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Pódio - 19 de outubro de 2014

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Clubes se ajustam para Série B do AM Pódio D4 e D5

MANAUS, DOMINGO, 19 DE OUTUBRO DE 2014

esportes@emtempo.com.br

Internacional fará peneira em Manaus

O alvo são eles Com três vitórias seguidas no Campeonato Brasileiro, Palmeiras chega para o clássico contra o Santos motivado a dar sequência à boa fase. Já o Peixe, conta com a volta de Robinho como triunfo. Pódio D7

Pódio D3


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MANAUS, DOMINGO, 19 DE OUTUBRO DE 2014

Aderbal LANA

O futebol É UMA CACHAÇA para o povo BRASILEIRO

FOTOS: RAIMUNDO VALENTIM E DIEGO JANATÃ

THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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O São Raimundo ficou marcado pela situação em que assumi o clube. Na época, assumiu eu e o Ivan Guimarães. Não tínhamos nem bola para treinar. Quase não tínhamos torcida. No primeiro jogo que comandei, tínhamos 24 torcedores. Aquilo me marcou, porque começamos do zero. Não tinha ninguém me perturbando. O grande problema aqui é que não me deixam trabalhar

aior vencedor do futebol amazonense. Esse é o técnico Aderbal Lana. Com os seus 67 anos, o comandante do histórico time do São Raimundo que conquistou o tricampeonato da Copa Norte, continua na ativa e comandou o Fast no último campeonato amazonense de futebol. A equipe PÓDIO conversou com o treinador que revelou histórias de sua carreira e avaliou o atual momento do futebol no Estado. Pódio – Como vê o atual momento do futebol no Amazonas? É peculiar ver o momento do futebol daqui, porque várias vezes já vi o futebol assim. Em 96, quando cheguei para o São Raimundo, o nosso futebol estava pior que o atual. Em pouco tempo se recuperou e houve uma década de bom futebol. Depois que o São Raimundo caiu para a C e não conseguiu se manter, o futebol amazonense voltou a estaca zero. Em 2013, o Nacional começou a aparecer nacionalmente. A torcida voltou aos estádios e voltaram a falar no futebol novamente. Agora temos que trabalhar para continuar com esse crescimento. Um problema que enfrentamos era a falta de estádio na capital. O futebol amazonense virou futebol do interior. Com a construção do Carlos Zamith e arena, e a reforma da Colina, acredito que posemos voltar a levar torcida aos estádios. Pódio – Qual o maior problema que os clubes do Estado enfrentam? Muitos dizem que aqui as pessoas só torcem por clubes cariocas. Eu já vi momentos em que se torciam pelos clubes daqui. Acho que falta credibilidade. Sinto que os clubes precisam se mexer para mudar isso junto com a federação (FAF). Ela recebe 10% de todos os jogos que estão acontecendo na arena. Acho que eles deveriam fazer um caixa para ajudar os clubes. Assim, não ficariam só na dependência da ajuda do governo. Não acho errado o governo investir. Porém, temos que achar alternativas. Tudo que vem para o esporte é benéfico. O futebol profissional é uma cachaça para o povo brasileiro.

Pódio – Como avalia o calendário do futebol no Estado? A federação precisa ser mais atuante. Ela tem que fazer um campeonato mais longo. Escuto muitas pessoas dizendo que o nosso futebol não revela jogadores. Como você vai revelar um atleta se temos um campeonato de três meses? Acaba e ele fica parado oito, nove meses na cidade. Tudo que ele aprendeu no estadual, vai ser jogado fora. Não tem continuidade. Cito o São Raimundo como exemplo, porque ele foi o time do continuísmo. Acabava o campeonato, íamos atrás de dois ou três jogadores para reforçar. Foi por isso que deu certo e chegou perto da Série A. Falta continuidade. Temos que apertar o presidente da federação. Ele tem que se mexer. Sabemos que não vai sair mesmo. Então é hora de pensar no futebol do Amazonas e nos clubes. Pódio – Qual a sua opinião sobre a atual gestão da FAF? É difícil avaliar essa gestão. Já critiquei muito. Às vezes, o Dissíca (Dissíca Valério, presidente da Federação Amazonense de Futebol) pode até achar que tenho alguma coisa contra a pessoa dele. Não tenho nada contra ele. Apenas acho que ele joga fora vagas da Copa do Brasil que podem ser mais bem aproveitada. Por exemplo: você daria uma vaga da Copa do Brasil para o campeão estadual. A segunda, daria para o campeão de alguma copa que seria jogada no segundo semestre. Assim, você teria continuidade. Poderia aproveitar jogadores da cidade e de base. Tem que pensar mais no nosso futebol. Aproveitar o dinheiro que está entrando nesses jogos. Ela vai pegar R$ 300 mil nesse jogo do Flamengo. Ela vai fazer o que com isso? Não tem nenhuma competição e recebe uma verba mensal da CBF para se manter. Essa é a hora de colocar o Dissica no canto em uma reunião e tentar fazer um futebol mais forte no Estado. Pódio – Está negociando com alguma equipe para 2015? Ainda não. O futebol aqui deu uma esfriada, principalmente depois da Copa do Mundo. Evidentemente, os olhos dos grandes clubes viraram para Manaus. Isso fez que o nosso futebol ficasse em

