fase do Carioca. Para este domingo (21), o técnico Eduardo Hungaro conta com os reforços do zagueiro Mário Luís, regularizado pela Federação do Rio, e do volante Andreazzi – liberado pelo Botafogo, dono dos direitos do atleta –, mas que devem começar no banco.

Luís Henrique foi confirmado no comando de ataque do Botafogo por Ricardo Gomes

São Paulo (SP) - Ronaldinho Gaúcho é um objeto de desejo dos clubes brasileiros. Apesar de ter caído de produção nos últimos tempos, o astro atraiu a atenção das diretorias desde que voltou ao Brasil, em 2011. Teve sucesso no Atlético-MG, com a conquista da Copa Libertadores, em 2013, e ajudou o Flamengo a conquistar o Campeonato Carioca 2011 e a terminar no G-4 no Campeonato Brasileiro, ainda que não tenha brilhado. Porém, agora os presidentes precisam “pagar a conta” do astro. Na última quinta-feira (18), o Flamengo entrou em acordo com o jogador para pagar a dívida que deixou em sua saída, em 2012. Á época, o craque e seu irmão cobravam R$ 55 milhões do clube (R$ 40 milhões de atrasados, além de R$ 15 milhões em danos morais), mas os dois se acertaram por R$ 17 milhões, com o pagamento de R$ 5 milhões à vista e depois com dez parcelas de R$ 1,2 milhão. Logo após solucionar o imbróglio com o clube carioca, Assis, representante do jogador, se voltou ao Atlético-MG. Ídolo recente, Ronaldinho cobra um valor superior a R$

12 milhões dos mineiros, segundo reportagem do jornal “Hoje em Dia”. A ideia do staff do jogador é resolver a situação até março, e o empresário já foi ao CT do Galo para negociar a dívida. Durante a sua passagem pelo Atlético-MG, Ronaldinho fez história. O jogador foi peça fundamental na conquista da Copa Libertadores, em 2013, e mantém uma idolatria com os torcedores do Galo, mesmo em meio a uma saída conturbada, com reclamações de Levir Culpi em 2014. Porém, os problemas judiciais demonstram os dois lados da moeda de contar com o astro em sua equipe. Dúvidas Ao mesmo tempo, as dívidas também escancaram a falta de uma administração rentável nos clubes - algo que demonstrou uma sensível melhora nos últimos anos, principalmente no Flamengo, com Eduardo Bandeira de Mello. Não era raro um clube contratar um jogador de calibre mesmo sem ter condições de arcar com os seus salários. Agora, é torcer para que a “dor no bolso” sirva de lição: vale a pena contar com esse tipo de “estrela”?


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Fla-Flu

longe de casa

Com o Maracanã fechado para o show dos Rolling Stones, clássico carioca será disputado em Brasília, no estádio Mané Garrincha. A vitória é importante para ambos, já que as equipes passam por questionamentos pando os 11 iniciais antes mesmo do dia do jogo. Além do mistério sobre a escalação, o treinador rubro-negro também concentrou seu discurso na importância de conversar com os atletas para prevenir as lesões. Poupados no jogo do meio de semana, contra o América-MG, válido pela Primeira Liga, Emerson Sheik e Alan Patrick trabalharam normalmente nos treinamentos que antecederam o clássico e devem voltar ao time no jogo de hoje. Contudo, a situação de Emerson ainda exige cuidado. “Estamos atentos ao desgaste. Ele é jogador de explosão, usa muito a parte muscular. O que vamos fazer é não correr risco de lesão. Quem estiver com incômodo, sai”, declarou o treinador, pregando a mesma atenção à situação de Juan. “Vamos ver porque ele tem respondido bem, atuado em todos os jogos”, falou. Depois de fazer a estreia oficial no Espírito Santo, o colombiano Cuéllar segue com um programa

especial de treinos para retomar a forma ideal o mais rápido possível. E é contra o desgaste que Muricy quer fazer todo o elenco lutar para conseguir se sobressair diante do rival. “A gente ainda não está 100% preparado, mas é importante para movimentar o campeonato. Não é decisivo ainda, porque nosso time está pensando mais na frente. O problema é que os dois times vão ter o desgaste da viagem, mas o jogo tem de tudo para ser bom”, falou o comandante, que já pensa em colocar um time alternativo em campo diante do Macaé na próxima rodada. O goleiro Paulo Victor foca em um bom resultado contra os tricolores e prevê um bom duelo no estádio Mané Garrincha. “Vamos pensar no Fluminense e pensar depois nas próximas rodadas. O Fla-Flu é especial, mais de 100 anos, tenho certeza que será uma festa bonita. O Mané Garrincha tem um gramado excelente. Preferimos jogar no Rio, por causa do desgaste (da viagem), mas é um grande jogo. Se o

