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MANAUS,, DOMINGO, 14 DE SETEMBRO DE 2014 MANAUS
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COM CARA DE FINAL São Paulo e Cruzeiro se enfrentam hoje no Morumbi, que estará lotado. O Tricolor espera reduzir a vantagem da Raposa na liderança do Campeonato Brasileiro. Pódio D5
PÓDIO entrevista presidente do Atlético Rio Negro Clube Pódio D2
Sinomar Naves será técnico do Nacional em 2015 Pódio D4
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MANAUS, DOMINGO, 14 DE SETEMBRO DE 2014
Thales Verçosa
‘Quem é RIONEGRINO TEM que dar SUA CONTRIBUIÇÃO’
RAIMUNDO VALENTIM FOTOS: RAIMUNDO VALENTIM
ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO
Rionegrino de corpo e alma, Thales Verçosa, atual presidente do Galo da Praça da Saudade, conversou com o PÓDIO e falou da sua história dentro de um dos clubes mais tradicionais do Amazonas. Ele relembrou sua passagem por várias modalidades e a excelência atingida como treinador de voleibol. Sem esquecer do futebol, que segundo ele é o principal motivo da existência do Rio Negro, Thales comentou sobre o trabalho que vem sendo feito no clube desde que assumiu, em abril do ano passado. O dirigente revela os planos para o próximo campeonato estadual e avisa que o Galo, em sua gestão, investirá pesado nas categorias de base.
A primeira coisa quando eu cheguei no Rio Negro foi tirar cinco toneladas de lixo da sede na primeira semana que estivemos aqui. Está tudo fotografado para que ninguém diga que é mentira”
PÓDIO – Presidente, conte um pouco sobre quando começou sua relação com o Rio Negro? A minha história esportiva se passou toda dentro do Atlético Rio Negro Clube. Eu entrei pela primeira vez em 1959 para jogar pelada, como todo garoto que gosta de jogar bola. Desde esse momento não saí mais, até porque a minha família tem a tradição de dirigir o clube. Meu bisavô, meu avô e meu pai foram presidentes e agora eu cheguei ao cargo. Então, são quatro gerações de presidentes do clube. Eu me criei praticando esporte aqui. Comecei com a natação em 61, depois fui para o voleibol, mas antes eu joguei futsal, na época futebol de salão. Fui goleiro, cheguei a conquistar seis títulos juvenis, e nesse período também, em 68, quando meu pai era presidente, eu joguei duas partidas de futebol. No futebol eu gostava de jogar pelada, mas profissionalmente preferia o voleibol. Depois me dediquei totalmente ao voleibol. PÓDIO – Por que topou o desafio de dirigir o Rio Negro? Eu decidi porque entendo que quem é rionegrino tem que dar sua contribuição dentro daquilo que pode oferecer. Então eu senti que podia ser presidente do clube pelo meu conhecimento. Sou uma pessoa que vivo no esporte, vivo do esporte, sou profissional do esporte, professor de educação física, então, o meu rendimento vem do esporte. Tive um formação esportiva como atleta, como diretor, treinador, dirigente, então, eu tenho condições de administrar um clube como administrei diversas federações, mas acima
de tudo, porque eu penso que todo rionegrino tem que dar sua participação. Essa questão de um cara ser torcedor, membro de um clube, é algo inexplicável. Tem gente que diz “ah, tá no sangue”, eu não sei o que é isso. Os sociólogos não conseguem explicar o que isso representa para as pessoas, eu sei que eu não posso passar um dia sem vir ao Rio Negro que eu me sinto mal. Eu tenho que via à sede para, pelo menos, olhar e ver como está. Eu não sei explicar isso que acontece comigo. Tem gente que diz que é leseira, então eu sou leso. Mas eu tenho que vir ao Rio Negro. Mesmo que não tenha nada no clube, eu tenho que passar pelo menos pela frente para saber como é que está. PÓDIO – Como é o ambiente político dentro do clube? É tranquilo. O Rio negro tem uma característica: nunca tem disputa para presidente. As pessoas vão se formando no próprio clube e só quem pode ser presidente é sócio-proprietário. A primeira coisa para quem quiser ser presidente do clube é ter que ser sócio. Só que nos últimos anos muita gente não quis mais participar. Pessoas que teriam condição de ser presidente não quiseram mais, pelas condições que levaram o clube a essa situação. PÓDIO – Em que situação o senhor encontrou o clube? A primeira coisa quando eu cheguei ao Rio Negro foi tirar cinco toneladas de lixo na primeira semana que estivemos aqui. Está tudo fotografado para que ninguém diga que é mentira. Como que um clube em funcionamento pode acumular cinco toneladas de lixo na sua sede? Isso demonstra um descaso. Como a administração anterior não fez prestação de contas na parte administrativa com a nova gestão, nós tivemos que buscar os nossos credores. Chegamos em torno de R$ 3,7 milhões em dívidas, o que chegou a levar a sede para seis penhoras. Foi um momento de muita aflição da minha parte. Confesso que não adoeci porque estou acostumado com isso, mas foi difícil. Eu ficava naquela “pô cara, acabei de assumir o clube, sou presidente do centenário e posso perder a sede no ano do centenário. Como é que vai ser a minha vida?”, ia dormir pensando nisso. O certo é que hoje nós já estamos conseguindo pagar todas as nossas dívidas, com exceção da receita federal, que estamos fazendo o Reffis