segundo lugar. Até agora, não fui procurado e não tenho essa preocupação. Estamos aí. Se aparecer clube para trabalhar, vamos trabalhar. Se não aparecer, a vida contínua. Pódio – Qual foi o melhor time em que você trabalhou? Treinei o Goiás, Mixto, Vila Nova e Atlético–GO no Campeonato Brasileiro. Mas o São Raimundo ficou marcado pela situação em que assumi o clube. Na época, assumiu eu e o Ivan Guimarães. Não tínhamos nem bola para treinar. Quase não tínhamos torcida. No primeiro jogo que comandei, tínhamos 24 torcedores. Aquilo me marcou, porque começamos do zero. Não tinha ninguém me perturbando. O grande problema aqui é que não me deixam trabalhar. Falam que a convivência comigo é complicada. Não é difícil, apenas tem que ser profissional. Não gosto de trabalhar com jogadores e diretores que não são profissionais. Sei que alguns dirigentes chegam a tirar dinheiro do bolso para o clube. Tiro o chapéu para essas pessoas, porém, fazendo isso, eles se acham no direito de mandar no time. Isso não cabe à eles. No São Raimundo, eu tinha carta branca do Ivan. Fazia o que tinha que ser feito com profissionalismo. Foi um time que cresceu, construiu uma torcida e brigou com as grandes equipes do Brasil. Pódio – O que aconteceu com o São Raimundo? Muita gente começou a querer mandar. Quando um time começa a ganhar, começa a aparecer várias pessoas. É diretor disso, diretor daquilo, presidente que nunca foi ao campo. Pessoas que assumem só para ter status e aparecer. O São Raimundo poderia ser um time gigante. Acho que pode ainda pode ser. Tem uma torcida muito grande, jovem e que é apaixonada. Porém, não vai voltar nunca com as pessoas que comandam o time atualmente. Eles estão enraizados no clube desde a sua fundação e não deixam ir para frente. Quando cheguei lá, eles tinham um troféu. Saí e deixei 35 nas suas prateleiras. Pódio – Acredita que algum clube pode chegar tão longe como o São Raimundo? Acredito sim. Vi que o Nacional vai manter seu treinador e fez um projeto até 2024.

São 10 anos, mas tem que fazer mesmo. São dois anos para cada divisão. Não é um percurso fácil. Às vezes você vai empacar numa divisão por 2 ou 3 anos. O nosso futebol tem uma vantagem muito boa. Os clubes pagam em dia. Por esse motivo que estacionei em Manaus. Não vou ficar saindo para dar murro em ponta de faca. Os clubes estão centrados e trabalhando em cima de suas receitas. Não fazem nenhuma extravagância. Pódio – Qual o melhor jogador com quem trabalhou? Foram vários que eram exemplos de profissionais. Porém, trabalhei com gente ruim e que só deram trabalho. Algumas vezes, a imprensa até ajudava, porque dava moral. Afastava e não sabiam o motivo, depois ficavam cobrando. Isso acontece no Brasil. Estão entrevistando o Sheik (Emerson) que é baladeiro. Ele fica metendo pau na diretoria do clube. Ele não deu nada ao clube. Só recebeu. Tem que deixar esses caras em segundo plano. Trabalhei com o Isaac que era volante. Mais recentemente, trabalhei com o Dinamite (Roberto) que é um senhor profissional. Delmo, Alberto, Marcelo Araxá no São Raimundo. No Nacional tinha o Leonardo e o Denis. Vários bons. Os que dão mais trabalho são os jogadores criados no Amazonas. Pódio – Qual foi o pior dirigente com quem trabalhou? Tive um problema no Nacional, mas os piores foram no final do São Raimundo. Então digo que foi o Orlando Saraiva. Para começar, ele é torcedor do Flamengo. Pódio – As decepções no futebol já te fizeram pensar em parar? Eu já fui de tudo na minha vida. Comecei como mecânico quando garoto. Depois virei professor de educação física e entrei no futebol. Nunca mais sai. Minha vida inteira foi dentro do futebol e vou morrer no futebol. Não adianta falar que vou me aposentar. Sempre vou mexer com alguma coisa. Enquanto tiver saúde para estudar, correr e me movimentar, vou esta ali dentro. Podem me encostar, mas sempre estarei dentro do futebol. Pensava em parar depois da arena, mas ainda quero ser campeão dentro dela.

