FOTO: RICARDO OLIVEIRA
MANAUS, DOMINGO, 19 DE JULHO DE 2015 esportes@emtempo.com.br
AreNaça Nacional enfrenta o Vilhena-RO na Arena da Amazônia, o novo caldeirão da torcida do Leão da Vila. Pódio E3
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Antônio Piola
‘A SALVAÇÃO do futebol AMAZONENSE está no TRABALHO das categorias de BASE’
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m dos maiores craques produzidos pelo futebol amazonense, o exlateral-direito Antônio Piola viveu momentos inesquecíveis no esporte local. Presente na última conquista de um Estadual pelo Fast Club, em 1971, e protagonista da marcante vitória no Nacional sobre o Corinthians, em 1972, Piola conversou com o PÓDIO. Sempre crítico, defendeu
mudanças gerais com urgência para a modernização do futebol amazonense. Falou também de transformação na Federação Amazonense de Futebol (FAF) e cobrou uma intervenção nas categorias de base dos clubes locais. Amante da “pelota”, ele confessou que faz tempo que não assiste ao campeonato local e que a última vez que foi ao estádio não gostou nada do que viu. DIEGO JANATÃ
JOSEMAR ANTUNES
Já tivemos três times na Série A – Fast Clube, Rio Negro e o Nacional. Eu torço muito por isso e espero que o clube chegue à elite do futebol nacional, mas não acredito que isso aconteça agora. Eu não vejo trabalho para nós chegarmos lá”
PÓDIO – Como você vê o futebol amazonense na atualidade? Antônio Piola - Faz tempo que não vejo o futebol amazonense. A última vez que vi, estava muito devagar. Mas acho que agora com os próprios dirigentes, principalmente do Nacional Futebol Clube, deu uma levantada com contratações de valores para o elenco. PÓDIO - O que falta para os times do futebol local crescerem como fizeram no passado, nas décadas de 70 e 80? AP – Eu ainda acho que a salvação do futebol amazonense está no trabalho das categorias de base. O trabalho de base é um dos mais importantes de um clube, assim como fazem os grandes times do futebol do sudeste e sul do Brasil. Os grandes craques surgem diretamente desse trabalho feito na base e os craques de hoje estão muito caro. PÓDIO – A falta de profissionalismo prejudica o futebol do Amazonas? AP - O nosso futebol deveria ter, sem dúvidas, profissionais capacitados, com cursos fora de Manaus para adquirir conhecimento e por em prática no futebol local com a garotada. O Estado tem potencial pra revelar talentos para o cenário do futebol.Trabalho com dois projetos sociais, o Futebol sem Drogas e o Gol de Letra com garotos de vários bairros de Manaus. Nesse projeto encontramos muita safra boa e que pode ser o futuro do nosso futebol. Precisamos que o trabalho não seja reconhecido somente pelos órgãos públicos, mas pelos clubes também. PÓDIO – Os Centros de Treinamentos (CTs) foram construídos para a Copa do Mundo 2014. Você não acha que esses estádios deveriam ser doados aos clubes?
AP – Esses campos deveriam ser doados ou administrados pelos clubes profissionais do Amazonas. Mas, infelizmente não são. Os estádios são administrados pela Secretaria de Estado da Juventude, Desporto e Lazer (Sejel). Se estivesse com o clube, todo o custeio seria do próprio clube. O estádio da Colina, por exemplo, é do São Raimundo, mas quem manda lá não é clube. PÓDIO – Na sua avaliação, qual a causa da ausência de torcedores nos estádios? AP – Já tivemos clubes memoráveis no Campeonato Amazonense. O público daquela época prestigiava os seus times duas horas tarde. Recordo-me do Parque Amazonense com um bom público. O que falta mesmo é trabalhar a categoria de base e dar condições para manter um time profissional e buscar bons jogadores que motive o torcedor para que volte aos estádios. Temos empresas nacionais e internacionais no Polo Industrial de Manaus. O que precisamos é ter projetos para essas empresas e o mais importante de tudo, é termos credibilidade pra realizar e prestar contas. Muitos dirigentes pegam o dinheiro e não presta conta e o empresário acaba se afastando. PÓDIO – Você acredita no projeto do Nacional estar na Série A em 10 anos? AP – Já tivemos três times na Série A – Fast Clube, Rio Negro e o Nacional. Eu torço muito por isso e espero que o clube chegue à elite do futebol nacional, mas não acredito que isso aconteça agora. Eu não vejo trabalho para nós chegarmos lá. Hoje, os clubes que disputam as séries B, C e D são muitos bons. Mas, espero que não somente o Nacional consiga, mas que o Fast e Rio Negro voltem ao cenário do Brasil.
