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Pódio - 17 de maio de 2015

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MANAUS, DOMINGO, 17 DE MAIO DE 2015

esportes@emtempo.com.br

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CANDIDATOS A REI A quinta edição do Rei da Selva Combat vai agitar o mundo da luta no próximo dia 20 de junho. A partir desta semana, vamos apresentar todos os guerreiros que entrarão no octógono em busca do título de Rei. Maycon Messias e Bruno Pitbull fazem suas estreias no MMA e falam de suas expectativas. Pódio E4 e E5


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CHICÃO FILL

Os times de futebol

ESTÃO NO FUNDO DO POÇO

assim como o cinema

FOTOS: ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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Não sou um fã do futebol, porque eu sou de uma década perdida, de 80. Eu nasci em 70, lembro em flashes da glória dessa época. Curti muito o Rio-Nal. Ia com meu irmão. Peguei essa época boa ainda. Na minha geração, eu vi a decadência toda do futebol amazonense

uma semana cercada de polêmica, onde, por muito pouco, a final do Campeonato Amazonense 2015 não se tornou preliminar de um jogo entre ex-jogadores de Vasco e Flamengo, o PÓDIO entrevistou o produtor audiovisual Chicão Fill, responsável pela produção do documentário “Amazonas, o jogo da bola”. Não tão fã de futebol, mas apaixonado por história, Chicão pesquisou a fundo a vida do esporte bretão no Amazonas por cinco anos. No longa metragem que será lançado na próxima quinta-feira (21), às 15h, na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), o produtor audiovisual antecipou detalhes do documentário, explicou sua relação com a bola e falou sobre as dificuldades encontradas para realizar o trabalho.

ele virou universal. Agora eu tenho obrigação e dever de levar para os festivais e ultrapassar fronteiras. Vou lançar no Rio (de Janeiro), vou tentar passar para três idiomas e vou seguir um ritual como manda o figurino nesse mundo de festivais. Depois ele vira produto de TV, DVD. Fazer cinema no Brasil, ainda mais no Norte, é muito caro. Nós não temos tanto incentivos assim. É um paradoxo, porque eu tive muita dificuldade e não obtive nenhuma ajuda. Eu só peguei portas fechadas e numa pré-Copa em que a cidade estava recebendo milhões. Tentamos fazer para ser lançado antes da Copa do Mundo, mas infelizmente não contamos com o apoio necessário por parte do Estado e Município. Isso me deixou um pouco revoltado porque é a mesma situação que se passa com o nosso futebol.

PÓDIO – Qual sua relação com o futebol? Chicão Fill – Eu nasci em Itacoatiara. Quando cheguei a Manaus, com quatro anos de idade, fui criado no Centro antigo. Ainda peguei um pouco daquela época em que tudo era no Centro. Era muito família. Não tinha essa violência e o futebol era muito pulsante. Naquela altura, o futebol era relacionado ao carnaval. Eu tive a oportunidade de acompanhar alguns jogos no Vivaldão, muito poucos. Não sou um fã do futebol, porque eu sou de uma década perdida, de 80. Eu nasci em 70, lembro em flashes da glória dessa época. Curti muito o Rio-Nal. Ia com meu irmão. Peguei essa época boa ainda. Na minha geração, eu vi a decadência toda do futebol amazonense. Depois, saí do Brasil. Vivi 11 anos em outros países, mas nunca esqueci minhas raízes. Voltei para ser produtor de cinema. Tenho uma produtora há 14 anos e já fiz muito trabalho para empresas grandes, como BBC e Discovery. No futebol é o meu primeiro trabalho. Como eu gosto muito de história e sempre quis fazer algo nesse sentido, o futebol me tocou muito, por conta da bola da seringa, que eu também cheguei a brincar. Um dia eu pensei: vou contar a história dessa bola. Comecei e chegou nesse documentário. De um curta virou um longa.