e vamos parcelar nossa dívida em 180 meses. Até porque já houve um Reffis e o Rio Negro não honrou, há dois ou três anos atrás. Tem a dívida com a prefeitura, o famoso IPTU, que vamos negociar com o prefeito, para poder termos as certidões negativas e negociar com quem quer que seja e cumprir a legislação. PÓDIO – Que tipo de trabalho o senhor já começou a fazer no futebol do Rio Negro? O nosso projeto de futebol é o que nós chamamos de equipe permanente. Nós vamos ter sempre uma equipe para disputar o futebol. Nós temos hoje garotos na faixa etária de 18 a 20 anos. Disputamos com essa equipe a categoria de juniores deste ano, ficamos em terceiro, mas foi a equipe que mais pontuou no campeonato. Não chegamos à final por incompetência nossa. Isso, cientificamente, é muito bom (pontuar bem). É uma referência muito boa. Então nós mantivemos essa equipe, é a base que vai disputar o campeonato de profissionais, seja segunda divisão ou primeira. Hoje essa nossa equipe tem 15 jogadores, e jogadores muito bons. Nós treinamos todos os dias. Estamos fazendo agora um trabalho de musculação, para preparar mais a musculatura dos atletas. Fizemos uma seleção de atletas que já haviam jogado campeonatos regionais e outros que nunca tinham jogado, mas atletas com uma técnica muito boa. Inclusive jogadores que disputaram o Bom de Bola. A nossa zaga foi campeã desse torneio. Nunca tinham jogado campeonato por clube. Nossa comissão técnica é formada por professores de educação física, professor Roberley Assis e Mozart, e eles estão trabalhando. Isso não quer dizer que eles serão treinadores da equipe profissional. Eles são treinadores da equipe permanente. Para disputar o campeonato nós vamos trazer alguns jogadores, mas jogadores locais. Nós não vamos trabalhar com jogador de fora, a não ser que seja extremamente necessário. Nós temos um slogan que é “craque a gente faz em casa”. Se nós não tivermos competência de formar jogador de futebol, nós temos que parar de fazer futebol. Nós vamos trabalhar com jogadores locais. É a forma que nós vemos o futebol. Agora, vamos investir no treinamento. Todo o trabalho que chamamos de preparação invisível estamos fazendo. Se você me perguntar quando vai dar resultado, eu não sei
responder, mas o importante é que estamos fazendo o treinamento todo planejado, com base científica. PÓDIO - O senhor é a favor ou contra a Série B do estadual? Não sei, tem que discutir. Eu não sou a favor e nem contra, até porque foi eu quem criei. Agora, naquela época era necessário. A Série B acabou quando o governo exigiu que fosse sub-23. Disse que só ajudaria se você dessa forma. Ele não ajudou, a federação fez e só três clubes participaram. Aí acabou a Série B. Se a Série B for necessária, ela continua, agora se não for... Até porque hoje nós só temos sete clubes na capital. Os outros são do interior. Não sei se esses clubes participariam da Série B. Fazer um campeonato com três é interessante? Não é. Então é melhor fazer um campeonato com 14 clubes. Agora, nós temos que estudar como fazer esse campeonato. Não vai poder ser um campeonato feito só por fazer como estão fazendo atualmente. PÓDIO – O que o torcedor rionegrino pode esperar do time na próxima edição do campeonato estadual? Pode esperar uma equipe que vai disputar o campeonato. Qualquer campeonato que entrarmos, vamos para disputar e não só competir. Agora, é um novo modelo. Nós não vamos cair nessa de encher o clube com jogadores de fora. Trazer de São Paulo para ser reserva em Manaus é brincadeira. Nós vamos fazer o trabalho que nos propomos a fazer. Nós vamos trabalhar o atleta em casa. Não vamos correr riscos até porque não temos o direito disso, estamos pagando várias dívidas e não vou colocar o nosso patrimônio em risco, não vou. Tem que ter paciência, acreditar no trabalho. O torcedor que assistiu o juniores deve ter gostado do nosso trabalho, a nossa equipe jogou muito bem o campeonato. Agora, temos diversas dificuldades, como por exemplo a questão dos campos. Mas nós já temos projetos para em janeiro começar a fazer o nosso campo no nosso terreno lá no Vivenda Verde. Ainda tem um espaço de 300x200. Vamos ver o que dá pra fazer daqui para frente. A maior preocupação é pagar as dívidas, fazer a manutenção da sede... É devagar, porque o dinheiro é curto. O futebol é a prioridade. Na minha administração pode não ter nenhuma modalidade, mas vai ter futebol.