PÓDIO – A imprensa do Sudeste e Sul criticam muito o futebol do Norte. Você acredita que a CBF interfere para que os clubes sejam eliminados e que não voltem à elite do futebol? A P – A CBF interfere e muito para que não possamos voltar à elite. Antigamente, o futebol tinha seus representantes praticamente por Estado. Os cartolas fizeram de tudo pra tirar os times do Norte. O que temos que fazer é trabalhar, manter uma estrutura e esquecer a CBF. PÓDIO – Você fala em incentivo na base, mas, por outro lado, a FAF é gerida pela mesma pessoa há quase 30 anos. Não acha que é hora de mudar? AP – Nos Estados do Piauí e Maranhão projetos vêm mudando o futebol deles, recrutando os melhores jogadores nas categorias de base no interior e na capital e lançando para os clubes. O que precisamos também é ter mudança de filosofia e revolucionar o nosso futebol. Nós temos polos com projetos com mais 1.600 garotos nos bairros. Só precisamos de incentivo e apoio. Não tenho nada contra o Dissica que é meu amigo, mas ele já está há mais de trinta anos no poder e nada mudou. A diretoria precisa ser mudada para melhorar o formato e dar condições às nossas equipes em todas as categorias nas competições que forem disputar. Nós pre-
cisamos renovar com uma ‘reformulação geral’ o nosso futebol e manter calendário com atividades para as nossas equipes. PÓDIO – Como você avalia os clubes amazonenses e a campanha do título do Nacional? AP – Nós temos que trabalhar de uns três a cinco anos a garotada com planejamento a longo prazo na categoria de base, revelar e manter os atletas com experiências nas disputas das competições. Não podemos fazer um trabalho de base sem estrutura para amanhã querer conquistar campeonato. Quanto ao Nacional, o time sobrou na competição e os clubes precisam acompanhar. PÓDIO - Você tem uma escolhinha de futebol desde 2002. Nesse período, revelou algum nome para o futebol? AP – Os meus projetos sociais têm revelado muitos garotos bons com trabalhos de base. As promessas estão aí, mas os olheiros não vêm aqui prestigiar. Dentre as minhas promessas lancei da escolinha Piola’s o atacante Abraão, de apenas de 17 anos, que disputou a segunda divisão amadora do Campeonato Espanhol, e está com o contrato assinado para jogar em clube da Itália. Mas antes de seguir para a Europa, o jovem foi contratado pelo Princesa do Solimões para se profissionalizar e ganhar experiência.
A CBF interfere e muito para que não possamos voltar à elite. Antigamente, o futebol tinha seus representantes praticamente por Estado. Os cartolas fizeram de tudo para tirar os times do Norte. O que temos que fazer é trabalhar, manter uma estrutura e esquecer a CBF”
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NACIONAL
Vilhena na
encara
‘ARENAÇA’
Jogo no estádio amazonense da Copa do Mundo foi pedido pelo lateral-direito Peter, em entrevista ao PÓDIO na final do Barezão. Naça quer usar fator casa para intimidar os adversários e espera vencer a primeira na Série D do Brasileiro RICARDO OLIVEIRA
THIAGO FERNANDO
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le pediu na final do Campeonato Amazonense e a diretoria atendeu. O Nacional, do lateral-direito Peter, encara na tarde deste domingo (19), o Vilhena-RO na Arena da Amazônia Vivaldo Lima. A partida será valida pela segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. Ambas as equipes estão empatadas na primeira colocação com um ponto, tudo graças aos empates que obtiveram no último final de semana. O Leão da Vila Municipal empatou em Boa Vista por 1 a 1 com do Náutico-RR. Já o time de Rondônia empatou, em casa, com o Remo-PA pelo mesmo placar. Para esse confronto diante do Vilhena, o técnico Aderbal Lana decidiu modificar a equipe titular. Testando várias alternativas, o comandante nacionalino, deve colocar em campo uma equipe com apenas um meia de criação. Na atividade realizada na própria Arena da Amazônia na última quinta-feira (16), Lana começou o coletivo mandando a campo uma equipe no 4-42. Nessa formação, o técnico escalou Rafael Vieira na lateral-esquerda no lugar de