Minha vida inteira foi dentro do futebol e vou morrer no futebol. Não adianta falar que vou me aposentar. Enquanto tiver saúde para estudar, correr e me movimentar, vou estar ali dentro

Temos que apertar o presidente da federação (FAF). Ele tem que se mexer. Sabemos que não vai sair mesmo. Então é hora de pensar no futebol do Amazonas e nos clubes


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MANAUS, DOMINGO, 19 DE OUTUBRO DE 2014

FOTOS: ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

Paulinho tem entrada em diversos clubes grandes do Brasil

Internacional realizará

peneira em Manaus

O clube gaúcho promoverá em novembro uma seletiva no Amazonas com a ajuda do olheiro Paulinho Nascimento

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entando encontrar novos talentos pela Região Norte do país, o Internacional realizará nos próximos dias 1 e 2 de novembro uma seletiva no Amazonas que contará com o observador técnico Felipe Barreto Gil. O evento foi organizado pela Gapace Sports e contará com a ajuda do olheiro amazonense Paulinho Nascimento. “Decidimos focar no futebol do Norte. A peneira avaliará jogadores nascidos de 97 à 2002. Todos vão participar de um jogo para ver se tem qualidade ou não. O evento acontecerá no Campo da Colina e no

do 3B. Será cobrado o valor de R$ 40. Os que forem aprovados são ter todas as despesas pagas pelo clube”, informou representante da Gapace Sports, Gabriel Pinheiro. Ex-jogador de base do Estado, Paulinho já levou diversos atletas para equipes como Fluminense e Vasco. Regularizado e contando com a confiança da maioria dos grandes clubes brasileiros, o olheiro conta como vê a estrutura dos clubes de base do Amazonas. “As bases dos clubes amazonenses estão muito abaixo das demais do Brasil. Falta melhorar muito. Os grandes times estão

procurando atletas bem preparados fisicamente e que saibam se posicionar dentro de campo. Isso é fundamental para se destacar”, revelou Paulinho. O olheiro pretende acabar com o mito de que no Amazonas não existe jogadores com qualidade. Para isso, Paulinho critica e espera que os clubes invistam na preparação dos garotos. “Lá a competição dura o ano todo. Eles viajam para jogar. Aqui não vemos isso. O atleta amazonense é muito bom tecnicamente, mas peca na parte física. Os clubes precisam fazer um trabalho mais forte para revelar atletas”, informou.

Cuidado com os falsos profissionais Sabendo que para muitos garotos, o futebol é um sonho, Paulinho alerta os jovens atletas e os pais sobre o perigo de confiar em qualquer empresário ou olheiro. Segundo o observador, antes de mais nada, os responsáveis devem pesquisar a origem do profissional. “Acho que é uma louca ra

se arriscar por conta própria. Acho, também, entrar em contato com algum observador por internet. Trabalhar com futebol não é fácil. Isso piora se for com garotos menores de idade. Os interessados têm que pesquisar sobre os olheiros. Ver se é registrado e contato. Não é válido arriscar. O custo é alto”,

advertiu o olheiro que foi jogador de base do São Raimundo, mas não realizou o seu sonho, ser um jogador de futebol profissional. “Tento realizar o meu sonho com esses garotos. Sou um ex-jogador frustrado. Vejo o meu sonho nesses garotos e quero que alguns se destaquem no cenário nacional”, finalizou.


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‘Segundinha’ do estadua Imagem da última partida oficial do Rio Negro no Campeonato Amazonense de futebol

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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pós todo imbróglio e as seguidas discussões entre os clubes e a Federação Amazonense de Futebol (FAF) sobre a realização ou não da segunda divisão do campeonato estadual, tudo está definido e vai ter “segundinha” sim! Com o início marcado para o dia primeiro de novembro, véspera de finados, a competição pode ressuscitar um gigante do futebol local, o Atlético Rio Negro Clube. Longe dos gramados desde 27 de abril de 2013, quando entrou em campo para disputar a última rodada do segundo turno daquele estadual no estádio Gilbertão, em Manacapuru – acabou sendo derrotado por 2 a 0 para o Iranduba e consequentemente rebaixado -, o Galo da Praça da Saudade voltará a jogar uma partida de futebol profissional após 18 meses da sua segunda queda. Sob nova direção e apostando nas categorias de base, o presidente do Rio Negro, Thales Verçosa, acredita numa boa campanha do clube na Série B. Mesclando juventude com experiência, o dirigente acredita que o longo período de treinamento do Galo poderá pesar contra os demais concorrentes. Aposta na base “Temos nossa equipe permanente que já está em

treinamento desde quando terminou o juniores. Contratamos mais dez e já temos alguns jogadores apalavrados. Vamos começar os treinamentos de campo já na segunda (amanhã), sempre das 14h às 17h, somente nesse período”, avisa Verçosa. Ao todo, o Galo da Praça da Saudade já divulgou a contratação de 11 atletas: os goleiros Nailson e Douglas; os zagueiros Fábio Gomes, Thia-