O nosso projeto de futebol é o que nós chamamos de equipe permanente. Nós vamos ter sempre uma equipe para disputar os campeonatos”
Nós não vamos cair nessa de encher o clube com jogadores de fora. Trazer de São Paulo para ser reserva em Manaus é brincadeira”
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Moradores reclamam da
falta de estrutura esportiva
Moradores do bairro Colônia Antônio Aleixo reclamam do esquecimento do poder público em um dos campos do bairro RAIMUNDO VALENTIM
Sem a iluminação adequada e a estrutura sequer próximo ao ideal, moradores do bairro Colônia Atônio Aleixo fazem de tudo para cuidar da principal praça esportiva do bairro da Zona Leste ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO
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em grades ou telas de proteção, arquibancadas, redes nas traves e iluminação adequada. Assim encontra-se o campo Augustinho de Vasconcelos, o principal complexo esportivo do bairro Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus. Distante do Centro da cidade, os moradores do local sofrem com a falta de opção e estrutura na hora da prática desportiva e do lazer. Existente há mais de 60 anos, o campo é colado à estreita rua
Getúlio Vargas. Rodeado por casas, a vizinhança reclama quando a molecada, sem querer, chuta bolas nas residências e quebra algumas telhas. Mas, a falta de telas ou grades de proteção faz com que esse tipo de fato seja comum no local. Tratado como um filho pelo pintor Luiz Nunes, 55, mais conhecido no bairro como Pelezinho, o campo Augustinho de Vasconcelos recebe todos os cuidados que um complexo esportivo merece. Mesmo com a ausência do poder público, os moradores fazem questão manter atividades físicas e culturais no local, mesmo sem a
devida estrutura. “Agora estamos com um projeto de montar uma escolinha de futebol aqui. Já temos 70 crianças devidamente cadastradas, mas, pelo menos 130 participam conosco. Muitos pais pediram e não tivemos como dizer não. Eles sempre nos agradecem pela iniciativa. É a realização de um sonho que eu tenho de anos e anos”, afirma o emocionado Pelezinho, que é vizinho do campo há 40 anos. Desmotivado pela falta de estrutura, o pintor reclama da falta de ajuda por parte do poder público. Sem sequer uma
garrafa térmica para oferecer água à criança que com ele treina, o jeito é contar com a participação dos próprios moradores, que juntam dinheiro para cortar o pouco de grama do campo e manter a iluminação funcionando. “Estamos precisando de ajuda na iluminação. Há uns dois anos a Manaus Luz doou para nós toda essa estrutura de iluminação. Temos só dois jogos de coletes, um azul e outro vermelho. Mesmo assim estamos aí, na luta. Não tem nada melhor do que você fazer uma criança feliz”, reluta Pelezinho. RAIMUNDO VALENTIM
Sem horário disponível nas quadras do bairro para ensaiar, moradores praticam dança no tão disputado campo de futebol
Promessas Como não pode deixar de ser, em época de eleição vários candidatos aparecem na comunidade para “oferecer ajuda”. As histórias são assustadoras. De acordo com o filho de Pelezinho, o montador Adriano Rodrigues, 24, várias promessas e convites foram feitas a eles por candidatos que disputarão o pleito deste ano. “Todo ano de eleição eles prometem. Só esse ano vieram uns quatro nos procurar. Teve um que chegou a nos oferecer gabinete para trabalhar com salário de até R$
2,5 mil. Chegou um deputado aqui e viu a nossa situação. Ele acabou nos doando dois jogos de coletes sem pedir nada. Já outros vêm e só dizem que vão dar alguma coisa em troca de voto”, revela Adriano. O diretor de esporte da liga do bairro, Júnior Estevão, 37, ressalta que o bairro possui quatro campos, mas só o Augustinho de Vasconcelos não recebe cuidados especiais. De acordo com ele, os moradores mais antigos da região afirmam que o Rei do futebol, Pelé, já bateu uma bolinha no local, assim como França, atacante ex-São Paulo.