Andrezinho. No meio-campo, Lana criou um losango com Denis, Felipe Manoel, Bruno Potiguar e Charles. No ataque, pela primeira vez o técnico comandante testou dois centroavantes: Nando e Junior Paraíba. Apesar de fechar a primeira etapa do treinamento por 1 a 0, o técnico afirmou não ter gostado do futebol apresentado pelo time titular. Por esse motivo, ele modificou taticamente a formação. Testando um 4-3-3, Lana voltou a campo com João Rodrigo na vaga de Rafael Vieira, Lusmar ao lado de Denis, Danilo Rios no lugar de Felipe Manoel e o atacante Felipe formando o ataque com Charles e Junior Paraíba. Questionado sobre a sua preferência, Lana despistou. Uma coisa é certa, o comandante deve iniciar o confronto com o meia Danilo Rios no banco de reservas. Certeza no time titular, o lateral-direito Peter, novamente, comemorou o fato do duelo ser na arena da Amazônia. Para o camisa 2 nacionalino, o campo facilita no desenvolvimento do futebol do único representante amazonense do Campeonato Brasileiro. “Não tem coisa melhor. Nossa
Jogador fez campanha para que time jogasse a Série D na Arena
equipe mostrou nos dois jogos da final do estadual que temos poder ofensivo e na Arena, não tem como o adversário se retrancar. Tenho certeza de que se a nossa equipe impuser o ritmo que colocamos nas finais,
vamos fazer um baita jogo. Temos que ter consciência que vamos encontrar um adversário muito difícil que virá com três zagueiros, mas temos que furar essa retranca e fazer com que o nosso torcedor compareça
ao estádio e saia daqui feliz”, disse o atleta. Uma novidade que pode pintar no decorrer do duelo é a estréia do meia-atacante Romarinho. O jogador que se destacou atuando no
FICHA TÉCNICA
Mudanças táticas para vencer fora de casa um desfalque certo. Durante a semana, o departamento médico do VEC anunciou que o zagueiro Alex Barcelos, autor do gol diante do Remo, não se recuperou da entorse no tornozelo direito e ficará fora pelo menos sete dias. Por isso, o mais cotado para assumir sua vaga é o reforço para a Série D, André Morosini. O atleta estava atuando no Ji-Paraná antes de fechar com o VEC. Uma notícia boa que Birigui teve durante a semana de treinamento foi a volta do meio-campista Edilsinho, que se recuperou de um resfriado e deve começar a partida diante do Nacional como titular. Sabendo do poder ofen-
NACIONAL
Téc.: Aderbal Lana DIVULGAÇÃO
Antes da competição começar, poucas pessoas acreditavam que o VilhenaRO brigaria por uma vaga na próxima fase da Série D, porém, a boa partida realizada diante do Remo-PA na primeira rodada mostrou que a equipe comandada por Marcos Birigui pode complicar para os favoritos e beliscar um lugar no quadrangular final. O Vilhena chegou em Manaus no sábado (18) e se concentrou para encarar o Nacional. A grande esperança da equipe é o atacante Cabixi. O camisa 9 do Vilhena-RO já marcou 17 gols na temporada. Ele é o sétimo jogador que mais marcou no ano. Para o confronto de logo mais, o técnico Birigui terá
Fast durante o amazonense já está regularizado e pode entrar no segundo tempo para dar velocidade pelo lado esquerdo do campo.
Rodrigo Ramos Maurício Leal Peter
Robinho Rafael Vieira
Denis
Bruno Potiguar
Felipe Manoel
Charles Nando
Junior Paraíba
Souza
Cabixi
Edilsinho Dourado
Diego Siqueira Tuquinha
Portela André Morosini
Birigui assumiu o time há pouco tempo e teve que reformular todo o elenco
sivo do Nacional, o comandante deve utilizar um esquema diferente na arena. O time deve vim
Cacau Vinícius
Naldo
VILHENA
Téc.: Marcos Birigui
a campo no 3-5-2. Nesta nova formação, o lateral esquerdo Portela terá mais liberdade e pode aproveitar
as subidas de Peter para começar as principais jogadas ofensivas do time de Rondônia.