Rio Negro não vai trazer atletas de fora, os de fora que vão jogar no Rio Negro são os que moram em Manaus Thales Verçosa, presidente do Rio Negro

go Brandão e Luan; o lateral esquerdo André Luiz; o volante Douglas Souza e Roberto Dinamite; os meias Thiago Amazonense e Weverton, além dos atacantes Marinelson e Thiago Verçosa. Questionado sobre o acerto de alguns jogadores anunciados com outros clubes, o dirigente do Rio Negro não acredita que isso será um empecilho, e caso haja o interesse dos atletas em permanecer para a disputa da divisão

principal no próximo ano, um novo acordo pode acontecer. “Não tem problema, porque nossa competição é Série B. Agora, se algum deles quiser ficar, nós teremos outra conversa”, argumenta. Sobre o favoritismo do Rio Negro na competição, Verçosa crê que ele virá de acordo com o rendimento da equipe dentro de campo. O dirigente ressalta que o clube entra na disputa com o objetivo de subir à Série A do estadual. Para isso, ele acredita no bom entrosamento da equipe de base rio-negrina. “O Rio Negro não vai trazer atletas de fora, os de fora que vão jogar no Rio Negro são os que moram em Manaus. Vamos investir no treinamento, pois nós acreditamos nele. Eu acredito que no futebol também se pode fazer como se faz nos outros esportes. Essa é a nossa forma de ver o esporte, claro que respeitamos a dos outros também”, disse Verçosa. À frente da equipe do Galo da praça da Saudade estará Sérgio Duarte. Pai de um dos atletas da equipe permanente do clube, o técnico se encaixou no perfil procurado pela diretoria para dirigir o time na segundinha. “Ele é muito amigo do nosso pessoal que trabalha nas categorias inferiores. Levei o nome dele para eles e foi aprovado. É um profissional qualificado e um cara de bom relacionamento”, arremata o presidente do Rio Negro.

CDC se muda para Nova Olinda Itinerante, o CDC Manicoré agora é de Nova Olinda. Um passo à frente dos demais rivais e em pé de igualdade com o Rio Negro, o time interiorano já anunciou algumas contratações de nome no futebol local. Segundo o presidente do clube, Janderson Ribeiro, a equipe já vem treinando e se preparando para a disputa. “Já estamos com alguns nomes previstos para chegar. Aqui da cidade vamos usar nove jogadores, mais 12 contratados, totalizando 21. O Kitó e o Celsinho já fecharam conosco. O Nailson já estava acertado, mas vou ligar para ele e ver o que aconteceu (o jogador foi anunciado pelo Rio Negro). Es-

tamos fazendo um elenco forte para subir. Já estamos em treinamento. O Paulo Goiano, que estava no Nacional Borbense e já foi três vezes campeão da Série B, será o nosso técnico”, conta Ribeiro, afirmando que o clube mandará suas partidas no estádio Ivanoel Nogueira, o Castanheirão, localizado na cidade de Nova Olinda do Norte e com capacidade para 400 pessoas. Tarumã O Tarumã vai apostar na base que foi campeã do Campeonato Amazonense de Juniores e foi vice na Copa Norte sub-20, sediada em Belém. O objetivo na segundinha será um

só: preparar a garotada para a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Contudo, o vice-presidente do clube, José Correa, conhecido como Zezinho, avisa que se derem mole, o time pode beliscar uma vaga na elite. “O profissional vai ser a base do juniores, os mesmos que vão para a Copa São Paulo. O Darlan será o treinador, ele foi campeão amazonense de juniores, foi para a Copa Norte, então é mais do que justo ele continuar como comandante do profissional. Vamos entrar para participar, mas se deixarem a gente chegar lá... Como futebol é cheio de surpresa, vai que dá certo”, indaga Zezinho.

Adversário do Galo segue Também voltando à disputa do futebol profissional após um longo período longe dos gramados, o Clipper/Tefé vai apostar na força do interior para buscar o acesso para a elite baré. Com o CT da liga desportiva de Tefé ainda em reformas, o time mandará suas partidas na capital. O diretor de futebol do clube, Carlos Cunha, revela os critérios utilizados para formar o elenco.

“O principal destaque vai ser o treinador, que é uma pessoa que estamos tentando trazer, se eu conseguir, vai ser o principal destaque. Vamos dar uma oportunidade para o jogador do interior, que tem talento, que precisa de oportunidade para crescer. Eu tenho impressão de que o Clipper vai ser o principal revelador de atletas da Série B. Nosso grupo será formado

por, no máximo, 25 atletas”, aponta Cunha. Operário O Operário de Manacapuru ainda não fechou o elenco para a disputa do torneio. Mesmo com o atraso, o presidente do clube, Roberto Ferreira, acredita que o acesso é possível e o time vai entrar de olho em uma das vagas na elite do futebol amazonense.