Campo vira palco para ensaios Sem horário disponível na quadra do bairro, a costureira Maria Lilian, 43, que dirige há 14 anos a quadrilha Pimentinha na Roça, reclama da ausência de um espaço adequado voltado para os ensaios das danças do bairro. Com 42 pares e atendendo jovens de 04 a 27 anos, ela acredita que a construção de um galpão no bairro seria suficiente para atender os projetos folclóricos. “O local não é o adequado. Todas as danças deviam ter um lugar próprio. O campo é muito disputado e a gente nunca tem um canto certo para ensaiar, ficamos pedindo de um e de outro. Uma quadra para todas as danças do bairro seria o ideal, porque tem muitas”, aponta o costureiro e estilista da Pimentinha na
Roça, Janderson Costa. Com o espaço encurtado por conta do ensaio, a criançada foi obrigada a jogar futebol em campo reduzido. O estudante Lorran Lima, 10, conta um pouco da sua rotina e dá mostras de que o campo é de suma importância para o desenvolvimento esportivo dos garotos do bairro. “Todo dia venho jogar bola aqui. Chego da escola às 17h e fico até as 21h. Acho que deveriam construir um muro, para a bola não ficar indo para a casa dos vizinhos toda hora”, sugere. Para organizar os horários e atender todas as pessoas que tem interesse em utilizar o campo Augustinho de Vasconcelos, Pelezinho lembra que qualquer evento tem seus horários e dias para utilizar o campo.
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Avisa que estou voltando FOTOS: DIEGO JANATÃ
O treinador Sinomar Naves tem percorrido o Brasil atrás de jogadores para compor o elenco do Nacional em 2015
THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO
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ampeão Amazonense deste ano com o Nacional, o treinador Sinomar Naves revelou que provavelmente será o comandante do Leão da Vila Municipal na temporada 2015. Diferente de 2014, o Nacional do próximo ano terá o calendário completo, já que disputará a Copa Verde, Campeonato Amazonense, Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro da Série D. A informação da volta do treinador foi confirmada pelo diretor-executivo do clube, Cláudio Silva. “Sinomar Naves ainda não acertou o salário, mas tem a preferência da diretoria. Já tem observado vários jogos e feitos anotações. Já temos uma lista que foi passada pelo treinador e vamos começar a negociar para formar o elenco do ano que vem. O departamento de futebol do clube está ativo”, afirmou o diretor. O treinador goiano também confirmou que está mantendo contato com a diretoria do Nacional e que o acerto vai sair até o final do ano. Apesar disso, Sinomar não revelou a data exata. “Já tivemos algumas conversas. Estou mantendo contato com o Cláudio (diretorexecutivo) e com o Maneca (vice-presidente). Existe o interesse de ambas as partes.
Na hora certa estaremos acertando. Da minha parte, gostaria de voltar, até porque me senti bem e fui bem recebido. Gosto de trabalhar em clubes que tem a diretoria profissional, como é o caso do Nacional”, revelou o treinador afirmando que um ponto que pesa na sua escolha pelo clube amazonense é o fato dele ter o calendário cheio para 2015. Sem clube no momento, Sinomar afirma que não está parado. O treinador está aproveitando as férias para atualizar seu banco de dados
PÉ-QUENTE
Sinomar Naves, que já foi tricampeão paraense, levando o Independente a ser o primeiro clube do interior a levantar o caneco do parazão, pegou um Nacional desacreditado e levou o título amazonense de jogadores e descobrir novos valores que podem fazer parte do elenco nacionalino na próxima temporada. “Estou aproveitando esse período sem clube para acompanhar alguns jogos de todas as divisões. Já foi para Goiás, Minas Gerais e Maranhão. Isso sempre fiz para alimentar meu banco de dados. Estou procurando jogadores compromissados. Só descu-
bro isso conversando com colegas que trabalham pelo Brasil. Sempre é importante ter conhecimento. Nesse ponto que o treinador faz a diferença”, disse Sinomar. O treinador não revelou o nome dos atletas que fazem parte da lista que passou para a diretoria do Nacional, mas antecipou que alguns que foram campeões neste ano, podem voltar. Novidades Nos últimos dias, o Nacional anunciou a contratação de três jogadores que foram formados na base do clube e farão parte do elenco de 2015. São eles: o meia Tiago Amazonense (22) e os atacantes Tiago Verçosa (25) e Weverton (21). Sobre a filosofia de investir em pratas da casa, o treinador Sinomar Naves se diz favorável a prática e revelou que sempre foi um grande defensor de uma base forte para revelar bons jogadores. Segundo ele, os atletas criam identificação maior com o clube e também ajudam nas finanças das agremiações. “O importante é ter qualidade para jogar no Nacional. Acho importante poder contar com jogadores assim (jovens revelados na base). Porém, os torcedores têm que ter paciência. Eles têm que ganhar experiência e isso só acontece jogando. O trabalho tem que ser feito da melhor possível para não queimar os jogadores”, ressaltou.