Local: Arena da Amazônia Horário: 16h Árbitro: Mayron F. dos Reis Novais (MA)
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Estatísticas a
favor Nacional e Vilhena se enfrentam na Arena da Amazônia e time amazonense ganha do adversário nos números WILLIAN D’ÂNGELO
Aderbal Lana participou da última campanha do Nacional na Série D em 2013
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statística não entra em campo, mas ajuda a visualizar a história e momento que cada equipe vive. E tomando como base os números, o Nacional desponta como favorito para o confronto deste domingo (19), contra o Vilhena-RO, na Arena da Amazônia Vivaldo Lima, pela segunda rodada do Grupo A1, da Série D do Campeonato Brasileiro. O Leão da Vila Municipal ocupa atualmente a 63ª posição do ranking de clubes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com 1.604 pontos. O adversário aparece na 95ª colocação somando 525 pontos. A última participação do time amazonense na competição foi em 2013, quando chegou a avançar até as oitavas de final, sendo eliminado pelo Salgueiro-PE. A expectativa da diretoria é ir além neste ano. O investimento feito em con-
tratações e a folha salarial na casa dos R$ 300 mil mensais, colocam o Nacional como um dos favoritos ao acesso. O Vilhena vive momento financeiro mais modesto. O investimento no futebol é apenas R$ 30 mil (10% da verba do Nascional). A equipe esteve na Série D em 2012 e na ocasião enfrentou equipes como o Penarol-AM, Remo-PA, Náutico-RR, Atlético-AC e Sampaio Corrêa-MA, alcançando uma campanha de cinco vitórias, um empate, quatro derrotas. Distância Mesmo estando longe de pontuações de equipes que disputam a Série A , o Nacional tem a melhor posição entre os clubes do futebol local. Penarol (80º), Princesa do Solimões (94º), Fast Clube (169º) e América (195º) são algumas posições de clubes do futebol baré no ranking da CBF. Pelo futebol rondoniense, além do Vilhena na 95ª co-
locação, aparecem o Genus (107º), Espigão (181º) e JiParaná (202º). Com a melhor colocação, o Vilhena Esporte Clube é hoje o time mais expressivo time de futebol do estado de Rondônia. O VEC representou o estado de Rondônia por duas vezes na quarta divisão do futebol nacional, sendo a primeira em 2010 e a mais recente em 2012. O Naça já vem com mais competições realizadas pela CBF. Já o Leão da Vila Municipal é atualmente recordista em número de títulos estaduais, incluindo um hexacampeonato entre 1976 a 1981. O Naça foi o primeiro clube do Norte do país a disputar a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, e é a equipe amazonense que mais disputou essa divisão principal do futebol nacional, tendo disputado um total de 14 edições da competição. Na Copa do Brasil, o Nacional esteve em 16 edições, também um recorde para equipes locais.
RAIMUNDO VALENTIM
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Atletismo amazonense:
das vitórias à decadência Considerado terceira força no atletismo nacional no final do século passado, modalidade enfrenta dificuldades atualmente ANDRÉ TOBIAS
FOTOS: RAIMUNDO VALENTIM
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ntre os anos de 1970 e 1990, o atletismo amazonense viveu sua fase áurea. Sem a estrutura ideal, a modalidade contou com o empenho e a dedicação de Geraldo Teixeira, que foi o responsável por revelar atletas como Wellington Nóbrega, recordista sulamericano na prova dos 110 metros com barreiras; João Raimundo, o João do Peso; e Lyndon Johnson, vice-campeão sul-americano dos 110 metros com barreiras. Mas, o atual cenário da modalidade nem de longe lembra as glórias do passado vitorioso e dourado. Apesar de contar com uma pista recémreformada e com cheirinho de nova, o Estado carece de revelações e nomes de peso. Para a presidente da Federação Desportiva de Atletismo do Estado do Amazonas (Fedaeam), Marleide Borges, falta estrutura para recolocar o esporte em evidência. “Vivemos numa eterna renovação, pois é necessária, haja vista que temos de manter uma base para que assim possamos revelar e conquistar resultados expressivos para o atletismo amazonense. Precisamos de estrutura e de recursos para fazer com que esses talentos sejam desenvolvidos e alcancem um lugar no pódio”, avalia Marleide, que nas mãos de Geraldo Teixeira foi campeão brasileira e vice sul-americana de heptatlo e salto em altura. Apesar do novo espaço para a prática da modalidade, Marleide lamenta a falta de apoio e estrutura disposta para a prática do atletismo no Amazonas. Segundo ela, é preciso mais para desenvolver um bom trabalho. “Hoje a luta é pelo o material. Necessitamos de implementos, como por exemplo, o colchão do salto com vara. Essa prova já trouxe muitas
medalhas para o Amazonas e hoje não temos condições de formar atletas e até mesmo trazer grandes eventos para serem realizados aqui. Todo material que utilizamos é da época em que a pista foi construída, em 1990, diz a dirigente. Ainda de acordo com Marleide, atualmente é a Fedaeam quem compra os materiais e implementos necessários para outras provas, como disco, peso e dardo. Outro projeto da entidade é a implantação da cronometragem eletrônica, já que os resultados das provas de atletismo não são oficializados por conta da contagem manual. Referência Se atualmente a pista da Vila Olímpica não recebe grandes eventos, no passado ela já foi referência nacional e recebeu grandes nomes do atletismo brasileiro. Durante a década de 90, atletas como os cubanos Javier Souto Maior, Ivan Pedroso, Ana Quirot e Any Garcia; o canadense Donavan Bailey, recordista mundial e campeão olímpico em Atlanta nos 100 metros rasos e no revezamento dos 100 metros rasos; a portuguesa Fernanda Ribeiro, medalhista de ouro em Atlanta nos 10 mil metros e os brasileiros Joaquim Cruz, Robson Caetano, Maurren Maggi, Zequinha Barbosa, Elisângela Adriano, Claudinei Quirino e Sanderlei Parrela, treinaram ou competiram no Amazonas. “Na época, o governador Amazonino Mendes liberava uma verba significativa para manter o centro de alto rendimento. Os melhores atletas do Brasil junto de seus técnicos treinavam aqui. Tinha vários técnicos cubanos também. Nove atletas do centro foram treinar em clubes de São Paulo. Sem contar que tinham médicos, dentistas e fisiologistas cubanos”, recorda Marleide.
