RAFAELRIBEIRO/CBF
DIEGO JANATÃ
esportes@emtempo.com.br RAFAELRIBEIRO/CBF
MANAUS, DOMINGO, 14 DE JUNHO DE 2015
Maddy fala de seu amor pelo Princesa Pódio E2
Pela honra da Seleção brasileira inicia disputa pelo título da Copa América ainda sob desconfiança dos 7 a 1 sofrido na Copa do Mundo. Esse será o primeiro jogo oficial após o vexame do Mineirão. Pódio E3
A Selva vai tremer com cinco ‘lutassos’ Pódio E4, E5 e E6
nação
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MANAUS, DOMINGO, 14 DE JUNHO DE 2015
Raphael MADDY
‘Eu sou VERMELHO de sangue, CORPO E ALMA’
Maddy é diretor de futebol do Princesa
FOTOS: DIEGO JANATÃ
ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO
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Nosso zagueiro, até então, estava sendo criticado pelas duas bolas aéreas em que não esteve junto e surgiram os gols do Nacional. O Marraquete vai bater. Ele foi lá, fez o gol e nos deu o tão sonhado e esperado título depois de 26 anos no futebol profissional
le é diretor de futebol, é torcedor, é patrocinador... Mais que um dirigente, a história de Raphael Maddy se confunde com a evolução e o crescimento do Princesa do Solimões. Filho de Manacapuru, o orgulhoso gestor está na terceira final consecutiva de Campeonato Amazonense com o Tubarão do Norte. Em entrevista ao PÓDIO, Maddy relembra os momentos difíceis que passou à frente do alvirrubro, logo quando aceitou o desafio de fazer parte da direção do clube, em 2004; fala com orgulho e brilho nos olhos sobre a boa fase do time, que começou em 2013 e, ao que tudo indica, não tem ano para acabar; tenta explicar o tamanho e a importância do Princesa para o povo de Manacapuru; e, sem fugir de polêmica, comenta os episódios “agressivos” envolvendo alguns jogadores do Tubarão do Norte nos últimos anos. PÓDIO – Quando e como sua história começou a se misturar com a do Princesa do Solimões? Raphael Maddy – De 2000 a 2004 eu fiquei como colaborador e vinha ajudando o Princesa por fora. Nesse mesmo 2004 surgiu um convite para ser diretor de futebol. Eu, apaixonado pelo clube, foi aqui que eu nasci, é onde eu moro, como todo manacapuruense que gosta de futebol, ele torce para o Princesa e eu não sou diferente. Então, em 2004 eu aceitei o desafio numa situação muito complicada que o clube passava. Tivemos que formar uma equipe somente de jogadores locais e que, o acordo era, sem salário, iam receber pela renda. Todo jogo que tivesse em Manacapuru, quando terminava a gente conferia a bilheteria e pagava o grupo. O grupo na época tinha a experiência do Lico, que nos ajudou a fazer esse time. Nós fizemos essa campanha muito boa. E dali partiu o interesse em fazer projetos para tentar fazer o Princesa galgar espaço e ficar entre os melhores. PÓDIO – Desde que você assumiu a direção do futebol, o clube começou aparecer mais no cenário local. Antes do primeiro título, quais campeonatos ficaram marcados na sua memória? RM – Em 2007, nós conseguimos fazer um excelente campeonato, decidimos um turno em que perdemos aqui para o Nacional num jogo em
que o Esquerdinha fez um gol de falta. Mas enfim, aquilo foi fazendo com que as forças aumentassem. Foram as derrotas que me motivaram a dizer que “uma hora vai chegar a vez do Princesa”, e a gente continuou o trabalho. Em 2011, numa dificuldade financeira muito grande novamente, a gente voltou a trabalhar com o Oscar Conrado, num grupo de jogadores com salário abaixo da média, com o propósito de não ser rebaixado. Entramos no campeonato com essa mentalidade. E veio 2012, com a chegada de Aderbal Lana. Chegamos numa final novamente com o Nacional, numa polêmica com o gol do Princesa aos 45 do segundo tempo, que o bandeira levanta e dá impedimento. Logo em seguida perdemos nos pênaltis. Mas, mais próximo eu senti que estava chegando. PÓDIO – E as lembranças do primeiro título profissional da história do Princesa do Solimões? RM – Em 2013, eu tive um pensamento de formar um grupo tentando selecionar o que eu achava que tinha de melhor no Amazonas e, dentro das nossas condições, fechar com os melhores do campeonato de 2012. Nós fizemos isso e colocamos em prática. Não deu outra: título, com um gol de Marraquete, novamente com o Nacional. Perdemos dentro do Gilbertão e fomos para os pênaltis e o filme voltava a passar na minha cabeça. “De novo? Será se sou eu?”