Naves relembra título estadual
Sinomar Naves comandando treino do Nacional na Arena da Amazônia, antes do duelo contra o Corinthians pela Copa BR
O treinador falou sobre a sua chegada no Leão da Vila Municipal no começo do segundo turno do Campeonato Amazonense de 2014. Sinomar lembrou que o Nacional estava deixando a desejar e que o jogo contra o Manaus FC definiu sua chega. “Cheguei após o empate na estreia no segundo turno. O time empatou jogando mal. O grupo estava irregular. Sentimos a dificuldades de manter os jogadores, de repetir a escalação. Os jogadores
estavam inseguros. Faltava confiança. Procuramos desenvolver um grupo e um trabalho qualificado. Rapidamente melhoramos o físico e aprimoramos a parte tática da equipe”, explicou o treinador. Outro ponto que o comandante tentou melhorar logo no seu começo de trabalho foi a união dos jogadores. Ele observou que o elenco estava rachado após a sequência de maus resultados. “Outra característica que melhoramos foi a união. Os jogadores fecharam e fo-
ram em busco do bom futebol. O grupo rapidamente se uniu. Conseguimos perceber os problemas que estavam afetando. Em pouco tempo o grupo entendeu nossa filosofia de trabalho e acertamos a equipe em campo. Escalamos o time e deu certo. Mudamos a tática da equipe, principalmente para os jogos decisivos. A diretoria entendeu nosso trabalho e sempre apoiou. Na final, a torcida fez sua parte e empurrou o time dentro de campo”, afirmou Sinomar.
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Jogo digno de decisão São Paulo recebe o Cruzeiro no Morumbi para reacender a briga pela liderança do Brasileiro. A Raposa abriu sete pontos sobre o Tricolor que espera o incentivo da torcida para dimunir a diferença e esquentar o campeonato tenha jogos mais importantes”, disse. Pelo lado do Cruzeiro, o técnico Marcelo Oliveira, mais uma vez, não poderá repetir a escalação no Campeonato Brasileiro. O volante Henrique levou o terceiro cartão amarelo na vitória sobre o Bahia, e está suspenso.
FICHA TÉCNICA SÃO PAULO-SP CRUZEIRO-MG S
Mudança Pela ausência, Nilton vai para o jogo. O Cruzeiro continua com problemas na lateral esquerda já que Egídio e Samudio, contundidos, seguem fora da equipe. Ceará atuará improvisado. O zagueiro Dedé, que cumpriu suspensão volta ao time. “O São Paulo vem de uma sequência boa. Será uma dificuldade marcá-los. Eles movimentam muito e trocam de posição. É preciso não fugir da característica do Cruzeiro. Em alguns jogos, o adversário impõe uma condição diferente e esperamos que isso não aconteça”, declarou Marcelo Oliveira.
FOTOS GAZE TAPRES
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om a arrancada nas últimas oito rodadas, o torcedor do São Paulo voltou a acreditar que sua equipe pode voltar a conquistar o título do Campeonato Brasileiro. Para confirmar esta tese, a equipe comandada por Muricy Ramalho tem um jogo fundamental neste domingo. A quatro pontos de diferença, o Tricolor recebe o líder Cruzeiro, às 15h (de Manaus), no estádio do Morumbi. O duelo ganhou contornos de decisão por causa do bom momento vivido pelo time mandante, apontado por alguns como o único capaz de tirar o bicampeonato do Cruzeiro. A torcida, confiante no desempenho do quarteto ofensivo formado por Kaká, Paulo Henrique Ganso, Alexandre Pato e Alan Kardec, promete encher o Morumbi, deixando o cenário ainda mais decisivo. Muricy Ramalho, no entanto, evita tratar o jogo contra o Cruzeiro como uma decisão de título, mas ainda assim admite que este é o compromisso mais importante da equipe tricolor até o momento. “Tem muitos jogos ainda até o final do Campeonato. Não sei se esse será o mais importante, pode ser que na frente mude as posições e
Local: Morumbi, em São Paulo (SP) Horário: 15h (de Manaus) Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS) São Paulo: Rogério Ceni, Auro, Edson Silva, Rafael Toloi e Alvaro Pereira (Michel Bastos); Denílson, Souza, Paulo Henrique Ganso e Kaká; Alexandre Pato e Alan Kardec Técnico: Muricy Ramalho Cruzeiro: Fábio; Mayke, Léo, Dedé e Ceará; Nilton, Lucas Silva, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian e Marcelo Moreno Técnico: Marcelo Oliveira
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De olho no G-4, Galo recebe o Grêmio
Atlético-MG contará com a torcida no Independência como 12ª jogador e suprir os seis desfalques que Levir Culpi terá no duelo contra o embalado Tricolor
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scilando muito no Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG não consegue emplacar uma sequência de vitórias, o que deixa o Galo longe do G-4. Hoje (14), os atleticanos recebem o Grêmio, às 17h30 (de Manaus), no Independência, em uma nova tentativa de se aproximar das equipes que ocupam as primeiras colocações. O grande problema para o técnico Levir Culpi segue sendo o grande número de desfalques. Jogadores importantes como o lateral Pedro Botelho, os volantes Josué, Pierre e Rafael Carioca e os armadores Dátolo e Maicosuel seguem entregues ao departamento médico. Já o capitão Réver só volta a atuar em 2015. “Não lamento ausência de jogadores. Não me preocupo com jogador machucado e, sim, com quem vai entrar. Vejo como oportunidade, melhor solução para resolver. Além disso, temos jogadores voltando e isso dá insegurança: o Marcos Rocha, por exemplo, fez dois jogos em alto nível depois da volta. Isso preocupa porque a probabilidade de se machucar é grande. O Donizete voltando, o Guilherme, o Tardelli depois dessa longa viagem”, disse Levir Culpi.