Sandro Viana aponta solução
‘A reforma é uma ressurreição’
Bicampeão Pan-Americano – em 2007 no Rio de Janeiro e em 2011 em Guadalajara (MEX) no revezamento dos 100 metros rasos -, o velocista amazonense Sandro Viana foi o último grande nome amazonense revelado para o mundo do atletismo. Experiente, ele lamenta o momento vivido pelo esporte no Estado. “Procuro não me envolver tanto com a questão do atletismo amazonense, mas, ao mesmo tempo, não me conformo como um estado que investiu tanto no esporte olímpico nas últimas três décadas esteja passando por uma situação como a de hoje por conta de questões mal resolvidas e más administrações. Eu tento participar e ajudar aos poucos, porque eu entendo que meu conhecimento ficou muito acima da realidade local, e isso
A reforma da pista de atletismo pode ser a ressurreição do atletismo baré. É no que acredita o secretário executivo da Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), Ricardo Marrocos. De acordo com ele, novos implementos foram comprados pelo poder público para auxiliar os atletas. “O atletismo hoje tem toda estrutura física da pista. Temos alguns atletas no Centro de Alto Rendimento da Amazônia. Alguns estão hospedados na Vila e tem toda estrutura disponibilizada, tem a academia, com o apoio do técnico e do fisioterapeuta. Quando a federação solicita passagens áreas, nós disponibilizamos”, explica Marrocos.
causa alguns tipos de conflitos”, conta Viana. Calejado com as dificuldades da carreira, ele não crê que o momento atual seja culpa da falta de estrutura, de investimento ou até mesmo de recursos. “A solução está no comprometimento. Se um amazonense deu certo no esporte a justificativa é apenas uma: comprometimento. Vi muitos atletas com talento superior ao meu que pararam no meio do caminho. É preciso dedicação. Você só colhe aquilo que você planta. A desculpa não está no talento local, no caboclo, no filho da terra. Se ele tiver comprometimento e alguém que tenha conhecimento no esporte, ele vai se sobressair” avisa o velocista.
Sandro Viana participou recentemente da reinauguração da pista de atletismo da Vila Olímpica. Ele é o ícone do esporte no Amazonas
Se o Estado oferece estrutura, faltam projetos voltados para o esporte. No município a história não é diferente. Sem espaços adequados para a prática da modalidade a Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel), colaborara com os atletas de outras maneiras. “O que a gente faz é dar um incentivo e volta e meia quando a federação nos procura fazemos parcerias em eventos. Especificamente para atletismo nós não temos trabalho. A maioria dos locais que a gente administra temos quadra e piscinas, mas nada específico para o atletismo”, argumenta o titular da Semjel, Sildomar Abtibol.