. Então, é muita coisa, muita história, muita emoção para um clube, para uma identificação como é o Princesa, como eu sou daqui. Ver tudo aquilo voltando. Vencemos o jogo fora e pegamos dois gols dentro de casa, com um estádio superlotado e você vê novamente o título escapar por entre suas mãos. Vai para os pênaltis e o seu artilheiro perde, que é o Marinelson, xodó da torcida. Então, o filme voltava novamente. Foi aí que surgiu a estrela do Luis Paulo, que naquela tarde maravilhosa fez grandes defesas e nos salvou. Sobra a bola para o Marraquete, que nunca tinha cobrado um pênalti. Nosso zagueiro que, até então, estava sendo criticado pelas duas bolas aéreas em que não esteve junto e surgiram os gols do Nacional. O Marraquete vai bater. Ele foi lá, fez o gol e nos deu o tão sonhado e esperado título depois de 26 anos no futebol profissional. PÓDIO – No ano seguinte (2014), veio a chance do bicampeonato, o que não se concretizou. Neste ano, o clube mudou bastante e, mesmo assim, está na final. Você imaginou que isso fos-
se acontecer? RM – Com a mesma equipe, a gente deu uma reforçada e foi para o Estadual de 2014. Uma bela campanha. Chegamos à final, fizemos um primeiro jogo excelente. E aí veio aquilo que temos de contar, que foi uma página negra na história do Princesa, àquele jogo em que aconteceu todos aqueles incidentes. O que nos deixou muito triste, porque nós fomos os causadores da confusão. E agora 2015, pelo terceiro ano consecutivo, a gente entra para história do futebol do Amazonas como o único clube do interior do Estado a chegar a três decisões de campeonato sequencialmente. Então, com um trabalho renovado, praticamente 80% de um grupo novo, um treinador jovem, aposta, muito questionado por todos, até mesmo pela juventude, já que é apenas o segundo campeonato estadual em que trabalha. Mas a gente tinha muita fé, que se trabalhássemos forte, que se a gente tivesse um grupo que enfrentasse os obstáculos que nós traçamos, que foi o que Zé Marco me falou: “me mostre quem são os grandes”. E eu mostrei para ele os grandes. Tinha três clubes que a gente tinha que enfrentar e tinha que passar por eles. Então ele falou: “vamos passar pelos três grandes para chegar à final”. Não deu outra. A gente conseguiu, respeitando todas, além de pontuar bem numa inédita campanha jogando todas as partidas fora de casa, o que não é fácil. E hoje estamos aí, em mais uma final, com o Nacional novamente. Então, essa rivalidade é sadia, está se tornando tradição. A gente espera fechar com chave de ouro, procurar fazer uma grande final, apagar a imagem que ficou de 2014, buscar dar alegria a nossa torcida, que tem sofrido bastante acompanhando esse clube nos jogos fora de casa, que foram todos. Mas a gente tem muita fé. Acreditamos na força desse grupo. E se Deus quiser, a gente vai dar mais uma alegria ao povo de Manacapuru. PÓDIO – Não dá para fugir da polêmica final do ano passado. O que te levou a manter neste elenco jogadores que tiveram participação naquela pancadaria generalizada? RM – É impressionante o que esses atletas fazem no dia a dia do Princesa. Vamos para um nome, o Nando. Se você conversar com o Nando, aqui, fora do campo, você vai dizer: “esse não é o Nando que fez aquelas loucuras, que brigou naquele jogo e chutou a cabeça do Leonardo”. Então, às vezes falta o suporte, que a gente aqui pode dar para eles. Hoje você
vê o Deurick calmo e fazendo um excelente campeonato. E ele sempre foi cabeça quente. Mas esses caras aqui, por incrível que pareça, são as lideranças que eu tenho para ajudar a trazer o grupo para perto, abraçar, fazer reunião. Eles são como aquele filho que às vezes faz uma malcriação, mas que tem mais pontos positivos do que negativo e acabam se tornando até xodó da torcida. Nossa torcida gosta do Nando, gosta do Deurick, o chama de pitbull, o Nando da galera, que eles pedem para colocar em campo, como já aconteceu. Então, esses jogadores são caras que nos ajudam muito aqui, que até pelo tempo que estão no clube, já são três anos, ajudam bastante fora de campo. Houve alguns