PÓDIO – Na sua visão, a falta de apoio financeiro é o principal fator para o futebol estar na situação em que se encontra? CF – Os governantes não querem saber de nada relacionado ao futebol. Aí é um paradoxo: estamos numa cidade que é a sexta economia do Brasil, uma Suframa milionária e que está de costas para a cidade, assim como para o futebol, além das injustiças com nossos clubes. O governo dá uma ajuda tímida, mas eu acho que está faltando uma política da mídia, dos dirigentes, do governo, enfim, da indústria também. Mas assim, eu vivo de produção, eu que quis fazer isso aí, com apoio ou não. O que me deixou revoltado é que sou daqui, e a única porta que se abriu foi da Assembleia Legislativa. Quando eu já estava desistindo eles me receberam super bem. O lançamento vai ser lá, vai ter um apoio cultural. Depois vai para o Cinefoot (mostra de cinema com filmes voltados para o esporte) e a partir de junho estarei na Europa, tentando pulverizar ele nos festivais, porque ele tem uma trajetória e precisa ser mostrado para o mundo, até mesmo para os brasileiros e jovens amazonenses, que hoje só querem saber de torcer para Vasco ou Flamengo e não conhecem a nossa história. Acho que vai ser uma coisa muito didática, vai ser uma aula e acho que vai quebrar esse paradigma. As pessoas vão começar a respeitar.

PÓDIO – O documentário tomou proporções que você não imaginava. Apesar disso, você enfrentou muitas dificuldades durante a produção? CF – Como ele virou um longa e ficou muito rico em termo de história,

PÓDIO – Durante todo esse processo de pesquisa, produção e edição, deu para estabelecer alguns pontos em que o futebol e o cinema local são parecidos? CF – Os times estão no fundo do poço e o cinema também está no

fundo do poço. Mas nesse momento já existe muito gente boa, bem diferente de 10 anos atrás. Já tem gente talentosa que está se destacando. O que falta é criar políticas públicas e transformá-las em leis, como já existe em outros Estados, onde uma determinada quantia de verba é destinada para cultua. Uma cidade sem documentário, sem filme, é uma cidade sem cartão postal. É muito difícil. A mentalidade dos governantes, novos e antigos, é difícil de mudar. Por isso se faz necessário criar leis nesse sentido. Caso isso não aconteça, vamos ficar na mesmice, com pires na mão, várias pessoas de talento sem condições de produzir. E é um nicho de mercado onde todo mundo ganha, além de empregar bem e divulgar a cidade. Um trabalho desse faríamos vários. Para o futebol é a mesma coisa. A federação, os dirigentes, a falta de patrocínio e um pouco o governo. A Copa deixou um legado, provou que fizemos bonito. Os estádios estão aí. A pena toda é que não tem essa política, e isso me revolta. PÓDIO – A dificuldade foi ainda maior já que o documentário era sobre o futebol amazonense? CF – Se não fosse os personagens dos filmes e as pessoas colaborarem teria dado errado. Às vezes a gente tenta fazer uma coisa sem apoio de ninguém, e esse documentário foi feito muito por conta do amor. Por exemplo, eu não consegui espaço para exibir o filme. Eu diria que sim. Acho que eles pensavam que era uma coisa muito batida, mas o documentário vai falar mais alto. Já foi classificado para um festival e está despertando muitas pessoas. PÓDIO – Além do “Amazonas, o jogo da bola”, você também foi o responsável por colaborar no documentário do David Beckham na Amazônia. Como foi essa experiência com o astro inglês? CF - Como sou de uma produtora amazonense e trabalho com a BBC desde 2001, e cada trabalho deu fruto, credibilidade, eles acabaram me escolhendo. Eu consegui chegar nesse patamar com muito profissionalismo e acabaram me abrindo as portas para grandes trabalhos. A produção do David Beckham me escolheu e entre todas as produtoras do Brasil. Foi um sucesso. Ele é uma pessoa maravilhosa, futebolista, educado, talentoso e cheio de virtude. Foi uma experiência sensacional e deu tudo certo. Foi um trabalho maravilhoso e já estamos negociando uma nova proposta de uma outra produção com ele.