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Fluminense e Vasco fazem clássico Duelo será marcado por apresentação de Ronaldinho Gaúcho e torcida vascaína no lado inverso ao das cabines de rádio do estádio
O sempre artilheiro Fred é a esperança de gols do Fluminense na partida deste domingo
nenhum tipo de facilidade, pois estamos falando de um clássico. A minha expectativa é de um jogo muito disputado, onde quem errar menos vai conseguir deixar o campo com os três pontos”, disse o zagueiro Antônio Carlos. Os tricolores têm bons motivos para colocarem “a barba de molho”. Isso porque o Vasco deu sinais de reação no meio de semana, quando derrotou o AméricaRN por 3 a 1 e encaminhou a vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. Os vascaínos entendem que esse jogo pode influenciar no
IMBRÓGLIO
Tradicionalmente, a torcida do Vasco assiste ao clássico na arquibancada do lado direito das cabines de rádio, mas o Fluminense tomou o local após assinar contrato com a administradora do estádio resultado deste domingo. “A gente estava precisando de uma vitória para quebrar a sequência de resultados ruins, que estavam acontecendo mesmo quando o time conseguia render bem. Isso acaba sendo muito ruim, pois quando se joga bem e perde a confiança vai embora. Contra o América de Natal a gente sabia que precisava do resultado positivo, por ser um torneio eliminatório, que não dá chance de reação”, disse o lateral direito Madson. “Além disso, tem um clássico no domingo e a gente precisa do resultado positivo. Ir a campo com confiança em um jogo de muita rivalidade e história acaba sendo muito importante. Estamos confiantes em um bom desempenho contra o Fluminense”, completou. Em termos de escalação, o Fluminense está definido e o
técnico Enderson Moreira só deverá promover uma mudança em relação à formação que derrotou o Atlético-PR. Recuperado de dores musculares na coxa direita, o volante Jean reaparece no posto de Rafinha, que vai ficar como opção no banco de reservas. O atacante Osvaldo teve a documentação regularizada e vai ficar à disposição. Como os treinos no Vasco têm sido fechados, a escalação do time é sempre um mistério muito bem guardado pelo técnico Celso Roth. Porém mudanças vão acontecer. Serginho assume a vaga do volante argentino Pablo Guiñazu, suspenso por acúmulo de cartões amarelos. O lateral esquerdo Julio Cesar e o meia Andrezinho, que foram preservados contra o América-RN, reaparecem. O primeiro ganha o posto de Henrique, que deixou a partida contra o time potiguar logo aos seis minutos por causa de dores na coxa direita. Já o meia reaparece no lugar de Emanuel Biancucchi.
R10 será apresentado no Maraca O dia tão esperado chegou. Ronaldinho Gaúcho será apresentado, pelo Fluminense, neste domingo (19), no Maracanã, antes do clássico contra o Vasco, pelo Brasileirão. A programação, divulgada na quartafeira pela direção tricolor, prevê o seguinte roteiro: o craque aparecerá no campo após conceder uma entrevista coletiva e, depois, participará da preleção de Enderson Moreira. No intervalo do jogo, Paulo Cezar Caju assinará o Livro de Ouro do Maracanã - o reforço o fará antes de a bola rolar. A expectativa para a apresentação é grande. Durante
a semana, torcedores ficaram na fila durante horas para comprar ingresso para o clássico. A diretoria acredita que o estádio terá mais de 50 mil pessoas. Ronaldinho Gaúcho assi-
nou contrato com o Fluminense no sábado passado (11), em vínculo que vai até o fim de 2016. O meia ainda está de férias e só começará a treinar no dia 27, dia seguinte da partida contra a Chapecoense, em Chapecó. Os jogadores, principalmente os mais jovens, estão ansiosos para a chegada do craque, ídolo de alguns deles na época em que jogava pelo Barcelona. O vice presidente de futebol do Fluminense, Mário Bittencourt, disse que a estreia de Ronaldinho com a camisa tricolor deve ser na partida contra o Grêmio, no Maracanã, no dia primeiro de agosto. DIVULGAÇÃO
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io de Janeiro (RJ) - Neste domingo (19), o Maracanã vai respirar um clima de rivalidade, promovida por Fluminense e Vasco, que se enfrentam a partir das 15h (de Manaus) pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo, que já começou antes da bola rolar, começa com o Tricolor levando algumas vantagens. A começar pela festa que vai promover pela contratação de Ronaldinho Gaúcho, que vai ser apresentado pouco antes do confronto. O jogador chegou a ser dado como certo no Cruz-Maltino pelo presidente Eurico Miranda, que disse que no Brasil ele só jogaria pelo Vasco. Eurico Miranda, por sinal, tem sido um dos principais promotores do clima de rivalidade. Ele está pedindo que os torcedores vascaínos não compareçam ao jogo, uma vez que eles não poderão ocupar, na arquibancada, o lado direito das cabines de rádio que historicamente pertencia a eles. Isso porque, ao assinar acordo com o consórcio que administra o Maracanã, o Fluminense conseguiu colocar uma cláusula que deixa a sua torcida daquele lado em qualquer ocasião. O fato inclusive está gerando uma batalha judicial. A esses ingredientes juntase a posição dos times na tabela de classificação. O Fluminense, embalado pela vitória de 2 a 1 sobre o Atlético-PR, a segunda consecutiva, tem 27 pontos e aparece na viceliderança. Já o Cruz-Maltino perdeu os três últimos duelos pela competição, sendo o mais recente por 2 a 0 para o Grêmio, soma nove pontos e está afundado na zona de rebaixamento. A situação dos vascaínos não deixa os tricolores mais animados. “O Vasco conta com jogadores experientes e que podem recuperar o time. Portanto, não podemos esperar