destemperos em algumas partidas, mas a gente vai em cima, procura ajustar. Eu tenho certeza que eles ainda vão dar muitas alegrias para a torcida do Princesa. PÓDIO – O Princesa caminha para se firmar como segunda força do futebol amazonense? RM – Esse é o nosso objetivo, por isso um centro de treinamento, por isso condução própria, por isso hoje a tranquilidade de treinar em dois locais, em condições perfeitas que um clube profissional precisa. Mas ainda falta muita coisa. Falta mais diretoria. O Princesa não pode se resumir a mim e ao presidente Holofernes, hoje somos nós dois quem praticamente banca o clube. Então, a gente precisa de mais diretoria. Mas isso aí, aos poucos, a gente vai trabalhando a mentalidade do manacapuruense, porque nós queremos filhos da terra tomando conta do Princesa, para que a gente possa fazer um clube forte. Nós caminhamos sim, porque o nosso pensamento não é de estar investindo e gastando para estar numa mesmice de estar somente disputando o Estadual, se der bem, se não der também. Não. Nós temos que procurar o melhor. Falta pouco para o Princesa, mas eu acho que já estivemos mais distante e agora vamos nos aproximar desse sonho que é ser uma força do futebol amazonense. PÓDIO – O que o Princesa representa na sua vida? RM – Para se ter uma ideia, o Princesa toma conta do meu final de semana, que seria para eu estar com a minha família, curtindo minha vida. Eu trabalho a semana inteira, tiro alguns dias durante a semana para acompanhar treinos e o final de semana que é o meu precioso, eu dou para o Princesa. Então, hoje o Princesa é a minha segunda pele. Eu sou vermelho de sangue, corpo e alma.
Você achar que vai fazer gol a hora que quiser, isso aí é subestimar o seu adversário. Na primeira rodada, contra o Operário, isso aconteceu
Falta pouco para o Princesa, mas eu acho que já estivemos mais distante e agora vamos nos aproximar desse sonho, que é ser uma força do futebol amazonense
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Brasil encara o Peru na estreia da Copa América T
randa, David Luiz e Filipe Luis; Fernandinho, Elias, Philippe Coutinho e Willian; Diego Tardelli e Neymar. Se mantiver o esquema dos últimos dois jogos, a equipe deve ser formada por; Jefferson, Daniel Alves, Miranda, David Luiz e Filipe Luis; Fernandinho, Elias, Fred, Philippe Coutinho, Willian e Neymar. Repeteco de 2007 Para quem não lembra, no título da Copa América de 2007, quando Dunga também era o comandante da seleção brasileira, o técnico mudou a formação no meio durante o torneio. À época Elano e Diego formavam o meio campo com Gilberto Silva e Mineiro. Para a segunda partida, ele começou com Anderson, hoje no Internacional, no lugar de Diego, mas o futebol só deslanchou quando Julio Baptista entrou na sua vaga, e Josué na de Elano. Daí por diante, só vitórias, incluindo um 6x1 no Chile e um convincente 3x0 sobre a Argentina na final do torneio. e passou a ter Josué e Julio Baptista em seus lugares. Com três volantes (Gilberto Silva, Josué e Mineiro) a seleção canarinha chegou ao título. Se as atuações contra México e Honduras não encheram os olhos e até mereceram vaias, principalmente no Beira-Rio, Dunga ao menos pode comemorar o fato de ter testado uma nova maneira de atuar. Ele agora tem exemplos do que pode dar certo ou errado na Copa América. E optar por um meio mais conservador, que já foi receita de título, não será nenhuma surpresa.
Atacante Diego Tardelli briga por vaga no titular com o meia-atacante Roberto Firmino
Guerrero diz que Brasil é mais do que Neymar O atacante Neymar é a principal aposta da seleção brasileira para obter êxito na Copa América, mas Paolo Guerrero avisa que o Peru não pode ficar concentrado apenas no jogador do Barcelona. O ex-corintiano, atualmente no Flamengo, avisou que Ricardo Gareca pediu atenção a todo o time de Dunga. “Não fizemos nenhum tra-
balho específico (para frear Neymar), conversamos sobre isso com o Gareca. Nós vamos jogar contra o Brasil, e não contra o Neymar. Temos de estar concentrados na seleção brasileira, pois creio que todos são importantes. Vai ser uma grande partida”, afirmou o atacante, que ainda citou um ex-colega de clube como outro destaque.