Agora eu tenho obrigação e dever de levar para os festivais e ultrapassar fronteiras. Vou lançar no Rio, vou tentar passar para três idiomas e vou seguir um ritual como manda o figurino nesse mundo de festivais

Os times estão no fundo do poço e o cinema também está no fundo do poço. Mas nesse momento já existe muita gente boa, bem diferente de 10 anos atrás. Já tem gente talentosa que está se destacando


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Juliana Soares: a aposta do vôlei de praia amazonense Aos 21anos, atleta irá disputar primeira etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, em Santa Catarina, a partir de terça-feira

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a próxima terça-feira (19), a amazonense Juliana Soares embarca rumo a Chapecó, Santa Catarina, para disputar a primeira etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia na categoria sub-23. Com apenas 21 anos, a estudante de educação física vai para a competição nesta segunda-feira (18), cheia de esperanças. “Estou preparada para o que vier. Vou jogar o torneio qualifying e disputar vaga para o torneio principal, então, vou fazer mais jogos que algumas duplas, mas estamos prontas para encarar qualquer desafio”, disse a amazonense que jogará ao lado da rondoniense Fernanda Amaral, também de 21 anos. A troca de parceira para a disputa da etapa de Chapecó não deve afetar o desempenho da amazonense na arena. Fernanda chegou a Manaus há duas semanas e está hospedada na casa de Juliana. A amizade é levada para os treinos técnicos e táticos, disputadas três vezes por semana. “Essa questão de parceiro não é coisa de outro mundo

no vôlei de praia. Em uma etapa você joga com uma, em outra categoria você joga com outra. Não é nada de mais, é normal. O treino é muito individual, vai muito de você. Claro que tem a questão do entrosamento, foi por isso que eu trouxe a Fernanda para cá antes duas semanas para

O que falta são competições em que as premiações custeiem os gastos do atleta, assim como apoio

Juliana Soares, Jogadora de vôlei

a gente trabalhar algumas questões táticas e tudo mais”, explica a estudante. Com 1,72 metros de altura e 67 quilos, Juliana faz o fundo da quadra, enquanto Fernanda, com 1,82 metros e 75 quilos, é certeza de eficiência nos bloqueios. A única amazonense a disputar o Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia

vem se preparando desde o início do ano para as competições durante o ano. “Eu venho me preparando para as etapas nacionais desde janeiro deste ano, já que a temporada acabou em dezembro. Eu ainda consegui jogar duas etapas no ano passado, mas por falta de apoio, incentivo financeiro, não disputei mais”, argumenta. “O que falta são competições em que as premiações custeiem os gastos do atleta, assim como apoio”, continuou a atleta, ao comentar sobre a falta de calendário para o vôlei de praia no Amazonas. Reconhecimento Para Fernanda, atuar ao lado de Juliana é gratificante. “Ela é muito profissional e dedicada”, elogia a rondoniense, que já teve conquistas importantes em clubes como o Pinheiros-SP, Sesi-SP, Franca-SP e Chapecó-SC. Para a dupla, o objetivo é fazer bons jogos e representar bem o esporte da Região Norte. Na temporada de 2012, valendo pelo Circuito Brasileiro Sub-21, Fernanda foi segunda colocada na etapa de Maringá (PR) e terceira na etapa de Canavieiras (BA).

EMANUEL MENDES SIQUEIRA

ANDRÉ TOBIAS E ASSESSORIA Equipe EM TEMPO

Juliana Soares (azul) ao lado da companheira Fernanda Amaral, que é do Estado de Rondônia


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Estreantes prome Maycon Messias e Bruno Pitbull fazem suas estreias no MMA e esperam ter o mesmo sucesso de quando eram lutadores de jiu-jítsu THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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5 Bruno Pitbull diz que não vai estudar o jogo do seu oponente e que prefere aprimorar sua luta

o dia 20 de junho Manaus vai sediar a 5ª edição do Rei da Selva Combat. Com 10 lutas confirmadas no card, o tradicional evento amazonense de MMA promete agitar os fãs de luta do Estado. O local escolhido para a realização foi, novamente, a quadra da Escola de Samba da Aparecida, localizada na Avenida Ramos Ferreira, bairro de mesmo nome. Mesmo antes de divulgar o card completo, o evento organizado pelos empresários Sammy Dias e Diogo Dias Dutra, já é esperado com ansiedade pelos fãs porque tem na história, lutas envolvendo atletas como Edilberto Crocotá, Daniel Trindade, Dileno Lopes e Mario Israel. O evento surgiu da necessidade de revelar novos talentos, projetar os atletas do Amazonas