BRUNOCANTINI/CAM
Atacante Jô será titular e terá a companhia de Diego Tardelli que estava com a seleção brasileira
REAÇÃO
Furacão quer estancar crise contra o Vitória Em queda na classificação do Campeonato Brasileiro 2014, o Atlético-PR tenta reagir, hoje (14), às 17h30 (de Manaus), na arena da Baixada, onde recebe o Vitória. A equipe baiana, por sua vez, esboça começar uma arrancada para deixar a zona de rebaixamento. Com uma sequência de maus resultados, mais de um mês sem vencer no Brasileirão, o Rubro-Negro terá que mudar para reencontrar o caminho das vitórias. O técnico Claudinei Oliveira não contará com o meia Marcos Guilherme e o volante João Paulo, suspensos. Dráusio, com uma lesão na face, será reavaliado. A boa notícia são os retornos do zagueiro Léo Pereira e do atacante Douglas Coutinho, que estavam com a seleção brasileira sub-21. “É sempre bom trabalhar e fazer essa transição com
resultados positivos, já que tempo para treinar nós não temos. Quando não vêm os resultados você tem que acelerar um pouco mais que o necessário. Quando o resultado vem o torcedor fica mais tranquilo, assim como os jogadores, que ficam mais confiantes e as coisas acontecem mais naturalmente”, projetou Claudinei Oliveira. A vitória sobre o Internacional deu ao Leão o embalo que faltava para o time começar sua caminhada para sair da zona de rebaixamento. A boa atuação do time animou a comissão técnica e os próprios jogadores, que após o jogo já falaram em novas perspectivas para a equipe. Para encarar o Furacão, o técnico Ney Franco não contará com Neto Coruja e Caio, entregues ao departamento médico, Escudero, que era dúvida, deve estar à disposição. GAZETA PRESS
Grêmio quer manter boa fase O Grêmio chega embalado para o confronto no Independência. Depois de um momento difícil, a equipe ganhou os últimos quatro jogos pelo Brasileirão. “Estava tudo dando errado. A bola não saía com qualidade e não estáva-
mos chegando ao gol. Sabemos que não jogamos bem, e o torcedor precisa saber que vimos isso. A vitória foi importante, mas temos muito o que corrigir”, apontou Felipão. Para a partida em Belo Horizonte, o Grêmio conta
com o retorno de Fellipe Bastos A dúvida é entre Matheus Biteco e Riveros. O paraguaio é titular, mas se lesionou na derrota para o Cruzeiro, há 25 dias, e desde então não atuou mais. Biteco o substituiu e deu resposta satisfatória. Com novo técnico, Furacão quer voltar ao caminho das vitórias
PARA SAIR DO Z-4
Bahia duela com o Figueirense O Bahia terá mais uma chance, neste domingo (14), para escapar da lanterna do Campeonato Brasileiro. O adversário da vez será o Figueirense, às 15h (de Manaus), no estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana, interior do Estado. Na última rodada, o time comandado por Gilson Kleina encarou o líder Cruzeiro de igual para igual, mas acabou derrotado por 2 a 1 e ainda teve dois jogadores expulsos. Assim, o Esquadrão terá alguns desfalques. O volante Fahel e o zagueiro Titi cumprirão suspensão automática. No entanto, Kleina terá o retorno de algumas peças importantes. Pará, Uellinton, Kieza e Henrique, suspensos no último jogo, já estão à dispo-
CONFIANÇA
Mesmo na lanterna do Campeonato Brasileiro, o Bahia está confiante para o duelo, principalmente após vender caro a derrota para o líder Cruzeiro, no Mineirão, no meio da semana sição. Marcos Aurélio também tem chances de retornar. O clima não é dos melhores na equipe de Salvador. Substituído no segundo tempo, Rhayner discutiu muito com o auxiliar técnico Charles Fabian. Gilson Kleina promete conversar com o elenco, a fim de