“Temos de jogar nosso futebol. O Brasil tem individualidades, como o Neymar e outros. Há também o Elias, que eu conheço do Corinthians... Temos de estar atentos à Seleção, porque tem muita qualidade”, acrescentou. Apesar de ter dado um susto no início dos trabalhos do Peru para a Copa América, Guerrero se disse pronto
para a estreia, recuperado das dores no tornozelo direito, admitindo ainda a dificuldade de enfrentar a equipe de Dunga logo no início da competição. “Temos de fazer uma boa partida no domingo. O Brasil é um rival favorito a ganhar o torneio, mas em campo temos de mostrar como nossa equipe está”, completou.
COPA AMÉRICA
DIVULGAÇÃO
emuco (Chile) – Desde que Dunga assumiu a seleção brasileira, o time não sabe o que perder. São dez jogos e dez vitórias. Mas quando entrar em campo neste domingo (14), às 17h30 (de Manaus) contra o Peru, no estádio Germán Becker, em Temuco, toda a boa fase ficará em segundo plano. Isso porque será a primeira partida do Brasil após a fatídica goleada por 7 a 1, sofrida da Alemanha pela semifinal da Copa do Mundo do ano passado. Para o duelo, o técnico Dunga terá novidades na equipe. Campeão da Liga dos Campeões da Europa pelo Barcelona, o lateral-direito Daniel Alves foi convocado às pressas após a lesão de Danilo, e já deve tomar conta da posição. No meio, o comandante ainda não sabe se começa com Philippe Coutinho ou Fred. No ataque, a boa atuação Roberto Firmino contra Honduras colocou dúvidas na cabeça de Dunga. O jogador do Hoffenheim-ALE pode aparecer entre os titulares no lugar de Diego Tardelli. Há também outra possibilidade. Assim como nos dois últimos amistosos antes da estreia da Copa América contra México e Honduras, Dunga pode optar por povoar o meio de campo e deixar o time somente com um atacante. Se isso acontecer, Neymar pode ficar isolado no campo ofensivo com Fred, Coutinho e Willian organizando as jogadas. Se optar pela primeira formação, o Brasil provavelmente irá à campo com: Jefferson, Daniel Alves, Mi-
RAFAEL RIBEIRO/CBF
Seleção brasileira fará primeira partida oficial após o vexame da Copa do Mundo contra a Alemanha esperando lavar a honra da nação
Colômbia enfrenta Venezuela
James Rodriguez, um dos destaques do Real Madrid, estará em campo pela Colômbia
Rancágua (Chile) - Colômbia e Venezuela se enfrentam na estreia das duas seleções na Copa América neste domingo (14), às 15h (de Manaus), no Estádio Tenente pela primeira rodada do Grupo C, que conta ainda com Brasil e Peru, que também jogam no mesmo dia. Os colombianos chegam para esta Copa América ainda trazendo na lembrança a grande campanha na última Copa do Mundo, a melhor da história do país, que ficou
em quinto lugar e só parou diante do anfitrião Brasil nas quartas de final. O argentino José Pekerman, comandante da Colômbia, reconhece que o que aconteceu na última Copa do Mundo está influenciando a atual Copa América e por isso mesmo se mostra otimista. “Por tudo o que fizemos na Copa do Mundo nós podemos sim nos credenciar a ganhar esta Copa América. Não temos obrigação, mas
somos candidatos ao título”, disse Pekerman. O otimismo da Colômbia se deve à qualidade de seu time. Juan Cuadrado e Carlos Sánchez dão ritmo de jogo a um meio-de-campo que anda sob a batuta de James Rodríguez. No ataque, Teófilo Gutiérrez, em grande fase no River Plate, tem a companhia de Falcao García, que ficou de fora da Copa do Mundo por lesão e agora torna o time colombiano ainda mais mortal.