Autor de um golaço no meio de semana, Biancucchi estará em campo pelo Vasco
FICHA TÉCNICA FLUMINENSE VASCO Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) Horário: 15h (de Brasília) Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP) FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Antônio Carlos e Giovanni; Edson, Jean, Gerson, Marcos Junior e Gustavo Scarpa; Fred Técnico: Enderson Moreira VASCO: Jordi, Madson, Rodrigo, Aislan e Julio Cesar; Anderson Salles, Serginho, Andrezinho e Dagoberto; Herrera e Duvier Riascos Técnico: Celso Roth
Novo reforço do Tricolor carioca será apresentado antes do clássico contra o Vasco
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São Paulo encara Sport de olho no Tricolor está na quinta colocação e, se vencer, somará 26 pontos e pode terminar entre os primeiros
Furacão recebe Chape para se reaproximar dos líderes Curitiba (PR) - Em confronto direto na parte intermediária da classificação, mas com um olho nos líderes, AtléticoPR e Chapecoense farão o duelo matinal deste domingo (19), às 10h (de Manaus), na Arena da Baixada. O Furacão, entretanto, passa por um momento de instabilidade e entrará em campo modificado para o confronto. Dois desfalques certos pelo Rubro-Negro são o lateral Natanael e Walter que está machucado. Já o meia Marcos Guilherme, com uma luxação no ombro, e o atacante Cléo, com dores musculares, foram poupados
e são dúvida. A boa notícia é a volta de Hernani. A Chapecoense tem a chance de ultrapassar o adversário na classificação - ambos somam 19 pontos - e se aproximar do grupo de líderes da competição. Para isso o técnico Vinícius Eutrópio deve fazer pelo menos duas mudanças na equipe. A primeira dela é a entrada Wanderson no lugar de Bruno Silva, que cumpre suspensão automática pelo terceiro amarelo. A outra deve ser tática, com a entrada de mais um meia caso Roger, poupado durante a semana, não tenha condições de jogo.
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SUPERAÇÃO
Joinville pega Ponte Preta querendo deixar a lanterna
Paulo Henrique Ganso foi sondado por time americano, mas, ao contrário de Luis Fabiano, estará à disposição para a partida
A situação do Joinville no Campeonato Brasileiro é a pior possível, mas o noticiário recente do clube envolve mais a discussão sobre a taça do Estadual do que a lanterna no Nacional. Às 17h30 (de Manaus) deste domingo (19), o Coelho recebe a Ponte Preta com missão de esquecer o passado extracampo para tentar ganhar fôlego na zona de rebaixamento. A ponta de esperança tricolor nasce do mau desempenho recente da Ponte
ão Paulo (SP) – Após dois jogos com vitórias, o São Paulo encara o Sport, neste domingo (19), às 15h (de Manaus), na Arena Pernambuco querendo uma vitória para voltar ao G-4. O time paulista aposta suas fichas no bom momento de Alexandre Pato para fazer a diferença na partida. Já o Sport, vem de empate em casa com o Palmeiras. O time do nordeste faz boa campanha e perdeu apenas uma partida neste Brasileirão para o líder Atlético-MG. O São Paulo teve uma semana
Preta. A equipe campineira soma quatro rodadas sem vencer e está despencando na classificação. O confronto, portanto, tem tudo a ver com reabilitação. Uma vitória do Coelho daria fôlego na corrida pela permanência na elite, visto que reaproximaria o JEC de seus concorrentes. Já a Ponte Preta pensa mais alto, sonhando em consolidar posição na primeira metade da classificação para projetar voos mais altos na sequência.
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DIVULGAÇÃO
NO MINEIRÃO
Luxemburgo mandará a campo uma equipe bastante modificada para jogo em casa
Cruzeiro mede forças com Avaí Belo Horizonte (MG) – O Cruzeiro recebe neste domingo (19), às 17h30 (de Manaus) o Avaí no Mineirão querendo se afastar ainda mais da zona de rebaixamento. A raposa tem 16 pontos, três a mais que o Santos, que abre a zona da degola. O Avaí tem a mesma pontuação, mas por critérios de desempate, aparece em pior posição que o rival. Para o duelo, o técnico Vanderlei Luxemburgo vai fazer mudanças na equipe. A novidade deve ser a presença do zagueiro Manoel, que foi poupado das ativida-
des durante a semana, mas terá condições de jogo. O time participou do último treino antes do jogo teve a seguinte formação: Fábio; Ceará, Paulo André, Manoel e Fabrício; Charles, Henrique, Marcos Vinicius e De Arrascaeta; Marinho e Joel. Após o coletivo, Vanderlei Luxemburgo confirmou que este será o time que entra em campo no domingo. “Vou repetir a equipe. Entra o Paulo André no lugar do Léo. Vou repetir a equipe, que teve uma resposta boa. É uma manutenção natural. Vejo as pessoas ques-
tionando as mudanças na equipe. Cheguei num momento de mudanças. Estou mantendo a equipe depois de muitos jogos. Temos que entender a importância de todos. Isso está sendo implantado. Todos estão no grupo”, declarou. O volante Willians, que era titular na chegada de Luxemburgo ao Cruzeiro, perdeu espaço no time titular e será substituído por Charles, que atuou contra o Goiás porque Willians estava suspenso e agradou ao treinador cruzeirense, ficando com a vaga no time.