melhorar o clima. “Disciplina é tudo”, garantiu o treinador. Do lado do Figueirense, o clima é um pouco melhor, mas o elenco tem dado claros sinais de cansaço excessivo. O técnico Argel Fucks viajou a Bahia sem ter uma escalação defina, já que pretende usar as peças que melhor se apresentarem fisicamente. O treinador poderá contar com o retorno de peças importantes, como Tiago Volpi, Roberto Cereceda e Nem. No entanto, Leandro Silva e Marco Antônio não estão à disposição. “Podemos mudar o time, vamos sentar e ver. Podemos jogar no losango ou no quadrado (ambos no 4-4-2)”, explicou Argel. IGOR COELHO/AGENCIAI7
O jogo será no estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana, e o Bahia espera voltar a vencer
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Nação, joga com a gente Após duas derrotas seguidas, Flamengo conta com apoio da torcida para bater o Corinthians no Maracanã
A
s equipes com as maiores torcidas do Brasil medirão forças a partir das 15h (de Manaus) de hoje (14), no Maracanã. O Flamengo entrará em campo tentando frear uma sequência de duas derrotas consecutivas, enquanto que o Corinthians buscará engatar a série de resultados positivos que pregava na virada para o segundo turno do Campeonato Brasileiro. O Timão começou o returno derrubando o Atlético-MG em casa. O plano agora é obter um aproveitamento que o deixe com folga no G-4 e, quem sabe, se aproximar da liderança. Terceiro colocado, com 36 pontos, o Corinthians está a dez do líder Cruzeiro. Uma vaga na principal competição sul-americana é um objetivo muito mais realista do que o hexacampeonato brasileiro, mas os jogadores insistem em dizer que alimentam alguma esperança. “Haverá muitos confrontos de clubes de grandeza com o Cruzeiro ainda”afirmou Mano Menezes, antes de fazer a habitual advertência de que o time deve se
concentrar em sua parte. “Não cabe ao Corinthians ficar pensando no Cruzeiro. O São Paulo está na nossa frente, temos o Inter e o Grêmio logo atrás. É não se preocupar com o paralelo. Temos um jogo duríssimo no Maracanã e precisamos manter sequências
Vamos tratar cada confronto como se fosse uma final. Neste momento, não pensamos rebaixamento nem G-4 Eduardo da Silva, atacante do Flamengo
positivas”, concluiu. O técnico – que não será bem recebido na primeira visita ao Flamengo um ano após sua saída – terá, após várias rodadas problemáticas, quase toda a sua equipe à disposição. Os quatro jogadores que retornaram de suas seleções já estão mais descansados, e Guerre-
ro, peça-chave alvinegra, será novamente titular. A baixa é Petros, que começará a pagar suspensão de três jogos. Pelo lado do Flamengo, o clima é de apreensão após as duas derrotas seguidas. Os rubro-negros estacionaram nos 25 pontos e viram a zona de rebaixamento novamente se aproximar, mas os jogadores pregam tranqüilidade. O atacante Eduardo da Silva afirmou que o elenco vem pensando em cada partida de uma vez. “Nosso pensamento é continuar com a mesma característica desses últimos oito jogos. Vamos tratar cada confronto como se fosse uma final. Contra o Corinthians será a mesma coisa. Neste momento, Não pensamos rebaixamento nem G-4”,disse. Para a partida, o técnico Vanderlei Luxemburgo deverá fazer somente uma alteração da equipe que foi derrotada para o Goiás. O volante paraguaio Victor Cáceres retornou após ficar com a seleção paraguaia e provavelmente volta ao time na vaga do jovem Recife.