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Conheça um pouco mais das lutas que agitarão as cinco principais lutas da quinta edição do evento de MMA que mais cresce no Norte do Brasil. Serão duas disputas de cinturão
RENILSON CARVALHO
ADAIL ARANHA
UNIÃO
NOVA EXTREMO NORTE
Cinturão meio–médio (77.6 kg) THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO
A luta principal do Rei da Selva Comovamente, a selva vai tremer! No próximo sábado (20), bat 5 será o confronto acontecerá na quadra da escola de samba da Aparecida, pelo cinturão do Meiolocalizada na avenida Ramos Fereira, a 5ª edição do Médio (até 77,6 quilos), evento de MMA que mais cresce na Região Norte do entre Renilson Carvalho, Brasil, o Rei da Selva Combat. Contando com atletas conhelutador da academia Nova cidos no mundo das lutas, o evento tem tudo para superar União, e Adail Aranha, da as expectativas iniciais dos organizadores. Lutadores Extremo Norte. como Dileno Lopes e Mario Israel já passaram pela Com sete vitórias em nove luorganização. Dessa vez, os fãs locais terão a oportas, Renilson Carvalho conquistou tunidade de ver em ação guerreiros como Renilson o cinturão do Rei da Selva em junho Carvalho, Mayana Kellen e Michel Sassarito. de 2014 quando venceu por nocaute o atleta Victor ‘Coyote’ Hugo. Essa será a primeira defesa de cinturão que o atleta fará e sabe que a responsabilidade será maior. “Sempre falo que a responsabilidade é maior. Para muitos lutadores, a responsabilidade é maior que disputar. Você acaba sendo mais estudado por atletas que querem tomar o cinturão, mas estou tranquilo. Treinei bastante e meu braço vai ser levantado no final da luta”, disse o lutador. Sobre seu adversário, Renilson confirmou que buscou informações para não ser surpreendido no dia. Ele descobriu que a base de luta de Adail é canhota e
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ele utiliza mais a força do que a técnica na hora do combate. O campeão ressaltou que o esporte foi fundamental para consolidar o seu caráter. Para Renilson, essa é a principal função da modalidade. “O esporte foi fundamental para formar mais ainda o meu caráter. Me ensinou a valorizar coisas que o dinheiro não comprar. Já havia aprendido isso com meu pai, mas o esporte consolidou. Quando comecei a treinar, vi a seriedade e me dediquei. O esporte hoje é um investimento. Minha esperança é garantir um futuro melhor para a minha família e todos que amo”, afirmou Renilson que busca evoluir a cada dia para conquistar mais espaço no MMA nacional. Hoje, ele busca viver apenas da luta. Detentor do cinturão do Roraima Show Figth, Adail Aranha chega ao Rei da Selva com o objetivo de conquistar o público amazonense. Com cinco vitórias na carreira, o atleta é conhecido por seu estilo de luta arrojado. Seu primeiro contato com o mundo das lutas foi aos nove anos, quando treinou caratê com seu pai,
“Meu contato com o esporte vem desde criança. Meu pai me colocou para treinar caratê, porque ele que foi um dos que implantou no em Roraima. Desde pequeno, venho acompanhando e sempre gostei. Fiz caratê, depois fui para capoeira, jiu-jitsu e boxe”, relembrou o lutador que conhece bem Renilson. Adail estave presente no Rei da Selva 3 quando o rival conquistou o cinturão da organização. “Tive a oportunidade de assistir a luta dele ao vivo quando ele garantiu o cinturão do Rei da Selva. É um lutador bem disciplinado e duro. Não tenho uma estratégia especifica. Durante a luta, vou analisar e depois decidir o que farei. Vou preparado para tudo, por isso que temos que treinar bastante”, citou Aranha que pretende conquistar o publico amazonense com um belo nocaute.
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HELITON DOS SANTOS
SERGEI MORARI
SD SYSTEM/ CHECKMAT
MASCARENHAS TEAM
no MMA”, disse. Sergie Morari fará a sua estréia lutando no Brasil. Aos 25 anos, o lutador tem quatro lutas como profissional, sendo duas vitórias. Inspirado pelo mito do MMA, Emelianenko Fedor, Sergei começou a praticar o MMA e decidiu se mudar para Manaus após conhecer o Mestre Cristiano Mascarenhas. “Na região onde moro, mas precisamente na Dinamarca e Suécia, ouve-se muito falar no treinamento do Mestre Cristiano Mascarenhas. Vim ao Brasil por causa dele.