para outros eventos e mostrar que no Estado também pode ter um competições de MMA com características próprias da região e com qualidade. Dentre os guerreiros que irão compor o evento estão atletas renomados de nível regional, nacional e internacional como Renilson Carvalho, defendendo o seu cinturão pela primeira vez. Outra disputa de cinturão que promete tremer a selva é a luta feminina pelo titulo da categoria galo (até 61,2 kg). O duelo será um combate entre Amazonas e Paraíba. Quem representará o Estado será Mayana Kellen, atual campeã do evento. “A quinta edição do Rei da Selva vem com grandes novidades. Nomes como Michel Sassarito , Mayana Kellen e Rafael Ceará. Fora isso, teremos um combate regional entre Manaus e Boa Vista que vai valer o cinturão da categoria dos meio-médio (até 77,6 kg). Vamos novamente realizar o evento na quadra da Aparecida. Um ambiente bom para o publico e lutadores. Só posso confirmar que, mais uma vez, a selva vai tremer”, afirmou Diogo Dias Dutra. Como já é tradicional no Rei da Selva Combat, novamente, acontecerá o confronto entre estreantes no card do evento.


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tem agitar Rei da Selva 5 Nessa edição, a primeira luta da noite será entre Bruno Pit Bull (Império CT) e Maycon Messias (Show Time). Aos 21 anos, o atleta Bruno Rafael Batista, mais conhecido como Pit Bull fará sua estreia na quinta edição do Rei da Selva. O lutador é originário do jiu-jitsu. Seu primeiro contato com a luta foi na arte-suave quando visitou a academia do faixa-preta Elvys Damasceno. “Tinha seis anos quando comecei a competir no jiu-jítsu. Fui campeão brasileiro infantil, infanto-juvenil e acabei migrando para o judô. Fui campeão sul-americano e logo fiz parte da seleção brasileira. Depois disso, achei que precisava evoluir no esporte. Foi quando passei para o MMA. Comecei a treinar muay thai e acabei sendo campeão amazonense. Agora o meu foco é o MMA e espero repetir os resultados anteriores”, disse Bruno que afirmou sentir como maior diferença entre as modalidades, a perca de peso. No jiu-jitsu, judô e muay thai, a pesagem é sempre no dia das competições. No MMA, a pesagem acontece no dia anterior do evento. “A perca de peso está sendo bem regrada. Esse foi o maior diferencia nessa migração para o MMA. A preparação, com certeza, foi dobrada, porque exige mais para o atleta. Não estou nervoso para a estreia, porque já estou acostumado com essa adrenalina”, revelou o lutador. Sobre seu adversário, o Bruno afirma não conhecer e não ter pesquisado sobre sua história. Para o lutador, o fundamental é está preparado para qualquer surpresa na hora do combate. “A estratégia é afiar meu jogo. O jiu-jitsu, o wrestling e o muay thai, estar afiado em todos os locais da luta, não ser surpreendido. Só conheço quando subir no ringue. Quero está preparado para qualquer coisa. O segredo vai ser levar a luta para onde me der mais vantagem. Venho treinando forte”, revelou o atleta que participará de pelo menos três edições do evento. Sobre esse acordo com o Rei da Selva, Bruno informou que se sente agradecido pela confiança depositada no seu potencial. “Tenho muito a agradecer por está estreando em um evento grande. Nem todas as pessoas têm essa oportunidade e eu tive. Meu objetivo é subir e dar espetáculo. Quero animar o publico e fazer o meu nome no MMA”, concluiu Pit Bull.

O carioca Maycon Messias já foi campeão mundial de jiu-jítsu, mas agora quer brilhar no MMA. Para isso, quer estrear vencendo e vem estudando o jogo do seu oponente

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Do jiu-jítsu para o sucesso do MMA

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Com apenas 18 anos, o lutador Maycon Messias, pupilo do mestre de jiu-jitsu, Cristiano Carioca, chega credenciado ao Rei da Selva Combat. Apesar de ser estreante no MMA, o atleta já foi campeão mundial de jiu-jitsu quando estava na faixa verde. Agora na faixa roxa, Maycon decidiu testar suas habilidades dentro do octógono. Um dos principais motivos para essa transição é a visibilidade. Nos últimos anos, o MMA cresceu no mundo e isso gerou uma valorização nos atletas e eventos. “Meu primeiro contato com a luta aconteceu quando tinha 12 anos. Comecei a treinar em 2010. Só entrei para praticar e acabei gostando do jiu-jitsu. Ganhei muitas competições como brasileiro