FICHA TÉCNICA FLAMENGO-RJ CORINTHIANS-SP Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) Horário: 15h (de Manaus) Árbitro: Sandro Meira Ricci (PE) Flamengo: Paulo Victor, Leonardo Moura, Wallace, Marcelo e João Paulo; Victor Cáceres, Márcio Araújo, Hector Canteros e Everton; Eduardo da Silva e Alecsandro Técnico: Vanderlei Luxemburgo Corinthians: Cássio; Fagner, Gil, Anderson Martins e Fábio Santos; Ralf e Elias; Luciano, Renato Augusto e Lodeiro; Guerrero Técnico: Mano Menezes
Atacante Alecssandro quer voltar às redes no duelo contra o Timão
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Inter e Botafogo duelam
Equipes em situação difícil no campeonato, após perderem os dois últimos jogos, se enfrentam no Beira-Rio, para tentarem fugir da crise. Abel Braga está com o cargo em perigo e espera vencer
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BRUNO TURANO/GAZETAPRESS
assando por um mau momento no Campeonato Brasileiro, Internacional e Botafogo duelam hoje (14), às 15h (de Manaus), no BeiraRio, em Porto Alegre (RS), em duelo válido pela 21ª rodada da competição. Os dois times estão pressionados por terem perdido os dois últimos compromissos. O Colorado está com 34 pontos e praticamente não sonha mais em perseguir o líder Cruzeiro, que tem 12 pontos a mais. Já o Glorioso, com 22 pontos flerta com a zona de rebaixamento. Os dois treinadores admitem que já passou da hora de engrenar. “Precisamos afastar este
mau momento e voltar a vencer. É isso que vai nos dar tranquilidade. Não podemos errar tanto, sofrer tantos gols e pecar em vários aspectos. Espero um desempenho melhor contra o Botafogo”, disse Abel Braga, comandante do Inter. Vagner Mancini, treinador do Botafogo, pensa parecido. “Venho batendo na tecla de que nosso segundo turno tem que ser bem melhor do que foi o primeiro e começamos mal contra o São Paulo. Porém, tenho esperança de que podemos apresentar um futebol um pouco melhor contra o Internacional, pois este vai exigir muito de nós, por ser um grande time e jogar em
Após disputar dois amistosos pela seleção brasileira, o goleiro Jefférson volta à meta botafoguense
casa”, analisou. Em termos de escalação o Botafogo segue com problemas. O volante Aírton, expulso contra o São Paulo, fica de fora. Ele pode ser substituído por Edilson, que pode voltar à lateral direita se estiver recuperado de dores na região pubiana. Neste cenário, Gabriel, que atuou improvisado contra o São Paulo, retorna ao meio. Do contrário, o zagueiro Dankler vai atuar no setor. O goleiro Jéfferson, que estava servindo à seleção brasileira e o meia peruano Cachito Ramírez, que cumpriu sus-
pensão, voltam nas vagas de Andrey e Julio Cesar. O atacante Emerson Sheik, segue fora. Assim, o argentino Ferreyra atuará no ataque. O Inter tem problemas nas laterais. Na direita, Gilberto não joga por tem contrato com o Botafogo, enquanto que na esquerda Fabrício fica de fora por suspensão. Com Wellington Silva e Cláudio Winck lesionados, o jovem Diogo, dos juniores, assume o setor direito, enquanto que Alan Ruschel entra na esquerda. Os meias Alex, que cumpriu suspensão,
e Aránguiz, que estava com à seleção chilena voltam à equipe titular.
FICHA TÉCNICA INTERNACIONAL-RS
BOTAFOGO-RJ Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS) Horário: 15h (de Manaus) Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO) Internacional: Dida, Diogo, Paulão, Ernando e Alan Ruschel; Wellington, Ygor, Aránguiz, Alex e D’Alessandro; Wellington Paulista Técnico: Abel Braga Botafogo: Jéfferson, Edilson (Dankler), Bolívar, André Bahia e Junior Cesar; Rodrigo Souto, Gabriel, Cachito Ramirez e Pablo Zeballos; Wallyson e Tanque Ferreyra Técnico: Vagner Mancini
SAI JEJUM
Criciúma não vence há mais de um mês Sem saber o que é vencer há cerca de um mês e meio, o elenco do Criciúma aposta na força ca torcida dentro para conquistar três pontos diante do Goiás, neste domingo (14), às 17h30 (de Manaus) e ganhar fôlego na disputa do Brasileiro Série A. Amargando o pior ataque da competição, com apenas nove gols marcados, o Tigre precisa fazer o setor ofensivo funcionar para tentar deixar a zona da degola. A situação da equipe catarinense se complicou após a derrota para o Palmeiras na última rodada e que fez o clube entrar no grupo dos quatro últimos. Além de ser a equipe que colocou menos a bola na rede, o Criciúma também tem a defesa mais vazada do campeonato, com 26 gols sofridos em 20 partidas disputadas. Já o Goiás, apesar da campanha regular ao longo da competição, vem embalado por uma sequência de quatro jogos de invencibilidade, levando em conta a classificação para a fase internacional da Sul-americana. Na Série A do Brasileiro, a equipe vem de uma vitória simples diante do Flamengo em jogo que, apesar de ter sido em Cuiabá, tinha mando da equipe alviverde. Entretanto, apesar dos bons resultados recentes, o time não tem bom aproveitamento jogando longe da torcida: em dez jogos como visitante, o Goiás soma apenas duas vitórias, contra AtléticoMG e Figueirense.