turbulenta, mesmo sem jogar. A debandada de jogadores continua e uma das vitimas quase foi o atacante Luis Fabiano. Ele recebeu sondagem do Cruz Azul, do México, mas a venda não se concretizou. Por isso, ele nem viajou com o elenco para o Recife. Ele deve ser a única baixa do técnico Juan Carlos Osorio para a partida. No lado do Sport a novidade é a volta do meia-atacante Elber. A escalação do jogador foi confirmada pelo técnico Eduardo Baptista, que sacará Neto Moura da equipe. Com
isso, o meio-campo jogará na posição que Maikon Leite vinha atuando, bem aberto pela ponta direita. “O time está definido. É o mesmo que treinou nesta semana, com Élber pelo lado direito. Também teremos a volta do Rithely”, disse. A decisão de Eduardo Baptista de escalar Élber no time titular não foi puramente técnica. Acompanhando a recuperação do atleta de perto, o treinador disse que a entrada do jogador acontece no momento em que ele o passou segurança.
“Se eu visse alguma insegurança eu não escalaria. Eu tentei colocá-lo no jogo contra o Palmeiras. Ele se mostrou à disposição, mas no olhar dele eu senti que não era o momento. Agora ele me mostrou segurança suficiente para ser titular. É um menino 100% corajoso e tenho total confiança”, concluiu. Com isso, o Sport entrará em campo com Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Wendel, Diego Souza, Marlone e Élber; e André.
CARLA CARNIEL/FRAME
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MANAUS, DOMINGO, 19 DE JULHO DE 2015
Palmeiras e Santos duelam na
Arena
Em boa fase, o Alviverde vem crescendo no campeonato. Já o time da Vila segue no Z-4
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Goleiro Fernando Prass vem fechando o gol do Palmeiras nos últimos jogos
ão Paulo (SP) – Palmeiras e S antos fazem Santos a reedição da final do Campeonato Paulista neste domingo (19), às 15h (de Manaus) na Allianz Arena, mas vivendo momentos opostos. Se na decisão do estadual, o time alvinegro levou e melhor e apresentou um futebol convincente, hoje, a situação é totalmente ao contrário. O time da Vila ocupa a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro com apenas 13 pontos conquistados em 13 jogos, e o Palmeiras vem em ascensão na competição, principalmente após a chegada do técnico Marcelo Oliveira. O Verdão ocupa a 7ª colocação do Brasileirão com 22 pontos somados e quer a vitória para encostar no grupo dos quatro primeiros co-
locados do certame. O Palmeiras poderia estar em melhores condições se não tivesse deixado a vitória sobre o Sport, na última rodada, escapar nos minutos finais de partida. O Santos, por sua vez, vem de vitória sobre o Figueirense por 3 a 0. E o poderio ofensivo da equipe santista, que tem Ricardo Oliveira, o artilheiro do campeonato, preocupa o técnico palmeirense. “Precisamos sempre ter atenção. Não existe mais moleza e adversário fraco no futebol, ainda mais se tratando do Santos, que tem Ricardo Oliveira, Lucas Lima, Geuvânio e Gabigol”, disse. Escalações Sem poder contar com Vitor Hugo, que ainda se recupera de uma fratura na face, Marcelo Oliveira escalou a dupla de zaga com Victor Ramos e Leandro Almeida. Na armação, Robinho retoma a titularidade após
desfalcar a equipe nos três últimos jogos por problema muscular. Assim, o Palmeiras deve entrar em campo com: Fernando Prass; Lucas, Leandro Almeida, Victor Ramos e Egídio; Gabriel, Arouca, Robinho, Dudu e Rafael Marques; Leandro Pereira. No Santos, a novidade é a volta do veterano Renato ao meio-campo. Ele entra na vaga de Paulo Ricardo. O lateral-direito Victor Ferraz virou dúvida após se chocar Elano durante treinamento. Se ele não tiver condições de jogo, Crystian assume a vaga. O Alvinegro deve ir a campo neste domingo com: Vanderlei, Victor Ferraz (Crystian), Werley, David Braz e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Gabriel, Ricardo Oliveira e Geuvânio.
Ricardo Oliveira é o artilheiro do Brasileirão com oito gols