IONE MORENO

Com a tabela já definida e divulgada pela Federação Amazonense de Futebol (FAF), o pontapé inicial para a Série B do Amazonense será dado no dia 1º de novembro, com o Rio Negro como principal destaque da competição


MANAUS, DOMINGO, 19 DE OUTUBRO DE 2014

D5

al começa em novembro TAÇA ESTADO DO AMAZONAS

Data

Dia da Semana

Hora

1º.11.2014

Sábado

15h30

1º.11.2014

Sábado

15h30

TAÇA CIDADE DE MANAUS

1ª FASE

2ª FASE

1ª. Rodada

1ª. Rodada

Equipes CDC N. OLINDA xCLIPER RIO NEGRO x OPERÁRIO

Estádio Castanheirão Colina

Data 19.11.2014 19.11.2014

Dia da Semana 4ª Feira 4ª Feira

Hora 20h 15h30

2ª. Rodada Data

Dia da Semana

Hora

Equipes

5.11.2014

4ª Feira

20h

OPERÁRIO x CDC N. OLINDA

5.11.2014

4ª Feira

20h

TARUMA x RIO NEGRO

Estádio Colina C. Zamith

Data 23.11.2014 23.11.2014

Dia da Semana Domingo Domingo

Hora 15h30 15h30

Hora

Equipes

Estádio

9.11.2014

Domingo

15h

CLIPER x RIO NEGRO

A definir

9.11.2014

Domingo

15h

OPERÁRIO TARUMA

Colina

4ª. Rodada Dia da Semana 4ª Feira 4ª Feira

Hora 15h30 20h

Equipes CDC N. OLINDA x TARUMA CLIPER x OPERÁRIO

Estádio Castanheirão A definir

5ª. Rodada Data 16.11.2014 16.11.2014

Dia da Semana Domingo Domingo

Hora 15h30 15h30

Equipes TARUMA x CLIPER RIO NEGRO x CDC N. OLINDA

Equipes TARUMA x CDC N. OLINDA OPERÁRIO x CLIPEER

Estádio C Zamith Colina

3ª. Rodada

Dia da Semana

Data 12.11.2014 12.11.2014

Estádio A definir Castanheirão

2ª. Rodada

3ª. Rodada Data

Equipes CLIPEER x TARUMA CDC N. OLINDA x RIO NEGRO

Estádio C. Zamith Colina

Data 26.11.2014

Dia da Semana

Hora

4ª Feira

20h

Equipes RIO NEGRO x CLIPER

Estádio C Zamith

Regulamento e tabela já foram divulgados pela FAF Clipper, Rio Negro, Operário, CDC Nova Olinda e Tarumã começam a disputa pelas duas vagas na divisão de elite do campeonato estadual no dia primeiro de novembro. O certame será disputado em três fases distintas: primeira fase (Taça Estado do Amazonas), segunda fase (Taça Cidade de Manaus) e fase final. Nas duas primeiras etapas, todas as equipes se enfrentarão no formato de pontos corridos. As equipes vencedoras de cada turno fazem a final no dia 7 de dezembro, em jogo único e já classificadas para disputar o Campeonato Amazonense de 2015. Caso o mesmo time conquiste os dois turnos, ele será declarado campeã da Série B. Confira a tabela completa da competição.


D6

Alexandre Bandeira exibindo sua coleção de Opalas

DIEGO JANATÃ

MANAUS, DOMINGO, 19 DE OUTUBRO DE 2014

GASOLINA NAS VEIAS Há mais de 20 anos, o apaixonado por carros, Alexandre Bandeira, transformou o esporte em trabalho. O amor rendeu uma coleção de Opalas (são quatro no total) e a oportunidade de sustentar a família com que mais gosta de fazer THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

A

paixão pelo automobilismo está no sangue de algumas pessoas e vem, muitas vezes, de berço. Esse é o caso do mecânico e corredor Alexandre Bandeira, 49, mais conhecido como Marabá. Ele transformou a paixão em profissão e hobbie. Há mais de 20 anos, o mecânico faz a preparação de carros para andarem normalmente nas ruas de Manaus e em campeonatos de arrancadas no Amazonas Dragway. Nem ele sabe nem explicar como começou a sua paixão por carros. Segundo ele, isso veio desde cedo, ainda na infância. “Tem criança que olha para