FILIPE SANTOS
NOVA UNIÃO
KRATOS TOP TEAM
Leve 70,3 kg
Galo 61,2 Kg Campeão da categoria dos Galos, Heliton dos Santos volta ao Rei da Selva para um desafio diferente. Dessa vez, o atleta da SD System/ CheckMat fará a segunda luta do card principal contra o moldávio Sergei Morari. Para esse duelo, Heliton revelou que se preparou bem e pesquisou sobre seu adversário. E pelo que viu em vídeos, não terá problema para garantir mais uma vitória para seu cartel. “Podem esperar mais um show. Estou treinando forte e espero que seja tudo como Deus queira. Vi alguns vídeos e percebi que ele não tem muito a oferecer. Acredito que venço mais uma luta. Essa vitória é importante porque pode abrir novas portas, inclusive fora do Brasil. Tenho que pensar bem nessa luta para ir aos poucos subindo os degraus
RAFAEL CEARÁ
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Manaus uma cidade conhecida no mundo inteiro por ser berço de campeões”, disse o atleta
A Vterá card
incipal de
Com dez vitórias em 14 lutas, Rafael Ceará, 26, entra no octógono, mais uma vez, para proporcionar um espetáculo para o público amazonense. Novamente, Ceará enfrentará um grande adversário. Dessa vez, será seu ex-companheiro de treino, Filipe Santos. Por esse motivo, o atleta espera um combate muito estudado e que será definido no chão. “Já fomos companheiros de treino. Sei que é um cara muito aguerrido e gosta da luta no chão. Vai ser uma luta bem dinâmica. Me preparei bastante para essa luta. Fiz um pouco d e
MICHEL SASSARITO
ARYMARCEL ‘CHOCOLATE’ SANTOS
(SD SYSTEM)
(MARIO SUCATA/ NOVA UNIÃO)
Leve 70,3 Kg
A O cinturão da categoria dos leves (até 70,3 quilos) é dele. Michel Sassarito voltará ao octógono do Rei da Selva após um ano. Na última vez, ele nocauteou, ainda no primeiro round, o lutador Rodrigo da Silva Fernandes. Agora, a sua missão será mais dura. Sassarito terá pela frente Arymarcel Chocolate. Para esse combate o atleta focou sua preparação no muay thai. “Estou muito bem. Vou entrar e fazer o meu trabalho. Estou treinando forte todos os dias e correndo para melhorar o condicionamento. Estou pronto para dar o meu melhor. A torcida pode esperar mais um nocaute ou uma luta emocionante. Sei que ele tem mais de 60 lutas e enfrentou atletas do UFC, é bem experimentado. Me preparei na parte de muay thai. Não parei de treinar jiu-jitsu. Sou guardeiro e treinei muitas raspadas”, disse o lutador que considera lutar melhor em Manaus do que fora. O motivo disso é o forte apoio que ele recebe do publico local. “Estou tranquilo para o combate. Luto melhor aqui do que fora. Os torcedores me incentivam e me sento bem”, revelou o atleta. Apesar de conquistar espaço no MMA nacional, Sassarito não saiu do Estado para treinar fora. Segundo o mesmo, o que falta para os atletas locais é apoio, e não
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tudo. Melhorei meu jiu-jitsu porque creio que a luta vai se desenrolar no chão ou vou nocautear”, avaliou. Seu começo no esporte foi no jiujitsu aos nove anos quando conheceu a arte suave. Sua estréia no MMA aconteceu aos 18 anos, quando enfrentou Marcos Alexandre Campos de Almeida no Hero’s The Jungle 2. Vindo de cinco vitórias, o lutador Filipe Santos entrará no octógono para finalizar o mais rápido possível seu adversário. “Estou treinando bastante para essa luta, principalmente a parte de chão. Estou focando no jiu-jitsu. Estou treinando direto e a luta vai ser bastante intensa, sem parar e podem ter a certeza que vou finalizar o Rafael Ceara”, afirmou Santos. Sobre sua estratégia para o combate, o lutador da equipe Kratos Top Team confirmou que o objetivo é levar o combate para o chão. “Gosto de fazer uma luta intensa. Procura buscar a queda e trabalhar por cima. Buscando a finalização, usando o meu ritmo no máximo até conseguir a finalização ou o nocaute. A luta será assim”, disse o lutador que acredita que sua luta será escolhida como a melhor da noite. “Podem esperar um show, minha preparação esta sendo muito intensa. A minha preparação física está ótima. Estou correndo todos os dias. Treinando a trocação e está afiada. Vai ser a melhor luta da noite. Podem ter certeza disso”, concluiu.