e o Mundial. Vim do jiu-jitsu direto para o MMA, porque as oportunidades são maiores na modalidade. Confio no meu potencial e decidi arriscar”, disse o lutador. Maycon começou a treinar a parte de trocação no começo de 2015. A primeira grande dificuldade foi na mentalidade. Apesar disso, o atleta afirmou está confiante e espera surpreender a todos. “É outra mentalidade, outro gás e outro tipo de treino. Temos que ser guerreiro, por que as dificuldades sempre vão existir. Vim para o MMA para conquistar o meu espaço. Vou entrar no octógono focado. Vou sentir a luta e meu oponente. Quero ver como é a trocação dele. Se der mole, vou levar para o chão. Vou decidir a luta na minha área”, revelou o lutador que já viu algumas lutas de seu oponente. Mesmo sendo estreante, Maycon Messias sonha alto. Como todo lutador de MMA, o jovem admite que seu objetivo é chegar no UFC. Para isso, o

atleta utiliza como força, sua família, principalmente, sua filha que tem oito meses. “O meu sonho é chegar no UFC. Esse é o objetivo de todos os atletas do MMA. Me inspiro nos meus companheiros de treino. Treino com os melhores e vou ser o melhor. Hoje, os familiares apóiam mais. Antes o meu pai não gostava que eu treinasse, mas isso mudou. Hoje, não luto apenas por mim, tenho uma filha. Treino para defender minha família”, informou o representante da equipe Show Time que fez um convite para todos os fãs do mundo da luta do Amazonas para lotar a quadra da escola de samba da Aparecida. “Convido a todos os amigos e fãs para comparecer na 5ª edição do Rei da Selva. Vai ser um evento com grandes lutas. Tenho certeza que todos os atletas estão se preparando muito para essa competição. Estou me preparando para estrear bem e continuar lutando em grandes eventos”, finalizou.


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Flamengo recebe Sport já sob pressão no Brasileirão titulares. Recuperado de uma gripe, o atacante Alecsandro reaparece na vaga de Almir. Assim, Marcelo Cirino deixa o comando do ataque e volta a jogar de ponta. O lateralesquerdo colombiano Pablo Armero, que treinou com bola durante a semana, deve ser relacionado, mas para começar o confronto no banco. Dessa maneira, o esboço de time para domingo tem: Paulo Victor, Pará, Bressan, Wallace e Anderson Pico; Jonas, Héctor Canteros, Gabriel e Everton; Marcelo Cirino e Alecsandro.

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ÀS 10H

Recuperado de lesão, Dagoberto volta ao time titular

Vasco pega Figueirense no Orlando Scarpelli Rio de Janeiro (RJ) – Tanto Vasco quanto Figueirense não tiveram uma boa estria no Campeonato Brasileiro. O campeão carioca apenas empatou sem gols em casa contra o Goiás, já o time catarinense foi goleado por 4 a 1 para o Sport, em Recife. O duelo entre as equipes será no novo horário de 10h (de Manaus), no estádio Orlando Scarpelli e ambos tentam espantar a má impressão deixada no final de semana passado. Para o atacante Gilberto, o resultado dos dois times na estreia não vai ter nenhuma interferência no desempenho dos times. “Sinceramente, isso não muda muita coisa para a nossa equipe, pois no Cam-

peonato Brasileiro cada partida tem a sua história, e um jogo nunca é parecido com o outro. O Vasco não espera nunca um jogo fácil e por isso estamos conseguindo bons resultados ao longo da temporada” disse. Poupado no duelo de meio de semana contra o Cuiabá, pela Copa do Brasil, o agora meio-campista Dagoberto, volta ao timer titular do Cruz-Maltino. A dele na vaga de Marcinho deverá ser a única alteração para o duelo contra o Figueirense. Com isso, os comandados de Doriva devem ir a campo com: Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Christianno; Guiñazu, Serginho, Júlio dos Santos e Dagoberto; Rafael Silva e Gilberto.

Volante argentino Héctor Canteros (à esq.) é uma das armas rubro-negras para conter o ataque do time pernambucano no Rio

APÓS ELIMINAÇÃO

EM BRASÍLIA

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Confiante Com a confiança em alta depois de golear por 4 a 1 o Figueirense na estreia do Brasileiro, o Sport vem cheio de confiança em um bom resultado fora de casa. O time nordestino tem uma novidade. O lateral-direto Samuel Xavier está regularizado e começa entre os titulares. O técnico Eduardo Baptista já definiu os 11 jogadores que iniciam o duelo. Magrão; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Rodrigo Mancha (Wendel), Diego Souza, Elber e Régis; Samuel.