o carro e não vê nada. Eu não. Olhava para o carro e via uma máquina. Foi aumentando com o tempo, porque via meu pai com os carros da época. Dodgers e Opalas principalmente. Isso foi ficando”, informou Alexandre que abandonou a carreira de bancário para focar na paixão por carros. Essa paixão pelo Opala foi repartida com os mais próximos. De acordo com o mecânico, toda sua família é apaixonada pelo carro. “Tenho três Opalas: um 79, outro 82 e 83. Minha filha, meu pai e dois irmãos também. Esse amor pelo Opala é da família inteira e já passei para os meus filhos. Eles cresceram vendo e aprenderam a gostar”, frisou o apaixonado, que ainda revelou não encontrar dificuldade para reformar seus

veículos. Conforme ele, o tempo que tem no mercado o ensinou a encontrar distribuidores de peças pelo Brasil. “Com o Opala, não tenho dificuldade ainda. É difícil para quem está começando, porque não sabem nem para a onde correr. Mas, como estou no ramo há muito tempo e só mexo com Opala, já sei os canais. Tenho contato fora do Estado para comprar peças. Quando ligo, me conhecem e não demora a chegar. Isso facilita na hora de mandarem peças e na hora de pagar”. Clubes de colecionadores Buscando manter viva a paixão pelos carros antigos, trocar experiências e passear com seus veículos, Alexandre

decidiu entrar em grupos de colecionadores que se reúnem regularmente em Manaus. “Participo do Clube do carro antigo e do Clube do Opala. O clube do Opala se reúne todo primeiro domingo de cada mês na Praça do Congresso, Centro”, disse o mecânico lembrando que nos encontros de colecionadores, as pessoas têm a oportunidade de ver Opalas, Mavericks, Fuscas, Brasílias e Dodgers. “Quem for vai encontrar carros novos da década de 70 e 80. É a chance de ver carros que, algumas pessoas, nunca viram”, frisou. Alexandre não pensa em se desfazer de seus veículos que tanto cuida e que já o acompanham há mais de 30 anos, apesar de estarem ‘fora de moda’.

Transformar o velho em novo Montar e colecionar carros é o hobbie de muitos. Porém, Alexandre revela que isso perdeu força no Amazonas nas últimas décadas. Todavia, o mecânico vê um avanço dos anos 2000 para cá e ainda acredita que Manaus pode virar uma capital dos colecionados no Norte, equivalente a São Paulo (SP). “Quando vou para fora do Estado, vejo carros que nunca foram mexidos, não foram pintados e o com os steps originais. Aqui em Manaus,

isso mudou nos últimos anos. As pessoas estão reformando os carros nesse estado. Infelizmente, ainda vemos muitos carros destruídos, o que demora anos pra restaurar”, explicou. Alexandre ainda lembra que o carro deve sair novo da oficina para poder andar em condições nas vias manauenses. Depois de reformados, esses veículos conseguem andar normalmente por mais 10 anos, diferente dos carros produzidos na atualidade.


D7

MANAUS, DOMINGO, 19 DE OUTUBRO DE 2014

Palmeiras e Santos fazem clássico dos ‘embalados’ Verdão vem de três vitórias seguidas no Brasileirão e o Peixe de uma goleada por 5 a 0 no Botafogo, pela Copa do Brasil

Com Valdívia em campo, Palmeiras tem retrospecto de G-4

APÓS GOLEADA

disputam uma vaga na referência do ataque. Já as três vitórias seguidas no Campeonato Brasileiro deixaram o Palmeiras mais longe do Z-4. O time venceu Chapecoense, Botafogo e Grêmio, mas precisa agora vencer seu primeiro clássico no Brasileirão, depois de ter sido derrotado pelos três rivais no primeiro turno. Dorival Junior ainda conseguiu convencer os jogadores de que nada está garantido, alertando para a necessidade de seguir a arrancada no clássico. “Sabemos da dificuldade do campeonato, que deu uma achatada, com todo mundo encostando na diferença de pontos. O que menos temos é folga neste momento, precisamos trabalhar cada vez

LÍDER

mais e pensar em vitórias”, comentou o lateral-esquerdo Victor Luis, que vem sendo improvisado como volante. O Palmeiras aparece com 34 pontos no Brasileirão e não tem problemas para enfrentar o Santos, até porque teve a semana livre para trabalhar, enquanto o rival jogou

contra o Botafogo. Dorival optou pelo mistério nos dois treinos táticos da semana, mas todos os titulares estão à disposição. O volante Marcelo Oliveira, que cumpriu suspensão automática na rodada passada, volta ao time, desbancando Washington. O restante da equipe deve ser igual ao do jogo anterior.