parceiro de treino. “Tenho uma equipe muito forte e isso é importante. Estrutura temos aqui, o que falta é apoio. Em Manaus, temos professores de todas as modalidades. Na minha academia, cada companheiro de treino tem um estilo, isso é muito bom. Por mim, só sairia de Manaus para ganhar mais experiência”, ressaltou o lutador que lembrou não escolher adversário. “Nunca escolhi adversário. Luto contra quem meu professor colocar. Costumo brincar que se trouxer o Jose Aldo, vou lutar”, finalizou Sassarito. O desafiante do campeão vem da Paraíba. Aos 31 anos, o lutador Arymarcel Santos tem 63 lutas no seu cartel. Dessas, o atleta da Nova União venceu 35 e vem de uma sequência de seis triunfos consecutivos. A experiência de Chocolate pode fazer a diferença. Entre os adversários que ele já encarou, tem nomes conhecidos como Viscade Andrade, Khabib Nurmagomedov e Maiquel Falcão. Para o combate do próximo final de semana, Arymarcel afirmou que está preparado para fazer um ótimo combate. “Minha preparação está muito boa. Treinei muito a trocação, que é o meu forte agora. Treinei muito. Estou ansioso para esse combate. Nunca treinei tanto para uma luta. Espero fazer uma ótima luta. Só agradeço aos meus parceiros de treino e ao meus professores. Os fãs podem esperar um atleta muito agressivo. Prometo que vou dar a minha vida em cima do octógono”, disse o lutador que iniciou a sua caminhado no mundo das lutas aos dez anos quando conheceu o jiu-jitsu. Logo em seguida, Arymarcel passou a praticar wrestling. O lutador de João Pessoa terá um motivo especial para vencer essa batalha. Seu objetivo é homenagear seu
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Para não perder a
majestade
Detentora do título de Rainha da Selva, Mayana Kellen quer manter cinturão vencendo a paraibana Juh Moura
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ainha da Selva, esse título ninguém tirará da atleta Mayana Kellen, porém, seu novo desafio é conquistar o cinturão do Rei da Selva Combat. Após triturar suas adversárias locais, a lutadora da Show Time terá pela frente a rondoniense, radicada na Paraíba, Juh Moura. Nesse combate, Mayana entra no octógono atrás da sua terceira vitória. Segundo a lutadora, sua preparação foi bem feita e ele vai lutar até o final para sair com mais um resultado positivo na carreira. “Estou vindo bem forte. Meus treinamentos não param. Não me preparo apenas para um combate, mas para o meu futuro. A expectativa que tenho para essa luta é de fazer minha melhor exibição. Esse cinturão pertence à selva e vai continuar na selva. Vou brigar até a ultima gota de suor para isso. Não preciso de sorte, apenas tenho que fazer o que estou treinando. Quem vai precisar de sorte é minha adversária. Quero representar meu Estado bem. Mostrar que somos guerreiros e buscar abrir espaço em outras competições nacionais”, disse Kellen. Nas duas lutas que disputou, Mayana nocauteou suas adversárias. Nesse confronto, a atleta
que é treinada pelo Mestre Cristiano Carioca espera mostrar seu forte jogo de chão. “Não consegui desenvolver as técnicas que tenho, porque sempre acabei rápido as lutas. Não mostrei o meu chão, mas estou preparada para o que acontecer na hora da luta. Vou fazer o que treino”, concluiu Mayana.
DESAFIANTE
A desafiante de Mayana Kellem ao posto de Rainha da Selva é a casca grossa Juh Moura, que é atleta da Nova União. Radicada em Pernambuco, ela quer tirar o cinturão da Região Norte A desafiante de Mayana vem do Nordeste. Aos 32 anos, Juh Moura, atleta da Nova União, fará a sua estréia na região Norte e logo de cara, disputará o cinturão do Rei da Selva. A lutadora é natural de Porto Velho (RO), mas reside em João Pessoa há 13 anos. Seu primeiro contato com o mundo das lutas aconteceu graças ao
seu marido, que é professor de jiu-jitsu. A partir desse momento, a arte suave sempre esteve presente em sua vida. “Sempre fui “brigona” e gostei desse meio desde pequena, mas meu primeiro contato com lutas, foi através do meu esposo. Começamos a namorar, dai então casamos, e o jiu-jitsu sempre presente em nossas vidas. Minha primeira luta de MMA foi meio que na brincadeira. Ele perguntou se tinha vontade de lutar e respondi que sim. Com menos de 1 mês de treino, fiz minha primeira luta profissional”, revelou a lutadora que pratica a modalidade há um ano e meio. Sobre a estratégia de luta, Juh Moura faz mistério. Segundo a atleta, a única coisa que pode revelar é que dará um espetáculo para o publico que estiver presente na quadra a Aparecida no próximo dia 20. “Não vou revelar qual a minha estratégia de luta. Normalmente não procuro saber muita coisa, mas o que já me falaram que ela é boa no chão. Apenas isso. Só sei que vai ser um espetáculo de luta. Manaus me conhecera e jamais me esquecerá, garanto”, frisou Moura.
ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
Mayana Kellem está confiante de que o posto de Rainha da Selva não sai do Estado do Amazonas
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Palmeiras e Fluminense duelam no Allianz Parque
NA RESSACADA
Avaí recebe Figueirense no clássico da rodada
ANDERSON RODRIGUES/FRAME
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ão Paulo (SP) – A derrota para o Figueirense na ultima rodada do Campeonato Brasileiro causou mudanças no Palmeiras. Sem apresentar um futebol vistoso mesmo após a contratação de mais de 20 reforços, a diretoria demitiu o técnico Oswaldo de Oliveira e acertou as saídas de Allan Patrick e Ayrton para o Flamengo. Neste cenário de pressão por bons resultados que o alviverde recebe às 15h (de Manaus), deste domingo (14) no Allianz Parque, o Fluminense que não perde a quatro jogos na competição. O interino Alberto Valentim não confirma o time que irá a campo, mas disse esperar pela presença de Claiton Xavier. Uma novidade que pode pintar no decorrer da partida é o atacante Alecsandro. O ex-jogador do Flamengo foi apresentado na sexta-feira (12) e se disse motivado a fazer muitos gols com a camisa do Verdão. Ausência certa é a de Kelvin que recebeu o terceiro cartão amarelo na partida contra o Figueirense. O Palmeiras provavelmente enfrentará o Fluminense com: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel, Arouca, Cleiton Xavier (Alecsandro), Zé Roberto e Dudu; Rafael Marques.
Florianópolis (SC) - O Avaí recebe o Figueirense na Ressacada, às 15h (de Manaus), neste domingo (14), pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, e precisa vencer para se manter entre os primeiros colocados da competição e, inclusive, entrar no G-4. Os visitantes, por sua vez, querem somar pontos para afastar a zona de rebaixamento. O Avaí vive boa fase: das últimas quatro partidas, venceu três. São dez pontos somados no Brasileirão. O artilheiro do time é Hugo, com dois gols. O capitão Marquinhos projeta “duelo igual, com 50% de chances para cada lado”, já que trata-se de um dos mais importantes clássicos de
Santa Catarina. Pelo lado do Figueirense, o técnico Argel Fucks adiantou em coletiva de imprensa que “poderemos ter surpresas” para o jogo, como o retorno de peças importantes à equipe titular. No entanto, não é possível adiantar, já que a semana da equipe foi um mistério, com exames secretos e treinamentos fechados, sem dar pistas dos escolhidos para ir a campo. Por enquanto, França e Mazola são as duas novidades à disposição do treinador. A expectativa é pelo resultado dos exames de Carlos Alberto e Fabinho. O zagueiro Thiago Heleno também tem chances remotas de voltar. DIVULGAÇÃO
Ainda com interino Alberto Valentim, Palmeiras encara o embalado Tricolor Carioca querendo fazer as pazes com a vitória e espantar o clima ruim no clube
Volante Gabriel ganhou espaço e está mais uma vez confimado na equipe titular do Verdão
Fred não joga, Wagner é dúvida A escalação do Tricolor carioca pela sétima rodada Nacional está indefinida. O técnico Enderson Moreira fez alguns testes no time em treinamentos durante a semana nas Laranjeiras sem a presença de Fred, que está com uma lesão na coxa esquerda. O veterano Magno Alves deve substituí-lo.
Enderson indicou que ainda não definiu o substituto do meia Wagner, que vai cumprir suspensão automática. O meia-atacante Marcos Junior e o volante Pierre disputam a vaga.. Além disso, Renato treinou entre os titulares, na lateral direita, ocupando a vaga de Wellington Silva,
que está com dores na panturrilha direita, mas ainda não está descartado do duelo com o Palmeiras. O time titular do Fluminense deve ter a seguinte formação: Diego Cavalieri; Renato, Gum, Antônio Carlos e Giovanni; Edson, Jean, Gerson e Vinícius; Marcos Junior (Pierre) e Magno Alves. Meio-campista Marquinhos projeta clássico equilibrado