Fluminense mede forças com Galo para ‘embalar’ Rio de Janeiro (RJ) – Após vencer na estreia do Campeonato Brasileiro o Joinville por 1 a 0, o Fluminense embalar na competição vencendo o Atlético-MG e terá um aliado a mais. O clube mineiro por cumprir punição imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por confusões de sua torcida em um clássico contra o Cruzeiro no ano passado, o AtléticoMG não poderá jogar em Belo Horizonte neste domingo (17), quando as duas equipes se enfrentam às 15h (de Manaus), pela segunda rodada do Brasileirão. Assim, a diretoria do campeão mineiro optou por mandar o duelo no Estádio Mané Garrincha, em Brasília Para este compromisso, o técnico Ricardo Drubscky vai fazer três alterações em relação à formação que es-

treou derrotando o Joinville por 1 a 0 na primeira rodada. Ele vai promover a estreia do zagueiro Antônio Carlos, contratado junto ao São Paulo, e do atacante Magno Alves, que estava no Ceará. Eles ocuparão os postos, respectivamente, de Marlon e de Kenedy, ambos servindo à Seleção Brasileira sub-20. Já o meia Vinícius, autor do gol diante dos catarinenses, ganhou a posição de Gerson. Dessa maneira, o Fluminense irá a campo com: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Antônio Carlos e Giovanni; Pierre, Edson, Jean e Vinícius; Magno Alves e Fred. Nesta sexta-feira o elenco do Fluminense volta a trabalhar na parte da manhã, na sede das Laranjeiras. A viagem para Brasília acontece após o treino de sábado.

Milton Cruz testou algumas mudanças na equipe titular

São Paulo encara Ponte Preta com mudanças DIVULGAÇÃO

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io de Janeiro (RJ) - A semana do Flamengo foi cheia. Nem o elenco, nem a comissão técnica e muito menos Vanderlei Luxemburgo digeriram bem a derrota na estreia, contra os reservas São Paulo, no Morumbi. Por isso, entre treinos físicos e táticos, ele trabalhou muito as finalizações de seus jogadores. O grupo acredita que os trabalhos renderão bons frutos no futuro. O Rubro-Negro recebe o Sport, no Maracanã, às 15h (de Manaus), deste domingo (17). “É importante ter a semana para poder trabalhar bem aquilo que não vem dando muito certo. Nós sabemos que as dificuldades no Campeonato Brasileiro são enormes e não podemos pensar que vamos ter sempre um grande número de chances de gol para fazermos. O ideal é que a gente consiga aproveitar bem quando essas chances surgirem. O Flamengo está procurando melhorar em diversos aspectos”, disse o meia Everton. Em termos de escalação, o Flamengo é um mistério, pois o técnico Vanderlei Luxemburgo não confirmou os 11

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Após perder na estreia para os reservas do São Paulo, Rubro-Negro quer vencer a primeira partida do Brasileirão em casa

Gum terá Antônio Carlos como companheiro de zaga

São Paulo (SP) – A eliminação para o Cruzeiro nas oitavas de final da Copa Libertadores da América não deixou o clima no São Paulo pesado, porém, após o revés, o técnico Milton Cruz deve promover mudanças na equipe que enfrenta a Ponte Preta neste domingo (17), às 17h30 (de Manaus), no estádio Moisés Licarelli, em Campinas, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Durante os treinos de quinta e sexta-feira, o comandante Tricolor testou algumas possibilidades e só vai confirmar a equipe minutos antes da partida no interior paulista. Apesar de não dar indícios quanto aos onze que começarão a partida, uma ausência é certa. Servindo à seleção brasileira sub-20, que disputará

o Mundial da categoria a partir do final de maio, o zagueiro Lucão deve ceder sua vaga a Dória, que formará a defesa titular ao lado de Rafael Tolói. O meia Boschilia, também selecionado para o Mundial sub-20, é outro que ficará fora dos planos até meados de junho. Ainda sem estar 100% após ter ficado alguns dias parado por conta da dengue, o meia Michel Bastos, ao que tudo indica, ficará de fora da partida. Se a ausência do apoiador se confirmar, brigam pela vaga o argentino Centurión e o atacante Luis Fabiano. A tendência é que o São Paulo entre em campo no final de semana com: Rogério Ceni; Bruno, Rafael Toloi, Dória e Reinaldo; Denilson, Souza, Wesley, Centurión e Paulo Henrique Ganso; Pato.


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Tudo ou nada para o Tufão THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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inalizando a 16ª rodada do campeonato amazonense 2015, Rio Negro e São Raimundo se enfrentam no estádio da Colina. O tradicional confronto vale muito, principalmente para a equipe alviceleste que depende do resultado positivo para manter viva as chances de passar para a segunda fase do estadual. Ocupando a quinta colocação com 22 pontos, os comandados do técnico Eduardo Clara precisam vencer suas próximas três partidas (Rio Negro, Iranduba e Manaus FC) e contar com dois tropeços do quarto colocado, o Penarol. Sabendo da obrigação, o treinador pediu para a equipe redobrar a atenção para o confronto deste domingo. Segundo o atacante Ramon, nada está definido e o grupo são-raimundense acredita que pode garantir a vaga na semifinal do Barezão. “Estamos nos preparando para essa reta final. Focamos muito na parte tática nessa semana. Ela foi muito boa e vamos entrar mais forte na partida diante do Rio Negro”, disse Ramon, que é o artilheiro do time na competição com nove gols. Para a partida, o Tufão não poderá contar com o meia

Neto, que ainda se recupera de lesão. Outro que deve ficar de fora é Adonias. Esse é um dos principais adversário do São Raimundo no campeonato. Durante o Estadual, vários jogadores desfalcaram a equipe por lesão. Ramon foi um deles. O atacante estava embalado e era artilheiro da competição, até se machucar. Ele voltou aos gramados no final de abril, porém, ainda não conseguiu balançar as redes. Sobre esse “seca”, o camisa 9 admitiu que está sentindo saudades de marcar, porém, lembra que o importante é o sucesso do time na partida. “Quem joga mais próximo do gol, sabe que tem uma responsabilidade maior. Nosso dever é fazer os gols. Então, sinto saudade sim de balançar as redes. Espero que nesse jogo os gols possam sair. A nossa estratégia é de jogar e vencer. Não podemos mais ter erros se quisermos conquistar algo no estadual”, falou o atacante lembrando que o time tricampeão do Norte contará com uma força extra para o clássico: a torcida. Galo confiante No lado do Rio Negro, o técnico Roberley Assis acredita na vitória de sua equipe. Para o comandante do Galo, essas partidas são importantes para dar visibilidade para os garotos do elenco.

ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

São Raimundo entra em campo para enfrentar o Rio Negro necessitando de uma vitória para manter vivo o sonho de se classificar para a segunda fase do Campeonato Amazonense. O time é o quinto colocado da competição com 22 pontos “O São Raimundo é uma grande equipe que conta com um treinador que admiro muito. Eles cresceram muito no campeonato, mas vamos enfrentar buscando os três pontos. O atual elenco do Rio Negro ganha visibilidade.”, afirmou Assis.

FICHA TÉCNICA RIO NEGRO

Téc.: Roberley Assis. Adriano Paredão Rondinelli

Vitor

Serginho

Raul

Ruan

Marcelinho T. Amazonense Ronan

Luizinho

Naílson

Marinho

Ramon

Claílson Joaldo

Gilson Vamberto

Carlos

Fernando Júnior

Getúlio Uílton

Atacante Marinho (no centro) será titular ao lado de Ramon (à esq.) no ataque do São Raimundo

Leandro Mineiro

SÃO RAIMUNDO

Téc.: Eduardo Clara.

Local: Estádio Isamel Benigno (Colina) Horário: 15h Árbitro: Uesclei Regison dos Santos

Princesa e Manaus FC no Zamith No mesmo horário, a bola também vai rolar no estádio Carlos Zamith. A equipe do Princesa do Solimões enfrenta o desmotivado, Manaus

FC. Já classificado para a fase final da competição, o Tubarão da Terra da Ciranda entra em campo buscando garantir a segunda colocação geral.

Caso isso aconteça, o Princesa terá a vantagem de jogar a segunda partida da semifinal em casa, no estádio Floro de Mendonça.


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