Arouca e Lucas Lima comandam o meio campo do Santos

EM CRISE

Corinthians visita Inter com foco no Brasileirão

Cruzeiro quer reabilitação contra o Vitória fora de casa

Botafogo encara Sport e Jobson pode estrear

As dúvidas sobre priorizar ou não uma competição em detrimento de outra acabaram na última quarta-feira. Eliminado com uma goleada para o Atlético-MG nas quartas de final da Copa do Brasil, o Corinthians focará no Campeonato Brasileiro. Querendo o G-4, o time comandado por Mano Menezes enfrenta o Internacional, às 15h (de Manaus), hoje (19) no estádio Beira-Rio, em partida válida pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Preocupado com a falta de posse de bola na derrota para o Atlético-MG, o técnico Mano Menezes deu indícios que povoará meio de campo, com Malcom dando lugar ao meia Jadson. O zagueiro Gil e o volante Elias, que estavam com a seleção brasileira, voltam ao time, no entanto, Ralf, não joga.

Depois de duas derrotas seguidas, a vantagem do Cruzeiro na liderança do Brasileiro diminuiu. Por isso, os celestes projetam triunfo em duelo contra o Vitória, hoje (19), às 17h30 (de Manaus), no Barradão em Salvador. O time mineiro ficou em Natal após o revés contra o ABCRN, pela Copa do Brasil, e de lá seguiu direto para Salvador. Técnico Marcelo Oliveira poderá contar com a volta do armador Everton Ribeiro, estava com a seleção brasileira Jogadores importantes que foram poupados contra os potiguares reforçam a equipe. O lateraldireito Mayke, o atacante Marcelo Moreno e o volante Lucas Silva volta ao time Ricardo Goulart, Nilton e Borges estão fora.

a zona de rebaixamento e em grave crise financeira, o Botafogo volta a campo hoje (19), contra o Sport, pelo Campeonato Brasileiro, após ser eliminado na Copa do Brasil com goleada. Sem querer utilizar o Maracanã para mandar seus jogos, pois a renda do estádio está penhorada, os alvinegros vão enfrentar os pernambucanos, que estão no meio da tabela e buscam afastar o perigo de degola, em Volta Redonda. O Botafogo vai para o jogo cercado de problemas. Além dos já conhecidos, o goleiro Jefferson entrou em polêmica com a diretoria por não ter atuado contra o Santos, no meio de semana, após servir a seleção brasileira A boa notícia pode ser o retorno do atacante Jobson aos gramados. O STJD

No Inter, Nilmar deve começar a partida. Para o jogo, o técnico Abel Braga contará com os retornos de Wellington Silva e Jorge Henrique, Aránguiz, e Dida. A principal dúvida está no meio-campo. Sem Wellington, que passará por cirurgia, Abelão deve escalar Willians postado, Aránguiz, Alex e D’Alessandro mais à frente e mais um jogador nesta segunda linha, posição que é disputada por Alan Patrick e Valdívia, com Jorge Henrique correndo por fora na disputa. O maior público do Inter no Brasileirão até agora foi de 37 mil pessoas no GreNal do dia 10 de agosto. A expectativa da administração do estádio é de que mais de 42 mil torcedores lotem a casa colorada neste final de semana.

DESESPERADO MAURO HORITA/GAZETA PRESS

Mano Menezes aposta na volta de Elias para vencer fora

Eliminado da Copa Sul-americana, o Vitória passa concentrar forças exclusivamente na disputa do Brasileirão. O objetivo dos baianos passa a ser o de escapar do rebaixamento. O clube é o primeiro fora da zona da degola com 31 pontos, e a ideia é aproveitar os jogos em casa para subir na tabela de classificação. O técnico Ney Franco lembra que o Vitória não perde há três jogos, e mesmo sabendo que enfrentar o Cruzeiro é complicado, o treinador acredita em mais um bom resultado, dentro do Barradão. O comandante Rubro-Negro quer emplacar uma boa sequência de jogos somando pontos para acabar com as possibilidades de queda.

Coritiba visita o Figueira querendo deixar a lanterna Entrando na fase do desespero, o Coritiba, lanterna do Campeonato Brasileiro, terá que arrancar pontos fora de casa, hoje (19), quando enfrenta o Figueirense, no estádio Orlando Scarpelli. O adversário, por sua vez, quer fazer a lição de casa e desfrutar dias mais tranquilos, mais afastado do grupo dos últimos colocados. A situação do Coxa voltou a se agravar após a derrota para o Goiás. Como o adversário deste final de semana está a apenas três pontos à frente fora da Z-4, segurá-lo, seja

com um empate ou mesmo uma vitória, é fundamental. Com a volta de Zé Love, o treinador deve retomar o trio com Martinuccio e Joel. Na zaga, o zagueiro Welinton busca sua titularidade e brigará com Luccas Claro por um lugar ao lado de Leandro Almeida. Para a partida, o técnico do Figueirense, Argel Fucks fará algumas mudanças na equipe. Entre as novidades estão Felipe e Rivaldo que treinaram entre os titulares nos lugares de França e Giovanni Augusto, suspenso. Roberto Cereceda entra no lugar de Marquinhos Pedroso.