NELSON PEREZ/FLUMINENSE

Fred está de volta ao ataque tricolor após cumprir suspensão pela Primeira Liga

estádio estiver lotado será melhor ainda”, disse. Paulo Victor afirmou que a derrota para o Vasco no fim de semana já foi superada. Ele lembrou que o Flamengo sofreu poucos gols na atual temporada e prevê uma melhora com a sequência do trabalho do técnico Muricy Ramalho.

INGRESSOS Até quinta-feira (18), mais de 10 mil ingressos já haviam sido vendidos para o duelo entre Flamengo e Fluminense em Brasília, no estádio Mané Garrincha. A expectativa é de casa cheia “Temos sido um time equilibrado, que não tem levado gols. Uma derrota sempre vai incomodar, independente do adversário, só que não adianta se remoer por isso. Estamos ainda nos conhecendo em detalhes dentro de campo. O Muricy tem procurado a melhor maneira de jogar do time”, declarou.

Pressão Pelo lado do Flu, o técnico Eduardo Baptista ficou com a situação um pouco mais tranquila após as duas vitórias consecutivas. Se os 4 a 0 aplicados no Tigres não adiantou muito para acalmar os torcedores, os 4 a 3 diante do Cruzeiro dentro do Mineirão, pela Primeira Liga, deixaram a vida nas Laranjeiras um pouco mais agradável. Nada que iluda o comandante, acostumado com as cobranças e com as pressões de sua profissão. O treinador ressaltou que a equipe deve permanecer focada, ainda mais por disputar um clássico. “Não podemos nos iludir e nos enganar com as duas vitórias seguidas, pois no futebol a cobrança sempre vai existir. A euforia nós vamos deixar de lado, pois no domingo já temos um clássico contra o Flamengo e precisamos do resultado positivo. Temos que trabalhar e manter os pés no chão”, disse Baptista. Eduardo não deixou de comentar o processo

de “fritura” que parecia existir nas Laranjeiras e que pode desencadear na sua demissão. “Se fala muito e por isso mesmo eu procuro nem escutar, pois é preciso ter responsabilidade em um momento como esse. A pressão aqui é grande e não me interessa sair do Fluminense, que é o meu prato de comida. Falaram que eu já tinha saído, assinado com a Ponte Preta. Não procuraram ver que o valor da minha multa para sair é muito alta e não está nos meus planos. Estou satisfeito porque acredito que estamos conseguindo evoluir com o trabalho, apesar de todo esse quadro. Se fala muito do modelo europeu, que lá é tudo lindo. Lá o técnico do Liverpool pediu dois anos para ser cobrado. E aqui?”, desabafou Baptista.

Guerrero espera engatar uma boa sequência no comando de ataque rubro-negro

GILVAN DE SOUZA/FLAMENGO

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io de Janeiro (RJ) - Maior clássico carioca, o Fla-Flu é ilustrado até no hino do Rubro-Negro. E neste domingo acontecerá o primeiro duelo entre os rivais no ano. Porém, a partida será disputada longe do seu principal palco: o Maracanã. Liberado para o show do Rolling Stones, o duelo será disputado no estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF). A bola vai rolar às 17h30 e será importante para ajudar a definir o destino de ambas as equipes no Campeonato Carioca. Com sete pontos, o Flamengo pode terminar a partida fora da zona de classificação caso saia de campo com uma derrota. Por este motivo, o técnico Muricy Ramalho mudou o protocolo ao conceder coletiva na Gávea e não informou sobre o time que vai a campo. Até então, o treinador vinha anteci-


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