Jobson foi liberado pelo STJD e pode fazer sua estreia pelo Botafogo

liberou o jogador até que a Fifa julgue o caso. Além do atacante, o lateral-esquerdo Junior Cesar, está disponível. No entanto, o zagueiro André Bahia, não joga por lesão. Pelo lado do Sport, que sofre com uma sequência de cinco jogos sem vitória no nacional, o pensamento é de aproveitar a atual fase do adversário para buscar um triunfo fora de casa. A novidade na escalação é a improvisação do volante Wendel na zaga, na vaga de Durval, suspenso. Com isso, Rodrigo Mancha ganha oportunidade entre os titulares. O Sport está com 36 pontos, seis a frente da zona de rebaixamento. Uma vitória fora de casa no fim de semana vai aliviar o momento de pressão que vive o elenco e o técnico Eduardo Baptista. MAURO HORITA/GAZETA PRESS

FOTOS: GAZETA PRESS

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almeiras e Santos prometem um grande clássico hoje (19), pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partir das 15h (de Manaus), a força e garra do Verdão vão desafiar o futebol envolvente e ofensivo ataque do Peixe no estádio do Pacaembu. Além dos três pontos em jogo e rivalidade história, a meta das equipes são completamente opostas. Enquanto o time da capital segue na luta para fugir do rebaixamento no ano do centenário, o alvinegro praiano ainda sonha com uma vaga no G-4 da competição. Como é de costume, a escalação santista é um mistério. Apenas Cicinho está fora por suspensão. Victor Ferraz entra em seu lugar. Edu Dracena, David Braz e Mena seguem fecham a defesa, enquanto Alison, Arouca e Lucas Lima fazem o meio de campo. No ataque, Robinho volta à equipe após servir a seleção brasileira. Geuvânio joga na ponta direita e Leandro Damião e Gabriel


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MANAUS, DOMINGO, 19 DE OUTUBRO DE 2014

Choque de motivados na arena da baixada Flamengo vai a Curitiba enfrentar o Atlético-PR em busca do terceiro triunfo seguido no Brasileirão. Já o Furacão está motivado após golear o Figueirense

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m choque entre equipes motivadas por bons resultados, o Flamengo visita o Atlético-PR hoje (19), às 15h (de Manaus), na arena da Baixada, em Curitiba (PR), pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os flamenguistas venceram os dois últimos jogos pelo Brasileirão e está com 37 pontos no Brasileirão. O Furacão, com três pontos a menos, tem os mesmos objetivos e também está animado após triunfo por 3 a 0 sobre o Figueirense. Vanderlei Luxemburgo, técnico do Flamengo, acredita que a partida deste domingo será uma das mais complicadas para a sua equipe por conta do desgaste da sequência de jogos. “Tivemos apenas um dia de treino. O problema é que além disso teremos um rival qualificado pela frente”, disse. Para cima Embora não considere o cansaço do rival um benefício, o técnico do Atlético, Claudinei Oliveira, admite

que pretende ver sua equipe pressionando o rival. “Nós precisamos muito deste resultado positivo contra o Flamengo, pois vamos jogar diante do nosso torcedor. Justamente por isso temos que tomar a iniciativa do confronto desde os primeiros minutos”, disse. Os jogadores do Flamengo, por sua vez, já contam com essa pressão do rival. Justamente por isso pregam a tranquilidade como principal virtude para voltarem ao Rio de Janeiro com um triunfo. “O Atlético Paranaense é um time muito agressivo jogando em casa e com certeza vai fazer de tudo para nos impor seu estilo, tentando acuar o Flamengo. Qualquer coisa diferente disso será surpreendente e, portanto, temos que estar preparados para isso, atuando de maneira inteligente”, analisou João Paulo. Em termos de escalação Claudinei abusa do mistério no Furacão, pois pela primeira vez tem todo o elenco à disposição, sem problemas de lesões ou suspensões. Assim, no meiode-campo, os volantes Paulinho

Dias e Hernani dispitam posição, assim como os apoiadores Marcos Guilherme e Bady. No ataque a “briga” é entre Cléo e Douglas Coutinho. Já o Flamengo tem um problema para este compromisso. O atacante Alecsandro, que teve que se submeter a uma cirurgia por conta de um afundamento na face, causado por um choque com um zagueiro do América-RN, não tem previsão de retorno aos gramados. Assim, Elton e Gabriel decidem para ver quem será o companheiro de ataque de Eduardo da Silva. No primeiro turno do Campeonato Brasileiro o Atlético-PR surpreendeu o Flamengo e venceu por 2 a 1 mesmo jogando no Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé (RJ). Naquela ocasião, Douglas Coutinho e Cleberson marcaram os gols dos paranaenses, com Samir descontando para os cariocas.

Luxemburgo tem em Gabriel uma das armas para o segundo tempo da partida


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Pódio - 19 de outubro de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu